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A história secreta por trás do iPod vendido pela HP

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Na CES de 2004, Carly Fiorina, então CEO da HP/Compaq, carregava consigo um iPod com o logo da HP na parte de trás do dispositivo. A empresa se transformava em distribuidora do reprodutor portátil, depois de um acordo que Steve Jobs idealizou com um único objetivo: deixar o seu concorrente muito para trás no mercado.

Hoje, Fiorina é candidata nas eleições primárias dos EUA, e acredita que sua amizade com o finado Steve Jobs pode ajudar nesse objetivo. Mas hoje, contaremos como aquela manobra de Jobs foi uma estratégia de mestre, que fez com que a HP não pudesse reagir no mercado de players portáteis. Mais: quando tentou, já era tarde demais.

Steven Levy, do Backchannel, comenta que o acordo permitia que a HP inserisse o seu logo nos iPods… sob duas condições: 1) a HP tinha que pré-instalar o iTunes em todos os seus PCs; 2) a HP não poderia desenvolver ou comercializar um player musical que competisse com o iPod até agosto de 2006.

Na CES 2004, a HP anunciou a sua versão do iPod. E isso foi patético na época, ainda mais com o slogan “invent”. Mas calma, pois piora: o maior anúncio da HP no evento foi que eles iriam vender o invento dos outros.

Nem preciso dizer que aquele iPod da HP foi um fracasso, por um motivo muito simples: pouco depois daquele evento, a Apple começou a expandir as suas lojas físicas, de modo que quando a HP começou a vender esses players, Jobs apresentou no mesmo ano novos modelos de iPods (iPod Classic Photo em outubro de 2004, iPod Shuffle em janeiro de 2005), deixando os modelos vendidos pela HP desatualizados.

Fiorina se deu conta do erro, e deixou de vender os iPods em julho de 2005. Mas ali o estrago já estava feito: a Apple garantiu a pré-instalação do iTunes em milhões de computadores da HP, na época a maior vendedora de PCs do mundo, eclipsando parte do sucesso do Windows Media e de seus concorrentes na época, além de deixar os iPods da HP obsoletos quase ao mesmo tempo que eles chegaram ao mercado.

Uma jogada de mestre de Steve Jobs.

Via Backchannel

A Apple pode ressuscitar os iPods?

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Há quem diga que sim. O site frances igen (que acertou vazamentos anteriores) garante que a Apple vai renovar a sua linha de iPods ainda nesta semana.

A utilização em massa dos smartphones deixou para trás uma série de produtos que antes foram muito importantes, como câmeras compactas e reprodutores de música. O iPod revolucionou o mercado, sendo líder de vendas, mas quando a versatilidade dos smartphones se tornou efetiva, o mesmo iPod foi o mais afetado. E a Apple sabe bem disso. Tanto, que há três anos eles não apresentam uma grande renovação dessa linha de produto.

Algo que pode mudar nessa semana, especialmente no modelo Touch, que é basicamente um iPhone sem um slot para SIM card. A fonte aposta em uma mudança de design, aumento de capacidade de armazenamento e desempenho, com a presença do novo SoC da Apple, promovendo os iPods para a arquitetura de 64 bits.

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A renovação dos iPods teria como objetivo apoiar o novo serviço Apple Music, e rentabilizar em cima da compra da Beats. Mesmo com três meses gratuitos do serviço, os primeiros dados de venda parecem não ter empolgado os usuários da Apple.

É interessante a manobra da Apple ao renovar os iPods, mas não acredito que eles vão conseguir reverter a tendência de queda nas vendas dos reprodutores portáteis. Mas ficaremos de olho nessa semana para um eventual anúncio oficial.

Apple é inocentada no caso de monopólio dos iPods (entre 2006 e 2009)

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A Apple foi considerada inocente das acusações de monopólio levantada por dois dos seus clientes em um tribunal dos EUA. De acordo com os demandantes, entre 2006 e 2009, a Apple prejudicou os consumidores, uma vez que os seus iPods não permitiam o consumo de música adquirida em outras lojas, além de não permitir a exportação de músicas compradas no iTunes para outros dispositivos.

