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Gear Blink: próximo wearable da Samsung pode ser uma lente de contato inteligente

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O conceito de wearable é levado para a sua máxima expressão. E isso pode acontecer com o Gear Blink, uma lente de contato inteligente que a Samsung pode lançar no futuro, de acordo com uma patente registrada por eles em 2014 na Coreia do Sul (e lá também está protegido o mencionado nome como marca), descoberta pelo pessoal do site SamMobile.

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O arquivo de nome “lente de contato inteligente para realidade aumentada e métodos de fabricação e funcionamento da mesma” descreve assim a integração de uma pequena tela (que é encarregada de projetar a imagem ao olho), uma câmera, uma antena RF e vários sensores que detectam o movimento ocular. O Gear Blink se conectaria com um smartphone (para supostamente receber notificações e controlar suas funcionalidades), mas permite também executar ações com um simples piscar de olhos.

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É sempre bom lembrar que uma patente registrada não é sinônimo ou garantia de produto chegando ao mercado. Mesmo assim, esse tipo de registro nos ajuda a saber o que passa pela cabeça dos especialistas das empresas, e antecipam alguns lançamentos futuros. A Samsung tem vários relógios e até óculos inteligentes. Por que não dar o salto para uma lente de contato inteligente? Algo totalmente crível.

Via SamMobile, Digital TrendsKIPRIS (Patente)

 

Os wearables te interessam?

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Os dispositivos vestíveis ou wearables estavam destinados a ser um dos destaques entre os produtos de tecnologia para 2015, mas pelo ritmo das vendas abaixo do esperado, tudo indica que não será assim. Ele não atraiu o interesse da grande massa de consumidores, pelo menos por enquanto.

Duas pesquisas da empresa de análise eMaketer destacam a queda de interesse por esses dispositivos nos últimos meses, quando muitos esperavam o contrário. Um dado revela que 17% dos norte-americanos contavam com um dispositivo wearable, e em maio, apenas 7% deram a mesma resposta.

Outro dado interessante vem do Apple Watch, que muitos acreditavam que impulsionaria as vendas do setor. Ontem (21), a Apple apresentou os seus resultados financeiros sem revelar dados efetivos de venda do seu relógio. Sabendo como a empresa gasta no seu marketing, tudo indica que as vendas ficaram abaixo do esperado, mesmo com Tim Cook afirmando que ‘ficaram acima das suas expectativas, e proporcionalmente maiores que as do iPhone e iPad na ocasião do lançamento das primeiras versões desses produtos’.

Vale lembrar que o dado passado por Tim Cook não quer dizer absolutamente nada sem números concretos, pois os momentos de lançamento foram muito diferentes, e em 2007 a situação da Apple não era nem próxima da que vemos hoje.

Mesmo assim, a consultora Canalys afirma que a Apple vendeu 4.2 milhões de unidades do Apple Watch no segundo trimestre de 2015, o que o posiciona como o smartwatch mais vendido do mercado. Vendas principalmente das reservas de lançamento. Depois disso, as vendas do produto caíram 90% nos Estados Unidos. Além disso, dois terços dos Apple Watch vendidos até agora foram da edição ‘Sport’, a mais barata e a de menor lucro.

 

Não podemos considerar a morte dos wearables. Ainda…

A Apple está desenvolvendo a segunda geração do Apple Watch para resolver múltiplas carências do modelo original. Os demais fabricantes também trabalham nisso, com vários produtos que chegarão ao mercado ainda em 2015, buscando o ponto de madureza do setor.

A indústria viu na atividade física e na saúde o melhor foco para esses dispositivos. Um estudo mostra que os cuidados da saúde em toda a sua extensão é o parâmetro mais importante para adquirir um dispositivo com essas características.

E aqui entra todo mundo no mesmo grupo. Relógios inteligentes, pulseiras quantificadores e dispositivos relacionados. Melhorando as especificações, autonomia, dependência dos smartphones ou número e qualidade de aplicativos. Tudo isso será essencial para impulsionar o setor de wearables.

