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OFICIAL: Samsung suspende vendas e recall do Galaxy Note 7

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A Samsung acaba de emitir um comunicado solicitando a todos os seus parceiros ao redor do planeta que deixem de vender o smartphone Galaxy Note 7. A decisão se aplica também ao programa de substituição, e a empresa pede aos usuários que DESLIGUEM IMEDIATAMENTE o smartphone, e não o utilizem até que a investigação iniciada pela empresa termine.

Chegamos ao ponto mais complicado dessa crise. Hoje pela manhã (10), tudo levava a crer que a empresa iria suspender a produção ao menos na Coreia do Sul, como um passo prévio à suspensão das vendas do dispositivo, por conta dos problemas de explosões e incêndios por conta da falha de bateria.

 

Os smartphones Galaxy Note 7 devem ser desligados IMEDIATAMENTE

 

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A Samsung informa que após os novos relatos de incêndio em unidades substituídas do Galaxy Note 7, iniciou uma investigação ao lado dos órgãos reguladores,  e por isso tomaram a decisão de retirar do mercado o dispositivo, em prol da segurança dos seus usuários.

A empresa não revela se a produção do Note 7 foi suspensa, ou se só vão se centrar nos dispositivos disponíveis nesse momento nas lojas e com os usuários. Isso deve ser revelado em função dos resultados da investigação.

É preciso fazer ênfase para as palavras da Samsung, que pede encarecidamente aos usuários do Galaxy Note 7 (original ou substituído) que deixem de usar o dispositivo imediatamente, desligando o smartphone e esperando por futuras instruções.

Isso confirma que as unidades substituídas muito provavelmente conservam a falha que provoca o superaquecimento. Ou seja, o problema não está apenas na bateria.

Informaremos ao leitor em caso de novidades.

 

Via Samsung

 

Parece que os modelos substituídos do Galaxy Note 7 também estão explodindo

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Recentemente, comentamos que nem todos os casos de explosão registrados com o Galaxy Note 7 da primeira leva eram verdadeiros. A Samsung está tentando tratar com o tema com o máximo de honestidade possível, assumindo o problema e iniciando o plano de substituição para evitar maiores danos.

O programa segue funcionando, e por conta disso, uma boa parte das unidades com risco de explosão foram recuperadas. Porém, infelizmente, uma nova informação garante que as unidades substituídas também estão explodindo.

Não parece que se trata de algo falso, e podemos dar quase por descartado que estamos diante de um caso oportunista, com o objetivo de prejudicar a Samsung, já que o cliente afetado, um chinês que responde pelo nome Hui Renjie, mostrou provas de sua compra e deu todos os detalhe sobre o incidente.

Como o problema aconteceu com esse Galaxy Note 7 reparado?

 

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De acordo com o cliente, o dispositivo foi adquirido na loja JD.com no dia 25 de setembro (domingo). Ele colocou o smartphone para recarregar sua bateria, e logo depois, o Galaxy Note 7 começou a levantar fumaça. Segundos depois, o dispositivo pegou fogo, ficando do jeito que vemos nas fotos que ilustram esse post.

A Samsung está investigando o caso, mas já não é algo que pode ser visto com bons olhos. Além desse novo caso de explosão, é preciso lembrar que as unidades substituídas estão apresentando problemas de bateria e superaquecimento.

Via CNN Money

Alguns dos casos de explosões do Galaxy Note 7 são falsos

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Ao que tudo indica, dentro de tantos casos de explosões do Samsung Galaxy Note 7 divulgados nas últimas semanas, tivemos várias manipulações e falsidades.

É bom deixar bem claro que, nesse caso, não estamos depondo contra ou a favor da Samsung. Fato é que até agora foram registrados 92 casos de explosões do Galaxy Note 7 nos Estados Unidos, enquanto que em países como Taiwan, Austrália ou China, o número foi muito menor (1, 17 e 2 casos, respectivamente).

De acordo com a Samsung, 26 casos de explosão eram falsos ou manipulados.

 

Um resumo das trapaças de usuários que gostam de aparecer:

– Em 12 dos casos a unidade não registrava defeito algum, e foi modificada para que o Galxaxy Note 7 simplesmente explodisse.
– Em 7 dos casos a suposta vítima desapareceu misteriosamente.
– Em outros 7 casos, os pedidos de reparação na assistência técnica da Samsung foram encerrados.

