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Review Comparativo | Motorola RAZR MAXX vs Samsung Galaxy Nexus vs iPhone 4 (com vídeo)

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É a primeira vez que faço esse tipo de análise aqui no TargetHD. E poucas vezes tive a chance de contar por algum tempo com três smartphones tão poderosos. Recentemente, tive a chance de testar para o blog os modelos Motorola RAZR MAXX (review em fotos e vídeo), e o Samsung Galaxy Nexus (review em fotos e vídeo), e resolvi utilizar o iPhone 4 de uso pessoal para fazer um comparativo direto dos seus recursos e características mais básicas. Nada muito técnico, com benchmarks e detalhes específicos. Quero focar a experiência de uso que cada um desses modelos me passou, colocando lado a lado em um uso diário e intenso. Abaixo, você pode ver os resultados.

O fator “amor a primeira vista”

Os três smartphones são muito bonitos na primeira vista. Dificilmente acho um smartphone “feio”. Nunca tive muitos preconceitos com esse tipo de coisa, mas reconheço que um design bacana é meio caminho andado. O iPhone 4, por exemplo, eu considero ele uma “pequena joia tecnológica”. É o iPhone que considero com o melhor formato. Quando foi lançado, achava o smartphone uma das boas definições de produto de tecnologia em termos de design, por ser compacto e atraente.

Já o RAZR MAXX eu acho um aparelho “imponente” no seu formato. Ele tem um ar sério, quase corporativo. Muitos acham ele feio por causa dos “cantos quadrados”, que lembram os tablets Motorola XOOM (e não deixa de ser uma referência direta), mas mesmo assim, eu acho o modelo agradável à vista. Não seria este o motivo que me faria deixar de comprar o modelo.

Porém, o Samsung Galaxy Nexus tem um ar renovado. Sua tela curvada torna ele muito diferente, e sua tela com vidro de fora a fora, sem botões físicos, dá todo o ar de modernidade que um smartphone precisa ter. Hoje, é um dos meus smartphones preferidos em termos de design, e acredito que é um dos motivos principais pelos quais os usuários escolhem esse modelo.

Detalhes físicos (espessura, conectores, etc)

Mesmo a diferença entre os três sendo muito pequena, o Galaxy Nexus é o mais fino dos três, mas por uma margem muito pequena. Esse detalhe pode ser muito importante para alguns usuários, pois a espessura do smartphone influencia na pegada do mesmo, principalmente durante o uso com uma das mãos, para manuseio das telas do sistema, ou para segurar o smartphone durante uma conversação. Nesse aspecto, o RAZR MAXX e o iPhone 4 quase empatam, mas dou uma vantagem para o modelo da Motorola por causa de sua espetacular bateria de 3.300 mAh. Aliás, mais uma vez vale destacar que a Moto está de parabéns por colocar uma bateria com tamanha capacidade em um smartphone que possui quase a mesma espessura de modelos que possuem a metade de sua autonomia.

Nas extremidades, temos (talvez) um de seus maiores contrastes. Enquanto que o iPhone 4 e o RAZR MAXX contam com os seus conectores de fones de ouvido na parte superior do smartphone, para priorizar um perfil mais fino na parte de cima do telefone, o Galaxy Nexus não possui nenhum tipo de botão, conector, chavinha e outros detalhes. apenas o espaço suficiente para o alto-falantes para chamadas.

Além disso, como o RAZR MAXX é o único dos modelos que possui saída micro-HDMI, a Motorola decidiu colocar esse conector na parte mais espessa do smartphone, que é justamente na parte superior do telefone, na mesma região onde fica o sensor da câmera digital. E os dois smartphones Android seguem o perfil de colocarem o botão liga/desliga na lateral do telefone. Já o iPhone 4 mantém o seu botão na parte superior. Para mim, prefiro que o conector de fones fique mesmo na parte superior do smartphone, e no caso específico do iPhone 4, de tanto utilizá-lo, já me habituei a levar o dedo para bloquear/desbloquear a tela na parte superior do telefone. Prefiro assim. Evita os acidentes indesejados.

