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Lollipop assume a liderança no Android

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A Google acaba de atualizar as suas estatísticas mensais das versões de Android por cota de mercado, e o cenário de fragmentação continua, apesar de alguns avanços serem registrados.

O principal destaque é que o Lollopop ultrapassou o KitKat, sendo agora a versão mais popular do Android. Na parte baixa, estão as versões do Froyo em diante (antes não se contabilizava essas versões quando ficavam com menos de 1%), incluindo o Gingerbread e Ice Cream Sandwich, que poderíamos dar como sistemas obsoletos, mas que alcançam 5% de cota. Na terceira posição é a Jelly Bean, com 22%.

A tendência nesse sentido não é de todo negativa, pois a grosso modo os usuários seguem utilizando as versões mais recentes do Android. A cota somada do KitKat com o Lolllipop é de 70%. Por outro lado, apesar de um progresso notável (dobrou a sua cota de mercado em relação ao mês passado), a versão Marshmallow segue atrás do Ice Cream Sandwich.

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Logo, a fragmentação do Android continua, mas ao menos é menos perceptível do que pode parecer. De qualquer forma, gera um déficit de segurança que os fabricantes seguem sem se responsabilizar, o que prejudica a experiência do usuário. O qual é mais grave quando a estratégia é feita apenas para vender novos dispositivos, onde a Google não tem culpa. É uma prática de negócio fraudulento e enganoso de alguns fabricantes.

Porém, essa é uma denúncia de longa data. E nada muda nesse aspecto. Infelizmente.

Review | Smartphone Multilaser MS6

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A assessoria de imprensa da Multilaser no Brasil enviou para testes o Multilaser MS6, um smartphone que tem como objetivo direto oferecer ao consumidor brasileiro uma opção de dispositivo Android com tela de 5.5 polegadas dual-SIM com preço acessível. Pela própria natureza da empresa que fabrica o produto, o objetivo do preço em si foi alcançado (R$ 799). Porém… será que vale a relação custo benefício?

O review a seguir pretende responder essa pergunta. Mais: pretende saber se as restrições adotadas no hardware impactam de forma crítica a experiência de usuário, quais são os limites de execução de aplicativos e tarefas a serem executadas, e para qual tipo de usuário o Multilaser MS6 é pensado.

 

Características Físicas

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O Multilaser MS6 é um autêntico phablet. É um modelo que tem um agarre agradável, mas isso no meu caso, que tem uma mão de grandes proporções (quem tem mãos pequenas precisam ficar atentos a esse detalhe). Talvez eu não me incomode com o tamanho desse smartphone por conta de já usar o Motorola Moto Maxx desde o começo de 2015, ou seja, um phablet para mim não é problema algum

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Grandes dimensões podem representar um peso um pouco mais elevado do que o desejado. E é isso o que acontece com esse smartphone da Multilaser. O modelo pode ser pesado para ser carregado no bolso da calça, e suas grandes dimensões podem incomodar os mais exigentes.

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Seguindo a tendência de personalização de dispositivos, o MS6 conta com carcaças traseiras coloridas. Pelo menos três tampas acompanham o produto, além de um case de silicone que vem muito bem a calhar, pois reforça a segurança do dispositivo em caso de quedas ou acidentes.

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O dispositivo conta com a disposição de botões que foge um pouco daquilo que os recentes lançamentos do mercado estão oferecendo, ou seja, botão de liga/desliga/bloqueio de tela do lado direito, e botões de controle de volume do lado esquerdo. Talvez a Multilaser entenda que essa é a disposição que a maioria dos usuários melhor se adapta na hora de manusear o dispositivo durante as chamadas. Há controvérsias.

Como a tampa é removível, podemos ver os dois slots para SIM cards, o slot para cartões microSD e a bateria do smartphone.

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Mas a boa notícia de tudo isso é que o Multilaser MS6 é um smartphone muito bem construído. Uma construção sólida, em um dispositivo bem selado, com todos os parafusos ocultos ao usuário, e com sua disposição de elementos físicos minimamente organizado. Nesse aspecto, temos aqui um bom trabalho.

 

Tela

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O Multilaser MS6 possui uma tela IPS de 5.5 polegadas (540 x 960 pixels), e esse é um dos destaques que a fabricante mais enfatiza quando promove o produto. Não apenas pelas dimensões do produto em questão, mas também pela qualidade de imagem. Ok, por partes.

