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Velhos celulares Nokia recebem nova vida como brinquedos sexuais

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Nokia

 

Uma pesquisa realizada com as mulheres na Índia confirmaram que utilizam velhos celulares Nokia como brinquedos sexuais.

Estamos falando de dumbphones, ou celulares simples, como o Nokia 3310 (o original, não a versão de 2017) e outros similares que incorporam o sistema de vibração.

O motor de vibração desses celulares e outros componentes é tão potente quanto um gadget sexual. É algo curioso, que está oferecendo uma segunda vida aos dispositivos nos mercados emergentes.

Na verdade, qualquer telefone móvel com um motor de vibração minimamente potente pode ser utilizado dessa forma. Algumas mulheres preferem manter os dispositivos mais tempo consigo antes de vendê-lo no mercado de segunda mão, evitando assim comprar um produto dedicado ao ato e manter o seu smartphone principal, digamos… “limpo”.

Tudo bem que estamos falando da Índia, país com alto índice de pobreza e estigmatização clara sobre a sexualidade da mulher. Esse cenário complica o acesso das mulheres para “soluções dedicadas”.

Por outro lado, devo confessar que conheço algumas mulheres aqui no Brasil que fazem exatamente o mesmo que as indianas. Só não sei se é o Nokia 3310 o campeão do prazer.

Sem falar que é uma solução muito mais discreta e econômica. E o que realmente importa: dá o prazer que a mulher merece ter.

 

Via PhoneArena

Linhas móveis de graça na Índia: um plano para o desenvolvimento tecnológico do país

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A Índia esta investindo tempo e dinheiro no objetivo de levar a internet para cada canto do país. Não faz muito tempo que falamos do polêmico smartphone Freedom 251, que custava menos de US$ 4. Agora, o Primeiro Ministro do país volta aos noticiários, decidindo que todos os indianos entre 18 e 38 anos terão direito a uma linha móvel completamente gratuita, e sem qualquer tipo de exigência para isso.

A linha sera sublicenciada pelo governo e não é ilimitada, mas contará com 1 GB de dados e 100 minutos de chamadas por mês. De graça? Está muito bom!

 

O acesso à internet é um luxo ou um direito?

Este é um debate que já tem um tempo, e que de vez em quando é abordado a partir de diferentes ângulos. As operadoras de todo o planeta tem a “obrigação” comercial de oferecer uma linha de telefone e conexão de dados até a porta da sua casa, mas não de prover o serviço sem cobrar por mês. O mesmo ocorre com as linhas móveis, que estão disponíveis mas não são gratuitas.

A única gratuidade que contamos no nosso telefone móvel é a chamada de emergência que pode ser feita a qualquer momento. Com o sem saldo.

Mas sobre ter acesso à internet de graça, ninguém fala nada. Até agora, foi o governo da Índia reabriu a discussão.

O mercado indiano, que é hoje o segundo mais importante do planeta (superando os Estados Unidos), agora conta com linhas de dados e voz gratuitas para seus jovens, como parte do Plano Digital GOA. O plano também prevê a oferta de internet WiFi gratuita em todos os colégios.

Para o plano funcionar, o governo indiano vai abrir um concurso público entre as operadoras móveis que atuam no país. Tudo é parte de um projeto para acelerar as infraestruturas de telecomunicações à sua população, que é de baixa renda na maioria dos casos.

Via Mashable

Samsung Z2, o primeiro smartphone Tizen com 4G

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A Samsung ampliou a sua oferta de dispositivos com o sistema Tizen, com o lançamento oficial do Samsung Z2.

A Samsung segue focando o Tizen em mercados emergentes, e mais uma vez a Índia foi o país escolhido para o lançamento do Samsung Z2, que você conhece em detalhes a partir de agora.

 

Simplicidade no hardware…

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O Samsung Z2 possui tela TFT de 4 poleagadas (WVGA, 800 x 480 pixels), processador Spreadtrum quad-core a 1.5 GHz, 1 GB de RAM, 8 GB de armazenamento (expansíveis via microSD de até 128 GB) e bateria de 1.500 mAh.

Sua característica de maior destaque é a presença da conectividade 4G/LTE, com velocidade máxima de 150 Mbps para download.

