Arquivo para a tag: idc brasil

IDC indica que mercado de tablets no Brasil se recuperou no segundo trimestre de 2016

by

tablets

Segundo os dados do estudo IDC Brazil Tablets Tracker realizado pela IDC Brasil, o mercado nacional de tablets voltou a apresentar taxas de crescimento em relação ao trimestre anterior.

Durante o segundo trimestre de 2016, foram comercializados 860 mil equipamentos, incluindo os notebooks 2 em 1. O volume é 3% maior do que no primeiro trimestre.

A expectativa da IDC é que o mercado continue a se recuperar por causa do período de vendas para o Dia das Crianças e do Natal. O público infantil é o foco dos fabricantes, que apostam em modelos mais personalizados para esta faixa etária.

Além disso, a Black Friday deve ajudar nas vendas, com bons preços e promoções.

Canibalismo selvagem

Em média, o preço de um tablet em 2015 era de R$ 428. Nesse ano, é de R$ 443. Os preços devem ficar mais atrativos com a estabilidade do dólar, mas a previsão da IDC é que o preço médio suba em 17% até o final de 2016.

E comparação com o mesmo período de 2015, o mercado de tablets apresentou queda de 32% nas vendas, perdendo espaço para os phablets. Houve uma canibalização dos tablets por não haver motivos para comprar dispositivos com tamanhos tão similares. Sem falar nos fabricantes que abandonaram o Brasil, deixando o mercado para apenas três fabricantes.

A previsão da IDC é que, em 2016, devem ser comercializados 4 milhões de dispositivos, uma queda de 30% em comparação ao ano de 2015. Para 2017, a expectativa atinja 3.6 milhões de produtos vendidos.

Venda anual de tablets cai pela primeira vez no Brasil

by

ipad-air-2

De acordo com o último estudo divulgado pela IDC Brasil, o país registrou a sua primeira queda em vendas no segmento de tablets desde a chegada das primeiras unidades desse produto em nosso mercado.

Em 2015, foram vendidos aproximadamente 5.8 milhões de unidades, uma queda de 38% na comparação com 2014 (9.5 milhões). No total de tablets comercializados, 5.734 milhões (98,8%) foram modelos convencionais, e apenas 111 mil (1,2%) são notebooks com telas destacáveis, ou tablets conversíveis.

Além de deixar de ser uma novidade, a instabilidade político-econômica do Brasil durante o ano de 2015 (resultando em um desemprego em alta e confiança do consumidor em baixa) deixaram os tablets em um plano secundário nas compras. Além disso, as empresas estrangeiras começaram a deixar o país por conta das sucessivas altas do dólar, o que teve como consequência uma menor oferta de produtos nas lojas. Sem falar na competição dos smartphones com tela maior (os phablets) com preços compatíveis.

Em 2015, o preço médio dos tablets foi de R$ 448, uma alta de 2% em comparação com 2014 (R$ 440).

 

Terceiro trimestre: o mais forte nas vendas de tablets em 2015. Algo atípico

Falando sobre o quarto trimestre de 2015 (entre outubro e dezembro), foram comercializadas 1.4 milhão de unidades, uma queda de 54% em relação ao mesmo período de 2014, com uma receita de R$ 657 milhões. Mesmo períodos fortes de vendas como a Black Friday e o Natal não impulsionaram os tablets no Brasil, e o terceiro trimestre foi o melhor do ano passado, com 1.43 milhão de unidades vendidas, 2% a mais do que as vendas no mesmo período de 2014.

Mesmo com um cenário desfavorável, a IDC Brasil prevê que o mercado de tablets ainda não está no fim, vivendo um período de consolidação no setor por conta das empresas. Para 2016, a previsão é de uma queda de 29% nas vendas, com aproximadamente 4.1 milhões de unidades comercializadas.

Em 2014, o mercado brasileiro representava 4.1% das vendas globais. Em 2015, a porcentagem caiu para 2.8%. Isso fez com que o Brasil deixasse a quarta posição do ranking mundial, e passasse a ocupar a nona posição em 2015.

Mercado brasileiro de smartphones tem queda em 2015 após 5 anos em alta

by

smartphones-em-uso

Após cinco anos de altas consecutivas, o mercado de smartphones encerou 2015 em baixa na comparação com 2014.

