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iPhone 7 e iPhone 7 Plus, um breve comparativo com os demais iPhones

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Em 16 de setembro, os novos iPhone 7 e iPhone 7 Plus desembarcam em mercados selecionados. Os novos smartphones top de linha da Apple substituem os modelos iPhone 6s/6s Plus, e com eles o catálogo da empresa passa a contar com cinco modelos diferentes e comercializáveis.

Para colocar em perspectiva os novos iPhones com os demais e identificar de forma mais clara as principais diferenças entre os modelos disponíveis, compilamos nesse post esses dados em comparativo, destacando as vantagens dos diferentes modelos, o que deve facilitar a escolha daquele que melhor se ajusta às suas necessidades.

 

Três passos para escolher o iPhone para chamar de “seu”

 

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Ainda que não seja possível estabelecer uma regra única pelo fato de nem todas as versões estarem disponíveis em todos os tamanhos de tela ou tamanhos de cores e especificações de memória, vale a pena dar alguns conselhos que podem descartar algumas opções.

Para começar, é preciso escolher o tamanho.

Temos três tamanhos de tela: 5.5 polegadas (iPhone 6s Plus e iPhone 7 Plus), 4.7 polegadas (iPhone 6s e iPhone 7) e 4 polegadas (iPhone SE).

Depois, é preciso escolher entre um modelo de última geração (série 7) ou da geração de 2016 (série 6 ou SE), esta segunda opção com preços menores.

Por fim, é preciso ver as diferentes configurações de memória e cores disponíveis, e esses aspectos serão detalhados mais adiante.

As diferenças entre o iPhone 7/7 Plus e os demais

 

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Ainda que a Apple nunca precisou competir em especificações com outros smartphones Android top de linha para obter um boa experiência de uso, esse item segue sendo referência na hora de se ter uma ideia de como evolui cada geração e as diferenças entre os modelos disponíveis a partir de agora.

O iPhone 7 Plus é o único a contar com a câmera traseira dupla, que permite fotos com mais zoom e de melhor qualidade.

Mas a nova geração do iPhone também traz outras novidades, como a resistência à água IP67, um botão home háptico melhorado, alto-falantes estéreo com o dobro de volume da geração anterior, a eliminação do conector para fones de ouvido, uma nova câmera traseira e aumento de megapixels na câmera frontal.

Nos demais modelos, o iPhone 6s Plus foi o primeiro a incluir estabilizador de imagem, e junto com o iPhone 6s estreou a tela com 3D Touch, além de renovar por completo a câmera de fotos, que pela primeira vez alcançava os 12 MP.

O mais barato (e simples) de todos é o iPhone SE, que tem a tela menor e só recebeu o leitor de digitais entre as últimas inovações inseridas pela Apple.

Em teste de uso real, o iPhone 6s Plus derrota o Galaxy S7 Edge

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Samsung Galaxy S7 Edge vs iPhone 6s Plus

Um teste comparativo mostra como um iPhone 6s Plus supera em experiência de uso real um Galaxy S7 Edge, apesar do processador do segundo (o Snapdragon 820) ter um melhor desempenho que o Apple A9 em testes sintéticos.

Mais uma vez o ecossistema fechado e as otimizações do iOS são essenciais nesses testes, o que demonstra que não importa tanto o número de núcleos ou a quantidade de RAM do smartphone, mas sim como ele bem consegue aproveitar esses elementos.

Em geral, os resultados desse teste colocam os smartphones na seguinte classificação: iPhone 6 Plus, Galaxy S7 Edge, Nexus 6P e Moto X Pure Edition. É chamativo ver que, ao tentar repetir o teste com o Galaxy S7 Edge, o contador de tempo se reiniciava constantemente e voltava a zero, com se fechasse automaticamente, o que torna impossível a sua repetição, levando ao responsável pela análise a se perguntar se será um simples erro de sistema ou se tinha algo a ver com os possíveis problemas de temperatura no Snapdragon 820.

Vídeo a seguir.

