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Baterias mais finas e duradouras com a ajuda do Kevlar

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Um dos objetivos mais buscados pelos pesquisadores é conseguir criar baterias com maior capacidade, mas os aspectos de segurança e o tamanho também pesam na balança durante as pesquisas. A Universidade de Michigan parece ter encontrado um equilíbrio nisso, ao fabricar pacotes de íons de lítio mais seguros e finos ao mesmo tempo.

Para isso, eles desenvolveram membranas nanométricas baseadas em Kevlar, que isola os eletrodos em uma bateria ao mesmo tempo que permite que os íons de lítio passem para criar um circuito. Essas capas ultrafinas não só reduzem as possibilidades de curto-circuito, mas também permite armazenar mais energia no mesmo espaço.

Por exemplo, é possível aplicar essa tecnologia para criar baterias mais finas, pensadas nos smartwatches e outros pequenos dispositivos, sem sacrificar a vida útil da bateria. A melhor parte é que, longe de ser um projeto sem aspirações comerciais, os pesquisadores criaram a sua própria empresa para produzir em massa os primeiros modelos.

Com o nome Elegus Technologies, as primeiras baterias devem aparecer no quarto trimestre de 2016, de modo que teremos que esperar pacientemente para ver uma dessas novas baterias em nossos dispositivos.

Via Universidade de Michigan

Review | Motorola RAZR i

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Talvez este seja um dos reviews mais esperados pelos leitores do TargetHD.net, e até mesmo por mim, que esperava testar esse smartphone. Vendo de longe o Motorola RAZR i é uma proposta bem interessante: um smartphone Android, com processador Intel single core, mas que se comporta como um dual core, fazendo até com que o sistema operacional o identifique assim. Como será que isso tudo funciona junto? Será que ele é mesmo o melhor Android de linha média do mercado?

Nesse review, vou tentar nos focar nisso: na experiência geral do produto, e sobre suas possibilidades. Tentar responder essas e outras perguntas dos usuários, e passar o máximo de impressões possível sobre esse modelo, que chega ao mundo como a primeira real investida da Intel no mercado mobile. Devemos sempre lembrar que a própria Motorola o qualifica como um modelo de linha média, e é assim que vou considerá-lo durante toda a análise. Logo, não adianta perguntar se ele é melhor ou não que modelos como o Motorola RAZR HD, o Samsung Galaxy Nexus, o Samsung Galaxy S III ou o HTC One X, pois a resposta é “não”.

Estamos mais uma vez diante de um smartphone que não possui botões físicos na sua parte frontal. Isso vem sendo uma tendência entre os modelos de smarts Android, não apenas para se diferenciar do iPhone e derivados (modelos que “se inspiram” no iPhone em seu design), mas também para aproveitar melhor o tamanho da tela. No caso em especial do Motorola RAZR i, eles foram muito bem sucedidos nessa proposta, colocando uma tela de 4.3 polegadas em um telefone que não é tão grande assim, e com uma espessura que o deixa confortável na mão, oferecendo um bom agarre.

Na parte frontal do aparelho, seguindo a tendência dos outros modelos da linha RAZR, poucos detalhes, como a marca da Motorola adornando a parte superior, próxima ao alto-falantes, além da câmera frontal para videochamadas.

A parte frontal do smartphone só não é uma tela perfeita por causa da sua parte inferior, que protege o microfone do dispositivo. Se não fosse isso, poderíamos estar diante de um modelo como o Galaxy Nexus: uma tela única, como uma perfeita peça de tecnologia.

Estamos diante de mais um smartphone que não é tão espesso quanto se imagina. Ok, ele não é ultrafino como os modelos “top” do mercado, mas em compensação, cria menos volume no bolso do que modelos como o iPhone 4, que mais uma vez, serviu de parâmetro para nossa comparação de dimensões do telefone em análise. Abaixo, algumas imagens dos dois smartphones podem ilustrar melhor suas diferenças dimensionais.

Contando quase com a mesma espessura do iPhone, o RAZR i é mais leve (126 gramas), graças à sua estrutura externa e os materiais adotados para a fabricação do produto.

