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Facebook, Amazon, Google, IBM e Microsoft se unem para vigiar o desenvolvimento da inteligência artificial

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As gigantes da tecnologia Facebook, Amazon, Google (Alphabet), IBM e Microsoft se uniram na iniciativa Partnership on AI, que redige em comum os esforços na pesquisa e promoção das boas práticas que evitam que a inteligência artificial não se torne uma ameaça.

Até agora, cada empresa de tecnologia seguiu o seu caminho no desenvolvimento da inteligência artificial, com muitas liberando suas plataformas para que outros possam contribuir nesse desenvolvimento.

O problema é que isso criava uma certa fragmentação, e é isso o que a ação conjunta quer resolver.

 

Conduzir a inteligência artificial por um bom caminho

 

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Ainda que todas as empresas colaborem e criem uma estrutura formal de comunicação, unificando os critérios, todas elas seguem competindo, visando oferecer os melhores produtos e serviços que serão gerenciados por essa inteligência artificial e suas diferentes ramificações.

O consórcio está aberto para outras empresas que querem aportar seus recursos e experiências no futuro. Quem sabe Apple, Twitter e Intel (as grandes ausências) não aderem ao projeto.

Entre os objetivos do grupo, temos a viabilidade de uso de uma licença aberta padrão para todos os conteúdos publicados, como relatórios centrados em áreas como ética ou privacidade em um segmento muito promissor, mas que precisa ser vigiado de perto.

Que o Partnership on AI ajude nesse sentido, sem prejudicar a linha de desenvolvimento.

Via FortunePartnership on AI

Morgan, o primeiro trailer de cinema criado por inteligência artificial

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Morgan é um filme de suspense e ficção científica protagonizado por Kate Mara e dirigido por Luke Scott. Marca a estreia de Watson, o supercomputador da IBM, como diretor do trailer de lançamento do filme.

O vídeo mostra o resultado da inteligência artificial produzindo um conteúdo audiovisual. E é claro que a IBM não ia publicar algo que estivesse a altura de um diretor humano.

 

Morgan: o resultado de um estudo extenso de outros filmes

O experimento é interessante: a IBM expôs Watson a uma centena de filmes do gênero, para que o sistema aprendesse os padrões básicos e interpretasse as cenas essenciais para montar o trailer.

Além disso, Morgan fala de inteligência artificial. Logo, a IBM não poderia ter escolhido momento melhor para o experimento com o Watson.

Não é a primeira vez que o supercomputador sai da sua zona de conforto. Não faz muito tempo que o Watson competiu no programa de TV Jeopardy e já o vimos ajudando uma mulher com leucemia a sobreviver.

Trailer de Morgan a seguir.

 

TargetHD Podcast | 221 | 21-01-2016

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Nesta edição:

IBM confirma a compra do UStream
Foxconn pode comprar a Sharp, e a Apple pode ser a beneficiada
HTC One M10 ficaria de fora da MWC 2016, e só seria apresentado em março
Microsoft revela por engano o Lumia Phone X

 

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IBM confirma a compra do UStream

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A IBM confirmou a aquisição do serviço de streaming UStream. O valor da transação não foi revelado, mas especula-se que seria em torno de US$ 130 milhões, e com a compra, o serviço passa a fazer parte de uma nova divisão da gigante de informática, que busca ampliar o alcance dentro dos serviços de vídeo na nuvem, um negócio que para 2019 pode valer US$ 105 bilhões.

O rápido crescimento das conexões móveis com uma maior velocidade faz com que o consumo de vídeo na internet seja a cada ano maior. Muitas empresas estão se preparando para suportar as transmissões ao vivo,e  nos próximos meses o seu crescimento e porcentagem de participação será muito importante.

O Twitter com o Periscope, o Facebook que começou a testar o seu próprio app Mentions, e YouTube e o Twitch são claros exemplos. Este último mais em evidência, depois de ser adquirido pela Amazon por US$ 970 milhões.

