Arquivo para a tag: ipad pro

Microsoft mete o dedo no olho da Apple no último comercial do Surface

by

Microsoft Surface Cortana Comercial

A Microsoft decidiu deixar claro para todo mundo o que é um PC de verdade, no novo comercial do Surface. Não só isso: aproveitam para tentar ridicularizar o iPad Pro da Apple.

O comercial é uma resposta da Microsoft ao comercial publicado pela Apple, onde eles explicavam à sua maneira o que é um computador, em uma tentativa de mostrar os benefícios do seu novo tablet voltado ao formato profissional.

 

O comercial da discórdia entre Surface e iPad Pro

O vídeo protagonizado pelo Surface e pelo iPad Pro começa com uma afirmação, uma pergunta e uma resposta:

“Tenho um teclado, agora sou um PC como você”, disse o iPad Pro.

E o Surface responde se ele agora tem um chip mais potente, como um Core i7.

“Não, só tenho um teclado”… e também não executa as versões padrão do Office.

Aqui, podemos adicionar que nem mesmo tem um sistema operacional de um PC, mas sim um sistema operacional móvel, o iOS.

Com tudo isso em mente, é pouco compreensível que a Apple se emprenhe m promover o iPad Pro como um computador quando na verdade ele não é, ainda que obviamente isso não elimina o fato dessa solução poer ser útil para um público específico, como designers e artistas.

A seguir, o vídeo da Microsoft promovendo o Surface…

 

 

…e abaixo, o vídeo da Apple promovendo o iPad Pro, que gerou essa pequena briga.

 

 

Via Neowin

Apple está leiloando o iPad Pro “Edição 1 de 1”

by

ipad-pro-1-de-1

A Apple está leiloando um raríssimo modelo de iPad Pro de cor amarelo cuja arrecadação será destinada ao museu de design em Londres.

A peculiaridade desse modelo está na cor da carcaça, em uma versão que não existe na Apple Store. Além disso, o tablet de 12 polegadas contaria com um case Smart Cover de couro, algo que também não pode ser encontrado no catálogo da Apple, já que todas as Smart Covers são de poliuretano. Para arrematar o pack, o Apple Pencil que inclui o modelo possui um pequeno acabamento dourado que dá um toque completamente exclusivo, e chega guardado em um pequeno case de couro de cor laranja.

Entendo que a compra de produtos desse porte só se justificam mesmo para as causas assistenciais. Fora isso, temos um tablet como outro qualquer. Quem sabe o Luciano Huck não faz bom proveito dele, não é mesmo?

A casa de leilões Philips será responsável em leiloar esse iPad Pro no evento Time for Design, que acontece no próximo dia 28 de abril. Estima-se que este tablet pode alcançar um preço compreendido entre 10 mil e 15 mil libras, de modo que é melhor ter um pouco mais do que um cartão de crédito com bom limite se quiser ter a Edição 1 de 1 desse iPad.

Via TechcrunchPhilips

Novo iPad Pro com tela de 9.7 polegadas é oficial

by

ipad-pro-2016

A Apple anunciou em evento realizado hoje (21) o novo iPad Pro com tela de 9.7 polegadas. O tablet segue as diretrizes do modelo maior, mas em um formato onde as dimensões e algumas capacidades são reduzidas. A produtividade é o foco claro para esse produto da Apple.

 

iPad Pro de 9.7″: menor, mas igualmente potente

ipad-pro-2016-01

A primeira coisa que chama a atenção nesse novo iPad Pro é a sua tela de 9.7 polegadas, de acordo com a Apple “a ideal”. Vale lembrar que foram vendidos 200 milhões de iPads com esse formato de tela.

Temos aqui o melhor da tecnologia de tela que já foi integrada no iPad Pro, mas duas novas características do iOS foram adicionadas: o ajuste de tela para os horários noturnos (Night Shift) e mudanças de temperatura de cores (True Tone Display), que usa o sensor de luz ambiente. As duas tecnologias adaptam o uso do dispositivo ao momento e o lugar onde ele é utilizado.