Segundo o estudo IDC Brazil Mobile Phone Tracker Q4, realizado pela IDC Brasil, foram vendidos pouco mais de 47 milhões de celulares inteligentes entre janeiro e dezembro, queda de 13,4% na comparação com 2014, quando o país chegou à marca de 54.5 milhões de aparelhos vendidos. Ainda de acordo com o levantamento da IDC, os feature phones encerraram o ano em queda de 74%, com 4,2 milhões de unidades comercializadas.

A alta do dólar foi o principal responsável por essa queda nas vendas, mesmo com alguns fabricantes apostando no mercado, já que os insumos são importados, e ao longo de 2015 foram feitos até quatro repasses nos preços dos aparelhos. Mesmo com vendas menores, a receita apresentou um crescimento de 1,2%, na comparação com 2014, ajudada pela alta de 17% no ticket médio, que passou de R$ 750, em 2014, para R$ 880 em 2015.

Em 2015, houve uma mudança de comportamento do consumidor, que passou a investir em celulares mais caros, e isso influenciou o aumento das receitas. Além disso, o ciclo de vida dos celulares, que era de um ano e meio, passou para certa de dois anos, onde o consumidor prefere fazer pequenos reparos do que comprar um novo produto. E isso influencia na venda dos novos aparelhos.

smartphones-teaser

O 4º trimestre de 2015 apresentou queda de 32% na comparação com 2014. Foram vendidos 11.6 milhões de celulares inteligentes no país. Foi o último trimestre mais fraco em vendas desde 2013, e de forma atípica, entre janeiro e março de 2015 foi registrada a melhor média de vendas do ano. Nem as vendas natalinas ou a Black Friday conseguiram impulsionar o consumo na mesma proporção dos últimos anos.

Em 2014, as vendas de smartphones no Brasil representaram 42% da fatia total na América Latina. Em 2015, houve uma queda de 8%, com o país representando 34% das vendas totais de aparelhos na região.

Mundialmente, a comercialização dos celulares no Brasil representava 4,4% do total no ano de 2014 e, em 2015, passou para 3,4%. Mesmo assim, o Brasil ainda é o quarto maior consumidor em unidades, perdendo apenas para China, Estados Unidos e Índia.

A IDC prevê uma retração de cerca de 13% do mercado de smartphones, com a venda aproximada de 41 milhões de aparelhos em 2016.

Mercado brasileiro de PCs sofre queda de 36% nas vendas em 2015

by

ASUS_notebooks_2015_02

Segundo dados do estudo IDC Brazil PCs Tracker Q4, realizado pela IDC Brasil, foram vendidos 6,6 milhões de computadores de janeiro a dezembro, o que representa uma queda de 36% na comparação com 2014.

Desde total, 2,6 milhões foram desktops (queda de 36%) e 4 milhões foram notebooks (também queda de 36%), sendo 32% comercializados para o mercado corporativo e 68% para o consumidor final. 2015 foi o pior ano nas vendas de computadores desde 2005, quando o país comercializou quase a mesma quantidade de máquinas, porém se tratava de um mercado novo, que estava em ascensão.

O ano passado foi um período de altas frequentes do dólar e das taxas de desemprego e o país enfrentou um momento político-econômico cheio de conturbações. Isso refletiu diretamente na decisão de compra dos consumidores. Enquanto o mercado apontou queda nas unidades vendidas, a receita caiu apenas 13%.

Em 2014, um computador custava, em média, R$ 1694. No ano passado, este valor foi para R$ 2323, um aumento médio de 37%. O consumidor brasileiro está mais exigente e prefere equipamentos mais robustos, e os fabricantes, por sua vez, não conseguem oferecer máquinas mais potentes por preços mais baixos.

O estudo da IDC Brasil também mostra que entre os meses de outubro e dezembro de 2015 foram vendidos 1,4 milhão de computadores no país, sendo 531 mil desktops (queda de 45% na comparação com 2014) e 847 mil notebooks (queda de 50% na comparação com 2014). Deste total, 65% foram destinados aos consumidores finais e 35% ao mercado corporativo.

A tendência é que a retração no mercado de PCs se repita em 2016, com uma queda de 18% em unidades, e um crescimento de 20% no valor médio. Com o fim da Lei do Bem, os preços dos computadores devem ficar pelo menos 10% mais altos em comparação com o ano passado.