Outro bom benefício do RAZR i é que o seu tamanho é quase todo aproveitado no que realmente importa: a tela. Ou seja, ele é pouca coisa maior que o iPhone, e abrigando uma tela maior. Com isso, a impressão visual que temos é que o modelo da Motorola é menor que os seus equivalentes com a mesma tela, mas na prática, ele acaba não sendo. O que foi feito é uma otimização do espaço da estrutura do aparelho para que todos os seus componentes fiquem dispostos em uma área total de tamanho reduzido. E esse é um trunfo muito bem aplicado pela Motorola nesse modelo.

Na lateral superior direita, temos o botão de liga/desliga e bloqueio de tela do RAZR i, com acabamento metálico, além dos botões de controle de volume, feitos de um material plástico, acompanhando o acamamento da lateral do telefone.

Na parte inferior, temos o botão de acionamento da câmera do smartphone. Esse é um dos grandes destaques do aparelho, mesmo levando em consideração que é um modelo de linha média. É até um dos mais relevantes diferenciais do RAZR i para os seus concorrentes, mas eu falo disso mais para frente.

Na parte superior, temos apenas o conector para fones de ouvido, no padrão de 3.5 mm. Sem muitos detalhes de acabamento aqui.

Na lateral superior direita, temos os slots para os chips SIM e para o cartão microSD. Aqui, devidamente protegido pelo seu protetor…

… que uma vez aberto, tem essa aparência. Uma solução mais simples do que uma gavetinha de metal (como encontrada em outros modelos), mas tão funcional e eficiente quanto, além de preservar a estética do telefone, e a praticidade do usuário na hora de inserir esses elementos no telefone.

Na parte inferior, temos o conector para o cabo microUSB, para recarga de sua bateria e transmissão de conteúdos do smartphone para o PC.

Na parte inferior do RAZR i nós temos… não, não temos nada.

Visão geral da parte traseira do produto. Também seguindo a tendência dos lançamentos anteriores da linha RAZR, o RAZR i conta com a mesma proteção traseira em Kevlar, mas diferente de algumas versões, esse revestimento não está disposto exatamente na extremidade inferior do smartphone. Observem que na parte traseira do telefone, podemos notar que a borda lateral traseira possui um relevo, onde faz com que a área de contato com a palma da mão ao segurar no telefone não seja 100% no Kevlar. Pode ser apenas uma escolha estética, mas é uma diferença, que ao meu ver, foi adotada para reduzir a quantidade do material a ser utilizado na parte traseira do telefone, para reduzir os custos de produção do telefone. Mas isso é apenas uma teoria, ok?

Sua câmera de 8 megapixels está posicionada no centro do aparelho, o que ajuda na hora de registrar fotos e vídeos, uma vez que as chances do seu dedo ficar na frente da lente ou do flash LED diminui consideravelmente. É uma câmera mais simples que a encontrada no modelo RAZR HD, e isso é mais do que esperado. Mas, de novo, se comparado aos modelos com os quais ele concorre (smartphones Android de linha média), a câmera presente no RAZR i possui mais recursos e funcionalidades. Também abordaremos isso daqui a pouco.

Intel Inside… falemos desse detalhe em breve.

Aqui, a proteção em Kevlar do RAZR i, vista mais de perto. Algumas pessoas reclamaram que a parte traseira do smartphone esquenta demais depois de algum tempo. Nos meus testes, percebi que sua temperatura na parte traseira aumenta um pouco mais do que o desejado quando ele rodou por muito tempo jogos e vídeos em formatos mais pesados (H.264). Mas, mesmo assim, em níveis relativamente aceitáveis (de fato, algumas pessoas podem se incomodar com isso). Em um uso regular (acesso à web, leitura de e-mails, navegação nas redes sociais, etc), ele esquenta, mas não chega a ser algo insuportável.

Hora de ligar o smartphone.