Microsoft está trabalhando em um wearable que ajudará os deficientes visuais

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No meio de tantas notícias sobre a Microsoft no dia de hoje (15), uma delas chama a atenção pelo fator inovação. Com o nome interno de “Alice Band”, a gigante de Redmond está trabalhando em um gadget vestível que pode beneficiar de forma prioritária um grupo muito específico de usuários: os deficientes visuais.

A missão desse dispositivo é levar o conceito de wearable para um novo nível, permitindo aos deficientes visuais a interpretação dos elementos ao seu redor, para uma livre mobilidade, oferecendo informações contextuais sobre o ambiente, tal como o Google Glass faria. Não fica muito claro qual seria o seu sistema de funcionamento, mas entende-se que seus sensores vão reconhecer as informações enviadas de pontos relevantes, como edifícios e locais públicos.

A leitura dessa informação ajudaria os usuários a encontrar o caminho seguro para calçadas, escadas rolantes, saídas do metrô, postos de informações, etc. Além disso, esse wearable seria utilizado na cabeça, confirmando assim a necessidade do envio das informações pelos fones de ouvido.

Não há maiores detalhes sobre sua tecnologia ou tipo de interação com o usuário, mas em breve saberemos mais sobre o seu primeiro período de testes. O produto ainda está longe de ser um dispositivo final, mas o Daily Mail informa que oito pessoas já fazem uso dos primeiros protótipos com esse conceito, na cidade de Reading (Reino Unido).

O projeto faz parte de uma iniciativa que a Microsoft mantém no país britânico, em parceria com associações que cuidam de cães-guia, e do próprio governo local, na busca das cidades mais acessíveis para esses testes.

Via Forbes, Sunday Times, Daily Mail

Desafio Make it Wearable pagará US$ 1 milhão em prêmios

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A Intel informa que as inscrições para o desafio “Make it Wearable” estão abertas para os desenvolvedores interessados. A iniciativa é global, e tem como objetivo estimular estudantes, engenheiros, desenvolvedores e empreendedores do mundo todo a desenvolverem novos gagdets e tecnologias vestíveis. O prêmio total distribuído é de US$ 1 milhão.

As inscrições para a fase de desenvolvedores podem ser feitas até o dia 24 de junho. Nessa fase, os candidados devem apresentar propostas concretas e com potencial protótipo que viabilizam tal tecnologia. Após essa etapa, 10 finalistas são escolhidos. Cada um deles recebem US$ 50 mil para desenvolver o seu protótipo, além de orientação nas áreas de design, plano de negócios, viabilidade e potencial de mercado.

Na final do desafio, que acontece em novembro, uma banca julgadora vai avaliar os projetos. Os finalistas poderão mostrar todo o desenvolvimento do projeto e os protótipos finais. O vencedor leva US$ 500 mil, o segundo colocado US$ 300 mil, e o terceiro leva US$ 100 mil.

Para mais informações, acesse: makeit.intel.com.

Samsung mostra a bateria curva do Gear Fit

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A tela curva do Samsung Gear Fit é um dos motivos pelos quais o produto se tornou rapidamente um dos mais desejados. Por conta disso, um dos componentes importantes para o funcionamento do relógio também é curvo, mas não recebeu o destaque merecido: a bateria.

A Samsung SDI, uma divisão da empresa especializada em telas e baterias, precisou desenvolver a bateria do Gear Fit também nesse formato para obter o formato final do relógio, já que as baterias tradicionais não ofereciam a flexibilidade necessária para alcançar essa curva.

A bateria, que seria criada com tecnologia de células escalonadas e outras tecnologias, permite oferecer até cinco vezes a duração de uma bateria em um gadget vestível, de acordo com a Samsung SDI.E apesar dos coreanos utilizarem essa bateria curva apenas no Gear Fit, não resta dúvidas que ela pode ser incluída em outros produtos com esse mesmo desgin no futuro. Porém, eles não deixam claro se pensam em colocar a venda a bateria para que outros fabricantes possam utilizá-la, ou se a mesma será exclusiva para os seus produtos.

