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Acordo milionário une iCloud e Google Cloud

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A Apple chegou a um acordo multimilionário com a Google para mover parte do iCloud e outros serviços baseados na nuvem para a Google Cloud Platform.

As fontes da notícia garantem que a empresa de Cupertino está usando hoje uma combinação de servidores da Amazon Web Services, Microsoft Azure e os seus próprios centros de dados, e ainda que a operação não está confirmada oficialmente, os rumores indicam que o acordo teria sido fechado em um valor que ronda os US$ 400 milhões e os US$ 600 milhões.

A Google segue capaz de capturar clientes de grande calibre, graças ao seu contínuo esforço para alcançar a Amazon e a Microsoft. A manobra vai precisar de pelo menos um ano para se tornar efetiva, e que a Google não vai ganhar nada com essa operação.

Por outro lado, a Alphabet pode considerar isso uma vitória. Levando em conta que a Apple poderá seguir expandindo os seus centros de dados, e que os serviços na nuvem seguirão crescendo em grande escala, a Google pode fazer um belo caixa em médio e longo prazo.

Via Financial Times, CRN

Homem se declara culpado pelo roubo de fotos de famosos

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O grande vazamento de fotos pessoais que inundou a internet em 2014 já tem um culpado. Um homem de 36 anos da Pennsylvania (EUA) que responde pelo nome de Ryan Collins é acusado de piratear mais de 50 contas do iCloud e outras 72 contas do Gmail.

Ryan aceitou declarar-se culpado de um acesso não autorizado a um computador protegido, de acordo com o fiscal federal do Escritório do Distrito Central da Califórnia. Collins teria confessado seu método para obter os nomes de usuário e senha dos famosos que ele estava utilizando desde novembro de 2012 até setembro de 2014. Uma vez que teve acesso às contas, começou a buscar e roubar imagens explícitas, e em alguns casos fez cópias completas de contas do iCloud.

Apenas para relembrar: a Apple negou que o hacker teria aproveitado de uma falha do iCloud para acessar as contas de usuário. De acordo com Collins, a empresa disse a verdade. O hacker não se aproveitou de uma vulnerabilidade, mas sim aplicou um pishing às suas vítimas (entre elas Jennifer Lawrence, Kate Upton e outros famosos) para tentar identificar as senhas.

Por isso, o diretor adjunto do FBI David Bowdich adverte que é fundamental que as pessoas fortaleçam suas senhas, além de serem muito céticos na hora de receber um e-mail que solicita informações pessoais. Os federais não investigaram o caso, mas até agora não encontraram provas de que o próprio Collins compartilho as imagens e os vídeos que ele mesmo roubou.

Nesse momento, ele pode receber uma pena máxima de cinco anos de prisão.

Bug no iOS facilita o roubo de senhas no iCloud

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Um pesquisador de segurança publicou um teste de conceito que, segundo ele, torna fácil a possibilidade de roubar senhas do iCloud via iOS.

Desde a versão 8.3 do iOS, o aplicativo do iCloud falha na hora de rechaçar o código HTML perigoso vindo de mensagens de e-mails recebidos. O teste de conceito demonstra esse erro, descarregando um formulário desde um servidor remoto, que é idêntico ao do login legítimo do iCloud, que aparece a cada vez que a mensagem perigosa é aberta.

O usuário do GitHub ‘jansoucek’ informa que o erro permite que conteúdos HTML remotos podem ser carregados, substituindo o conteúdo do e-mail original. O JavaScript está desativado, mas é possível construir um recoletor de senhas funcional com HTML e CSS.

Se você encontrar um e-mail suspeito que pode estar relacionado com essa falha, é recomendado que você cancele qualquer ação, sem introduzir qualquer coisa relacionada às suas credenciais de usuário. A diferença do formulário de login legítimo para o falso é que o primeiro é ‘modal’, não permitindo o usuário abrir outra coisa até que o OK ou o Cancelar seja pressionado, enquanto que o outro permite voltar na tela principal quando pressionado o botão Home.

O pior de tudo é que a Apple foi notificada desse erro em janeiro, e até agora não lançou nenhuma correção para o problema. E não é a primeira vez que a empresa mostra indiferença diante de uma falha de segurança. É esperado que esse bug seja corrigido no iOS 8.4.

