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Motorola (Lenovo) pede para que você não compre smartphones com o número 7

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A Motorola (Lenovo) começou uma campanha publicitária chamada #SkipTheSevens (Pule Os Setes), que te como alvo claro convencer o consumidor que não vale a pena comprar os novos smartphones top de linha dos dois maiores vendedores do mercado: Samsung e Apple.

Com isso, a empresa propõe a distância de dispositivos que recebam o número 7 no nome.

Exemplos? Pois não: Galaxy S7, Galaxy S7 Edge, Galaxy Note 7, iPhone 7 e iPhone 7 Plus.

O vídeo (supostamente gravado em 12 de setembro) mostra uma reunião de funcionários das duas empresas com usuários leais à Apple para conversar sobre os recém apresentados iPhone 7 e iPhone 7 Plus.

O grupo de consumidores não viu nada de realmente novo nos novos smartphones da Apple, salvo a câmera dupla do iPhone 7 Plus. Depois disso, a condutora da reunião mostrou um suposto protótipo de um novo iPhone com acessórios modulares que poderiam ser conectados ao dispositivo.

Esse detalhe impressionou os clientes presentes na reunião, que voltaram a ver a Apple como uma empresa inovadora, comentando sobre a utilidade dessa característica.

Apesar da Motorola (Lenovo) apresentar o dispositivo como um protótipo do iPhone, na realidade era o Moto Z com alguns Moto Mods, acessórios modulares que se conectam de forma magnética ao smartphone.

É uma tática original para chamar a atenção, além de ser um ataque comercial contra a Apple e a suposta falta de inovação no iPhone 7.

Vídeo a seguir.

 

 

Via PhoneArena

A Samsung já sabe que precisa se arriscar e reinventar o seu Galaxy S6

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Em um mercado de tecnologia muito exigente, os fabricantes que se acomodam e deixam de ouvir os pedidos dos usuários, se distanciando da sua capacidade de inovação, acabam pagando muito caro. Tal lição foi experimentada por muitas das gigantes do passado (Sony no mercado de TVs, Nintendo nos videogames, e BlackBerry no mercado de smartphones). E pode acontecer de novo a qualquer momento.

2014 foi um ano delicado para a Samsung no segmento de smartphones. Os sul-coreanos reconheceram que no terceiro trimestre do ano passado, eles registraram perdas de 7.7% de cota desse mercado, em um sinal evidente que o jogo mudou para eles.

A primeira decisão importante da Samsung foi reestruturar o seu catálogo de smartphones. Com as marcas chinesas crescendo, todos os seus competidores foram obrigados a reduzir as suas margens de lucro, para serem mais competitivos no segmento mobile.

A Samsung não saiu imune desse movimento. Com números de vendas razoavelmente bons, o valor arrecadado e lucro líquido caíram sensivelmente durante o terceiro trimestre de 2014. Em breve saberemos como eles se saíram no final do ano, para traçar um cenário mais completo da empresa nesse setor.

A Samsung precisa oferecer um produto forte nas especificações, mas com relação custo/benefício elevada. E isso é meio óbvio de se dizer. O Galaxy Core Prime pode ser o produto que pode ajudar nessa contra-ataque, principalmente visando os mercados da China e da Índia, que receberam uma importância ainda maior nos últimos meses.

Mas não devemos nos esquecer dos modelos top de linha, que mostram tudo o que um fabricante é capaz de fazer, entregando performance, design e inovação elevadas. E quando pensamos nesses aspectos para a Samsung, é impossível não pensar no Galaxy S6, que pode seguir um caminho diferente dos seus predecessores.

Se a mudança de rumo se confirmar, ficará bem claro que a Samsung decidiu repensar o seu smartphone top de linha (apesar do Galaxy Note) para aumentar o seu valor agregado e, assim, torná-lo mais atraente e competitivo.

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Tudo o que vazou sobre o Galaxy S6 nas últimas semanas aponta para essa direção. As melhorias introduzidas no dispositivo devem ser muito além das especificações, e isso é algo bem razoável, se a ideia é se diferenciar dos demais. Até porque bem sabemos que as gigantes de tecnologia acabam tendo acesso aos mesmos componentes ou elementos com especificações muito similares, o que torna difícil a missão de se diferenciar dos outros pelas especificações.