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O valor pago pela IBM vai além de apenas um serviço. O UStream se soma a aquisições anteriores, como ClearLeap (administração de vídeo), Cleversafe (armazenamento de vídeo) e Aspera (transferência de arquivos de grande tamanho). Ou seja, é uma peça a mais no quebra-cabeças armado pela gigante da informática para o seu novo departamento de vídeo na nuvem, que passará a ser responsável pelas transmissões ao vivo.

Essa nova divisão fica a cargo de Braxton Jarratt, que foi da ClearLeap. Seu papel será integrar todos esses novos serviços dentro de uma mentalidade renovada da IBM, que agora busca ser mais moderna, com um foco prioritário na nuvem, na análise, na segurança e no big data.

Via IBMThe Wall Street Journal

IBM anuncia o chip mais poderoso da história

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IBM anuncia o desenvolvimento do chip mais poderoso da história. Um chip fabricado em processos tecnológicos de 7 nanômetros com uma potência quatro vezes maior do que os mais poderosos do mercado atual.

O anúncio foi feito em nome de um consórcio internacional liderado pela própria IBM, e é fruto de um investimento de US$ 3 bilhões em uma instalação público-privada do Hudson Valley, onde a IBM, o estado de Nova York, a GlobalFoundries, a Samsung e outros provedores de equipamentos trabalham na produção de chips avançados.

O anúncio acontece quando a Intel celebra os 50 anos da Lei de Moore, que fala sobre a duplicação do número de transístores por unidade de superfície nas novas gerações de chips, e os técnicos discutem sobre o seu cumprimento mais além dos processos atuais de 14 nanômetros.

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Os novos chips da IBM de 7 nanômetros sugerem que a indústria será capaz de cumprir a lei do co-fundador da Intel. Para isso, a empresa está utilizando o silício-germânio no lugar do silício puro em algumas regiões consideradas chave da placa. O material permite transístores mais rápidos e com um menor consumo de energia, ainda que o seu tamanho minúsculo obrigará a criar novas técnicas de fabricação e novas máquinas EUV (luz ultravioleta extrema), que serão as encarregadas de fabricar os chips.

Esses chips vão contar com nada menos que 20 bilhões de transístores (o que dá a ideia de sua miniaturização), e que colocam a IBM na fabricação de alta tecnologia, mesmo perdendo (ou cedendo) uma grande parte da sua capacidade de fabricação de equipamentos e semicondutores.

Não foram reveladas datas para o início de uma produção em massa desse novo chip, nem a sua comercialização efetiva.

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Via NYT

Funcionários da IBM podem usar Mac pela primeira vez na história

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O alcance da parceria estratégica entre Apple e IBM vai além da mobilidade profissional, e está resultando em uma grande revolução, a ponto dos empregados da IBM poderem utilizar computadores Mac no trabalho pela primeira vez na história.

O 9to5mac informa sobre o e-mail corporativo enviado pela IBM aos seus funcionários para anunciar o impensável programa. Há mais de 15 mil Macs distribuídos na empresa, além do fato dos próprios funcionários poderem levar o seu equipamento Apple para o trabalho.

Em novos postos ou nas renovações dos mesmos existem mudanças onde o empregado pode escolher entre um MacBook Pro, um MacBook Air ou um PC oferecido pela IBM. Eles pretendem distribuir mais de 50 mil Macs até o final de 2015.

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O impossível se tornou possível depois de uma parceria que teve grande impacto no mercado empresarial, contemplando a criação do programa IBM MobileFirst para iOS, com mais de 100 soluções empresariais especificamente desenvolvidas para o iOS.

E não só aplicativos, já que o acordo contempla serviços cloud da IBM otimizados para o iOS, incluindo a gestão de dispositivos, segurança, área analítica e integração móvel, além de uma nova oferta de serviços e suporte Applecare 24/7 para empresas. Além disso, a IBM vai vender iPhones e iPads equipados com as soluções específicas para as empresa para clientes empresarias de todo o planeta.

