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Android 6.0 Marshmallow começa a chegar ao Galaxy S5

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Não faz muito tempo que os usuários do Galaxy S6 receberam (finalmente) a atualização para o Android 6.0 Marshmallow, que como vocês bem sabem traz novidades importantes, melhorando consideravelmente a experiência de uso do dispositivos. Agora, é a vez dos proprietários do Galaxy S5 receberem tais benefícios.

Por enquanto, a atualização do Android 6.0 Marshmallow começou a desembarcar nas unidades do Samsung Galaxy S5 na Coreia do Sul. Esse é um passo prévio para a sua extensão para outros países, de modo que os usuários do resto do planeta terão que ter um pouco de paciência e esperar pelo update. Mas a boa notícia é que a atualização é real, e que o modelo não será esquecido.

Como bem sabemos, as melhorias introduzidas nessa nova versão do sistema operacional móvel da Google vão além de mudanças estéticas, correções de erros e melhorias de desempenho, já que também inclui novas funções importantes. O novo gerenciador de permissões de aplicativos, o modo de economia de energia (Doze) e o novo gestor de RAM são alguns exemplos.

Aos poucos os fabricantes estão atualizando os seus dispositivos mais completos, apesar de haver uma demora demasiada nesse processo. O Android 6.0 Marshmallow está disponível desde o final do ano passado, e depois de quase seis meses o Galaxy S5 recebe esse update. O Galaxy S6, até recentemente o modelo mais completo da Samsung, levou mais de três meses para ser atualizado.

Pior é a Motorola, que deixou o Moto Maxx para trás.

Não há uma data para que a atualização do Android M desembarque nas unidades do Galaxy S5 comercializadas no Brasil, mas é possível imaginar que o update seja enviado entre final de abril e começo de maio. Mas é só um chute.

Via GSMArena

Do Galaxy S até o Galaxy S6: como evoluiu a linha premium da Samsung (até agora)

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A Samsung mudou o rumo de sua história no mercado mobile em 2010, com o lançamento do Galaxy S. Essa linha de smartphones top de linha rapidamente se transformou no principal rival do iPhone (na época, iPhone 4), se manteve até agora como uma das linhas mais populares e desejadas do mercado.

Hoje, quando falamos da série Galaxy S, fazemos alusão aos smartphones Android mais potentes de cada ano, uma realidade que alcançou o seu ápice no ano passado, com o lançamento dos modelos Galaxy S6 e Galaxy S6 Edge, muito graças ao bom trabalho com o processador Exynos 7420.

Mas nem tudo é hardware. A linha também teve um salto claro de qualidade de acabamento com a chegada do uso de cristal e metal, abrindo em definitivo uma nova fase, que hoje continua com os novos Galaxy S7 e Galaxy S7 Edge.

A evolução marcada pelo Galaxy S6 foi muito marcante em todos os sentidos, mas… E os modelos anteriores?

Esse post faz uma revisão de toda a história da série Galaxy S, e veremos como o seu design e especificações mudaram ao longo do tempo.

 

Galaxy S

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Apesar das diversas variantes, mas vamos falar do modelo principal, e I9000, que oferecia uma experiência de uso muito boa.

Seu acabamento em policarbonato resultava em um design muito elegante, com uma aparência metálica nas bordas, e a tela de 4 polegadas o deixava muito cômodo e fácil de manejar com uma mão. Era um modelo muito potente no seu desempenho, permitindo a reprodução de jogos em 3D sem problemas. Porém, tinha carências importantes, como a ausência do flash traseiro, e só recebia atualizações por via oficial.

Especificações: 

– tela Super AMOLED de 4 polegadas (800 x 480 pixels)
– processador Hummingbird com CPU mononúcleo Cortex-A8 a 1 GHz e GPU PowerVR SGX 540
– 512 MB de RAM
– 8 GB ou 16 GB de armazenamento (expansível)
– Câmeras de 5 MP e VGA
– Bateria removível de 1.500 mAh
– Atualizável para o Android 2.3

 

Galaxy S2

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Para muitos, esse foi o melhor modelo da série Galaxy S da história, apesar de não haver uma unanimidade nesse sentido (muitos acreditam que é o Galaxy S3 ou o Galaxy S4). Questão de gosto. Mas não resta dúvidas que esse modelo foi um dos mais atraentes, e com maior personalidade que a Samsung já lançou.