Também foi constatados casos de usuários que inventaram uma história, utilizando fotos de smartphones danificados disponíveis na internet, e o famoso caso do usuário na China que colocou o smartphone em um microondas.

Com esse post, queremos trazer um pouco de senso comum e mostrar o outro lado da moeda, a que nem todos os veículos que cobrem o setor de tecnologia interessa, já que não possui o sensacionalismo que tanto vende, mas que é imprescindível para qualquer um que pretende se informar com um mínimo de rigor.

Via Fudzilla

Unidades reparadas do Galaxy Note 7 sofrem de problemas de bateria

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Segundo o Wall Street Journal, a segunda leva de unidades do Samsung Galaxy Note 7 está sofrendo de superaquecimento e descarga rápida de bateria.

O Galaxy Note 7 sofreu de problemas de superaquecimento na sua primeira leva que chegou ao mercado, chegado a explodir em algumas situações. O problema estaria resolvido com a substituição da bateria (que seria uma falha de projeto da própria Samsung).

O WSJ informa que alguns casos relatados na Coreia do Sul apontam para temperaturas muito elevadas, com rápida descarga de bateria, inclusive enquanto o aparelho está recarregando.

Espera-se que esse problema não se prorrogue em definitivo. Seria um golpe duro para a Samsung, ainda mais na janela de lançamento do iPhone 7.

A Samsung oficialmente comenta que esses incidentes não estão relacionados com as baterias e seriam casos isolados, por consequência de processos de fabricação em massa atuais.

Ainda esperamos por mais informações sobre o tema.

Via Wall Street JournalNeowin

Como saber se o seu Galaxy Note 7 está reparado?

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Quem comprou um Galaxy Note 7 tem uma bomba nas mãos, literalmente. Ou já mandou o aparelho para uma assistência técnica oficial, e espera a nova unidade reparada e sem os problemas da bateria. Mas… como você pode se assegurar que recebeu um dispositivo que não vai explodir?

A própria Samsung oferece os detalhes para identificar uma unidade reparada. Para isso, basta olhar para o ícone da bateria.

Um modelo reparado conta com o ícone da bateria da tela principal, tela de bloqueio e tela de menu para desligar o dispositivo na cor verde. Simples assim.

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Se você quiser identificar um dispositivo sem remover o mesmo da caixa, um ícone de outra bateria verde também aparece impresso em uma das laterais da embalagem.

Ou seja, é melhor guardar essa dica para revisar o seu Galaxy Note 7 quando receber o mesmo, ou para identificar versões que não passaram pela visita do serviço técnico.

Via GizmodoSamsung Newsroom

Apenas 25% dos donos do Galaxy Note 7 nos EUA solicitaram a troca do produto

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Um dado interessante para a Samsung: apenas 25% de todas as unidades vendidas do Galaxy Note 7 no país foram substituídas.

Substituir um quarto dos dispositivos nos EUA é um bom começo, mas a maioria ainda não pediu a troca, ou seja, o trabalho pela frente é longo. Porém, o ritmo de troca deve acelerar, com mais unidades disponíveis.

Mudanças e alertas para estimular as trocas

Para acelerar o processo, a Samsung vai lançar uma atualização para todas as unidades problemáticas do Galaxy Note 7, que vai exibir a mensagem do topo desse post, pedindo aos usuários que desliguem os dispositivos e abandonem o uso de forma imediata, alertando os riscos de superaquecimento de bateria.

O aviso vai aparecer a cada vez que o smartphone ligar ou quando o carregador for conectado, pois é durante a recarga que os riscos de falha aumentam.

 

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Além disso, a Samsung atualizou todas as unidades seguras, que receberam mudanças ina interface para indicar que não há perigo.

Para identificar mais facilmente as unidades do Galaxy Note 7 que não apresentam problemas com a bateria, o ícone branco da bateria foi substituído por um ícone verde.

A mudança se aplica na barra de status, no menu de desligar e na tela Always On.