 

Via ArsTechnica

Apple é processada pelo espaço que as atualizações do iOS 8 ocupam nos seus dispositivos

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A Apple está sendo processada nos Estados Unidos, por conta por conta do reduzido espaço livre para o usuário em seus dispositivos, depois da instalação das últimas atualizações do iOS 8.

De acordo com os responsáveis pela demanda, um iPhone 5s de 16 GB tem o seu espaço disponível reduzido em 18.1%, e um iPod com a mesma capacidade pode perder até 23.1% de espaço livre para o usuário. Ao que parece, o problema é que, nessas circunstâncias, o espaço livre para o usuário é muito menor do que aquele que a Apple anuncia quando vende esses produtos.

Vale lembrar que esse tipo de problema não afeta só os iDevices. Smartphones de outras marcas sofrem do mesmo mal, assim como outros dispositivos (computadores, consoles de videogames, etc), onde os discos rígidos não oferecem toda a capacidade de armazenamento.

Mas o mais curioso é que os promotores do processo entendem que, por trás dessa prática, existe uma estratégia comercial que prejudica os usuários. A Apple divulga uma capacidade de armazenamento que é superior do que aquela que os usuários podem desfrutar, o que pode forçar os mesmos a a contratarem um espaço adicional de armazenamento online – no caso da Apple, o iCloud -, para armazenar o seu conteúdo pessoal de fotos, vídeos e músicas.

De novo, não é só a Apple. Os demais fabricantes de smartphones também são citados no processo, que alega que o espaço disponível real pode ser inferior ao anunciado no produto por conta do software pré-instalado, e outras razões de caráter técnico.

A Apple já foi processada em outras ocasiões pelo mesmo motivo, e até agora, conseguiu se defender com sucesso. Logo, essa demanda pode dar em nada. De qualquer forma, é uma situação curiosa, que merece ser observada mais de perto.

Via 9To5MacSilicon Beat

Governo russo fecha o cerco contra os produtos da Apple a partir de 01 de janeiro de 2015

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As decisões do governo russo seguem dando o que falar. Depois de trocar os iPads do governo por tablets da Samsung por ‘razões de segurança’ e pedir para a Apple o código fonte dos seus sistemas operacionais (para comprovar que os mesmos não possuem brechas para a espionagem), o governo local decidiu retirar o iPhone, o iPad e qualquer dispositivo que utiliza o iCloud a partir do dia 01 de janeiro de 2015.

O motivo? Simples: os servidores na nuvem da Apple onde os dados dos usuários são armazenados estão alojados nos Estados Unidos.

Desse modo, a Rússia decidiu ‘cortar o mal pela raiz’, atacando diretamente o iCloud. Os cidadãos russos que já contam com um dispositivo da Apple com acesso ao serviço, ou que estão pensando em comprar um tablet ou smartphone da empresa, a partir do próximo dia 01 de janeiro não poderão usar o iCloud. Ainda não está claro qual será a medida que vai impedir o acesso ao serviço, mas é fato que eles vão fazer alguma coisa.

Quem sabe se a Apple instalar um grande servidor na Rússia esse bloqueio pode ser adiado ou suspenso. Mas parece pouco provável que a empresa de Cupertino adote tal opção. Vamos ver no final das contas o que acontece.

Via GSM Dome

Apple cria tutorial que reforça segurança no iCloud

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O site Great Fire acusou o governo chinês de falsificar a página de identificação do iCloud para capturar as senhas dos seus cidadãos, e dessa forma, coletar seus dados. Não é um procedimento muito diferente daquele adotado por hackers que acessam as fotos de celebridades. Diante desse cenário, a Apple publicou um tutorial que mostra o que o usuário deve fazer para aumentar a proteção dos seus dados no serviço.

O documento (em inglês) tem como objetivo garantir que a privacidade dos usuários será preservada, onde a Apple reforça que a sua página do iCloud está protegida por um certificado digital. Dessa forma, eles relembram que se o usuário acessa o iCloud e o navegador web mostra uma mensagem indicando que o certificado de segurança não é válido, JAMAIS deve ser digitado os dados de usuário (nome de usuário e senha).

Quando isso acontece, muito provavelmente o usuário está acessando uma página que quer se passar pela área de acesso do iCloud original, com o objetivo de obter os dados do usuário. Para ter a certeza que estamos acessando a página real do iCloud, devemos verificar o certificado digital, o que indicará uma conexão segura. Isso pode ser facilmente comprovado através dos navegadores Safari, Chrome e Firefox.

