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Kim Jong-Un odeia os EUA, mas ama a Apple

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O “querido líder” da Coreia do Norte, Kim Jong-Un, odeia os Estados Unidos com todas as suas forças. Bom, em partes. A ideologia comunista que ele impõe ao país só vale para os outros, tal como acontece em toda e qualquer ditadura que se preze.

A Coreia do Norte é um país pobre, cujo povo é vítima de um regime totalitário e opressor, que toma atitudes mais próprias de dinastias asiáticas primitivas do que de uma sociedade do século XXI. Porém, a pobreza e o ódio aos Estados Unidos chocam totalmente com os gostos de Kim Jong-Un, que não só desfruta de luxos impossíveis às custas dos seus cidadãos, mas também gosta de utilizar produtos da Apple, como podemos apreciar nas imagens desse post um iMac e um MacBook Pro.

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Este é mais um claro exemplo da falsidade e hipocrisia fanfarronesca que rodeia o regime norte-coreano, e nos ajuda a compreender por que a distribuição Linux desenvolvida pelo país tem tantas semelhanças com o OS X, incluindo o dock e as cores do sistema. Falo da Red Star OS, um sistema operacional muito limitado, que se alinha com a filosofia de vida pregada pela Coreia do Norte para os seus cidadãos.

Via Softpedia

iFixit desmontou o novo iMac, que é quase impossível de ser consertado por conta

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O pessoal do iFixit já desmontou o novo iMac de 21.5 polegadas com resolução 4K. E depois do processo, eles concluíram que a tela é fabricada pela LG com chips da Texas Instruments, e que os alto-falantes, ventilador e HD são similares às gerações anteriores.

Ok. Agora, as más notícias.

A desmontagem também conclui que o equipamento não permite a possibilidade de adicionar posteriormente o armazenamento flash, e que a RAM também não pode ser trocada. Ou seja, quando comprar o iMac, vai ter que se conformar com o que ele tem. Sem falar que o mesmo é praticamente impossível de ser reparado sozinho, o que explica a nota final de 1 em 10 (quanto mais alta, mais fácil de ser reparado).

A seguir, um vídeo que mostra o processo de desmontagem.

 

Via iFixit

Veja o unboxing do Apple iMac 5k (2015)

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A Apple atualizou a sua linha de computadores All in One, onde os novos iMacs oferecem telas melhores, processadores de última geração, novos periféricos e um sensível aumento de preço no Brasil. Pois bem, o pessoal do Mashable decidiu fazer o unboxing um dos modelos desse computador.

Temos aqui um dos dispositivos mais avançados do mercado, por conta de sua tela, design e especificações. Os desktops All in One não são grandes campeões de vendas, mas são produtos atraentes para os profissionais, por conta da integração de componentes no mesmo chassi e a eliminação dos cabos.

Os iMacs estão entre os mais vendidos do setor, e não é surpresa ver esse novo iMac 5K. Vale lembrar que a Apple mantém a tela Full HD para o modelo básico de 21 polegadas.

Vídeo a seguir.

 

Via Mashable

iMac de 21.5″ com 4K e iMac de 27″ com 5K (2015)

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Não podemos dizer que a notícia nos pega 100% de surpresa, já que os rumores já eram fortes na semana passada. A Apple decidiu renovar a sua família de iMacs, dando praticamente todo o protagonismo das telas.

O modelo de 21.5 polegadas recebeu uma tela com resolução 4K (4096 x 2304 pixels), ou 4.5 vezes a resolução da versão Full HD. Já o modelo de 27 polegadas recebe a resolução 5K (5120 x 2880 pixels) de série, e não mais opcional. Os dois modelos contam agora com uma gama de cores 25% mais ampla, além de atualizarem os seus famosos Fusion Drive.

O modelo de 27 polegadas recebe também os processadores Intel de sexta geração e gráficos AMD R9 (série M300), enquanto que o modelo de 21.5 polegadas deixa de lado a GPU dedicada para contar com os gráficos integrados Intel Iris Pro 6200. A mudança implica na presença de processadores Intel de quinta geração, com chips que foram lançados a apenas alguns meses.

Os novos iMacs estão disponíveis a partir de hoje (13), com preços sugeridos nos EUA a partir de US$ 1.099 para o iMac de 21.5 polegadas mais básico, indo para US$ 1.499 para o modelo com 4K. O novo iMac de 27 polegadas (com 5K) tem o mesmo preço inicial do modelo anterior: US$ 1.799.

No Brasil, a brincadeira continua a sair bem cara. O modelo mais básico do iMac de 21.5 polegadas (1080p) tem preço inicial sugerido de R$ 10.599, enquanto que o modelo básico com 4K sai por R$ 14.299. Já o modelo com 27 polegadas com 5K tem preço inicial sugerido de R$ 16.999.

Mais imagens a seguir.

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Via Apple

Apple vai atualizar o iMac de 21 polegadas, com mais desempenho e 4K

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A Apple pode anunciar na semana que vem uma grande renovação do seu desktop All in One iMac de 21.5 polegadas, que não é atualizado há muito tempo.

Uma linha de código na versão prévia do OS X El Capitan indicava um iMac de 21 polegadas com tela 4K, algo que se confirma por uma informação do site 9to5Mac, que normalmente acerta nos vazamentos de produtos da Apple. O novo iMac receberia os novos processadores da Intel (Broadwell ou Skylake), oferecendo gráficos melhores (integrados e dedicados), maior quantidade de RAM base e unidades de estado sólido de maior tamanho e desempenho.

Outra novidade seria a incorporação da nova tela com resolução nativa 4K (4096 x 2304 pixels), o que resultaria em uma densidade de pixels maior que a do modelo de 27 polegadas (com 5K).