Nas câmeras, o modelo possui um sensor traseiro de 5 MP com flash LED e vários modos de disparo. Na câmera frontal, um sensor de 0.3 MP (VGA).

 

…e um plus no software

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Apesar das configurações modestas, a Samsung promete um desempenho muito fluído no Samsung Z2, com uma inicialização de aplicativos mais rápida e melhor gerenciamento do multitarefa, em parte graças ao sistema operacional Tizen 2.4.

A interface tem vários elementos que lembram a TouchWiz, mas com uma estrutura mais simples e intuitiva, permitindo uma navegação por gestos táteis, como deslizar para cima para trocar entre aplicativos abertos.

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A Samsung incluiu muitos aplicativos no Samsung Z2, começando pelo pacote Essential Apps, que inclui WhatsApp, Facebook ou Facebook Messnger.

Parcerias com operadoras também resultam em outros aplicativos como jogos, redes sociais e serviços de videochamadas.

Também está presente o modo Ultra Data Saving, que reduz em até 40% o volume de dados consumidos pelas redes 4G. Algo interessante para os mercados emergentes.

Outros itens presentes no novo smartphone são o serviço S Bike, um modo que filtra as chamadas enquanto o usuário está dirigindo, e o My Money Transfer, que realiza transferências de dinheiro diretamente a partir do smartphone.

 

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Não seguir uma ordem cronológica não serve como indicador de nível técnico do dispositivo.

O Samsung Z2 se assemelha muito mais com o modelo Z1, com um formato com cantos ligeiramente arredondados e uma relação corpo/tela que poderia ser bem melhor, principalmente nas laterais.

A principal diferença está no fato da parte traseira ter um acabamento com textura pensada em um melhor agarre.

Na parte de hardware, o Z2 está no meio do caminho dos modelos existentes.

O Samsung Z2 por enquanto foi anunciado exclusivamente na Índia, e não deve chegar em grande escala global. Começa a ser vendido naquele país o dia 29 de agosto, com um preço sugerido de 65 euros.

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Via Samsung Índia

LG tem uma TV que repele mosquitos

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A LG Electronics tirou da manga um modelo de televisor bem curioso: seria uma TV capaz de repelir mosquitos da dengue, malária ou zika vírus.

O eletrodoméstico foi apresentado na Índia, que será o seu principal mercado de comercialização. O produto será oferecido para pessoas com baixo poder aquisitivo, que vivem em zonas ou condições mais vulneráveis ao ataque desses insetos.

 

A nova tecnologia Mosquito Away

De acordo com a LG, a chamada Mosquito Away Technology deve funcionar até enquanto a TV estiver desligada, utilizando ondas ultrassônicas inaudíveis para o ser humano, mas que espantam os mosquitos (sua eficácia é comprovada e certificada por um laboratório independente).

A LG indica que é possível utilizar sua tecnologia em outros tipos de dispositivos, como lavadoras ou ar condicionado.

A nova TV está disponível no mercado indiano, com preços entre 350 e 620 euros. A ideia é que esses modelos também sejam comercializados nas Filipinas e no Sri Lanka, mas sem planos de lançamento para outros mercados (por enquanto).

É uma pena. A ideia é muito boa, e cabe em outros setores de maior poder aquisitivo. O Brasil com certeza teria um grande mercado em potencial para essas TVs. Ainda mais em tempos onde a zika vírus é uma realidade na nossa sociedade.

Via Reuters

Há mais iPhones na China do que em qualquer outro lugar do planeta

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O iOS é o segundo sistema operacional móvel do mercado, mas conta com uma vantagem: só está presente no iPhone, que por sua vez supera todos os outros fabricantes Android, exceto a Samsung. O mercado norte-americano sempre foi importante para a empresa nas vendas, com cotas de 40% do seu mercado, vencendo os sul-coreanos no país. Por muito tempo, os Estados Unidos era o país com maior número de usuários de iPhone. Agora, é a China que tem a primeira posição.

 

131 milhões de usuários

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Não é de se estranhar esse fato, quando pensamos na China. Temos 420 milhões de habitantes nos Estados Unidos, contra 1.4 bilhão de chineses. A diferença na população fez com que a Apple alcançasse 16.8% da cota de mercado para superar o uso na sua terra natal.

