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A pulseira inteligente da Samsung chegou ao Kickstarter

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A Samsung iniciou no Kickstarter um projeto de financiamento de uma pulseira inteligente com preço de US$ 119 (US$ 99 no valor promocional, mas chegou a custar US$ 69 na série inicial), que conta com uma bateria com autonomia de 20 dias de uso, e um aplicativo para smartphones para controlar todos os dados coletados do dispositivo.

Se a campanha tiver êxito, o produto terá as suas primeiras unidades chegando ao mercado em janeiro de 2017. Perfeito para ter um controle sobre os excessos natalinos.

É incomum ver a Samsung recorrendo ao crowdfunding para que um produto chegue ao mercado. Por outro lado, é uma forma inteligente para financiar uma iniciativa para um público segmentado.

Obviamente, não há previsão para esse produto chegar ao Brasil.

Via TechCrunchKickstarter

PGS, console portátil com Windows, tem projeto cancelado no Kickstarter

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PGS

O PGS, console portátil com Windows, teve o seu projeto de financiamento cancelado no Kickstarter.

O console portátil PGS se apresentou como uma pequena revolução muito promissora, com especificações impressionantes e preço muito baixo. Dois elementos para qualquer hardware de videogames obter sucesso.

Porém (e sempre tem um porém)…

 

Polêmicas, dúvidas… mas o PGS continua

Porém, a relação custo-benefício era boa demais para ser verdade, o que levantou dúvidas sobre o projeto de financiamento publicado no Kickstarter. Depois de um início arrebatador, arrecadando US$ 360 mil, os comentários muito críticos ao PGS fizeram com que alguns dos apoiadores retirassem suas doações. Ainda assim, os investimentos ficaram em elevados US$ 300 mil.

Diante da perspectiva negativa criada pelas suspeitas, a empresa por trás do PGS decidiu cancelar a campanha de crowdfunding no Kickstarter, uma decisão ainda mais polêmica. Há quem diga que os US$ 300 mil que restavan na campanha foram colocados pela própria empresa responsável pelo console, tendo assim um prejuízo imediato, já que parte desse dinheiro fica nas mãos do site de crowdfunding.

Faz sentido, mas a única coisa que foi confirmada é que, em teoria, o desenvolvimento do produto continua graças ao financiamento provado que a empresa obteve. Porém, é preciso observar que eles se centraram na versão “hardcore”, indicando um desaparecimento da versão “lite”, e elevando o seu preço final de US$ 299 para US$ 369.

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Via Liliputing

PGS, o console portátil dos sonhos de muitos gamers

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PGS

O PGS é, para muitos, o console portátil dos sonhos. Um produto suficientemente potente para executar jogos de PCs com Windows 10, com dual boot para utilizar também o Android 6.0 Marshmallow.

O pessoal da PGS Lab garante ter o design perfeito que permite tudo isso, e busca o financiament do projeto no Kickstarter para iniciar a produção do dispositivo portátil, que não abre mão de configurações poderosas.

 

PGS: principais características

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O PGS é um dispositivo com uma tela de 5.7 polegadas com resolução QHD (também estará disponível em versão com tela de 5.5 polegadas, com resolução Full HD), processador Intel Atom X7-Z8750 quad-core a 2.56 GHz, GPU Intel HD de 600 MHz e 16 núcleos. Com isso, é possível executar jogos de PC a 720P @ 26~32 frames por segundo com gráficos de qualidade intermediária. Esses números são equivalentes aos alcançados pelo Surface 3, que possui o mesmo chipset que o PGS.

A espessura total do equipamento é de 1.4 centímetros, e seu design slide esconde controles analógicos telescópicos, que se escondem para deixar espaço para o mecanismo de travamento da tela. O produto contará também com uma segunda tela, similar ao do Nintendo DS, de 4.5 polegadas com tecnologia IPS touch, onde é possível utilizar um teclado virtual ou contar com uma janela secundária.