O novo iPad Pro de 9.7 polegadas conta com o potente processador A9X e o co-processador M9, além de suportar a característica de ativação de voz do Siri.

 

Acessórios e câmera em destaque

ipad-pro-2016-02

Assim como acontece no modelo maior, o novo iPad Pro conta com uma Smart Keyboard adaptada para o seu tamanho de tela. A caneta não muda: a Apple Pencil é a mesma que já conhecemos. Também foi destacada a presença da câmera de 12 MP iSight, que captura vídeos em 4K, permitindo uma edição diretamente no dispositivo.

A presença do True Tone Flash e dos modos Panorama também estão presentes na câmera frontal de 5 MP, com suporte para o Face Time HD e modo Retina Flash, que faz uso da tela como flash quando a foto é registrada.

O novo iPad Pro de 9.7 polegadas será oferecido em quatro opções de cores (dourado, prata, cinza espacial e rosa dourado), com modelos de capacidades de armazenamento entre 32 GB e 256 GB (esta última estreando nos dispositivos da Apple).

ipad-pro-2016-03

O novo iPad Pro de 9.7 polegadas tem preço inicial sugerido de US$ 599 para o modelo de 32 GB, US$ 749 para o modelo com 128 GB, e US$ 899 para a versão com 256 GB. A Smart Keyboard (US$ 149) e a Apple Pencil (US$ 99) são vendidas separadamente. No Brasil

Os dois modelos podem ser reservados nos Estados Unidos a partir do dia 24 de março, e chegam ao mercado no dia 31 de março.

Os demais modelos  do catálogo de tablets da Apple mudou (lá fora). O iPad mini custa agora a partir de US$ 269. O iPad Pro de 12.9 polegadas também recebe uma versão de 256 GB, por US$ 1.099 (sem teclado e sem caneta). A nova capacidade do modelo maior será vendida no Brasil por R$ 9.899 (Wi-Fi) e R$ 10.999 (Wi-Fi + 4G).

ipad-pro-2016-04

ipad-pro-2016-06 ipad-pro-2016-07

Apple marca evento para o dia 21 de março: iPhone SE?

by

apple-event-21-março

A Apple começa a enviar convites para a imprensa especializada sobre um evento a ser realizado na manha do dia 21 de março (segunda) em Cupertino (período da tarde no Brasil). Certamente vamos trazer todas as novidades para vocês.

O que se espera da Apple nesse dia?

Não será um smartphone top de linha, uma vez que o iPhone 7 só deve ser anunciado em setembro ou outubro. Pode ser sim um novo smartphone. Se os rumores estiverem corretos, veremos um iPhone SE (Standard Edition), com um design similar ao do iPhone 5s, mas promovendo a volta da tela de 4 polegadas e um preço menor do que os atuais modelos top de linha.

Um novo Apple Watch também deve esperar até setembro, mas é esperado o anúncio de novidades no seu hardware no evento do próximo dia 21. Novas pulseiras, tanto no design como nos materiais para o modelo atual devem ser anunciados. As novidades de software devem ficar para o evento de desenvolvedores a ser realizado no meio do ano.

Sobre o iPad, depois de não ter uma renovação nos modelos de 10 polegadas em 2015, é possível que uma nova versão seja apresentada no evento. Não é um iPad Air 3 como poderíamos esperar, mas sim um iPad Pro com tela de 9.7 polegadas, com todas as características do seu irmão maior, inclusive no seu processador e acessórios (o lápis e o teclado).

Por fim, também podem ser anunciadas atualizações significativas no software dos dispositivos atuais, como o iOS 9.3.