Via 9to5mac

IBM está pronta para vender a sua divisão de fabricação de chips

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Analistas afirmam que a IBM teria alcançado um acordo para vender a sua fabricação de chips. Foram três meses de negociações com diversos fabricantes, como SMCG, GlobalFoundries ou até mesmo a Intel, e de acordo com diversas fontes, a GlobalFoundries pagaria US$ 1.5 bilhão pela citada divisão.

Detalhes da localização da empresa compradora, assim como a possibilidade de adequar suas instalações facilmente para fabricar os chips da IBM teriam pesado no acordo, que está previsto para ser anunciado ainda hoje (20), um pouco antes da empresa norte-americana publicar os seus resultados financeiros.

Essa venda não significa um abandono da IBM do negócio de semicondutores. O acordo com a GlobalFoundries só implicaria na externalização da fabricação em si. A IBM vai seguir investindo na pesquisa e desenvolvimento para todo o tipo de equipamentos.

Via WSJ

O primeiro smartphone da história comemora os seus 20 anos em um museu

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Em 16 de agosto de 1994, a IBM lançou o Simon, um dispositivo pioneiro que criou as bases do smartphone que conhecemos hoje. Apesar do termo só nascer muito depois, o IBM Simon é considerado o pai dos telefones inteligentes. E para comemorar o seu aniversário, uma de suas (raras) unidades passa a fazer parte da coleção permanente do Museu da Ciência de Londres (Reino Unido).

Pesando 510 gramas, o dispositivo já era capaz de fazer muitas das funções hoje comuns em um smartphone: contava com aplicativos, recebia anotações e e-mails. Sua tela LCD monocromática de 4.5 polegadas (160 x 293 pixels) contava com funções touch, com a ajuda de uma stylus.

Nas suas especificações, recebia um processador de 16-bits a 16 MHz, compatível com computadores da arquitetura x86, com 1 MB de RAM e 1 MB de armazenamento.

O IBM Simon só foi vendido nos Estados Unidos, com 50 mil unidades comercializadas a US$ 899. Levando em conta que naquela época não existia as conexões de internet de hoje e o seu preço, podemos dizer que o produto foi “um sucesso”. Foi descontinuado apenas um ano depois (fevereiro de 1995), substituído pelo IBM Neon.

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Via BBC News

IBM Watson vai ajudar os militares dos EUA na reintegração da vida civil

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O Watson, o supercomputador da IBM que venceu recentemente o programa de perguntas e respostas norte-americano Jeopardy!, tem uma nova missão. A USAA, entidade que oferece serviços financeiros para os militares dos EUA, fechou uma parceria com a IBM para utilizar o Watson na reintegração dos militares à vida comum.

Para isso, eles criaram um aplicativo para smartphones que será utilizado para responder certas perguntas que estão relacionadas com essa reinserção dos militares ao dia a dia: encontrar um emprego, qual função atuar, ou quais serviços da USAA podem ser interessantes. O Watson conta com 3 mil documentos sobre reintegração à vida civil, que contém as respostas adequadas para os usuários.

A IBM criou em janeiro de 2014 um grupo de pesquisa para explorar as possibilidades do Watson em outros campos, com um investimento de US$ 1 bilhão. O objetivo é realizar pesquisas das áreas farmacêutica, de biotecnologia, entre outros setores. A reintegração humana é apenas uma das áreas que podem ser exploradas.

Via Bloomberg

Apple e IBM unem forças no mercado de software empresarial

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Apple e IBM anunciaram hoje (15) um acordo de colaboração mútua no desenvolvimento de aplicativos e serviços especialmente pensados para o mercado empresarial. E Microsoft e BlackBerry não devem estar nada contentes com esse anúncio.