O modelo na cor preta era perfeito. O design não era uma grande evolução em relação ao primeiro modelo, mantendo os elementos essenciais, como o policarbonato e o toque metálico nas bordas. Mas a sua aparência era menos arredondada, com retoques que deixavam o dispositivo muito elegante.

Vale uma menção especial para a parte traseira, com uma câmera com flash e uma protuberância de apoio na parte baixa. No seu desempenho, o salto foi muito grande em relação ao primeiro Galaxy S, sendo um modelo muito potente, e que ainda é viável nas suas funcionalidades, com a ajuda de ROMs personalizadas.

Especificações:

– tela Super AMOLED de 4.3 polegadas (800 x 480 pixels)
– processador Exynos 4210 com processador dual-core Cortex-A9 de 1.2 GHz e GPU Mali 400MP4
– 1 GB de RAM
– 16 GB ou 32 GB de armazenamento (expansível)
– Câmeras de 8 MP (com flash) e 2 MP
– Bateria removível de 1.650 mAh
– Atualizável para o Android 4.1

 

Galaxy S3

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Foi um grande salto no nível técnico, comparável com o que marcou o Galaxy S2 em relação ao primeiro modelo, mas em termos de design foi considerado um passo atrás (para muitos). Não falo isso como crítica, mas pelo fato que como se pode apreciar, recuperou o design base do Galaxy S, apostando por um acabamento mais arredondado.

A Samsung manteve o acabamento em policarbonato e o clássico toque metálico, mas aumentou o tamanho a ponto de deixá-lo um pouco incômodo de manejar com apenas uma mão. Também vale mencionar que nesse modelo se ampliou consideravelmente a oferta de cores, que antes era limitado nas cores preto e branco, rompendo a tendência bicolor.

No seu desempenho, era um excelente dispositivo, que ainda hoje oferece performance melhor do que os modelos de linha média-baixa.

Especificações:

– tela Super AMOLED de 4.8 polegadas (1280 x 720 pixels)
– processador Exynos 4412 com CPU quad-core Cortex-A9 a 1.4 GHz e GPU Mali 400MP4
– 1 GB de RAM
– 16 GB, 32 GB ou 64 GB de armazenamento (expansível)
– câmeras de 8 MP (com flash) e 1.9 MP
– bateria (removível) de 2.100 mAh
– Atualizável para o Android 4.3

 

Galaxy S4

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Uma ligeira evolução em relação ao Galaxy S3 em termos de design, onde a Samsung se limitou a polir pequenos detalhes do modelo anterior, mantendo a base do mesmo e os materiais, inclusive o policarbonato.

O modelo recebeu algumas críticas por ser excessivamente conservador no design, ainda que no geral foram leves, principalmente por conta das importantes diferenças de hardware em relação ao Galaxy S3. Sua tela de 1080p (Full HD) e o uso de 2 GB de RAM abriram as portas para uma nova experiência de uso, sendo muito superior em relação ao seu antecessor.

Apesar de ter ficado sem suporte, o Galaxy S4 é muito potente, com uma longa vida útil para muitos usuários menos exigentes.

Especificações:

– tela Super AMOLED de 5 polegadas (1920 x 1080 pixels)
– processador Snapdragon 600 com CPU quad-core Krait 300 a 1.9 GHz e GPU Adreno 320 ou processador Exynos 5410 com processador octa-core em dois módulos e GPU PowerVR SGX544MP3 (de acordo com a versão)
– 2 GB de RAM
– 16 GB, 32 GB ou 64 GB de armazenamento (expansível)
– câmeras de 13 MP e 8 MP
– conectividades WiFi ac e 4G LTE
– bateria removível de 2.600 mAh
– Atualizável para o Android 5.0

 

Galaxy S5

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Um modelo muito criticado pela sua falta de inovação no design, a manutenção do policarbonato como material de fabricação e as poucas novidades em relação ao modelo anterior.