Apesar de estar em inglês, o tutorial pode ser facilmente compreendido pelas telas capturadas. Para conferir o documento na íntegra, clique aqui.

Via Apple

Apple afirma que o iCloud não foi comprometido pelos “sequestros” de iPhones na Austrália

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Comentamos aqui no blog ontem (27) sobre um hacker que, através do iCloud e da função Find my iPhone, conseguiu bloquear dezenas de smartphones e tablets da Apple na Austrália e Nova Zelândia, exigindo um resgate pelos dispositivos. Desde então, novos casos apareceram no fórum oficial da empresa, todos da mesma região do planeta. A Apple decidiu se pronunciar sobre o assunto, mesmo que de forma breve.

Palavras da Apple ao ZDnet:

A Apple leva muito a sério a segurança, e o iCloud não foi comprometido durante este incidente. Os usuários afetados deverão mudar a senha de sua conta Apple ID imediatamente, e evitar utilizar o mesmo nome de usuário e senha para vários serviços. Os usuários que necessitarem de ajuda adicional poderão entrar em contato com a AppleCare, ou visitar a loja Apple de sua região.

Que a Apple estava investigando sobre o problema já era algo conhecido por todos, já que alguns dos usuários com problemas viram como suas Apple IDs foram bloqueadas nas últimas horas. Porém, o comunicado da Apple não responde a principal questão: como é que os afetados pelo problema só estão na Austrália e Nova Zelândia?

Alguns casos isolados nos Estados Unidos e no Canadá também foram informados, mas no caso desse último foi de um australiano que se mudou recentemente para o país.

A Apple entende que os casos fora da zona da Oceania são “fora da equação”, mas também não está muito claro como o hacker obteve as credencias de todas essas pessoas. Os afetados, que relatam individualmente suas experiências, não conseguiram chegar a um denominador comum. Alguns utilizavam a mesma senha em outros sites da internet, outros não. Alguns tinham contas no eBay, outros não. Alguns até usavam serviços VPN para acessar conteúdos nos EUA… outros, não.

A grande pergunta persiste: como eles conseguiram acessar todas essas contas?

Via ZDnet

“Ou paga o resgate, ou fica sem telefone”. Um estresse via Find my iPhone

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O Find my iPhone (e as alternativas similares de outros sistemas operacionais) é uma ferramenta bem útil quando você perde o controle do seu dispositivo. Não só permite que você inutiliza remotamente o telefone, mas também oferece a localização, envio de mensagens o até mesmo a emissão de alarmes. Porém, se os dados de acesso são pouco seguros, ou se alguém consegue acessar todos eles, o desgosto pode ser grande.

Isso é o que está acontecendo na Austrália nas últimas horas, com dezenas de usuários afetados, que reclamaram no fórum de suporte da Apple. Ao que parece, um número considerável de dispositivos foram bloqueados desde ontem (26), e na tela, aparece uma mensagem que diz:

Dispositivo hackeado por Oleg Pliss. Para desbloqueá-lo, você precisa enviar um pagamento de US$ 100/euros para lock404@hotmail.com.

Para piorar a situação, muitos desses usuários foram acordados com esses alertas durante a madrugada.

Por enquanto (e por ser um problema muito recente), não está muito claro o número de usuários afetados. Mas o fato é que o fórum de suporte da Apple apresentou vários casos em poucas horas, o que dá a entender que não se trata de um problema isolado.

A outra grande questão é: por que o problema afetou apenas os usuários na Austrália?

Entre as possíveis hipóteses, uma delas pode ser um site web local hackeado, aproveitando-se dos ataques dos usuários que utilizavam ali os mesmos dados do iCloud. Outros garantem que foram afetados por ter uma única senha para todos os serviços, o que levanta a possibilidade de um ataque no estilo “man in the middle” ou um keylogger.

Problemas de segurança da Apple? Não podemos descartar, apesar da empresa não ter se pronunciado oficialmente. Não faz muito tempo que um grupo de hackers garantiu ter comprometido a segurança do iCloud. Casualidade? Ou assuntos relacionados? Estamos atentos a um comunicado oficial da empresa de Cupertino.