De acordo com os demandantes, a Apple chegou a incorrer em práticas de duvidosa legalidade, apagando músicas que os proprietários do iPod converteram para o DRM da Apple, utilizando ferramentas de terceiros (criticadas pela própria Apple, diga-se de passagem). Para o júri, as versões do iTunes que a Apple lançou naquela época incluíam melhorias importantes do produto, e não apenas limitações e restrições, como foi alegado.

A Apple se defendeu, garantindo que o iTunes, seu software e hardware foram desenvolvidos para funcionar como um sistema conjunto, semelhante ao que acontece hoje nos consoles da Sony, Microsoft ou Nintendo. Ou seja, ninguém espera que um jogo do PlayStation 4 rode no Xbox One (esse foi um dos argumentos da Apple).

A defesa também explicou que, no passado, eles foram obrigados a introduzir o DRM nas suas músicas e dispositivos por pressão das próprias gravadoras. Quando essas pressões terminaram, a Apple eliminou completamente o DRM. Hoje, a música do iTunes serve para qualquer dispositivo, e o iPod pode receber a música que quiser, de diferentes origens.

Com o veredito, a Apple evita ter que pagar US$ 350 milhões em danos exigidos pelos advogados que representavam a demanda coletiva. E o mais importante: evita ter que pagar mais dinheiro no futuro para outros clientes que reclamarem pela mesma causa.

Os perdedores podem recorrer da sentença.

Via The Verge

Apple trabalhou em bloquear 100% dos concorrentes do iPod

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A luta anti-monopólio da Apple continua a surtir efeitos negativos para a gigante de Cupertino. Rod Schultz, ex-engenheiro do iTunes, revelou que trabalhou em um projeto que bloquearia ‘100%’ dos clientes que não são iTunes, além de manter qualquer software de terceiros longe do gerenciador de mídia da Apple.

Essa manobra virou um processo judicial, onde os demandantes alegam que isso foi feito contra a concorrência para aumentar os preços dos iPods entre 2006 e 2009. Um trabalho acadêmico de 2012, feito pelo próprio Schultz, detalha os sistemas operacionais que a Apple bloqueou para que o iTunes não fosse utilizado (aka Linux).

O Wall Street Journal ainda informa que Schultz confirmou que os primeiros trabalhos de sua equipe eram necessários para a proteção dos direitos autorais, mas que tal medida acabou facilitando as coisas para o iPod, que dominou o mercado. A Apple, por sua parte, informa que as medidas de segurança foram tomadas para proteger a experiência do usuário, algo que – segundo eles – poderia ser prejudicada se outros formatos de áudio ou gestores de mídia fossem permitidos.

Schultz foi o único a testemunhar no caso, de modo que temos ainda que esperar o que os jurados vão definir, e se a multa atual (de US$ 350 milhões) que a Apple tem que pagar pode triplicar.

Via Wall Street Journal

Dicas de Compras | iPod Classic 160GB – Silver – Apple (últimas unidades)

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O iPod Classic foi descontinuado nessa semana (no mesmo dia do evento de lançamento dos novos iPhones), ou seja, vai sair do mercado em breve. Mas se você quer ter um player musical portátil, capaz de armazenar 160 GB de músicas, essa é a sua chance.

iPod Classic 160GB – Silver – Apple

De: R$ 1.399,00
R$ 1.249,00 (10% de desconto)
10x de R$ 124,90 sem juros
R$ 1.186,55 (5% de desconto) no boleto ou bankline.

Valores sujeitos a alteração sem aviso prévio.

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iPod classic é (finalmente) descontinuado

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Fim da linha para o iPod Classic. Depois de sair do ar para ser atualizado com os novos iPhones e o Apple Watch, o site da Apple não é mais oferecido entre as opções disponíveis para compra. A partir de agora, os modelos disponíveis são o iPod shuffle, iPod nano e iPod touch.