De certo modo, o Galaxy S5 marca uma pequena volta a alguns dos elementos de design do Galaxy S2, e tem toques próprios que buscam aportar um pequeno avanço diante dos modelos anteriores, como a tampa traseira com acabamento perfurado, que infelizmente não ocultava a realidade de plástico.

A inclusão do leitor de digitais, a resistência à água e poeira, o sensor de ritmo cardíaco e as melhorias de hardware não foram suficientes para motivar aos usuários a trocar o Galaxy S4 por outro. Sua recepção foi bem abaixo do esperado.

Porém, este é um terminal atual com um grande desempenho, e tem uma longa vida útil adiante.

Especificações: 

– tela Super AMOLED de 5.1 polegadas (1920 x 1080 pixels)
– processador Snapdragon 801 com CPU quad-core Krait 400 a 2.5 GHz e GPU Adreno 330. Houve uma versão com processador Exynos 5422 com CPU octa-core e GPU Mali T628 MP6
– 2 GB de RAM
– 16 GB ou 32 GB de armazenamento (expansível)
– câmeras de 16 MP e 2 MP
– WiFi ac e 4G LTE
– bateria removível de 2.800 mAh
– Atualizável para o Android 6.0 Marshmallow

 

Galaxy S6

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Um salto importante em todos os sentidos, mostrando que a Samsung escutou as reações negativas ao Galaxy S5.

Com esse novo smartphone, foi dado um salto para um acabamento totalmente premium, graças ao uso do cristal e metal, além de mudanças de design que resultaram no Galaxy S mais bonito até agora. No desempenho, uma evolução importante em todas as frentes, e as melhoras de qualidade de tela e câmera foram enormes, além de ser o primeiro dispositivo a saltar para os 64 bits.

Por outro lado, ficou de fora o slot para microSD e a resistência à água e poeira, além da bateria removível. Tudo isso foi corrigido no Galaxy S7, que é uma evolução direta do Galaxy S6.

Especificações: 

– tela Super AMOLED de 5.1 polegadas (2560 x 1440 pixels)
– processador Exynos 7420 com CPU de 64 bits octa-core em dois módulos, com GPU Mali T760MP8
– 3 GB de RAM (LPDDR4)
– 32 GB, 64 GB ou 128 GB de armazenamento (não ampliável)
– câmeras de 16 MP e 5 MP
– WiFI ac e 4G LTE
– Bateria não removível de 2.550 mAh
– Atualizável para o Android 6.0 Marshmallow

Smartphones da HTC e Samsung armazenam dados biométricos sem codificá-los

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Investigadores da FireEye encontraram uma forma de roubar os dados relacionados aos leitores de digitais dos smartphones HTC One Max e Samsung Galaxy S5.

O registro da impressão digital, utilizada para a autenticação biométrica, se armazena em um arquivo chamado dbgraw.bmp, que não é codificado pelo dispositivo. Isso coloca em sério risco o usuário que utiliza essa autenticação nesses dispositivos, já que por não estarem cifrados e ser acessível, pode ser eliminado, editado ou utilizado com fins maliciosos.

Ao que parece, tanto a Samsung como a HTC confiaram no mesmo provedor para o seu sistema de reconhecimento de digitais para os smartphones mencionados, de modo que o erro é o mesmo nos dois. E não é só isso. O sistema de reconhecimento de digitais atualiza a imagem no mapa de bits a cada operação de autorização, permitindo que os hackers coletem cada nova imagem da digital introduzida pela vítima.

A Samsung decidiu mudar o sensor de digitais para o Galaxy S6, incorporando um maior nível de segurança. Não sabemos o que a HTC fez para resolver o problema. Afinal de contas, eles não estão mais no Brasil.