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Mas o seu principal atrativo é o seu preço. A campanha de financiamento estabelece para a versão Lite (tela de 5.5 polegadas, 4 GB de RAM e 64 GB de armazenamento) um preço sugerido de US$ 230, e apesar de já estar esgotado, ainda há tempo de adquirir uma unidade da segunda leva por US$ 280.

No caso do modelo Hardcore (tela de 5.7 polegadas QHD, 8 GB de RAM e 128 GB de armazenamento), seu preço sugerido é de US$ 280. A dúvida agora é se o projeto vai cumprir os seus prazos de entrega, onde a previsão para a entrega das primeiras unidades está mercada para o mês de março de 2017.

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Via PGS LabMSpoweruserPGS (Kickstarter)

 

System Shock volta com um notebook Razer personalizado

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System Shock

O System Shock volta para os tempos atuais, através de uma campanha de crowdfunding que está indo muito bem. Logo, vale a pena olhar o projeto mais de perto, que é comandado por gente que trabalhou no projeto original.

A ideia iicial é remodelar o jogo clássico original e adaptado aos dias atuais. O projeto da Nightdive Studios está bem adiantado, contando inclusive com uma demo em versão pré-alfa, disponível gratuitamente para várias plataformas (Steam, GOG ou Humble Store).

System Shock completou 20 anos de vida, e o novo jogo visa conservar o espírito do original, mas com vários elementos e mecânicas atualizadas.

 

Um notebook Razer que custa US$ 5 mil

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Por ser um projeto Kickstarter e de um jogo clássico venerado por muitos, sempre é preciso ver quais são as recompensas oferecidas na plataforma de financiamento. O elemento mais chamativo é o notebook Razer personalizado, que custa US$ 5 mil.

Foi inserido o tema TriOptimum no notebook Razer Blade, um dos melhores dentro do segmento de portáteis para os games, o que resulta em algo muito atraente. O logo da empresa e os tons mais suaves na iluminação de verde e no teclado ajudam nessa estética.

Nas características técnicas, o modelo conta com tela IGZO de 14 polegadas (QHD) touch, gráficos GeForce 970M com 6 GB de memória, processador Intel Core i7-6700HQ, 16 GB de RAM e 512 GB de SSD.

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Obviamente, por esse preço, as recompensas são generosas: uma caixa Big Box Collector’s Edition, acesso exclusivo aos conteúdos e fóruns e as cópias digitais de System Shock Enhanced (2015) e System Shock 2 (1999).

O valor de financiamento é bem elevado (US$ 900 mil), mas a camoanha vai muito melhor que o esperado. Faltando 29 dias para o fim, eles já levantaram mais de US$ 320 mil. Isso mostra que os reboots clássicos podem ser garantia de sucesso.

 

Via Kickstarter

Dreamcade Replay: reviva a magia dos jogos Atari em qualquer lugar

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Dreamcade Replay Classic

O mercado de videogames retrô ganhou novos membros. O Dreamcade Replay é uma série de consoles portáteis retro-compatíveis desenvolvidos pela Dream Arcades, que iniciou uma nova campanha de financiamento no Kickstarter, com o objetivo de colocar no mercado esses pequenos consoles retrô, que são capazes de reproduzir uma grande quantidade de jogos de uma ampla variedade de consoles.

 

Dreamcade Replay Classic

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A primeira das três versões é a base das outras duas. O Dreamcade Replay Classic é um pequeno console com aparência de um Atari 2600 que cabe na palma da mão, mas que possui o necessário para criar uma experiência retrô até então inédita em um console.

O Dreamcade Replay Classic conta com o sistema operacional Windows 10 e um software criado especificamente para gerenciar uma série de emuladores, indo do Pong até o PlayStation, passando por todos os consoles lançados entre esses dois, além de chegar com centenas de jogos consagrados, para que o comprador já comece a jogar assim que o produto chegar na sua casa. Além disso, o software permite realizar o download de novos jogos, com um armazenamento ordenado por console, ano ou versão.

