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Google quer que você faça streaming de jogos Android

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A Google tem novas ideias pensadas para os seus usuários gamers. A primeira delas é a oferta aos desenvolvedores da possibilidade de incluir um novo recurso nos jogos Android, que permite a qualquer um fazer streaming ao vivo de seus jogos, além de adicionar vídeos. Uma vez encerrada a transmissão, será tão fácil como mandar um vídeo para o YouTube para compartilhamento.

Por enquanto, não há maiores detalhes sobre o assunto, mas a possibilidade poderá vir “nos próximos meses”, ampliando as opções dentro da grande comunidade de pessoas que desfrutam dos jogos via streaming procedentes de diversas plataformas.

Mas isso não é tudo. A Google vai oferecer um formato de marketing especial para os seus jogos, o Search Trial Run Ad, que vai permitir testar os jogos para Android em seu navegador por até 10 minutos quando ele é buscado no Google, sem precisar passar pela Play Store. Uma vez encerrado o tempo de testes, você é convidado a instalar o game para seguir aproveitando da experiência.

A opção só estará disponível quando você estiver em um smartphone com conexão WiFi.

Aplicativos do Apple TV não poderão superar os 200 MB

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Muitos desenvolvedores já colocaram as mãos no SDK do novo Apple TV, e para isso, deram uma olhada na nova guia de programação para o tvOS. Tal guia serve para que os mesmo se familiarizem com as APIs que aproveitaram as capacidades do dispositivo multimídia da Apple, mas também informa as regras estabelecidas para a nova seção da loja de aplicativos.

E a primeira surpresa já foi revelada: o tamanho dos aplicativos não poderá superar os 200 MB. Caso contrário, eles terão que usar os recursos sob demanda, utilizando apenas o espaço disponível no iCloud. Tal decisão faria mais sentido em aplicativos como o Netflix ou qualquer serviço de vídeo sob demanda, mas no caso dos jogos, as coisas se complicam um pouco mais.

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É preciso esperar para ver como os programadores vão trabalhar para cumprir com esses requisitos, e como esse processo será transparente para o usuário. Usar o espaço do iCloud para jogos não é a forma que muitos imaginavam que os games funcionaria na Apple TV.

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Via Steve T-SApple Developer

 

Ubisoft reduz preços de jogos best-sellers da nova geração de consoles

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A Ubisoft anunciou uma redução de preços nos seus jogos clássicos para os consoles de última geração. Grandes títulos da empresa para PS4, Xbox One e WiiU sofreram reduções de preço e já podem ser encontrados no varejo brasileiro por R$99,90.

Watch_Dogs e Assassin’s Creed IV: Black Flag, dois best-sellers da Ubisoft, estão 50% mais baratos. Além deles, Just Dance 2014 e Monopoly Family Fun Pack, com redução de 38%, e Rayman Legends e Trials Fusion, que mantiveram o preço antes promocional, fazem parte da “Campanha de Verão 2015 – Curta Suas Férias com Jogos da Nova Geração”.

Confira abaixo a lista completa dos jogos a R$99,90:

TítuloPlat.GêneroDePorEconomia
Watch_DogsXOne/PS4Ação em 3ª PessoaR$ 199,90R$ 99,9050%
Assassin’s Creed IV: Black FlagXOne/PS4Ação em 3ª PessoaR$ 199,90R$ 99,9050%
Just Dance 2014XOne/PS4/WiiUDançaR$ 149,90R$ 99,9038%
Monopoly Family Fun PackXOne/PS4TabuleiroR$ 149,90R$ 79,9038%
Rayman LegendsXOne/PS4/WiiUAventura – PlataformaR$ 99,90R$ 99,90
Trials FusionXOne/PS4Moto – PlataformaR$ 99,90R$ 99,90

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Alpha, a Steam Machine da Alienware mostra suas características

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O console Alpha da Alienware é talvez a proposta mais curiosa para o ecossistema da Valve. Eles apostam no seu próprio sistema operacional, que teve seus detalhes revelados hoje (12) na Gamescom 2014.

O console da Alienware conta com um processador Intel Core i3 e uma GPU NVIDIA Maxwell GTX “customizada”. O sistema operacional é o Windows 8.1, também com interface customizada, e o produto será distribuído com o controle sem fio do Xbox 360 para PC (que exige um dongle USB para o seu funcionamento).

Apesar da Alienware descrever o Alpha como “a Steam Machine Ideal”, seu preço fica na faixa de US$ 550, elevado demais para a sua proposta. Afinal de contas, um Xbox One (sem Kinect) e o PS4 custam US$ 399.

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Sobre a citada interface de usuário, ela recebe o nome Alpha UI, e as duas únicas imagens disponíveis da mesma são essas que estão no post. Alguns presentes na Gamescom testemunharam uma pequena apresentação do software, mas em formato demo previamente produzido. Ao que parece, é uma interface muito básica, com uma aparência de ter sido feito às pressas para a ocasião. Logo, não serve para fazer qualquer tipo de avaliação.