Na parte inferior, o contraste é ainda maior. De cima para baixo: o RAZR MAXX é “liso”, o Galaxy Nexus possui o conector para fones de ouvido e do cabo microUSB, e o iPhone 4 o seu conector para o dock e os alto-falantes do aparelho. De novo, prefiro que o conector esteja na parte inferior do smartphone. é mais lógico para mim, pelo menos em termos de design. Mas, melhor na parte de cima ou de baixo do que na lateral do smartphone. Para mim, não tem lógica: é desconfortável e sem sentido. Durante anos conectamos a bateria do nosso smartphone nos cabos carregadores ou na parte superior ou inferior do dispositivo. Na lateral, na maioria dos casos, essa posição na lateral não é das mais favoráveis.

Tamanho de Tela

Aqui, de forma ousada, não coloquei o iPhone 4 no comparativo. Afinal, é covardia comparar uma tela de 3.5 polegadas com modelos com mais de 4 polegadas de tela. Quem sabe quando o iPhone 5 chegar (tudo indica que ele terá 4 polegadas de tela, mas só acredito, vendo).

Lado a lado, o Galaxy Nexus além de ter uma tela maior do que o RAZR MAXX (4.65 vs 4.3), ele ainda aproveita melhor o tamanho dessa tela, com bordas lateais menores que o modelo da Motorola. Além disso, sua tela é levemente mais nítida do que a do RAZR MAXX, e mesmo sendo um pouco menos brilhante, eu consegui visualizar melhor as informações no Nexus quando o aparelho estava exposto em ambientes bem iluminados. Isso, sem falar que o Nexus possui uma resolução de tela maior que a do RAZR MAXX, o que a torna ainda mais eficiente.

Mas isso não significa que a tela do RAZR MAXX seja de se jogar fora. Pelo contrário: o modelo da Motorola me surpreendeu nesse aspecto, exibindo as informações na tela com boa qualidade, e mesmo os vídeos e jogos mais pesados ele se sai muito bem para reproduzir as imagens com qualidade. Mesmo porque o chip gráfico do aparelho se encarrega de fazer todo o trabalho, além de um processador dual-core bem eficiente.

Desempenho geral dos smartphones

Antes de qualquer coisa, quero deixar claro que o desempenho dos três smartphones vai agradar a maioria dos usuários. São produtos rápidos, com ótima performance, e que completam as expectativas daqueles que querem um smartphone poderoso para a maioria das atividades. Não sou preconceituoso em relação ao sistema operacional. Diferentes de algumas pessoas com mente mais limitada, vejo benefícios e defeitos nos sistemas iOS e Android, e consigo extrair o melhor dos dois sistemas.

Colocando os três dentro de um mesmo universo, o desempenho geral dos três modelos é muito próximo, com o Galaxy Nexus e o iPhone 4 tendo uma insignificante vantagem em relação ao RAZR MAXX. Insignificante mesmo. Coisa de detalhes. E, se você pensar que a bateria do RAZR MAXX possui pelo menos o dobro de autonomia do Galaxy Nexus e do iPhone 4, esses detalhes de desempenho desaparecem. Outra coisa: na grande maioria dos casos, os usuários vão encontrar os mesmos aplicativos e recursos nos dois sistemas. Obviamente, vejo vantagens no Android por causa das possibilidades de personalização e por alguns recursos específicos de rede (principalmente os hubs de conectividade) contarem com um fácil acesso no sistema do Google. Por outro lado, muitos usuários preferem o pacote do iOS, que é mais consistente e intuitivo.

Entendo que aqui é uma questão de gosto, e que cada um é o seu. Mas a essa altura do campeonato, dizer que “o iOS é muito melhor que o Android” e vice-versa beira a burrice.

RAZR MAXX vs Galaxy Nexus: comparados diretamente

Os dois modelos são excelentes, mas o Galaxy Nexus leva ligeiras vantagens. Na época do review, os dois modelos estavam com o Android 4.0 Ice Cream Sandiwch, com o Galaxy Nexus contando com uma ROM com recursos do Android Jelly Bean. Logo, levando em conta que o Android presente no RAZR MAXX contava com pequenas alterações na sua interface, o comparativo pode ser mais justo e próximo de um parecer razoável. Mesmo assim, considero o modelo da Samsung com um resultado final mais completo.

Não falo isso apenas por causa da possibilidade de atualizar para o Android 4.1 Jelly Bean. O desempenho geral do Nexus é levemente mais fluído do que o RAZR MAXX, mas muito pouca coisa. Quero dizer, insuficiente para deixar os mais exigentes irritados. O Nexus também possui uma sensibilidade um pouco maior no toque na tela, além de uma performance geral mais consistente do que o modelo da Motorola. Mas, como disse, a performance geral dos dois smartphones é muito boa.