Os 100 milhões de usuários de iPhone ativos nos Estados Unidos foram superados pelos 131 milhões de usuários do mesmo smartphone na China. Não só falamos da liderança, mas na concentração de mais usuários desse smartphone do que em qualquer outrou país do planeta, além de ser a região onde a Apple domina o mercado, seguida pela Samsung que não chega a 16%.

Os números mostram que o interesse da Apple no país está mais do que justificado, e é justamente na China que eles podem desenvolver números de crescimento constante, ainda mais depois da primeira queda nas vendas de iPhones de sua história.

 

Próxima parada: Índia

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Agora que a estratégia da Apple na China se demonstrou ser algo funcional e benéfica para a empresa, o próximo país dos sonhos de Tim Cook é a Índia, que tem a segunda maior população do planeta. A empresa tem uma delegação no país na forma de visita de cortesia para aproximar as relações entre as duas partes.

Não podemos nos esquecer que a Apple teve vários encontros com a Índia para tratar da política de comercialização de dispositivos, visando resolver a recusa por parte do governo indiano sobre a comercialização de iPhones recondicionados, mostrando dúvidas sobre o impacto sobre a reciclagem de produtos eletrônicos, um grave problema para o país.

A Índia possui quase 1.3 bilhão de pessoas, que podem se transformar no novo campo de crescimento da Apple. E esse é um motivo mais que suficiente para a dedicação de todo o esforço necessário para abrir brechas no país e seguir ganhando usuários.

Via QZ

Na Índia, estão recusando iPhones recondicionados

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A Apple normalmente utiliza produtos recondicionados em mercados específicos, principalmente smartphones, que são recolhidos por avarias ou trocas, e que voltam ao mercado por um preço mais barato. São unidades que contam com as mesmas garantias dos novos, e alguns clientes procuram por eles para ter um iPhone mais barato, mas sem apelar para modelos mais antigos.

Porém, a Índia se transforma em uma pedra no sapato da Apple justamente por conta dos iPhones recondicionados. O Ministro do Meio Ambiente do país recusou o plano da empresa norte-americana de comercializar smartphones nessa condição por lá. Vale lembrar que no ano passado, a gigante de Cupertino entrou com uma solicitação similar, que também foi rechaçada. A insistência e algumas declarações mostram qual é a fonte do problema.

A Apple conta com apenas 2% do mercado de smartphones na Índia, que tem quase 18% da população mundial. É difícil de ignorar esse mercado, e a ideia de comercializar iPhones recondicionados por lá com preços mais baixo era considerada boa para aumentar suas vendas e cota de mercado.

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O motivo para os dois vetos por parte do governo indiano é o mesmo: o problema do país com os resíduos eletrônicos. Seus mais de 1.3 bilhão de habitantes e um dos maiores núcleos de fabricação de tecnologia do planeta produzem tantos resíduos que já são quase impossíveis de serem gerenciados.

Os números respaldam o temor do Ministro do Meio Ambiente: a Índia recebe importações de resíduos de outros países, por conta do seu grande centro de armazenamento e reciclagem em Delhi. Em 2014, 55 mil toneladas de resíduos foram armazenados, e é esperado para 2017 um aumento para até 95 mil toneladas ao ano.

Levando em conta que tais resíduos, em sua maioria, são gerados por computadores pessoais e smartphones, apenas 2% desse material é reciclado, o que explica o receio do problema se agravar ainda mais, com a chegada de produtos com um ciclo de vida menor, como é o caso dos iPhones recondicionados.

O receio vem acompanhado de campanhas de uma concorrência que quer evitar a todo custo o crescimento da Apple no país, reforçando ainda mais a recusa para a Apple. A comercialização de iPhones recondicionados na Índia ou precisa ser suspenso, ou esperar por uma aprovação.

São notícias péssimas para a Apple, que mostrou estancamento nas vendas de iPhones, o que obriga a empresa a expandir o leque de regiões que precisam acumular receita. A cota de mercado na Índia é suficientemente elevada para a empresa trabalhar como uma alternativa, mas recusas como essa só fazem com que eles percam tempo. Enquanto isso, o mercado de smartphones no país segue em plena expansão, e os fabricantes locais ou já assentados na região, se tornam cada vez mais fortes.