Muitos esperam para ver o que os fabricantes podem oferecer com as tecnologias flexíveis. Porém, já vimos as telas flexíveis em ação por vários anos, mas só agora estamos chegando no ponto de receber dispositivos que realmente façam bom uso dessas telas. E descobrimos que, para isso, outros componentes precisam ser igualmente flexíveis. Como sua bateria, por exemplo.

Via Korean Herald

Os seus futuros gadgets vestíveis podem ter como bateria o calor do seu corpo

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O Instituto Avançado de Ciência e Tecnologia da Coreia do Sul (KAIST) está desenvolvendo um sistema de recarga elétrica através de um gerador termoelétrico que converte o calor do corpo humano em energia.

Um pequeno filete impresso com a substância termoelétrica seria o suficiente para captar o calor do corpo do usuário para a conversão de energia, que por sua vez alimentaria os wearables. O material é fino, pode ser dobrado e acoplado em diferentes superfícies, com uma saída de potência que gera dez vezes mais energia que os geradores similares.

O sistema é pouco intrusivo, e pode ser utilizado por qualquer pessoa, sem maiores preocupações. Ainda resta saber qual é a efetividade desse sistema, a porcentagem de sua eficiência na conversão, e se o calor humano é mesmo o suficiente para que um dispositivo como um relógio inteligente funcione.

Via Knovel

Estoque do Google Glass se esgotou em um único dia

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Durante todo o dia de ontem (15), a Google deu a chance para que qualquer mortal residente nos Estados Unidos adquirisse uma unidade do Google Glass pelo módico valor de US$ 1.500. Porém, o elevado preço não impediu que os estoques do produto se esgotassem rapidamente.

A venda durou apenas 24 horas, sendo que a versão na cor branca do Google Glass (cotton) se esgotou em poucas horas, e na manhã de hoje, a Google informou que todos os estoques estavam esgotados. No site do Programa de Exploradores Google, eles informam que, em breve, mais unidades serão oferecidas aos interessados, e um formulário de registro está disponível para cadastro dos usuários, tanto para obter as últimas novidades sobre o Glass, quanto para ser notificado sobre uma nova janela de compra do produto.

Antes dessa janela de vendas da última terça-feira, o Google Glass só estava disponível para aqueles que contavam com um convite especial para compra. Tal modalidade não vai desaparecer, e apesar de toda a demanda vista nessa janela de 24 horas, o único meio de adquirir o Google Glass volta a ser através dos tais convites especiais.

Via CNET

Um de cada três compradores de dispositivos wearables abandonam o produto em seis meses

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Os dispositivos wearables estão se transformando aos poucos em uma das grandes tendências tecnológicas de 2014. Vários dispositivos com formatos e propostas diferentes estão aparecendo, tentando assim estabelecer um mercado que promete crescer muito, e ser uma fonte de lucros preciosa para os fabricantes. Porém, o começo dessa jornada está longe de ser um mar de rosas.

Nenhum fabricante conseguiu desenvolver um dispositivo que agrade a todos os usuários, e que ainda por cima, seja algo realmente útil. Não só isso: tal como revela um estudo recente, todos os fabricantes estão falhando em um detalhe importantíssimo, que é a sua utilização ao longo do tempo.

Resultado: o consumidor está perdendo o interesse no produto muito rapidamente.

Quantificar os passos, mas não os dias que se usa o produto

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Um relatório da Edeavour Parnters indica que nesse momento, nos Estados Unidos, um em cada dez adultos com mais de 18 anos de idade contam com um dispositivo que registra a atividade físico. 25% desse nicho é composto pelas pessoas com idades entre 25 a 34 anos de idade, e este é o segundo maior grupo da população norte-americana.

O resultado desse estudo é algo muito contundente: um em cada três norte-americanos deixam de usar esse dispositivos ao longo de seis meses. FitBit, Nike, Jawbone e outros estão vendendo bem os seus produtos, mas não conseguem fazer com que as pessoas continuem se sentindo atraídas pelos produtos com o passar do tempo.