Via BetaNews, BlackHat

Samsung Galaxy S6 terá um sensor de digitais maior e mais efetivo

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O site SamMobile recebeu informações de fontes próximas ao assunto, que revelam que a Samsung está trabalhando para solucionar o problema de implementação do sensor de digitais, que foi sinônimo de dores de cabeça para alguns usuários do Galaxy S5.

A ideia é que o Galaxy S6 (ou seja lá o nome que ele vai receber) vai incluir um sensor de digitais do tipo touch, no lugar do leitor digital presente no Galaxy S5. A solução seria similar ao que encontramos no iPhone 6 ou no Huawei Ascend Mate 7, o que modificaria um pouco design do botão.

Além disso, também é estudada a possibilidade de aumentar o tamanho desse botão, para facilitar o processo de leitura, assim como sua utilização.

Resta saber se essas mudanças obrigarão a Samsung a aumentar a parte inferior do smartphone, já que até agora o design atual permitia um ajuste de margens e não alargar muito o dispositivo.

Via SamMobile

Samsung Galaxy S5 está vendendo 40% a menos que o esperado

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O Wall Street Journal informa que a Samsung não está muito contente com as vendas do Galaxy S5. As 12 milhões de unidades vendidas nos primeiros três meses de mercado parecem boas, mas são 4 milhões a menos que o modelo anterior, e 40% a menos que o esperado pela própria Samsung.

A maior queda nas vendas foi registrada na China (-50%). Em compensação, os Estados Unidos se apresentam como o mercado mais promissor da Samsung, onde a família Galaxy vendeu muito mais do que nas temporadas anteriores. De qualquer forma, nesse exato momento, os sul-coreanos contam com mais unidades do Galaxy S5 estocadas em seus armazéns do que aquelas que eles pensavam em vender a essa altura do campeonato.

Todos esses detalhes que vão surgindo casam com a ideia de renovação da família de produtos, com um número menor de telefones e novas ideias. Especialmente nos modelos de entrada, onde os chineses estão fazendo estragos consideráveis.

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Avaliação de Produto | Samsung Galaxy S5

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A partir de hoje, 26 de março, o Galaxy S5, o novo modelo de smartphone top de linha da Samsung, é oficialmente lançado em mais de 150 mercados ao redor do planeta, inclusive no Brasil. O modelo tem como principal missão fazer a manutenção da hegemonia da empresa no mercado de smartphones Android, sendo o carro chefe dos demais lançamentos que veremos ao longo de 2014.

Apresentado oficialmente durante a Mobile World Congress 2014 de Barcelona em fevereiro, o Galaxy S5 apresenta sim melhorias e novidades nas suas funcionalidades, algo que é uma regra entre os modelos mais completos da Samsung. Porém, muitos afirmam que a empresa “pisou o pé no freio” no volume de novidades, que seriam menos interessantes do que na realidade parecem ser.

Será? Essa análise pode ajudar a eliminar essas e outras dúvidas.

Sobre o Produto

O Galaxy S5 é o novo modelo top de linha da Samsung. Oferece o que há de melhor entre os smartphones da empresa, além de ser o catalizador de inovações dos coreanos. Todos os anos, a Samsung mostra a sua arma para desafiar os demais fabricantes, e principalmente, bater de frente com o iPhone da Apple. Nos últimos anos, a empresa até obtém êxito no seu objetivo de provar que não é uma mera copiadora das soluções da gigante de Cupertino, se esforçando para apresentar suas próprias soluções de usabilidade, ou até mesmo melhorar algumas características semelhantes dos adversários.

O novo smartphone top de linha da Samsung apresenta uma quantidade menor de novidades e inovações do que aquelas vistas no Galaxy S4 (que precisou de um show da Broadway para mostrar tudo… lembra?). Aliás, o anúncio em si do Galaxy S5 foi algo um tanto quanto tímido e contido. É até compreensível: a Samsung decidiu apostar na ideia do “estamos dando continuidade a algo que vocês (teoricamente) gostaram, com algumas novidades” do que mostrar um “estamos adicionando coisas incríveis no novo produto”. Até porque as novidades do Galaxy S5 são interessantes sim. Mas não incríveis.