Essa tela não compromete na hora de visualizar os elementos da interface de usuário. Também não vai comprometer para os usuários menos exigentes na hora de reproduzir vídeos por streaming (até porque serviços como o YouTube já identificam o tipo de resolução máxima da tela do dispositivo, se adaptando automaticamente ao melhor formato). Logo, para um uso mais casual, sem problemas.

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Para ver os vídeos de forma casual, a tela do Multilaser MS6 não faz feio. O tamanho é excelente, e se o usuário não se incomodar em deixar de lado os formatos de arquivo em alta definição (e ainda ser um adepto dos arquivos de vídeo em .RMVB), o dispositivo pode ser uma boa opção para ter um entretenimento de forma casual durante o trânsito.

Porém, essa tela não conta com um toque tão preciso e suave como em outros dispositivos. Em diversas oportunidades, foi necessária uma pressão um pouco acima do desejado para determinadas atividades (principalmente em jogos), sem falar que tal característica prejudica um pouco a experiência de uso. Aqueles usuários mais exigentes certamente vão se incomodar com esse detalhe.

 

Sistema Operacional e Interface de Usuário

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O Multilaser MS6 conta com o sistema operacional Android 4.4.2 KitKat, com alguma dose de customização por parte da fabricante nacional. As customizações não são agressivas ao ponto de descaracterizar drasticamente a proposta do Android puro, ou de impactar de forma relevante o desempenho do dispositivo.

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A maior personalização adotada pela Multilaser está – por incrível que pareça – na tela de bloqueio do dispositivo, onde foi implantado um hub de atalhos para recursos e aplicativos, que não são tão relevantes a ponto de beneficiar a experiência de uso, até mesmo dos mais casuais. No final das contas, em alguns momentos, essa tela de bloqueio mais atrapalha do que ajuda, pois nem sempre você consegue um desbloqueio suave e preciso.

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Nos demais itens, a Multilaser não mexeu muito no sistema. Apenas pré-instalou alguns aplicativos que são considerados mais populares entre os usuários (WhatsApp, Facebook, Skype) e algumas soluções que, nesse caso, são muito bem vindas (Flipboard, Evernote, VLC), que ajudam na hora de permitir que o usuário já comece a utilizar o smartphone de forma eficiente desde a primeira inicialização.

 

Qualidade de Áudio

Uma coisa boa do Multilaser MS6 é a sua qualidade de áudio. Mesmo com um alto-falante traseiro, o smartphone reproduz o seu áudio com um volume elevado, algo que deve agradar aqueles que gostam de curtir um game com maior imersão, ou um vídeo onde é fundamental ouvir todos os diálogos.

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Tanto para chamadas quanto para a reprodução do áudio multimídia, o MS6 vai bem. Não foram percebidas anormalidades ou distorções. É claro que o quesito qualidade de áudio é algo subjetivo, e pode variar de pessoa para pessoa. Ao meu ver, o telefone da Multilaser até que cumpre bem o seu papel, sem comprometer.

 

Internet

Esse é um item que causou uma certa controvérsia. Talvez um dos motivos do Multilaser MS6 ser tão eficiente na sua autonomia de bateria (falo sobre isso daqui a pouco) está no fato do seu modem WiFi ter uma recepção de sinal bem abaixo do normal (ou do que a média aceitável entre os demais dispositivos).

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Os pontos de sinal de rede WiFi sempre ficaram muito abaixo do esperado, e nesse caso, não podemos colocar a culpa na estrutura da minha casa (onde os testes aconteceram), já que todos os demais dispositivos que utilizo diariamente não se comportaram assim.

Esse é o tipo de detalhe que pode afetar de forma sensível a experiência de uso, principalmente para os usuários que pretendem fazer o download de grande volume de dados de uma única vez. É algo que a Multilaser precisa pensar de forma séria nas próximas versões do dispositivo.

 

Câmera

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O Multilaser MS6 possui uma câmera de 8 megapixels, que oferece um resultado final de imagem razoável, levando em conta as suas características e a proposta geral do aparelho, o sensor traseiro é apenas mediano para o registro de fotos casuais, que normalmente são compartilhadas nas redes sociais.