Ainda que alguns usuários afetados conseguiram recuperar o controle dos seus dispositivos, outros estão tendo mais dificuldades nesse processo. A princípio, e se o usuário tem um código de bloqueio, basta entrar no iCloud a partir de um desktop e desativar o modo “perdido” no smartphone ou tablet.

Agora, se você não tem um código… bom, a vida já é mais complicada, já que os atacantes parecem ter adicionado os códigos por conta própria. Nesse caso, o recomendável é restaurar o telefone via iTunes no computador que está sincronizado com o dispositivo, e trocar a senha do iCloud o quanto antes possível.

Como evitar que isso aconteça com você?

Apesar do problema afetar os dispositivos da Apple na Austrália (por enquanto), nunca é demais tomar algumas precauções para evitar ser vítima de um ataque com essas características:

– Utilize uma senha segura, e mude essa senha periodicamente.
– O e-mail associado à conta não deve ser vulnerável (habilite o modo de identificação em dois passos).
– Agora que a Apple também aceita a verificação em dois passos, é recomendável usá-la.
– Nunca utilize a mesma senha em dois serviços. Se um fica comprometido, o outro também pode ficar.
– Nunca faça click em links de e-mails que dizem ser da Apple. Acesse sempre pelo navegador da web.
– Assegure ter várias cópias de segurança periódicas, caso você precise restaurar o seu dispositivo.

Via Apple (fórum de discussões)

Falha no iOS 7 pode desativar o Find my iPhone e eliminar a conta do iCloud

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O recurso Find my iPhone é, nesse momento, a única forma que o usuário do smartphone da Apple possui para tentar localizar o seu smartphone em caso de perda ou roubo. Porém, por conta de uma nova falha detectada no iOS 7, até mesmo essa pequena medida de segurança já não serve para mais nada.

O Find my iPhone permite a localização, bloqueio ou remoção de dados do iPhone remotamente e, por sua vez, evita que seja possível ativar ou apagar o seu conteúdo por alguém que esteja em poder do smartphone por conta de uma perda ou roubo. Desativar essa função requer sempre que o usuário digite a sua Apple ID, o que torna (quase) impossível que um desconhecido restaure o smartphone roubado, ou elimine a sua conta do iCloud. Porém, uma falha descoberta por Miguel Alvarado torna possível desativar o Find my iPhone sem a necessidade de contar com o Apple ID.

Para isso, tudo o que é preciso fazer é clicar uma vez em “Eliminar conta” no iCloud, e no ícone de desativar a função Find my iPhone. No momento em que o sistema pedir a sua senha, basta desligar o smartphone. Ao ligá-lo de novo, você pode entrar sem problemas nos ajustes do iCloud, e a partir daí, fazer o que você quiser.

Você pode conferir no vídeo abaixo como realizar o processo. Espera-se que, uma vez que a falha foi descoberta e exposta, que a Apple trabalhe o mais rápido possível na sua solução.

 

Via 9to5Mac

Migração Motorola agora conta com suporte ao iCloud, para os desistentes do iPhone

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Para aqueles que se cansaram do iPhone e decidiram se aventurar pelas águas doces do Android, temos uma boa notícia para vocês, além de um sólido argumento da Motorola para que você escolha um smartphone deles. A empresa de propriedade da Google adicionou uma nova função no aplicativo Migração Motorola, que tem como principal objetivo oferecer o suporte para transferência de dados dos usuários vindos do iOS.

Para que essa migração de conteúdo aconteça, é necessário que o usuário permita que o Migração Motorola verifique os seus dados armazenados no iCloud, para que a transferência aconteça com sucesso. Um dos inconvenientes que os usuários vindos do smartphone da Apple encontravam no Android era justamente a transferência dos seus dados armazenados no iPhone para o dispositivo com a nova plataforma.

Os dispositivos da Motorola compatíveis com a migração de dados vindos do iPhone são: Moto X, Moto G, Droid Ultra, Droid Maxx e Droid Mini. Porém, nem tudo são flores: pelo menos por enquanto (e não sabemos ainda porque), os únicos dados que o aplicativo é capaz de migrar são as listas de contatos e os compromissos do calendário. Aplicativos não são migrados, até por uma questão de lógica, uma vez que alguns apps são exclusivos para o iOS.

 

Se você se sentiu animado para testar a novidade, faça o download do Migração Motorola na Google Play Store.