 

Via Fudzilla

Samsung Galaxy S7 Edge vs iPhone 6s Plus: o duelo

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Samsung Galaxy S7 Edge vs iPhone 6s Plus

Em 11 de março, o Samsung Galaxy S7 Edge vai chegar ao mercado de vários países, com sua tela de 5.5 polegadas que o coloca para competir diretamente no mercado de phables, e com os modelos top de linha desse segmento. Um dos seus grandes rivais será o iPhone 6s Plus, e esse post faz um comparativo entre os dois modelos.

 

5.5 polegadas, com diferenças extras

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A tela do iPhone cresceu, alcançando as 5.5 polegadas no iPhone 6s Plus. Para muitos, já é o mínimo para se exigir de um smartphone para fazer muitas coisas de forma cômoda, além de ter um extra de autonomia de bateria. O Galaxy S7 Edge tem as mesmas 5.5 polegadas. Mas as similaridades entre os dois modelos nesse aspecto acabam aqui.

As diferenças são grandes em todo o resto. O Galaxy S7 Edge segue a linha já vista nos modelos S6 e Note, com um Super AMOLED que deixa um contraste máximo, colorido intenso e a curva dupla de tela, além de uma resolução superior, com mais de 100 ppp de diferença em relação ao painel da Apple (534 ppp, contra 401 ppp). A tela IPS do iPhone sempre se posicionou como uma das melhores do mercado. Porém, diante da proposta da Samsung, é inegável a superioridade dos sul-coreanos.

O que a Samsung não consegue é dar mais valor no toque da tela. O iPhone 6s Plus conta com a tecnologia 3D Touch para poder realizar ações e interações com a sua tela. Esse passo era esperado no Galaxy S7 Edge, mas isso não aconteceu. Por outro lado, o modelo da Samsung conta com o Always On, que mostra informações mesmo com a tela bloqueada, como as horas ou notificações, e sem comprometer a autonomia de bateria.

 

Desempenho e bateria estendida de forma muito diferente

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Desempenho nos números (enormes), mas a mesma potência no caminho da otimização. Ou melhor: o novo Exynos de 8 núcleos com 4 GB de RAM contra o Apple A9 dual-core com 2 GB de RAM oferecem desempenhos similares para o dia a dia. Olhando para os números, as diferenças entre os dois modelos são enormes, mas no final das contas, o desempenho real é o mesmo.

Já a memória interna, a história é outra. A Apple insiste nos 16 GB de armazenamento no seu modelo mais acessível, enquanto que a Samsung coloca como modelo básico os 32 GB. Se queremos mais capacidade no iPhone, a única saída é saltar para 64 GB ou 128 GB. A Samsung compensa isso com um slot para cartões microSD.

Na bateria, tudo muda. Para o mesmo tamanho de tela, a Samsung tem uma bateria de 3.600 mAh, contra 2.750 mAh do iPhone 6s Plus. No final, a autonomia de bateria deve ser muito similar, pois a capacidade superior do Galaxy S7 Edge é ocupada com uma tela com maior resolução e (teórica) menor otimização de hardware e software, algo que a Apple sempre mostrou como importante vantagem.

Outra coisa é a diferença em tudo o que acompanha essa bateria. A Apple conta com a sua porta Lightning proprietária, enquanto que o Galaxy S7 Edge aposta no microUSB. O modelo dos coreanos também conta com modo de carga rápida e sem fio.

 

Design

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Os dois modelos são uma herança absoluta dos modelos que os sucedem. No mundo Apple, estamos acostumados a isso. Na Samsung, o Galaxy S7 Edge estreia essa tendência.

Nas dimensões, pese o aumento de sua espessura e peso, o Galaxy S7 Edge mantém uma vantagem substancial em relação ao iPhone 6s Plus em tudo, exceto na espessura. Esse é talvez o item que menos afeta a experiência de uso com um phablet dessas dimensões. Altura e largura importam mais, e nesse ponto, o modelo da Samsung é um claro vencedor.

Se nos centrarmos no acabamento e aparência, é óbvio que tudo é uma questão de gosto. Mas de forma objetiva, o acabamento dos dois modelos são fantásticos. Os detalhes são importantes e são utilizados só materiais nobres como o metal ou o cristal. Talvez a sensação de robustez e resistência do iPhone seja um pouco superior com o novo alumínio presente em sua carcaça unibody.