Bom, agora você sabe que as dúvidas serão respondidas em 21 de março.

iPad Air 3 seria um iPad Pro com dimensões reduzidas

by

ipad-air-3-leak-engadget

O Engadget recebeu a imagem que você vê acima, que viria de um tipo de documento vazado da Apple, oferecido por uma fonte com bastante peso e confiança (mas que não foi identificada). Aqui, vemos o que seria o esquema gráfico de um novo iPad Air 3, que seria apresentado em março (data especulada para o dia 15 de março), no mesmo evento que pode ser apresentado também o igualmente especulado iPhone de 4 polegadas (ou iPhone 5se).

A imagem dá a entender que o iPad Air 3 será um iPad Pro com dimensões menores. Isso se reforça pela presença do Smart Connector em uma das bordas, indicando que o equipamento terá os seus próprios “acessórios inteligentes”, se alinhando com o rumor que o modelo também contaria com uma stylus.

O suposto iPad Air 3 contaria com quatro alto-falantes para melhorar a experiência de áudio, além de flash LED para a câmera traseira.

Suas dimensões também são esboçadas pelo desenho, e o iPad Air 3 será 0.05 mm mais espesso, e 0.1 mm mais largo que o seu predecessor, um crescimento similar ao que o iPhone 6s sofreu diante da sua geração anterior. Os cases para o iPad Air 2 mais flexíveis até podem ser compatíveis com o novo modelo, mas os cases rígidos não caberiam no novo tablet. Os alto-falantes e o flash ficariam tapados, mas a esta altura do campeonato comprar um case seria a última coisa que te preocuparia.

Veremos se em breve a Apple elimina essa e outras dúvidas… ou se a imprensa vai receber novas informações.

iPad Pro supera o Surface em vendas, e Apple segue liderando o decadente mercado de tablets

by

ipad-pro

O iPad Pro superou em vendas os tablets Surface no último trimestre de 2015, de acord com a IDC. A Apple teria vendido 2 milhões de unidades do iPad Pro, contra 1.6 milhão de tablets Surface, da Microsoft.

A informação é importante por diferentes aspectos. Por um lado, o iPad Pro foi lançado em novembro de 2015, ou seja, não cobriu um trimestre por completo. Por outro, o bom desempenho desse tablet entra em contraste com a maior queda geral de vendas de tablets da Apple em sua história.

Soma-se a isso o bom desempenho dos dispositivos Surface (Surface Pro 4 e Surface Book), que renderam para a Microsoft um aumento nas vendas de 29% (1.350 bilhão), podemos concluir que os tablets premium (ou 2 em 1, se unirmos um teclado à sua base) podem mesmo ser a saída para o setor de tablets, que está em plena queda.

A Apple dominou o segmento em 2015, mas sofreram uma grande queda de vendas, indo de 63 milhões em 2014 para 49.6 milhões em 2015 (queda de 21%). O mesmo pode ser dito da Samsung e ASUS. Só a Lenovo manteve sua ascensão, ultrapassando a Huawei na quinta posição, depois de dobrar as vendas em relação a 2014.

tabletsIDC_2

Fica claro que o setor de tablets segue sua tendência negativa, ao mesmo tempo que se observa uma melhora nas vendas dos mdoelos premium, que podem substituir os notebooks convencionais. E é nesse grupo que entram o iPad Pro e o Microsoft Surface 4, ainda que os dois contem com apostas diferentes (iOS no iPad, sistema operacional completo com o o Windows no Surface).

Via IDC

O iPad Pro não foi capaz de frear a queda de vendas dos iPads (por enquanto)

by

ipad_pro_01

Já faz um tempo que os tablets estão em movimento de queda nas vendas, e o iPad não é uma exceção. O baque que Tim Cook falou em outra oportunidade foi muito mais profundo do que parecia, e é evidente que hoje outros dispositivos se tornaram mais interessantes para muitos usuários.