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Teremos que esperar a versão final e comercial do produto, algo que deve acontecer em novembro. Só aí vamos conhecer melhor o que o produto tem a oferecer em termos de interface e desempenho, e saber se o produto vale ou não o quanto custa.

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Via Engadget, Alienware

Novos vídeos mostram a capacidade do Amazon Fire Phone com os games

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O Amazon Fire Phone é um dispositivo considerado mediano (ou tão bom quanto a maioria dos dispositivos do mercado atual). Porém, ele conta com algumas funções únicas e bem curiosas, como a de seguir o olhar do usuário com suas quatro câmeras frontais, permitindo a simulação de ações em 3D. Aproveitando isso, dois vídeos mostram como os games podem aproveitar esse recurso de forma eficiente.

A Amazon lançará um jogo de ação chamado To-Fu Fury, que requer que o usuário olhe ao redor dos cantos, movendo a cabeça para avançar nos níveis. Outro jogo que aproveita o peculiar recurso do Fire é o Saber’s Edge, uma espécie de quebra-cabeças estratégico, com um cubo que gira quando o usuário move a cabeça.

O uso da tecnologia chamada “Perspectiva Dinâmica” pode ser muito prática, se utilizada corretamente. A possibilidade de olhar ao redor dos cantos é algo inovador, que pode ser divertido com o passar do tempo. Porém, essa história de mover a cabeça enquanto olha para uma tela de duas dimensões pode resultar em um comportamento um tanto esquisito. Logo, evite esses jogos em locais públicos, ou pelo menos mova o smartphone, e não a cabeça.

Vídeos a seguir.

 

Via Amazon Games

Atenção, desenvolvedores: na Google Play também se ganha dinheiro!

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Um novo relatório publicado pela consultoria App Annie revela aboa saúde financeira da Google Play. A conclusão mais notável desse estudo interessa e muito aos desenvolvedores: os ingressos gerados pela loja da Google multiplicaram por 2.4 vezes, no período compreendido entre o primeiro trimestre de 2013 e o primeiro trimestre de 2014.

Mais: esse crescimento é maior que o número de downloads (1.5 vezes), e os jogos em modo Freemium são os que mais cresceram em volume financeiro na loja.

De acordo com esses dados, a loja de apps e jogos Android já conta com um catálogo de 1.5 milhão de aplicativos, onde 90% das vendas na Google Play são provenientes dos jogos. Desses ingressos, 98% pertencem aos títulos que fazem uso do modelo Freemium (onde o jogo é gratuito, e você só paga pelos complementos e elementos adicionais).

Entre os países com maior crescimento de vendas se destaca o Japão, que manteve esse crescimento médio de 2.4 vezes. Nos Estados Unidos, o crescimento foi ainda maior (2.6 vezes), mas com ganhos que foram aproximadamente a metade do Japão. Coreia do Sul (1.9 vezes), Alemanha (3.5 vezes) e Reino Unidos (2.4 vezes) completam a lista dos cinco países de maior destaque.

O estudo da App Annie mostra que a popularidade dos smartphones e tablets Android são responsáveis diretos no aumento dos ingressos financeiros que os desenvolvedores conseguem com os seus aplicativos e – principalmente – jogos Android. E o futuro parece ser bastante promissor.

Via Venture Beat, App Annie

E3 2014 | Especial: vencedores e perdedores da E3 2014

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Dizer qual é a nossa plataforma preferida, ou qual é o jogo que mais estamos esperando, é fácil. Difícil é dizer quem venceu ou perdeu com um evento do porte da E3. Nesse post, temos uma compilação das surpresas e decepções do evento. Na minha opinião, é claro.

Vencedores

Xbox One

A Microsoft aprendeu muito com as lições do ano passado. No lugar de apresentar um monte de serviços, apresentou esse ano um catálogo sólido de jogos interessantes (alguns deles impressionantes) para o Xbox One.

Nintendo

O Wii U pode não estar no mesmo nível de hardware do PS4 ou Xbox One, mas está bem claro que tem um público fiel. Pequeno, porém, fiel. Nessa E3, os japoneses não se esqueceram de suas franquias mais populares, e conseguiram entusiasmar os seus fãs e não tão fãs assim, mostrando que ainda sabem fazer um grande evento.

Halo Master Chief Collection

É assim que deveria ser todas as edições de colecionador de uma saga. A possibilidade de jogar com os motores gráficos originais ou melhorados, os mais de 100 mapas multitplayer, a seção de missões e outros elementos fazem de Halo Master Chief Collection uma declaração de amor aos fãs da série.

Os jogos independentes

Tanto Sony como Microsoft deram um pouco mais de destaque aos estúdios independentes. Não é para menos: jogos como Valiant Hearts ou No Man’s Sky são autênticas obras de arte, não deixando nada a desejar em relação aos trabalhos realizados por grandes estúdios.