Download: 

Migração Motorola para Android

Via Android Central

Atualização do Apple TV inclui iTunes Radio e AirPlay a partir do iCloud

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Alguns rumores sobre uma possível atualização do Apple TV foram especuladas desde antes do último evento da empresa de Cupertino, em 10 de setembro. Porém, mesma Apple não fez qualquer tipo de menção durante o evento que apresentou ao mundo os novos iPhones. Mesmo assim, a versão 6.0 do sistema de streaming de vídeos chegou junto com o lançamento do iOS 7, incluindo entre outras novidades, o suporte para o iTunes Radio.

Outra opção interessante é o AirPlay a partir do iCloud, que curiosamente funciona de forma muito similar à opção que é utilizada no Chromecast para reproduzir vídeos no YouTube. Ou sejam o streaming é feito direto da internet. Com essa nova função do AirPlay, é possível “usar o seu dispositivo iOS para reproduzir vídeos do iTunes a partir da nuvem”, e ainda que isso seja uma boa notícia, o problema é que é necessário esperar que o vídeo seja carregado por completo para que ele possa ser visto. E isso pode exigir muito tempo (ainda mais no Brasil, onde as conexões de internet não são essa maravilha toda).

Por fim, vale a pena mencionar a possibilidade de sincronizar podcasts entre todos os dispositivos da Apple, algo que pode ser muito prático para aqueles que são fãs dos “programas de rádio” via internet. Apesar de todas as mudanças que a versão 6.0 apresenta, vale a pena chamar a atenção que a Apple manteve a mesma interface das versões anteriores, ou seja, sem adotar todas as palhetas de cores e os esquemas visuais adotados no iOS 7.

Via 9to5Mac, AllThingsD, Apple

Twitter, iCloud e iTunes Store com problemas técnicos nesse momento

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Muitos usuários do Twitter estão nesse momento enfrentando problemas na hora de enviar mensagens para a rede social. Nós aqui no TargetHD observamos tal dificuldade, e em alguns casos, o status para alguns usuários aparece como “serviço indisponível”, ou com grande lentidão no envio e recebimento de mensagens.

O problema parece ser mesmo no Twitter em si, e não em um aplicativo específico para desktop ou smartphone. O Twitter parece estar ciente do problema (bom, pelo menos confirma que o mesmo existe em seu status de serviço), e já deslocou engenheiros que estão trabalhando no problema. Aos afetados, uma boa dose de paciência é recomendada nesse momento, até que as coisas voltem ao normal.

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Alguns problemas com o iCloud e a iTunes Store também foram relatados pelos usuários nessa manhã. Os problemas também envolvem as dificuldades gerais de acesso nas duas plataformas, e já conta com a confirmação oficial da Apple, que informa que apenas “alguns usuários” foram afetados. Vamos ficar de olho se essa sequência é uma mera coincidência entre as duas empresas, ou se estamos diante de algo com maiores proporções.

Em caso de novidades, esse post será atualizado.

Ler – Twitter
Ler – Apple

Apple começa a utilizar o sistema de verificação em dois passos para o iCloud e o Apple ID

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O sistema de verificação em dois passos que o Google utiliza recebeu elogios por parte dos especialistas em segurança em dispositivos móveis, e é visto com bons olhos pelos usuários mais preocupados em manter um certo nível de proteção em seus dados. Logo, é bom saber que a Apple implementou algo similar para proteger o Apple ID e as contas do iCloud.

Para ativar o sistema em seu dispositivo, é necessário acessar o site de identificação (link no final do post) e usar um smartphone que possa receber o código de verificação, usando uma mensagem de texto ou o aplicativo Find my iPhone. Em antecipação à situações nas quais o dispositivo não está disponível, é possível imprimir um código especial, que deverá ser salva em um local seguro.

A má notícia? Infelizmente (por enquanto) o serviço está disponível apenas para os Estados Unidos, mas espero que em breve esse cenário mude.

Outro detalhe importante é que o pessoal do Engadget fez os primeiros testes no novo recurso, e os resultados não foram tão bons quanto o esperado. O sistema funciona ainda com lentidão, e na hora de salvar as mudanças no site de ativação, as páginas não carregam bem. Isso poe ter ocorrido pela quantidade de usuários tentando acessar o novo tipo de verificação (para reduzir a carga nos sistemas, a Apple está pedindo para que os mais afoitos esperem mais alguns dias antes de ativar novas contas).