Quando a Apple lançou no ano passado o iPad Air 2, eles podem ter cometido um erro tático. No lugar desse modelo, eles decidiram apostar por dois dispositivos muito diferentes. No primeiro lugar, no iPad Mini 4, e depois, no singular iPad Pro, que era uma mudança de paradigma para a Apple, mas que parece não ter convencido os usuários desses dispositivos. Pelo menos por enquanto.

 

A desaceleração persiste para o iPad

A apresentação dos resultados financeiros da Apple deixou muitos dados interessantes, e apesar do protagonismo ser do iPhone, também houve espaço para outras partes dos negócios da empresa, e entre eles, os iPads. Dos 21.4 milhões de unidades vendidas no quarto trimestre de 2014, eles passaram para 16.1 milhões de unidades no mesmo período de 2015.

Os motivos foram analisados: a aparição dos phablets e os ciclos de renovação mais longos fizeram que esse tipo de produto não tivessem o mesmo giro dos smartphones. Mas existem outros fatores.

media-preco-tablets

A própria Apple acabou canibalizando os seus tablets, e o fez de forma que, tal como normalmente acontece, supõe um aumento na arrecadação significativo. O preço médio de venda dos iPads caiu, enquanto que o preço dos iPhones subiu (assim como o seu tamanho de tela), algo que ainda que tenha custado vender menos tablets, teve um efeito claro nas vendas (e margens de lucro) gerados pelo iPhone, que se antes era um produto importante, é agora mais importante ainda.

 

O iPad Pro não salva a situação (por enquanto)

Quando a Apple apresentou o iPad Pro, o fez como uma aposta singular: converter um produto que até então servia para o consumo de conteúdo em um dispositivo para produzir conteúdo. Basear esse dispositivo com o iOS 9 era interessante a partir de muitos pontos de vista, mas o resultado final não foi especialmente convincente.

A proposta da Apple parece ser o último cartucho de um mercado onde as ideias estão acabando: o conceito de tablet segue sendo válido em muitos âmbitos, mas os usuários estão mais interessados por uma nova tendência que também ataca frontalmente esses dispositivos: os conversíveis.

Tanto os tablets como os notebooks que adotam ambas as personalidades indistintas se combinaram com os phablets para oferecer uma alternativa muito atraente aos tablets originais. Se você não quer sacrificar a sua produtividade e quer ter a mesma experiência prazerosa para o consumo de conteúdo, tem nos conversíveis a melhor opção.

Na teoria, o iPad Pro parecia uma boa forma de impulsionar de novo as vendas desse tipo de dispositivo, mas por enquanto o seu impacto foi muito pequeno. As vendas de tablets não foram absolutamente ruins, mas o mercado esperava mais. As previsões em Wall Street eram de 18.2 milhões de unidades vendidas no último trimestre.

Talvez a revolução não seja um novo iPad, mas sim o iOS 10

ipad-pro-02

As vendas do iPad Pro se viram condicionadas por diversos fatores. O preço era um deles. Muito elevado para todos os padrões, e é um argumento difícil de defender, quando pelo mesmo valor você poderia comprar um MacBook Air, ou até um MacBook Pro, dependendo do valor que você estava disposto a pagar. São propostas sensivelmente diferentes, principalmente por conta dos sistemas operacionais que gerenciam os produtos.

Outro elemento freia essa adoção: o iOS 9 não está 100% preparado para experimentar o iPad Pro com todo o seu potencial. Apesar de contarmos com um hardware potente, o sistema operacional não dota o usuário de características realmente potentes sobre a produtividade.

Logo, o real impulso que a Apple pode dar aos tablets não se certifica com um novo modelo de iPad Air ou com uma revisão do iPad Pro. Pode ser que na futura WWDC de junho presenciemos a apresentação de um iOS 10 que ofereça maior sintonia com este produto. É provável que nos próximos trimestres a queda do iPad se mantenha. Vamos acompanhar com atenção o que virá depois disso.