Ao que parece, a Samsung está trabalhando em vários protótipos do Galaxy S6 que apontam para direções diferentes. O que está certo é que, de alguma forma, esse modelo será bem diferente. Ao menos quando comparado com os demais modelos da linha Galaxy S.

Quem sabe um chassi metálico, uma tela com lateral curva (ou as duas laterais curvas), ou uma tela plana… várias direções que na prática só servem para despistar todo mundo. Provavelmente só teremos pistas sólidas sobre o modelo quando ele for anunciado.

De qualquer forma, vamos continuar a seguir as pistas, pois isso é algo que devemos fazer como fãs de tecnologia.

Copiando e inovando, a China é o país que mais registra patentes

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Segundo um relatório da Thomson Reuters, a China registrou em 2013 mais de 600 mil patentes, o dobro do que conseguiu a segunda posição da lista, os Estados Unidos. E a ideia é seguir crescendo, com a meta de alcançar 2 milhões de patentes registradas em 2015.

A marca pode ser considerada uma boa notícia para os chineses: uma mudança que deixa para trás o estigma de ‘país que copia de todo mundo’, para começar a inovar e concretizar novas ideias. Porém, se analisarmos o cenário e como eles conseguiram esses dados, nos damos conta de que, apesar de registrar mais patentes, isso não significa o surgimento de um grande número de inventores.

 

Mais patentes não é necessariamente inovação

A Reuters explica em seu relatório que esse impulso é um plano do governo chinês com diferentes incentivos para que as empresas locais registrem mais patentes. Dos dois milhões que eles querem alcançar, alguns críticos são céticos e assinalam que muitas dessas patentes são orientadas ao design ou utilidade, que tem um alcance menor que as invenções.

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Além disso, outro fator importante deve ser observado: o alcance dessas patentes. Quantas delas foram registradas em outros escritórios além da China? As patentes cumprem os requisitos e normas mais rígidas presentes em outros países?

Se compararmos os dados, das patentes registradas na China apenas 5% foram replicadas fora do país. O Japão (por exemplo) obteve um reconhecimento muito mair de suas fronteiras nas patentes registradas no mesmo período.

Por fim, temos que analisar a natureza da empresa. A maioria dos registros foram feitos por empresas locais, e raramente por multinacionais com divisão na China. Algo que reforça a ideia dos incentivos.

Os chineses estão registrando mais patentes? Sim. Mas isso não significa que estão inovando mais.

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Google X trabalha com telas que se montam, tal como peças Lego

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O Google X é o departamento de projetos especiais da Google, e seu novo projeto é criar telas que se conectem com facilidade, como puzzles ou peças de brinquedos Lego.

A união das telas permitiria também a expansão das imagens automaticamente, aproveitando o seu espaço maior. O design modular abre as portas para formatos de telas diferentes, saindo do convencional.

A responsável pelo projeto – e pela divisão divisão de telas – é Mary Lou Jepsen, conhecida por se envolver em projetos como o One Laptop Per Child (OLPC). Ela também e fundadora e CEO da Pixel Qi, empresa que tentou revolucionar as telas em ambientes externos, mas que jamais lançou produtos rais. Não é uma equipe grande, mas está trabalhando com profissionais da Samsung e Qualcomm.

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O principal diferencial do projeto da Google X está nas uniões quase imperceptíveis entre as telas. As imagens do artigo que falam sobre o assunto são da Christe MicroTles, que já contam com telas com essa característica, mas dá uma ideia de como o produto final pode ser.

Ainda não foi definido o destino das telas da Google, mas tudo indica que esses produtos devem ocupar as arenas esportivas, anúncios publicitários e painéis de grandes shows.

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Em vista das poucas informações divulgadas sobre o assunto, o mais interessante é saber que a Google já conta com uma divisão especializada em telas. De qualquer forma, temos inovações chegando, o que é sempre algo positivo.

