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O grafeno pode tornar possível a visão noturna em nossos smartphones

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O grafeno é um desses materiais de nova geração que parece servir par aquase tudo. Hoje, vemos mais uma utilidade: um sistema compacto de visão noturna.

Cientistas do MIT desenvolveram um interessante chip com esse material, que funciona através de sensores, e permite captar as variações térmicas dos objetos diante dele, o que pode servir como elemento principal de um sistema de visão noturna de infravermelhos.

Essa tecnologia oferece várias vantagens. A principal é que o grafeno é muito fino e resistente, permitindo que o chip se coloque suspenso com uma estrutura também de grafeno, deixando um espaço que evita a necessidade de incluir elementos refrigeradores.

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Além disso, o conjunto é extremamente leve e compacto, possibilitando sua integração nos smartphones sem ocupar quase nenhum espaço, nem superaquecer o restante dos elementos, podendo ser integrado com facilidade nas câmeras dos smartphones.

Por enquanto, o projeto precisa melhorar, principalmente na resolução do sensor, que ainda é muito pobre. Porém, é uma tecnologia promissora, principalmente se levarmos em conta que não é a única que está se desenvolvendo nessa direção, já que outros investigadores também trabalham em lentes de grafeno com o mesmo objetivo.

Via Scientific American

Samsung vai duplicar a autonomia de suas baterias com grafeno

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Pesquisadores do Instituto Avançado de Tecnologia da Samsung (SAIT) desenvolveram uma nova bateria que utiliza o grafeno para multiplicar a autonomia das atuais, sem um aumento significativo de tamanho. É esperado que os primeiros dispositivos com essas baterias cheguem ao mercado em dois ou três anos.

O segredo desse avanço é a aplicação direta do grafeno no anodo, que fica sobre uma superfície de silício e evita a reação química que produz o carbono de silício. Com ele, temos um grande aumento no desempenho das baterias, podendo alcançar até quatro vezes mais capacidade, e uma autonomia 1.8 vezes superior ao das baterias atuais.

Desse modo, nossos smartphones teriam baterias que oferecerão uma autonomia de quase um dia completo, e que terão uma vida útil muito maior, permitindo mais ciclos de recarga sem perda de desempenho. Além do tamanho ser similar (na teoria), elas seguirão sendo seguras e relativamente econômicas.

Um representante do SAIT comenta que o maior obstáculo para o desenvolvimento dessa tecnologia são os elevados custos e a baixa confiabilidade para produzir essas baterias em larga escala. Porém, eles estão trabalhando duro para que isso seja possível em breve.

Um dos maiores problemas que a indústria tecnológica enfrenta hoje é a melhoria da autonomia. Todos queremos dispositivos mais potentes, com tela melhor e capazes de fazer mais coisas, mas ao mesmo tempo, não conseguimos afastá-los da tomada todas as noites.

Via EETimes

Tecnologia da Samsung pode dobrar a autonomia de bateria

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A autonomia de bateria é um dos pontos mais importantes (e descuidados) dentro do mundo da mobilidade, mas as gigantes do setor estão se dando conta dessa relevância, e toma medidas sobre o assunto. A Samsung descobriu uma nova tecnologia que é capaz de dobrar a autonomia das baterias, com a ajuda de capas de silício e grafeno.

O desenvolvimento avança na sua fase de testes, e começa a ser implementado nas suas novas baterias de íon de lítio. É importante ter em conta que, por enquanto, a bateria está em fase inicial de desenvolvimento, com a sua disponibilidade comercial em dispositivos de consumo geral podendo demorar de forma considerável, de acordo em como evoluem esses testes e dos custos finais que apresentam a integração dessa tecnologia.

De acordo com as primeiras informações, os resultados são por enquanto muito positivos, pois eles conseguiram melhorar a autonomia das baterias entre 50% e 80%. Eles não descartam uma eficiência de 100%, ou seja, o dobro de sua carga de bateria atual.

A pesquisa com essa tecnologia ainda não terminou, de modo que não a veremos no Galaxy S7 e provavelmente em um hipotético Galaxy S8.

Via NextPowerUP!

Samsung, Google e Apple agora brigam por patentes relacionadas ao grafeno

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Se nas questões relacionadas aos dispositivos móveis as gigantes Google e Apple chegaram a um acordo (deixando a Samsung de fora), quando se trata do grafeno, material que (quase) todos consideram sinônimo de ouro no futuro, a briga já começou.

Samsung, Apple e Google estão garimpando um verdadeiro arsenal de patentes relacionadas ao grafeno. É o que afirma a Bloomberg, onde podemos destacar que os dispositivos vestíveis (ou wearables), que são os principais beneficiados por esse material, cresceram em relevância para essas empresas, que querem aproveitar todo esse potencial.