IDC Brasil: mercado de PCs tem a maior queda dos últimos 10 anos

by

notebooks-dell

O terceiro trimestre de 2015, período em que normalmente o mercado de PCs é bastante aquecido, foi extremamente negativo. É o que conclui o estudo IDC Brazil PCs Tracker Q3, da IDC Brasi.

Entre os meses de julho e setembro, apenas 1,6 milhão de computadores foram comercializados, 37% a menos do no mesmo período de 2014. Esse é o pior desempenho trimestral em volume de vendas da última década. Do total de equipamentos vendidos, 993 mil foram notebooks e 607 mil desktops.

O resultado de vendas está de acordo as projeções da IDC e reflete a situação econômica e política do país, com uma queda na receita de 7% frente ao mesmo período de 2014. Mesmo vendendo menos, o ticket médio ficou em R$ 2.341, o que representa um acréscimo de 49% de um ano para cá.

Até 2o12, o PC era praticamente o único equipamento que permitia acesso à internet. Hoje temos outros dispositivos e a vida útil das máquinas praticamente dobrou. Há muitos computadores com melhores especificações técnicas , e isso faz com que a troca seja postergada.

Sobre a Black Friday, vários fabricantes não participaram, com uma adesão mais baixa que a dos últimos anos. Alguns fabricantes sequer promoveram ações junto aos varejistas. As vendas foram positivas, porém, não ajudaram a recuperar o desempenho.

Até o final do ano, a IDC Brasil projeta queda de 37% nas vendas (com 6.5 milhões de PCs vendidos), alta de 39% no ticket médio e queda de aproximadamente 12% na receita. Em relação a 2016, o mercado será diretamente impactado por conta do fim da Lei do Bem.

Mercado brasileiro de smartphones registra queda nas vendas pelo segundo trimestre consecutivo

by

smartphones

O estudo IDC Brazil Mobile Phone Tracker Q3, realizado pela IDC Brasil, informa que o mercado brasileiro de smartphones registrou queda nas vendas pelo segundo trimestre consecutivo.

Entre os meses de julho e setembro de 2015, foram vendidos aproximadamente 10.753 milhões de smartphones, ou 25,5% a menos na comparação do mesmo período em 2014. Com os feature phones, são 11.710 milhões de unidades comercializadas, ou 35% a menos que no mesmo período do ano passado.

Os números confirmam a dificuldade do mercado, invertendo dados históricos, onde o terceiro trimestre mais fraco em vendas é o primeiro, mas nesse ano deverá ser o de melhor desempenho. Os estoques continuam altos e os fabricantes apostam nas promoções para vender produtos. O mercado como um todo volta ao patamar de 2013, onde o terceiro trimestre daquele ano foi o último a ficar abaixo dos 11 milhões de unidades vendidas.

Nem as datas comemorativas ajudaram. Pela primeira vez, alguns fabricantes não participaram da Black Friday, e a alta do dólar combinada com o baixo desempenho da economia e o aumento do ciclo de vida dos smartphones foram fatores decisivos para a queda nas vendas. O usuário agora leva (em média) 18 meses para trocar de smartphone, postergando ao máximo a compra do próximo modelo.

Para o IDC Brasil, o ano de 2015 deve encerrar com queda de 12.8% nas vendas (47.575 milhões de smartphones comercializados). No totoal, a queda deve ser de 26,8% em relação a 2014. E faz um alerta: assim que a isenção de impostos começar para valer (fim da MP do Bem), o preço final dos smartphones ficará 10% mais caro para o consumidor, e isso vai se refletir diretamente no desempenho de vendas. A projeção de queda para 2016 é de pelo menos 8% (43.8 milhões de smartphones comercializados).

IDC Brasil: Mercado de tablets cai 35% no segundo trimestre de 2015

by

Sony-Xperia-Z3-Tablet-Compact1

A IDC Brasil anuncia os dados consolidados do mercado de tablets no Brasil no segundo trimestre de 2015. Segundo o estudo – IDC Brazil Tablets Tracker Q2 entre os meses de abril e junho de 2015 foram vendidos 1.271 milhão de tablets no país, sendo que aproximadamente 34 mil são notebooks com tela destacável, que são contabilizados nesta categoria.

O volume representa uma queda de 35% na comparação com o mesmo período de 2014 e de 29% quando comparado ao primeiro trimestre de 2015. Foram vendidos 401 mil tablets em abril, 421 mil em maio e 446 mil em junho. Com estes números, o mercado brasileiro representa 3% do total de vendas no mundo e encerra o segundo trimestre de 2015 na 8ª posição no ranking mundial. Em relação ao ticket médio, 68% dos produtos vendidos custam até R$ 500.