Microsoft fala da superioridade do Surface diante do iPad Pro

by

SurfacePro4

Dan Laycock, gerente sênior de comunicações do Surface, afirmou claramente que o Surface e o iPad Pro são dispositivos muito diferentes, já que os planos adotados pela Microsoft e pela Apple seguiram criação e desenvolvimento que não se associam.

A Microsoft quer que o Surface seja possível oferecer o o valor de um tablet e de um PC completo capaz de executar todos as aplicativos que podemos vir a necessitar, garantindo um bom nível de desempenho, mobilidade e autonomia.

Está bem claro que a Microsoft quer que o Surface pode fazer o mesmo que um PC completo, enquanto que o iPad Pro não pode fazer o mesmo que um Mac. Ou seja, seria uma espécie do iPad com particularidades que melhoram a sua produtividade em certos aspectos.

Por fim, Dan relembrou que a Apple considerou o uso de um lápis ótico como um erro, algo que eles voltaram atrás ao incluir tal acessório no iPad Pro.

Via Neowin

iPad Pro não consegue deslanchar no mercado

by

ipad-pro-apple

A aposta da Apple em “anunciar a morte do PC” pelas mãos do iPad Pro não está se pagando, e o produto tem um início de vendas decepcionante.

Os motivos para esse inicial fracasso são bem óbvios e conhecidos por qualquer usuário com um mínimo de fundamentos técnicos em informática. O iPad Pro foi concebido como uma tentativa de competir com o Surface Pro da Microsoft, mas na prática, não deixa de ser um iPad maior, com tela de 12.9 polegadas e difícil de ser manejado como um tablet padrão. Mas além do seu tamanho e elevado preço, outros fatores influenciam nesse momento.

Um dos motivos do sucesso do Surface Pro é a utilização das arquiteturas Intel e Windows, oferecendo a possibilidade de uso de uma grande variedade de aplicativos profissionais, além dos jogos e outras possibilidades de uso típicas de um PC com Windows. Por outro lado, o iOS está bem longe de ser uma solução potente e flexível se comparado com um sistema operacional completo, e se a Apple realmente quer dar uma resposta para a Microsoft e ao Surface com algo equivalente, no lugar do iPad Pro eles teriam que lançar um MacBook Pro 2 em 1 com o seu OS X.

Em outubro, o iPad Pro foi superado em vendas pelo Surface Pro 4 nos Estados Unidos, um dos mercados mais importantes para a Apple, e onde o iOS está na frente do Android. Na China, as coisas não foram muito melhores, com vendas de apenas 40 mil unidades no seu primeiro mês de comercialização, enquanto que no mesmo período o iPad Air 2 vendeu 557 mil unidades.

Porém, o problema parece ser mais de conceito do que de marketing, já que os modelos 2 em 1 com Windows são PCs (entendendo PC como um computador com arquitetura Intel) que podem funcionar como tablets, enquanto que o iPad Pro não deixa de ser um tablet que quer se passar por um PC.

Estão vendendo o iPad Pro com o Windows 10 pré-instalado

by

iPadPro

O iPad Pro é um produto pensado em um tipo de usuário muito específico: os profissionais. Agora… o que aconteceria se começassem a comercializar o iPad Pro com o Windows 10 pré-instalado?

Essa pergunta está sendo respondida em Taiwan, onde lojas locais estão comercializando o tablet da Apple com o sistema operacional da Microsoft pré-instalado. Vale lembrar que o iPad Pro possui um processador SoC A9X, o que não permitira (na teoria) a instalação do Windows 10 de forma integral no equipamento, e sim de um Windows RT com um menu iniciar similar ao do Windows 10.

Mas isso não é tudo. também é dito que teriam várias versões do iPad Pro no mesmo país com o OS X instalado, e outras com os três sistemas operacionais na mesma máquina (iOS, OS X e Windows 10), de forma que o usuário pode usar aquela que mais lhe favorece naquele momento.