Via The Verge

Bloomberg: problemas do Galaxy Note 7 ocorreram pela “pressa” da Samsung em se antecipar ao iPhone 7

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De acordo com a Bloomberg (que falou com fontes próximas ao tema), foi a pressa da Samsung que provocou todos os problemas do Galaxy Note 7.

O veículo informa que a fabricante sul-coreana teria pressionado os provedores, reduzindo os prazos de entrega, mesmo em um dispositivo que contava com novidades importantes, que exigiam um cuidado maior no desenvolvimento.

A pressa da Samsung em se antecipar ao iPhone 7 podem ter provocado os defeitos na cadeia de produção e na avaliação da qualidade das baterias.

 

Uma nova teoria: um design inadequado para estas baterias

Incluir uma bateria muito maior (3.500 mAh, contra 3.000 mAh do modelo do ano passado), apesar de ser fisicamente pequena, provocou os problemas de superaquecimento e explosões que resultaram em uma das maiores crises que a Samsung passou.

O problema parece estar solucionado nas novas unidades, mas o programa de substituição de 2.5 milhões de unidades custarão muito dinheiro para a Samsung, além de danos na imagem da marca.

A Bloomberg aponta um dado curioso: a divisão móvel da Samsung culpou a sua subsidiária, a Samsund SDI, como responsável pelos problemas do Galaxy Note 7, mas os diretores dessa empresa culpam o departamento de design da Samsung Mobile. Para o presidente do órgão norte-americano de consumo, a bateria era ligeiramente maior do que o que o design do produto permitia.

Então… de quem é a culpa, afinal de contas?

Via Bloomberg

Galaxy Note 7 e a inconsciência do usuário: uma pequena reflexão

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É evidente que a Samsung cometeu um erro grave ao lançar o Galaxy Note 7 no mercado com baterias defeituosas. Porém, é preciso reconhecer o esforço dos sul-coreanos em minimizar os danos e resolver o problema, ao assumir abertamente a anormalidade e tomar todas as medidas necessárias para recuperar os modelos afetados.

Infelizmente, os usuários não estão facilitando o trabalho, já que apenas estão participando do programa de devolução e substituição iniciado pela Samsung, e não estão deixando de utilizar os seus dispositivos.

 

Mas gente teimosa tem em tudo quanto é lugar… até entre os usuários do Galaxy Note 7

O risco de sofrer uma explosão que pode ter consequências graves para a integridade física parece não assustar a muitos usuários, que preferem seguir utilizando o seu novo dispositivo antes de passar pelo programa de devolução.

 

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Esse tipo de atitude é inconsciente e inconsequente, liberando automaticamente a Samsung de boa dose da culpa, transferindo a mesma para o consumidor, que demonstra que prefere se expor ao risco de sofrer queimaduras graves antes de entregar o seu Galaxy Note 7 e esperar o problema aparecer, ou até aceita a devolução do dinheiro.

Ou seja, a Samsung faz o possível para resolver o assunto o quanto antes, mas os usuários não estão facilitando as coisas.

Depois não adianta reclamar.

Más información: DvHardware.

Pode a Samsung ou qualquer outro fabricante inutilizar meu smartphone remotamente para forçar a troca?

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Nem tudo é perfeito nesse mundo. Em algumas vezes, os problemas aparecem. Principalmente nos produtos de tecnologia.

Os defeitos de funcionamento de dispositivos na maioria dos casos resulta em simples problemas de funcionamento, mas em outros casos podem colocar em risco a saúde do usuário. É o que acontece com as baterias defeituosas do Galaxy Note 7.

Nestes casos, o fabricante sempre pode adotar um sistema de inutilização remota dos dispositivos, que não é algo infalível. Vale para qualquer dispositivo de qualquer fabricante. Mas vamos tratar do caso da Samsung com o Galaxy Note 7 para explicar tanto o processo como as possíveis consequências legais de sua execução.

Morte por kill switch, o procedimento

A Samsung não é a primeira a passar por isso, mas talvez seja a mais sondada por sua envergadora, e por ser o Note 7, um dos candidatos a melhor smartphone de 2016.

A NVIDIA teve um problema similar com o seu Shield Tablet. A bateria do dispositivo também corria o risco de queimar durante a recarga, e optou pelo kill switch remoto. Mas isso tem os seus problemas.