Via Bloomberg

Samsung recupera a liderança na Índia, depois da queda da Micromax

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A Índia é, hoje, o segundo mercado de smartphones do planeta, ficando atrás apenas da China e desbancando os Estados Unidos. Por isso, o seu mercado gera notícias com peso bem específico. Com novidades peculiares como o smartphone de 3.25 euros ou a entrada do Android One, ou os conflitos da Micromax com a Cyanogen são destaque. Agora, sabemos que a Samsung voltou a recuperar a primeira posição no país em vendas de smartphones.

No começo de 2015, a Samsung tinha que se conformar com a segunda posição na Índia, já que a liderança era da Micromax, que gozava de uma cota de mercado de 22%, com a ajuda econômica do Alibaba. A Samsung era seguida por outras fabricantes locais, como Karbon e Lava. Nesse caso, o Android One mais atrapalhou do que ajudou. Em 2016, a Micromax tem uma cota de 13%, e isso gerou consequências sérias dentro da empresa.

Diante dos fatos, Vincent Taneja, um dos principais executivos da Micromax, apresentou sua carta de demissão. É fato que a empresa já sentia o sinal dos tempos de mudanças, com seus clientes engrossando as cotas de mercado da Samsung e da Lenovo.

Hoje, a Samsung conta com 26% do mercado indiano, somando os modelos com Android e Tizen, recuperando a liderança no país. Agora o mercado local espera algum tipo de reação por parte da Micromax.

Com a situação do país satisfatória, a queda de um fabricante local preocupa os seus dirigentes. A estratégia de baixo custo parece funcionar para Samsung e Lenovo, e pesa nas contas da Micromax. Vamos ficar atentos aos próximos movimentos do país, pois podem ter impactos relevantes nas finanças dos fabricantes.

Via WSJ

Índia assume a segunda posição no mercado de smartphones do planeta

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Apesar de vir muito atrás, são muitos os que previam que a Índia se transformaria no próximo grande mercado do planeta, emergindo de forma similar à China. Pois bem, agora temos a confirmação que a Índia se transformou no segundo mercado de smartphones do planeta, ficando atrás apenas da China e superando os Estados Unidos.

A análise da Counterpoint informa que o envio de smartphones aumentou em 23.3%, alcançando os 100 milhões em 2015, contra 81.1 milhões de dispositivos enviados em 2014. Estes números fazem com que a Índia alcançasse 220 milhões de usuários ativos.

Pese isso ao aumento no número de usuários, o mais correto é medir a porcentagem e não a quantidade. E aqui a Índia ainda fica muito atrás da China, já que a penetração de smartphones ainda fica abaixo dos 30% da população total. Com a adoção dos dispositivos 4G LTE, o envio de smartphones aumentou 15%, alcançando os 25.3 milhões de unidades durante o último trimestre de 2015, contra 22 milhões de unidades enviadas no mesmo período do ano passado.

Apesar do grande aumento na demanda de smartphones no mercado hindu no último trimestre de 2015, foi possível ver uma queda nos envios de 11% a partir do meio do mês de novembro. Nesse mesmo período, quase a metade dos smartphones vendidos contavam com a etiqueta “Made in India”.

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Nas marcas mais vendidas no último trimestre de 2015 no país, a Samsung dominou com 28.6%, contra 14.3% da Micromax e 11.4% da Lenovo (somando com as vendas da Motorola).

Via Counterpoint

Android One v2.0 pode ser apresentado em 16 de dezembro

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Há quem diga que Sundar Pichai, atual CEO da Google, vai visitar a Índia em breve, para se reunir com o primeiro ministro e presidente do país em um evento a ser realizado por lá no dia 16 de dezembro, para uma possível apresentação do Android One v2.0.

O Android One não teve a acolhida que a Google esperava, e isso é compreensível por conta do preço elevado que os modelos chegaram ao mercado, principalmente comparados com os dispositivos de outros fabricantes de fora do projeto. Os convites para o evento fazem referência à importância dos smartphones econômicos nos mercados emergentes, mas esperamos ver se a Google corrigiu os erros do passado no novo Android One v2.0.

Dois problemas merecem destaque: requisitos mais flexíveis, permitindo que mais fabricantes entrem no programa, algo necessário para o seu crescimento, além de uma relação custo-benefício melhor do que a apresentada pelo Android One original.