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O seu software de câmera possui alguns dos recursos mais básicos, e permite o ajuste de determinados parâmetros que podem entregar como resultado final fotos bem interessantes. Na verdade, o MS6 possui o mesmo software que vários outros fabricantes ‘de linha branca’ (principalmente chineses) utilizam em seus smartphones e tablets. De fato, todo o projeto desse smartphone tem essa mesma base, mas também falo disso mais adiante.

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O sensor frontal de 2 megapixels é igualmente razoável para videochamadas. Não espere muito para as selfies, pois aí também é pedir demais. Existem outros modelos mais recomendados. É claro que você vai pagar um pouco a mais, mas é a regra, amigo.

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A câmera traseira também pode gravar vídeos com qualidade razoável. Nada muito fora do esperado para um dispositivo com as suas características técnicas. Porém, vale o reforço que esse smartphone agrada mais os usuários casuais, ou aqueles que não querem gastar muito para ter esses recursos em um telefone inteligente. E, normalmente, temos uma qualidade compatível com o valor pago.

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Games

Definitivamente, o Multilaser MS6 não é feito para aqueles que desejam executar jogos mais complexos. Durante os testes, o dispositivo só executou de forma plena o jogo Subway Surfers. Os demais ou apresentaram algum tipo de problema durante a execução, ou simplesmente não conseguiram rodar no dispositivo.

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Por exemplo, o Real Racing 3 até que teve um desempenho razoável, apesar de alguns lags no vídeo de introdução do jogo. No jogo em si, ele apresentou alguns lags, mas algo que não prejudicou por completo a jogabilidade. Já jogos com Dead Trigger 2 simplesmente não rodaram (travaram na tela de loading). Iron Man 3 ainda fez um download de um arquivo complementar de 1 GB para rodar o game com certas dificuldades (que também comprometeram parcialmente a sua jogabilidade).

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Mas o que mais surpreendeu (negativamente) no Multilaser MS6 é o fato dele não rodar o game Jetpack Joyride, por incompatibilidade pura com o hardware. Ou seja, ter um processador quad-core de 1.3 GHz é o essencial para as execuções mais básicas, mas está bem longe de ser o mais adequado para tarefas mais pesadas ou com maior demanda de recursos de hardware.

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Para quem quer jogar no smartphone, fica a dica: deixe de ser mão de vaca e gaste mais dinheiro em um modelo com um hardware mais capaz.

 

Multimídia

Se tem uma coisa boa no Multilaser MS6 é que no quesito multimídia, até que ele atende bem, já que tem o básico para garantir o entretenimento daqueles que se deslocam todos os dias de um lado para outro.

Para começar, o dispositivo tem um aplicativo dedicado de rádio FM, algo que é sempre muito solicitado pelos usuários dessa faixa de preço, e por aqueles que gostam de ouvir uma música ou se manterem informados durante as suas jornadas diárias.

Apesar de contar com uma tela limitada a uma resolução de 540 pixels, ela é suficiente para uma boa reprodução de vídeos via streaming, além de arquivos em baixa resolução. O seja, os usuários menos exigentes nesse sentido podem se dar bem.

Não foram observados travamentos ou engasgos nos vídeos por streaming via YouTube (que automaticamente identifica qual é a resolução suportada e já reproduz o vídeo nessa resolução) e nos vídeos com resolução SD. Para os vídeos em HD (720p), alguns engasgos foram percebidos, e os vídeos em Full HD (1080p), a reprodução fica algo quase impraticável.

 

Bateria

O Multilaser MS6 conta com uma bateria de 2.000 mAh, que possui um comportamento peculiar. Durante os testes, observamos que enquanto o dispositivo ficava inativo ou em standby, o consumo de bateria é praticamente zero. Não há consumo de bateria ou redução da porcentagem de bateria.

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Porém, quando o dispositivo começa a ser utilizado em tarefas mais complexas (principalmente nos jogos mais pesados), a bateria é consumida rapidamente. E não é nem por conta do consumo da energia da tela – o principal responsável pelo consumo energético de qualquer smartphone -, mas sim por conta dos recursos de hardware do próprio telefone.

É um comportamento atípico para um dispositivo desse porte. De qualquer forma, para a maioria das atividades consideradas comuns para os usuários (navegação na web, redes sociais, jogos casuais, etc), o consumo de bateria é satisfatório, e pode sim aguentar pelo menos um dia completo de uso, mesmo sendo um dispositivo dual-SIM. É o mínimo que se pede.