A Motorola tomou a sábia decisão de manter a mesma interface Android do RAZR HD, mantendo o baixo índice de customizações. O resultado? Um Android praticamente puro, bem leve e funcional, que vai trabalhar bem com as características de hardware propostas no RAZR i.

Logo, não há muitas novidades para falar sobre essa interface. É exatamente tudo aquilo que já foi visto no review do RAZR HD. O que posso dizer é que ele está bem ajustado para o RAZR i, com uma boa performance e com uma funcionalidade bem aceitável para um modelo com processador single core.

O modelo mantém os HUBs de relógio, previsão de tempo e configurações em forma de disco…

… a tela de acesso às configurações rápidas, com acesso através de uma tela dedicada em slide (da esquerda para a direita)…

… e a tela para adição rápida de páginas de aplicativos.

Aqui, temos um dos detalhes mais discretos do Motorola RAZR i, mas ao mesmo tempo é um daqueles que mais chama a atenção no produto. A sua borda de tela é praticamente minúscula. Isso mostra como eles aproveitaram bem o espaço de tela, reduzindo assim as dimensões do smartphone de forma considerável. Isso faz com que o modelo pareça ser menor do que os seus concorrentes, mas mantendo o mesmo tamanho de tela de 4.3 polegadas.

A tela do RAZR i é de Super AMOLED Advanced qHD (540 x 960). Apesar de ser inferior aos modelos considerados “top” de linha, na maior parte dos casos, não se percebe imperfeições e serrilhamentos nos gráficos exibidos pelo smartphone. Bom, para a maioria dos usuários, isso não vai ser um problema. Os mais exigentes só vão buscar outras opções se realmente quiserem telas melhores ou com uma resolução HD. E isso só será encontrado em modelos com especificações mais elevadas.

Antes que eu me esqueça: mais uma vez, estamos falando de um smartphone com sistema operacional Android 4.0.4 (Ice Cream Sandwich). Apesar da interface de usuário contar com elementos gráficos semelhantes ao Android Jelly Bean, isso não quer dizer que a versão do sistema seja necessariamente a versão mais alta. Alerto isso, pois em reviews anteriores, muitos leitores caíram nesse erro de acreditar que estamos falando de uma versão que não a descrita em fotos ou vídeos.

Falando um pouco sobre o desempenho geral do smartphone. O Motorola RAZR i conta com um processador Intel Atom de 2 GHz, com apenas um núcleo de processamento. Mesmo assim, por causa de sua arquitetura, o Android o identifica como um processador de dois núcleos, tornando assim o telefone compatível com recursos e funções avançadas. É claro que isso não foi feito por acaso: Motorola, Intel e Google trabalharam em conjunto para alcançar um denominador comum, produzindo um smartphone com um desempenho muito bom, levando em conta que ele não possui um processador dual core.

Sendo mais objetivo: o RAZR i, em termos de desempenho, não deve nada aos modelos que a Motorola o posiciona como concorrentes (como o Samsung Galaxy S II Lite, o Sony Xperia U, entre outros), e oferecendo até algumas vantagens em termos de performance. Esse processador Intel Atom permite que o usuário faça melhor algumas atividades que os seus concorrentes, principalmente na parte de entretenimento, outro fator considerado importante pelos consumidores.

Uma dessas vantagens está nas propriedades de sua câmera. Nem tanto pelo sensor de 8 megapixels, que tem como principal problema produzir fotos razoáveis para momentos casuais, mas que contam com considerável quantidade de ruído em cenários com baixa luminosidade. Mas sim, pela gama de recursos oferecidos. É sempre bom lembrar que essa câmera é capaz de gravar vídeos a 1080p @ 30 FPS no formato H.264 e áudio AAC, o que é uma vantagem deveras considerável em relação aos adversários. Pouquíssimos smartphones de linha média contam com um conjunto tão completo nesse aspecto.

Além disso, essa câmera possui recursos fotográficos encontrados em modelos avançados, como o próprio RAZR HD, como o recurso de HDR, que oferece uma melhor foto através da comparação de imagens capturadas, e o modo de captura “várias fotos”, que consegue fazer o disparo de até 10 imagens em menos de um segundo. No vídeo review que fizemos do RAZR i (no final desse post), você poderá ver esse recurso em ação, que é algo muito bem vindo para quem quer capturar cenas em movimento.