O desempenho do mercado ficou aquém do esperado principalmente por conta da alta do dólar, que fez com que mais da metade das marcas que faziam negócios no mercado brasileiro deixassem o país. Os tablets são produtos totalmente dependentes da cotação da moeda americana.

Empresas menores, que importavam seus produtos de olho no bom desempenho do mercado, que aconteceu entre 2013 e 2014, e que não têm estrutura física e nem fabricação local, não conseguem acompanhar a flutuação do dólar, tendo apenas duas opções: encalhar com o produto ou vender com prejuízo. Muitas delas acabam imigrando para outro país que esteja vivendo um momento econômico melhor.

Outro fator decisivo para o desempenho é a perda do interesse do consumidor por este tipo de dispositivo. Durante alguns anos, o tablet foi considerado a segunda tela, porém, a partir do momento que os smartphones de tela grande se popularizaram – e consequentemente ficaram mais baratos -, houve uma canibalização no mercado.

Podemos somar a isso o fato de que o tablet não é um aparelho fundamental, ou seja, se ele quebrar ou se o consumidor tiver uma experiência ruim com o produto, a chance dele abandonar o equipamento é muito grande.

Até o final do ano, a IDC Brasil estima que 6.5 milhões de tablets, contando os notebooks com tela destacável, sejam comercializados, volume que representa uma queda de 29% frente a 2014, quando 9,5 milhões de aparelhos foram vendidos.

Estudo da IDC Brasil mostra que o mercado de PCs continua em queda livre

by

windows-10-notebooks-hp

O baixo desempenho da economia brasileira, desemprego em alta, queda na confiança dos consumidores, casos de corrupção envolvendo grandes empresas do país. Esses são alguns dos fatores apontados pela IDC Brasil para a queda de 38% do mercado de PCs no país no 2º trimestre de 2015 na comparação com o mesmo período do ano passado.

Ao todo, foram 1.637 milhão de computadores vendidos, sendo cerca de 600 mil desktops – queda de 41% – e 1.037 milhão de notebooks – 37% a menos do que foi registrado no 2º trimestre de 2014. Os dados fazem parte do estudo IDC Brazil PCs Tracker Q2 feito pela IDC Brasil. O levantamento mostra ainda que 70% das vendas foram para o consumidor final e 30% para o mercado corporativo. Com o resultado, o país caiu da 7ª para a 8ª colocação no mercado mundial, atrás de EUA, China, Japão, Índia, Reino Unido, Alemanha e França.

Os consumidores estão muito cautelosos e não querem investir e nem se endividar para comprar não só computadores, mas bens duráveis como um todo. Além disso, nem as datas comemorativas têm conseguido dar fôlego ao mercado.

A crise também tem afetado o mercado corporativo que está concentrando os investimentos em ferramentas para aumentar a vida útil dos aparelhos. Outro problema do mercado de PCs é a alta do dólar, já que grande parte dos componentes é importada

O 3º trimestre tende a ser melhor, muito por conta das promoções do Black Friday, que este ano traz uma novidade: pela primeira vez o evento deve ser usado para vender computadores mais antigos, que é o que acontece nos EUA. Já sobre o Windows 10, a atualização de um sistema operacional não gera mais a mesma comoção que gerava antigamente, e que os canais de venda devem abastecer o mercado com PCs com o Windows 10 instalado para o Natal.

Até o final do ano, a IDC Brasil estima que 7.4 milhões de computadores sejam comercializados, volume que representa uma queda de 29% frente a 2014, quando 10.3 milhões de PCs foram vendidos no país.

Mercado brasileiro de smartphones registra queda pela primeira vez

by

smartphones-uso

Mais um sinal claro que estamos vivendo um momento de crise. Pela primeira vez desde o início das medições, o estudo da IDC Brasil registra queda nas vendas de smartphones no Brasil, mostrando que segmento não está mais blindado em relação ao momento econômico que o país atravessa.