 

Armazenamento

O smartphone da Multilaser conta com 8 GB de armazenamento interno (apenas 4.4 GB disponíveis para o usuário). É pouco espaço para os aplicativos mais pesados, mas pensando nas características técnicas do produto e suas finalidades de uso, podem ser suficientes para que o usuário instale o que ele considerar o mais importante para um uso diário.

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O problema é amenizado pelo fato da Multilaser oferecer um cartão microSD de 8 GB no kit de venda, além do fato do sistema Android KitKat permitir a transferência de alguns aplicativos instalados no dispositivo para o cartão de memória.

Por outro lado, o cartão microSD oferecido no kit de venda do MS6 chegou a travar depois de 10 dias de utilização do dispositivo, corrompendo os dados nele armazenados. É altamente recomendado que você compre um cartão microSD de sua preferência (de até 32 GB) para que você armazene os seus dados com maior segurança. Não posso afirmar se o problema aconteceu pela baixa qualidade do cartão de memória fornecido no kit de venda, ou se é do software customizado pela Multilaser. Fato é que a falha aconteceu, o que é uma pena (de novo).

 

Desempenho

No final das contas, o Multilaser MS6 tem um desempenho considerado mediano. Não é um dispositivo que se comporta como um top de linha, mas também não tem um desempenho limitado a ser um modelo de entrada com tela grande. É um dispositivo que, dentro da sua proposta, pode ser considerado ‘honesto’.

Por outro lado, compreendo que é possível se obter melhores resultados com um modelo com uma tela menor, na mesma faixa de preços, mas com especificações técnicas um pouco mais robustas. A Multilaser até fez um bom trabalho em oferecer um smartphone com tela de 5.5 polegadas, processador quad-core de 1.3 GHz e 1 GB de RAM, mas que ainda ficam aquém dá concorrência no conjunto geral.

Os problemas que apareceram durante o review são pontuais, mostrando que o dispositivo ainda teria como ser melhor, caso as escolhas feitas para o seu hardware não fossem tão restritas. Espero que nas próximas versões desse smartphone, a Multilaser pense bem em como tornar a equação custo-benefício ainda melhor, oferecendo uma qualidade técnica mais elevada, para que os usuários possam realizar as tarefas com maior eficiência e fluidez.

 

Conclusão

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O Multilaser MS6 é uma alternativa para aqueles usuários que contam com necessidades muito básicas no dispositivo, mas que querem realizar essas tarefas em uma tela de grandes dimensões, em um telefone com suporte dual SIM. Não são muitos os aparelhos disponíveis no mercado com essas características, e o modelo da Multilaser é um dos mais baratos do mercado.

Porém, é preciso ter em mente todas as características apresentadas nesse review. O modelo certamente não é recomendado para usuários intermediários ou avançados, ou para aqueles que já contam com uma certa experiência nos dispositivos com o sistema Android, e esperam um pouco mais do dispositivo. Se você quer extrair mais de um smartphone, não tem jeito: gaste um pouco a mais para receber uma maior performance.

Para quem gosta de telas grandes e quer fazer realmente o básico, a escolha pode ser interessante (desde que saiba das questões apresentadas nesse review).

 

Review em Vídeo

 

Android KitKat está em um de cada três smartphones

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O Android 4.4 KitKat estreou há um ano, com o Nexus 5, mas parece que esse período não foi suficiente para que os fabricantes atualizassem os seus dispositivos com essa versão. Hoje, a cota de mercado do Android 4.4 é de 33.9%, ou seja, um em cada três dispositivos Android contam com o KitKat, o que mostra a dificuldade para os usuários desfrutarem dessa versão do sistema do Google.

A pergunta que fica é: será que a adoção do Android 5.0 Lollipop será igualmente lenta?

Só poderemos responder essa pergunta no final de 2015, mas até lá, temos os novos números oficiais da fragmentação do Android, que servem como referência para estudar o avanço das diferentes versões do sistema operacional.

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O Android Jelly Bean conta com 48.7% de mercado, enquanto que o Ice Cream Sandwich está em 7.8%. O Gingerbread ainda é um sobrevivente, com 9.1%, e o Froyo ainda conta com 0.5% de cota de mercado.