A Apple não se pronuncia sobre a decisão, mas é preciso pensar que o mercado de MP3 players como um todo está cada vez mais escasso, com as pessoas ouvindo suas músicas em smartphones e tablets. E o iPod não é exceção, registrando quedas consecutivas de vendas. O iPod classic é a versão do player musical da Apple que por mais tempo durou no mercado, onde a primeira versão apareceu em outubro de 2001.

O iPod classic atual foi lançado em 2009, e oferecia uma generosa capacidade de 160 GB. E esse era o último dispositivo que ainda contava com a Click Wheel, roda de navegação sensível ao toque.

Se você ainda quer ter um iPod classic, é melhor correr enquanto há tempo: clique no banner abaixo para comprar o seu.

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Via The Verge

Apple reduz preços do iPod touch, agrora que tem mais cores e câmera iSight

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O iPod touch segue vivo, quase que como um “herói da resistência . A Apple anunciou a renovação da sua linha mais recente de reprodutores digitais portáteis, com algumas melhorias interessantes.

A primeira – e talvez mais importante – está relacionada com a câmera iSight, que até o momento estava ausente na versão de 16 GB do iPod. Isso muda hoje, pois o sensor de 5 megapixels passa a estar presente no modelo mais barato de sua linha. Essa câmera é capaz de gravar vídeos a 1080p.

A segunda novidade passa pela oferta de cores, que agora foi ampliada para o iPod touch de 16 GB. Novas e alegres cores passam a ser ofertadas, mais em consonância com a habitual oferta da marca.

Por fim, os preços. A Apple reduziu os valores de toda a família mais recente do iPod, que passa a custar (lá fora) US$ 199 para a versão de 16 GB, US$ 249, para a versão de 32 GB, e US$ 299 para o modelo de 64 GB.

No Brasil, o iPod touch também receber uma redução de preço. O modelo de 16 GB está indisponível no momento, e os modelos com 32 GB e 64 GB passam a custar R$ 1.199 e R$ 1.429, respectivamente (antes custavam R$ 1.449 e R$ 1.899).

Via CNET

Os laços entre a Apple e Beats Audio existem desde a era do iPod

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A notícia da possível compra da Beats por parte da Apple surpreendeu a muitos ao redor do planeta. A compra ainda está por ser confirmada oficialmente, mas tudo indica que é só uma questão de tempo. A decisão pode parecer estranha, mas não é. Os laços entre os diretores da Apple e os fundadores da Beats vem da época que Steve Jobs ainda era CEO da empresa, do iPod, e do lançamento do iTunes.

A imagem acima foi registrada em 26 de outubro de 2004, dia do lançamento do iPod de 4ª geração. Jobs aproveitou para apresentar o iPod (RED), onde parte das vendas eram destinadas à luta contra a AIDS, a tuberculose e a malária. O lançamento aconteceu em parceria com a banda U2 (na imagem, Bono e The Edge), que estão acompanhados na foto com o produtor Jimmy Iovine, que hoje é presidente da gravadora Geffen A&M Records. Quatro anos depois, Iovine fundaria a Beats, ao lado do rapper Dr. Dre.

A Bloomberg publicou um artigo explicando como Apple e Beats podem acabar juntas. Steve Jobs e Jimmy Iovine se conheciam pelo menos desde 2000. Essa relação foi forjada por diversas conversas que Apple e Jobs teve com as gravadoras e produtoras para levantar o seu império musical em torno do iTunes e do iPod.

Iovine foi (e ainda é) um dos gurus da indústria musical. Ajudou a criar (por exemplo) alguns dos principais trabalhos de Bruce Springsteen e 50 Cent, além de co-produzir o filme 8 Mile. É, de longe, um dos grandes entusiastas do iTunes desde o seu princípio.