Ainda que o nível de aceitação é elevado, o interesse cai de forma tão notável que esse é um sintoma que mostra a realidade dos fabricantes de wearables: todos querem ter o seu, mas ninguém tem uma estratégia clara para engajar o usuário depois da venda.

Os criadores do relatório apontam algumas das chaves do sucesso desses dispositivos. Um bom design, uma experiência de configuração simples, a qualidade dos materiais, a robustez e a integração do produto com outros serviços e plataformas. Além disso, o produto deve ser compatível com o estilo de vida que cada um leva, algo que é muito difícil. Por fim, que esse produto seja útil de forma global.

As informações reveladas pelo estudo são bem relevantes, e devem servir para os fabricantes para revisar as suas respectivas estratégias a médio e longo prazo. Precisam sim seguir trabalhando para que a quantificação seja algo atraente ao longo do tempo, e que não se limite ao mero capricho pela última tendência.

Via Endeavour Partners

MWC 2014 | Sony SmartEyeglass, óculos de Realidade Aumentada com visão binocular

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Nem tudo se resume a smartphones na Mobile World Congress 2014. A Sony levou ao evento de Barcelona o SmartEyeglass, óculos de realidade aumentada ainda em fase conceitual, mas mostrando que o Google Glass terá a concorrência dos fabricantes em um futuro a médio prazo.

A ideia é que o óculos mostre informações adicionais sobre as cenas que você vê no dia a dia. O produto foi apresentado na CES 2014 em Janeiro, e dessa vez, eles mostram como está o desenvolvimento do conceito. Por exemplo, quando estamos vendo um jogo de futebol, os óculos mostrarão os nomes do jogadores. Em um aeroporto, os óculos mostram como chegar ao portão ou guichê correto, entre outras funções.

O mais legal é que os óculos não representam a informação pensando em um olho, mas sim levando em conta a visão binocular, para que os dois olhos interpretem a mesma informação de forma conjunta. Por enquanto, eles só representam gráficos monocromáticos, com um brilho máximo de 1000 cd/m2.

Diferente do Google Glass, o protótipo dos óculos da Sony contam com um pequeno computador que se mantém conectado por cabo, onde é possível controlar a interface de usuário e a câmera. Obviamente, tais elementos devem desaparecer no produto final, tornando o produto efetivamente móvel.

O Sony SmartEyeglass contará com conectividades WiFi e Bluetooth de última geração, além dos sensores de movimento e posicionamento, como acelerômetro, giroscópio, bússola ou sensor de luz ambiente. Além de microfone e câmera em tamanho reduzido.

Nessa fase atual de desenvolvimento, os óculos podem trabalhar em conjunto com smartphones Android, com as notificações sendo enviadas diretamente para os nossos olhos. A Sony está trabalhando em ferramentas de desenvolvimento para terceiros, com a intenção que apareçam aplicativos produtivos no momento do seu lançamento para o grande público.

 

Via Sony

Por que 50% dos usuários perderam o interesse nos wearables?

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O TargetHD está acompanhando de perto o surgimento do segmento dos wearables, ou gadgets vestíveis. Esses dispositivos estão ganhando popularidade nos últimos anos. Foram uma das tendências da CES 2014, e muitas novidades vão aparecer na MWC 2014.

Nos dois eventos, os grandes fabricantes demonstraram claro interesse em adentrar nesse mercado. E contam com um argumento comum: o dinheiro que hoje representa, e que pode representar nos próximos anos. Para 2018, os gadgets vestíveis podem movimentar até US$ 8 bilhões.

Nenhum fabricante quer perder um negócio que pode ser tão grande quanto é o dos smartphones hoje. Porém… o que os usuários pensam? Ao que parece, eles se viram atraídos por esses dispositivos, mas perderam o interesse por eles rapidamente.