Os All in Ones não são campeões de vendas, mas são produtos atraentes para muitos pela integração de componentes em um mesmo chassi, eliminando os cabos. Os iMacs estão entre os mais vendidos do setor, e mesmo a Apple sendo uma empresa de dispositivos móveis, não deixa de lado os seus desktops.

O novo iMac 4K chegaria ao mercado em 13 de outubro. Vamos aguardar.

Via 9to5Mac

Apple pode lançar um iMac de 21.5 polegadas com resolução 4K ainda em 2015

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Tudo indica que a Apple está planejando lançar uma nova versão do seu iMac de 21.5 polegadas para o outono norte-americano, que vai receber uma tela com resolução 4K e outras melhorias de hardware ainda não relevadas (mas tudo indica que pode ser uma CPU Intel Skylake, utilizando gráficos IPG).

Referências encontradas dentro da beta do OS X El Capitan mostram resoluções correspondentes ao 4K, que dificilmente poderiam pertencer ao modelo de 27 polegadas, já que este utiliza uma resolução 5K. O novo iMac pode ser anunciado no final de outubro, com os primeiros envios no começo de novembro, para que suas vendas comecem ainda nessa janela de final do ano, não muito distante das vendas natalinas.

Também não está descartado que a Apple mantenha os modelos Full HD do iMac de 21.5 polegadas por algum tempo. Sobre o preço, nada foi dito, mas especula-se um valor inicial de US$ 1.300 nos Estados Unidos.

Via 9to5Mac

Uma breve revisão no histórico de design do Apple iMac

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O iMac está com tudo e não está prosa. A sua última versão, com tela Retina 5K, é o sonho de consumo de muitos que querem desfrutar dos benefícios da alta resolução no seu escritório, mas sem desconsiderar um único detalhe no design. Mas para chegar até aqui, a Apple percorreu um longo caminho.

O primeiro iMac foi lançado em 1998, e não tem nada a ver com o design apresentado pelo atual desktop da Apple. Logo, esse post tem como único objetivo apresentar uma breve revisão na história do iMac, com as fotos em ordem cronológica dos lançamentos dos computadores da empresa.

Confesso que tive vontade de ter alguns dos modelos exibidos abaixo. Sem falar que o atual iMac é simplesmente algo lindo. Enfim…. fotos.

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Novo iMac, com tela Retina 5K

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Talvez o produto que mais chamou atenção pelas inovações no evento de hoje (16) foi o novo iMac Retina, que surpreende pela nova resolução de tela para o modelo com 27 polegadas: 5120 x 2880 pixels.

O design do produto é o mesmo, com uma espessura de 5 mm na parte mais fina do produto. A Apple destacou que essa tela é capaz de mostrar imagens ‘pixel a pixel’, algo que é muito bem vindo para os profissionais da edição de fotografia e vídeo.

Mas a grande protagonista do produto é a tela 5K, que só estará disponível no modelo de 27 polegadas (a Apple nem citou os modelos anteriores, o que indica que as versões de 21 e 27 polegadas já existentes se mantém sem mudanças, com suas respectivas resoluções de 1920 x 1080 e 2560 x 1440 pixels).

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O novo iMac 27 Retina 5K conta com um hardware atualizado, com um processador Core i5, gráficos AMD R9 M290X, e os modelos mais básicos contarão com 8 GB de RAM e armazenamento Fusion Drive (da Apple) de 1 TB.

Não há muitas inovações nos demais itens: a câmera FaceTime HD, as duas portas Thunderbolt 2, USB 3.0, Gigabit Ethernet, conectividades Bluetooth 4.0 e WiFi 802.11 ac estão presentes.

O iMac Retina 5K já chega com o sistema OS X Yosemite, que também foi lançada hoje (16).

O novo iMac é também o novo desktop all-in-one top de linha da Apple. Tem preço inicial sugerido de US$ 2.499. Em outras configurações, é possível encontrar um processador Intel Core i7, gráficos AMD R9 M295X, 16 ou 32 GB de RAM, FusionDrive de 3 TB ou SSD de 256, 512 GB ou 1 TB, entre outras opções.

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Via Apple

Apple marca evento para o dia 16 de outubro: novos iPads, Macs e mais

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A Apple anunciou oficialmente um novo evento para o dia 16 de outubro, em Cupertino, Califórnia (EUA). O convite confirma os rumores os últimos dias, que indicavam que a empresa promoveria um evento nesse mês para apresentar novos tablets, computadores portáteis e desktops (esses dois últimos ainda com apresentação incerta).

Com a proximidade do lançamento dos processadores Broadwell, este seria o momento perfeito para anunciar novas versões do MacBook Air com os chips Intel Core M. Os iMacs também podem receber os novos processadores, além de uma tela Retina. O MacBook Air também pode receber a nova tela.

O que fica muito claro é que teremos a apresentação da versão final do OS X 10.10 Yosemite, e um iOS 8.1 que deve concluir a integração das duas plataformas (via Continuity e Handoff).

Essas e outras dúvidas só serão respondidas no dia 16 de outubro, às 14h (horário de Brasília). E contaremos essas novidades para vocês aqui no blog.

Rumor: novos iMacs com tela Retina podem ser anunciados em outubro

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Segundo o site 9to5Mac, a Apple pode apresentar os tão esperados iMacs com tela Retina em outubro, aproveitando assim a janela de lançamento oficial do OS X Yosemite. O anúncio pode acontecer em um hipotético evento que aconteceria no dia 21 de outubro, onde também seriam apresentados os novos iPads.