Mais uma vez encontramos grandes diferenças nas constituições físicas dos dois modelos. No Galaxy S7 Edge, slot para cartões microSD e resistência à água, algo que nunca existiu no iPhone. Ampliar a memória interna base no smartphone da Samsung de forma simples e barata, com a proteção IP68 (submersão de até 30 minutos) agrega um grande valor para um smartphone que custa mais de 800 euros (no Brasil, ainda não tem preço anunciado).

Na integração e funcionamento do sensor de digitais, os dois modelos optaram por integrá-lo no botão de início na parte frontal do terminal. Também repetem a estratégia na colocação e acabamento dos botões de liga/desliga e volume.

 

Câmeras

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O iPhone sempre foi considerado o rei do modo automático na fotografia digital, sendo também o líder da rebelião no movimento contrário à corrida dos megapixels. E o Galaxy S7 Edge chega como forte adversário nesse aspecto.

O Galaxy S6 Edge adotou no ano passado com uma resolução de 16 MP, com resultados muito bons. O iPhone 6s Plus possui 12 MP, a mesma resolução do Galaxy S7 Edge, que por sua vez tem um maior tamanho de sensor e algum outro detalhe técnico que leva vantagem em relação ao smartphone da Apple.

Aqui, temos que destacar a luminosidade. Os f/1.7 do Galaxy S7 Edge impressionam, além do tamanho do sensor. Em teoria, o modelo da Samsung deveria ter um comportamento superior ao do iPhone nas cenas com baixa luminosidade, enquanto que com luz suficiente e a melhora no desempenho do modo automático do Galaxy S6, os dois modelos se equivalem nesse sentido. E não podemos nos esquecer do foco melhorado do Galaxy S7 Edge.

No modo de vídeo, os dois smartphones gravam em 4K com boa estabilização, com a ajuda do modo OIS avançado. Na câmera frontal, os dois modelos contam com resolução de 5 MP. No software, a Apple aposta na sua já comprovada simplicidade. Já a Samsung inclui vários modos e ajustes, como controles manuais e as fotos em jpg e RAW.

 

Preços

Por fim, o preço. Aqui, as diferenças não são tantas, com o Galaxy S7 Edge podendo oferecer um preço mais competitivo no modelo de entrada (32 GB, slot para microSD) do que o modelo de entrada do iPhone 6s Plus (16 GB, sem expansão de armazenamento). Mas os dois smartphones são bem caros. Fato.

E aí? Qual é a sua escolha?

Preços dos novos iPhone 6s e iPhone 6s Plus no Brasil são confirmados

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Preparem os bolsos e os cartões de crédito. Os novos iPhone 6s e iPhone 6s Plus começam a ser vendidos no Brasil no dia 13 de novembro (sexta-feira), e apesar da Apple não confirmar os preços dos dispositivos, e-commerces nacionais como Fnac e Fast Shop já publicaram os valores de todos os modelos.

De forma resumida, o brasileiro terá que desembolsar para comprar os novos iPhones valores entre R$ 3.999 e R$ 4.899. Todos os valores podem receber um desconto de 10% para pagamento à vista. Os valores são os mesmos divulgados pela MacMagazine, e são próximos aos valores pagos no exterior, levando em consideração a taxa de 8% de IOF do cartão de crédito e as variações cambiais.

A seguir, os preços para cada modelo, e entre parêntesis, os valores com desconto de 10% para pagamento à vista:

  • iPhone 6s de 16 GB: R$ 3.999 (R$ 3.599,10)
  • iPhone 6s de 64 GB: R$ 4.299 (R$ 3.869,10)
  • iPhone 6s de 128 GB: R$ 4.599 (R$ 4.139,10)
  • iPhone 6s Plus de 16 GB: R$ 4.299 (R$ 3.869,10)
  • iPhone 6s Plus de 64 GB: R$ 4.599 (R$ 4.139,10)
  • iPhone 6s Plus de 128 GB: R$ 4.899 (R$ 4.409,10)

Os modelos lançados no ano passado (iPhone 6 e iPhone 6 Plus), continuam a ser comercializados no Brasil, com preços a partir de R$ 3.199 e R$ 3.499, respectivamente. O iPhone mais barato ainda é o iPhone 5s de 16 GB, que custa R$ 2.299.