De acordo com o estudo, foram vendidos no mês de abril 4.86 milhões de smartphones, 1% a menos que no mesmo mês de 2014. Em maio, a queda foi de 16%, com 3.89 milhões de unidades. Para o segundo trimestre, a previsão de queda em relação ao mesmo período do ano passado é de 12%, sendo que as análises preliminares eram de um crescimento de pelo menos 5%. Apenas para comparar: em 2014, quando o mercado era mais favorável, o aumento em relação ao ano de 2013 foi de 56%.

Nem o Dia das Mães e o Dia dos Namorados ajudaram nas vendas dos smartphones, cujo mercado desacelerou. A alta do dólar gerou repasse de preços para o consumidor, e os dispositivos intermediários ficaram de R$ 30 a R$ 60 mais caros, enquanto que os modelos top de linha sofreram reajustes de preços mais acentuados, entre R$ 100 e R$ 200 de aumento.

Além disso, o poder de consumo e a confiança do consumidor brasileiro prejudicaram o mercado de smartphones. O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) caiu 1.4%, enquanto que o índice de Confiança da Indústria (ICI) recuou 4.9%. Ambos os índices relativos ao mês de junho de 2015, e são os menores números desde o início de suas medições, em 2005.

Hoje, as lojas estão com estoques lotados de smartphones, e as operadoras estão reduzindo o volume de compras de aparelhos. Com isso, os fabricantes estão revisando as projeções de vendas diante dessa nova realidade.

Para 2015, a IDC Brasil revisou para baixo as expectativas de vendas. Da previsão inicial de 63.5 milhões de unidades vendidas, passaram para próximo a 54 milhões de unidades, reforçando o fato que a economia brasileira não vive o seu melhor momento. Uma das alternativas para os fabricantes é apostar nos usuários que querem trocar de dispositivo, convencendo quem tem um celular de entrada ou intermediário a investir o seu dinheiro em um modelo mai robusto.

Hoje, o Brasil ainda conta com um grande número de usuários de feature phones (mais de 45% da população no final de 2014), e esse deve ser o público-alvo dos fabricantes daqui para frente.

Via assessoria de imprensa

Vendas de tablets no Brasil caíram 20% no primeiro trimestre de 2015

by

woldertablets24jun.jpg

Alta do dólar, redução do crédito, crise econômica. Esses foram fatores determinantes para a queda de 20% nas vendas dos tablets no Brasil no primeiro trimestre de 2015. O estudo IDC Brazil Tablets Tracker Q1 revela o cenário ilustrado pelas vendas dessa categoria.

Entre os meses de janeiro e março de 2015, foram vendidos 1.78 milhão de tablets no Brasil, 390 mil unidades a menos que no mesmo período de 2014. A marca fica abaixo dos 2 milhões previstos para o período e, mesmo assim, o cenário é visto como positivo pelos analistas da IDC Brasil.

A alta do dólar gerou um repasse de preços de até 17% em relação ao quarto trimestre de 2014, o que afetou as vendas para o consumidor final e o mercado corporativo. E a tendência é que os preços continuem subindo, e as vendas, caindo.

Outro fator apontado pela IDC Brasil para a queda nas vendas de tablets é a falta de interesse do consumidor, que ao longo dos meses está buscando outras alternativas. A má experiência de uso e a canibalização por parte dos phablets reforçam essa tendência. Isso não quer dizer o fim do mercado de tablets, pois o segmento ainda é atraente para nichos específicos, como o da educação e o uso pelas crianças em casa.

41 mil unidades vendidas foram no formato 2 em 1 (notebooks com tela destacável), segmento que teve um aumento de 115% em relação ao quarto trimestre de 2014. 94% dos tablets vendidos foram para o consumidor final, 6% para o mercado corporativo, e 70% custaram R$ 500 ou menos.

Até o final de 2015, a IDC Brasil prevê vendas de 8.1 milhões de tablets, 14% a menos que o volume comercializado em 2014. Outro fator que promoveu a revisão dos números foi o cancelamento de projetos educacionais por parte do governo federal.

Via assessoria de imprensa

Mercado de PCs tem queda de 20% no 1º trimestre de 2015

by

portatil-vs-desktop

A IDC Brasil divulgou o estudo de mercado de vendas de PCs para o primeiro trimestre de 2015 (IDC Brazil PCs Tracker Q1), e o resultado mostra que o movimento de queda nas vendas continua.