As novas ideias no multiplayer

Se Titanfall teve tanto sucesso, é porque ele foi além do conceito de dois equipamentos diferentes, e adicionou componentes novos para aperfeiçoar a jogabilidade. Em 2014, temos dois jogos que chamaram a atenção por conta dos seus modos multiplayer: Sunset Overdrive no Xbox One, e Spplatoon no Wii U. Os dois apresentam ideias novas ao modo multijogador.

Perdedores

A conferência da Sony

Não esotu aqui criticando o catálogo dos japoneses, mas em um evento de videogames, o que eu quero ver são os jogos, e não assistir intermináveis apresentações corporativas ou de serviços. A primeira parte do evento da Sony foi brilhante. A segunda, foi terrível.

Kinect

A Microsoft anunciou recentemente o lançamento de um Xbox One sem Kinect, e já reconheceu que o periférioco consome recursos do console que poderiam ser dedicados a aumentar a qualidade gráfica. Para arrematar, os jogos para Kinect se destacaram pela sua ausência na apresentação da Microsoft na E3 2014. Ou seja, o Kinect é um dispositivo maravilhoso, mas o pessoal de Redmond precisa buscar uma forma de integrá-lo nos jogos que realmente interessem aos usuários.

Os vídeos, que de tão prévios, não são nem beta

Todo mundo gostaria de voltar a ver jogos em uma sequência cinematográfica, mas de uma sequência de trailer preview até a versão final do jogo temos meses e meses de intervalo. E se você não tem nada minimamente acabado para mostrar do jogo, é melhor não apresentar nada.

Os eternos projetos

Star Wars: Battlefront e Mirror’s Edge 2 são dois jogos promissores e muito esperados, mas vamos levar muito tempo escutando sobre eles, e isso cansa. Os vídeos desses jogos só conseguem fazer com que os gamers sonhem com aquilo que pode chegar ao mundo um dia, e no final das contas, temos a triste realidade que vamos passar um ano inteiro sem esses jogos, até a próxima E3. Ao menos a Sony teve a decência de não mostrar nada do jogo The Last Guardian.

E3 2014 | Os jogos multiplataforma mais esperados, em trailers oficiais

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Nem só de títulos exclusivos vive a E3 2014, felizmente. Títulos que poderão ser jogados pelos proprietários do PS4 e do Xbox One foram apresentados, mostrando que o mundo dos games pode ser democrático, oferecendo o mesmo entretenimento para donos de diferentes videogames. Nesse post, você confere os trailers de alguns dos títulos mais esperados – se algum jogo importante estiver faltando nessa lista, ele será adicionado em um momento posterior.

Metal Gear Solid V: The Phantom Pain

Assassin’s Creed: Unity

Tom Clancy’s The Division

Destiny

Batman Arkham Knight

Far Cry 4

Evolve

Fifa 15

Dead Island 2

The Crew

Ori and the Blind Forest

É isso o que acontece quando você anda em uma montanha russa usando o Oculus Rift (em vídeo)

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Não é a primeira vez que vemos uma experiência virtual de montanha russa com o Oculus Rift, mas é a primeira vez que tal teste é feito andando na montanha russa. O desenvolvedor Jonathan Forder queria descobrir (e mostrar), de modo que não pensou duas vezes para ir até um parque de diversões para fazer a experiência.

Ele conseguiu burlar a segurança do parque para colocar um notebook, um mouse, uma câmera e uma unidade do Oculus Rift para o teste, e com a ajuda da retroalimentação física do movimento do vagão, ele sincronizou a experiência real com a virtual do óculos.

No vídeo a seguir, você verá que o cenário escolhido é de vias que flutuam no espaço, mas os seus criadores garantem que é possível configurar outros cenários para tornar a experiência ainda mais emocionante (ou aterrorizante, dependendo da pessoa).

 

Via Roadtovr

Aparece uma misteriosa função de aluguel de jogos na PlayStation Store

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Apareceram na PlayStation Store uma série de opções – até então completamente desconhecidas -, que podem oferecer pistas sobre as próximas atualizações que oferecerá a rede de entretenimento da Sony. Tal como você pode ver na imagem acima, um dos jogos (nesse caso, Catherine) mostra as opções de aluguel do jogo, por períodos de 1, 7 e 30 dias.

Nenhuma das três opções funcionam no momento. Mesmo assim, é a primeira vez que a PSN lista opções de aluguel de jogos. Tudo aponta para o que poderá ser uma das novidades a serem adicionadas no futuro serviço PlayStation Now, marcando assim um momento muito importante na distribuição de títulos digitais, já que muitos usuários que não podem pagar o preço do jogo poderia contar com várias opções mais acessíveis para testá-lo.