Qual deles eu devo comprar?

iPhone 4, Motorola RAZR MAXX e Samsung Galaxy Nexus são ótimos smartphones, e hoje, estão com preços muito interessantes no mercado brasileiro (digo, interessantes para quem tem condições de comprá-los). No meu ver, como geek mais exigente, teria motivos muito fortes para ter os três. O iPhone 4, por ser aquele smartphone com iOS 6 mais acessível e com melhor desempenho do mercado (ignoro o iPhone 3GS, pois o mesmo virá bem mais pobre de recursos que o iPhone 4 no iOS 6).

O RAZR MAXX pelo seu ótimo desempenho, e sua generosa bateria de 3.300 mAh. E o Galaxy Nexus por ser “o Android que o Google sempre sonhou”. Logo, é uma questão de preferência e gosto. Talvez a principal diferença entre os modelos seja o tamanho de tela e o sistema operacional mesmo. E, nesse caso, se você é fã do Android e prefere uma tela de grandes dimensões para suas atividades, o RAZR MAXX e o Galaxy Nexus são a escolha. Se o seu mundo está voltado para o jeito Apple de ser, o iPhone 4 é a minha dica. Até mesmo mais que o iPhone 4S. Afinal, a diferença de desempenho não é tão grande, e o Siri não funciona 100% no Brasil.

Abaixo, deixo um vídeo comparativo entre o Motorola RAZR MAXX e o Galaxy Nexus, para que você mesmo possa avaliar os dois smartphones Android, lado a lado.

Review | Samsung Galaxy Nexus (ou Galaxy X)

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Durante muito tempo eu cobicei em testar o Samsung Galaxy Nexus. Tudo bem, eu sei que o smartphone tem um bom tempo de mercado, e que todo mundo já tinha feito review dele. Mas, ainda assim, eu queria testar o “Googlephone” de perto, e ver como funciona “o Android que o Google sempre sonhou”. Então, faço aqui um dos reviews mais descontraídos de toda a história do TargetHD, passando minhas impressões pessoais sobre o produto. Nada muito técnico ou passando informações de “o aparelho tem câmera de 5 megapixels, flash LED, 1 GB de RAM, etc”. Algo mais pessoal, buscando contar para vocês as impressões e sensações que o aparelho me deu.

Mas antes de começar, vale aqui registrar algumas informações. O aparelho que testei é um Galaxy Nexus, e não o Galaxy X, vendido no Brasil. Tecnicamente, a única diferença está no nome, logo, ao ler essa análise, as informações contidas valem para o modelo comercializado em território nacional. Além disso, o aparelho que veio para mim é importado, e infelizmente, estava com uma ROM do Android 4.0.4 (Ice Cream Sandwich) customizada, e não com o Android 4.1 (Jelly Bean) puro. Estou procurando outro aparelho com o Jelly Bean que é oferecido pelo Google, e no último caso, vou recorrer ao mercado nacional para isso.

Logo, o que está em questão nesse review são as características físicas do produto e sua usabilidade como um todo. A experiência e performance do produto, e principalmente, a experiência de utilizar um dos melhores smartphones Android do mercado.

Duas coisas são muito bem definidas no Galaxy Nexus. A primeira é a sua baixa espessura. O smartphone é realmente fino. Não chega a ser um Galaxy S II em termos de espessura reduzida, mas é fino o suficiente para ser confortável no uso cotidiano e no transporte no bolso da calça. O segundo detalhe está na sua tela curvada, que é algo que se torna funcional e efetivo no uso durante as chamadas. Essa pequena curvatura torna o smartphone mais anatômico nas mãos, tornando o ato de segurar na orientação vertical algo mais confortável. Além disso, essa leve curvatura na tela torna a visualização das informações mais agradável, além de acompanhar anatomicamente o formato da cabeça/rosto do usuário. É como um telefone convencional, que tem uma curva para se ajustar melhor à boca e orelha. Mas não tão acentuado quanto se espera.

Na lateral esquerda, os botões de controle de volume, de fácil acesso para o usuário durante as chamadas.

Na parte superior… nada!

Na lateral direita, o botão de liga/desliga e para bloqueio de tela do aparelho.

Detalhe na lateral direita do Galaxy Nexus.