Como observa a Bloomberg, Jobs chegou a fazer para Iovine uma demonstração pessoal de como funcionava a iTunes Store antes do seu lançamento oficial em 2003. O produtor ajudou Jobs e a Apple a convencer as demais gravadoras que o iTunes era o caminho a seguir, para evitar a pirataria e rentabilizar o mundo da música digital

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Mais de uma década depois dessa amizade entre Jobs e Iovine resultar no sucesso do iTunes e do iPod, a Apple e a Beats podem fechar um acordo multimilionário, onde Iovine provavelmente deve assumir um cargo chave na diretoria da Apple. O objetivo exato da operação ainda está por vir, mas tudo aponta para uma combinação de hardware e software.

Mas algo está bem claro: a compra não é fruto da mera casualidade.

Via Bloomberg

Vendas da linha iPod sofrem queda de 52% em 2013

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O único produto que hoje registra números negativos para a Apple em vendas é o iPod. Segundo o relatório apresentado ontem (27) por Tim Cook, as vendas do iPod despencaram 52% em 2013.

Os motivos são bem claros. O mais evidente deles é o fato dos usuários preferirem comprar um iPhone para (entre outras coisas) ouvir músicas do que o iPod. E até mesmo o iPad, para navegação na internet ou atividades multimídia.

O iPod ainda gera quase US$ 1 bilhão em vendas para a Apple (para ser mais preciso, US$ 973 milhões), que representam aproximadamente 6 milhões de iPods vendidos no quarto trimestre de 2013 (sem especificar quais modelos).

Peter Oppenheimer, CFO da Apple, comentou que eles reconhecem o declínio natural nas vendas dos MP3 players tradicionais (Shuffle, Nano e Classic), e que eles esperam tanto pela extinção dos players quanto pela canibalização do iPod Touch por parte do iPhone.

A Apple não lança um novo iPod a algum tempo, exceto pelo iPod Touch apresentado em maio de 2013. É até possível apostar em uma nova versão do Touch em 2014, mas essas chances acabam ficando reduzidas, diante dos números apresentados pela Apple ontem.

Via The Verge

CES 2014 | iRing, um mouse aéreo para DJs e compositores no iOS

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Como pode ser comprovado nos últimos dias, a CES 2014 é uma mina de ouro para conhecer todo e qualquer tipo de gadgets e periféricos. O que você vê acima é o iRing, fabricado pela IK Multimedia, uma espécie de mouse aéreo para iOS, que é colocado no dedo e pode servir tanto para aspirantes a DJ como para músicos profissionais.

Para que tudo funcione perfeitamente, é necessário que o usuário se posicione na frente da câmera frontal do iDevice, e o aplicativo se encarrega de traduzir todos esses gestos em instruções, para que a tarefa em execução seja realizada com sucesso.

Dado que o fabricante está muito centrado na criação multimídia, o conjunto está preparado não apenas para editar faixas musicais de forma simples, mas também para as criações mais elaboradas para os pais da matéria. Além disso, o dispositivo conta com alguns aplicativos próprios de edição, para que possam ser aplicados efeitos de forma mais simples.

Preço do iRing: US$ 25.

 

Via IK Multimedia

Apple informa que 74% dos usuários da Apple Store usam o iOS 7

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Diz o ditado que os números são frios, mas analisar os resultados de estatísticas do mundo da tecnologia é sempre algo divertido (ainda mais quando vemos pessoas que ficam enervadas por não entenderem que os números são frios). Dito isso, ainda nessa semana vimos a Google informar que 1.1% dos seus smartphones Android que visitavam a Google Play já usavam o Android KitKat. Agora, a Apple informa que 74% dos dispositivos que visitam a App Store usam o iOS 7.

Os números representam um crescimento de nada menos que 10% em relação ao mês anterior, e é importante analisar tudo o que está por trás desses valores. Por exemplo: existe uma quantidade muito maior de dispositivos Android do que iOS. Mesmo. Definitivamente. Além disso, a Google não fabrica os seus dispositivos (bom, pelo menos não da mesma maneira que a Apple), e o Android é utilizado em praticamente todo o tipo de dispositivos, não se limitando aos smartphones e tablets, e sem falar em alguns produtos que contam com o Android integrado, que provavelmente jamais verão uma nova versão do sistema operacional.