Os produtos da Apple (especialmente iPhones iPads) são fontes de constantes dores de cabeça para os departamentos de TI das empresas, que tentam de tudo para integrar suas plataformas de trabalho com esses dispositivos. O novo acordo tem como objetivo tornar a vida desses departamentos um pouco mais fácil.

Apple e IBM se propõem a desenvolver uma nova categoria de aplicativos corporativos, versões compatíveis de programas já existentes, serviços na nuvem e de segurança, plataformas de comunicação interna, programas de gestão, analítica e Big Data. A parceria trará uma nova categoria empresarial ao serviço Apple Care, e inclusive será possível adquirir um maior volume de dispositivos da Apple já preparados e configurados com softwares da IBM.

O novo acordo tem grandes implicações. Para começar, e um duro golpe para a BlackBerry, em um mercado onde ela ainda é especialista. Depois, a Microsoft também pode ter a sua cota reduzida a longo prazo.

Os primeiros 100 aplicativos empresariais em versão para iOS chegarão ao mercado no final do ano, a tempo para o lançamento do iOS 8.

Via Apple, Wall Street Journal

Uma grave falha no Android deixa vulnerável a ataques 86% dos smartphones

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Uma nova vulnerabilidade no Android exposta pelos pesquisadores da IBM deixa o caminho livre para um ataque em aplicativos e serviços online (como aplicativos de lojas de apps) com suas credenciais. A falha só está corrigida na mais recente versão do sistema operacional, a 4.4 KitKat. Ou seja, as demais versões – 86% dos dispositivos Android – estão nesse momento vulneráveis.

De acordo com os pesquisadores, a vulnerabilidade afeta a Android KeyStore, a parte dos sistema operacional onde são armazenadas as chaves criptográficas dos aplicativos utilizados no smartphone, como por exemplo o PIN ou os padrões de digitais que desbloqueiam o dispositivo. Tendo acesso à essas chaves, um usuário não autorizado poderia acessar diretamente os aplicativos protegidos por senhas, como por exemplo, os aplicativos de loja online onde não precisamos digitar a mesma senha todas as vezes que precisamos realizar uma compra adicional (uma vez que a senha já está armazenada na KeyStore).

Porém, explorar essa vulnerabilidade não é algo tão simples quanto parece. O atacante teria que instalar antes um aplicativo no smartphone a ser violado para, com ela, lançar o ataque e acessar os códigos. Não é algo fácil, mas perfeitamente possível. O que mais preocupa é que, nesse exato momento, milhões de smartphones ao redor do mundo estão vulneráveis. Mais uma vez (no caso do Android).

O que fazer para evitar o problema? Por enquanto, quase nada. Evitar instalar aplicativos que não sejam de desenvolvedores e empresas de plena confiança é sempre uma ótima pedida. Mas espera-se que a Google lance em breve algum parche para corrigir ao menos os dispositivos com Android Jelly Bean, que já são quase 60% de todos os dispositivos Android nesse momento.

Via IBM, ArsTechnica

Samsung, Google e Apple agora brigam por patentes relacionadas ao grafeno

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Se nas questões relacionadas aos dispositivos móveis as gigantes Google e Apple chegaram a um acordo (deixando a Samsung de fora), quando se trata do grafeno, material que (quase) todos consideram sinônimo de ouro no futuro, a briga já começou.

Samsung, Apple e Google estão garimpando um verdadeiro arsenal de patentes relacionadas ao grafeno. É o que afirma a Bloomberg, onde podemos destacar que os dispositivos vestíveis (ou wearables), que são os principais beneficiados por esse material, cresceram em relevância para essas empresas, que querem aproveitar todo esse potencial.

A Samsung parece levar certa vantagem nas reservas de patentes. Os sul-coreanos já contam com 405 patentes publicadas com o material, de acordo com a Escritório de Propriedade Intelectual do Reino Unido. Nos Estados Unidos, eles registraram 38 patentes em 2013, 17 das quias citando em algum momento a palavra “grafeno”.