O iMac com tela Retina é um dos sonhos mais recentes entre os usuários Apple. A tecnologia Retina foi introduzida pela primeira vez em 2010, com o iPhone 4. Em 2012, a Retina foi apresentada no iPad e MacBook, e desde então, muitos entusiastas da marca esperam sua integração com os desktops da empresa.

Em junho desse ano, os desenvolvedores que trabalharam com o beta do Yosemite descobriram no código do sistema operacional referências a um iMac com resoluções de 6400 x 3600, 5760 x 32440 e 4096 x 2304 pixels.

De acordo com as fontes internas da Apple ouvidas pelo 9to5Mac, só haverá uma versão do iMac com tela Retina, e será a de 27 polegadas. O design será o mesmo da versão anterior, mas podemos ter melhoras no processador e conectividade WiFi. O novo desktop conviverá com as atuais versões do iMac.

Via 9to5Mac

Novos MacBook Air Retina e iMacs 4K em outubro de 2014? Difícil sem o Broadwell

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A Apple liberou a beta pública do OS X 10.10 Yosemite, que promete melhoras visuais importantes, além da integração (não disponível na beta) da promissora tecnologia Continuity. O lançamento da versão final do sistema operacional acontece no final de outubro, e segundo o 9to5Mac, novos modelos de desktops e portáteis da Apple devem aparecer.

Espera-se um MacBook Air de 12 polegadas com tela Retina, e um iMac com tela UHD/4K ou da família Cinema Display, com 4K. Fontes próximas da Apple indicaram para esta fonte que o hipotético MacBook Air chegaria com uma espessura e peso ainda mais reduzidos, porém é muito provável que ele não apareça tão já.

O motivo é bem simples: é mais lógico que a Apple renove esses portáteis como os novos processadores da Intel, o Broadwell, que não deve estrear até o final do ano. Obviamente, existe a chance da Intel ter acelerado a produção já pensando nos novos MacBook Air, mas se isso acontecer, seria uma (grata) surpresa.

O mesmo acontece com os iMac com telas 4K, algo que tem sentido – principalmente com o fato do OS X 10.9.3 suportar essa resolução -, e que também reforçaria sua estratégia de produto, agora que fica claro que características como o Cotinuity reforçarão um ecossistema que pode trabalhar de forma integrada tanto no iPhone como no iPad ou no Mac.

Logo, paciência, caro amigo. Se nenhuma novidade nos computadores Apple for revelada em outubro, você já sabe o motivo.

Via 9to5mac

Apple apresenta um novo iMac de 21.5 polegadas mais barato (ou menos caro)

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A Apple acaba de renovar a sua linha de desktops iMac, com um novo modelo de 21.5 polegadas, que está disponível a partir de hoje (18), com um preço de 1.129 euros (ou R$ 5.799 no Brasil). Sua configuração é a mais modesta até hoje, mas é a mais “acessível” no preço na sua categoria.

O novo modelo conta com um processador Intel Core i5 de dois núcleos a 1.4 GHz (GPU Intel HD Graphics 5000), além de 8 GB de RAM e disco rígido SATA de 500 GB. Os clientes poderão optar por um HD de 1 TB ou uma unidade SSD de 256 GB, entre outras opções, que consequentemente aumentam o valor final do produto.

Vale um destaque para o processador desse novo iMac “econômico”, que é o Intel Core i5-4250U, lançado no terceiro trimestre de 2013. O produto tem um consumo de apenas 15W, similar ao dos processadores de notebooks, mas sua integração oferece uma boa potência (principalmente por conta de sua GPU integrada), apesar da escolha ser um pouco estranha, uma vez que os usuários de desktops não contam necessariamente com as mesmas necessidades dos usuários de notebooks nesse aspecto.

O novo modelo completa uma linha com outras duas versões de 21.5 polegadas mais potentes, com processadores Intel Core i5 de 2.7 GHz, e Core i5 de 2.9 GHz, com GPU NVIDIA GT 750M, além dos novos modelos com 27 polegadas, que já estavam presentes no catálogo da Apple.

Por enquanto, o sistema operacional que acompanha esse novo iMac segue sendo o OS X Mavericks. A nova versão (OS X 10.10 Yosemite) só estará disponível no terceiro trimestre de 2014, com beta pública disponível durante o verão norte-americano.

Via Apple

OS X Yosemite mostra evidências de um iMac com tela Retina

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Os desenvolvedores da Apple estão descobrindo intrigantes dados ocultos no código das versões beta do iOS 8 e OS X. A última descoberta nesse sentido é a existência de um possível iMac com tela Retina a caminho.

A versão anterior do OS X (10.9.4) já apontava para essa possibilidade, mas o Yosemite praticamente confirma essa informação. Segundo informa o site francês Macbiouille, a beta do novo sistema operacional inclui um arquivo que define as possibilidades de escala de diferentes resoluções de tela. Nesse arquivo, há um dispositivo definido simplesmente como iMac, onde as resoluções oscilam entre 3.200 x 1.800 pixels e 6.400 x 3.600 pixels. A resolução nativa não se especifica, mas o site estima que pode ficar entre os 5.120 x 2.880 pixels.

A resolução do MacBook Pro Retina de 15 polegadas é de 2.880 x 1.800 pixels, de modo que tal teoria pode ter sentido. O rumor de que a Apple está trabalhando em um desktop com tela Retina circula na web desde que foram lançados os notebooks com esta tecnologia. Porém, desenvolver telas confiáveis com tantos pixels não é algo tão simples, especialmente em um diagonal de 27 polegadas.