Levando essas variantes em conta, não duvido que o uso da versão KitKat do Android vai aumentar em porcentagens expressivas quando os principais fabricantes de smartphones e tablets com o sistema (Samsung, HTC, LG, Sony, Motorola, etc) começarem a adotá-lo de forma definitiva nos produtos já lançados e nos futuros lançamentos.

Por outro lado, também temos que elogiar a Apple pela sua capacidade de oferecer o mesmo software para todos os usuários ao mesmo tempo. É claro que é mais fácil estabelecer esse controle quando é você mesmo quem fabrica os seus dispositivos. Porém, é muito bom ter uma empresa que quer oferecer a mesma experiência de uso para uma grande parcela de seus usuários, ao mesmo tempo, e de forma imediata.

De qualquer forma, a Apple disponibilizou esse relatório para (também) manter vivo o espírito de competição. Para que posts como esse sejam utilizados como argumentos na discussão entre os fanboys.

Via developer.apple.com

Black Friday 2013 | Dock Station para iPhone e iPod (30 pinos) Philco PH9, por R$ 99 (via boleto) ou R$ 112 (via cartão)

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Dock Station para iPhone e iPod (30 pinos) Philco PH9  pode ser encontrado hoje (30/11) pelo valor promocional de R$ 99, com opção de pagamento no boleto bancário, ou R$ 112, para pagamento via cartão de crédito, com parcelamento em até 12 vezes sem juros.

Para comprar esse produto no TargetHD, clique no banner no final do post (ou nas imagens que ilustram essa publicação).

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Logitech PowerShell Controller, o controle para o seu iPhone com iOS 7, é lançado oficialmente

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A Logitech apresentou o seu próprio acessório para games dedicado ao iOS 7 (e, obviamente, ao iPhone). Já conhecido pelo grande público em junho (através de um daqueles vazamentos que tanto amamos), o Logitech PowerShell Controller+ Battery é anunciado oficialmente.

Como o seu próprio nome indica, o acessório não apenas vai oferecer um controle dedicado para os seus games no smartphone, mas também vai dar uma energia extra para o dispositivo, com uma bateria integrada de 1.500 mAh. Sobre as suas opções de controle propriamente ditas, nada de muito chamativo: ele possui um d-pad, um botão em forma de gatilho em cada canto e quatro botões frontais.

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Sua compatibilidade se centra no iPhone 5 e iPhone 5s, mas o dispositivo conta com um adaptador para ser compatível com o iPod Touch de 5ª geração. Apesar dos botões de controle de volume permanecerem intactos, o mesmo não acontece com a porta de 3.5 mm, onde o usuário vai ter que utilizar um adaptador extra para conectar os fones de ouvido.

O Logitech PowerShell Controller + Battery estará disponível no mercado no mês de dezembro, e nos Estados Unidos, seu preço sugerido é de US$ 99,99.

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Via Logitech

RoboMe, ou como transformar o seu smartphone em um robô

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A WowWee já é conhecida por criar robôs para o entretenimento infantil (tá, nem tanto…), e agora, apresentou o seu novo RoboMe, que permite personalizar a cara do seu pequeno robô, utilizando o seu iPhone ou iPod Touch.

O produto pode ser uma interessante opção de presente de Natal para algum geek que você conhece por aí, como por exemplo… você. A principal característica desse produto é justamente a possibilidade de colocar o seu avatar na “cabeça” do robô. O usuário pode conectar um dos dois iDevices compatíveis diretamente no produto (após a instalação do aplicativo correspondente), e controlar o robô a partir de um iPad.

O aplicativo também permite a personalização da aparência do avatar, além de poder controlar o RoboMe, comunicar-se com outros dispositivos, entre outras funções. O usuário pode até mesmo ver o que o robô está “vendo”, com as imagens captadas pela câmera frontal, em em tempo real. Sem falar que o produto pode identificar comandos de voz e responder determinadas ações, através do sensor de reações.