O sistema da NVIDIA enviava uma atualização para os dispositivos defeituosos ao fim da data que os usuários deveriam solicitar a reparação. A empresa não retirou as unidades defeituosas, mas com a atualização, matou os tablets, evitando o risco de combustão.

O problema é que, para uma atualização acontecer, os usuários devem aceitá-la para instalar, nos casos extremos. Exceto em dispositivos rooteados e em determinados mecanismos mais agressivos, um fabricante raramente força uma atualização.

Sempre os usuários precisam aceitar o update, e eles nem sempre conhecem o problema, nem mesmo instalam tudo o que chegam ao dispositivo.

Nos fóruns de usuários, um sistema foi liberado para evitar o kill switch e manter o Shield Tablet funcionando. Com a Samsung pode acontecer exatamente o mesmo: aqueles que jamais verificaram novas atualizações podem seguir usando o smartphone, mesmo correndo o risco de provocar incêndios ou acidentes com lesões para os seus donos.

A Samsung desmentiu extraoficialmente o rumor que nunca reconheceu: o de inutilizar as unidades do Galaxy Note 7 de forma remota. O grande problema disso é no nível legal, que será explicado de forma mais detalhada.

As implicações legais de desativar um dispositivo à distância

As leis que valem para um país não vale para outros. Cada país tem suas normas, e em alguns casos a Samsung não pode simplesmente enviar uma atualização que inutilizem os dispositivos.

Afinal de contas, nada pode provocar a perda de um bem alheio sem ter consequências. Normalmente, só o próprio usuário pode inutilizar o seu produto.

Na prática, os usuários devem esperar que aconteça um dano no dispositivo para reclamar sobre o mesmo. Ainda que a atualização seja enviada, o fabricante não tem responsabilidade sobre o problema até que o problema aconteça, ou que o produto seja efetivamente inutilizado.

Mesmo assim, a reclamação depende de caso a caso. Nos casos das baterias defeituosas, na imensa maioria a responsabilidade do produto é exclusivamente da Samsung, que deve substituir o produto ou devolver o dinheiro pago por ele.

Em casos mais complexos, os clientes podem até processar a marca por danos morais, principalmente se os dias de inatividade com o dispositivo resultaram em perdas financeiras. Nesse caso, também é passível de processo por danos morais. Em todos os casos, é obrigação do consumidor provar a existência dos danos.

 

O que acontece com a Samsung?

A Samsung dificilmente será processada pelos usuários por “eventualmente poder ter colocado os clientes em risco”. É preciso que os danos aconteçam efetivamente para que qualquer ação judicial seja efetiva. A substituição do produto deve ser totalmente gratuita e rápida para o consumidor, independente da situação.

A Samsung ou qualquer outro fabricante tem a possibilidade de lançar mão do kill switch para inutilizar remotamente um dispositivo. Mas é sempre o cliente quem tem a última palavra para aceitar ou não.

É uma situação delicada, e o ideal é que tudo se resolva o quanto antes possível. Fontes oficiais citam já o dia 19 de setembro como a data de chegada dos dispositivos sem risco nas lojas. Depois, resta resolver o fato de muitos usuários não terem entrado no programa de substituição, mantendo consigo as unidades com risco.

iPhone 7 Plus vs Samsung Galaxy Note 7: um comparativo entre os tops

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Os novos iPhone 7 e iPhone 7 Plus foram apresentados, repetindo a tendência dos últimos anos. Porém, a Samsung apresentou antes o seu Galaxy Note 7, que apesar de contar com os seus problemas de bateria, é um dos modelos mais cobiçados do ano entre os dispositivos com telas de grande dimensão.

E o duelo está feito.

De um lado, um iPhone 7 Plus menor. Por outro lado, um Galaxy Note 7 com suas características exclusivas. O iOS vs Android com a TouchWiz. Um duelo entre os dois maiores fabricantes do mercado de smartphones.

E esse post, mostramos as principais semelhanças e diferenças entre os dois modelos.

Duelo de personalidades no design

Os dois competidores foram conservadores nesse aspecto.

O Galaxy Note 7 herdou os detalhes do Galaxy S6 e Galaxy S7, incluindo a tela curva da linha Edge de série. Jà a Apple evoluiu o design do iPhone 6s em porções mínimas.