Via Wall Street Journal

Lobby contra eliminação das patentes unem gigantes como Apple, Microsoft, Ford e IBM (entre outras)

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Sete gigantes da tecnologia, da automação e da indústria farmacêutica se uniram em um esforço para defender o estado atual da legislação que os Estados Unidos mantém na hora de regular as patentes. Apple, Dupont, Ford, GE, IBM, Microsoft e Pfizer formam a chamada Partnership for American Innovation (PAI), um consórcio que tem um único objetivo: se opor aos esforços que querem tornar o software e a biotecnologia áreas não patenteáveis.

A Suprema Corte dos Estados Unidos está estudando um caso sobre patentes de software que pode resultar em uma mudança radical nas leis de patentes. Empresas de tecnologia como o Twitter – que a algum tempo anunciou que só usará as suas patentes em sua defesa -, Netflix, LinkedIn, GitHub ou Yelp já remeteram à esse órgão um documento em que defendiam que “a inovação se produz, apesar da existência de patentes de software, não por ela”.

A reforma proposta na chamada Innovation Act foi apoiada por empresas como Google e Cisco, algo que não é estranho, se levarmos em conta o caso da Google a atual guerra de patentes que provocou o pagamento de milhares de milhões de dólares por licenças relacionadas ao Android. Não só ela, mas desde já, um grande número de empresas que desenvolvem produtos baseados nessa plataforma.

Um debate que está longe de chegar ao fim

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O mercado de patentes nos Estados Unidos é algo frenético: tudo é patenteável, o que faz com que intensas batalhas legais emerjam o tempo todo. O Escritório de Patentes e Marcas Registradas dos Estados Unidos (USPTO) está simplesmente lotado de registros.

O debate sobre o assunto não é algo novo: as patentes visam proteger o inovador, evitando cópias indiscriminadas, mas também se critica o fato que, em muitos casos, as patentes desaceleram ou degradam o ritmo da inovação.

Enquanto que nos Estados Unidos essas patentes de software são utilizadas há muito tempo, na União Europeia, o assunto gerou uma grande mobilização midiática e social, e na prática, as patentes de software não existem por lá. Não obstante, o certo e que se siga conhecendo patentes e projetos de softwares que tratam de disfarçar-se através da necessidade da interação do software com o hardware.

Logo, esse novo capítulo protagonizado pelo consórcio formado por essas gigantes promete ser apenas mais um, de um grande debate que, aparentemente, não terá fim.

Via Reuters, Partnership for American Innovation

Se Steve Wozniak comandasse a Apple, ele faria uma parceria com a Google

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Imagine um mundo onde o CEO da Apple era ninguém menos que o seu co-fundador, Steve Wozniak. Agora, imagine um mundo onde Apple e Google são parceiras, e não adversárias. Calma… você não está em um futuro pós-apocalíptico, e esse não é um episódio do Além da Imaginação. Esses são apenas mais alguns resultados da fértil imaginação de Steve Wozniak.

Woz deu uma recente entrevista para a BBC, e mais uma vez, não mediu palavras para emitir as suas sinceras opiniões sobre o mundo da tecnologia, e de forma mais específica, sobre a Apple. Palavras de Steve Wozniak:

Eu peço à Deus que Apple e Google sejam parceira no futuro.

Wozniak baseia os seus pedidos pelo fato de gostar da forma como as ferramentas de busca da Google presentes no sistema Android funcionam, principalmente combinadas com o reconhecimento de fala. Ainda mais quando essa funcionalidade é comparada com o Siri da Apple.

Algumas vezes, eu digo ‘vá para o Joe’s Diner’, e o Siri não sabe onde o restaurante é. E muitas vezes eu encontrei o estabelecimento apenas através do Android.

Ou seja, basicamente ele quer que a parceria aconteça para que a sua vida fique mais fácil. Tá, Woz… concordamos com você. Porém, no mundo da tecnologia, nem tudo é feito do jeito que o consumidor quer (aliás, historicamente, a Apple é mestre em fazer isso).

Steve Wozniak acredita que uma parceria entre Apple e Google poderia produzir melhorias na tecnologia “vestível”, como em relógios inteligentes ou relógios de realidade aumentada.