Com isso, o robô pode até mesmo responder quando alguém acena com as mãos, de forma independente. Tudo vai depender da personalidade que o usuário deixa personalizado nas configurações.

O RoboMe está disponível para compra nos Estados Unidos, com um preço sugerido de US$ 99. Inicialmente, o produto está orientado para crianças maiores de 8 anos, mas não duvido que algumas crianças crescidas se encantem pelo gadget.

 

Via WowWee

O iPod completou 12 anos de vida

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Em 10 de novembro de 2001, Steve Jobs apresentou o primeiro iPod. E a partir daquele momento, ele e a Apple mudavam o mundo da música para sempre.

A não ser que você tenha vivido embaixo de uma pedra nos últimos (vai) 12 anos, e tenha saído há 20 minutos, e esse post foi uma das primeiras coisas que você tenha feito após sair da pedra, você sabe o que é um iPod. Logo, vamos economizar tempo em apresentações. O que podemos dizer é que o iPod é o primeiro produto da Apple que efetivamente marcou a entrada da empresa no universo da tecnologia de consumo, e a partir daí, fez com que a empresa se tornasse efetivamente um gigante do setor.

Foi o produto que colocou um “i” em tudo o que foi imaginado depois, e você querendo ou não, foi o produto que pavimentou o caminho para o avanço tecnológico que, anos depois, resultou no cenário atual de smartphones, eletrônicos e gadgets de consumo. Aliás, vale lembrar que, na época do seu lançamento, o produto deu tão certo, que conseguiu a façanha de ser vendido por US$ 400, mesmo sendo compatível apenas com os computadores da Apple, e contando com apenas 5 GB de capacidade de armazenamento.

Quando o iPod chegou ao mercado, o mundo começava a falar no compartilhamento de músicas (através do Napster) e da conversão de CDs em MP3. E pensar que quando eu fiz tudo isso, eu estava apenas a dois anos de me casar. O timing de lançamento do iPod foi simplesmente perfeito, e olha que já haviam outras opções de players musicais no mercado.

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O tempo passou, muitas versões do iPod foram lançadas, e ao mesmo tempo em que pensamos que o produto está no seu processo de extinção (em 2013, não tivemos anúncios de novos iPods, o que é mais uma evidência clara que o seu fim está próximo), também podemos pensar o quanto a tecnologia evoluiu em dez anos.

De um iPod rudimentar como era o modelo original de 2001 para o iPod Touch de quinta geração, apresentado em 2013, o iPod mostrou uma evolução incrível, apresentando novos recursos, formatos e funcionalidades. De forma indireta, isso ajudou a evoluir toda uma indústria de players musicais, e até mesmo nos telefones móveis. Hoje, qualquer celular de baixo custo é capaz de reproduzir músicas em formato digital, e isso não seria possível sem o lançamento do iPod.

E a pergunta fica: por quanto tempo o iPod ainda pode sobreviver no atual mercado de gadgets?

Via Apple Insider

Apple é multada no Japão, por usar de forma indevida patentes de outras empresas na sua Click Wheel

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O mundo dá muitas voltas, não é mesmo? E, tal como eu já digo a alguns anos (desde que eu criei esse blog em 2008, para ser mais preciso), não existe empresa perfeita nesse mundo da tecnologia. Aquela que sempre acusa as demais de copiar as suas inovações, de tempos em tempos, é acusada de copiar as invenções dos outros, sem pagar os devidos direitos para isso.

Segundo o site Kyodo News, a Apple recebeu ordens do Tribunal do Distrito de Tóquio (Japão) que obrigam a empresa a pagar a quantia de 300 milhões de ienes (ou US$ 3.4 milhões) para Norihiko Saito. Motivo: a empresa de Cupertino infringiu uma patente que pertencia à esse inventor, patente essa que foi adotada na sua mítica Click Wheel, presente nas primeiras gerações do iPod.