Via MacRumors, Macbiouille

Apple atualiza o iMac, que agora conta com um processador Haswell, gráficos NVIDIA GeForce 700 e novo Fusion Drive

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Apesar de muitos já esperarem que isso aconteceria mais cedo ou mais tarde, a Apple atualizou os seus modelos de iMacs com a quarta geração de processadores da Intel. Porém, fez isso de forma repentina, sem nenhum tipo de comunicação mais específica ou com maior destaque.

De qualquer forma, a partir de agora, a plataforma Intel Haswell chega finalmente à linha de desktops da Apple, com configurações que começam nos modelos com Core i5 quad-core de 2.7 GHz, com 8 GB de RAM, 1 TB de HD e gráficos Iris Pro da Intel. Como sempre, aqueles interessados podem personalizar o seu equipamento, adicionando um processador Core i7 de 3.5 GHz e os novos gráficos NVIDIA, da série GeForce 700.

Se isso te parece pouco, saiba que novidades também foram adicionadas ao Fusion Drive. Segundo a própria Apple, a nova versão do sistema de armazenamento é, pelo menos. 1.5 vezes mais rápida que a versão anterior, além do fato que as unidades SSD administradas nesses novos iMacs são agora do tipo Flash PCIe, que por sua vez também possui um desempenho 1.5 vezes superior em relação aos modelos anteriores.

O Wi-Fi dos novos computadores também foi melhorado, passando a ser compatível com as redes 802.11ac, algo mais que compreensível, levando em conta a última atualização do AirPort Extreme, assim como o Bluetooth, que agora está na versão 4.0.

Para preços e mais informações sobre as novas versões dos iMacs, acesse a página oficial do produto, no site da Apple.

Via Apple 

E já copiaram o novo e ultrafino iMac, antes mesmo da Apple lançar o produto

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Os chineses não perdem tempo mesmo. É praticamente inevitável que qualquer grande produto, de qualquer grande fabricante (principalmente quando esse fabricante responde pelo nome “Maçã” em inglês) não receba a sua cópia ilegítima, ou um irmão bastardo que fale alguma língua asiática. No produto de hoje, temos uma tentativa de cópia descarada do ultrafino design do novo iMac (2012), que certamente não vai tapear nem a mim, nem à você. A sua tia? Quem sabe…

Estamos falando do S21i da Lavi, uma fabricante chinesa que é muito conhecida no seu mercado local por oferecer produtos que são a cara dos modelos de fabricantes famosos, mas com preços bem mais competitivos, e sem toda aquela “purpurina” de ficar fundindo metal no seu átomo (como é nesse caso). O modelo conta com uma tela de 21.5 polegadas, com resolução em 1080p, 4 GB de RAM, processadores Sandy Bridge (i3, de 3.3 GHz, ou i5, de 2.9 GHz), disco rígido de 500 GB ou uma unidade SSD de 128 GB, e Windows 7 ou Windows 8 como sistema operacional.

Como podem ver, apesar de ser um produto fake, ele tem o seu valor. São especificações de hardware bem razoáveis para a maioria dos usuários (não sabemos qual é o tipo de sua placa gráfica), e muitos usuários que eu conheço não vão ficar olhando para o pequeno detalhe dele ser totalmente “inspirado” no iMac. O computador funcionando é o que importa

De qualquer forma, fica a dica para os mais distraídos: a cópia dissimulada pode ser detectada pela logomarca do fabricante (Lavi) na parte inferior da tela, além do fato das portas de comunicação (USB, HDMI, etc) se posicionarem na parte lateral do monitor, o que deixa a cópia pelo menos 4 mm mais espessa que a original. Fora esses detalhes (que, ao meu ver, fazem diferença sim, sem falar em todo o resto), temos uma cópia relativamente próxima da proposta apresentada pela Apple em outubro.

O preço do desktop Lavi S21i varia entre US$ 540 e US$ 621. E não, esse produto não possui a conectividade Thunderbolt.

Via MIC Gadget

Afinal de contas… o que é o Fusion Drive dos novos iMac e Mac Mini?

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Na semana passada, a Apple realizou o seu último keynote do ano (ou não… ninguém agora sabe o que realmente se passa na cabeça de Tim Cook…), e entre os diversos produtos apresentados, dois novos computadores receberam uma importante novidade. Os novos iMac e Mac Mini (2012) contam agora com o Fusion Drive, que é o já conhecido sistema híbrido entre HDs e SSDs, mas na visão da Apple. Ok, mas… o que realmente é o Fusion Drive?

O sistema é o resultado da integração do disco rígido e da memória Flash que já conhecemos. Aí você me pergunta: “onde o Fusion Drive é diferente dos demais discos híbridos que já conhecemos?” Eu respondo: o Fusion Drive conta com um software que gerencia o comportamento dessa unidade, tornando ela mais “inteligente” que as demais.

Os novos dispositivos de armazenamento da Apple buscam oferecer ao usuário uma maior capacidade de armazenamento, mas também contando com elevadas taxas de transferência de dados, que se não alcançam as mesmas velocidades de uma unidade SSD, ao menos vão ser mais rápidas que os discos rígidos tradicionais (de pratos), com a ajuda do gerenciamento eficiente do OS X em relação aos dados.

Como o Fusion Drive funciona?

Como já mencionei um pouco acima, o sistema conta com um HD para o armazenamento, e uma unidade SSD para o software. Porém, o que torna o Fusion Drive especial é que a Apple desenvolveu uma tecnologia que oferece um gerenciamento inteligente desses dados. Com o Fusion Drive, o sistema vai aprender, a partir do comportamento do usuário, quais são os arquivos ou programas mais utilizados por ele, para armazenar de forma automática na unidade Flash, oferecendo assim um acesso mais rápido a esse conteúdo quando necessário, e aqueles que não são tão requisitados serão automaticamente remanejados para o disco rígido, com um acesos mais lento.