Vamos esperar. Em uma semana, teremos novidades sobre o assunto.

Via FoneArena

O smartphone de US$ 15 existe, e será lançado em 2016

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A DataWind e a RCom está preparando o lançamento de um smartphone na Índia que vai custar apenas US$ 15.

O nome do dispositivo não foi revelado, mas ele chega ao mercado do país em 28 de dezembro por 999 rúpias, ou US$ 15,38. Não foram reveladas muitas características sobre o dispositivo, mas sabemos que ele será um smartphone com conectividade 2G e baseado no Linux, e não no Android. Seu hardware é bem modesto para ter esse preço inicial tão baixo, e o objetivo é que qualquer pessoa do país possa comprá-lo.

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Um ponto chave do dispositivo é o seu acesso à internet e aos aplicativos mais simples, como mensagens e redes sociais. Para isso, eles oferecem 12 meses de conectividade móvel gratuita, através da operadora RCom. Aqui, o 2G deve se suficiente para um uso simples, com mensagens e e-mails.

OBS: não existem imagens do novo smartphone. As que são exibidas nesse post são dos mais recentes smartphones Android do catálogo da DataWind. 

Via CNET, India Times

Samsung Z3 é oficial: um smartphone Tizen melhorado

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A Samsung apresentou oficialmente o Samsung Z3, smartphone com Tizen que é a evolução direta do Samsung Z1, que vendeu mais de 1 milhão de unidades, o que é considerado um grande sucesso para os coreanos.

O Samsung Z3 é a clara aposta no Tizen como alternativa ao Android, com um dispositivo mais potente, mais completo e mais capaz. O modelo possui uma tela Super AMOLED de 5 polegadas (1280 x 720 pixels, 294 ppp), processador (de fabricante desconhecido) de quatro núcleos a 1.3 GHz, 1 GB de RAM e 8 GB de armazenamento (expansíveis via microSD de até 128 GB).

O Samsung Z3 possui câmera traseira de 8 megapixels, câmera frontal de 5 megapixels, bateria de 2.600 mAh e modo de ultra economia de energia, já visto em outros dispositivos.

 

Samsung Z3, e Samsung Galaxy Grand Prime, lado a lado

Samsung Z3, e Samsung Galaxy Grand Prime, lado a lado

Algumas ausências são sentidas. A principal delas é a da conectividade 4G. De qualquer forma, várias das características do Samsung Z3 dão a entender que temos aqui um Galaxy Grand Prime com o sistema operacional Tizen no lugar do Android.

O Samsung Z3 será vendido ao longo desse mês na Índia, por um preço sugerido de 115 euros, nas cores preto, dourado e prata. Não está descartado o seu lançamento em outros mercados, mas dificilmente manterá o seu preço.

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Via SamMobile

Google e Microsoft querem encher a Índia de conectividade à internet

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Tanto Google como Microsoft querem abastecer a Índia, um dos países mais pobres e povoados do mundo, de conectividade à internet. Cada um com o seu respectivo projeto.

O Google tem o plano mais chamativo. Sundar Pichai anunciou um plano para oferecer a conexão via WiFi ao sistema ferroviário da Índia, que hoje é utilizado por 10 milhões de pessoas diariamente. Vão oferecer a infraestrutura necessária para cobrir mais de 400 estações, que são apenas 5% das 8 mil estações existentes no país.

O projeto tem início em 2016, e para o final de 2015 eles esperam ter 100 estações cobertas, que serão complementadas com outras nos próximos meses. Não há detalhes sobre as conexões, forma de uso ou requisitos impostos. Sabemos que há um acordo entre a Google com o primeiro ministro da Índia, Narendra Modi, em uma visita do chefe de estado aos escritórios do Google na Califórnia, em um encontro com o próprio Sundar Pichai.

Modi também aproveitou para visitar os escritórios da Microsoft, e aproveitou a oportunidade para anunciar um plano com filosofia parecida com a da Google, mas para oferecer a internet para 500 mil povoados distribuídos por toda a Índia.

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Assim como no caso da Google, não há detalhes sobre como as conexões serão implantadas, mas existe a promessa que serão redes muito baratas para a população, sempre pensando em oferecer um acesso à internet universal.