É claro que nem tudo são flores. Como estamos falando de um telefone da linha intermediária, a câmera frontal do RAZR i possui resolução VGA. Ou seja, é um “quebra galho” para suas chamadas em vídeo. É mais para dizer que você tem o recurso ao seu dispor.

O RAZR i já conta com todos os principais aplicativos do Google pré instalados, facilitando a vida dos usuários novatos no mundo dos smartphones. Também, não é pra ser diferente: afinal de contas, a Motorola Mobility é uma empresa do Google. Além disso, durante os testes, não percebi nenhum tipo de incompatibilidade com os aplicativos que mais utilizo no Android no dia a dia (entre mais de 50 aplicativos instalados). Já ouvi relatos de apps que não rodaram com esse processador Intel Atom, mas acredito que, com o passar do tempo, os programadores vão adaptando esses aplicativos para que rodem de forma adequada no RAZR i. Mas posso dizer que o índice de incompatibilidade é, por enquanto, relativamente pequeno (mas, é claro, o resultado pode variar, de acordo com o seu perfil de uso).

Na parte de vídeos, ele é capaz de reproduzir vídeos em HD com a tela cheia, e nos testes feitos com vídeos de diferentes formatos (MP4 e H.264), a sua performance na reprodução foi bem satisfatória e fluída, sem travamentos percebidos. Além disso, pelas dimensões do aparelho, o dispositivo é de agradável agarre para ver vídeos por várias horas. sem causar cansaço nas mãos.

Por fim, algo que me foi solicitado lá no canal de vídeos do TargetHD no YouTube: como o RAZR i se comporta com jogos?

Para esse teste, utilizei o jogo “Shrek Kart”, que veio pré-instalado na unidade que recebemos para testes. É um jogo com gráficos tridimensionais, e que exigem uma certa demanda de hardware, o que já dá para ter uma boa impressão de como ele desempenha essa função. E o RAZR i não decepcionou nesse aspecto.

Podemos dizer que sua performance com o jogo foi melhor que o esperado. Não dá para comparar com um modelo com processador dual core ou quad core, mas se podemos ilustrar melhor como é o seu desempenho, ele é melhor do que muitos jogos que executei em testes com o Xperia Play, que “teoricamente” é pensado nos games. Logo, acredito que os usuários mais casuais vão poder se divertir de forma satisfatória com os jogos no smartphone da Motorola. Se você é um gamer mais exigente, é melhor procurar um modelo mais potente.

Assim como na parte de vídeos, os jogos também são reproduzidos em tela cheia (desde que eles sejam desenvolvidos com essa resolução de tela, é claro).

Como o jogo funciona com o auxílio do acelerômetro do smartphone, posso dizer que a resposta foi dentro do esperado, com uma resposta boa na maioria dos casos. Na reprodução de frames, ainda é possível perceber pequenos intervalos na exibição dos gráficos. Mas, como disse antes, ele possui uma melhor performance que o Xperia Play, e eu já considero esse detalhe como um saldo positivo.

No vídeo review do RAZR i, você vai poder ver melhor como é esse desempenho em jogos, e do smartphone como um todo.

Conclusão

O Motorola RAZR i está APROVADO. É o melhor smartphone Android de linha média que o seu dinheiro pode comprar. Mesmo sendo relativamente mais caro que alguns de seus concorrentes (preço oficial de R$ 1.299, mas pode ser encontrado por R$ 1.169, se adquirido via boleto bancário), oferece vantagens que justificam o seu preço: Android 4.0.4 (com grandes chances de receber ao menos o Android 4.1 Jelly Bean – nada oficial, mas pelo menos a Motorola estuda o assunto), câmera de 8 megapixels com recursos avançados, uma boa tela qHD de 4.3 polegadas e um processador eficiente para as atividades mais comuns. Para quem não pode adquirir um Android top de linha, essa é a escolha a ser feita.