Além disso, na unidade Flash estará instalado de modo padrão o sistema operacional (como já era de se esperar) e alguns aplicativos da Apple, como o iLife ou o iWork, que chegam instalados de forma padrão nos computadores Mac. Todas essas características que o Fusion Drive incorpora através do seu software terão como resultado um maior desempenho nesses computadores.

Disponibilidade do Fusion Drive

O Fusion Drive estará disponível em duas configurações:

– capacidade de 1 TB de HD e 128 GB de SSD, para o iMac de 21.5 e 27 polegadas, e para o Mac Mini.
– capacidade de 3 TB de HD e 128 GB de SSD, apenas para o iMac de 27 polegadas.

No futuro, é esperado que a Apple desenvolva a evolução do Fusion Drive, adicionando mais espaço de armazenamento via SSD e, talvez (e eu disse talvez) incorporá-lo ao MacBook Pro do futuro, para contar com um maior armazenamento, apesar de ser pouco provável ver a Apple aumentando a espessura de sua linha de portáteis em nome de uma maior capacidade para armazenamento de dados.

Via

O novo iMac (2012), em detalhes, com fotos oficiais

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Talvez o produto que mais chamou a atenção dos internautas que acompanharam o keynote da Apple hoje (23) em San Jose (Califórnia, EUA) foi justamente o novo iMac, que em sua oitava versão se apresenta como um produto com uma aparência futurista, um design muito elegante, um formato bem compacto, e principalmente: fino. Muito fino.

É o produto que mais recebeu melhorias, e o que mais chama a atenção pelas modificações. Para começar, as  duas versões do desktop (21.5 polegadas e 27 polegadas) contam com uma tela LED retroiluminada, com um reflexo que chega a ser 75% menor que o modelo anterior. Com diferentes opções de processadores (entre Intel Core i5, de 2.7 a 3.2 GHz até um Core i7, de 3.4 GHz), ele não só é mais potente no seu desempenho geral, mas também na execução das atividades com gráficos, trabalhando agora com um chip NVIDIA GeForce, que é 60% mais rápido que o chip gráfico presente na versão anterior.

O novo iMac também traz novidades na sua parte de armazenamento. Agora, o usuário conta com o recurso Fusion Drive, que apesar da Apple chamá-lo de “inovador”, nada mais é do que a já conhecida combinação de disco rígido com memória SSD, que é utilizado nos ultrabooks atuais. A diferença é que o Fusion Drive promete uma administração de armazenamento e distribuição de dados nas unidades de forma automática e inteligente. Com ele, os aplicativos, documentos, fotos e outros arquivos que você usa de forma mais intensa ficam armazenadas na unidade em flash, com um acesso mais rápido, e os itens menos acessados ficam no disco rígido. Além disso, o tempo de inicialização do sistema operacional é menor, e o acesso aos aplicativos e recursos disponíveis é mais rápido.

As portas de conectividade também foram alteradas, e o novo iMac conta agora apenas com as portas Thunderbolt, USB 3.0 e Wi-Fi/Bluetooth, além do conector Ethernet. Ou seja, você vai ter que ser feliz com isso. Além disso, dois microfones internos foram adicionados no equipamento, e a câmera FaceTime HD (720p) também está presente, para uma melhor comunicação com o equipamento. O sistema operacional segue sendo o OS X Mountain Lion, e os acessórios atuais para os computadores Mac são compatíveis com o novo iMac.

Mas o principal destaque desse novo iMac está na frase: “mas como ele é fino”. Ele tem apenas 5 mm de espessura de tela, o que é uma espessura 40% menor que a versão anterior. O mais impressionante é que todo o desktop possui linhas refinadas, e mesmo em sua base, que tem uma estrutura mais espessa, ele não é tão grosseiro (visualmente falando), se comparado aos seus concorrentes. Um dos motivos desse ótimo resultado é a nova solução encontrada pela Apple para soldar as peças de sua estrutura, adotando no novo iMac um processo chamado solda por fricção, utilizado normalmente na aeronáutica e na montagem de foguetes. O processo usa uma combinação de calor gerado por fricção intensa, para interligar as moléculas as duas superfícies de alumínio, criando assim uma lida sem emendas, mais precisa e muito resistente.

Particularmente, o novo iMac foi o produto que mais me agradou entre os lançamentos de hoje da Apple. Esse é um produto que efetivamente apresentou algo novo dentro do seu segmento. Alguns podem reclamar sobre a ausência de uma unidade ótica no produto, mas convenhamos: a maioria de nós nem se lembra mais quando foi a última vez que inseriu um CD ou DVD para instalar algum software no computador, e certamente vai ser feliz com esse novo modelo. Por outro lado, essa evolução do iMac prova que a Apple está cada vez mais perto de acabar de uma vez por todas como Mac Pro, abandonado o segmento profissional ou de alta demanda, e se aproximando cada vez mais dos usuários com necessidades mais mundanas.

Preços:

Modelos de 21.5 polegadas, entre US$ 1.299 e US$ 1.499
Modelos de 27 polegadas, entre US$ 1.799 e US$ 1.999

(os valores variam de acordo com as especificações escolhidas)

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Novo iMac (2012) é apresentado oficialmente pela Apple

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Um deskktop All in One muito fino. Na verdade, 80% mais fino que a última versão lançada. O novo iMac foi apresentado oficialmente pela Apple a poucos minutos em San Jose, Califórnia, em seu evento. O principal destaque desse novo computador é que a sua tela é muito fina, mas a sua base é grossa e muito resistente, oferecendo um ar futurista ao produto, mas economizando espaço, que é o que mais importa para a maioria dos usuários de escritório.