Os dois contam com metal e cristal nos seus materiais, e a diferença de tamanho não é determinante, salvo que a Samsung aproveitou melhor a parte frontal, com uma tela maior (5.7 contra 5.5 polegadas) e com maior resolução (QHD contra Full HD).

 

A Apple manteve o 3D Touch, mas os dois modelos contam com um botão Home com leitor de digitais, apesar de que no iPhone 7 ele não ser mais físico.

São dois designs elegantes, o que torna a escolha difícil nesse aspecto. Ambos estão em um nível muito acima de boa parte da concorrência.

Potência com controle serve de muita coisa

 

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A Samsung repetiu o seu Exynos 8890, sem muitas melhorias. A Apple apresenta o novo chip Apple A10, que na versão single core apresenta uma potência sem precedentes. E uma vantagem da turma de Cupertino é poder controlar cada parte do processo.

O iOS funciona diferente do Android, e você que está lendo esse post sabe muito bem disso a essa altura do campeonato.

Enquanto que o sistema da Apple roda sobre um número muito bem controlado de dispositivos, o Android deve rodar sobre múltiplas combinações. A máquina virtual do sistema da Google exige especificações mais potentes para um desempenho similar.

No papel, o Galaxy Note 7 roda com mais fluidez, mas sofre do lag do sistema Android com o passar do tempo.

Dois núcleos contra quatro núcleos, duas arquiteturas próprias e a diferença de não ter o controle absoluto sobre o software.

A TouchWiz não exerce sobre o Android o domínio que a Samsung gostaria, e por isso eles mantém o Tizen vivo.

Mas a verdade é uma só: escolher entre o iPhone 7 Plus e o Samsung Galaxy Note 7 é escolher duas das melhores configurações e desempenho da atualidade.

Capturar a realidade, mais rápido e melhor

 

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O iPhone 7 Plus optou por uma câmera dupla traseira, seguindo os passos da HTC e Huawei. A diferença é que seu sistema utiliza um zoom ótico de 2X, com um sensor duplo de 12 MP, uma delas atuando como teleobjetiva.

A Samsung optou por repetir as configurações do Galaxy S7 no Galaxy Note 7, também de alto nível.

 

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Os dois dispositivos capturam imagens a 12 MP, com estabilizador ótico e gravação de vídeos a 4K. A Apple se destaca pelo fato do seu processador A10 permitir a captura de vídeos 4K a 60 frames por segundo, enquanto que o Galaxy Note 7 fica limitado aos 30 frames por segundo.

No sensor frontal, a Apple de novo toma a dianteira, com 7 MP de resolução, contra os 5 MP do Note 7. As duas câmeras fazem um excelente trabalho com as selfies.

 

Que meu smartphone não fique sem bateria no pior momento

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Outro ponto de discórdia entre os dois dispositivos está na bateria.

Um iPhone 7 Plus deve ter uma autonomia de uso de pelo menos dois dias de uso sem problemas, inclusive exigindo um pouco mais do que o devido. Já o Galaxy Note 7 tem um abateria de 3.500 mAh com modo recarga rápida, alcançando um dia de uso sem problemas. Co a recarga rápida, é possível obter 25% de autonomia com apenas 15 minutos.

 

O segredo está nos detalhes

 

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Os pequenos detalhes que fazem um modelo mais desejável que o outro encerra esse comparativo.

Aqui, os dois fabricantes oferecem resistência à água e poeira, um botão Home com leitor de digitais e chip NFC cada um com suas plataformas (Apple Pay, Android Pay e Samsung Pay).

Nada mudou nos conectores dos dispositivos, com o Note 7 com uma USB Type-C e o iPhone 7 Plus com uma porta Lightning, mas sem o conector para fones de ouvido (o kit do smartphone inclui um adaptador para 3.5 mm).

 

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Não podemos nos esquecer da S Pen da Samsung, tão apreciado pelos usuários da linha Note. A Apple experimentou algo parecido com o iPad Pro, mas não quer levar a solução da caneta Stylus para o iPhone para quem quer um pouco mais de produtividade.

 

Conclusão

No final das contas, a escolha final depende de cada um. Os dois modelos são excelentes, e a escolha entre um e outro está mais difícil do que nunca.

