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Os vencedores do Global Mobile Awards 2016

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A GSM Association anunciou os vencedores do Global Mobile Awards 2016, que destaca os principais lançamentos anunciados durante a Mobile World Congress 2016.

Nesse ano, o grande vencedor como melhor smartphone do evento foi o LG G5, algo que certamente é bem merecido, por ser um modelo inovador, e que deve ajudar nas credenciais do produto quando o mesmo chegar ao mercado. O Magic Slot certamente ajudou nesse prêmio: o sistema permite a troca de bateria em segundos, além de permitir a implementação de outras funções interessantes no futuro.

Em outras categorias, o Galaxy S6 Edge foi eleito o melhor smartphone de 2015, o Surface Pro 4 o melhor tablet, o Xiaomi Redmi 2 ficou com o prêmio de melhor smartphone abaixo dos US$ 100 e o Samsung Gear 2 como melhor dispositivo eletrônico conectado de consumo.

A lista completa de vencedores do Global Mobile Awards 2016 pode ser encontrada nesse link.

A caça ao WhatsApp: é tarde demais para as operadoras?

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As gigantes das telecomunicações ao redor do mundo (e não apenas no Brasil, como poderíamos imaginar) decidiram entrar em guerra contra os aplicativos de mensagens instantâneas. Para eles, a ideia é que a GSMA dê o impulso em definitivo ao padrão RCS (serviços de comunicação enriquecidos), que transformará o velho e ultrapassado SMS em algo muito similar ao que WhatsApp, Telegram ou Facebook Messenger oferecem hoje.

Esta tecnologia permitirá integrar um sistema de mensagem em qualquer smartphone sem depender de apps de terceiros. As principais operadoras de telefonia móvel do planeta estão cientes que estão perdendo uma grande parte da fatia do mercado. E para contra-atacar, contam com a ajuda de ninguém menos que a Google.

Foram anunciadas na MWC 2016 funções de chat instantâneo, criar grupos ou envio de arquivos, entre outras funções que estariam no novo sistema. O mais curioso de tudo isso é ver a Google a encarregada de dotar a infraestrutura técnica ao projeto, dada as suas turbulentas relações com as operadoras no passado.

Um detalhe importante: pelo menos por enquanto, tudo isso só funcionará no Android.

Do ponto de vista tecnológico, o RCS tem uma vantagem importante sobre outros sistemas: não é necessário o uso de uma conexão de internet para estabelecer a comunicação (desde que exista uma cobertura de rede, é claro). Nesse ponto, é possível que um ou outro leitor lembre de uma iniciativa chamada Joyn, criada em 2012, e que foi um completo fracasso. Quem sabe agora, com o apoio da Google, a ideia vingue.

Mas… faz sentido der uma plataforma controlada pela Google e pelas operadoras para bater de frente com os aplicativos de mensagens instantâneas? Qual é o real valor agregado que o novo sistema pode oferecer? E como convencer a milhões de usuários para que eles mudem de aplicativo?

Via GSMA

GSMA anuncia o SIM virtual, dando fim aos SIM cards de plástico

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Faltando muito pouco para o início da Mobile World Congress 2016, a GSMA, associação que reúne as principais operadoras e fabricantes de dispositivos móveis, anunciou que o SIM virtual começa a chegar aos nossos dispositivos em breve, dando fim ao SIM card físico.

O apoio da GSMA é fundamental para que qualquer padrão triunfe no mundo das telecomunicações. Gigantes domo AT&T, Telefónica, Deutsche Telekom, Orange, NTT DoCoMo ou TeliaSonera e fabricantes como Samsung, Sony, LG e mais de 40 empresas envolvidas estão de acordo com o fim do SIM card físico, que está presente desde o início das comunicações móveis.

Uma vez aprovado o acordo, não deve demorar muito para ver dispositivos equipados com o eSIM. Na verdade, já temos o primeiro: o Samsung Gear S2. De fato, a tendência é que os primeiros sejam mesmo os wearables, enquanto que os smartphones só começam a desembarcar com o novo recurso a partir do verão do hemisfério norte. Será que a Apple vai dar adeus ao SIM card físico no iPhone 7? Apostamos que sim, dada a sua particular insistência na necessidade de reduzir o tamanho dos cartões modelo a modelo.

 

Quais benefícios trará o SIM virtual?

