Arquivo para a tag: google play store

Aplicativos do Android chegam ao Chrome OS

by

Chrome-OS-apps-android

A Google avisou em 2014 que a loja de aplicativos do Android chegaria ao Chrome OS. A promessa demorou dois anos para ser cumprida, o que mostra como foi complicado o processo de implementação e integração dos dois mundos.

 

Ainda em fase alpha

O ASUS Chromebook Flip foi o primeiro equipamento com Chrome OS a receber a Google Play Store e, mesmo assim, apenas para os corajosos que fizeram o download da versão alpha do Chrome OS 53. Essa build também oferece acesso à loja de aplicativos Android aos equipamentos Chromebook Pixel e Acer Chromebook R11, mas parece que nesses modelos o ícone da loja ainda não aparece.

As primeiras impressões de quem conseguiu testar os aplicativos nos seus Chromebooks são positivas em geral, mas ainda indicam a presença de pequenos erros. Nada especialmente grave, o que é algo importante por se tratar de uma versão preview, que ainda não está finalizada.

Como bem sabemos, a chegada do ecossistema de aplicativos do Android ao Chrome OS aumenta e muito o potencial da plataforma, oferecendo o acesso a uma grande quantidade de softwares, indo de ferramentas de produtividade até jogos, tornando os Chromebooks muito mais atraentes.

Uma manobra muito inteligente por parte da Google. Fato.

Via Google+

O que é o Play Store e para que serve?

by

Google-Play-Store

Lançado em 6 de março de 2012, o Google Play Store é a loja oficial de apps para smartphones e tablets com sistema operacional Android. Através da loja, os usuários podem fazer o download e instalar mais de 1,9 milhão de apps, sendo a maioria deles gratuitos e a outra quantidade, pagos. Além dos apps, o Google Play Store também serve como uma loja de mídia digital, oferecendo músicas, revistas, livros, filmes e programas de televisão.

 

Play Store Loja oficial para dispositivos Android

Por via de regra, praticamente todos os aparelhos com o sistema Android já vem com o Google Play Store instalado. Isso porque a loja oficial de apps do Google é o ponto de partida para você começar a otimizar o seu aparelho com diversos aplicativos e jogos disponíveis. Por exemplo, se você ainda não possui o Facebook, Instagram ou Whatsapp instalados, pode fazer isso baixando o arquivo diretamente do seu Play Store.

Em seu Smartphone ao clicar no ícone do Play Store (exemplo ao lado), o que se vê de início é um catálogo de produtos distribuídos em alguns destaques recentes e categorias diversas de apps e jogos. Nas categorias de apps, é possível procurar exemplos de programas desenvolvidos relacionados a temas diversos como esportes, fotografia, ferramentas, produtividade, redes sociais e assim por diante. Os jogos também são divididos de acordo com a categorias: quebra-cabeça, arcade, cartas, estratégia, luta, corridas… as opções parecem infinitas!

new-google-play-store-04

No entanto, se você não possui um aparelho otimizado com diversas funções e, por exemplo, não possui sensor de movimento no seu dispositivo, é possível que alguns apps não apareçam na sua lista de busca. Isso porque o Play Store filtra a lista de aplicativos de acordo com aqueles compatíveis com o dispositivo do usuário. Além disso, os usuários podem enfrentar mais restrições à busca por apps. Se um desenvolvedor, por exemplo, decidir que não quer deixar o jogo ou aplicativo disponível para download em determinado país, nenhum usuário daquele local poderá baixar o app, que nem aparecerá na lista de busca.

Em novembro de 2014, desenvolvedores de 61 países já estavam aptos a distribuir apps pagos na plataforma. Para fazer isso, cada desenvolvedor deve pagar a quantia de 25 dólares, que é classificada como taxa de registro. Esse valor é cobrado pela loja como justificativa de aumentar a qualidade dos produtos distribuídos no Google Play Store. Veja bem: uma vez que você deve pagar para se inscrever, a tendência é que esteja distribuindo algo que realmente acredite ser um bom produto.