Esses pequenos problemas parecem ser mínimos, se no final pudermos ficar um pouco mais tranquilos, sabendo que nossos dados ficarão mais protegidos. Para saber mais sobre o novo sistema de verificação em dois passos da Apple, clique aqui.

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[Dicas de Compras] iPad de 4ª Geração é lançado no Brasil

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E não foi só o iPhone 5 que chegou ao mercado brasileiro. O iPad de 4ª Geração também aterriza no Brasil, para ser mais uma opção de compra para os geeks neste final de ano. Apesar dessa nova versão ser lançada apenas seis meses depois da versão anterior, vamos mesmo assim apresentá-la como uma opção de compra para quem realmente quer ser um consumidor das tecnologias mais recentes, ou para quem ainda não comprou um tablet.

Para você que soube esperar pacientemente pela boa vontade da Apple em lançar o produto por aqui, e não teve pressa em comprar o seu iPad de terceira geração mais barato na Black Friday (guardando assim o seu valioso dinheiro), talvez seja a sua hora de comprar o seu tablet Apple. A má notícia é que, diferente do seu país de origem (EUA), onde sempre que há uma atualização de um produto da Apple o preço da versão nova é o mesmo da versão anterior, os valores no Brasil sofreram um “pequeno acréscimo” que podem desanimar alguns consumidores.

Mesmo assim, vamos cumprir com nossa missão, e destacar as novidades que esse novo iPad oferece. Para começar um novo processador, o A6X quad-core, que oferece o dobro de performance que a versão anterior em todas as atividades, principalmente na execução em multitarefa. Os gráficos também foram melhorados, e os recursos iSight e FaceTime foram aprimorados para um melhor resultado durante sua utilização. E tudo isso é feito com a mesma autonomia de bateria encontrada na versão anterior.

Além disso, o iPad de quarta geração conta com uma tela retroiluminada por LED, que oferece um ângulo de visão de 178 graus. Como vocês bem sabem, essa nova versão do tablet da Apple já vem com o iOS 6 e acesso aos serviços do iCloud.

Especificações:

  • Tela: 9.7″
  • Sistema Operacional: iOS 6
  • Memória Interna: 16/32/64 GB
  • Câmera traseira: 5 MP
  • Câmera Frontal: sim
  • Bluetooth: sim
  • Cores: preto/branco

Preços (clique nos links para comprar):

iPad de 4ª Geração 16 GB Wi-Fi, por R$ 1.749
iPad de 4ª Geração 32 GB Wi-Fi, por R$ 1.999
iPad de 4ª Geração 16 GB Wi-Fi + 3G, por R$ 2.099
iPad de 4ª Geração 32 GB Wi-Fi + 3G, por R$ 2.349
iPad de 4ª Geração 64 GB Wi-Fi + 3G, por R$ 2.499

Mac OS Mountain Lion e Safari 6 lançados oficialmente, e o iWork é atualizado

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Novidades entre os softwares da Apple no dia de hoje (25).

O Mac OS X Mountain Lion está entre nós. Muitos usuários de computadores Mac (inclusive os usuários brasileiros) já estão desfrutando dos benefícios da nova versão do sistema operacional da Apple, que já pode ser adquirido na Mac App Store, pelo preço de US$ 19,99. A atualização marca o fim da linha para o OS X Lion, que foi retirado da Mac App Store, e não está mais disponível para download.

Mas o dia não se marca apenas pelo lançamento do Mountain Lion e pela saída do OS X Lion. A Apple também apresenta ao mundo o Safari 6, que vem junto com o mais recente sistema operacional da Apple (oferecendo abas para o iCloud, suporte para o buscador chinês Baidu e maior compatibilidade com o HTML 5, entre outras novidades), mas também pode ser instalado em equipamentos com OS X 10.7 ou superior, para desfrutar alguns de seus novos recursos (não todos). Para atualizar o Safari, é só verificar as atualizações de sistema, e proceder com a instalação do novo software disponível.

Por fim, a Apple aproveitou para atualizar o iWork, que agora possui compatibilidade com o Mountain Lion. Recursos como Pages, Keynote e Numbers são agora compatíveis com o sistema de reconhecimento de voz do OS X 10.8, podem sincronizar com o iCloud, e vai aproveitar melhor a Retina Display dos novos MacBook Pro. O preço de cada aplicativo é de 15.99 euros.

Via Apple