Desde já, isso não tem muito sentido, que até mesmo o OS X também não é capaz de ser instalado no iPad Pro. Porém, a fonte informa o nome do fabricante que é responsável pela proeza (Data Express), de modo que ficamos na expectativa para que apareça mais informações nesse sentido.

Via WCCFTechDigiTimes

iPad Pro é desmontado pelo iFixit

by

iPad-Pro-ifixit

A Apple apresentou o iPad Pro como uma alternativa para aqueles que necessitam de um tablet profissional, mas que não possuem as mesmas exigências funcionais de um equipamento baseado no OS X. No hardware, o trabalho foi muito bem feito, com um desempenho excelente, e combinado com a otimização do iOS, oferece uma experiência de uso impecável.

Porém, o iPad Pro caiu nas mãos do iFixit, e o mesmo foi desmontado e reprovado no seu índice de reparação, com uma nota de 3 sobre 10 (quanto menor a nota, mas difícil o produto é de ser reparado).

A favor do iPad Pro, a bateria não vem soldada à placa, e pode ser substituída. E só. Contra o produto, são vários itens: o Smart Connector é quase impossível de ser trocado, apesar de não ter partes móveis, o LCD e o cristal frontal estão unidos, o que simplifica a abertura mas encarece a reparação, aumentando o risco de danificar o LCD no processo, além do uso excessivo de cola para manter tudo no lugar, o que complica as reparações.

Para conferir em detalhes a desmontagem do iPad Pro, acesse o post do iFixit.

iPad Pro deve custar no Brasil a partir de R$ 7.299

by

ipad-pro

Segundo MacMagazine, fonte que normalmente acerta os preços dos produtos da Apple no Brasil, o iPad Pro, tablet de 12.9 polegadas que estreia hoje (11) nos EUA e em mais 40 países, deve ter um preço inicial sugerido de absurdos R$ 7.299, na sia versão com WiFi e 32 GB de armazenamento.

O MacMagazine obteve os valores através de uma página de compra do iPad Pro na versão brasileira do site da Apple. Como já citado, o iPad Pro de 32 GB (WiFi custa R$ 7.299; o iPad Pro de 128 GB (WiFi) sai por R$ 8.599, enquanto que o iPad Pro 128 GB (4G) sai pela “bagatela” de R$ 9.699. Só lembrando que esses tablets custam nos EUA (respectivamente) US$ 799, US$ 949 e US$ 1.079.

A Apple Pencil custa no Brasil o risível preço de R$ 749. A Smart Keyboard, que se encaixa no iPad Pro e protege o produto, custa os igualmente risíveis R$ 1.049. E o Magic Keyboard já foi lançado, por R$ 749.

A Apple não revelou oficialmente quando o iPad Pro começa a ser vendido no Brasil.

Via MacMagazine, Tecnoblog

Tim Cook prega a “morte do PC” através do iPad Pro

by

apple_logo_style

Em entrevista ao Telegraph, o CEO da Apple, Tim Cook, afirmou que o iPad Pro vai substituir os computadores de mesa e notebooks, pelo menos nos postos de trabalho.

Tim Cook parece que aprendeu a vender a sua imagem no estilo Steve Jobs, se amando e amando os seus produtos. Um marketing de alto nívels, ainda que no caso de Jobs se resume ao seu túmulo, já que o mesmo ficou conhecido pela repulsa aos tablets do tamanho do iPad Pro e lápis óticos.

Mas o mercado impões suas regras, e para muitos a Apple tem as suas. Por exemplo, comercializar um iPhone “phablet” e tablets “mini” (dois produtos proibidos na era Jobs), e nessa semana temos o iPad Pro, que chega para competir com o Surface Pro da Microsoft, além de entrar no segmento de destaque no mundo dos PCs: os conversíveis 2 em 1.