Em duas versões (21.5 e 27 polegadas), os modelos contam com um sistema de soldagem por fricção, onde as duas peças da base estão fundidas em uma só. Os modelos contam com resoluções diferentes, mas a visualização de conteúdos em alta definição está garantida nos dois modelos. Pode contar com até 768 GB de SSD, ou até 3 TB de HD, além de gráficos NVIDIA Kevlar. Para ser tão fino, a unidade ótica (DVD) foi eliminada.

Eles também apresentaram a sua solução de armazenamento híbrido, o Fusion Drive, que combina a memória SSD com o HD. A diferença é que a organização da distribuição de aplicativos e arquivos será mais específica: SSDs para sistema operacional e aplicativos, HD para arquivos do usuário.

Preços: iMac de 21.5 polegadas por US$ 1.300, e o iMac de 27 polegadas, por US$ 1.800.

[em desenvolvimento]

O mundo Apple: uma pequena revisão em produtos e acessórios com o gosto da maçã

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Desde o seu início, a Apple sempre se dedicou a oferecer ao seu público computadores de qualidade. E a partir do momento que a empresa de Cupertino começou a desenvolver eletrônicos de consumo, com o lançamento do primeiro iPod, em 2001, expandiu essa tendência a níveis quase inimagináveis na indústria. Para ser mais claro, hoje, (quase) todo mundo quer um produto da Apple, por combinar de forma muito equilibrada a beleza, a boa performance e a qualidade de construção dos seus produtos.

O chamado “Mundo Apple” possui uma vasta gama de produtos que cobrem as principais áreas de tecnologia e entretenimento doméstico. Alguns produtos são altamente recomendados para produtividade e para o ambiente profissional, e são vistos como investimento, com garantia de retorno em tempo e dinheiro para aqueles mais habilidosos em suas funcionalidades. Nesse post, vamos fazer uma revisão das principais categorias de produtos e acessórios da Apple, que estão em maior destaque no mercado. Algumas produtos podem complementar a sua experiência com os produtos que você já tem. Já outros, podem ser novas oportunidades de investimentos.

 

Magic Trackpad

A ideia do Magic Trackpad é oferecer o mesmo controle dos laptops da Apple para os seus desktops. É um sistema de apontamento multitoque que oferece um controle total aos principais recursos do Mac OS, oferecendo uma área de atuação, pelo menos, 80% maior que você teria no computador portátil. É ideal para quem quer ter uma maior precisão e agilidade na execução de comandos e programas no sistema, principalmente para o uso de entretenimento e navegação na internet, além de atividades mais profissionais, como softwares de desenho e criação musical. Se você tem um MacBook, e já se habituou aos comandos inteligentes para manipulação dos seus recursos, é um acessório que vai melhorar ainda mais o seu uso com o seu desktop Mac.

 

Teclado Apple sem fio

Elegante, compacto, fino e confortável. O teclado sem fio da Apple ocupa cerca de 24% menos de espaço do que um teclado convencional, deixando mais espaço para o seu mouse, e ocupando menos espaço na sua mesa de trabalho. Com uma proposta minimalista (e seguindo a tendência dos demais produtos de escritório da Apple) esse teclado conta com teclas de bom tamanho, oferece um digitar confortável, o que é essencial para quem vai trabalhar por muitas horas na frente do computador. Com funcionamento via Bluetooth, também pode ser uma boa opção para quem usa o Mac Mini como reprodutor multimídia, pois pode atuar como um bom controlador das principais funções do equipamento, enquanto você está no conforto da sala de sua casa.

 

Mac Mini

Ao longo dos anos, o Mac Mini foi deixando de ser usado como o computador compacto da Apple, para se tornar, em muitos casos, a principal central multimídia do usuário da Apple. E isso, não só por causa do seu tamanho, que é realmente muito compacto, mas principalmente por causa do seu hardware acima da média para suas dimensões. A Apple rapidamente entendeu isso, e hoje, o Mac Mini possui recursos especialmente otimizados para atuar nos dois campos. Para quem quer ter um computador Apple e não pode gastar muito dinheiro, essa é a opção a ser escolhida. Se você deseja um equipamento para streaming de fotos e vídeos com mais recursos que um Apple TV, essa é a opção a se considerar.

 

Apple iMac

O iMac é o desktop feito para usuários domésticos, corporativos e profissionais. Combina o desempenho robusto o suficiente para atender de forma equilibrada a grande maioria das necessidades (e as mais diferentes necessidades também) em um computador, o sistema Mac OS, que é perfeitamente alinhado ao seu hardware, que resulta em uma ótima experiência de uso, e um design de um produto com linhas compactas, que se integra muito bem em qualquer ambiente. É um pacote computacional completo, que poucos computadores no mundo conseguem oferecer.

 

MacBook (Air e Pro)

Os notebooks da Apple estão entre os mais elogiados do mundo, e por motivos diferentes. O MacBook Air é o preferido de jornalistas, blogueiros e internautas que querem um computador portátil leve, fino e elegante. Ficou tão popular que fez com que os seus concorrentes criassem uma categoria nova de portáteis para concorrer com ele, os ultrabooks. Já o MacBook Pro, mesmo não sendo tão portátil quanto o Air, foi a solução adotada pelos usuários profissionais, que gostariam de contar com o mesmo design e características de um autêntico notebook, mas com um desempenho elevado. O MacBook Pro é uma ferramenta de trabalho completa para quem quer produzir em diferentes situações, mas com a praticidade de poder usar o computador em qualquer lugar, na hora que quiser.