O console foi desenvolvido para ser compatível com qualquer TV de nova geração, contando com conexão HDMI, além de Ethernet, WiFi, duas portas USB 2.0 e uma 3.0, Bluetooth, leitor de cartões SD para carregar ROMs, saída de áudio e duas portas para controles Atari ou Sega. É gerenciado por um processador Intel de 2 GHz, com 4 GB de RAM e 64 GB de armazenamento interno.

O Dreamcade Replay Classic não é apenas um console de videogames. É possível instalar diversos aplicativos (Netflix inclusive) e outros serviços para acesso de música, fílmes e programas de TV de forma simples. O produto tem preço de crowdfunding de US$ 289, com controle Blutooth no kit de venda.

 

Dreamcade Replay Arcade Edition

Dreamcade Replay Arcade Edition

Para quem quer uma experiência ainda mais retrô, o Dreamcade Replay Arcade Edition é a escolha. Inclui o console Classic, mas com um controle arcade de madeira com joystick, botões e até trackball. Seu preço pode alcançar até US$ 399 durante a campanha de financiamento.

Dreamcade Replay Mobile

Dreamcade Replay Mobile

Por fim, temos o Dreamcade Replay Mobile, que é uma réplica de uma máquina de jogo em miniatura, fabricado em madeira e todos os seus adornos. É impulsionado pelo console Classic, alinhado com uma tela IPS de 8 polegadas (4:3), sua própria conexão HDMI para conectá-lo em uma TV ou monitor e seu joystick com botões retroiluminados.

O produto conta com portas externas USB para conectar outros controles, além de Bluetooth, WiFi e bateria com autonomia de até 6 horas de jogo. Seu preço sugerido é de US$ 599, e até o momento só conta com o design disponível nas imagens.

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A campanha de financiamento acabou de começar no Kickstarer, e tem uma meta de US$ 85 mil. Vale destacar que todos os valores não incluem gastos de envio, e isso pode fazer o preço aumentar consideravelmente no Brasil.

 

Via Kickstarter

BLOCKS, o primeiro smartwatch modular, já está em pré-venda

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O BLOCKS, projeto de smartwatch modular, já é uma realidade disponível em pré-venda, com envios confirmados para o mês de outubro. A notícia agrada a aqueles que estão acompanhando de perto o projeto desde o seu início no Kickstarter.

Seu preço de venda é de US$ 330 (mais US$ 15 para envio internacional), um preço razoável já que o produto vem acompanhado de quatro módulos a escolher. Cada módulo adicional custa US$ 35. Por enquanto, temos apenas seis módulos, uma quantidade bem limitada, mas imaginamos que em breve novos itens serão introduzidos, ampliando o catálogo.

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As possibilidades oferecidas são:

– Módulo com bateria adicional
– Módulo com sensor de ritmo cardíaco
– Módulo com GPS
– Módulo com sensores de umidade, pressão e temperatura
– Módulo com LED, para modo lanterna
– Módulo com botão programável, para funções específicas

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Os quatro primeiros módulos são destacadamente mais interessantes, mas tudo depende do uso que pensamos dar ao BLOCKS. A seguir, um resumo de suas especificações:

– Tela AMOLED de 1.39 polegadas (400 x 400 pixels)
– Processador Snapdragon 2100 Wear
– 512 MB de RAM
– 4 GB de armazenamento
– Android M
– Bússola, giroscópio, vibração, sensor G e resistência à poeira e água
– Bluetooth 4.1 e conectividade WiFi N
– Bateria de 300 mAh

Para mais informações, acesse a página oficial do BLOCKS.

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Pebble 2 e Pebble Time 2 são oficiais

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Pebble 2 e Pebble Time 2

A Pebble apresentou dois relógios inteligentes no seu portfólio de produtos, o Pebble 2 e Pebble Time 2. Os novos modelos chegam para substituir as versões antigas e enfrentar o Android Wear e o Apple Watch, em um mercado cada vez mais competitivo.