Limitar a recarga em 60%: a solução provisória para as baterias defeituosas do Galaxy Note 7

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A Samsung publicou um anúncio em um jornal da Coreia do Sul, explicando que a solução provisória para o problema das baterias defeituosas do Galaxy Note 7 passa por limitar a carga da bateria do dispositivo em 60%. A medida seria efetiva através de uma atualização via OTA a ser lançada em breve.

Desta forma, a energia armazenada na bateria se manteria em um nível seguro, evitando o curto-circuito que provocou as explosões e incêndios em alguns modelos.

A Samsung também informa que o plano de ação para as baterias defeituosas do Galaxy Note 7 foi pensado nos usuários que querem seguir utilizando o dispositivo, ignorando os alertas para que suspendesse o uso do mesmo.

São vários os casos de pessoas que sofreram queimaduras pelas explosões do Note 7, e a Samsung quer evitar mais acidentes, e por isso pensou nessa estratégia temporária, visando a segurança dos clientes.

Foi especulado que a Samsung poderia bloquear remotamente os dispositivos, algo que a empresa desmentiu. Agora, a solução passaria por uma atualização via OTA, trabalhando com as operadoras locais para lançar essa atualização que, em teoria, chegaria aos usuários da Coreia do Sul a partir de 20 de setembro.

Medidas desesperadas

 

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A decisão é vista por alguns como uma medida desesperada da Samsung, que quer evitar mais acidentes, mas enfrenta clientes que não querem devolver o smartphone. Outros analistas entendem que todos os problemas são a prova que o Note 7 não foi otimizado antes de chegar ao mercado.

O que fica claro é que o Batterygate do Galaxy Note 7 não será esquecido tão cedo, e apesar da rápida resposta da Samsung ao problema, deixa uma mancha em seu currículo, que será bem difícil de ser eliminada.

 

ATUALIZADO EM 21/09/2016 @ 12h50: a assessoria de imprensa da Samsung Brasil entrou em contato com o TargetHD.net, informando o posicionamento oficial da empresa sobre o assunto. A seguir, a nota na íntegra:

“Há pouco mais de uma semana, a Samsung Electronics anunciou um programa global de substituição para o Galaxy Note7 como medida preventiva devido a um problema com a célula da bateria. Desde então, estamos trabalhando arduamente para acelerar o envio dos produtos, a fim de concluir esse programa de troca, minimizando qualquer possível inconveniência para nossos clientes. Na semana passada, entendemos que nossos consumidores estão preocupados e queremos enfatizar a importância da troca do produto. 

“Nossa prioridade número um é a segurança de nossos consumidores. Estamos pedindo aos usuários que desliguem seus Galaxy Note7 e o substituam o mais rápido possível”, disse DJ Koh, presidente global da divisão mobile da Samsung Eletronics. “Estamos acelerando a substituição dos dispositivos para que eles possam ser entregues por meio do programa de troca do modo mais conveniente possível e em conformidade com as regulamentações vigentes. Agradecemos sinceramente a nossos clientes pela compreensão e paciência.” 

Mesmo havendo apenas um pequeno número de incidentes relatados, a Samsung está bastante atenta para oferecer aos clientes o suporte necessário. A Samsung identificou o lote afetado e interrompeu as vendas e remessas desses smartphones. Nós estamos também colaborando com as agências regulatórias nacionais. 

Os clientes que possuem o Galaxy Note7 podem trocar seu aparelho atual por um novo, de acordo com a disponibilidade local. Recomendamos aos usuários do Galaxy Note7 que entrem em contato com o lugar de compra ou liguem para a central de atendimento indicada na região o mais brevemente possível.”

Tudo o que sabemos sobre as baterias defeituosas do Samsung Galaxy Note 7

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A história até este ponto, você já conhece: a Samsung sofre de sérios problemas com as baterias do Galaxy Note 7, ao ponto de parar as vendas do produto e solicitar o recall das unidades distribuídas, além de interromper a produção do produto.

É estimado que este processo vai resultar para a Samsung gastos de US$ 1 bilhão. Mas o mais complicado será enfrentar a má publicidade em um momento de lançamento de um novo iPhone.