De acordo com o processo apresentado a mais de cinco anos, a roda Click Wheel, que conta com funções sensíveis ao toque, faz uso de uma das patentes de Norihiko, e ainda que inicialmente a indenização exigida fosse de 10 bilhões de ienes (ou US$ 101 milhões), o valor do processo foi fechado em uma quantia única, e não baseada no número de iPods vendidos até a data (o que resultaria na quantia multi-milionária). Ou seja, a Apple só precisa vender um dia ou dois dos seus lucros para pagar esse processo.

De qualquer forma, temos aqui mais uma prova que não existe aquela “fabricante imaculada”, que é inovadora, e não copia nada de ninguém. Todo mundo usa as tecnologias de todo mundo. Toda gigante de tecnologia copia MUITA COISA de outras fabricantes. Não é pecado isso. O pecado é copiar sem pagar os direitos aos verdadeiros criadores.

Via Dow Jones, Kyodo News

[Especial] Cinco smartwatches que são mais baratos que o Galaxy Gear (e quebram um galho)

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O Galaxy Gear, o relógio inteligente da Samsung, chega ao mercado no dia 25 de setembro, por US$ 299 (lá fora – até o momento da conclusão desse post, o preço do produto no Brasil não foi confirmado). Esse é um valor consideravelmente elevado, mas isso não quer dizer que não existam smartwatches baratos ou, ao menos mais acessíveis no mercado. Pelo contrário: nesse post, apresentamos pelo menso cinco alternativas bem mais baratas, que quebram um galho, com suas funções e características próprias.

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Pebble

O Pebble não é o primeiro relógio que podemos chamar de “inteligente”, mas é o primeiro a fazer esse novo mercado se tornar relevante. E isso aconteceu depois de uma campanha de financiamento na Kickstarter muito bem sucedida. Até porque é um produto muito interessante.

Hoje, o Pebble é um relógio de pulso com uma tela de tinta eletrônica, e que pode ser emparelhado com um dispositivo iOS ou Android, através de um aplicativo. Com ele, você pode visualizar alertas ao receber chamadas, mensagens de texto e e-mails, notificações de redes sociais ou previsão do tempo. Além é claro de ver as horas, em diferentes formatos.

O Pebble está disponível em três cores, e seu preço é de US$ 150.

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Se a Pebble mostrou que havia um mercado a ser explorado, a Sony foi a primeira das grandes a fazer isso. A primeira versão do SmartWatch é um dos pioneiros entre os relógios ditos inteligentes, lançado em 2007, em uma época quando sequer se questionava se esses relógios seriam baratos. E, de lá para cá, sofreu muitas mudanças.

O Sony SmartWatch 2 é a última evolução do dispositivo. É um produto com design elegante, tela touch com uma boa resposta (mas uma resolução de tela baixa), várias funções interessantes e um preço de US$ 179, com pulseira de borracha, e US$ 199, com pulseira de aço inoxidável.

Aí, você vai dizer “ah, mas esse preço ainda é muito caro, e…” o SmartWatch original ainda está à venda lá fora por US$ 129. E faz a mesma coisa, mas em um produto com um corpo menor.

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O Forerunner 220, tal como o modelo 620, está voltado para um público muito exclusivo, mas para eles é, sem sombra de dúvidas, o relógio mais inteligente do mercado. O produto satisfará melhor que nenhum outro dispositivo as necessidades dos corredores.

Seu preço é um pouco mais alto que os smartwatches mais baratos, mas os US$ 249,99 ainda custam menos que o valor cobrado pelo Galaxy Gear. Além disso, o Forerunner 220 é resistente à água, tem uma bateria com autonomia de até 10 semanas no modo relógio, e 10 horas no modo de treinamentol, além de oferecer dados que podem ser comparados com outros corredores.

Como a maioria dos relógios dessa lista, para ser realmente “inteligente”, precisa ser conectado ao smartphone (via Bluetooth), mas pode ser utilizado sem o smartphone, sem maiores problemas.