Os dois modelos compartilham grande parte das funcionalidades, mas se destacam especialmente pela incorporação de um sensor de ritmo cardíaco que registra a cada dez minutos os dados em um modo de repouso, ou durante nossas atividades esportivas, de forma constante. Vale lembrar que os relógios contam com um microfone para mensagens de voz ou para os aplicativos que usam o recurso, e que a conectividade sem fio se realiza mediante Bluetooth LE.

 

Pebble 2

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O Pebble 2 é o modelo mais normal ou casual no design, muito parecido com o modelo anterior: esportivo, resistente à água e acabamento em plástico. Estará disponível em cinco opções de cores, Sua tela de tinta eletrônica é monocromática de 1.26 polegadas, e sua bateria oferece uma autonomia de até sete dias de uso. Seu preço sugerido é de US$ 129, e sua chegada ao mercado acontece em setembro. Porém, é possível adquirí-lo por US$ 99 para aqueles que apostarem no projeto no Kickstarter.

 

Pebble Time 2

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O Pebble Time 2 é essencialmente uma versão atualizado do Pebble Time lançado no ano passado, com o novo sensor. Aqui, temos o uso do aço inoxidável, mas mantém uma pulseira de silicone de série (é possível comprar em separado pulseiras de couro e metal). Também é mais completo na tela, com tinta eletrônica colorida, com 80% a mais de resolução em 1.5 polegadas (200 x 228 pixels). Sua autonomia de bateria é de dez dias de uso.

Nessa atualização, o preço de US$ 199 está mantido. O modelo chega ao mercado em setembro, mas para quem decidir investir no Kickstarter, ele sai por US$ 169, em três opções de cores.

 

Via Kickstarter

OLO: transforme o seu smartphone em impressora 3D por US$ 99

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Mais um interessante projeto que desembarca no site de crowdfunding Kickstarter. O OLO promete transformar um smartphone em uma impressora 3D, e com um custo realmente mínimo.

O OLO está prestes a alcançar os US$ 2 milhões de arrecadação em sua campanha de financiamento coletivo. Detalhe: eles pediam apenas US$ 80 mil. E ainda faltam alguns dias para a campanha acabar. Dito isso, essa impressora 3D utiliza a luz da tela do smartphone com uma resina especial para realizar o processo de impressão, tal e como podemos ver no vídeo do final do post, tornando assim o seu funcionamento bem simples.

Basta escolher o modelo que queremos imprimir em 3D, colocar o smartphone dentro do OLO, deixar a resina sobre a tela e fechar o dispositivo. O sistema começa a trabalhar, e dentro de algumas horas, a criação está pronta. É lento, mas fácil de usar. Seus criadores garantem que teremos uma grande base de modelos disponíveis, e que podemos adicionar aqueles de nossa preferência sem maiores problemas.

O custo do OLO é de apenas US$ 99, e parece que a resina necessária para o processo será bem barata. Além disso, é possível utilizar as sobras não utilizadas que ficaram no smartphone.

Vídeo demonstrativo a seguir.

 

Via Kickstarter

Coleco Chameleon: o console retrô definitivo pode ser uma mentira

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O Coleco Chameleon é um console desenvolvido pela Retro Video Game Systems, que promete oferecer o que muitos usuários sonhavam há muito tempo: emular diferentes plataformas em uma mesma máquina, obtendo o mesmo desempenho do console original. Para isso, ele conta com um chip FPGA que pode ser reconfigurado de acordo com a plataforma que terá que emular. E é justamente por isso que o videogame é considerado um ‘camaleão’.

O projeto chegou ao Kickstarter no dia 26 de fevereiro, prometendo emular ColecoVision, Intellivision e até o SNES. Mas a surpresa veio quando a empresa anunciou que a campanha teria que esperar, alegando que eles preferiam terminar o protótipo e trabalhar mais com os desenvolvedores para ter um melhor conteúdo. Era um cenário nebuloso, mas o melhor ainda estava por vir.