Via Tecnoblog

iPhone 6s e 6s Plus podem custar a partir de R$ 4 mil no Brasil

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De acordo com o MacMagazine (que costuma acertar nos preços), os novos iPhone 6s e iPhone 6s Plus podem custar entre R$ 3.999 e R$ 4.899.

Os preços sugeridos pela fonte são:

– iPhone 6s de 16 GB, por R$ 3.999
– iPhone 6s de 64 GB, por R$ 4.299
– iPhone 6s de 128 GB, por R$ 4.599
– iPhone 6s Plus de 16 GB, por R$ 4.299
– iPhone 6s Plus de 64 GB, por R$ 4.599
– iPhone 6s Plus de 128 GB, por R$ 4.899

Levando em conta tudo o que aconteceu no Brasil nos últimos 12 meses, os preços dos novos iPhones são mais ou menos os mesmos que o que sairia para uma pessoa ir até os EUA e voltar para comprar o smartphone. É claro que você aproveita a viagem, mas quem sai do Brasil com o dólar a quase R$ 4 só por causa de um iPhone?

O MacMagazine também informa que a pré-venda dos novos iPhones acontecerá uma semana antes da sua chegada nas lojas, prevista para o dia 6 de novembro (sexta-feira). Lembrando: em 2014, o iPhone 6 e o iPhone 6 Plus chegaram ao mercado brasileiro com valores a partir de R$ 3.199 e R$ 4.399.

A Apple não confirma preços, nem data de lançamento dos novos iPhones no Brasil. Os dois modelos já estão homologados pela Anatel.

Via Tecnoblog

iPhone 6s e sua “loteria” na autonomia de bateria

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No final do mês de setembro, o site Anandtech fez uma descoberta muito importante: o chip A9 presente nos novos iPhone 6s e iPhone 6s Plus eram fabricados por duas empresas: Samsung e TMSC. Até aqui, “beleza”. Não é a primeira vez que vemos isso.

Os problemas aparecem quando os smartphones chegam nas mãos dos proprietários, e os mesmos começam a fazer testes de desempenho, e comprovam que a versão do chip A9 produzida pela TSMC consegue oferecer quase duas horas de autonomia de bateria a mais que o chip fabricado pela Samsung.

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Os comparativos estão circulando na internet, nos fóruns da Reddit e do MacRumors, onde podemos encontrar telas como as da imagem acima. À esquerda, podemos ver o teste de desempenho de bateria em um smartphone com chip TSMC, alcançando as 7h50m20s, enquanto que a imagem da direita mostra a autonomia alcançada pelo iPhone com o chip da Samsung, com 6h05m20s.

De acordo com um aplicativo utilizado por um desenvolvedor para identificar o chip para cada iPhone, pelo menos 70% das unidades comercializadas do iPhone 6s contam com o processador da TSMC, e 30% com o chip da Samsung. No caso do iPhone 6s Plus, o quadro muda: quase 41% para a TSMC, e 59% para a Samsung.

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Os compradores dos novos iPhones podem verificar qual chip o seu dispositivo possui, com o download do app “Lirum Device Info Lite”, que é gratuito na App Store. Se na tela principal (foto acima) aparecer N66AP (6s Plus) ou N71AP (6s), significa que o produto conta com um chip da Samsung. Se aparecer os códigos N66mAP (6s Plus) ou N71mAP (6s), o fabricante do chip é a TSMC.

Boa sorte para você!

Via Engadget Public Access,Reddit, MacrumorsMacrumors

 

Por que a Apple não falou nada sobre a resistência à água do iPhone 6s?

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Sim, amigos. Os novos iPhone 6s e iPhone 6s Plus são resistentes à água. Os dois dispositivos contam com uma certa combinação de técnicas que tornam os modelos muito mais resistentes aos líquidos que os seus antecessores.