Em um 2016 que parecia ser mágico para a Samsung que estava em plena recuperação e com clientes que queriam gastar muito dinheiros em smartphones, aceitando que suas soluções eram melhores que as da Apple.

Hoje, colocamos um pouco mais de luz no tema das baterias, que pouco tem a ver com a solução, mas muito com o problema, principalmente quando identificadas de onde vinham as unidades defeituosas.

O problema afetou 0,01% da produção (35 unidades até agora), mas potencialmente poderia ser maior.

Primeira culpada: Samsung SDI

 

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Dizem que os números de smartphones potencialmente perigosos poderia subir para 65% ou mais. Essa porcentagem vem do número de unidades fabricadas nas instalações coreanas e vietnamitas, e as unidades fabricadas na China não teriam sido afetadas.

As baterias danificadas são da Samsung SDI, filial da Samsung. As chinesas são fabricadas pela ATL e estão livres de problemas. São fabricadas para as variantes vendidas na Ásia.

 

Dois casos com o Galaxy Note 7 após a confirmação do problema

 

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A Samsung produziu 2.5 milhões de unidades do Galaxy Note 7. Levando em conta os 65% de risco, concluímos que mais de um milhão e meio de telefones estão em perigo.

São alegados apenas 35 casos confirmados, mas dois acidentes sérios, um na Austrália e outro em Taiwan, reforçaram o problema: o smartphone começou a arder e explodiu durante a recarga.

O que vai acontecer (apesar de não haver confirmação oficial) é que a Samsung vai pedir mais unidades de bateria para a ATL para a produção do smartphone. Isso resultou em uma queda nas ações da Samsung SDI de 2.76% na bolsa.

Vale lembrar que a Samsung SDI já teve problemas na demanda das bateiras do Galaxy S6, e a Samsung teve que lançar mão da LG Chemicals e da ATL.

Na Coreia do Sul, mudas unidades saíram dos canais de distribuição, e vemos que as principais operadoras locais não registram problemas com o Galaxy Note 7, e até oferecem a devolução do dinheiro se o cliente quiser. Curiosamente, os clientes preferem a troca do produto do que o dinheiro, já que o smartphone segue sendo de interesse deles.

Quanto os parceiros, a Oculus se mostra reticente a usar unidades defeituosas em seus óculos de realidade virtual.

Ou seja, ninguém quer brincar com o fator risco.

Um Galaxy Note 7 explodiu dentro de hotel, causando um prejuízo de US$ 1.380

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Um novo acidente com o Samsung Galaxy Note 7 em um hotel em Perth, Austrália, reforça a necessidade de recall e de outras providências para prevenir incidentes. O dispositivo simplesmente explodiu enquanto estava em processo de recarga.

 

O primeiro Galaxy Note 7 que explodiu na Austrália

 

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O smrtphone foi encontrado completamente “frito”, de acordo com o relato no Reddit, a ponto de não ser possível sequer remover a bandeja do SIM card para recuperar o chip telefônico ou o cartão microSD.

As imagens mostram como o case e a almofada ficaram queimadas. O usuário em si queimou um dedo, e alega que estava utilizando o carregador e o cabo original do smartphone.

 

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O proprietário alega que foi uma pequena explosão que gerou todo o transtorno, e logo após o smartphone ardeu em chamas, ardendo e soltando um cheiro forte. Ele pede para que os demais proprietários do Galaxy Note 7 parem de usar o dispositivo, alegando que não vale a pena o risco.

Todos os proprietários do Galaxy Note 7 devem solicitar a substituição do seu dispositivo o quanto antes, e não tentar a sorte nem fazer testes por conta própria.

 

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A Samsung entrou em contato com o dono desse Galaxy Note 7, e garantiu que vai custear todos os gastos gerados pelo acidente. Por conta da explosão, o hotel emitiu uma fatura no valor de US$ 1.380.

Em resumo: ou a Samsung acelera o processo de substituição desses smartphones, ou a brincadeira pode sair ainda mais cara do que o imaginado até agora.

Via BGRReddit

Está proibido carregar o Galaxy Note 7 durante voos comerciais

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A Samsung iniciou o recall do Galaxy Note 7, mas até ele não ser concluído, a roda do mundo continua a girar.