Dados sobre os usuários de wearables

Uma pesquisa da Endeavour Partners publicada recentemente, feita com mais de 6 mil norte-americanos que são usuários de gadgets Fitbit ou Nike+ Fuelband (que são gadgets que analisam o desempenho físico, o nicho de maior sucesso dos wearables até agora), mostra como se comportam esses usuários de gadgets vestíveis. Os dados mostram que:

* 50% dos usuários abandona o wearable que comprou
* 33% dos usuários abandonam o dispositivo nos primeiros seis meses após a compra

Isso mostra como os fabricantes estão no caminho errado. Simplesmente não estão aproveitando a leva de consumidores que seguem a última tendência, e simplesmente fabricam wearables sem determinar um critério claro.

O pessoal do site TechRepublic entrevistou os encarregados da pesquisa. Dan Ledger, o diretor da Endeavour Partners, declarou que os gagdets vestíveis de maior sucesso são aqueles que solucionam um modelo específico que o smartphone não é capaz de manejar.

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O que os usuários de dispositivos wearables mais reclamam?

* Os fabricantes criam produtos feios e incômodos: um wearable é um gadget vestível, e o usuário precisa se sentir tão cômodo com o seu design como o fariam com a sua roupa preferida. Os dispositivos com os designs mais simples e menos chamativos são melhores recebidos. Trabalhar com designs personalizados é algo muito complicado, levando em conta a produção em massa que utilizam os fabricantes para abater o custo final.

* É necessário obter uma utilidade: parece algo óbvio, mas muitos dos wearables disponíveis hoje não são mais que uma disculpa para entrar na tendência do mercado. Não oferecem uma boa experiência para o usuário. Os pontos de maior reclamação estão na facilidade de uso e na sincronização com o smartphone.

* Ninguém quer mais um item para ficar recarregando a bateria: a questão da bateria é complexa em dispositivos tão pequenos como esses. Mas oferecer uma bateria que dure aproximadamente uma semana de uso deveria ser um item essencial para qualquer fabricante na hora de desenvolver o seu produto.

O curioso é que seja justamente os wearables os gadgets com essa taxa de abandono tão alta, levando em conta que a categoria mais popular desses produtos (análise de desempenho esportivo) contam com plataformas próprias, onde os usuários podem compartilhar as suas rotinas e competir com os amigos. A tão mencionada “gamificação” dos exercícios, que deveria convencer as pessoas para seguir usando um produto, não evita o abandono seis meses após a compra.

Os fabricantes devem tratar esses problemas como prioridade, ou itens que precisam ser solucionados a curto prazo. Se continuarem a lançar produtos inúteis, os gadgets vestíveis podem perder o interesse dos usuários por completo, e um grande negócio para o futuro pode se perder.

Ao que parece, os consumidores devem seguir esperando por uma solução mais próxima dos seus interesses gerais.

Para mais informações, acesse: Endeavour Partners e TechRepublic

Filip: porque smartwatch também é coisa de criança

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O Filip é um relógio avançado, que conta com conectividade móvel e GPS, para auxiliar na localização em tempo real e comunicação entre pais e filhos. É resistente à água (mas não é submergível), e permite que os pais identifiquem o local onde os seus filhos estão através de um aplicativo para smartphone, que entre outros detalhes, emite alertas aos pais, caso os seus filhos saiam da zona que eles consideram como segura.

O relógio também atua como telefone, permitindo que a criança realize uma chamada para os pais ou algum dos cinco números previamente armazenados no dispositivo. Além disso, todos esses números recebem uma chamada, caso o sistema de alarme do relógio seja acionado.

O preço sugerido do Filip é de US$ 200.

 

Via Filip

Especial | Roupas inteligentes: 10 dispositivos que já estão no mercado

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Roupas inteligentes. Este é um segmento de mercado que mais cresce hoje no mundo da tecnologia. Relógios, óculos, podômetros, pulseiras… todos inteligentes, ou com uma boa dose de tecnologia integrada. E com uma variedade de fabricantes envolvidos que já é bem interessante.