Seus criadores aproveitaram a celebração de um evento de videogames em Nova Iorque para apresentar o projeto antes do seu lançamento no Kickstarter, e foi lá onde alguns usuários perceberam o que estava acontecendo. Ao que parece, o console exposto na vitrine do stand parecia ser uma carcaça do Atari Jaguar com uma placa em seu anterior que parecia muito com a de um SNES Jr. Foi esclarecido que o design da carcaça se dava ao uso de moldes do design original do Jaguar, e sobre os componentes internos, os responsáveis garantiram dar maiores detalhes quando a campanha de crowdfunding fosse lançada.

Porém… adivinha? A campanha atrasou, e eles lançaram um comunicado através do Facebook para esclarecer que eles preferiram centrar-se em finalizar o projeto e trabalhar com os desenvolvedores.

Junto ao texto, eles colocaram algumas imagens do console para acalmar os interessados. As fotos mostravam um modelo transparente, mostrando as suas entranhas. Um dos usuários do fórum AtariAge descobriu que o chip exibido na foto era correspondente a um fabricado pela Techwell, empresa de semicondutores que fabricou placas capturadoras entre os anos de 1997 e 2010.

Uma rápida busca no Google mostra uma venda de placas PCI no eBay que mostra modelos idênticos na aparência à placa que o Coleco Chamaleon escondia no post do Facebook. Para ser mais exato, a placa Hicap50B CCTV DVR.

Depois dessa descoberta, a Retro Video Games retirou exatamente a foto que era possível ver o interior do console. E, assim, eles cavaram a sua própria sepultura.

Como você já pode imaginar, o trabalho de investigação dos usuários do fórum AtariAge se estendeu como pólvora, e os danos colaterais não demoraram a aparecer. A Colecovision, empresa proprietária da marca Coleco – que cedeu os direitos de uso da marca para a Retro Video Game Systems para a comercialização do console -, lançou um comunicado informando que realizará as investigações necessárias para esclarecer “as preocupações” geradas entre os usuários.

Para isso, uma equipe de engenheiros independentes vai revisar o protótipo durante um período de sete dias, avaliando se o trabalho da Retro Video Game Systems dá margem para as especulações dos últimos dias. Se isso acontecer, a marca vai abandonar o projeto, e o console simplesmente morreria sem sequer chegar a publicar a sua campanha no Kickstarter.

Em teoria, nesse momento, o Coleco Chamaleon segue melhorando o seu protótipo, mas teremos que esperar pelos resultados da auditoria independente para saber o que vai acontecer com a marca. Sobre o uso de velhas placas, é óbvio que esta não é a melhor forma de vender o produto, já que deixam muito claro que eles buscavam apenas chamar a atenção dos usuários, arrecadando o máximo de dinheiro possível no Kickstarter. Se eles querem começar o projeto logo, tudo bem. Mas que esta não é a melhor forma de fazer, isso não resta a menor dúvida.

Moral da história: nunca brinque com os sonhos de um gamer retrô.

Via RetroVGS (Facebook)

LMcable, um cabo de recarga para smartphones universal

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O LMcable é um cabo que integra dois conectores em um, permitindo trabalhar tanto com conectores microUSB como com conectores Lightning.

Foram combinados os dois padrões em um único cabo, de modo que, por um lado, o conector atua como aquele que uitlizamos no iPhone ou iPad, e por outro lado, permite a conexão com smartphones e tablets Android. Os responsáveis pelo projeto informam que esse cabo dá suporte para recarga rápida de bateria (2.4 amperes) e transferências de alta velocidade, além de levar em conta o design com os materiais e acabamento que dão um ar mais elegante que os cabos convencionais.

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O LMcable está nesse momento em campanha de financiamento no Kickstarter, cuja meta já foi superada. O preço inicial do produto é de US$ 20, e os cabos serão enviados para os compradores a partir do mês de abril. Custos de envio não incluídos no valor final do produto.