Para evitar acidentes maiores, de modo preventivo, algumas companhias aéreas da austrália decidiram proibir os usuários do Galaxy Note 7 de recarregarem o dispositivo em seus aviões. A decisão não foi imposta por autoridades locais, e é válida por tempo indeterminado.

O banimento pode ser ainda maior. A FAA (Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos) também está tomando providências diante do problema, podendo inclusive proibir a presença do dispositivo nesses aviões.

Quando acontece um problema global como esse, nem os tripulantes do avião, nem os passageiros devem levar baterias ou componentes eletrônicos que contenham baterias retiradas do mercado, nem mesmo na bagagem de mão ou em equipamentos faturados.

As vendas do Galaxy Note 7 foram suspensas logo depois de seu lançamento, mas calcula-se que foram distribuídos entre 1 milhão e 2.5 milhões de unidades que terão que ser substituídas nas próximas semanas.

A substituição é voluntária, ou seja, é possível atrasar a troca ou simplesmente não trocal algo muito imprudente). Como garantir que uma pessoa prefira ficar com o sue smartphone desse jeito não suba em um avião?

É uma situação no mínimo confusa e delicada.

 

ATUALIZADO EM 21/09/2016 @ 12h50: a assessoria de imprensa da Samsung Brasil entrou em contato com o TargetHD.net, informando o posicionamento oficial da empresa sobre o assunto. A seguir, a nota na íntegra:

“Há pouco mais de uma semana, a Samsung Electronics anunciou um programa global de substituição para o Galaxy Note7 como medida preventiva devido a um problema com a célula da bateria. Desde então, estamos trabalhando arduamente para acelerar o envio dos produtos, a fim de concluir esse programa de troca, minimizando qualquer possível inconveniência para nossos clientes. Na semana passada, entendemos que nossos consumidores estão preocupados e queremos enfatizar a importância da troca do produto. 

“Nossa prioridade número um é a segurança de nossos consumidores. Estamos pedindo aos usuários que desliguem seus Galaxy Note7 e o substituam o mais rápido possível”, disse DJ Koh, presidente global da divisão mobile da Samsung Eletronics. “Estamos acelerando a substituição dos dispositivos para que eles possam ser entregues por meio do programa de troca do modo mais conveniente possível e em conformidade com as regulamentações vigentes. Agradecemos sinceramente a nossos clientes pela compreensão e paciência.” 

Mesmo havendo apenas um pequeno número de incidentes relatados, a Samsung está bastante atenta para oferecer aos clientes o suporte necessário. A Samsung identificou o lote afetado e interrompeu as vendas e remessas desses smartphones. Nós estamos também colaborando com as agências regulatórias nacionais. 

Os clientes que possuem o Galaxy Note7 podem trocar seu aparelho atual por um novo, de acordo com a disponibilidade local. Recomendamos aos usuários do Galaxy Note7 que entrem em contato com o lugar de compra ou liguem para a central de atendimento indicada na região o mais brevemente possível.”

Via Reuters, SMHGizmodo

Samsung deixará de usar suas próprias baterias no Galaxy Note 7

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O Galaxy Note 7 foi afetado por uma falha na bateria que atingiu uma quantidade pequena de unidades. Mas para evitar problemas maiores, a Samsung optou pelo recall do aparelho. Decisão valente e louvável, mas que vem acompanhada de outras decisões mais complicadas, que implicam em mais perdas.

A Samsung decidiu retirar todas as baterias fabricadas pela sua filial, a Samsung SDI, que forneceu 70% de todas as baterias utilizadas pelo Galaxy Note 7. As 30% restantes foram fornecidas pela fabricante chinesas ATL, e não apresentaram problema algum.

 

Outro golpe no estômago da Samsung

A decisão é temporária, mas é outro duro golpe para a Samsung, que será obrigada a recorrer a um fornecimento externo com o prejuízo que isso resulta nos gastos, além de afetar o valor das ações da Samsung e da Sasmung SDI.

O Galaxy Note 7 se perfilava como o melhor smartphone de sua categoria, e poderia ajudar e muito em um 2016 financeiramente fantástico para a Samsung. Mas a má sorte do modelo acabou com essas perspectivas.

via Korea Herald