Tanto a Google como a Microsoft tem iniciativas amparadas pelo projeto Digital Índia, que pretende fomentar a implantação e o uso da internet no país, que deve ter uma população superior à China em 2030, com uma população mais jovem. Vale lembrar que a Xiaomi voltou suas atenções para o país, que pode se transformar nos próximos anos em um dos mais importantes do mundo da tecnologia.

O ‘Made in China’ caiu de moda nos smartphones

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Não faz muito tempo que a China parecia a ‘terra prometida’ do mundo da eletrônica, principalmente para os dispositivos móveis. A infraestrutura e o custo da mão de obra transformaram o gigante asiático no principal protagonista do mercado, e todos os gigantes da telefonia móvel centraram suas operações de produção nesse país.

Porém, as novas taxas de importação impostas pelo governo chinês fizeram com que o país não seja mais tão vantajoso assim, e isso resultou no surgimento de outras alternativas cada vez mais populares. A Índia se transformou na nova referência para algumas empresas, e a Lenovo já inicou a sua produção de smartphones no país, graças ao fabricante Flex e suas instalações próximas da cidade de Chennai.

 

A Índia é a nova China

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Amar Babu, presidente da Lenovo na Índia, confirmou para a Bloomberg que era a primeira vez que Lenovo e Motorola compartilharão instalações para a produção de seus dispositivos móveis, mas com linhas de produção diferentes. Estas instalações contam com uma capacidade de produção de ‘6 milhões de unidades por ano’, com vendas dirigidas para o mercado indiano.

A Lenovo não é a primeira, e provavelmente não será a última empresa a tomar essa decisão. A Foxconn também começou a fabricar alguns dos dispositivos da Xiaomi e da OnePlus no país, e anunciaram planos para implantar 12 fábricas na Índia. O primeiro ministro indiano Narendra Modi gastou muito tempo atraindo os grandes fabricantes para o seu país, e sua iniciativa parece dar resultado.

Uma das razões para esta mudança da Lenovo pode ser os últimos resultados da empresa. A China representa 59% das vendas de smartphones deles em todo o planeta, mas no último trimestre, tanto a Lenovo como a soma da Lenovo com a Motorola registraram uma queda em sua cota de mercado no país. Na Índia, as coisas são promissoras, onde as unidades distribuídas cresceram em 44% no segundo trimestre de 2015, segundo a IDC.

Lenovo, Xiaomi, Huawei e Gionee conseguem concentrar 12% do mercado indiano, e parece que a ideia é ir além, não apenas vendendo na Índia, mas fabricando no país. Kiranjeet Kaur, um dos responsáveis pelo estudo da IDC, revela que ‘a desaceleração da China fez com que muitos fabricantes desse país busquem como objetivo a Índia como próximo mercado de grande crescimento para os smartphones’.

Via Bloomberg

Xiaomi Redmi 2 Prime, 100% fabricado na Índia, é anunciado oficialmente

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A Xiaomi apresentou hoje (10) o Redmi 2 Prime, o seu primeiro smartphone totalmente fabricado na Índia, iniciando assim uma nova etapa nos planos de expansão internacional do fabricante.

O lançamento faz parte da campanha ‘Make in India’, que entra em vigor com este lançamento. Deste modo, os smartphones seriam fabricados na fábrica da Foxconn em Vizag, cidade indiana onde aconteceu a apresentação oficial.

O primeiro smartphone dessa campanha possui especificações medianas com preços muito baixos. Seguindo essa cartilha, o Redmi 2 Prime tem as seguintes características:

– Tela IPS de 4.7 polegadas (1280 x 720 pixels, 312 ppp)
– Processador Snapdragon 410 quad-core de 1.2 GHz
– 2 GB de RAM
– 16 GB de armazenamento (expansíveis via microSD)
– Câmera traseira de 8 megapixels, câmera frontal de 2 megapixels
– Dimensões e peso: 134 x 67,2 x 9,4 mm, 133 gramas
– Suporte para redes 4G e dual SIM
– Sistema Android com interface MIUI v6

Ou seja, tudo o que vazou na Amazon India a alguns dias foi confirmado. Temos aqui uma pequena revisão do Xiaomi Redmi 2, mantendo a maioria das especificações, com o dobro de RAM e armazenamento. Por enquanto, não há detalhes sobre preço final e data de lançamento, mas deve rondar os 95 euros, segundo um vazamento do Flipkart, site indiano de compra online.