Entre janeiro e março de 2015, foram vendidos no brasil 1.964 milhão de unidades de PCs, ou 20% a menos do que o mesmo período do ano passado (2.4 milhões de unidades). Em 2014, a queda registrada foi de 26% em relação ao mesmo período de 2013, ano em que o mercado brasileiro vendeu 10.3 milhões de computadores.

Do volume total de computadores vendidos no primeiro trimestre de 2015, 804 mil foram desktops (queda de 21% em comparação com o mesmo período de 2014) e 1.160 milhão foram de notebooks (queda de 19% em relação ao mesmo período do ano passado). 32% das vendas foram para o mercado corporativo, e 68% foram para o consumidor final.

O resultado está abaixo do que o previsto pela IDC Brasil, que indica um começo do ano turbulento, com impacto negativo em diversos setores da economia, por conta dos escândalos de corrupção, a redução do crédito para o consumidor final e a alta do dólar. Todos esses fatores esfriaram o mercado e, consequentemente, promoveram essa queda nas vendas.

A confiança da indústria e do consumidor foi afetada, e existe uma cautela muito grande na hora de investir em um novo equipamento. Sem falar no reajuste de aproximadamente 20% nos preços dos computadores, impactando ainda mais nas vendas.

Por fim, o consumidor segue optando por outros dispositivos, como smartphones, algo que também afetou o desempenho de vendas dos PCs no último trimestre. O valor médio pago pelo consumidor brasileiro no primeiro trimestre de 2015 para um notebook ficou em R$ 2.320, e para um desktop, em R$ 1.701.

Via assessoria de imprensa

Brasileiros compraram 104 smartphones por minuto em 2014

by

smartphones-de-2014

O mercado brasileiro de smartphones fechou o ano de 2014 com saldo positivo, registrando recorde de vendas no último trimestre. O relatório IDC Mobile Phone Tracker Q4, realizado pela IDC Brasil, mostra que o volume de vendas no ano passado foi de aproximadamente 104 smartphones por minuto.

De acordo com o estudo, foram vendidos cerca de 54.5 milhões de smartphones em 2014, uma alta de 55% em comparação com 2013 (35.2 milhões). Apesar de um 2014 complicado no setor econômico, o mercado de smartphones foi o único dentre aqueles que envolvem as vendas de tecnologia a encerrar o período com um resultado positivo. E isso, mesmo com eventos como a Copa do Mundo, o carnaval, as eleições e a alta do dólar atrapalhando nas vendas.

Se somarmos as vendas dos feature phones, o mercado de celulares encerrou o ano de 2014 com uma alta de 7% (70.3 milhões de dispositivos comercializados). O Brasil fechou o ano de 2014 na 4ª posição entre os maiores mercados do planeta, ficando atrás apenas da China, Estados Unidos e Índia.

O estudo da IDC mostra também uma mudança do consumidor brasileiro, que está priorizando mais a questão custo/benefício. A facilidade de crédito e parcelamento estimulam a compra de um modelo intermediário no lugar do dispositivo de entrada.

Outro fator de destaque da IDC é a disputa das marcas pelo consumidor brasileiro, com um comportamento e desempenho de vendas de país desenvolvido (e não de um mercado emergente, como é na realidade). 95% do mercado está concentrado em seis grandes marcas, algo que não acontece em outros países com o mesmo perfil econômico.

No quarto trimestre de 2014, foram vendidos 16.2 milhões de smartphones no Brasil. Uma alta de 43% e 14% na comparação com o 4º trimestre de 2013 e 3º trimestre de 2014, respectivamente. O resultado é considerado fantástico, com um aumento nas vendas de até 600% em relação a todo o ano de 2013.

Por fim, o estudo da IDC indica que 15% dos dispositivos vendidos em 2014 contam com conectividade 4G, e para 2015, a estimativa é que o número aumente entre 30% e 35%. Um maior número de lançamentos e a chegada de modelos intermediários e dual-SIM com 4G devem estimular esse crescimento.

Apesar do dólar alto e da conjuntura econômica, a IDC Brasil espera 16% de crescimento do mercado de smartphones, com a venda de cerca de 63.3 milhões de aparelhos em 2015.

Via assessoria de imprensa

IDC Brasil registra alta de 13% no mercado brasileiro de tablets em 2014

by

Tablet Dell Venue 8

Segundo o relatório IDC Brazil Tablets Tracker 04, o mercado brasileiro de tablet encerrou o ano de 2014 com uma alta de 13% no volume de vendas, onde 96% foram para o consumidor final, 4% para o mercado corporativo, e 0.3% (31 mil unidades) são de notebooks com telas destacáveis.