Com o mercado já estabelecido, as gigantes do setor de tecnologia buscam outro nicho a ser explorado. Os primeiros a apostarem no segmento de roupas inteligentes foram os projetos financiados através de campanhas de crowdfunding, e o seu grande êxito abriu os olhos para os protagonistas do mercado, que perceberam o nível de demanda em potencial que os consumidores podem produzir diante desses novos gadgets.

Hoje, vamos listar aqui dez produtos já considerados relevantes no mundo da tecnologia vestível, e que já estão disponíveis para compra no mercado internacional.

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O dispositivo, que na primeira vista, parece um relógio, integra quatro sensores para monitorar a sua atividade cardíaca, movimento, performance e exigência da atividade física que você está praticando. Todos esses dados são recompilados, para então serem exibidos em um aplicativo que sugere conselhos e estabelece objetivos diários.

Preço: US$ 199.

 

Samsung Galaxy Gear

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Foi o que recebeu maior destaque em 2013, com o seu lançamento. O Samsung Galaxy Gear funciona como um complemento do seu smartphone Android, permitindo o gerenciamento de notificações, mensagens e chamadas. Integra uma tela Super AMOLED de 1.63 polegada, e uma câmera de 1.9 MP.

Preço: US$ 299 (ou R$ 1.299).

 

Rusty Wired

Rusty, uma marca especializada na confecção de roupas, também apostou nesse segmento, com a linha Rusty Wired, que oferece opções de peças masculinas e femininas com uma novidade: os alto-falantes integrados. Os alto-falantes são laváveis, e evitam os problemas que os outros fones podem oferecer em um uso diário.

 

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Esse pequeno podômetro se conecta ao seu smartphone via Bluetooth para exibir através de um aplicativo os dados compilados por ele (passos dados, subidas escaladas, distâncias percorridas), interpretando esses números e mostrando como tudo isso se traduz em seu organismo (calorias perdidas, capacidade física, etc).

Preço: US$ 99.

 

I’m Watch

Esse produto se auto-proclama “o verdadeiro relógio inteligente”. Ele se comunica com o seu smartphone para exibir notificações, e-mails e receber chamadas, mas também permite a instalação de aplicativos no seu próprio sistema operacional. Sua tela touch de 1.54 polegada suporta gestos que facilitam a interação com o usuário.

Preço: US$ 350.

 

Withings Pulse

Ao utilizar o Withings Pulse, o usuário terá monitorado os seus passos, elevação e distâncias percorridas, como também as calorias gastas pelo seu corpo. Oferece um “modo corrida”, para analisar a sua atividade, monitora o sono e também verifica a sua frequência cardíaca. Sincroniza os dados coletados com o seu smartphone, aplicativos web e outros dispositivos inteligentes da marca Withings.

 

Pebble

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Nascido de uma campanha de crowdfunding de muito sucesso, o Pebble é um smartwatch que conta com diferenciais interessantes: ele utiliza uma tela de tinta eletrônica, o que faz com que sua bateria dure muito mais, além de ser compatível com os sistemas Android e iOS, e conta com um dos ecossistemas de aplicativos próprios mais interessantes do mercado.

Preço: US$ 150.

 

Lark

Esta pulseira tem os típicos sensores de movimento e frequência cardíaca presentes na concorrência, mas introduz uma novidade: a de permitir controlar a sua dieta através do aplicativo para smartphone. Desse modo, o software conta com uma gama maior de informações a interpretar, para que suas sugestões de boa saúde sejam mais relevantes.

Preço: US$ 150.

 

iWallet

Este dispositivo quer se transformar no local mais seguro para o usuário guardar o seu dinheiro do que as alternativas tradicionais. O iWallet integra um leitor de digitais, que autoriza o acesso aos conteúdos. Se conecta via Bluetooth com o smartphone, e quando os dois dispositivos estão a uma determinada distância, um alarme começa a soar, prevenindo possíveis roubos.

Preço: US$ 459.