Abaixo, o review em vídeo do Motorola RAZR i.

 

Review | Motorola RAZR HD

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Um smartphone que é capaz de capturar e reproduzir imagens em Full HD (1080p). De quebra, é o primeiro smartphone do Brasil compatível com a conectividade 4G LTE. É com essas duas credenciais (e por que não dizer atrativos) que o Motorola RAZR HD chega ao mercado nacional como um dos smartphones que mais chamou a atenção dos leitores do blog.

Bastou lançar o vídeo de primeiras impressões do smartphone no YouTube, que muitas pessoas ficaram curiosas para saber mais detalhes sobre o produto, principalmente sobre suas propriedades em HD. Nesse post, você vai saber as minhas impressões sobre o modelo, focando no desempenho de seu hardware combinado com o Android 4.0.4 e o resultado das imagens captadas por sua câmera. Espero poder esclarecer a maior parte de suas dúvidas sobre esse lançamento, que tem grandes chances de agradar aqueles que buscam imagens em alta definição.

Mas antes… uma observação

Como disse no começo do post, O Motorola RAZR HD é sim compatível com a rede de dados 4G brasileira. Mas, como você bem sabe, o 4G ainda está engatinhando no Brasil. De forma oficial, ela não está disponível para o consumidor final, e as operadoras que vão trabalhar com esse padrão de rede só vão disponibilizar as suas opções de serviço a partir de 2013, e ainda assim, em regiões específicas do país. Em alguns locais, como Campos do Jordão (SP) e Rio de Janeiro (RJ), algumas operadoras já começam a testar o 4G, mas com usuários selecionados, e sem contar com o seu potencial total para transmissão de dados.

Logo, para mim, ficou impossível testar a performance do 4G no Motorola RAZR HD. Gostaria muito de fazer um teste de performance da internet do smartphone com essa especificação de rede, mas mesmo que eu estivesse na capital paulista, isso não seria possível. Logo, boa parte dos testes de performance com a navegação na internet foram feitos com a conectividade Wi-Fi e com o 3G+ que normalmente uso pela operadora Vivo.

Ao tirar o produto da caixa, nos deparamos com um smartphone em corpo unibody, sem botões na parte frontal, em uma peça única com um vidro frontal que vai de fora a fora. O RAZR HD é um smartphone sério e elegante, porém, visualmente atraente. O modelo aposta na simplicidade visual para chamar a atenção, além de mostrar uma estrutura externa que passa a sensação de segurança e de resistência aos pequenos acidentes cotidianos.

Como resultado, temos um smartphone de bom agarre, que fica confortável na mão do usuário. Você não fica com aquela sensação que o telefone vai escorregar de suas mãos a qualquer momento, até porque a proteção traseira em Kevlar cumpre o seu papel de manter o produto firme nas mãos.

Visão geral da lateral esquerda do smartphone. Um ponto positivo desse modelo é que ele consegue colocar uma bateria de 2.500 mAh em um smartphone com apenas 8.4 mm espessura. É uma bateria com uma autonomia muito elevada para um smartphone tão fino. Abaixo, apenas para uma simples comparação de tamanho, veja as fotos do RAZR HD com o iPhone 4.

Mesmo se eu tirasse o case do meu smartphone, o iPhone 4 ainda seria mais espesso que o RAZR HD.

A diferença de tamanho entre os dois produtos é notável, mas observe que o smartphone da Motorola é apenas um pouco mais largo que o telefone da Apple, o que garante um agarre agradável para o uso com uma das mãos.

Visão geral da parte superior dos dois smartphoens. Apenas para ilustrar as diferenças entre os dois modelos. Vamos seguir com a análise individual do RAZR HD.

Na parte inferior da lateral esquerda, encontramos os dois conectores micro USB e micro HDMI, para que você possa conectar o aparelho no computador, TV ou recarregar a bateria do produto (de acordo com a função da porta correspondente), além da área onde ficam os slots para cartões microSD e chips micro SIM. Reparem que no RAZR HD, a Motorola decidiu adotar uma gaveta protetora, no estilo do iPhone, o que oferece uma maior proteção à esta área do telefone, além de permitir um acesso mais prático a esses conectores.