Não há dados sobre o Lollipop, e o motivo é que, para o Google, qualquer versão do Android com menos de 0.1% de cota de uso não aparece nos resultados. É possível que um grande número de dispositivos já contem com a nova versão, mas é de se supor que o Google queira esperar mais um pouco, e oferecer números mais chamativos em janeiro.

Vía | 9to5GoogleGoogle Developers

KitKat alcança os 21% dos dispositivos Android

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Mais um relatório mensal sobre a distribuição das versões do seu sistema operacional Android. E ainda que esse crescimento seja considerado lento, o KitKat já ocupa 20.9% da cota das versões Android instaladas, o que representa um bom crescimento em relação aos 17.9% registrados no último mês de julho, e melhor ainda se comparado com os 14.9% de junho.

Esse crescimento é impulsionado com o sucesso de modelos como o LG G3 e o Samsung Galaxy Tab S, além do fato de muitos dispositivos já disponíveis no mercado a algum tempo começarem a receber as suas correspondentes atualizações.

A versão dominante continua a ser a Jelly Bean, que somando todas as suas variantes, ultrapassam os 52% de cota. As versões mais antigas do Android seguem caindo, especialmente o Ice Cream Sandwich, que beira hoje os 10%. Porém, o grande problema da Google – por incrível que pareça – é que, em breve, uma nova versão do Android vai chegar ao mercado, ao mesmo tempo que a versão mais recente hoje sequer é a mais presente nos dispositivos.

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Em resumo: a fragmentação do Android continua. E sua maior virtude (atualizações constantes e com uma velocidade maior que os rivais) pode ser a grande pedra no sapato do pessoal de Mountain View para universalizar as versões do sistema operacional nos dispositivos móveis.

Via Android Developers

Sony Xperia Z1, Z Ultra e Z1 Compact começam a receber (lá fora) a atualização para o Android 4.4.4 KitKat

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De acordo com o site XperiaBlog, os modelos Xperia Z1, Z Ultra e Z1 Compact da Sony começaram a receber a atualização para o sistema operacional Android 4.4.4 KitKat (14.4.A.0.108) via OTA (Over The Air). Dispositivos comercializados em países como Rússia, Itália e Indonésia já estariam recebendo o novo software.

O Android 4.4.4 KitKat foi liberado pela Google para corrigir problemas de funcionalidades detectadas pela versão 4.4.3 do sistema operacional. Inicialmente, a versão estava disponível exclusivamente para os dispositivos Nexus, mas smartphones de outras marcas começaram a ser atualizados, principalmente pelo fato da nova versão resolver um problema de vulnerabilidade no OpenSSL.

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Via XperiaBlog, XperiaBlog

Google lança Android 4.4.4 KitKat para solucionar problemas em dispositivos Nexus

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É sempre bom destacar todas as atualizações disponíveis de sistemas operacionais móveis para cada dispositivo. Porém, a versão do Android recém estreada se destaca por outros motivos. A Google disponibilizou o Android 4.4.4 KitKat para dispositivos Nexus, e se aparentemente ele não entrega nenhuma grande novidade nos seus recursos ou funcionalidades, em compensação, alguns erros detectados são corrigidos com esse update.

Para ser mais preciso, a última atualização vem com o parche para o bug CVE-2014-0224 do OpenSSL, que permite o roubo de informações de um usuário por meio de um ataque de um intermediário. Ou seja, para os mais preocupados com a segurança dos seus dados, a nova versão é mais do que bem vinda. Providencial, eu diria.

O novo Android KitKat está inicialmente disponível para os dispositivos Nexus 4, 5, 7 e 10, e muito provavelmente, deve ser distribuído para outros dispositivos considerados vulneráveis. Para os mais apressados, é possível fazer o download do software através da página oficial de imagens das versões do Android. Caso contrário, basta esperar pacientemente pelo update via OTA (Over The Air), algo que, segundo a Google, deve aparecer como opção para os dispositivos compatíveis com o update “nas próximas 48 horas” (mas todo mundo sabe como esse prazo sempre pode variar.

Via ArsTechnica

KitKat já está presente em 14% dos dispositivos Android

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A Google anunciou os seus últimos números referentes à expansão da sua versão mais recente do Android, a 4.4 KitKat (ou da fragmentação das diferentes versões existentes do sistema operacional, dependendo do seu ponto de vista). De acordo com o último relatório mensal, o Android KitKat já se encontra em 13.6% dos equipamentos.