Na espera que essas mudanças cheguem de forma oficial (lembrando que a PlayStation Now só vai chegar aos EUA no meio de 2014), só resta saber se a Sony vai eliminar as dúvidas restantes durante a Game Developers Conferecne, ou através de algum comunicado oficial.

Via Dekazeta

Apple TV deve mesmo receber uma grande reformulação, deixando de ser um “hobby” para a Apple

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O site Cult of Mac levanta rumores que, basicamente, culminam no fim do conceito de “hobby” para o Apple TV. A gigante de Cupertino estaria disposta a fazer grandes modificações no dispositivo, inclusive criando uma divisão específica para o produto na estrutura geral da empresa.

É esperado que a Apple apresente uma nova versão do Apple TV ainda em 2014, e os rumores apontam para  uma gama de novos produtos, deixando o dispositivo ainda mais popular. Especula-se o lançamento do novo dispositivo em março, que contará com compatibilidade com apps e games do iOS. Não está muito claro se os novos recursos estarão disponíveis apenas no novo Apple TV, ou se os modelos atuais receberão os benefícios.

Além disso, a Apple pode finalmente incluir um módulo de armazenamento para os jogos e aplicativos, ou até mesmo utilizar o iCloud para tal função.

Como já é de se imaginar, a Apple não comenta o assunto.

Via Cult of Mac

Os jogos do Xbox One na E3 foram rodados em potentes PCs

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A E3 2013 está chegando ao fim, porém, a Microsoft e o Xbox One continuam dando o que falar. Agora, chega a notícia que os jogos do novo console da empresa de Steve Ballmer que foram apresentados durante o evento estavam rodando em potentes PCs instalados nas salas disponíveis para degustação dos gamers, e não em consoles Xbox One.

A notícia veio através de uma mensagem enviada por Julian Rignall, via Twitter:

I just played an Xbox One game using an Xbox One controller that crashed… to a Windows 7, Hewlet Packard-branded desktop. Magic!

— Julian Rignall (@JazRignall) June 13, 2013

Peter Moore, executivo da Electronic Arts, comentou durante a coletiva de imprensa da empresa que os jogos do Xbox One estavam rodando em kits de desenvolvimento, que contavam com especificações técnicas comparáveis ao dos consoles atuais. Não dá para saber se durante o keynote isso foi verdade, mas fato é que, a não ser que o Xbox One venha camuflado dentro de um equipamento da HP, com uma unidade gráfica da NVIDIA (GeForce 700 GTX), estamos diante de mais um caso de “maquiagem” de demonstração, que está ficando cada vez mais comum no mundo da tecnologia.

O pior da história para a Microsoft não foi a confissão de Peter, mas pelo fato de diversos convidados para as tais demos fotografarem o os tais PCs que estavam instalados no recinto (uma vez que um deles deu problema no meio da demo), enquanto outros jogadores se divertiam em um Xbox One que, na prática, não estava lá.

Devo deixar claro que não podemos podemos qualificar isso como um escândalo. A essa altura do campeonato, não deveria ser surpresa para ninguém a adoção dessa prática. A E3 é a maior feira do mundo dos videogames, e as marcas estão lá para apresentar as suas principais armas, com a menor margem de erros possível. Porém, na prática, o que rolou por lá foi uma pequena (grande) “enganação”, uma vez que certamente alguns convidados acreditavam que estavam tendo uma experiência completa, com um console Xbox One.

Diante dessa notícia, diversos desenvolvedores de jogos para o PlayStation 4 se apressaram em confirmar que os seus jogos estavam rodando na sala de demonstração da feira em equipamentos de desenvolvimento. A única diferença é que todos esses equipamentos contavam com as mesmas especificações técnicas do novo console da Sony, e não com “valores aproximados”, como nos PCs da demonstração da Microsoft.

E como até o momento não foi provado o contrário no caso da Sony, temos que acreditar nas palavras dos desenvolvedores.

Mas… Microsoft… vocês poderiam ter avisado antes, não é mesmo?

Foto: GamindBlend

Via 

Steam Early Acess permite que você experimente os jogos ainda em desenvolvimento na plataforma

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A Valve quer seguir oferecendo aos seus usuários novas possibilidades no Steam, e para isso, anunciaram o Early Acess. O portal dentro da plataforma de jogos vai permitir aos mais curiosos o acesso aos jogos que ainda estão em fase beta (pagando algum dinheiro por isso, é claro), dando assim a oportunidade de testes de novos títulos, acompanhando a sua evolução (com o tempo, os jogos são atualizados), descobrir erros e, obviamente, reportar problemas e experiências para os desenvolvedores, dando assim a chance dos jogos se desenvolverem de acordo com o feedback dos usuários.

Por enquanto, o catálogo de jogos desse segmento está bem reduzido (apenas 12 jogos estão listados, sendo um deles gratuito), mas imagino que será uma questão de tempo para que ela seja ampliada. Se você está interessado em conhecer melhor como o Steam Early Access funciona, clique aqui.