A área protege os dois slots, e tem um acabamento simples e integrado ao acabamento do produto.

E para extrair essa gavetinha, você vai precisar de uma chave como essa, que acompanha o kit de venda do produto.

Que vai resultar nessa peça em suas mãos.

E aqui, temos uma visão geral dos slots, sem a gaveta protetora.

Não há detalhes na parte inferior do RAZR HD…

…exceto pelos seus parafusos em forma de estrela. Ou seja, a assistência técnica autorizada agradece, e de certa forma, o cliente também. Afinal, com tais parafusos, a proposta de aparelho resistente (e difícil de ser desmontado) se confirma.

Na lateral direita do smartphone, temos o botão de liga/desliga e bloqueio de tela, além dos botões de controle de volume das chamadas e toques.

Na parte superior, como você já viu antes, temos apenas o conector para fones de ouvido. Detalhe para o acabamento do produto em material metálico, reforçando ainda mais a proposta de produto seguro e resistente.

Visão geral da parte traseira do smartphone, e sua generosa proteção em Kevlar.

Sua câmera traseira é de 8 megapixels, com flash LED. Ela fica na parte central do corpo do smartphone o que considero uma posição melhor do que no cantos, já que naturalmente o seu dedo não vai cobrir a lente da câmera na hora de registrar fotos na orientação horizontal. Muito mais confortável para registrar fotos e vídeos segurando o smartphone com as duas mãos.

De novo, destaco aqui a proteção em Kevlar, que é um grande diferencial dos smartphones da Motorola.

Outro destaque vai para a sua câmera frontal, que produz fotos e vídeos de boa qualidade, principalmente se levarmos em conta que esse smartphone conta com 4G, ou seja, maior quantidade de dados a serem transmitidos. E, se você tem uma conexão mais rápida, você pode se dar ao luxo de enviar mais dados. E mesmo para atividades menos usuais, como fotos e vídeos do próprio rosto, a câmera com maior qualidade cai muito bem. Mostrarei um pouco disso mais para frente.

Hora de ligar o Motorola RAZR HD.

Tela de bloqueio do Android 4.0.4 Ice Cream Sandiwich, presente no RAZR HD.

Muito bem, estamos falando de um smartphone poderoso, com um processador dual-core de 1.5 GHz, 1 GB de RAM, 16 GB de armazenamento (desses, 12 GB disponíveis para o usuário), com uma tela de 4.65 polegadas, com resolução de 1280 x 720 pixels Super AMOLED. Tudo isso é gerenciado pelo sistema operacional Android 4.0.4 (Ice Cream Sandwich). O desempenho do smartphone é impecável, muito em parte pelo fato da Motorola pouco ter alterado na sua interface, deixando o Android quase “puro”, e com poucas e excelentes adições na sua interface, que fazem com que a sua performance seja a mais fluída possível (você vai poder ver isso na prática no vídeo review, que será lançado ainda nesta semana, no TargetHD.net).

E para aqueles que, de forma teimosa, vão afirmar que o sistema que está instalado no smartphone é o Android 4.1 Jelly Bean, segue a foto da prova que o modelo realmente está com o Android 4.0.4 Ice Cream Sandwich. Sabe, é sempre bom lembrar que, além de testar os produtos, temos um compromisso de passar opiniões pessoais, sem distorções. Não ganho nada em dizer que um smartphone está com uma versão diferente daquela que está instalada, ainda mais quando estou mostrando o produto para o mundo, com fotos e vídeos. Vale a observação que pelo fato do Android ser um sistema aberto, ele pode ser customizado a ponto que uma versão se comporte de forma próxima à outra.