A marca pode não ser muito expressiva, mas representa um nada depreciável aumento de 60% em relação ao mês anterior. É o melhor desempenho em um único mês de expansão dessa versão desde o seu lançamento.

Obviamente, o caminho a percorrer para o Android KitKat é bem longo. Os dispositivos mais novos que contam com o Android 4.4 ainda contam com pouco tempo no mercado, e os modelos com as versões antigas ainda estão em processo de atualização, ou sequer contam com data concreta para começar a receber o novo software.

Sobre as edições anteriores do sistema, o Jelly Bean conta hoje com 58.4%, enquanto que resistentes 28% seguem utilizando a versão Ice Cream Sandwich. O Froyo ainda segue com 0.8% dos dispositivos, enquanto que a versão Gingerbread (2.3.3 a 2.3.7) ainda conta com 14.9% do mercado.

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Via developers.android.com

Os Galaxy S III e Galaxy S III Mini da Samsung com 1 GB de RAM não receberão o Android KitKat

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Por partes, como diria o Jack. O pessoal da Samsung do Reino Unido confirmou para o site da SamMobile que as versões 3G do Galaxy S III (GT-i9300) e Galaxy S III Mini não receberão o Android 4.4 KitKat. A notícia foi previamente vazada pelo site em forma de um documento, e posteriormente confirmada pelos coreanos de forma oficial.

A decisão não só choca os usuários e mídia especializada, pela importância do aparelho em questão, e principalmente pelo argumento lançado pelos coreanos para a não atualização: o 1 GB de RAM presente no dispositivo.

Vale lembrar que, na época do seu lançamento, a Google alertou que o Android KitKat seria uma atualização útil também para os dispositivos de entrada, com apenas 512 MB de RAM, tornando esses modelos mais fluídos, com uma melhor performance, e com um pacote de aplicativos e recursos devidamente atualizado.

O que torna a decisão da Samsung ainda mais “surpreendente” (explico essas aspas daqui a pouco). Afinal de contas, vários modelos de concorrentes que contam com os mesmos 1 GB de RAM foram atualizados para a nova versão do Android sem maiores dificuldades.

A Samsung explica a decisão da não atualização por conta das limitações de hardware, já que o resultado não garantiria a melhor experiência de uso para o consumidor. Eles também esclareceram que as versões do Galaxy S3 4G/LTE (GT-i9305) ou os smartphones vendidos nos Estados Unidos com processadores Snapdragon serão atualizados para o Android KitKat. Só não informaram quando.

O negócio é o seguinte: não garantir uma boa experiência de uso já é um problema que o Galaxy S III sofreu com as demais atualizações. E, honestamente? Entendo que isso nunca esteve relacionado ao seu hardware. Até porque, mesmo depois de tanto tempo após o seu lançamento, o produto continua com uma boa especificação de hardware (processador quad-core Exynos 4412 de 1,4 GHz, 1 GB de RAM, 16 GB de armazenamento interno – com entrada para microSD de até 64 GB -, tela Super AMOLED de 4,8 polegadas com resolução de 1280×720 pixels, câmera de 8 megapixels com filmagem em 1080p e bateria de 2.100 mAh). 

O problema pode estar em outro item, que há muito tempo eu insisto que é o grande problema dos dispositivos Android da Samsung: a interface TouchWiz.

A cada nova versão do Android, a TouchWiz acaba ficando cada vez mais intrusiva no sistema, deixando a experiência de uso (em muitos casos) muito aquém do ideal. Por diversas vezes, em vários reviews, observei o quanto a TouchWiz consome de recursos de hardware, exigindo um conjunto cada vez mais potente para poder oferecer resultados fluídos e funcionais.

Outra possibilidade é o fato da Samsung, de forma conveniente, não atualizar o Galaxy S III para forçar uma maior demanda dos modelos Galaxy S4 e Galaxy S5. Afinal, para muitos consumidores, ainda era vantagem adquirir o modelo mais antigo, justamente por conta de ainda ser um modelo minimamente funcional e interessante pelas suas configurações.

Agora, não mais. A não ser que o usuário apele para o CyanogenMod, onde 1 GB de RAM nunca foi empecilho para o Galaxy S III receber o Android KitKat.