 

Via Valve

 

Por que o mês de novembro é o melhor para o mundo dos games?

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Estamos no mês de novembro, e todos já se animam para as compras de final de ano. O mercado de mobilidade já está em plena movimentação, uma vez que temos lançamentos da Apple, Samsung LG, Nokia, Motorola, entre outros grandes fabricantes já circulando nas lojas. No mercado computacional, o Windows 8 e seus produtos já dão o tom nas lojas e nos computadores domésticos. Mas o mês de novembro é o mês ideal para o mercado de games.

Não tem para o iPhone, para o LG Nexus 4, para o Galaxy S III… todos eles serão coadjuvantes nesse mês de novembro. O protagonista do mês é mesmo o mercado de games, e existem algumas explicações bem razoáveis para isso. Para começar, as previsões dos especialistas de mercado afirmam que o mês de novembro pode ser o melhor mês do ano para as vendas de consoles e jogos, por alguns motivos bem simples. O mais direto deles? As novidades reservadas para este mês.

Na parte de software, temos: Call of Duty Black Ops 2, Halo 4 e um novo Medal of Honor. Pode parecer pouco, mas são três grandes franquias que certamente vão impulsionar as vendas de jogos no período. E, se somarmos aos jogos que foram lançados em setembro e outubro, podemos criar um cenário bem otimista de vendas para o mês corrente. Além disso, temos um novo título da sempre popular franquia Mario Bros, o New Super Mario Bros. U, que deve ser o carro-chefe de uma longa lista de jogos que chegarão ao mercado no ato do lançamento do Nintendo Wii U, o que deve ajudar a inflar esses números.

Aliás, o Nintendo Wii U é o principal lançamento do ano no mercado de games. E acontece em novembro! E é claro que isso não nos surpreende, não é mesmo? Bom, vale lembrar que o Wii U inaugura uma nova geração de consoles de videogames, combinando o console doméstico a um controle com um a tela de LCD touchscreen de 6.2 polegadas. E a principal novidade do novo videogame nem é a tela integrada ao controle, mas sim o fato da Nintendo oferecer pela primeira vez um console capaz de reproduzir gráficos em alta definição (HD), algo que era muito esperado pelos fãs da Nintendo nos últimos anos.

Não sabemos qual será o sucesso do Nintendo Wii U ao longo do tempo. Mas é quase certo que, em um momento inicial, ele consiga despertar um mínimo interesse para que os fãs da Nintendo ao menos estudem a possibilidade de compra do console. Ainda fica uma certa dúvida sobre como essa proposta tela touchscreen integrada ao controle vai interagir com os títulos a serem lançados, mas a expectativa geral é que o produto alcance o seu objetivo inicial: atrair os gamers casuais.

Outro motivo para que a frase “novembro é o mês dos games” está no próprio comportamento desse mercado de games. Ao longo do ano, os fabricantes sabem quando devem apresentar os seus produtos. Por exemplo, durante os primeiros três meses do ano, o mercado de games é bem mais fraco, pois o público-alvo dos fabricantes está em pleno período de estudo nas escolas (e aqui, nós ainda estamos pagando as dívidas feitas no Natal). A partir do mês de abril, os fabricantes começam a se movimentar para apresentar as novidades da primeira janela de vendas do ano: as férias do meio do ano (verão no Hemisfério Norte).

A E3 Games não acontece no meio do ano por acaso. Na feira de Las Vegas, eles aproveitam para explorar os lançamentos que só chegarão ao mercado em 6 meses ou 1 ano, mas também estimulamo os jogos que acabaram de chegar ao mercado para esse período. Mas sempre deixando o melhor desse segmento para o segundo semestre do ano, que naturalmente é mais forte do que o primeiro.

As principais franquias de games esportivos, como as séries Madden NFL, FIFA, Pro Evolution Soccer e F1 (Codemaster) chegam ao mercado propositalmente no mês de setembro, por um motivo simples: com exceção da F1, as principais ligas esportivas do mundo começam as suas temporadas em setembro. Logo, com esse impulso natural, as vendas se tornam mais expressivas, e só tendem a crescer nos meses de outubro e novembro.

Mas é em novembro que elas atingem o seu ápice. É nesse mês que acontece a famosa “Black Friday”, ou o final de semana de vendas a preços ridiculamente baixos (lá fora, pois no Brasil, as lojas de e-commerce usam da malandragem de aumentar os preços de tudo, para que no dia promocional, vendam os produtos com preços “normais”, jurando que são promocionais). Mas é fato que o consumidor não só compra os produtos com preços bem mais baratos, mas se sentem estimulados a comprar outros produtos com os seus preços oficiais, mesmos sem desconto.

Além disso, o mês também marca o início das vendas para o Natal, e para aqueles que são mais precavidos, ou sabem que o décimo terceiro salário vai mesmo cair na conta em dezembro, a antecipação das compras pode ser uma vantagem importante. No preço, e nas filas que vai evitar nos estacionamentos de shoppings.