Principais Características

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Mais uma vez, a Samsung não realizou grandes mudanças estéticas no Galaxy S4. E mais uma vez, a Samsung insistiu em oferecer um smartphone de plástico em um modelo top de linha, algo que é um dos principais pontos de crítica daqueles que não apoiam a marca, e motivo de frustração para os fãs da Samsung. Para muitos, ainda é incompreensível que um modelo top de linha como o Galaxy S5, com preço de top de linha, ainda persista na tática de utilizar uma carcaça de plástico. Enfim…

Nas linhas de design do produto, também não temos grandes mudanças em relação ao Galaxy S4. É claro que é possível perceber que os dois são diferentes de perto, mas nada que seja muito relevante. Uma das mudanças mais evidentes na sua estética está na tampa traseira do dispositivo (removível), que conta com um acabamento com relevo, que muitos (de forma bem humorada) afirmam que foi inspirada em um band-aid.

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Outra diferença importante no exterior do Galaxy S5 está no seu sensor de pulsações, posicionado na região do flash. Ele é responsável pelas novas funções de quantificação de biometria, que estão presentes no software da Samsung. Essa sim pode ser considerada uma mudança relevante em relação ao Galaxy S4, mas não considero uma novidade que fará muitos usuários migrarem do modelo lançado no ano passado para esse modelo. É claro que tem uma vantagem: em tese, você não precisa comprar uma pulseira de medição biométrica para monitorar a sua saúde. Até porque você vai pagar caro nesse smartphone, logo, pra quê ter um gadget a mais, não é mesmo?

Por falar em sensor, o Galaxy S5 também oferece um novo sensor biométrico, na parte frontal do dispositivo, integrado na botão físico Home. E antes que digam “a Samsung está copiando a Apple, e…”, sensores biométricos existem antes do iPhone 5s (Motorola que o diga…), e a proposta da Samsung vai um passo além.

Enquanto a Apple limitou o uso do seu sensor apenas para os recursos do iPhone – controlados pela Apple -, principalmente para bloqueio e desbloqueio do smartphone, a Samsung quer que outros dispositivos utilizem esse sensor, e logo de cara, o Galaxy S5 já é compatível com o sistema de pagamento da PayPal, o que pode ser interessante para quem se preocupa com a segurança nas suas transações online.

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Sua câmera traseira também foi atualizada, contando com um novo sensor de 16 megapixels, que passa a contar com maior velocidade para suas atividades, com destaque para um sistema de foco automático com resposta de apenas 0.3 segundos. Um novo software para a câmera está disponível, com novos sistemas de captação de imagens, como o Selective Focus, que reforça o foco de uma foto depois que a mesma foi capturada, além de melhorias no modo HDR e a sua capacidade de gravar vídeos em 4K.

Fora isso, as suas especificações não sofreram grandes mudanças, principalmente no seu processador (quad-core, de 2.5 GHz – haverá um modelo com o chip Exynos octa-core de 2.1 GHz). Sua bateria é de 2.800 mAh, e a Samsung promete e o Galaxy S5 contará com uma maior autonomia de bateria, por conta dos novos recursos inteligentes de gerenciamento de energia do dispositivo (quando a bateria alcançar os 10% de autonomia, os dispositivos de rede e outros recursos considerados dispensáveis pela Samsung são desativados, e sua tela fica em modo preto e branco em algumas telas, para aumentar a autonomia de uso em até 24 horas).