Por três ou quatro anos (aproximadamente), eu venho falando sobre telas de LED orgânicas, que podem ser (teoricamente) impressas em plástico, além de serem flexíveis, a ponto de serem enrolados ou dobrados. Esse material poderia ser inserido no seu braço, e quando você o vira para ver as informações, as mesmas seriam exibidas na sua própria mão. Eu quero um smartphone completo que possa ser integrado no meu pulso. O problema é que quanto mais eu penso nisso, menos eu quero que seja de um tamanho pequeno.

Não podemos dizer que Wozniak não sonha alto, e é impossível não amar tudo isso (ainda mais amando o mundo da tecnologia). Porém, infelizmente, tudo isso não deve acontecer, pelo menos em um futuro próximo. As gigantes de tecnologia estão mais focadas na competição direta e nos lucros imediatos, e isso pode até estimular a inovação. Mas não a esse ponto.

Quem sabe em um futuro a longo prazo?

Via Phone Arena

Apple é eleita a empresa mais inovadora de 2013, seguida de perto pela Samsung

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A Apple foi mais uma eleita a empresa mais inovadora do mundo em 2013, segundo a Boston Consulting Group. Aliás, é o nono ano consecutivo que a empresa de Cupertino leva esse prêmio. Por outro lado, é a primeira vez que a Samsung fica com o vice-campeonato, posto que ficou com a Google por sete anos consecutivos (entre 2007 e 2012).

A fabricante sul-coreana subir rapidamente para o ranking das cinco mais inovadoras em um curto espaço de tempo. Para se ter uma ideia desse crescimento, em 2008, a Samsung ocupava apenas a 28ª posição, e de la para cá, mostrou uma performance consistente, lançando diversos produtos (principalmente na linha de smartphones Galaxy S), com soluções inovadoras.

Na quarta e na quinta posição da lista, aparecem a Microsoft e a Toyota, respectivamente. Outras empresas que são citadas: IBM, Amazon, Ford, General Electric, Facebook, BMW, Sony e muitas outras.

A lista foi feita através de uma consulta de mais de 1.500 executivos ao redor do planeta.

Via IBTimes

APC Paper leva prêmio de design e inovação da Computex 2013 com PC de papelão

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A APC Paper recebeu o prêmio d & i (design e inovação) Computex pelo Conselho do Taiwan External Trade Council (TAITRA) em cooperação com a International Forum Design Hannover (iF). A APC Paper levou um dos principais prêmios de tecnologia da informação do mundo pela utilização inovadora de novos tipos de materiais e ao utilizar miniplacas VIA Technologies no padrão form factor (de pequenas dimensões), que aumenta e muito os limites do design em PC para novas possibilidades.

Com especial atenção para um design orgânico, o APC Paper, feito com papelão reciclado, combina perfeitamente em qualquer casa ou ambiente de escritório. A Computex 2013 é uma das maiores feiras de tecnologia do mundo e acontece em Taiwan de 4 a 8 de junho.

“Estamos muito satisfeitos por ter recebido este prêmio de prestígio”, disse Richard Brown, vice-presidente de Marketing Internacional, VIA Technologies, Inc. “Isso confirma nossa visão de quebrar os parâmetros do projeto PC tradicional, usando materiais mais amigos do ambiente e distintivo novos em form favor.”

 

APC Paper

A APC Paper é um PC feito com papelão reciclado e baseado no form factor Neo-ITX comapenas 17cm x 8 centímetros. O hardware integra memória, armazenamento e um conjunto completo de características de consumo de I / O em uma pequena motherboard Neo-ITX que pode ser conectado a uma TV ou monitor.

O sistema também possui Android 4.0 otimizado para teclado e mouse e traz navegador e uma seleção de aplicativos (apps) préinstalados. O APC Paper estará disponível no início do terceiro trimestre de 2013.

Via Assessoria de Imprensa

Ford será a primeira montadora a participar da Campus Party Brasil 2013, com mostra de tecnologia e inovação

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A Campus Party Brasil 2013, maior festa conectada do mundo, está chegando. O evento que acontece em São Paulo, entre os dias 28 de janeiro e 3 de fevereiro, também marcará a estreia de uma montadora no evento. Nesse caso, a pioneira é a Ford, que vai mostrar na #cpbr6 suas inovações e tecnologias embarcadas em seus veículos, através de uma mostra instalada no local do evento.