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iPod Nano de 6ª geração 

Ok, talvez ele não seja um relógio. Mas muita gente já o utilizava como tal muito antes de começarmos a falar dos relógios inteligentes. O iPod Nano de sexta geração abandou o design tradicional do produto, apostando em uma pequena tela sensível ao toque.

O experimento não deu muito certo. Tanto, que a Apple voltou ao design tradicional do produto na versão seguinte. Ou talvez deu muito certo, e foi isso que fez a Apple iniciar o desenvolvimento do iWatch, que não deve chegar ao mercado antes de 2014. Em todo o caso, ele ainda pode ser encontrado em algumas lojas, com um preço bem competitivo (US$ 100 na Amazon).

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O Phosphor não é tão inteligente quanto os demais relógios que mostramos nesse post, uma vez que ele não é capaz de adquirir novas funções em forma de aplicativos. Porém, conta com várias funções que podem torná-lo mais esperto que um relógio comum.

O produto é capaz de mostrar as horas na sua tela e-ink com 7 designs diferentes. Sua bateria tem uma autonomia de até 1 ano de uso, e pode ser submergido na água em até 30 metros. Além disso, incorpora uma calculadora, pode ser programado para até seis alarmes, tem um calendário com lembretes, permite a configuração de até seis fusos horários de todo o planeta, possui cronômetro com memória para até 99 voltas e mostra as fases da lua e o horóscopo.

Tudo isso, por US$ 159 (ou US$ 199, com uma pulseira metálica).

[Dicas de Compras] Apple iPod Classic 160 GB, por R$ 851 (via boleto)

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Essa dica é para os fãs de música mais convictos, que querem levar toda a sua biblioteca musical em um único dispositivo. O iPod Classic de 160 GB está com o seu preço reduzido para R$ 851, com pagamento via boleto bancário. É um desconto de quase R$ 250 em relação ao preço original do produto (R$ 1.099). E é uma boa pedida para quem ainda aposta nos players tradicionais para ouvir suas músicas em qualquer lugar. Todas as suas músicas.

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iOS 7 disponível para download e atualização para os iDevices

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Hora de ligar o seu iPhone, iPad ou iPod. A Apple já disponibiliza o iOS 7 para atualização nos dispositivos compatíveis, permitindo assim que o seu iDevice se renove, com novas cores, ícones e funcionalidades.

Também é bom lembrar que a nova versão conta com o novo iTunes Radio (nas regiões onde o recurso está disponível). A atualização pode ser feita via OTA (Over The Air), ou através do iTunes, conectado ao computador. Lembrando: o novo iOS 7 é compatível com o iPhone 5, iPhone 4s, iPhone 4, iPad 2, iPad 3, iPad 4, iPad mini e a quinta geração do iPod touch.

E, assim que puder, volte aqui e comente como está a sua experiência com o novo iOS 7.

[Dicas de Compras] Docking Station Teac SR – Luxi Branco

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O Docking Station Teac SR (versão Luxi Branco) se apresenta em um formato bem diferente do convencional. É minimalista por ser apenas um cubo vazado, permitindo uma integração completa do produto em qualquer ambiente, principalmente aqueles que são mais sofisticados, atuando com objeto de interação.

O produto é totalmente compatível com iPods e iPhones, pode ser usado como rádio relógio/despertador, podendo ser programado para executar a sua música preferida da playlist do seu dispositivo, além de contar com um sistema de iluminação integrada, que até pode ser  utilizada como abajur.

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O Dock Station Teac SR conta ainda com dois alto-falantes laterais Bass Reflex, que ficam posicionados ao longo da parte frontal do cubo, projetando o som de forma que ele seja reproduzido com maior qualidade, e devidamente equalizado. O peso do produto é de apenas 1.45 kg, permitindo que ele seja transportado com facilidade.

Além disso, o dock conta ainda com sistemas de equalização pré-configuradas, para se ajustar ao estilo musical da música em reprodução.

Por fim, o produto ainda conta com uma memória para dez estações de rádio FM e controle remoto, para um maior conforto para o usuário na hora de controlar as suas funções.

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Preço: R$ 299.

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