 

Apple TV

O equipamento especialmente dedicado à reprodução de conteúdos multimídia na sua TV não faz feio. A pequena caixinha da Apple pode reproduzir os conteúdos já presentes na Apple iTunes, além de vídeos de grandes players do mercado, como o YouTube e Neflix, sem contar com a possibilidade de você compartilhar os conteúdos presentes em outros equipamentos de sua casa com o Apple TV, de modo sem fio. Outro ótimo benefício é que você pode controlar o equipamento com o seu smartphone, player portátil ou tablet com iOS.

 

iPod (Classic, Shuffle, Nano, Touch)

O produto que deu origem a essa jornada de sucesso da Apple no mercado de eletrônicos de consumo não poderia ficar de fora. O iPod evoluiu ao longo de mais de 10 anos, se tornando mais compacto, com maior capacidade e, em alguns casos, em formatos bem intuitivos. O que torna o iPod diferente dos demais players é a sua praticidade no sincronismo das músicas, e pela sua disposição prática dos recursos no player. No caso especial do iPod Touch, o produto é uma espécie de “iPhone sem o telefone”, oferecendo a mesma experiência de uso do smartphone mais popular do mundo.

 

iPhone (iPhone 4, 4S e 5)

O produto mais popular da Apple hoje. É o smartphone mais popular do mundo, com mais de 250 milhões de usuários ativos. E contando, pois o iPhone 5 foi lançado recentemente, e os seus números iniciais de vendas já são impressionantes. Estabeleceu o padrão de como seria o smartphone nos anos seguintes, com um design elegante, com um desempenho impecável, e com uma grande gama de aplicativos. Se existe um produto que define a Apple nos últimos 10 anos, esse produto é o iPhone.

 

iPad (iPad 2 e iPad 3 ou novo iPad)

Para encerrar, o mais recente sucesso da Apple. O iPad, com as devidas proporções, repetiu o efeito do iPhone, sendo a referência de produto na sua categoria. Leve, elegante, com ótimo desempenho e funcionalidade atraente, o tablet da Apple é hoje o segundo produto mais vendido da empresa de Cupertino, e deve ter a sua popularidade ampliada, com o iminente lançamento da versão compacta do produto, o iPad Mini.

Esses são apenas alguns exemplos do tamanho do “Mundo Apple”. E olha que só falamos dos produtos considerados essenciais, e de itens oficiais da empresa. Se o tema for explorado um pouco mais, vamos encontrar uma surpreendente gama de produtos e acessórios, que certamente farão a alegria dos usuários dos produtos “com gosto de maçã”. E, para a grande maioria dos usuários, basta provar desse gosto uma vez, para querer consumir sempre.

Esse post foi oferecido por Novo Mundo.

Por que a Apple é considerada a melhor empresa de tecnologia para muita gente?

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Quem me segue no Twitter (@oEduardoMoreira) ou lê os meus textos aqui no TargetHD sabe o que penso sobre a Apple. E, se ainda não sabe, vai saber agora: é uma empresa incrível, com ótimos produtos, ditou as regras de como as pessoas se comportam diante da tecnologia de consumo nos últimos 10 anos, e é referência dentro da informática moderna. Por outro lado, é uma empresa que me afasta pela sua política “olhamos todos os outros de cima para baixo”, que faz com que boa parte dos seus fãs (ou melhor, seguidores), façam o mesmo, fazendo com que qualquer idiota que sabe mexer em um iPhone (algo que até a minha avó consegue fazer) se torne “um especialista em tecnologia”, dizendo categoricamente que “o resto é lixo”. De qualquer forma, não nego que a gigante de Cupertino é, hoje, a maior empresa de tecnologia do mundo.

Independente disso, vamos analisar, de forma fria e isenta de preconceitos, por que a Apple criou essa legião de fãs ao redor do planeta. Por que ela pode ser considerada referência no mercado, o que ela tem que as outras não possuem, e como será o seu futuro com o início efetivo da “era Tim Cook”, que começa amanhã (12), com o lançamento do novo iPhone. Afinal, acho que não há hora melhor para fazer esse tipo de análise.

O primeiro fator é, sem sombra de dúvidas, Steve Jobs. Você pode achar ele um egocêntrico, um gênio do mal e até mesmo arrogante e prepotente em diversas oportunidades. Mas “visionário” é o termo que o melhor define. Acho que poucos no mundo da tecnologia podem entrar nessa lista. Aqueles que mais se destacaram no nosso universo tecnológico foram justamente Steve Jobs e Bill Gates. E, mesmo depois de mais de 30 anos após entrarem nesse mundo maluco de novos produtos, eles seguem sendo as referências de “estou vendo hoje aquilo que vocês só vão ver daqui a 10 anos”. Ok, os dois não fazem mais parte do mundo da tecnologia, mas vemos marcas dos dois em suas respectivas empresas até hoje.

No caso específico de Jobs, seria desnecessário relembrar todas as grandes sacadas que ele teve para tornar o mundo que temos hoje mais moderno, funcional e atraente. Mas como preciso adicionar um número mínimo de palavras a este texto, é necessário: um computador com dimensões compactas, com um teclado QWERTY bem ajustado, um computador com um design visualmente atraente (eu era simplesmente apaixonado pelo primeiro novo iMac, aquele com a parte traseira colorida…), um tocador de música onde um simples movimento no dedo pudesse mudar as faixas da música, ou buscar a seleção de músicas (sim, mesmo porque os botões são muito chatos), um telefone com tela 100% sensível ao toque, um tablet que funcione de forma semelhante ao smartphone, que por sua vez é um grande sucesso…

O conjunto de tudo isso, que tem muita influência de Jobs nesse processo, me leva ao segundo ponto: acessibilidade. Como eu disse no começo do post, qualquer pessoa (qualquer um mesmo), independente da idade, pode utilizar um iPad. Mesmo. Principalmente os nossos avós, que na maioria dos casos não conseguem programar direito o videocassete (hoje, o DVR da operadora de TV a cabo), ou que só usa o celular para receber chamadas. A melhor idade, na minha opinião, foi a que mais se beneficiou das iniciativas da Apple, e esse tipo de benefício fortalece a imagem positiva da marca. É a tal da “experiência de uso” que tanto falamos quando pensamos na Apple.