Por tudo isso, para você que decidiu esperar pelo final do ano para adquirir um bom jogo de videogame, parabéns. O mês de novembro foi feito para você. O mercado de games vai faturar muito nesse mês, e você muito provavelmente vai encontrar alguma promoção por aí, com aquele jogo que você deseja, por um preço que o seu bolso pode pagar.

A maioria dos jogos do Nintendo Wii U custará US$ 59,99

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Bem sabemos que tais valores não se aplicam ao Brasil, mas já servem para se ter um parâmetro do que está por vir. E os gamers de todo o planeta querem pagar menos pelos seus jogos. A Nintendo anunciou nessa semana a data de lançamento do Wii U – 18 de novembro – e aproveitou para informar que a maioria da primeira leva de seus jogos tem os seus preços fixados em US$ 59,99, o que representa um aumento médio de US$ 10 em relação aos jogos do Nintendo Wii.

O aumento de preço dos jogos está relacionado ao aumento dos custos de desenvolvimento e produção dos jogos, que agora possuem gráficos em alta definição, além de respectivas adaptações para o novo controle do Wii U, o GamePad. Por outro lado, esse preço para os games do Wii U não é muito diferente do que aqueles cobrados pelos seus principais concorrentes no mercado: jogos para Xbox 360 e PlayStation 3 também custam, em média, US$ 59,99, e isso desde a metade da década passada. Se pensarmos nos aspectos inflacionários e ajustes monetários, por proporção, os valores cobrados pela “Big N” são até mais baratos que os estabelecidos pelos parceiros da Microsoft e da Sony.

De acordo com o CEO e presidente da Nintendo of America, Reggie Fils-Aime, a grande maioria dos títulos para o novo console ficará nessa faixa de preço, mas nem todos os jogos custarão esse valor. “Teremos algumas exceções. O Wii Fit U não poderá custar US$ 59,99 com uma Balance Board, por exemplo. Mas certamente, acreditamos que esses jogos são grandes, robustos e com demanda suficiente para satisfazer nossos jogadores”, completa Reggie.

No Brasil, os preços dos jogos do Nintendo Wii variam entre R$ 99 e R$ 179, dependendo do título. Logo, se usarmos a amostragem do valor norte-americano, e multiplicarmos por três, podemos esperar jogos na faixa entre R$ 180 e R$ 240. Mas isso é só um chute. A verdade só será descoberta quando o console chegar por aqui.

Via IGN

Lista de primeiros jogos que chegam com o lançamento do Nintendo Wii U é revelada

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A primeira grande (e oficial) lista de jogos do Nintendo Wii U foi divulgada hoje (13), no mesmo evento que confirmou o lançamento oficial do console para o mês de novembro nos Estados Unidos, Europa e Japão. E, pelo visto, os “early adopters” do console não vão poder reclamar de falta de bons jogos para começar a diversão em sua casa.

Jogos como The Legend of Zelda, Metroid, LEGO e Donkey Kong estarão presentes desde o primeiro dia do console no mercado, e os executivos da Nintendo acreditam que “o novo console também pode criar novas possibilidades extraordinárias para os desenvolvedores de games”, o que poderia incentivar a aumentar o leque de títulos a serem oferecidos para o console em um futuro a médio e longo prazo.

O Nintendo Wii U foi mostrado por diversas vezes no ano passado, em testes e experimentos. A preocupação da Nintendo com o novo console, é que sua experiência de jogo é bem diferente do convencional, porém, com várias alternativas para o gamer controlar o seu personagem, como o clássico stick e nunchuck do Nintendo Wii, um controle Pro tradicional, além do GamePad com tela sensível ao toque.

Abaixo, veja a lista completa de jogos que estarão disponíveis na primeira fase de lançamento do Nintendo Wii U (janela estabelecida entre 18 de novembro de 2012 e 31 de março de 2013), e um vídeo demonstrativo desses jogos no final desse post:

Funky Barn
NBA 2K13
007 Legends
Call of Duty: Black Ops II
TRANSFORMERS PRIME
Wipeout 3
Skylanders Giants
Cabela’s Dangerous Hunts 2013
Rapala Pro Bass Fishing
Monster Hunter 3 Ultimate
Rise of the Guardians: The Video Game
Ben 10: Omniverse
Family Party: 30 Great Games Obstacle Arcade
Disney Epic Mickey 2: The Power of Two
Mass Effect 3
Madden NFL 13
EA SPORTS FIFA Soccer 13
Trine 2: Director’s Cut
Runner2: Future Legend of Rhythm Alien
Majesco Entertainment
Zumba Fitness Core
Jett Tailfin
TEKKEN TAG TOURNAMENT 2 Wii U Edition
TANK! TANK! TANK!
Nintendo Land
New Super Mario Bros. U
NINJA GAIDEN 3: Razor’s Edge
SiNG PARTY
LEGO City: Undercover
Wii Fit U
Game & Wario
Pikmin 3
The Wonderful 101
Aliens: Colonial Marines
Sonic & All-Stars Racing Transformed
Nano Assault Neo
WARRIORS OROCHI 3 Hyper
Darksiders II
Wheel of Fortune
JEOPARDY!
Toki Tori 2
Assassin’s Creed III
Just Dance 4
Marvel Avengers: Battle for Earth
Rabbids Land
Sports Connection
Your Shape: Fitness Evolved 2013
ZombiU
Rayman Legends
Scribblenauts Unlimited
Game Party Champions
Batman: Arkham City Armored Edition