A montadora vai realizar uma série de ações interativas para os mais de 8 mil “campuseiros” presentes no evento. Aliás, a Ford vai um pouco além do convencional na oferta dos prêmios, e vai premiar um dos participantes da Campus Party Brasil com um Novo EcoSport, que é fabricado no Brasil para o mercado internacional da Ford, e é um verdadeiro símbolo do quanto a engenharia e design automotivo nacional evoluiu. E isso, só se obtém com um padrão de tecnologia elevado o suficiente para atender mais de 100 mercados ao redor do mundo.

A mostra também estará disponível para os mais de 160 mil visitantes esperados no Parque de Exposições do Anhembi, local do evento. Empreendedores, gamers, cientistas, estudantes, internautas e entusiastas em tecnologia participam todos os anos da Campus Party Brasil para discutir temas e apresentar novidades que envolvem inovação, ciência, cultura e entretenimento digital. E em 2013, a Ford estará presente, para adicionar um pouco mais informação aos temas apresentados.

Via Assessoria de Imprensa

Steve Wozniak: “Microsoft é mais inovadora que a Apple”

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Ah, Steve Wozniak… esse não tem medo de mexer no vespeiro… na verdade, essa característica de sua personalidade é algo que eu admiro. O cofundador da Apple nunca teve vergonha ou receio de dizer o que pensa sobre os mais diferentes assuntos, principalmente quando o tópico é a empresa que ele ajudou a construir. Durante o evento TEDx em Bruxelas, Wozniak respondeu a algumas perguntas sobre o mundo da tecnologia. Até que ele foi questionado sobre a “guerra de inovações” entre Microsoft e Apple. Então…

Entre as diferentes perguntas feitas, Woz falou sobre o arrependimento que ele já teve sobre os seus exercícios de futurologia sobre o mundo da tecnologia, além de responder sobre a demissão de Scott Forstall, o até então responsável pelo desenvolvimento do iOS. Mas a parte mais interessante desse bate-bola de perguntas e respostas foi quando o assunto envolveu a Microsoft e a Apple na área de inovações tecnológicas. E Woz afirmou que estava “preocupado” com o fato da Microsoft estar se tornando uma empresa mais inovadora que a Apple.

Para ser mais específico: Wozniak disse que a Microsoft “já desenvolveu mais inovações que as pessoas olham e dizem ‘uau, isso realmente muda as coisas dramaticamente’, ou ‘uau, eles não estão indo na mesma direção que os demais'”. Woz também se preocupa com o fato da Microsoft ter passado os últimos três anos apresentando soluções mais ousadas e inovadoras que a Apple, que basicamente se limitou em melhorar os produtos já existentes, não apresentando soluções novas para o mercado.

Wozniak entende que não ignora o fato da Apple melhorar os seus produtos ano a ano, mas para ele “melhorar nunca foi a real forma da Apple inovar. Não é o mesmo de você estar criando algo surpreendente, ou ofertar algo que deixa as pessoas ofegantes por ser inesperado”. O executivo lembra de um exemplo do passado, quando a própria Apple lançou o Macintosh, e se limitou apenas a lançar modelos melhorados nos anos seguintes.

As declarações de Wozniak, mais uma vez, são polêmicas, porém, acertadas. Eu mesmo defendi que a Apple não precisava mais lançar inovações a cada ano, uma vez que a empresa já conquistou o seu público, e estabeleceu alguns de seus produtos como padrão em seus respectivos segmentos de mercado. Por outro lado, também é fato que empresas como a Microsoft apresentaram soluções mais inovadoras para os seus usuários, tornando os produtos mais atraentes, e as funcionalidades, mais simples.

Dois exemplos disso? O Kinect, que reinventou a roda dos videogames (algo que muitos acreditavam que era impossível, principalmente depois do lançamento do Nintendo Wii), e o Windows 8, onde muitos apostam que, depois da curva de aprendizado, será tão prático e funcional que vai ampliar ainda mais o domínio do sistema operacional no mercado de computadores (como se isso realmente fosse possível). Bom, mesmo que você não considere esses dois exemplos básicos, eu pergunto para você: nos últimos três anos, o que a Apple apresentou de realmente inovador? O Apple Maps?