 

Lego lança linha de relógios para adultos

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A Lego sabe que tem fãs espalhados por todo o planeta, que gastam muito dinheiro com os seus produtos. Sabe também que esse consumidor em potencial está crescendo (ou já está na fase adulta da vida), e precisa diversificar os seus lançamentos para que a marca continue a ser consumida em larga escala. Por isso, eles anunciaram uma nova linha de relógios voltadas para os fãs adultos da marca. Até porque nenhuma criança vai poder pagar os valores pedidos pelos relógios.

Antes, a Lego oferecia opções de relógios infantis, que funcionavam de verdade, mas ainda eram encarados como brinquedos de montar. Agora, eles lançam relógios  de verdade, mas com a proposta visual e conceitual totalmente inspirada nos lendários blocos coloridos.

Com preços que variam entre US$ 85 e US$ 185, os novos relógios da Lego contam com a vantagem de serem customizáveis, permitindo que o usuário troque as suas pulseiras, criando diversas combinações de cores. Isso segue a tendência atual dos usuários deixarem os produtos com a sua cara e estilo, além de também acompanhar (de certo modo) a própria filosofia de customização dos brinquedos Lego.

O problema é a relação custo/benefício. Afinal de contas, mesmo que você não compre dois relógios para criar as tais combinações, as pulseiras e acessórios devem seguir a mesma “filosofia de preço” adotada no produto final. Ou seja, você tem que ser muito fã da Lego para seguir com essa proposta de deixar o seu relógio com o seu estilo. Ou encarar isso como um investimento sério.

Por enquanto, não há previsão de lançamento para o Brasil. Infelizmente.

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Via Lego, Gizmodo

Tokyoflash reveste o seu elegante relógio Kisai Maru com madeira

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A Tokyoflash sempre cria maneiras novas para chamar a nossa atenção. Dessa vez, a forma que eles conseguiram o merecido destaque aqui no blog foi relançar o relógio Kisai Maru (apresentado ao mundo em novembro de 2012) com uma nova roupagem, apostando em um belo revestimento de madeira, para atrair a atenção de todos que gostam de soluções diferentes para os acessórios.

O acessório segue oferecendo o mesmo sistema de leitura das horas – a barra inferior indica a hora, enquanto que a barra externa marca os minutos, mas o seu preço foi levemente reduzido, custando agora US$ 129. Se você quer comprovar como ele pode ficar no pulso de um ser humano, veja o vídeo a seguir.

 

Via Tokyoflash

Rumor: Samsung Galaxy Gear 2 já estaria em desenvolvimento

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A Samsung mal lançou o seu smartwatch, o Samsung Galaxy Gear, e a empresa já estaria trabalhando na segunda versão do dispositivo. Na verdade, os sul-coreanos já haviam afirmado anteriormente que o Galaxy Gear era “o primeiro de muitos relógios inteligentes” que eles lançariam. O rumor de hoje é, portanto, apenas um complemento dessa afirmação.

Segundo as fontes próximas ao assunto, o Samsung Galaxy Gear 2 já está em desenvolvimento, e algumas das suas melhorias especuladas seriam a presença de uma bateria com maior capacidade, e a inclusão de um GPS, para que o produto atue com tarefas de geolocalização de forma independente.

É cedo para dizer qualquer coisa, mas é interessante ver como a Samsung está apostando pesado no conceito de relógios inteligentes. Aliás, ela não é a única. Todos os principais fabricantes de tecnologia apostam que esse será o segmento de mercado que será o novo objeto de desejo dos usuários. Resta saber se a primeira versão do relógio da Samsung, que chega ao mercado no final do mês de setembro, será capaz de seduzir os geeks, a ponto de iniciar um novo segmento de eletrônicos de consumo.

O atual Samsung Galaxy Gear conta com uma tela de 1.63 polegada Super AMOLED (320 x 320 pixels), com um processador single-core de 800 MHz, câmera de 1.9 MP, 512 MB de RAM e 4 GB de armazenamento interno, além da conectividade Bluetooth 4.0, acelerômetro, giroscópio e bateria de 312 mAh.

Via Android Community, Techkiddy