Via SlashGear

Por que o mundo precisa de um novo iPhone com uma tela maior?

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Para começar, um bom motivo seria evitar acessórios como esse, onde você é obrigado a levar dois produtos (um no bolso e outro na mochila).

Vivemos durante cinco anos com o iPhone em suas diferentes versões entregando uma tela de 3.5 polegadas. E acreditávamos que éramos felizes com isso. Aí vieram os smarphones com telas de 3.7, 4, 4.27, 4.3, 4.5, 4.8, 5 e até 5.3 polegadas, e percebemos que o nosso iPhone virou um verdadeiro brinquedinho de criança em relação aos monstros tecnológicos que os concorrentes lançavam. E, principalmente para vídeos e games, as telas maiores apresentavam uma grande vantagem.

Nos últimos meses, ouvimos por muitas vezes que o novo iPhone a ser apresentado em setembro terá uma tela maior. Os últimos rumores sobre o assunto não só sugerem que isso é real, mas o próprio iOS 6 vai suportar uma resolução maior (640 x 1.136, contra as 640 x 960 do iPhone atual). E acredite, 176 pixels a mais ajudam, e muito.

Tudo bem, muita gente vai argumentar que a tela do iPhone não precisa mudar de tamanho, por causa de uma resolução mais ajustada. Ok. Mas… vamos ver pelo outro lado da moeda. Vamos ver todas as possibilidades que uma tela maior poderia oferecer para o smartphone da Apple. Temos aqui pelo menos dois argumentos muito bons para que o novo iPhone receba uma tela com dimensões mais generosas.

São pontos que devem ser considerados antes de simplesmente dizer “não deve mudar o que é perfeito” (mesmo porque você sabe muito bem que não é).

Vídeos em HD

A tela do atual iPhone segue o padrão 4:3, assim como o iPad. Mas, no caso do tablet, faz sentido por causa dos e-books, PDFs e revistas digitais exibidas no produto, que ficam melhor em uma exibição padrão 4:3. Mas no iPhone, isso não faz muito sentido. Hoje, o padrão de vídeos é o formato 16:9, principalmente os vídeos em HD. A maioria dos smartphones Android já estão com suas telas com tal aspecto, e o resultado de exibição de vídeos é excelente. Até a câmera de vídeo do iPhone 4/4S grava em alta resolução, então, por que insistir no em um formato de tela ultrapassado?

Com uma tela maior, as letterboxes (ou barras horizontais) seriam menores, tanto para os vídeos gravados nos smartphones quanto na maioria dos vídeos online e programas de TV. É óbvio que os programas antigos não estão no formato 16:9, e alguns filmes já se apresentam no padrão 21:9, mas os dois grupos citados são a minoria.

Só para comparar a diferença, veja abaixo a tela de um iPhone e de um smartphone Android qualquer, do mesmo vídeo, no mesmo frame.

Resumindo: Android = imagem com tela cheia. iPhone = letterboxes. Isso precisa acabar.

Os games e seus botões virtuais

Lembra da foto da geringonça no começo do post? Pois bem, vamos voltar a falar disso.

Este é outro (grande) motivo para uma tela maior no iPhone. Uma tela maior é muito bem vinda para os games, e como o iPhone se transformou em uma importante plataforma de jogos (dizem que ela será a principal plataforma de jogos mobile até o final de 2012), a Apple deveria pensar nisso de forma séria. E, pense comigo: já não é algo tão agradável jogar sem botões físicos, jogando direto na tela (principalmente para os gamers mais velhos e tradicionais, como eu), imagine então ter que fazer isso em uma tela minúscula. Os polegares ficam procurando o botão sem sentido, marcando toda a tela. E até mesmo para quem gosta de games nas telas sensíveis ao toque, o jogo pode se tornar melhor com uma tela maior. Quem tem o Galaxy S II sabe do que estou falando.

Mas aí, como o iPhone tem uma telinha de apenas 3.5 polegadas, somos obrigados a comprar bugigangas como o iCade abaixo.