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A independência de um suporte removível tem vantagens interessantes a partir do ponto de vista técnico. Com esse padrão, se habilita a possibilidade dos processadores dos smartphones também funcionarem com SIM card, sem ocupar espaço (ou instalar um dock e portas laterais para trocar o SIM físico). Assim, veremos smartphones mais leves e finos, com mais bateria e conectividade em alguns gadgets onde nesse momento era impossível, como nos smartwatches e pulseiras fitness.

Mas além do hardware, o usuário não terá que ir até uma loja para comprar um SIM quando trocar de operadora, sem falar no multi SIM (basta inserir o nome de usuário e senha no dispositivo para compartilhar uma mesma tarefa). Quando viajarmos, podemos contratar a operado que que quisermos via Internet, evitando pagar os elevados custos de roaming.

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Chegando nesse ponto, algumas dúvidas restam ser respondidas (esperamos que a MWC 2016 seja o local para isso): sem SIM física, como gerenciar o ICCID que identifica de forma única cada usuário? Podemos gerenciar vários dispositivos a partir da nossa conta? Será possível contratar duas operadoras ao mesmo tempo para aproveitar bônus ou horários com tarifa reduzida?

Está aberto o debate sobre um tema que vai mudar para sempre a indústria da telefonia móvel.

Via GSMA

O início do fim dos SIM cards deve chegar em 2016

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A GSMA, que reúne tanto as operadoras como fabricantes de dispositivos, pode anunciar na Mobile World Congress 2016 um plano que levaria ao fim do SIM card físico em todos os novos dispositivos fabricados a partir desse ano.

A Apple já flertou com isso no SIM card em branco, que permite selecionar do dispositivo tarifas de diferentes operadoras de diferentes países, mas a GSMA quer ir muito além. A ideia passa por integrar o SIM card em todo dispositivo conectável em redes móveis, fazendo desaparecer o slot para chips SIM.

A implantação desse novo SIM card teria duas fases. Na primeira, todos os dispositivos conectáveis exceto smartphones (tablets, smartwatches, sensores de todos os tipos, carros, etc) poderiam incorporar o SIM virtual, e após o verão do Hemisfério Norte os smartphones adotariam a mudança.

O SIM virtual permitira armazenar vários perfis de diferentes operadoras, mas apenas uma poderia estar ativa. Com isso, facilitaria e muito a tarefa de trocar de operadora, pois seria feita de forma quase instantânea, além de reduzir os custos de roaming, ao poder selecionar operadoras de qualquer país.

O maior obstáculo para essa iniciativa não é a parte técnica, mas sim as lojas de operadoras, que podem ter o volume de clientes reduzido drasticamente. Também não podemos nos esquecer dos fabricantes de SIM cards, que precisam ter os seus argumentos ouvidos.

De qualquer forma, o início do fim do SIM card físico pode estar próximo, e pode representar uma revolução para a indústria. Não apenas afetando os fabricantes, mas principalmente as operadoras. E vale lembrar que tal mudança precisa passar pelo crivo dos órgãos reguladores.

Via Expansión

Apple e Samsung querem impor o fim dos SIM cards para sempre

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No ano passado, a Apple surpreendeu com o seu Apple SIM, um SIM card para iPad que tinha vantagens interessantes na hora de trocar de operadora sem precisar trocar o SIM fisicamente. A ideia parecia estar relegada ao pessoal de Cupertino, mas agora vem a Samsung e a GSMA para implementar o chamado E-SIM.

De acordo com o Financial Times, esse SIM faria com que o usuário não precisasse usar um SIM específico para cada operadora de telefonia, permitindo a troca de um para outro de acordo com nossa conveniência, e de forma rápida e simples. Vários gigantes das telecomunicações estão apoiando essa inciativa.

O que mais chama a atenção é a participação da AT&T, que nunca viu com bons olhos a inclusão do Apple SIM no ano passado. Também estão operadoras como Deustche Telekom, Etisalat, Hutchison Whampoa, Orange, Telefónica e Vodafone. Isso faria com que em breve os futuros smartphones já não contassem com slot para SIM cards, e que nos esqueçamos desses cartões e de seus adaptadores, muito utilizados quando trocamos de smartphone.

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A medida é aparentemente muito vantajosa para os consumidores, facilitando a mudança de operadora quando necessário. Inclusive parece algo factível poder trocar de plano a qualquer momento, de acordo com as nossas necessidades, mesmo presos ao contrato com alguma operadora.