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Via GizmodoLMcable @ Kickstarter

Mighty, um ‘iPod para Spotify’

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O iPod não soube evoluir, e por isso, caiu no esquecimento. Mas tem gente querendo não só reinventá-lo, como reinventar o conceito de reprodutor portátil de músicas (apesar do smartphone já cumprir muito bem esse papel). O Mighty é um projeto no Kickstarter que é capaz de reproduzir músicas via streaming sem depender do smartphone ou de uma conexão de dados.

O Mighty foi criado por pessoas de diferentes origens no mundo da tecnologia: um engenheiro da Qualcomm, um designer da Samsung, um pesquisador da Microsoft, entre outros, além de pessoas relacionadas com o mundo da música e da publicidade. Ele tem uma aparência similar ao iPod Shuffle e permite a reprodução offline das músicas do Spotify, que apoia oficialmente o projeto.

Basta ter uma conta premiium do Spotify e sincronizar suas listas através de um aplicativo para smartphones (Android, iOS) uma única vez, e pronto: ouça suas músicas em qualquer lugar.

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Seu funcionamento se baseia no formato do aplicativo do Spotify nos smartphones, permitindo o armazenamento para a reprodução offline. A conta Premium do serviço de streaming permite que até três dispositivos ativos podem armazenar músicas offline, e nesse caso, o Mighty conta como um dispositivo.

O dispositivo conta com os botões clássicos de reprodução, além de um botão adicional para acessar as listas de reprodução. O Mighty indica via VoiceOver o nome da lista e o nome da primeira música. A má notícia é que o dispositivo só conta com 2 GB de armazenamento interno, ou 48 horas de música, com uma bateria de 250 mAh que suporta até cinco horas continuas de reprodução, cuja recarga completa pode ser feita em 45 minutos.

Seus criadores afirmam estar trabalhando em uma versão com maior capacidade de armazenamento e melhor bateria. Até lá, o Mighty do jeito que está custa US$ 75, e seus primeiros envios devem acontecer em novembro.

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Via Kickstarter

Dune Case é o case ideal para um Hackintosh perfeito

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Se você estava pensando em montar o seu próprio hackintosh, aqui está o chassi que você estava procurando. O Dune Case tem uma clara fonte de inspiração, com uma aparência similar ao de um Mac Pro (mas seus criadores não o citam, por motivos óbvios).

O que chama a atenção nesse modelo é que ele permite colocar em seu interior uma placa mãe mini ITX e um gráfico que não supere os dois slots de 185 mm de longitude. É preciso deixar claro que esta não é uma réplica do Mac Pro: por conta do alto nível de integração, o equipamento da Apple possui medidas mais compactas. O Dune Case é um centímetro mais alto, com um diâmetro 5 centímetros maior.

Por enquanto, o Dune Case é um projeto do Kickstarter, com as primeiras unidades com envio prometido para o mês de julho de 2016. As primeiras peças com o preço de US$ 129 já se esgotaram, mas é possível adquirir uma unidade da segunda leva, por US$ 159.

 

Via MacrumorsDune Case, Kickstarter

 

Meem, o cabo que carrega e faz cópias de segurança do seu smartphone. Tudo ao mesmo tempo

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Um novo projeto oferece um cabo que permite que o usuário tenha uma cópia de segurança dos dados do seu smartphone, ao mesmo tempo que carrega o dispositivo. O Meem está buscando financiamento no Kickstarter, e pode ser uma boa para os mais distraídos.

O cabo está disponível nas versões como micro USB e Lightning, que oferece a possibilidade de carregar a bateria de nosso dispositivo a 2.8A, ao mesmo tempo de fazer um backup de nossas informações. O cabo possui uma longitude de 1.2 metro, e incorpora um módulo de memória flash eMMC v5.1 de 16 GB ou 32 GB, e possui uma velocidade de transferência de até 4 MBps, além de ser compatível com o iOS 7 ou superior e o Android 4.1.2 ou superior.