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Prós

– Um hardware top de linha: apesar de não contar com grandes atualizações nesse aspecto, o Galaxy S5 ainda oferece uma das melhores combinações de hardware do mercado, sendo tecnicamente superior à maioria dos seus principais concorrentes no segmento.
– Novos recursos: o Galaxy S5 segue a tradição de oferecer novas soluções para reforçar a experiência de uso da Samsung. Um leitor biométrico (que permite a identificação do usuário para pagamentos via PayPal), o sensor de pulsações (que vai monitorar o usuário e suas atividades), uma câmera nova (com recursos de foto automático, HDR melhorado e gravação de vídeos 4K) e recursos para uma melhor autonomia de bateria são notas de evolução do modelo.
– Uma nova câmera: a Samsung promete que a câmera traseira presente no Galaxy S5 é uma das melhores do mercado. E eu não duvido disso. Apenas pelo fato dessa câmera conseguir focar em 0.3 segundos e até mesmo ajustar o foco da imagem depois da foto registrada (com a ajuda do novo software) já posicionam essa câmera em uma posição de destaque.
– Android KitKat: o Galaxy S5 já conta com a mais recente versão do Android no ato do seu lançamento. E isso é sempre uma vantagem a se considerar.

Contras

– Ausência do Android “puro”: até que se prove o contrário (já que é uma nova versão), a TouchWiz, interface de usuário adotada pela Samsung para os seus smartphones, é o maior ponto de crítica de muitos usuários Android. Pode oferecer uma experiência diferenciada, mas em compensação, cobra do seu hardware o que tem e o que não tem para entregar essa experiência. De novo: como estamos com uma nova versão dessa interface com o Galaxy S5, precisamos esperar os primeiros reviews para descobrir se a Samsung corrigiu isso de uma vez por todas, ou se as primeiras reclamações de usuários confirmam a “tradição negativa” da empresa.
– É um smartphone caro (ainda mais no Brasil): o Galaxy S5 custa R$ 2.599. Virou automaticamente o smartphone mais caro da Samsung no Brasil. Levando em conta que o Galaxy Note 3 já é encontrado em e-commerces brasileiros de credibilidade ou em lojas de operadoras de telefonia móvel com preços iniciais sugeridos entre R$ 2.199 e R$ 2.399, muitos vão se perguntar “por que eu pagaria mais caro, se posso ter praticamente o mesmo smartphone – com uma tela maior – por menos?”. Tá, tem as inovações técnicas que destaquei. Mesmo assim, na sua essência, os modelos são muito similares. E, para muitos, a diferença a mais não se justifica.
– O Samsung Galaxy S4 ainda existe: se você já gastou uma nota no Galaxy S4, muito provavelmente você não vai pensar na compra do Galaxy S5 nesse momento. Se você não tem, e ficou interessado em um dos dois, saiba que a diferença técnica entre ambos não é grande. Os modelos são similares nas principais especificações técnicas, e as diferenças já foram destacadas nesse post. Vai variar de caso a caso, mas dependendo do seu perfil de uso (e do seu bolso), talvez valha mais a pena comprar o Galaxy S4 mesmo.

Relação Custo/Benefício

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Que o Galaxy S5 é um baita smartphone, isso ninguém duvida. É um dos melhores modelos lançados em 2014 até agora, e é objeto de desejo de muitos. Porém, muitos entenderão que a própria Samsung decidiu nesse modelo adotar a “tática Apple” de evolução dos seus produtos. Ou seja, adicionou alguns recursos a mais e um novo software, mas manteve as principais especificações técnicas. E colocou o preço do produto como um top de linha, obviamente. Foi exatamente isso que a Apple fez nos lançamentos do iPhone 4S e do iPhone 5S.

Eis aqui o típico caso de um produto que deve ser visto como um investimento sério, antes de qualquer coisa. Cada um deve medir na sua consciência (e no seu bolso) se realmente vale a pena comprar um smartphone que custa R$ 2.600 (o que você faz com R$ 1?) para que ele não seja uma efetiva ferramenta de uso pleno. Não apenas pela produtividade, mas até mesmo para o entretenimento eventual, ou outras atividades inseridas nos interesses individuais do comprador.

Logo, quem faz valer ou não a relação custo/benefício nesse caso, é você. Particularmente, a maioria não precisa de tanto para usar as funções mais básicas. Mas se você precisa do melhor, essa é uma das escolhas que você deve considerar.

Nota Final: 7.8/10

Desempenho: 9
Design: 7
Funcionalidades: 9
Preço:  6
Relação Custo/Benefício: 8

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