Com o Redmi 2 Prime, a Xiaomi formaliza a sua internacionalização, incluindo a fabricação local, algo que já vemos aqui no Brasil.

Via MIUI

Índia usa drone com spray de pimenta contra manifestações

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Em uma pequena cidade do norte da Índia, drones equipados com spray de pimenta foram utilizado para dissolver manifestações populares. Segundo o chefe de polícia local, a pimenta não é letal, mas é eficiente para o controle das massas, e os drones oferecem uma maximização dos resultados.

As autoridades locais compraram cinco drones por 9 mil euros cada. Todos incluem câmeras de alta definição, que enviam imagens ao vivo das zonas de conflito, e contam com um pequeno compartimento para carregar até 2 kg de pimenta. Infelizmente, não temos foto do dispositivo em questão.

Não é a primeira vez que as autoridades indianas utilizam drones para a vigilância policial durante as manifestações dos cidadãos, mas é a primeira vez que ouço falar de drones que dispersam pimenta como método de neutralização das massas.

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Outra categoria de drone utilizado em algumas regiões do continente africano é o Skunk, que pesa 45 kg e tem oito braços, que além de disparar bolas de pimenta, dispara bolas de pintura, que podem servir para marcar os manifestantes ou até neutralizá-los, se o ritmo de disparo for aumentado (ele pode disparar até 20 bolas por segundo). O drone também inclui lasers cegadores, que podem deter os manifestantes.

Via Yahoo

IDC confirma queda de vendas de smartphones na Índia

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Segundo os dados da IDC, o mercado de smartphones na Índia caiu em 11% entre outubro e dezembro de 2014 em relação ao trimestre anterior. Se comparado com os resultados obtidos em 2013, a queda também é sensível.

Foram distribuídos na Índia 64.3 milhões de unidades de smartphones no quarto trimestre de 2014, um volume 5% menor que no mesmo período de 2013. Segundo a IDC, ‘o mercado de smartphones na Índia mostrou uma contração no número de unidades distribuídas pela primeira vez na história’.

Entre os motivos que levaram à esse cenário estaria a espera pelas vendas do período natalino, que não foi tão bom assim. A IDC espera que o primeiro trimestre de 2015 também será difícil, mas o aumento da disponibilidade das redes 4G pode reaquecer as vendas do país, que é uma das referências para o crescimento do mercado global.

Via The Economic Times

Samsung Z1 vendeu 50 mil unidades nos primeiros 10 dias de venda

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O sul-coreano Business Korea cita as palavras de Asmin Warsi, um dos responsáveis pelos negócios da Samsung na Índia, que revela que ‘o volume de vendas do Samsung Z1 superou nossas espectativas’. A empresa não confirma, mas os veículos indianos falam em 50 mil unidades vendidas do produto nos primeiros 10 dias de mercado.

O Samsung Z1 pode não competir com outros modelos disponíveis, mas a empresa entende que a fluidez do Tizen é uma de suas características mais destacadas, assim como sua relação custo/benefício e sua autonomia de bateria. O lançamento na Índia foi acompanhado da inclusão de conteúdos locais, o que completam a oferta de serviços paralelos.

Fato é que a Samsung parece estar muito centrada no Tizen, pois lançou duas atualizações menores ao sistema nos últimos dias, melhorando o desempenho e corrigindo erros. A experiência de usuário está sendo cuidada pelos responsáveis da empresa, e ainda que o Z1 não desembarque por aqui tão cedo, já é possível imaginar o modelo em outros mercados, principalmente na Ásia.

Via Business Korea

Samsung Z1, primeiro smartphone com Tizen, tem fria acolhida

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As primeiras informações sobre a receptividade do Samsung Z1, primeiro smartphone com o sistema Tizen a desembarcar na Índia é que o produto não despertou muito interesse por parte dos consumidores.

As primeiras análises apontam que o Z1 possui como pontos fracos uma câmera pouco capaz, e a carência de aplicativos para o dispositivo. No caso das fotos, nunca foi fácil encontrar boas câmeras em modelos de entrada, mas algumas poucas alternativas aparecem de tempos em tempos. Para o Z1, a Samsung colocou um sensor de 3.1 megapixels, que lembra mesmo os modelos do passado, além de um sensor frontal para videochamadas.