Via TechCrunch, TEDxBrussels

Por que a Microsoft merece crédito pelas inovações no Windows 8 (mesmo que as pesoas venham a odiar tudo)?

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O Windows 8 nem chegou ao mercado, mas já é alvo de críticas. E olha que não são poucas pessoas que estão questionando a decisão da Microsoft em adotar uma interface (que antes era conhecida como Metro) que era claramente pensada para tablets, mas que será utilizada também em desktops e notebooks. Essa decisão tem dividido opiniões: enquanto um grupo acredita que essa interface só vai muito bem nos tablets, sendo um desastre nos desktops, outro grupo mais otimista afirma que esse é o maior salto de inovação que a Microsoft realizou em seu sistema operacional na história da empresa. E que toda essa ousadia pode dar certo.

Fato é que a Microsoft sabe que não vai se estabelecer rapidamente no mercado de tablets. O processo de convencimento da população será algo lento e doloroso (para eles), até porque todos estão testando o Windows 8, mas ninguém sabe qual é o real potencial do Surface. E, acredite se quiser, tudo o que a Microsoft está fazendo merece, no mínimo, ser aplaudido. Afinal de contas, eles estão correndo todos os riscos em nome de algo que muitos reclamam que não existe mais no mundo da tecnologia: inovação.

Você pode até não aceitar isso, mas essa é a pura verdade. Hoje, a maior fonte de inovação tecnológica responde pelo nome de Microsoft. Nenhum produto mudou de forma tão radical quanto o sistema operacional Windows ao longo dos últimos 10 anos, e esse perfil reflete o novo momento que a empresa passa na era pós Bill Gates. Não que eu esteja falando mal de Gates, longe disso. Afinal de contas, foi ele quem conduziu a empresa ao caminho do sucesso na década de 1990, dominando completamente o mercado de sistemas operacionais, tanto para usuários domésticos e corporativos, principalmente no que se refere à licenças OEM. E, você também pode não aceitar o que vou dizer, mas foram as iniciativas da Microsoft durante a década de 1990 que fizeram com que empresas como Apple e Google trabalharem pesado para acompanhar a gigante de Redmond nesse processo.

É claro que nem tudo é perfeito. Nesse caso, mesmo com a Microsoft melhorando e muito nos últimos anos, a empresa tem uma pedra no caminho: Steve Ballmer.

Ballmer, como todo grande líder do mercado de tecnologia, é egocentrista. E, em alguns casos, fala muita besteira. Exemplos: ele criticou o iPhone na época do seu lançamento, afirmando que o smartphone da Apple não daria certo “porque não possui um teclado físico”. Ou até mesmo que o Android iria naufragar porque o Google decidiu adotá-lo como um software livre no lugar de distribuí-lo como uma licença OEM. Enquanto Ballmer falava, Apple e Google trabalhavam, melhorando seus produtos, e inovando. Um exemplo claro disso é o MacBook Air, que mudou o mundo da tecnologia a ponto da concorrência criar uma alternativa “para Windows” do produto, os ultrabooks. E o Google, por sua vez, pegou mais pesado com o Google Chrome, que hoje é mais usado que o Internet Explorer.

A sorte de Ballmer (ou sua melhor qualidade) é que ele ouve quem os cerca. A Microsoft observou com atenção o sucesso do iPhone e iPad, principalmente a importância vital que os produtos possuem no negócio da Apple hoje, e decidiram atacar nas frentes onde eles consideravam mais relevantes, e onde eles poderiam obter uma maior possibilidade de sucesso (no entendimento da Microsoft, é sempre bom lembrar): sistemas operacionais móveis e tablets com um sistema operacional “real”. Mais do que isso: a Microsoft “comprou” o desafio de criar algo diferente dos concorrentes, oferecendo diferenciais relevantes, e sem cair nos mesmos erros que seus rivais.

Nesse ponto, Ballmer e sua equipe estão de parabéns.

O Windows Phone é um sistema móvel excelente, muito rápido, leve e intuitivo, e sem se parecer com a proposta dos seus concorrentes. Obviamente, ele peca por não contar com tantos aplicativos, mas ainda acredito que isso é uma questão de tempo, e um problema pontual. O Windows Phone 8 é considerada a primeira versão “completa” do sistema, que permite uma comparação mais completa com os demais sistemas. O que o torna muito promissor para o futuro.