Hoje, cinco anos depois do lançamento do iPhone, e dois anos e meio depois do lançamento do iPad, nós temos uma geração de idosos estimulada a acessar a internet, buscar os sites de receitas, conversar com os netos pelo Facebook e Skype, procurar pelas amigas do clube na rede, namorar, planejar viagens, e outras atividades conectadas. E não se enganem, meus amigos: muito disso aconteceu por causa do iPad. mesmo porque é muito mais fácil você tocar o ícone com o dedo na tela do que ir com o mouse até esse ícone e dar duplo clique. Além disso, um teclado na frente o tempo todo intimida. É melhor que esse teclado apareça só quando sua avó precisa dele, não é mesmo?

Esse benefício da simplicidade dos sistemas da Apple se expandiu para os mais jovens também. Hoje, nós temos uma geração que cada vez mais cedo sabe lidar com dispositivos eletrônicos. Tablet, então, nem se fala. Qualquer criança consegue hoje mexer em qualquer tablet. Daqui a alguns anos, teremos a primeira grande geração que será “filha ou filho” dessa era dos aplicativos, interfaces visuais sensíveis ao toque, e das lojas de aplicativos, onde qualquer coisa pode ser adquirida com três toques na tela. É claro, a tendência que os “experts chatos”, que acham que tudo o que não é iOS não presta vai aumentar, mas isso não está em discussão nesse texto.

Como consequência dessa objetividade da empresa em oferecer produtos que sejam de uso simples, eles conquistaram uma nova clientela de usuários, abrindo o leque para públicos improváveis dentro do mercado de tecnologia. Produtos como o iPod, iPhone e iPad não são feitos para os geeks cabeçudos (apesar deles adorarem tais itens). São feitos para aqueles que querem uma tecnologia nas mãos, mas que não necessite buscar o manual o tempo todo para fazer uma chamada. Ok, a interface de ícones em telas sensíveis ao toque já existiam há tempos, e não foi a Apple que criou. Mas parece que foi justamente a empresa de Cupertino que mostrou para todo mundo que isso poderia ser mais simples do que parecia. E as pessoas compraram essa ideia.

O terceiro motivo para o sucesso da Apple é a qualidade dos seus produtos. Muito dificilmente um computador da Apple dá problema, tanto de hardware como de software. Ok, eu já vi produto da Apple com mensagem de travamento, mas foram em situações muito raras. Tudo é muito bem montado, com um hardware ajustado ao software, com regras rígidas, que priorizam uma melhor experiência de produto. De fato, dos produtos que tenho aqui (iPhone 4, iPad 2 e Apple TV), pouco tenho do que reclamar nesse aspecto. É claro, a parte traseira do iPhone 4 é uma porcaria, mas não existe nada nesse mundo que seja perfeito. Inclusive a Apple.

Os fabricantes olharam para esses fatores, e começaram a se voltar mais para a combinação desses valores. É claro que tudo fica mais difícil quando você não tem Steve Jobs como gênio criativo. Mesmo assim, temos uma competição mais intensa, e produtos mais interessantes. A Apple forçou os demais a trabalharem mais, a buscarem soluções novas e diferenciadas (em alguns casos, nem tanto) para também conquistarem um público novo. Hoje, se nós temos um cenário mais acirrado dentro do mercado de mobilidade, e em outros segmentos da tecnologia, o “primeiro empurrão” foi da Apple, que foi quem pensou primeiro naquilo que a maioria das pessoas iriam usar depois.

Por fim… “Pense Diferente”.

Essa frase define a Apple. Nenhuma empresa convidou tão bem aos usuários a “ver o mundo fora da caixa”. Não só produtos, mas propostas de como o seu mundo de tecnologia poderia ser melhor para você, e de forma menos convencional, mais intuitiva, funcional e simples. A Apple convidou lá em 1984 a toda uma geração de usuários a usarem essa tecnologia ao seu favor, torando o uso de todos esses recursos um prazer. Não é à toa que um usuário de Mac se sente um ser único. Tudo foi ajustado para que o usuário possa produzir mais, melhor, e com um resultado final superior.

A Apple tem uma gama de contribuições diretas e indiretas para o mundo da tecnologia muito valorosa. É a empresa que ajudou de forma decisiva a ter pessoas como eu e você consumindo tecnologia, escrevendo sobre isso e acompanhando constantemente todas as novidades tecnológicas. A chegada do novo iPhone é o início de mais um importante capítulo dentro dessa história, e como sempre, vamos ficar atentos às novidades (e criticar as mesmices, pois nem a Apple é perfeita).

Portanto, amando ou odiando a Apple, o fato é que, para muita gente, ela é a melhor. E tem seus méritos para ser colocada nesse posto. Poucas empresas conseguem atrair todos os holofotes a cada evento de anúncio de um novo produto. Pouquíssimas empresas contam com um índice de satisfação tão elevado. E só a Apple possui uma legião de fiéis seguidores, que por serem apaixonados pelas suas iniciativas e lançamentos, defendem a marca com unhas e dentes. Mas eu compreendo isso. Afinal, gostar das coisas, todos nós gostamos. Mas estabelecer uma relação especial com uma marca… e só para a Apple mesmo.