Por outro lado, os fabricantes vão enfrentar complicações no design interno dos seus dispositivos, o que também deve beneficiar aos usuários. Com a redução de custos, em caso de perda ou roubo, fica mais fácil o gerenciamento remoto do smartphone.

Resta saber como vai se adaptar esse tipo de SIM entre as operadoras menores ou fora do país, quando o roaming entrar em ação. Mas supomos que esta adaptação geral pode ser acelerada se os gigantes do setor (operadoras e fabricantes de smartphones) apoiarem esse tipo de transição.

Também há dúvidas sobre o impacto que esses SIM cards podem ter na privacidade e segurança dos usuários, ou se torna mais difícil as opções de branding das operadoras, que terão que renunciar a prática se adotarem esse tipo de solução.

Barcelona segue como casa da Mobile World Congress até 2023

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Já era sabido que Barcelona seria a sede da Mobile World Congress até 2018, mas agora temos a informação que isso se estendeu para o ano de 2023. Era a data oferecida pela cidade recentemente, e a GSMA confirmou que aceitou a oferta.

São cinco anos adicionais para um contrato que havia terminado no começo do ano, com a chegada de um novo governo na capital mediterrânea. Mas Ada Colau fechou o compromisso de prorrogação – ao lado dos membros da fundação MWCB -, que era um requisito formal da oferta.

Além da já citada Fundação Mobile World Capital Barcelona, parceiros importantes da iniciativa (Ministério da Indústria, da Energia e Turismo, a Generalitat de Barcelona, Turismo de Barcelona e Fira de Barcelona) estão de acordo com a prorrogação. Por outro lado, temos a GSMA, representante dos interesses das operadoras, fabricantes e desenvolvedores de tecnologia móvel.

Sobre o impacto na área, as opiniões são diversas. Mas lembramos que a MWC 2015 superou a marca de 93 mil visitantes, que deixaram na cidade mais de 435 milhões de euros.

Via GSMA

Barcelona quer ficar com a Mobile World Congress até 2023

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A prefeitura de Barcelona fez uma oferta para a GSMA para ser a sede da Mobile World Congress até o ano 2023. A cidade está confirmada como sede do evento até 2018, depois de um acordo fechado em 2011.

A prorrogação por cinco anos reforça a posição de Barcelona como a capital mundial da telefonia móvel durante os dias do evento, algo que outras organizações governamentais cobiçam a algum tempo.

Barcelona tem como parceiros o Ministério da Indústria, Energia e Turismo da Espanha, a Generalitat da Catalunha, o Conselho de Turismo e a Fira de Barcelona. Esse grupo ofereceu para a GSMA um valor não revelado em troca da prorrogação do contrato. Esses sócios buscam o montante de dinheiro que a MWC gera para a cidade, incluindo não só os benefícios econômicos (435 milhões de euros na edição 2014), mas também a melhoria da imagem da cidade.

A proposta de Barcelona foi feita e recebida pela GSMA, que está estudando a oferta. Em poucas semanas (ou meses), teremos uma resposta, e tudo indica que será positiva para a cidade catalã.

Via EFE/El Diario

Operadoras se preparam para criar o SIM Card virtual

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A GSMA, padrão mundial das operadoras de telecomunicações, anuncia hoje (2) um acordo internacional onde algumas das principais operadoras de telefonia móvel do planeta participam, com o objetivo de desenvolver um padrão comum de SIM virtual para todo o mercado.

A Apple apresentou em outubro de 2014 o SIM card em branco, que viria integrada em seus futuros dispositivos, como alternativa ao SIM tradicional, mudando o modelo de identificação dos usuários na operadora móvel de suporte físico por um SIM virtual, que reduzir o controle que as operadoras possuem sobre os seus serviços. A ideia da parceria é tentar evitar que isso aconteça.

A parceria é capitaneada por equipes de trabalho lideradas pelas operadoras Movistar, Vodafone e Deutsche Telekom. Esse SIM virtual (soft-SIM) se transformaria em mais um item a ser adicionado na fabricação do dispositivo, de poderia de forma remota via conexão sem fio realizar a ativação, mudança ou controle das especificações da linha do dispositivo, evitando que fabricantes como a Apple controlem a provisão do serviço.

Com o SIM virtual, os usuários se beneficiariam na hora de realizar portabilidades, que serão mais ágeis e dispensando a troca física do SIM, além de ser mais fácil escolher uma operadora quando você faz uma viagem para outro país, com uma maior comodidade na hora de habilitar o serviço.