O Google Play permite que os desenvolvedores liberem as primeiras versões de aplicativos a um grupo selecionado de usuários, como versões alfa e beta de testes. Isso ajuda o desenvolvedor a corrigir eventuais problemas e defeitos antes do app ser amplamente divulgado. A loja também permite aos desenvolvedores lançar updates em etapas, primeiro para um subconjunto de usuários e então progressivamente para grandes porções da base de dados.

Assim que fazem o registro e lançam seus produtos, os desenvolvedores podem controlar, como já dito, quais países terão acesso, bem como o preço do aplicativo em cada um desses lugares. Assim que concretizada uma venda, os desenvolvedores recebem 70% do preço final, enquanto os 30% restantes ficam com o Google Play e ajudam a pagar as taxas de operação.

Ou seja, com o Google Play Store todo mundo sai ganhando: desde o desenvolvedor que tem a oportunidade de vender seu produto com milhões de pessoas mundo afora, até o usuário que pode escolher entre os mais de 1,6 milhão de apps.

Se você curtiu a idea e ainda não tem a loja instalada em seu dispositivo não se preocupe, confira no baixarstore.com.br os melhores tutoriais para baixar Play Store para celular e tablets Android. Vale à pena perder um bom tempo na loja oficial de apps do Google para deixar o seu Android ainda mais turbinado!

Google Play Store agora no Chrome OS: fusão com Android a caminho?

by

PlayStore_ChromeOS

A integração da Play Store com o Chrome OS pode acontecer em breve, adicionando milhões de aplicativos do Android no sistema operacional em nuvem da Google. Isso ainda não está confirmado oficialmente, mas a característica “habilitar aplicativos para executar no Chromebook” foi encontrada no código fonte do sistema e nos notebooks em nuvem por um editor do Reddit e outros usuários.

As linhas entre os sistemas Chrome OS e Android são cada vez mais difusas. A Google posiciona o primeiro no computador pessoal, enquanto que o segundo é pensado nos smartphones, tablets, smart TVs, wearables ou carros inteligentes. Não são poucos que entendem que a integração dos dois sistemas é uma questão de tempo, e no passado, a própria Google deu pistas sobre isso. Uma delas foi a nomeação do vice-presidente de engenharia do Android, Hiroshi Lockheimer, como responsável pelo desenvolvimento do Chrome OS.

Outro indício desse movimento foi o anúncio de uma iniciativa que simplifica o processo de conversão dos apps Android para funcionarem no Chrome OS, no projeto App Runtime for Chrome. De acordo com a empresa, a migração é bem simples, e os aplicativos trabalham perfeitamente em uma janela do Chrome OS.

PlayStore_ChromeOS-02

A Google tem um ás na manga para o Chrome OS ao adicionar a capacidade de rodar aplicativos e jogos Android nos equipamentos com o seu sistema operacional na nuvem. Tudo indica que desenvolver, manter e publicar dois sistemas operacionais distintos não vai durar muito tempo. A fusão dos software simplifica o trabalho dos desenvolvedores e da própria Google, simplificando também a sua estratégia de marketing e aproveitando a popularidade do sistema para dispositivos móveis para aumentar a sua cota nos desktops e computadores portáteis.

A tendência até a unificação parece irreversível. Vimos isso com o Windows 10, com o Ubuntu e também com uma maior integração do OS X e iOS. O objetivo final é o mesmo para todos: obter a capacidade de rodar o mesmo aplicativo em qualquer dispositivo, computador pessoal, smartphone, tablet ou wearable.

Vamos esperar por um pronunciamento da Google sobre o assunto.

Via Ars Tecnhica, Reddit

Apple tem mais aplicativos prontos para desembarcar na Google Play

by

tim-cook-apple-store-numbers

Já é sabido que a Apple tinha planos futuros de levar alguns dos seus aplicativos para a loja da Google, e aproveitou a chegada da Apple Music para dar o primeiro passo. Durante a apresentação do serviço de streaming de música e vídeo, eles disseram que o Android contaria com a sua versão, e isso de fato aconteceu rapidamente.

Agora, Tim Cook antecipa que a Apple Music não será a última alternativa, e com tom de mistério no ar, revelou que mais aplicativos da Apple vão desembarcar na Google Play. A Apple Music foi um teste para avaliar a repercussão dos seus aplicativos no principal rival.