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A parte complexa do Meem é que precisamos fazer o download de um aplicativo para o smartphone para gerenciar o conteúdo das cópias de segurança. De acordo com os seus criadores, a ideia do produto é salvar a informação importante armazenada no smartphone, para que em caso de perda do dispositivo, sempre será possível recuperar essa informação sem depender de uma conexão de internet ou um computador.

No caso do iOS, será possível salvar contatos, calendários fotos e vídeos. No Android, também é possível guardar mensgaens e músicas. Outra diferença entre as duas plataformas é que o backup do Android também serve para transferir informações entre equipamentos Symbian e Blackberry, enquanto que o iOS é restrito ao seu próprio ecossistema de dispositivos.

O Meem custa entre US$ 56 e US$ 78, dependendo da capacidade de armazenamento escolhida. O produto começa a ser enviado em março, para qualquer parte do planeta.

Via Meem, Kickstarter

Teremos em breve a jaqueta que se seca sozinha de De Volta Para o Futuro (ou quase isso)

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O filme De Volta Para o Futuro II serviu de inspiração para a Falyon desenvolver esse conceito de jaqueta que se seca sozinha. Bom… se seca sozinha naquelas…

Na verdade, é preciso uma ajuda do usuário, que precisa pressionar um botão para que o sistema funcione. Para que a função de secagem rápida se faça presente, a jaqueta conta com um sistema que joga o ar rápido no seu interior até inflar a peça. Mas essa não é a única característica do produto: a jaqueta também conta com vários bolsos para carregar nossos gadgets de forma cômoda, sem a necessidade de recorrer a bolsos externos ou outros acessórios.

Além disso, a jaqueta possui uma bateria que oferece até 30 minutos de funcionamento contínuo do modo de secagem rápida, além de contar com materiais de alta qualidade. Seu preço mínimo é de US$ 149 de forma promocional. Depois desse período, a jaqueta custa US$ 189.

Para mais informações sobre o projeto, clique aqui.

Trivoly, o disco que transforma o seu relógio em smartwatch

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O Trivoly é um dispositivo que promete “converter” qualquer relógio em um smartwatch.

O conceito não obriga o usuário a trocar de relógio, e nem mesmo a pulseira do mesmo, já que ele se coloca debaixo da esfera, se integrando perfeitamente com a ajuda de sua espessura de apenas 3 mm. Para evitar desconfortos, o Trivoly conta com um design sólido e bem cuidado que promete não gerar reações alérgicas entre os usuários. Ele é compatível com qualquer dispositivo baseado no iOS 8 ou superior (iPhone 5 no mínimo) e Android 4.2 ou superior.

Entre suas principais características, se destacam as notificações LED em várias cores, que podemos personalizar através do aplicativo para smartphone, assim como a capacidade de permitir o controle de várias funções do telefone. Se optarmos pelo modelo com sensor de ritmo cardíaco, também contaremos com funções extra, que nos ajudarão em nossos treinamentos esportivos.

O Trivoly é um projeto que está no Kickstarter, e tem preço de US$ 99 na versão normal, e US$ 129 com sensor cardíaco.

 

Via Kickstarter

Jus: mais um case com bateria que recarrega o smartphone com a ajuda da energia solar

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Jus

A Jus é basicamente um case com células solares distribuídas em sua superfície traseira, que coleta a luz solar ou artificial e a transforma em eletricidade, recarregando uma bateria interna de lítio de 4.000/5.000 mAh.

A bateria pode recarregar um smartphone completamente por até duas vezes (dependendo do modelo), e seu funcionamento através de energia solar é por tempo indeterminado, segundo informa os seus criadores. A página do projeto afirma que em quase 6 meses de testes eles não tiveram que recarregar o produto na tomada em nenhuma ocasião, funcionando completamente com a energia solar.

Para isso, temos que ter uma fonte mais ou menos direta. Por exemplo, deixar o smartphone próximo de uma janela durante 4h30 para recarregar o Jus com luz solar direta, ou 6h10 com luz solar indireta ou artificial.