O Motorola RAZR HD conta com personalizações e widgets exclusivos da Motorola que são bem interessantes, tornando o smartphone mais atraente e intuitivo para a maioria dos usuários. Um exemplo disso é esse widget em forma de discos, que exibem a hora (com atalho para os alarmes programáveis), a previsão do tempo, e o indicador da bateria. Considero isso importante e bem válido, uma vez que o usuário não precisa sair correndo atrás de complementos que realizam a mesma coisa, principalmente no caso do monitoramento da bateria. Sem falar que menos cacarecos instalados no smartphone representa automaticamente uma maior autonomia de bateria, e uma maior gama de recursos disponíveis no telefone.

Outro recurso bem interessante é esse assistente para criação de novas telas no RAZR HD. Com ele, o usuário pode escolher entre uma página de atalhos em branco, e adicionar os atalhos de aplicativos que quiser, ou escolher um modelo de tela, e a partir daí, você criar uma tela de apps personalizada. A maioria dos usuários inexperientes do Android não sabem fazer isso, logo, o recurso é válido para agilizar o processo.

Mais uma interessante modificação na interface Android do RAZR HD está na sua nova tela de configurações rápidas, que é a última tela deslizável dos painéis de aplicativos do smartphone (indo da esquerda para a direita). Essa tela substitui com eficiência o ato de deslizar o dedo de cima para baixo para acessar o painel de configurações rápidas, sendo assim uma área ampla e específica para que o usuário acesse todos os itens de conectividade (Wi-Fi, Bluetooth, Modo Avião, 3G/3G+, etc), além de poder acessar todas as configurações do telefone, em um atalho simples.

A tela do Motorola RAZR HD (4,65 polegadas, 1280 x 720p) é realmente muito boa, com excelente emissão de brilho, ótimo contraste e exibição de cores bem vivas. Contar com a tela Super AMOLED Advanced (com 16 milhões de cores) é uma ótima qualidade para o smartphone, ainda mais que o principal objetivo do telefone é a reprodução de conteúdos em alta definição. Ou seja, nesse caso, é quase obrigatório exigir aqui uma tela com uma exibição de imagens acima da média dos modelos que já testamos aqui no TargetHD. E isso, sem falar na película Corning Gorilla, que não influencia na qualidade de exibição de imagens, mas deixa o seu vidro imune aos arranhões tão indesejáveis.

Falando agora sobre a câmera do RAZR HD, que é um dos principais motivos para alguém comprar esse smartphone. Uma coisa que preciso deixar bem claro é que a grande maioria dos smartphones não possui sensores de câmera com a mesma eficiência que uma câmera point and shoot dedicada ou uma DSLR. Por outro lado, dependendo do trabalho empregado pelo fabricante, os resultados são bons o suficiente para que você possa imprimir as fotos para sua avó (isso é, se ela não estiver no Facebook), ou compartilhar nas redes sociais ou no Instagram.

Dito isso, a câmera do Motorola RAZR HD está na média dos seus concorrentes. Os seus 8 megapixels de resolução são suficientes para oferecerem fotos de boa qualidade em ambientes bem iluminados, e fotos com uma leve quantidade de ruído, em ambientes com uma iluminação mais deficitária. No meu entendimento, o resultado final das fotos é bom o suficiente para agradar a maioria dos usuários.

Veja alguns exemplos de fotos registradas com o RAZR HD (clique nas imagens para ampliar)






Os recursos de ajustes de imagem para fotos e vídeos são relativamente vastos, e de fácil localização, com recursos para geotagging com fotos. Outro destaque positivo dessa câmera é o seu modo de disparo rápido, que é bem útil para quando você precisa tirar várias fotos na sequência. Sua câmera frontal, apesar de só contar com o recurso de disparo de fotos, também é bem eficiente, apesar de apresentar resultados mais simples. Veja exemplos abaixo.

A filmadora também oferece resultados muito bons, apesar de sentir falta de um estabilizador de imagens no modo HD+ (1080p). Mesmo assim, acredito que para filmagens casuais, ela acaba fazendo a alegria daqueles que querem registrar as férias. Abaixo, você vê uma demonstração de filmagem que fizemos em duas situações distintas: uma, com uma baixa luminosidade, e outra, com o céu aberto, e dia claro.