Na parte inferior do smartphone, ficam os conectores para fones de ouvido e cabo USB, além do microfone do smartphone.

Detalhe da câmera frontal do Nexus. É competente para videochamadas, mas com uma qualidade um pouco inferior em relação a outros modelos Android que testei. Mas esse é um detalhe que você pode viver bem com ele. Afinal, não conheço muita gente que realmente usa o recurso de videochamadas em smartphones.

Acho que uma das coisas que mais chamam a atenção no Galaxy Nexus é o seu design. Não há a presença de botões físicos na parte frontal do smartphone, deixando o produto como uma peça única. O resultado? Um dos smartphones mais elegantes do mercado. As teclas de comando para o Android estão devidamente “escondidas”, e os LEDs que indicam os comandos só aparecem quando você ativa a tela. Uma excelente escolha, pois deixa o smartphone realmente muito bonito.

Visão geral da parte traseira do Galaxy Nexus.

Sua câmera traseira de 5 megapixels é boa. Bom, é aquela velha relação que a grande maioria das câmeras de smartphones oferecem: boas fotos em ambientes bem iluminados, fotos fracas em ambientes com baixa luminosidade. O seu flash é uma ajuda para minimizar esse efeito, mas de forma efetiva, não resolve como se deseja. Porém, diferente de muitas análises que li por aí, eu não achei a câmera do Nexus uma decepção completa. Além de filmar em alta resolução, ela consegue registrar fotos com uma qualidade aceitável para os meus objetivos (envio por e-mail, postagens rápidas, atualização de redes sociais, etc). Ou seja, se não dá pra exigir muito das câmeras dos nossos dispositivos móveis, também não vamos achar que tudo não presta, e que sua câmera é uma completa perda de tempo. Mesmo porque não é.

Na parte inferior, temos o alto-falantes do smartphone. Segue a regra da Samsung para smartphones com essas características. Particularmente, achei o som nesse aparelho meio baixo em toques e no viva-voz. Durante as chamadas, o Galaxy Nexus tem um volume satisfatório, tornando a conversa audível em ambientes externos e/ou com alto nível de ruído. Porém, não pense em usar o viva-voz fora de casa, ou não ouça o seu iPod enquanto carrega ele no bolso. As chances de você não ouvir o Nexus tocando ao receber a chamada são grandes.

Visão geral da parte interna do Galaxy Nexus, com destaque para sua grande bateria. Falo sobre sua autonomia mais para frente nessa análise. Tudo o que eu posso adiantar é que ela varia de acordo com a versão do Android que está instalada no smartphone.

Destaque para o seu slot de cartão SIM (não micro-SIM), e para um espaço preenchido na sua lateral esquerda, que poderia muito bem ser para o slot de cartão de memória. Ainda me pergunto por que a Samsung/Google optaram por deixar o Nexus sem um cartão de memória. Tudo bem, a resposta está em um melhor desempenho (principalmente na sua inicialização, uma vez que sem ele o seu boot é mais rápido), mas mesmo assim. Em um smartphone com performance tão robusta, acho que caberia uma maior capacidade de armazenamento de fotos e vídeos. Bom, esse eu acho que é a grande carência do Galaxy Nexus/X. Você tem um espaço limitado para instalar aplicativos, armazenar fotos e vídeos, o que chega a ser contrastante com a própria proposta e gama de recursos do smartphone.

Lembrando novamente: nos testes, o aparelho estava com um Android 4.0.4 (Ice Cream Sandwich) customizado. Ainda estou procurando um modelo com o Android 4.1 (Jelly Bean) em estado puro, até mesmo para melhor comparar o desempenho das duas versões no smartphone. Logo, o que vem a seguir são as minhas impressões do desempenho do aparelho com a penúltima versão do Android. Assim que me deparar com um modelo com o Jelly Bean, contarei para vocês a minha experiência em mais um post no TargetHD.

O desempenho geral do Galaxy Nexus é muito bom. Mesmo. Independente do tipo de ROM que o aparelho vai receber, a sua performance será muito boa, com transições de telas fluídas e sem travamentos. O smartphone não travou comigo nenhuma vez, e todos os comandos da tela funcionam muito bem, respondendo de forma excelente aos toques. Tal como todos os smartphones Android, o seu nível de personalização é elevadíssimo, o que torna a sua experiência mais prazerosa para os “geeks fuçadores” (redundância da minha parte nessa última frase: todo geek de verdade é um fuçador autêntico).