Quem confirma isso é o iFixit, mostrando que a Apple reforçou as bordas dos smartphones com uma nova junta de proteção, além de revestir cada conector de cabos da placa-mãe com um material impermeável. Esse último detalhe é menos comum de ver nos smartphones resistentes à água, que de um modo geral centram sua proteção nas portas externas.

O que surpreende é que a Apple não abriu a boca sobre essa característica, quando Sony e Samsung enaltecem isso em seus produtos. Por que?

Apesar dessas modificações, os novos iPhones não podem ser considerados 100% resistentes à água, já que não contam com certificação IP, algo que a Apple quer que você continue a ter em mente antes de pensar em cair na piscina com seu iPhone.

Ou seja, é tudo uma questão psicológica e de prevenção: se a Apple fala que o iPhone agora oferece uma maior resistência à água, os usuários terão muito menos cuidado com ele, sem falar nos imbecis usuários que vão testar de forma excessiva o dispositivo para saber qual é o limite dessa resistência. Algo que já está acontecendo desde que a novidade foi revelada.

E você? Já olha para o iPhone 6s e 6s Plus com outros olhos? Ou nada mudou na sua vida?

 

Via WirediFixitYouTube (EverythingApplePro)

 

A evolução das vendas do iPhone no seu primeiro final de semana de mercado

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A Apple costuma anunciar quantos iPhones vendeu durante o seu primeiro final de semana de vendas. Desde a sua primeira geração até os últimos iPhone 6s e iPhone 6s Plus, se passaram oito anos. E se compararmos as vendas dos últimos iPhones com as gerações anteriores?

A Apple anunciou um novo recorde de vendas para um final de semana de lançamento de novos iPhones, onde o iPhone 6s e o iPhone 6s Plus venderam 13 milhões de unidades nos primeiros três dias de mercado. Apenas para comparar: o primeiro iPhone (2G/EDGE) de 2007 vendeu 700 mil unidades no mesmo período. É uma diferença considerável.

E como foi essa evolução ao longo dos anos?

Foram nove gerações de iPhones em oito anos. A tabela abaixo mostra o desempenho de vendas de cada modelo no período que a Apple define como “first weekend sales”, com o número de unidades vendidas e o período de lançamento. Os números são oficiais:

ModeloLançamentoPeríodo de vendasVentas (milhões de unidades)
2G/EDGE29 Jun. 0729-31 Jun. 070.7
3G11 Jul. 0811-13 Jul. 081
3GS19 Jun. 0919-21 Jun. 091
424 Jun. 1024-27 Jun. 101.7
4S14 Out. 1114-16 Out. 114
521 Set. 1221-23 Set. 125
5S + 5C20 Set. 1320-22 Set. 139
6 + 6 Plus19 Set. 1419-21 Set. 1410
6S + 6S Plus25 Set. 1525-28 Set. 1513

Ou seja, a curva de crescimento é positiva o tempo todo, e desde o primeiro modelo de 2007 até o último. A Apple sempre vende mais smartphones geração após geração, sem exceção. Os dados só melhoram a cada ano, com exceção do iPhone 3GS (2009), que manteve os números do iPhone 3G (2008).

Chama a atenção em especial a importante mudança ocorrida em 2013: desde os 5 milhões de unidades do iPhone 5 até os 9 milhões obtidos pelos modelos iPhone 5s e iPhone 5c (combinados), ano que a Apple colocou dois modelos no mercado. Desde então, em todos os anos (2013, 2014 e 2015), a empresa coloca dois modelos, cada um com um perfil diferente do outro.

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Está bem claro que, para a Apple, os iPhones são um negócio muito lucrativo, com grande importância nos seus lucros. E essa tendência positiva se renova a cada geração, alcançando novos recordes a cada novo período de vendas.

Por falar em recordes, o período de vendas mais forte para os iPhones é o último trimestre de cada ano, por conta principalmente dos novos modelos. Em 2014, 74.6 milhões de smartphones (Q4 de 2014) foram vendidos, e o primeiro final de semana de vendas dos novos iPhones só indicam que eles podem repetir ou até superar esses números.

Podem superar as 100 milhões de unidades vendidas dos novos iPhones? Em janeiro de 2016 teremos a resposta dessa e de outras perguntas.