 


Conclusão

O Motorola RAZR HD está APROVADO. É um smartphone que apresenta evoluções significativas em relação ao seu modelo anterior, não se limitando a oferecer apenas uma câmera que grava a 1080p. Um processador mais potente, uma das melhores personalizações do Android 4.0.x do mercado, uma ótima quantidade de armazenamento e uma tela melhorada tornam esse smartphone uma interessante escolha. Se você é apaixonado pela possibilidade de ver vídeos em alta definição no seu smartphone, esse modelo é uma opção a ser considerada. E o melhor: sua atualização para o Android 4.1 Jelly Bean está garantida, o que certamente vai tornar o modelo ainda melhor.

Motorola Droid RAZR M, smartphone Android de linha média, é anunciado oficialmente

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A Motorola apresentou três novos smartphones Android nos Estados Unidos hoje (05), todos com a chancela do Google (sua dona). Ao longo do dia, vamos apresentar todos esses modelos para vocês. Começamos pelo smartphone de linha média da turma, o Droid RAZR M.

O principal destaque do lançamento é a sua nova tela “edge-to-edge” de 4.3 polegadas Super AMOLED Adanced, que segundo a Moto, “quase não tem bordas”. Inicialmente, o modelo chega ao mercado com o sistema Android 4.0 Ice Cream Sandwich, mas já tem prometida a atualização para o Android 4.1 Jelly Bean. Entre os demais recursos apresentados, destacamos uma câmera traseira de 8 megapixels (com gravação de vídeos em Full HD – 1080p), processador dual-core, conectividade 4G LTE, tecnologia NFC, 8 GB de armazenamento e 1 GB de RAM. O modelo ainda conta com a proteção traseira em Kevlar e película Gorilla Glass em sua tela.

A Motorola afirma que o Droid RAZR M estará disponível no mercado norte-americano já na semana que vem, com preço sugerido de US$ 99 na operadora Verizon (com contrato de permanência; livre de contrato, ele custa US$ 149).

Via SlashGear

Aparecem possíveis fotos filtradas do Motorola Droid RAZR HD

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É difícil confirmar a autenticidade das fotos que você verá abaixo, mas se forem reais, elas estão mostrando a carcaça do próximo Motorola RAZR, que receberia o nome de Droid RAZR HD.

Como podemos ver na imagem, esta seria uma das unidades destinadas à operadora norte-americana Verizon, aumentando as chances dele ser um modelo exclusivo para os Estados Unidos (se bem que estamos na zona dos rumores, o que torna qualquer avaliação algo precipitado). Ao julgar pelo dispositivo anterior, parece que a parte posterior conta com o Kevlar, e isso agrada e muito. Afinal, o material foi muito bem recebido no Motorola RAZR original.

A foto da lateral pode indicar que este smartphone não será tão fino como o seu irmão maior, mais isso pode significar uma bateria maior, como a do Droid RAZR MAXX. O modelo possui componentes como um processador Snapdragon S4, tela de 720p e/ou câmera de 13 megapixels, mas nada disso foi confirmando pelo fabricante ou pela operadora. O certo nesse caso é esperar o anúncio oficial, para saber inclusive se é mesmo um novo modelo, ou uma pequena atualização no RAZR já existente.

É esperar para ver.

Via droid-life.com

[gadgets] iWallet, uma forma geek de proteger o seu dinheiro

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Se você teve que, algum dia na sua vida, sofrer com as consequências de um roubo, ou se você tem aquela ligeira tendência a perder coisas, talvez você vai receber o iWallet com alegria. É uma carteira extremamente resistente, feita de fibra de carbono e kevlar (como os coletes a prova de balas), que vem com um leitor biométrico de digitais, o que garante que apenas o dono da carteira consiga abrí-la. Além disso, possui um sistema de comunicação Bluetooth com seu celular, que vai disparar um alarme quando os dois estiverem a uma certa distãncia. O produto já está a venda, tem 8 cores disponíveis, por um preço de US$ 299. Veja o vídeo promocional abaixo para maiores detalhes.

Fonte