No caso da falta de aplicativos, isso pode ser solucionado com o tempo. O Tizen tem aproximadamente mil aplicativos, e especula-se que o sistema poderá executar apps Android.

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O Samsung Z1 custa US$ 92, preço que cai bem no bolso dos indiano. Porém, conta com uma concorrência pesada, com os smartphones Android One e o Lumia 535, que parecem ser mais interessantes por conta do ecossistema e do hardware.

Nesse momento, apenas 10% dos habitantes indianos contam com um smartphone, e aqui se mostra todo o interesse dos fabricantes em estarem nesse país, fazendo parte do crescimento que deve acontecer nos próximos anos. Na Índia, a Samsung ainda lidera, seguida pela fabricante local Micromax.

Via Reuters

Samsung Z1, smartphone com Tizen, é oficial

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A Samsung apresentou oficialmente o seu primeiro smartphone com o sistema operacional Tizen. O Samsung Z1 é um produto pensado para os mercados emergentes, e será lançado primeiro na Índia, com um preço sugerido de aproximadamente US$ 90.

O modelo possui uma tela de 4 polegadas (WVGA), chipset de dois núcleos e 768 MB de RAM. São especificações dos smartphones Android de 2010/2011.

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O Samsung Z1 conta com uma câmera traseira de 3.1 megapixels (com flash), câmera frontal VGA, conectividades WiFi b/g/n e Bluetooth 4.1 (nada de 3G aqui), 4 GB de armazenamento (expansíveis via microSD), dimensões de 120.4 x 63.2 x 9.7 mm, peso de 112 gramas e bateria de 1.500 mAh.

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São números muito inferiores em relação ao Samsung Z (apresentado no meio do ano passado, que seria o primeiro smartphone com Tizen). Também vimos modelos de desenvolvimento mais capazes que o Z1, o que deixa dúvidas sobre o que eles serão capazes de fazer nas linhas mais avançadas.

A versão do Tizen presente no dispositivo é a 2.3, dando a entender que é um sistema muito leve, dispensando um hardware poderoso para funcionar. Mas só saberemos disso quando testemunharmos o seu funcionamento, principalmente na execução de aplicativos Android.

A estreia na Índia não é algo casual. Lá eles vão enfrentar o Android One (Google) e o CyanogenMod, que quer fazer algum barulho na região. Também é esperado que as plataformas mais jovens (como o Firefox OS) cresçam de forma significativa em 2015, em uma competição acirrada.

Se a Samsung será capaz de triunfar sem a ajuda da Google? Só o tempo vai dizer. Fato é que o Samsung Z1 cai como uma luva para os mercados emergentes: é compacto, acessível e tem a plataforma para chamar de sua. Vamos ver se os indianos compram essa combinação.

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Via Samsung

eMarketer: Índia será o segundo mercado de mobilidade mais importante do mundo em 2016

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Um novo estudo do eMarketer revela que a Índia vai se transformar no segundo mercado global no segmento de mobilidade em 2016, por conta da quantidade de dispositivos vendidos.

A Índia vai superar inclusive os Estados Unidos, e só será menos relevante que a China nessa magnitude. Segundo o estudo, o país vai superar os 200 milhões de usuários ao longo de 2016, e isso fará com que supere os norte-americanos em um prazo de um ano.

Em 2016, a China vai liderar esse ranking, com 624.7 milhões de smartphones, seguido da já citada Índia (204.1 milhões), Estados Unidos (198.5 milhões), Rússia (65.1 milhões) e Japão (61.2 milhões). As previsões contrastam com o cenário atual, que mostra a China em primeiro (519.7 milhões), seguida dos Estados Unidos (165.3 milhões) e Índia (123.3 milhões).

O número de usuários em todo o planeta vai ultrapassar os 2 bilhões de pessoas em 2016. A previsão para 2015 é que alcancemos os 1.91 bilhões de usuários de smartphones, com um salto de 12% em 2016, estimando assim 2.16 bilhões. Esses números serão consolidados especialmente pelos smartphones de baixo custo, que naturalmente abrem novas oportunidades para o marketing e o comércio.

Via BGR