A Samsung parece levar certa vantagem nas reservas de patentes. Os sul-coreanos já contam com 405 patentes publicadas com o material, de acordo com a Escritório de Propriedade Intelectual do Reino Unido. Nos Estados Unidos, eles registraram 38 patentes em 2013, 17 das quias citando em algum momento a palavra “grafeno”.

A Apple possui ao menos duas patentes relacionadas com o material, enquanto que empresas como IBM e Foxconn também começaram a registrar patentes relacionadas ao grafeno. Sua resistência, flexibilidade, transparência e condutividade são ideais para a utilização em futuras telas touch flexíveis, por exemplo.

E isso muito interessa para todos os fabricantes. Pense em um Google Glass com esse material, e com menor custo do que o atual, sem falar nas melhorias que o acessório pode receber por conta de suas propriedades.

Via Bloomberg

Estudo mostra que o promissor Grafeno pode não ser tão bom para o meio ambiente

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De tempos em tempos ouvimos falar do grafeno, um material revolucionário, que poderia promover saltos qualitativos nos segmentos de smartphones, redes WiFi, baterias ou fotografia. Porém, nem tudo é cor de rosa em seu futuro. Um estudo realizado pela Bourns College of Engineering da Universidade da Califórnia em Riverside (EUA) revela que esse material pode ter efeitos nocivos ao meio ambiente, sendo este um dos poucos informes relativos ao impacto do grafeno nas nossas vidas.

O estudo destaca especialmente a estabilidade do grafeno em águas subterrâneas, comparando-a com sua estabilidade em águas superficiais. Os resultados mostram que as nanopartículas são mais móveis em águas presentes em lagos, e isso pode provocar danos meio-ambientais.

De fato, o estudo publicado na Environmental Enginerring Science, destaca que outros estudos também revelam que o grafeno poderá ser potencialmente tóxico para os humanos, algo que segundo informa o site Gizmodo, poderia fazer com que ainda não seja o recomendado inserir a substância em nosso corpo, tal como prevê uma das possibilidades de futuro.

Via Gizmodo, UCR Today

Samsung larga na frente na fabricação comercial do grafeno

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A Samsung, através da sua divisão Advanced Institute of Technology (SAIT), e em colaboração com a Sungkyunkwan University, conseguiram desenvolver pela primeira vez um sistema para obter uma síntese do grafeno que seja comercialmente viável.

A fabricação deste material, que possui propriedades de peso, flexibilidade, resistência e conectividade nunca antes vistas no mundo da eletrônica, ainda não pode ser testado em uma utilização prática, já que o grande desafio era que, em uma hipotética fabricação em grande escala, o material perderia parte de suas qualidades. Além disso, a sua produção tinha custos elevados demais para iniciar a sua comercialização.

A conquista da Samsung está em sintetizar os cristais de forma individual, mas em larga escala. No papel, o material não perde suas propriedades, e torna a sua produção comercial algo viável, e isso interessa e muito aos coreanos, por dois motivos: 1) essa iniciativa é um investimento de futuro, uma vez que eles podem fornecer o grafeno para outros fabricantes; 2) a Samsung pode se antecipar aos seus principais concorrentes no segmento de wearables, onde (na teoria) seriam os dispositivos que mais se beneficiariam do novo material.

Via Samsung

O grafeno conduz a eletricidade ainda melhor do que se imaginava

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É o material do futuro. São muitos os avanços que são realizados adotando o grafeno como base. Ainda não encontraram uma aplicação prática massiva para ele, mas isso não impede que suas propriedades no mundo da tecnologia sejam demonstradas. A última dessas características em destaque está na sua condutividade elétrica. Segundo um estudo dos físicos da Georgia Institute of Technology, o grafeno é 10 vezes superior do que se supunha ser na hora de conduzir a eletricidade.

O processo de fabricação das tiras de grafeno foi modificada, se baseando em um processo que foi descrito pela primeira vez em 2010. O resultado faz com que esse movimento sem obstáculos fará com que os circuitos transmitam os sinais muito mais rápido e sem os problemas de superaquecimento que normalmente acontecem nos chips fabricados com semicondutores.

Vários especialistas apoiam tal descoberta, entre eles Francisco Guinea, um físico teórico que afirmava que “a equipe de desenvolvimento melhorou os resultados tanto no substrato tanto na capa de grafeno sobre ele nos últimos dez anos, e agora, estamos colhendo os frutos desse trabalho”.

Via Nature