A Apple possui ao menos duas patentes relacionadas com o material, enquanto que empresas como IBM e Foxconn também começaram a registrar patentes relacionadas ao grafeno. Sua resistência, flexibilidade, transparência e condutividade são ideais para a utilização em futuras telas touch flexíveis, por exemplo.

E isso muito interessa para todos os fabricantes. Pense em um Google Glass com esse material, e com menor custo do que o atual, sem falar nas melhorias que o acessório pode receber por conta de suas propriedades.

Via Bloomberg

Lobby contra eliminação das patentes unem gigantes como Apple, Microsoft, Ford e IBM (entre outras)

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Sete gigantes da tecnologia, da automação e da indústria farmacêutica se uniram em um esforço para defender o estado atual da legislação que os Estados Unidos mantém na hora de regular as patentes. Apple, Dupont, Ford, GE, IBM, Microsoft e Pfizer formam a chamada Partnership for American Innovation (PAI), um consórcio que tem um único objetivo: se opor aos esforços que querem tornar o software e a biotecnologia áreas não patenteáveis.

A Suprema Corte dos Estados Unidos está estudando um caso sobre patentes de software que pode resultar em uma mudança radical nas leis de patentes. Empresas de tecnologia como o Twitter – que a algum tempo anunciou que só usará as suas patentes em sua defesa -, Netflix, LinkedIn, GitHub ou Yelp já remeteram à esse órgão um documento em que defendiam que “a inovação se produz, apesar da existência de patentes de software, não por ela”.

A reforma proposta na chamada Innovation Act foi apoiada por empresas como Google e Cisco, algo que não é estranho, se levarmos em conta o caso da Google a atual guerra de patentes que provocou o pagamento de milhares de milhões de dólares por licenças relacionadas ao Android. Não só ela, mas desde já, um grande número de empresas que desenvolvem produtos baseados nessa plataforma.

Um debate que está longe de chegar ao fim

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O mercado de patentes nos Estados Unidos é algo frenético: tudo é patenteável, o que faz com que intensas batalhas legais emerjam o tempo todo. O Escritório de Patentes e Marcas Registradas dos Estados Unidos (USPTO) está simplesmente lotado de registros.

O debate sobre o assunto não é algo novo: as patentes visam proteger o inovador, evitando cópias indiscriminadas, mas também se critica o fato que, em muitos casos, as patentes desaceleram ou degradam o ritmo da inovação.

Enquanto que nos Estados Unidos essas patentes de software são utilizadas há muito tempo, na União Europeia, o assunto gerou uma grande mobilização midiática e social, e na prática, as patentes de software não existem por lá. Não obstante, o certo e que se siga conhecendo patentes e projetos de softwares que tratam de disfarçar-se através da necessidade da interação do software com o hardware.

Logo, esse novo capítulo protagonizado pelo consórcio formado por essas gigantes promete ser apenas mais um, de um grande debate que, aparentemente, não terá fim.

Via Reuters, Partnership for American Innovation

IBM pode demitir até 25% dos seus funcionários da divisão de hardware

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Tempos complicados para a IBM. Depois de vender a divisão de servidores x86 para a Lenovo, a empresa pode se ver obrigada a dispensar uma parte considerável dos seus funcionários da sua divisão de hardware.

Segundo informa o site CNET, a empresa vai ter que recorrer ao corte com o objetivo de centrar os seus esforços “na nuvem, na análise e na computação cognitiva”. A IBM não entra em detalhes, nem confirma o alcance das demissões, mas especula-se que pode ser os 25% dos funcionários da divisão de Sistemas e Tecnologia que seriam a maior parte dessa lista.

Porém, nem tudo parece ser tão ruim no futuro da empresa, já que se espera que os negócios com a nuvem cresçam com muito mais rapidez, e dessa forma, a empresa voltaria a criar empregos. Ainda que, para isso, é preciso dar tempo ao tempo.