Claramente focado ao mercado profissional e corporativo, o novo tablet da Apple vem cobrir um espaço onde a empresa não tinha nada para oferecer. Cook profetiza na entrevista que o iPad Pro será o dispositivo escolhido nos escritórios de trabalho. O problema é que, do outro lado, o Windows oferece uma grande oferta em qualidade e quantidade, sem falar que a Apple já vende iMac e MacBooks, que não deixam de ser PCs com OS X.

Se a profecia de Cook se cumprir, os computadores da Apple também serão canibalizados.

iPadPro_2

Veremos como o mercado vai aceitar o iPad Pro. Ele não deve acabar com os PCs, talvez nem recupere o mercado de tablets. A venda de iPads segue em queda (20% no último trimestre), caindo pela primeira vez desde o seu lançamento da casa das 10 milhões de unidades vendidas.

Via Telegraph

iPad Pro vs Surface Pro 3: concorrentes ou muito diferentes?

by

ipad-pro-1200-1

A Apple apresentou ontem (09) o seu iPad Pro, tablet de grande formato pensado para os profissionais. Especulado por anos, tudo indica que foi Steve Jobs que freou o seu desenvolvimento, por não gostar de um tablet muito grande e de canetas stylus, além de temer uma canibalização do iPad e dos seus portáteis MacBook Air.

Mas tudo muda nesse mundo, e cinco anos depois do lançamento do iPad original, temos esse novo tablet, que chega para cobrir uma lacuna que a Apple não tinha nada para oferecer ao se negar a lançar MacBooks com telas touch. Com o iPad Pro, eles pretendem competir com o segmento onde os PCs com Windows, tablets premium e conversíveis 2 em 1 dominam a preferência.

Nesse segmento, o Surface Pro 3 é um bom representante. Superado o fiasco do Windows RT (algo que teria resultado a saída de Steve Ballmer como CEO da Microsoft), eles conseguiram encontrar o ajuste fino no dispositivo que quer ser ‘o substituto dos computadores portáteis’, com um híbrido potente, versátil, atraente, bem conectado, compatível com os aplicativos x86 e com uma tela que equilibra produtividade e mobilidade.

Sem falar que, na mesma semana que o iPad Pro chega ao mundo, o Surface terá o suporte de gigantes do setor, como Dell e HP, abrindo as portas para a chegada de um Surface Pro 4, com o mesmo conceito, mas com a evolução dos processadores Intel Skylake e Windows 10.

Microsoft-Surface-Pro-3-11

Então, vem a pergunta: o iPad Pro é alternativa ao Surface Pro 3, ou eles realmente são muito diferentes, apesar do mesmo foco, design e objetivos?

Vamos tentar responder a esta e outras perguntas a seguir.

 

Tela e resolução

O iPad Pro tem uma tela levemente maior no tamanho ou resolução, com 12.9 polegadas (contra 12 do Surface Pro 3) e 2742 x 2048 pixels (contra 2160 x 1440 pixels). São telas excelentes para qualquer usuário.

 

Chipset

Aqui começam as grandes diferenças e a dificuldade de avaliar as duas opções, já que elas utilizam arquiteturas diferentes. A Apple aposta no ARM do novo SoC A9X de 64 bits e co-processador de movimento M9, prometendo grandes avanços no desempenho e gráficos, mas sempre comparado com os iPads já lançados. Já a Microsoft oferece chips Intel Haswell Core i3, i5 e i7.

 

Chassi e autonomia

Os dois tablets utilizam materiais premium. A Apple aposta no alumínio, e a Microsoft usa o magnésio. O iPad Pro é mais fino e leve que o Surface, com 0,69 cm de espessura e 713 gramas de peso. Também possui maior autonomia declarada (10 horas). Será menos que isso no uso real, mas é o aspecto onde a Apple tem a maior vantagem em relação à Microsoft, que precisa melhorar o Surface nesses pontos.

