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Facebook vai lançar satélite de internet gratuita na África

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satélite

O Facebook chegou a um acordo com a empresa Eutelsat, que prevê o lançamento de um satélite que vai oferecer internet de graça à África em 2016.

O satélite será capaz de oferecer a conexão de internet diretamente para o usuário, conectando inclusive os habitantes que vivem nas partes mais remotas da África. A conexão será subsidiada pelo programa Internet.org, alvo de críticas e questionamentos pelos defensores da neutralidade da rede.

O cenário adverso fez com que o Facebook reformulasse os termos do Internet.org por duas vezes. Além do satélite, a empresa de Mark Zuckerberg também pretende levar internet aos refugiados através de drones.

As duas iniciativas são muito positivas, e o acesso à internet é um direito fundamental. Porém, o Facebook terá que cumprir com a neutralidade da rede para oferecer um serviço útil e honesto. Além disso, suas iniciativas não vão permitir que as pessoas possam ver vídeos do YouTube a 720p, mas ao menos é um começo.

Via Eutelsat

Facebook tenta levar internet aos refugiados

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Facebook-Zuckerberg

Mark Zuckerberg, CEO do Facebook, prometeu que sua empresa ajudará a levar a conexão de internet para os campos de refugiados. Em uma conversa nas Nações Unidas, ele comentou que sua empresa trabalha com entidades não-governamentais para oferecer a conectividade para quem não tem acesso à ela.

Zuckerberg lembra que “nem tudo é altruísmo, já que todos nos beneficiamos quando estamos mais conectados”. Ele não especifica os detalhes sobre como, quando ou onde o Facebook pode começar com essa oferta, mas sabemos que a iniciativa Internet.org está trabalhando nisso nos últimos anos.

Na Assembléia Geral das Nações Unidas, o Facebook mostrou parte dos seus planos de acesso à rede via drones que distribuem o sinal via WiFi. Zuckerberg qualifica o acesso à internet como algo “essencial” para o desenvolvimento do mundo, mas não esquece as críticas que a Internet.org recebeu no quesito neutralidade de rede, algo que forçou uma mudança de perspectiva dessa iniciativa.

Também vale a pena lembrar que o acesso à internet é considerado oficialmente como um direito do ser humano, ou seja, a iniciativa do Facebook nada mais é do que cumprir o que é promovido pela própria ONU.

Via The Verge

A internet que o Facebook propõe é através do laser

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internet-laser-facebook

Desde o anúncio da iniciativa filantrópica Internet.org em 2013, a ideia foi considerada grandiosa, mas sempre levantou mais dúvidas do que respostas, onde as críticas não demoraram a aparecer. A ideia de Mark Zuckerberg em levar a internet em zonas remotas do planeta é considerada por muitos descabida.

Ao longo dos anos, Zuckerberg foi mostrando o seu plano, e a tecnologia que ele imagina usar para que seus objetivos se tornem realidade, indo de drones até parcerias com operadoras e fabricantes. Mas o projeto em destaque nesse post mostra uma iniciativa muito interessante, já que propõe a oferta de internet via laser.

Zuckerberg realizou uma seção de perguntas e respostas no Facebook, onde ele apresentou parte dos projetos que a rede social estava trabalhando hoje: inteligência artificial, realidade virtual e Internet.org. Esta última ocupou grande parte dos questionamentos, e Mark adiantou que o seu laboratório de conectividade estava trabalhando em uma nova forma de transmissão de dados, com a ajuda do laser em satélites e aviões não tripulados. A iniciativa chamou tamanha atenção, que ele decidiu revelar mais detalhes em uma publicação no Facebook.

Com o uso desses lasers (em imagens demonstrativas, já que os mesmos não serão visíveis), é possível cobrir mais zonas para uma conexão de internet simples e gratuita via Internet.org. Esse tipo de conexão seria muito mais veloz, podendo cobrir uma zona maior.

Obviamente, essa é apenas uma etapa muito precoce desse desenvolvimento, mas  intensão é que em alguns anos essas conexões de alta velocidade possam oferecer um serviço de dados para mais de um bilhão de pessoas no planeta.

 

Via Mark Zuckerberg (Facebook)

Facebook: armazenamento de conteúdos de novos sites e o Internet.org

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facebook_logo_2015

Algumas novidades envolvendo o Facebook. A primeira delas é que a rede social poderá começar a armazenar conteúdos das maiores publicações da internet nos EUA a partir desse mês. A iniciativa se chama Instant Articles, e tem como objetivo ajudar os editores a acelerar o tempo de carga dos conteúdos para os usuários que acessam o Facebook via aplicativos móveis.

Sites como Buzzfeed, The New York Times e National Geographic já aderiram à iniciativa. O Facebook também desenvolveu um modelo de receitas que espera atrair os editores, onde a rede social não vai ganhar dinheiro através de venda de publicidade, oferecendo aos publishers 100% das vendas dos anúncios, através dos conteúdos armazenados nas páginas do Facebook. Tudo isso como compensação no pelo tempo maior que os usuários devem ter na sua rede.

O Facebook deve permitir em breve que os leitores tenham um maior controle sobre a seção de Últimas Notícias, e esse é um ponto muito importante, que vai determinar como o Instant Articles vai funcionar.

Internet.org_Logo

A segunda notícia envolve o Internet.org, iniciativa apresentada no ano passado e que pretendia oferecer conexões de internet para 5 bilhões de pessoas ao redor do planeta.

Os defensores da neutralidade da rede questionam o Internet.org, acusando a iniciativa de priorizar os conteúdos dos parceiros do Facebook, o que fez com que todas as empresas da Índia a abandonar o projeto. Diante disso, o Facebook decidiu abrir a Internet.org para os desenvolvedores, para que eles possam criar os seus apps e serviços.

Com isso, o Facebook faz com que o Internet.org abrace muito mais do que o conteúdo oferecido pelos seus sócios no lançamento da iniciativa. A ideia é fazer desse projeto algo ‘mais transparente e inclusivo’ (palavras do próprio Facebook).

Porém, os sites da web que querem participar do projeto terão que se ajustar a certos termos. O Facebook argumenta que eles foram seletivos até o momento porque os sites foram construídos de uma determinada maneira. Basicamente, eles precisam ser leves e eficientes nos seus dados, ajustando-se às especificações técnicas, com o objetivo de serem facilmente acessíveis em conexões de baixa velocidade. Logo, serviços de streaming ficam de fora do Internet.org.

Via The Next Web, VentureBeat