Os resultados ficaram abaixo da projeção da IDC Brasil, que esperava a comercialização de pelo menos 10 milhões de unidades no país em 2014. A realidade atual é que o tablet não é mais uma novidade, e sofre da canibalização dos phablets. Além disso, a grande quantidade de aparelhos com baixa qualidade, que resultam em uma experiênca de uso prejudicada, impactaram as vendas do setor. Além disso, o Carnaval fora de época, a Copa do Mundo, as eleições e a alta do dólar no final de 2014 foram outros fatores que atrapalharam nas vendas dos tablets.

Venue 11i Pro Security Tablet with Travel Cover and Hand

Sobre os notebooks com tela destacável, as 31 mil unidades vendidas ficaram abaixo das expectativas, mas a IDC Brasil acredita que o segmento deve registrar aumento das vendas, com expectativas de vendas de 200 mil unidades para 2015, um aumento de 500% em relação a 2014.

Em 2014, a faixa de preço que mais se destacou foi a de tablets de até R$ 500, com cerca de 85% dos aparelhos comercializados. Aparelhos que custavam entre R$ 500 e R$ 1000 representaram 10%, e os acima de R$ 1000, apenas 5% do volume total de vendas.

Sobre o quarto trimestre de 2014 (entre outubro e dezembro), foram comercializados aproximadamente três milhões de tablets. Comparando com o mesmo período de 2013 não houve crescimento, mas considerando o desempenho do 3º trimestre de 2014, o aumento foi de 30%.

Para 2015, a IDC prevê uma retração de 3% no mercado e vendas de cerca de 9.3 milhões de tablets. Esse número é considerado conservador, por conta das incertezas que rondam os projetos de educação que serão (ou não) implementados pelo governo federal, das variações do dólar, e da conjuntura econômica nacional.

Via assessoria de imprensa

Mercado brasileiro de PCs encerra 2014 com queda de 26% nas vendas

by

XPS 13 Touch Notebook on Table in Cafe

A IDC Brasil divulgou os dados consolidados do mercado de PCs no Brasil no 4º trimestre e no ano de 2014. Segundo o estudo IDC Brazil Pedro HaggePCs Tracker Q4, foram vendidos 10.3 milhões de computadores em 2014, o que representa uma queda de 26% na comparação com 2013.

Desse total, 4 milhões são desktops (queda de 31%) e 6.4 milhões são de notebooks (queda de 22%), sendo 29% comercializados para o mercado corporativo e 71% para o consumidor final.

Segundo a IDC Brasil, os resultados de 2014 foram impactados pelo Carnaval fora de época, a Copa do Mundo, as eleições e a alta do dólar. Tradicionalmente, março é um mês muito positivo para o mercado de PCs, porém, o Carnaval adiado fez com que o 1º trimestre fosse muito negativo em vendas. Logo em seguida houve a Copa do Mundo e os varejistas focaram em outras categorias de produtos. As incertezas em relação às eleições e a volatilidade da moeda americana também contribuíram para o mau desempenho em 2014.

Entre outubro e dezembro do ano passado foram vendidos cerca de 2.7 milhões de PCs, queda de 25% na comparação com o 4º trimestre de 2013 e alta de 3% na comparação com o 3º trimestre de 2014. Foram comercializados 966 mil desktops e 1.7 milhão de notebooks. Na comparação com o 4º trimestre de 2013, houve queda de 29% em desktops e 21% no mercado de notebooks. Os números do 4º trimestre estão de acordo com as projeções da IDC Brasil, que, ao contrário de anos anteriores, já previa um desaquecimento das vendas no período.

Os volumes do 4º trimestre têm sido cada vez mais impactados pela Black Friday. Os varejistas estão comprando e estocando os produtos já em setembro e a tendência é não termos mais um 4º trimestre forte como em anos anteriores.

Além disso, o ritmo fraco da economia, a escassez de crédito, inflação e a alta do dólar, que acaba gerando repasse de preços ao consumidor, também foram fatores preponderantes para o mau desempenho nos últimos três meses de 2014. Em relação aos PCs conversíveis, o analista da IDC Brasil afirma que houve alguns bons lançamentos no 2º semestre de 2014 e, apesar das vendas crescerem 20% na comparação com o 3º trimestre, a categoria ainda não ‘pegou’ no Brasil: foram cerca de 42 mil notebooks conversíveis vendidos entre outubro, novembro e setembro.

