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Ultra Power Saving e leitor de digitais: veja como funciona essas duas novidades do Galaxy S5

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O Samsung Galaxy S5 trouxe algumas novas funcionalidades, como uma câmera com foco automático de apenas 0.3 segundo, ou o medidor de pulsações. Nesse post, vamos mostrar com mais detalhes outras duas novidades do novo smartphone top de linha dos coreanos: o leitor de digitais e o modo Ultra Power Saving.

Começando pelo leitor de digitais. Segundo o pessoal do Gizmodo, a sua configuração é simples, e o reconhecimento da digital é feita em uma fração de segundo. Sua configuração pode ser feita em um minuto e meio, e é necessário introduzir até oito vezes (!) a sua digital para que o sistema a memorize.

Depois, na seção de ajustes, é possível escolher qual é a função que você deseja utilizar a identificação biométrica. Uma das sua opções mais interessantes é utilizar esse método para realizar pagamentos via PayPal. Também é possível adicionar até três usuários para serem identificados com o mesmo smartphone.

Em resumo: mesmo que digam “ah, mas já vimos isso no iPhone 5s…”, ao que tudo indica, no Galaxy S5 ele tende a fazer mais (e melhor) do que simplesmente desbloquear a tela do dispositivo.

 

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A segunda novidade do Galaxy S5 abordada nesse post é o Ultra Power Saving Mode, ou “modo de ultra economia de energia”, em uma tradução livre.

O recurso aproveita o fato da tela do smartphone contar com a tecnologia AMOLED para trocar a imagem da tela de colorido para branco e preto, sempre e quando a bateria estiver em uma carga mínima (de acordo com a Samsung, 10%), além de desligar todos os serviços considerados não essenciais que estão funcionando no plano de fundo do sistema operacional.

Segundo a Samsung, tais medidas podem fazer com que o Galaxy S5 sobreviva por até mais 24 horas durante os últimos 10% de carga de bateria, antes de você precisar recorrer ao carregador.

 

HTC explica melhor o seu sistema de segurança por identificação biométrica do HTC One Max

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A HTC apresentou recentemente o HTC One Max, a versão phablet do já conhecido HTC One. Além das dimensões do novo dispositivo, talvez o principal destaque do One Max seja o seu identificador biométrico, localizado na parte traseira do dispositivo, logo abaixo de sua câmera. Esse sensor tem também como objetivo garantir a privacidade dos usuários, e a HTC fez questão de explicar melhor como o seu sistema de segurança funciona, e onde os seus dados relacionados são armazenados.

O pessoal do site Phone Arena recentemente questionou a HTC sobre os recursos de segurança presentes no HTC One Max, e a HTC explicou que todos os dados coletados pelo identificador biométrico ficam armazenados no dispositivo, em uma área em separado. Eles também confirmaram que a HTC não terá nenhum acesso à esses dados.

Esses dados armazenados são encriptados e armazenados em uma partição do sistema, que não pode ser lido, acessado ou copiado. Os dados das digitais não são necessariamente as imagens do dedo do usuário, mas sim características da impressão digital, que são identificadas por um algoritmo da própria HTC.

E não. A HTC não tem acesso à essas informações, e os recursos do identificador biométrico não podem ser utilizados por outros desenvolvedores de aplicativos.

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Recapitulando as principais especificações do HTC One Max: processador Qualcomm Snapdragon 600 quad core de 1.7 GHz, 2 GB de RAM, 16 ou 32 GB de armazenamento, tela de 5.9 polegadas Full HD (1920 x 1080 pixels), sistema operacional Android 4.3 Jelly Bean, com a interface HTC Sense 5.5, câmera frontal de 2.1 megapixels, e câmera traseira com sensor UltraPixel (da HTC), além de slot para cartões microSD de até 64 GB.

Via Phone Arena

Fujitsu quer colocar a moda dos identificadores biométricos nos tablets, com o Arrows Tab FJT21

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A Fujitsu anunciou no Japão um novo tablet, o Arrows Tab FJT21, que se destaca por ser um dos poucos tablets do mercado a contar com um identificador biométrico.

Estamos diante de um modelo com tela de 10.1 polegadas, com sistema operacional Android 4.2 Jelly Bean, e que usa do já citado sensor para tirar o máximo de proveito do suporte multiusuário do sistema operacional da Google, podendo por exemplo iniciar uma seção de uso com um simples deslizar do dedo. Além disso, vários membros da família podem utilizar o dispositivo sem riscos de incidentes de violação de dados ou utilização de aplicativos de forma não autorizada.

Com esse complemento, é possível também a criação de um perfil de usuário convidado mais personalizado, assim como acessar um modo mais limitado, pensado nas crianças.

Deixando um pouco de lado o identificador, o tablet conta com uma tela LCD de 2560 x 1600 pixels de resolução, com a película Gorilla Glass 3, processador Qualcomm Snapdragon 800 de 2.2 GHz, câmera traseira de 8 megapixels, câmera frontal de 1.3 megapixels, até 64 GB de armazenamento interno e um módulo para conexão nas redes LTE.

Por enquanto, ele está disponível apenas para a operadora japonesa KDDI até o mês de novembro. Não há previsão de lançamento para outros mercados.

Via Engadget

Conheça em detalhes o Touch ID, o novo leitor de digitais do iPhone 5s

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Agora que o iPhone 5s é uma realidade, podemos começar a explorar aos poucos e com calma as suas principais novidades. Uma das mais chamativas (e previamente especuladas) é, sem dúvida, o seu sensor de digitais, que foi batizado pela Apple com o nome Touch ID.

O sensor vem integrado ao clássico botão Home do iPhone 5s, e segundo informou Phil Schiller, este leitor é capaz de “identificar a sua digital de uma forma completamente diferente”, já que o sensor conta com uma espessura de 170 mícrons, e uma resolução de 500 ppp. A Apple informa que esse sensor é capaz de ler abaixo da capa da epiderme, permitindo assim uma identificação do usuário até mesmo quando a manobra de identificação é realizada com o dedo em um movimento de 360 graus.

“O que esse sensor pode mudar na minha vida?”, você me pergunta. Na prática, é possível ter um nível de segurança do dispositivo e identificação do usuário muito profundo, e para diversas finalidades. Como o sistema é parte do iOS 7 (e, por enquanto, é de uso exclusivo dessa versão), ele pode atuar em compras no iTunes, na App Store ou iBooks, permitindo que o usuário seja identificado com apenas um toque de polegar. Desse modo, a compra feita nessas lojas pode ser confirmada de forma simples, e apenas pelo usuário (ou pelo portador do dedo… vai que… bom, deixa pra lá).

Outra novidade que o Touch ID trouxe ao iPhone 5s é a nova construção do botão Home, que passa a contar com um cristal de safira cortado com laser, que ajuda a aumentar a sensibilidade ao toque do botão.

Por fim, a Apple informou que a imagem do seu dedo não será armazenada pelos seus servidores, assim como não será enviada para a sua conta no iCloud. Se ela fica armazenada em algum lugar, será no processador A7, e mesmo assim, com um forte sistema de criptografia. Por enquanto, não sabemos se o sistema suporta a identificação de múltiplos usuários.

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