Já a tática do Surface foi mais bem pensada. Não é pelo fato de simplesmente oferecer um tablet ao mercado, pois quase todo mundo já fez isso. Mas sim, oferecer um tablet com um sistema operacional completo, e não um sistema móvel, com recursos limitados. De quebra, eles estão oferecendo a possibilidade de você ter no tablet um sistema que foi pensado desde o começo para os tablets, e que vai funcionar exatamente da mesma forma que vai funcionar no seu desktop de casa ou no escritório. E isso, nenhum dos seus concorrentes ainda oferece.

Além disso, a Microsoft merece ser parabenizada por criar um ecossistema completo de seus produtos. A usabilidade de um PC, ultrabook, smartphone, notebook, tablet, Xbox 360 e outros produtos que recebem a nova proposta de interface vão funcionar de forma similar, facilitando a vida daqueles que não são íntimos com a tecnologia. Essa é uma grande vantagem que essa nova fase de produtos terá em relação aos demais.

É cedo para dizer que o Windows 8 vai ser um grande sucesso, colocando a Microsoft novamente no mapa de inovação tecnológica. Mas pelo risco que a empresa está tomando, e por claramente tentar apresentar algo novo para um mercado onde a maioria diz que “não dá para inventar mais nada”, ela merece ser parabenizada sim. Ao menos eles estão tentando inovar. Outras empresas, ao que tudo indica, se acomodaram nesse aspecto.

[tecnologia] Cientistas de Harward recriam um pulmão humano em um microchip

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Um grupo de cientistas da Universidade de Harward conseguiram criar um pulmão em miniatura, que é totalmente funcional, graças a ajuda de um microchip, células pulmonares humanas, vasos sanguíneos e um pedaço de plástico poroso. Ele tem um tamanho similar a uma borracha de apagar, e obviamente é muito mais simples do que um pulmão natural, mas parece cumprir seus objetivos muito bem.

Além disso, por causa de sua estrutura translúcida permite que os pesquisadores analisem os processos que ocorrem no seu interior (algo que é mais complicado em um órgão normal), e servirá tanto para diagnosticar os efeitos das toxinas presentes no ar, como para testar novos tratamentos e métodos de cirurgia. É possível inclusive demonstrar a troca de gases entre as células pulmonares e a corrente sanguínea e, com isso, eles voltam seu esforços em criar qualquer outro tipo de órgão neste mesmo formado. Abaixo, temos um vídeo com as explicações de um dos responsáveis do projeto.

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Descobriram um novo material para discos econômicos com alta capacidade

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Um grupo de cientistas da universidade de Tóquio descobriram um novo composto, o pentaóxido de titânio (Ti3O5) que pode ser usado como mídia para armazenar dados em disco óptico. Este material pode trazer duas grandes vantagens em relação ao germânio ou similares, que são utilizados nos Blu-rays atuais. A primeira delas é o seu baixo preço e, por isso, a chance de fabricação em grandes quantidades. A segunda vantagem é a capacidade de acumular um volume de informação muito maior: mesmo com falta de dados conclusivos, estima-se que seria capaz de multiplicar a capacidade do Blu-ray entre 200 e 1000 vezes.

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[tecnologia] As lentes de contato do futuro alertarão aos diabéticos de seu estado de saúde

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Os estudos sobre o uso de lentes de contato como sistema de vigilância para as diabetes não são precisamente uma novidade, porém, parece que um grupo de pesquisadores da Universidade de Western Ontario estão mais próximos de transformar esta tecnologia em realidade. Isso seria possível, graças a uma polpuda doação de US$ 200.000 da Fundação Canadense de Inovação, para desenvolvimento desta tecnologia.

O segredo seria em instalar nanopartículas em cada lente, que mudariam de cor de acordo com uma reação química, com as moléculas de glicose presente nas lágrimas. Deste modo, o usuário saberá quando seus níveis de açúcar em sangue estão muito baixos ou altos, podendo assim se medicar da melhor forma. Eles ainda estudam a possibilidade de trazer este recurso em embalagens de produtos alimentícios, para indicar se o produto está ou não dentro do seu prazo de validade.

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