Para 2015, a IDC Brasil espera queda de 3% do mercado de PCs no Brasil. A alta do dólar vai dificultar a recuperação, e nas lojas os produtos estão de 15 a 20% mais caros do que custavam 6 meses atrás.

Via assessoria de imprensa

Brasil registra recorde nas vendas de smartphones no terceiro trimestre de 2014

by

moto-g-2014-01

O estudo IDC Mobile Phone Tracker Q3, realizado pela IDC Brasil, mostra que o encolhimento da economia brasileira, as eleições, a Copa do Mundo no país ou o escândalo da Petrobrás não impactaram no mercado de smartphones no Brasil, que continua crescendo.

De acordo com o levantamento, foram vendidos 15.1 milhões de celulares inteligentes entre os meses de julho e setembro de 2014, o que significa um crescimento de 11% na comparação com o segundo trimestre e de 49% se comparado com o mesmo período do ano passado. No período também foram vendidos 4.7 milhões de feature phones.

Novamente os resultados de vendas superaram as expectativas. Os smartphones não foram impactados pelos problemas que afetaram outros mercados e a tendência é que mais um recorde seja quebrado no próximo trimestre. Entre os fatores que determinaram os resultados positivos, a oferta de dispositivos cada vez mais baratos é o que mais tem influência.

No começo de 2011, o preço médio dos aparelhos estava em R$ 900. No segundo trimestre deste ano caiu para R$ 700 e, entre julho e setembro de 2014, a média de preços ficou em R$ 590. O comportamento das redes varejistas também influi nas vendas de smartphones.

Os aparelhos intermediários (de R$ 450 até R$ 900) ultrapassaram os de entrada (até R$ 400) e já representam metade do mercado brasileiro. Isso mostra que o consumidor está entendendo melhor a questão do custo benefício e concluindo que o preço mais alto significa um aparelho também com mais qualidade e recursos.

Além dos bons resultados no varejo, o smartphone tem tido uma parcela representativa no bolo de produtos de tecnologia. Somando celulares inteligentes, tablets e PCs em uma mesma categoria, temos mais de 72 milhões de dispositivos vendidos, sendo 55 milhões apenas de smartphones. Em 2008, a quantidade total de vendas foi de 15 milhões. Em apenas quatro anos, quase quadruplicou o número de fabricantes – passou de 55, em 2010, para 194, em 2014.

Sistema operacional
Dos aparelhos vendidos entre julho e setembro de 2014, 91% tinham o Android como sistema operacional. A novidade do período foi o Windows Phone, que ultrapassou o iOS depois de dois trimestres em segundo lugar, sinalizando que o ano deve encerrar com o Android em primeiro lugar em market share, com iOS e Windows Phone tecnicamente empatados.

Telas grandes invadem o mercado
A tendência das telas grande continua em alta. Em 2011, 93% do mercado era composto de aparelhos com tela abaixo de 4 polegadas e, em 2014, projeta-se que o mercado de smartphones termine o ano com mais de 63% de telas acima de 4 polegadas. Com relação aos phablets – dispositivos acima de 5 polegadas – a IDC acredita que até o final de 2016, 50% do mercado mundial seja composto por phablets. No Brasil, esse índice deverá ser atingido até 2018, sendo que, em 2013, os aparelhos com tela acima de 5 polegadas representavam cerca de 7% do mercado e neste ano já devem representar 15% do total de smartphones.

Novo recorde vem aí
Além de divulgar os resultados do estudo IDC Mobile Phone Tracker Q3 referente ao terceiro trimestre, a IDC Brasil antecipa dados apurados do quarto trimestre de 2014 e que apontam para a quebra de um recorde.

O mês de Outubro de 2014 foi o mês com o maior número de vendas de smartphones da história. Foram mais de sete milhões de aparelhos vendidos e, a título de comparação, apenas dois milhões a menos do que foi vendido em todo o ano de 2011.

Segundo a e-bit, o smartphone foi o item mais procurado na Black Friday este ano. As receitas e pedidos no varejo online de celulares cresceram mais de 600% na comparação com 2013. Para todo o ano de 2014, a IDC estima vendas de 55 milhões de celulares inteligentes.

Via assessoria de imprensa