Via SamMobile

As distribuições Android: KitKat em alta, Jelly Bean em baixa

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Como acontece a cada mês, chegou a hora de conhecer a quantas andam a distribuição das versões do sistema Android, de acordo com dados coletados pela própria Google. Na análise fechada no começo de maio, foi registrado um sólido aumento do Android 4.4.x KitKat, que passou de 5.3% para 8.5% na cota de mercado.

Interpretamos esse aumento da última versão como um efeito diretamente relacionado a queda do Android 4.1/4.2/4.3 Jelly Bean, que tem uma vantagem ligeiramente menor (de 61.4% para 60.8%). As demais versões mais antigas (Gingerbread, Froyo, Honeycomb, Ice Cream Sandwich), seguem vivas, mas perdendo terreno lentamente.

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Os dados foram recolhidos a partir das visitas na Google Play nos últimos sete dias, antes do dia 1 de maio. Sobre a próxima versão do Andoid – supostamente a 4.5 – pouco sabemos. De fato, se especula que ela não será apresentada na Google I/O, e só chegaria ao mundo uma vez depois.

Se você quer conhecer melhor a evolução do Android no mês de abril, clique aqui e veja os dados completos.

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Android KitKat dobra a sua presença entre os dispositivos ativos; Gingerbread continua saindo de cena

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Assim como acontece a cada mês, a Google divulgou os dados sobre a distribuição das versões Android no mercado (ou popularmente conhecido como “processo de fragmentação do Android”, com a esperança de ver como as últimas atualizações do sistema começam a dominar a situação.

O último relatório também mostra que um maior número de usuários passam a contar com a última versão do Android. A versão 4.4 KitKat dobrou os seus números de participação de mercado, chegando a 5.3% de cota, contra 2.5% registrados na medição feita no mês passado. O crescimento está relacionado com as elevadas vendas de modelos como Samsung Galaxy Note 3, Galaxy S4, HTC One e Motorola Moto G.

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Outro dado que chama a atenção está relacionado com a imortal versão Android 2.3 Gingerbread. Essa versão finalmente deixou de ser a segunda mais utilizada, passando a contar com 17.8% da cota de mercado Android. O Gingerbread foi finalmente superado pela versão Android 4.2 Jelly Bean, que conta agora com 18.1%.

A quarta colocada no ranking Android é a versão 4.0 Ice Cream Sandwich, com 14.3% (antes eram 15.2%). O que mais chama a atenção é que a quinta versão é a Android 4.3 Jelly Bean, que registrou uma queda nos seus números, provavelmente pelo fato que a maioria dos dispositivos que hoje contam com a versão 4.4 foram atualizados a partir da versão 4.3.

Na lanterna, ainda temos as insistentes versões 2.2 Froyo, com 1.1%, e o Android 3.2 Honeycomb, com 0.1%.

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É sempre bom lembrar que as estatísticas são recolhidas a partir do acesso dos dispositivos Android na Google Play, e que esse último estudo corresponde ao período de coleta da dados do mês de março, com a janela se encerrando em 1 de abril.

Via Android Developers

Assim é a interface do CyanogenMod OS, que estará presente no “perfeito” OnePlus One

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O pessoal do Engadget (que recebeu o vazamento de uma fonte anônima) publicou supostas imagens da interface do CyanogenMod OS, que estará presente no smartphone OnePlus One, que se autodenomina “o smartphone perfeito”.

Na imagem da esquerda, temos a tela principal (de bloqueio), com uma aparência limpa e atraente, com algumas poucas mudanças ao design habitual dessa tela – um bloco sólido inferior, acompanhado do fundo da tela na parte superior -, onde ainda é possível consultar as horas, a previsão de tempo, o nível de bateria e algumas notificações.

Na imagem da direita, é possível ver que o sistema está baseado no Android 4.4.2 KitKat, e que roda em um equipamento chamado One. De acordo com a fonte, o CyanogenMod 11S é o apelido que o sistema operacional recebeu, sendo que o S poderia ser uma indicação de uma versão personalizada para o OnePlus.

No dia 23 de abril, todos os mistérios em relação ao OnePlus One serão revelados.

Via Engadget

Estudo mostra quais versões do Android e do iOS são mais estáveis (e não há surpresas nos resultados)

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Um estudo realizado pela empresa Crittercism mostra quais são as versões dos mais populares sistemas operacionais móveis (pela ordem, Android e iOS) são as mais estáveis, ou seja, menos suscetíveis aos erros, travamentos e reinicializações. O mais curioso do estudo é que, de acordo com os seus resultados, os aplicativos do iOS falham o dobro de vezes do que no Android, levando em consideração as versões mais recentes dos dois sistemas operacionais.