Mais uma prova que o bendgate no iPhone 6s Plus não existe

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O bendgate no iPhone 6 e iPhone 6 Plus foi um duro golpe para a Apple, mas que já pode ser considerado um episódio superado nos novos iPhone 6s e iPhone 6s Plus. Mais um teste mostra como os novos smartphones da Apple são mais resistentes que os modelos lançados no ano passado.

O pessoal do SquareTrade Labs realizaram testes físicos nos novos modelos, incluindo o polêmico teste da dobra. O resultado? A Apple melhorou a resistência dos seus smartphones em 50% a 60%. Ou seja, os telefones podem dobrar sim, mas é muito mais difícil de isso acontecer.

O iPhone 6s Plus é mais robusto, com uma resistência de 80 kg-força (ou 800 newtons), uma melhora de 50% em relação ao iPhone 6 Plus. Já o iPhone 6s alcança os 77 kg-força (756 newtons), com melhora de 60% em relação ao iPhone 6.

Nos dois casos, a evolução é mais que substancial, mostrando claramente que a Apple encontrou uma solução para o bendgate. O uso do alumínio 7000, mais resistente que o 6000 utilizado na geração anterior, combinado com o novo cristal (que é mais resistente, mas sem entrar em detalhes) que faz parte da a integração com o 3D Touch da tela ajudam nessa equação.

Para resumir: o bendgate é coisa do passado. Um erro da geração anterior, que não deve ser repetido tão facilmente nos novos modelos. De qualquer forma, não tente fazer nada com muita força com esse ou com qualquer outro smartphone. As chances dele quebrar por qualquer motivo são grandes.

 

Via CNET

iPhone 6s e 6s Plus vendem 13 milhões de unidades no primeiro final de semana

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A Apple revelou os números do primeiro final de semana de vendas dos novos smartphones iPhone 6s e iPhone 6s Plus. E… senhores… temos um novo recorde.

Os novos smartphones alcançaram a marca de 13 milhões de unidades vendidas em apenas três dias de vendas. O número é mais surpreendente se levarmos em consideração a janela de tempo utilizada para alcançar essa marca, e as 10 milhões de unidades do iPhone 6 no ano passado. O recorde foi superado por conta do lançamento dos novos iPhone 6s e iPhone 6s Plus na China, Europa e Estados Unidos ao mesmo tempo.

A incorporação do 3D Touch e as demais melhorias de hardware motivaram os compradores. O iOS 9 parece ter se renovado com os novos recursos, e as próximas gerações do smartphone agora contam com uma referência de uso mais consolidada. Vale lembrar que os novos iPhones só chegaram em 12 países, e devem desembarcar em outros 40 no dia 9 de outubro.

Até o final de 2015, os novos iPhone 6s e iPhone 6s Plus estarão disponíveis em 130 países. Não há previsão de lançamento para o Brasil, mas já é uma tradição a Apple deixar o nosso país na última janela de lançamentos. Ou seja, não é um absurdo dizer que veremos o iPhone no mercado brasileiro apenas em dezembro.

40% das reservas dos iPhone 6S e 6S Plus são na cor rosa

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O site AppleInsider menciona a analista da KGI Securities Ming-Chi-Kwo para informar que estima-se que entre 30% e 40% de todas as reservas dos novos iPhone 6s e iPhone 6s Plus são na cor “rose gold”, ou “ouro rosa”.

Das quatro cores disponíveis (prata, ouro, cinza espacial e ouro rosa), mais de um terço dos pedidos seriam para a nova cor. Também foram divulgadas estimativas sobre o número de unidades que a Apple venderá durante este final de semana – onde o iPhone estará disponível em 12 mercados, entre eles EUA, França, Alemanha, Reino Unido, Japão, Austrália e China – entre 10 e 13 milhões de unidades. Dessas, 4 milhões seriam em ouro rosa.

Quando os rumores sobre a nova cor para o iPhone 6s começaram, já era mencionado que este não seria o primeiro smartphone rosa do mercado, mas que certamente seria o mais representativo no uso desse novo tom, que tem grande impacto no mercado chinês, onde a Apple encontrou um novo filão de vendas.