Via Expansión

Já são mais de 490 milhões de usuários de redes 4G no planeta

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O último relatório da GSMA revela que já são mais de 490 milhões de usuários de redes 4G no planeta. As estimativas apontam para um número de 875 milhões antes do final de 2015.

Mais de 350 operadoras oferecem conexões 4G, e a cobertura dessa rede alcança 27% da população, marca que pode ultrapassar os 35% em 2015. Porém, apenas 7% das conexões móveis são realizadas com essa tecnologia, por conta dos custos dos smartphones compatíveis e o enorme uso das redes 2G e 3G nos países em desenvolvimento.

A Ásia segue como líder no consumo do 4G no planeta, com contundentes 477% de todas as conexões globais. A América do Norte fica com 32%, e a Europa, com 14%.

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Destaca-se aqui a expansão do mercado chinês. Apesar de lançar a primeira rede comercial 4G apenas no final de 2013, a China já está próxima de alcançar os 300 milhões de usuários, se transformando assim no primeiro mercado mundial, superando os Estados Unidos. Por tabela, a operadora com maior número de usuários também está nesse país – China Mobile, com 90 milhões de usuários de redes 4G.

Via GSMA

Em 2020, metade da população mundial vai se conectar à internet via smartphones

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A GSMA publicou o estudo ‘Digital Inclusion Report 2014’, onde eles analisam a situação da telefonia no mundo, as tendências atuais e as previsões de crescimento para os próximos anos das diferentes tecnologias. Um dos dados mais interessantes da análise está na adoção da telefonia móvel como sistema de acesso universal à internet em todo o planeta.

De acordo com o estudo, nesse momento temos 2.2 bilhões de usuários de internet móvel (30% da população mundial), número que deve aumentar até mais de 3.8 bilhões em 2020. Ou seja, em seis anos, a metade do planeta vai se conectar à internet a partir de dispositivos móveis.

A maioria dos novos internautas virá de países em desenvolvimento, passando dos 1.5 bilhão de usuários de 2013 para aproximadamente 3 bilhões em 2020, ou seja, o dobro de pessoas que hoje usam um smartphone como principal ponto de acesso à web.

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Porém, ainda temos uma grande massa desses novos internautas móveis que vai seguir utilizando as redes 2G. Segundo a GSMA, estima-se que 800 milhões de clientes só terão acesso à redes de segunda geração, apesar do crescimento das infraestruturas 3G e posteriores, que será maior principalmente nas regiões africanas.

Os números impressionam, mas são mais pessimistas que aqueles apresentados por outro estudo da Broadband Commission, que calculava um número de 5.6 bilhões de usuários de internet móvel para 2019 (imagem abaixo).

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De qualquer forma, seja como for, o certo é que o crescimento dos usuários nos países em desenvolvimento fará que em poucos anos as tendências mudem, e que muitos novos lançamentos tecnológicos sejam orientados para os gostos e preferências dessa nova população que vai se incorporar ao mercado.

Via Digital Inclusion Report 2014

EUA lidera adoção do 4G no planeta, com 85 milhões de usuários

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A GSMA revelou a lista do ranking mundial de usuários de telefonia móvel 4G em 2013, assim como a porcentagem de sua cobertura. Os Estados Unidos lideram esse ranking, com 85 milhões de usuários.

A liderança norte-americana é evidente, já que o Japão, vice-líder da lista, fica com quase a metade dos usuários dos EUA (43.9 milhões). Destaque para o fato que entre os 10 países da lista, apenas quatro são europeus e, mesmo assim, com números discretos.

Os EUA contam com um total de 341 milhões de linhas móveis em funcionamento, com o 4G alcançando 1/4 desses usuários. Um detalhe importante é que a cobertura do 4G por lá é de 97% da população, por conta da regulação estabelecida no país desde 2008, que facilita a venda ou troca de licenças de espectro entre operadoras.

Os dados oferecidos pela GSMA mostram que outros países/continentes também precisam criar condições favoráveis para a expansão das grandes operadoras, facilitando compras ou parcerias, e criando um entorno regulatório único para todo o continente. Isso certamente vai beneficiar o desenvolvimento de novas tecnologias, assim como a expansão do 4G. Por outro lado, é preciso tomar cuidado com a drástica redução de competidores, algo que pode elevar o preço dos produtos e serviços.

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Via GSMA