Outro destaque vai para sua tela, que como vocês já perceberam, é parte importante do conjunto do smartphone. Não só por tornar o Galaxy Nexus um dos modelos Android mais bonitos do mercado, mas também por causa de sua qualidade final de exibição de imagens. A resolução da tela é muito boa, com gráficos bem definidos. Mas, como nem tudo é perfeito, um dos grandes problemas dessa tela é que ela vai engordurar com facilidade (reparem na foto). Aqui, recomendo uma película fosca, que dá um pouco de trabalho para ser encontrada, e mais cara que a película tradicional, mas pelo menos tira essa sensação que alguém sempre comeu frango frito e ficou vendo as atualizações do Twitter ao mesmo tempo.

Como disse lá atrás, os botões de comando do Android estão integrados à própria tela, fazendo com que o smartphone não conte com botões físicos na parte central. Pequenos, discretos e funcionais. Ponto positivo para o Nexus nesse sentido.

Ter os ícones organizados por ordem alfabética é uma mão na roda, não?

Bom, lembra que eu disse que ia falar de sua autonomia de bateria? E lembra que eu disse que o cenário era diferente nas diferentes versões do Android? Ok, chegou a hora de falar sobre isso.

Percebi que existem dois “padrões de consumo” para o Galaxy Nexus. Na verdade, eu percebi depois que isso acontece especificamente com os smartphones com Android Ice Cream Sandwich, que possuem um comportamento muito diferente do que o Jelly Bean em relação ao consumo de bateria. No Galaxy Nexus com o Android 4.0.x (e isso se confirma no Galaxy S II que está por aqui, mas esta é uma outra história), a autonomia de bateria do smartphone é muito baixa, com aproximadamente seis horas de uso intenso (WiFi e 3G ligados, sincronização, tela com ajuste automático, etc).

Mesmo instalando os tradicionais programas para moderar o consumo de bateria (Juice Defender Ultimate, Task Killers e ajustes para o modo de economia de bateria), o consumo da mesma com o ICS é algo que realmente decepciona. Amigos, a culpa não é do smartphone, e sim da versão do Android, que consome mais recursos que a anterior (2.3.7, Gingerbread, que no caso do Galaxy Nexus, nem é compatível).

Li diversos relatos na internet sobre o assunto, e consultei os amigos que sigo no Twitter que confirmaram tal comportamento, e também fui alertado que o desempenho geral da bateria do Nexus (assim como a sua performance como um todo) melhoram de forma sensível com a atualização para o Jelly Bean, tornando o smartphone uma poderosa ferramenta de comunicação e acesso à web. Isso me deixa bem otimista para procurar testar o Jelly Bean no Galaxy X.

O meu conselho nesse caso é: se você tem o Nexus/X com você, faça a atualização para o Jelly Bean o quanto antes. Ok, eu sei que a maioria das pessoas que possuem um smartphone como esse são usuários experientes, e já compraram esse modelo justamente pelo benefício de contar com uma atualização rápida para o modelo. Mas uma parcela dos leitores do blog ainda ficam receosos ao fato de atualizar os seus dispositivos, e eu compreendo isso. Afinal de contas, também fui vítima de atualizações que pioraram aquilo que estava bom. Mas, nesse caso, o Jelly Bean é uma ótima adição ao Galaxy Nexus. Logo, pode atualizar sem medo de ser feliz.

Outro detalhe interessante é o seu gerenciador de aplicativos abertos. Para você fechar um aplicativo ativo em segundo plano, é só você deslizar para a sua direita. Mais simples, impossível.

Tela para chamadas telefônicas. Botões gigantes, para não ter desculpa de discar um número errado.

Por fim, o Samsung Galaxy Nexus está APROVADO. É um smartphone para quem é geek de verdade. Se você busca ficar com um telefone com o que o Android oferece de mais recente em termos de recursos, essa é a escolha. Seu preço é paralelo com alguns smarts Android “tops”, e ele ficará atualizado por um bom tempo (isso é, até o Google inventar qualquer outra coisa que o impeça de receber novas versões do smartphone). Com o Jelly Bean, ele é uma das opções mais interessantes do mercado, e mesmo sendo um modelo limitado na hora de armazenar fotos, vídeos e músicas, é o típico smartphone para os fuçadores, fãs de tecnologia.

Preço: R$ 1.399,00