Via AppleInsider

iPhone 6s Plus não pode ser dobrado (teste em vídeo)

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Uma das novidades destacadas pela Apple na apresentação dos novos iPhone 6s e iPhone 6s Plus é a presença do alumínio série 7000 na sua fabricação.

A liga foi utilizada na fabricação do Apple Watch, e no casso dos smartphones, oferece uma maior resistência e durabilidade. Em consequência, a espessura também foi aumentada, com um acréscimo de imperceptíveis 0.2 mm. Mas todo esse ganho é pouco para ver desaparecer um dos maiores problemas da história da Apple: o Bendgate.

O pessoal do site FoneFox quis testar as capacidades do novo iPhone 6s Plus nesse aspecto, aplicando muita força na zona crítica do smartphone, onde na geração anterior a debilidade de dobra aparecia. Se você quer conferir como é resistente o novo iPhone, veja o vídeo abaixo.

Spoiler Alert: a menos que você se chame Bruce Banner e fique irritado de vez em quando, o seu iPhone está a salvo.

 

Via AppleInsider

O alumínio NÃO é culpado pelo aumento de peso do iPhone 6s

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Quando foram reveladas as especificações técnicas dos novos iPhone 6s e 6s Plus, verificamos que haviam mudanças nas suas dimensões e peso. Este último detalhe chamou a atenção por não ter ocorrido o mesmo em outras versões (não nesse nível, pelo menos), e muitos indicavam a inclusão do 3D Touch e o uso de um alumínio mais resistente (série 7000) os motivos para isso acontecer. Pois bem, esse post revela o verdadeiro responsável pelo aumento de peso dos novos iPhones.

A nova estrutura de zinco pesa (segundo a Apple) apenas 2 gramas a mais que a do alumínio de série 6000 (com silício e magnésio) usado nos modelos iPhone 6 e 6 Plus. Logo, não é o único fator responsável pelas 14 gramas a mais no iPhone 6s, ou 20 gramas no iPhone 6s Plus.

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Com isso, o culpado agora é quase exclusivamente o 3D Touch e sua composição. A nova tela pesa aproximadamente o dobro que a dos modelos anteriores (29 gramas no iPhone 6s, contra 12 gramas do iPhone 6). Isso se deve ao fato da tela 3D Touch contar com uma nova capa e a presença do novo sensor capacitivo para a pressão, o que aumenta a espessura e o peso da tela naturalmente.

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Muitos usuários provavelmente não vão perceber esse aumento de peso, e de fato isso nem chega a incomodar. Mas para os mais detalhistas, o aumento chama a atenção, pois é bem maior do que as demais evoluções da linha ‘s’ (3 gramas do iPhone 4 para o 4s, e sem mudanças do iPhone 5 para o 5s). Logo, se confirma em partes o que era especulado antes do lançamento dos novos smartphones, que por sinal foram os que mais ‘spoilers’ receberam até agora. A má notícia é que os 11% a mais de peso não representam uma bateria maior. Pelo contrário: já vimos que a bateria dos novos iPhones está menor. Infelizmente.

Via The Verge

Quem está disposto a pagar R$ 3 mil ou mais em um smartphone?

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A Sony lançou uma versão Premium do Xperia Z5, e o modelo apenas corrobora com uma tendência que se tornou muito forte em 2015: uma linha de smartphones premium com preços onde ‘o céu é o limite’.

Não falo exclusivamente do preço desses dispositivos, que estão um degrau acima da linha alta mais cara, mas também das características que estabelecem um ponto de desequilíbrio diante de uma concorrência feroz em um segmento já saturado.

 

O valor diferencial já não está na linha alta

Nos últimos anos, e nos smartphones que testamos no TargetHD, vimos uma aproximação quase completa dos principais fabricantes entre os modelos top de linha. Primeiro essa pouca diferença veio pelas características, o que fez com que em poucos anos a linha alta recebesse um padrão de especificações que incluíam telas de similar diagonal, processador e RAM idênticas (se não nos números, em desempenho) ou na memória interna.