Via CNET

IBM nos prepara para uma internet de 400 Gbps

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Um grupo de pesquisadores de uma divisão da IBM na Suíça desenvolveu um conversor analógico-digital (DAC) ultrarrápido e muito eficiente no consumo energético, que segundo a empresa, poderá permitir que os grandes centros de dados possam compartilhar informações na rede a velocidades quatro vezes maiores que as atuais.

Com essa tecnologia, tarefas de transferências de dados com esses sistemas alcançaram entre 200 a 400 Gbps. Esses DACs aproveitariam a capacidade dos canais de fibra óptica de longa distância, beneficiando assim todos os usuários.

O DAC ainda é um protótipo, mas durante o evento Solid-State Circuits Conference (ISSCC) que acontece em San Francisco (EUA), seus desenvolvedores explicaram que uma versão anterior já é utilizada em DACs comerciais que serão fabricados pela empresa Semtech Corp.

Esta solução poderá ser vital para suportar o crescimento do consumo de dados que a internet experimenta há anos: hoje, o tráfego de dados chega aos dois exabytes por dia, 20 milhões de vezes maior do que era em 1992.

Outro fator importante dessa descoberta está no fato desse conversor obter esses resultados com uma eficiência energética destacável, e na Semtech já estão produzindo tais DACs, utilizando um processo de integração de 32 nanômetros.

Via ZDNet

O primeiro smartphone da história completou 20 anos do seu nascimento

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Pode dizer “muito prazer” para esse ilustre desconhecido acima. Esse modelo que você vê na foto, o Simon Personal Communicator foi lançado pela IBM no dia 23 de novembro de 1992, durante a Comdex Internacional. Na época, o modelo foi apresentado como um protótipo, mas é considerado o primeiro smartphone em sua concepção geral.

O modelo foi o primeiro do mercado a combinar as propriedades de telefone e PDA em um único produto. Se comparados com o que conhecemos como smartphones hoje, o Simon é considerado um tijolo vindo da idade da pedra: pesado, largo, desajeitado para ser utilizado, mas já era menor que os celulares que a Motorola vendia na época.

Além disso, o Simon já apresentava benefícios interessantes, que o posicionavam como um “telefone inteligente”. Por exemplo, além de efetuar e receber chamadas eletrônicas, ele contava com um aparelho de fax integrado, além de permitir o envio de mensagens para pagers (lembra deles? Ah, bons tempos…) e e-mails (naquela época). O telefone também contava com “aplicativos”, como calendário, agenda de endereços, calculadora, bloco de notas e outros recursos, cuja interação era feita com uma caneta do tipo Stylus.

Outro destaque do Simon é que ele contava até com uma tecnologia de previsibilidade de escrita, desenvolvida pela própria IBM. Uma pena que ele tenha ficado no mercado por apenas seis meses, mas ao menos teve tempo de aparecer no filme “A Rede”, com Sandra Bullock.

Quer ver como esse smartphone funcionava? Basta clicar no player abaixo. Vale a pena para ver como tudo começou, e principalmente, como essa tecnologia evoluiu em apenas 20 anos.

Via Bloomberg, InfoWorld, IntoMobile

IBM alcaça os 5.5 GHz com os chips System z, e anuncia o Power7+

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A IBM é bem conhecida pelo uso da força bruta para dominar o mercado europeu de supercomputadores, mas não quer perder a oportunidade de abiscoitar uma fatia do mercado doméstico, e prova isso com a sua nova geração de processadores que serão apresentados na Hot Chip Conference.

A empresa fala que o chip zNext, presente no coração do futuro processador System z, alcançará a marca de 5.5 GHz, sendo mais veloz que o z196 que já foi apresentado um dia como “o processador mais rápido do mundo”. Mas a IBM também tem planos para aqueles que não precisam de tanta potência, com a oferta do Power7+, uma evolução do modelo Power7, que promete uma melhora de desempenho em 20% em relação ao modelo anterior, com os seus 4.14 GHz.