 

RAM

A Adobe chegou a anunciar que o iPad Pro tem 4 GB de RAM mas a Apple não confirma e nem revela a quantidade exata, enquanto que o Surface Pro 3 oferece 4 GB ou 8 GB de RAM. A Apple otimiza o sistema para trabalhar com o seu hardware, prometendo avanços no multitarefa com a tela dupla. Mas aqui é inegável que o potencial do Surface Pro é infinitamente maior.

 

Armazenamento

O iPad Pro está disponível apenas nas versões com 32 GB ou 128 GB, enquanto que o Surface Pro pode ser encontrado nas versões com 64, 128, 256 ou 512 GB em SSD.

 

Conectividade

A Apple oferece uma única porta Lightning, contra uma porta USB 3.0, outra mini DisplayPort e slot microSD do Surface. Os dois incluem WiFi 802.11 ac e Bluetooth 4.0 de série, além de banda larga LTE opcional.

 

Câmeras

O iPad Pro oferece uma câmera frontal (720p) e câmera traseira de 8 megapixels, enquanto que o Surface Pro integra dois sensores de 5 megapixels. Um aspecto pouco importante para as fotos, sendo mais útil para videochamadas.

 

Acessórios

Apesar das críticas de Jobs, um tablet focado na criação e produtividade precisa de um conjunto de acessórios. Para isso, o iPad Pro tem a Apple Pencil, uma caneta stylus que custa US$ 99, enquanto que a Microsoft inclui uma caneta no kit padrão do Surface Pro. Também temos a smart keyboard, base com teclado da Apple que custa US$ 169, mais cara que a Type Cover da Microsoft.

iPadPro_Smart_Keyboard

 

Sistema operacional e Aplicativos

O mesmo dito no item dos processadores serve para o sistema operacional. O iOS funciona perfeitamente nos dispositivos da Apple, mas é um sistema operacional móvel. Conta agora com o Microsoft Office e os apps da Adobe, além dos aplicativos empresariais da IBM, facilitando assim a sua entrada em empresas.

Já o Surface Pro 3 pode utilizar o Windows 10, e explorar todo o seu potencial com o grande leque de aplicativos na plataforma x86. O suporte multitouch limitado no Windows 7 foi muito melhorado no Windows 8, e está pleno no Windows 10.

 

Preço

iPad Pro e Surface Pro 3 custam o mesmo nas suas versões básicas: US$ 799. A partir daí, o modelo da Apple recebe um adicional do teclado e da caneta, enquanto que a Microsoft só cobra um a mais pelo teclado.

Nos EUA, o modelo top de linha do iPad Pro com 128 GB de armazenamento e LTE + Apple Pencil + Smart Keyboard custa no total US$ 1.347. Por esse preço, você pode comprar um Surface Pro 3 LTE Core i5, com 8 GB de RAM e 236 GB de SSD. Ou seja, a Microsoft oferece uma melhor relação custo-benefício, sempre levando em conta todos os aspectos que já mencionamos nesse post.

 

Conclusões

Os dois produtos são muito atraentes, mas é impossível indicar um vencedor claro. As diferenças na arquitetura de hardware, sistema operacional e aplicativos são grandes.

Os usuários da Apple que buscam algo mais do que o iPad Air oferecem vão escolher o iPad Pro, e os usuários adeptos do Windows vão apostar no Surface Pro 3 ou outras alternativas (Lenovo Yoga Pro, HP ElitePad), até mesmo o Samsung Galaxy Note Pro com Android, para quem busca um tablet premium e não tanto profissional.

A Apple cobre com o iPad Pro um espaço aberto pelo iPad Air e MacBook Air, mas ainda há muito mercado para o ecossistema Windows, ainda mais com um Surface Pro 4 a caminho. Talvez o novo tablet canibalize parte das vendas do Air, que já era utilizado nas empresas.

Mas ainda é tudo muito especulativo. Só o tempo vai dizer o que vai acontecer.