Apenas restavam detalhes relacionados com o tipo de tela, resolução da mesma ou a câmera. E aqui o ano de 2015 acabou igualando os 3 ou 4 smartphones que aspiram o título de melhor modelo do ano, não apenas na qualidade, mas também nas vendas.

Porém, o design e o acabamento está desequilibrando a balança nos últimos anos. Mas nem aí a diferença era tanta, e com pouquíssimas exceções temos um produto com melhores materiais, menor espessura e peso.

A nova linha Premium parece querer se aproveitar da máxima igualdade na linha alta no relacionado às especificações e a perda de valor real dos modelos mais caros diante de uma linha média que já é uma ameaça real. Mas essa igualdade que faz com que eles se destaquem e conquistem cota de mercado se complica quando analisamos somente os modelos top de linha.

O aumento de qualidade nos dispositivos com preços de até R$ 1.000, tanto na tela como em desempenho e câmera, trouxeram uma ideia de relação custo-benefício muito mais vantajosa do que aquela que se obtém com um modelo de linha alta, entre R$ 1.500 e R$ 2.500 no seu lançamento.

Curiosamente, essa linha média com maior potencial não está dominando o setor. Dos últimos modelos que surpreenderam na relação custo-benefício, temos o Alcatel OneTouch Idol 3, a linha Honor da Huawei, o One Plus One… sem falar no onipresente Motorola Moto G.

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E é nessa brecha que a linha premium quer se fazer. Por enquanto, ela se vale de características exclusivas, mas também, de forma colateral, por serem modelos inalcançáveis para a maioria no quesito preço. Um não vai querer admitir que um modelo que lhe custou R$ 3.000 ou mais é pior que outro. Certo?

 

Linha premium: apenas para os bolsos muito preparados

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Mas… quem são esses ‘novos ricos’ dentro do segmento de smartphones?

Por enquanto, os dois grandes exponentes dessa linha premium são a Samsung e a Sony. Os modelos desses fabricantes não apareceram do nada, e não contam com concorrentes dentro dos seus respectivos catálogos. Na verdade, como são recém lançados no mercado, eles basicamente personificam a alma da linha premium.

O Samsung Galaxy S6 Edge clona as características do igualmente completo Galaxy S6, mas conta com uma tela curva nas laterais. O seu design é fenomenal, mas a tela curva só agrega valor sugerido para o produto, em uma diferença considerável.

Não contente com o Galaxy S6 Edge, a Samsung repetiu a jogada com o Galaxy S6 Edge Plus. Igualmente caro.

Aliás, bem sabemos que não são colocadas telas com maior resolução para não prejudicar o desempenho da bateria… a não ser que você queira um modelo com uma bestial tela 4K, apenas para chamar a atenção. Foi o que a Sony fez: repetiu a estratégia da Samsung, e colocou ênfase em um único elemento que serve como ‘desculpa’ para posicionar um modelo como premium. Eles mesmos decidiram batizá-lo assim.

O Sony Xperia Z5 Premium não difere do modelo normal, exceto as 0.3 polegadas a mais de tela, e a resolução, que sai dos já extraordinários 2K para absurdos 4K. Esse adição, que só repercutem na mídia não interferem no bom desempenho ou qualidade da imensa maioria de atividades no smartphone, e só resultam em um preço consideravelmente maior do que os demais modelos mais modestos, que fazem exatamente a mesma coisa.

No Sony Xperia Z5 Premium (que ainda não tem preço ou lançamento definido no Brasil), esse aumento de resolução de tela aumenta o preço do dispositivo em 100 euros (de 699 para 799 euros). É um preço próximo ao do ‘rei’ da linha premium ‘sem querer’: o iPhone.

A Apple, que não adiciona nada de especial além da capacidade, posicional o seu iPhone 6 Plus com 128 GB de armazenamento nessa categoria ‘premium’, custando mais de R$ 4.000 no Brasil. Tudo bem que a Sony quer ganhar dinheiro com a sua divisão de smartphones, e de forma quase desesperada, mas para isso, a empresa quer cometer verdadeiras loucuras.

Aliás, a Sony e a Samsung se esquecem que não são a Apple nesse aspecto. E a missão das duas (de fazer dinheiro na linha premium) é uma das mais complicadas.