Certamente podemos dizer que voltamos ao tempo onde o hardware também é levando em consideração na hora da aquisição de um computador. Durante anos, ficamos pensando no sistema operacional, no pacote de aplicativos, mas já se imaginava que não haveria nenhum tipo de evolução nos processadores e nos módulos de memória. Entendo que isso aconteceu muito pelo fato das placas gráficas evoluírem, com novos chips gráficos que exigiram uma maior performance dos equipamentos. A comunidade agradece nesse caso. Quanto maior a capacidade, melhor o resultado final.

A coletiva acontece no próximo dia 29 de agosto, onde conheceremos todos os detalhes que a IBM pretende apresentar.

Via Wall Street Journal e Hot Chips

IBM Labs esboça o futuro das compras, através da realidade aumentada, com um aplicativo para smartphones

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Se eu te disser, assim, de sopetão, que a IBM tem um novo produto, a primeira coisa que você vai pensar é em um novo modelo de notebook ThinkPad, mas fato é que a empresa norte-americana abarca muito mais soluções do que simplesmente fabricar um novo hardware. Assim, a IBM Labs apresenta o que é por enquanto um protótipo de um aplicativo baseado na realidade aumentada, que explora as possibilidades do processo de compra.

Este aplicativo vai permitir aos consumidores utilizarem as câmeras dos seus smartphones para ver detalhes adicionais do produto disposto na prateleira do supermercado diretamente na tela do dispositivo. A IBM desenvolveu este aplicativo de forma que os comerciantes possam adicionar suas próprias informações e preferências no aplicativo, de maneira que possa apontar dados como componentes alérgicos em um determinado produto, a quantidade de açúcar, ou se o mesmo é biodegradável.

A IBM espera também poder oferecer promoções ou programas de fidelização junto com os pontos de venda no aplicativo, que ajudará a conhecer melhor os hábitos de compra dos seus usuários com o passar do tempo.

Via Engadget

IBM cria o supercomputador mais potente do mundo

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As grandes fabricantes de computadores tentam se superar, e criam novos supercomputadores que são incrivelmente velozes. Desta vez, aquele que recebe o título de “o mais veloz do mundo” foi desenvolvido pela IBM para a National Nuclear Security Administration (NNSA). A notícia é revelada pela lista dos 500 supercomputadores mais velozes do mundo, criada pela Top500.org.

São 16.32 petaflops sustentados, superando em muito o modelo da Fujitsu, que contava antes com 10.51 petaflops. O supercomputador recebe o nome de Sequoia, e é baseado na arquitetura Blue Gene/Q da IBM, que permite (na teoria) escalar a sua capacidade em até 100 petaflops. O computador em questão reúne 1.6 milhões de núcleos de processamento, com 1.6 petabytes de RAM (1 GB por núcleo), e se encontra distribuído em 96 racks.

Mas… esse computador/monstro serve para que mesmo?

Basicamente, esta besta tecnológica será utilizada para deixar de realizar provas subterrâneas, com materiais nucleares, e fazê-las diretamente a partir do computador, de forma virtual, economizando muito dinheiro no processo.

Via Gizmologia

O computador pessoal da IBM comemora hoje 30 anos de lançamento

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Em um dia como o de hoje, em 1981, foi apresentado pela IBM em Nova York o 5150, um equipamento que, para muitos, é o primeiro da informática moderna. Mesmo que já existissem computadores de renome no mercado, esse equipamento entrou para a história por ser o primeiro a executar um sistema operacional da Microsoft (o recém adquirido para a ocasião PC-DOS), graças a um processador Intel de 8 bits – o 8088, de 4,77 MHz.

O modelo mais básico custava na época US$ 1.565, um preço “acessível” para a época, e o modelo se tornou um sucesso comercial. Na fonte desse post, você tem uma cópia da nota de imprensa original de 1981. Para os mais nostálgicos.

via IBM