Os rumores indicam que o próximo aplicativo a desembarcar na Google Play Store será o iCloud e os seus serviços. Não apenas a biblioteca de fotos, mas também calendários, notas, e-mail e lembretes. Toda a suíte básica da Apple no iOS pode desembarcar na loja do Android em breve.

Resta saber como será a sua adesão no Android, já que a Google tem um pacote de apps quase idêntico. O mesmo ocorre no sentido oposto com os apps da Google na App Store do iOS. Não devemos nos esquecer que os usuários que mudaram de sistema podem se sentir mais cômodos utilizando os mesmos aplicativos.

ios-apps-na-google

O Apple Pay parece ser pouco improvável de ter uma versão para o Android, por conta da sua complexidade de funcionamento. Por outro lado, Google Pay, Samsung Pay e LG Pay também parecem não ser aptos a estar presentes no iOS a médio prazo.

O movimento da Apple não é uma novidade no mercado. A Google já coloca aplicativos no iOS há muito tempo, e a Microsoft, em seu processo de globalização de serviços, tem apps nas duas lojas, inclusive atraindo desenvolvedores do iOS para a sua Microsoft Store.

Ou seja, não é só o hardware que gera lucros, e a utilização de serviços próprios com as assinaturas que alguns deles trazem na mochila também podem entregar um bom dinheiro. Isso explica porque todos os gigantes de tecnologia estão desenvolvendo aplicativos onipresentes nos sistemas operacionais móveis, para desktops e na própria web. É o conceito “seja onde for, é hora de utilizar aplicativos”. E isso sempre é um benefício para o usuário.

Via 9to5Mac

Google Play Store vai etiquetar aplicativos com anúncios

by

Google-Play-Store

A Google introduziu uma medida (por enquanto voluntária) que permite aos seus desenvolvedores solicitarem a inclusão de uma etiqueta em seus aplicativos, indicando que o mesmo possui publicidade interna ou nativa.

A medida ainda é opcional, mas a partir do dia 11 de janeiro de 2016, ela será obrigatória em toda a Google Play Store, deixando aos desenvolvedores apenas duas opções: aceitar as etiquetas nos aplicativos que mostram publicidade, ou retirar a publicidade dos apps.

Uma vez que a segunda opção pode gerar evidentes prejuízos aos desenvolvedores, imaginamos que a primeira opção será adotada de forma frequente.

ad-supported_family_app1

O identificador de aplicativos com publicidade proposto pela Google é bem simples e pouco chamativo, o que não deve causar muitos problemas. Todas as informações sobre a nova medida estão disponíveis no site da Google.

Via Neowin

Aplicativo da Google Play Store foi reformulado

by

new-google-play-store-04

A Google redesenhou o seu aplicativo da Google Play para o sistema Android.

Não temos aqui uma reformulação profunda do aplicativo, mas sim pequenos retoques com o objetivo de dar um ar mais renovado ao app. Agora, a Google Play Store para Android conta com duas seções principais: Aplicativos e Jogos e Entretenimento, reduzindo assim as atuais seis categorias (Aplicativos, Jogos, Filmes e Televisão, Música, Livros e Kiosko). Também foi dado suporte para os idiomas cuja leitura é feita da direita para a esquerda.

Não foi informado quando os usuários vão receber a versão redesenhada da Google Play. Porém, tudo indica que pode acontecer em breve, de acordo com um post de um funcionário do Google na Google+, fonte de vazamento dessas informações.

new-google-play-store-03 new-google-play-store-02 new-google-play-store-05 new-google-play-store-01

Via The Verge

Google Play vs Apple App Store: uma guerra com muitas batalhas

by

google-play-vs-apple-store

No duelo de titãs das lojas de aplicativos, tanto Google como Apple são vencedores, de acordo com seu ponto de vista. Enquanto a Apple mantém a liderança nos ganhos vindos da App Store, o Google e a Google Play lideram em números de downloads globais, de acordo com o estudo do Annie App que mostra os dados do segundo trimestre de 2015.