O que você acha de ter os botões de jogos deslocados nas duas laterais (na orientação horizontal) ou na parte inferior da tela (na orientação vertical)? Alugns jogos poderiam muito bem utilizar desse expedientes, voltando a ação do jogo para o centro da tela. O iOS 6 insinua que isso pode acontecer, tanto que na última beta do SO lançada (Beta 4), ele já mostra cinco linhas de aplicativos. Ou seja, se pode ter mais ícones na tela, nada impede de um espaço dedicado para os botões virtuais, e não só para jogos, mas para todos os tipos de aplicativos.

Os ícones de aplicativos medem 114 pixels na Retina Display, mas muitos botões virtuais são menores que isso. Com os 176 pixels a mais de altura (e 88 pixels a mais de largura, se considerarmos que a tela do novo iPhone deve alcançar as 4 polegadas), você poderia adicionar, sem maiores problemas, um ou dois botões virtuais na orientação vertical, e ainda assim sobraria espaço para a exibição dos jogos e de outros aplicativos.

E isso, porque nem citei o fato de um teclado virtual maior, tanto para redação de mensagens nas redes sociais quanto para digitação de mensagens SMS. Particularmente, isso seria muito bem vindo. Meus gordos polegares agradecem!

São apenas dois exemplos. Acho que todo mundo vai sair ganhando com essa. A Apple, que vai ter um motivo forte para que os usuários antigos do iPhone comprem o novo modelo, e os usuários, que vão ter mais espaço em tela para aproveitar do entretenimento e produtividade que o iPhone pode oferecer. Se isso vai acontecer ou não, só saberemos em setembro (e olhe lá). Mas que seria uma boa, isso seria.

Baseado no post da CNET

Valve venderá todo o tipo de software (e não apenas jogos) através do Steam

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Não faz muito tempo, rumores levantavam a possibilidade da Valve se dedicar a outros segmentos de mercados além dos jogos. E os rumores se confirmaram hoje (08/08). A Valve anunciou de forma oficial, através de uma curta nota de imprensa que, a partir do dia 5 de setembro, o serviço vai vender todo o tipo de software, e não necessariamente relacionado ao mundo dos jogos, a partir do seu serviço online.

Segundo informa a empresa, a ideia é que tais programas se beneficiem de alguns dos pontos fortes da plataforma, como a facilidade na hora da instalação, atualizações automáticas ou salvar os progressos na nuvem, para que você possa acessar o conteúdo deles em qualquer lugar. Nas palavras de Mark Richardson, responsável pelo desenvolvimento de negócios da empresa:

“Os 40 milhões de jogadores que frequentam o Steam estão interessados em algo mais que jogar (…) e ficamos sabendo que eles gostariam poder acessar o seu software preferido a partir do Steam, de modo que essa expansão é a resposta à este pedido”.

A empresa também aproveitou a oportunidade para anunciar que o desenvolvedor que está interessado em participar do projeto, pode entrar em contato com eles através da Steam Greenlight a partir de agora, já que naturalmente eles pensam em aumentar a sua oferta de conteúdos aos poucos.

Via Joystiq

OUYA anuncia a XBMC como nova parceira do console Android, além de revelar lista de jogos para o lançamento

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Ele é pequeno, não é mesmo?

Bom, depois de detonar na Kickstarter, sendo uma das iniciativas mais lucrativas da história do site, a OUYA está contando com colaboradores de peso, e aos montes. A nova parceria fechada é com a XBMC, que vai oferecer ao console os seus serviços de oferta de stremaing de conteúdo multimídia. Por enquanto, não há informações sobre os tipos de adaptação que serão feitas na plataforma para se tornar compatível com o console, mas ao que tudo indica, os seus desenvolvedores serão os primeiros felizardos que poderão utilizar os primeiros protótipos do hardware do console, para poder fazer o que for necessário para que tudo funcione de forma correta desde o primeiro dia.

De qualquer forma, a XBMC não é a única nova parceira da OUYA no projeto a investir na parte multimídia do console. O OUYA também vai receber o serviço de rádio por streaming Tunelen, que já está disponível para os smartphones Android. Por fim, também temos uma suposta lista de jogos que podem estar disponíveis no console no ato do seu lançamento.

  •     AR-K: A Dark Acid Adventure Comedy
  •     Armored Tank Assault 2
  •     Aura Tactics
  •     Auro
  •     Castle Conflict 2
  •     Echoes of Eternea
  •     Final Fantasy III
  •     Gish (and more!)
  •     Gravestompers
  •     Gunblitz
  •     Heroes Call and Ski Safari
  •     Ittle Dew
  •     Kaiju Combat
  •     Kitaru
  •     Legends of Aethereus
  •     MANOS: The Hands of Fate
  •     Megatroid
  •     Mutant Mudds
  •     Orbital Blaster
  •     Quest for Infamy
  •     Reincarnation: The Root of All Evil
  •     Rival Threads
  •     Rush Bros
  •     Saturday Morning RPG
  •     Spinferno
  •     Super Retro Squad
  •     Volgarr the Viking
  •     Xenonauts

Via XBMC e Kickstarter