Por enquanto, o Jus está em processo de financiamento no Kickstarter, e é compatível inicialmente com os smartphones iPhone 6, iPhone 6 Plus, iPhone 6s e iPhone 6S Plus, com um preço sugerido de US$ 120. Chega ao mercado em fevereiro de 2016.

 

Via Jus

Blocks, um interessante smartwatch modular

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O Blocks nos propõe a possibilidade de criar e personalizar um smartwatch, se adaptando as nossas necessidades.

A base do Blocks é formada pelo o que seria o relógio inteligente em si, ou seja, a esfera e os componentes essenciais, como processador e RAM. Mas é possível adicionar diferentes funções, através de elos que formam a pulseira. Desta forma, cada um dos módulos integram os demais componentes, como:

– Bateria adicional
– NFC
– GPS
– Sensor de ritmo cardíaco e outros sensores
– Módulo com slot SIM
– Armazenamento flash adicional
– Luz LED
– Câmera
– Leitor de digitais

Inicialmente, o Blocks contará com 20 módulos, mas outros fabricantes devem criar mais soluções para o produto. Por enquanto, o projeto vai iniciar a sua frase de arrecadação no Kickstarter.

 

Via Blocks

Eyecatcher, um wearable que quer passar desapercebido quando utilizado

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Per Ljung fundou uma startup chamada Looksee Labs, que iniciou uma campanha no Kickstarter da Eyecatcher, uma pulseira feminina que na verdade é um wearable que quer passar totalmente desapercebido aos olhos das demais pessoas.

O produto lembra o projeto que a Sony está preparando, até porque o Eyecatcher também usa a tinta eletrônica para criar uma tela curva, que se estende ao longo do pulso, deixando um espaço livre para ajuste da mesma. A pulseira mostra informações visuais, e não com linhas de texto. A empresa promete que tudo será muito intuitivo e gráfico, visando criar uma conexão emocional com o que é importante para o usuário.

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O vídeo do projeto (no final do post) mostra vários detalhes sobre o funcionamento da Eyecatcher, que deve exibir notificações, passos dados, mapas, horas, QR Codes para embarque em voos… fato é que a pulseira é bem diferente do que o que encontramos hoje no mercado.

A Eyecatcher tem promessa de autonomia de bateria de um ano de uso, algo que gera dúvidas. É fato que uma tela de tinta eletrônica economiza muita energia, mas o design muito fino e as baterias curvas atuais, não.

O projeto no Kickstarter busca US$ 75 mil para iniciar a sua produção, e é muito provável que eles vão atingir essa meta. A Eyecatcher custa US$ 239 no seu valor mais baixo, e quando terminar a campanha, vai custar US$ 400. As primeiras unidades serão distribuídas em fevereiro de 2016.

 

Flyshark 2, um teclado dobrável com Bluetooth Smart

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O Flyshark 2 é um teclado dobrável que conta com suporte para a tecnologia Bluetooth Smart e o uso do alumínio da série 7000 (o mesmo utilizado no novo iPhone 6s).

O acessório tem dimensões de 235 x 75 mm (em modo aberto; dobrado, ocupa 130 x 75 mm), com espessura de 13 mm e peso de 150 gramas. Além do alumínio de maior resistência, ele conta com seis cores diferentes (preto, branco, dourado, lavanda, rosa e prata).

O teclado QWERTY possui teclas com um mecanismo chamado X-Structure, que tem uma vida útil de 5 milhões de pulsações. O chip Bluetooth 4.2 é da Broadcom, e é compatível com dispositivos Android e iOS, consumindo pouca energia e com conexão rápida e eficiente.

O Flyshark 2 possui funções com atalhos relacionados ao mundo da mobilidade, permitindo capturas de tela, selfies ou acionar o player musical. Seu preço sugerido no Kickstarter é de US$ 59, e o produto chega ao mercado em novembro de 2015.

 

Via Kickstarter