Durante esse período, os downloads da Google Play foram 85% superiores aos da App Store. No estudo, os mercados emergente são os principais responsáveis pelo aumento. Porém, a loja de apps da Apple ainda é líder na China, superando a loja do Google nos lucros.

 

A efervescência do Android nos mercados emergentes

Nos últimos meses, o mercado mobile asiático recebeu novos fabricantes em alguns dos seus países, como é o caso da Índia. Estas novas marcas buscam oferecer um produto acessível e duradouro, e não é em vão: a adoção de dispositivos nesses países cresceram no último ano, em países como Índia (55%), Indonésia (40%) e Filipinas (39%). Não apenas na ásia, como também na África, com um crescimento notável no Egito (50%) ou Nigéria (58%).

650_1200

Segundo o estudo, este é um indicador positivo para o Google, já que grande parte desse crescimento de adoção de dispositivos são de smartphones Android acessíveis, representando um futuro a médio prazo promissor. Porém, no restante do planeta, há também bons números para a Apple nas vendas de apps, alcançando 70% a mais que os da Google Play para o segundo trimestre de 2015, seguindo a tendência do primeiro trimestre.

 

Os números na China

No final de abril, a Annie comentou o crescimento deste país em relação ao número de downloads do iOS e sua repercussão em todo o planeta, principalmente na relação à posição que ocupa no ranking em relação aos Estados Unidos. Durante o primeiro trimestre desse ano, o país asiático chegou a ocupar o segundo lugar global em downloads no iOS, com a maior porcentagem de vendas trimestrais do ano.

Por trás desse aumento está o sucesso dos últimos smartphones da Apple, com o iPhone 6 Plus muito popular por lá por conta da tela maior e maior autonomia de bateria. E a Apple se encarregou de fortalecer o seu império na China, aumentando o número de lojas e com planos de lançar mais 40 pontos de venda até o meio de 2016.

De acordo com os estudos, os ingressos vindos dos downloads no iOS na China aumentaram 90% no primeiro trimestre de 2015 se comparado com o mesmo período de 2014, contra 30% dos EUA e 50% no Japão. Um crescimento muito maior que mercados onde a Apple já está consolidada.

Sobre os downloads de apps, as categorias mais procuradas são (pela ordem): jogos, entretenimento, foto e vídeo e estilo de vida. Os ingressos correspondentes à fração de entretenimento apresentou um crescimento de 385% em relação ao primeiro trimestre de 2014, muito em parte por conta da evolução das estratégias de serviços de vídeo em streaming locais, como Baidu e Sohu.

 

Questão de entretenimento

O entretenimento visual é o que mais buscamos nos smartphones, ou pelo menso é isso o que os números mostram. Taiwan fica na frente da Alemanha nos ingressos via download na Google Play, por conta principalmente aos downloads de jogos do tipo ROL, tanto individuais como multiplayer (RPGs e MMORPGs).

Além disso, a influência dos serviços de vídeo por streaming se faz novamente presente no restante do mundo, com um aumento de usuários promovido pelo lançamentos de serviços para uma ou ambas as plataformas (HBO Now, Hulu, etc). Além disso, vale a pena adicionar outros conteúdos que favoreçam os downloads, como serviços de TV e a retransmissão ao vivo de competições esportivas.

Via The Next Web

Google vai devolver US$ 19 milhões em compras não desejadas

by

google-play-logo

Não faz muito tempo que a Comissão Federal do Comércio (FTC) citou a Google com o objetivo de solucionar os US$ 19 milhões acumulados em compras não desejadas na Play Store. A gigante de Mountain View tomou as medidas necessárias para isso não se repetir… menos a mais esperada de todas: devolver o dinheiro aos usuários.

O Phandroid informa que e-mails são enviados para os usuários mais prejudicados pelas compras indesejadas, onde o Google informa as suas novas medidas para prevenir as compras não autorizadas, e avisando que em alguns casos será realizado um reembolso, obedecendo o acordo fechado com a FTC.

Aqueles que se sentirem prejudicados terão até o dia 2 de fevereiro de 2015 para solicitar o reembolso, mas será o Google que vai decidir se o pedido é ou não procedente.

Via Phandroid