O estudo mostra que a taxa de reinicialização dos aplicativos no Android KitKat é de 0.7%, enquanto que no iOS 7.1 é de 1.6%. Quando pegamos versões anteriores, essa diferença reduz um pouco, mas o sistema da Google ainda é mais estável (1.7% para o Android Gingerbread, contra 2.5% para o iOS 6).

Quanto aos smartphones, os mais confiáveis de acordo com o estudo são o Samsung Galaxy S4 e o iPhone 5. A pesquisa também revela que os tablets (de um modo geral) são muito mais confiáveis nesse aspecto.

As consequências desse estudo são bem lógicas, se levarmos em conta que os engenheiros das duas plataformas investem muito tempo na correção de erros nas novas versões. Ou seja: valorize esse tempo dos profissionais, e procure sempre ter a versão mais atualizada do seu sistema operacional e/ou do seu aplicativo preferido, para evitar problemas futuros.

Abaixo, o gráfico que mostra os dado sobre o iOS.

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Via GigaOM, DocumentCloud.org

Samsung não mais trapaceia nos testes de benchmarks (desde o Android 4.4)

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Não faz muito tempo que vários veículos de tecnologia divulgaram que vários fabricantes do setor de mobilidade estavam inflando os resultados dos benchmarks, de forma que os seus equipamentos se posicionassem melhor nos comparativos diante dos rivais. A Samsung foi, desde as primeiras denúncias, uma das mais sondadas (e flagradas) pelas diferentes ferramentas. Mas parece que as coisas mudaram (ou que os coreanos aprenderam a lição).

Segundo informa o site Ars Technica, os dispositivos da Samsung que contam com a versão 4.4 KitKat do Android já oferecem resultados fiéis à realidade técnica desses produtos, e não os aumentos artificiais registrados em julho de 2013. Aliás, a própria Samsung tomou a iniciativa de limpar a sua imagem, afirmando que aqueles incrementos eram “normais”, e que as diferentes frequências dos processadores foram desenvolvidas para “oferecer uma melhor experiência para o usuário”. Obviamente, a desculpa não colou para a maioria.

De qualquer forma, esse constrangedor assunto parece ter sido solucionado com a atualização dos dispositivos para a versão Android KitKat, e os diferentes testes parecem mostrar resultados mais confiáveis. A questão que fica é: poderemos voltar a confiar nos testes de benchmarks?

Para nós, do TargetHD, por enquanto, não.

Entendemos que muitos leitores gostam dos benchmarks para estabelecer um comparativo mais técnico entre os dispositivos, mas particularmente, nunca fomos tão afeitos à esse tipo de comparativo. Nos nossos reviews, os benchmarks eram feitos muito mais por ser um pedido dos leitores, mas sempre entendemos que o melhor comparativo que podemos ter é o teste prático e direto do usuário com o dispositivo.

Então, quando se tornou pública a “trapaça” realizada pelos fabricantes, decidimos não mais adicionar o item “Benchmarks” em nossos reviews, em respeito ao leitor, e por entender que não vale a pena fazer um teste desse porte, quando não sabemos quais os fabricantes que estão “inflando” artificialmente os resultados.

Via Android Police, Ars Technica

MWC 2014 | ZTE Grand Memo II é apresentado

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A ZTE apresentou ao mundo o Grand Memo II, um modelo que conta com 6 polegadas de tela (HD), e é uma atualização direta do ZTE Grand Memo, apresentado em 2013.

A nova versão aparece na MWC 2014 com um processador Qualcomm Snapdragon 400, 2 GB de RAM, 16 GB de armazenamento, conectividade LTE, câmera traseira de 13 megapixels, e câmera frontal de 5 megapixels. Vem com o sistema operacional Android KitKat revestido com a interface MiFavor 2.3 da ZTE, sua espessura é de apenas 7.2 mm, e sua carcaça abriga uma bateria de 3.200 mAh, que promete uma autonomia de até 16 horas de reprodução de vídeos.

O ZTE Grand Memo II será lançado na China em abril, e logo depois em outros mercados (sem especificar quais). Seu preço não foi revelado.