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Apple mantém a fragmentação do iOS em níveis mínimos

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Enquanto que a fragmentação é um grande problema para o Android, a Apple lida com o problema de forma muito mais eficiente. É claro que o ecossistema de modelos e fabricantes do sistema da Google é completamente diferente, muito mais complexo e com vários fatores que complicam a vida do usuário nas atualizações dos seus dispositivos. Mesmoa assim…

Hoje, 75% dos usuários de dispositivos iOS já contam com o iOS 9 instalados nos seus equipamentos. Apenas 19% mantém o iOS 8, e 7% seguem usando as versões mais antigas (iOS 7 ou anterior). Esses 19% que ainda estão no iOS 8 devem atualizar gradualmente para o iOS 9, de modo que ainda veremos mudanças nesses números nos próximos meses, uma vez que os dispositivos são totalmente compatíveis com a nova versão.

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Por outro lado, para quem está com versões anteriores, é muito provável que eles também utilizam dispositivos mais antigos, como o iPhone 4 (por exemplo), e uma vez que tais modelos não são compatíveis com o iOS 9, as mudanças na porcentagem do iOS 8 podem não ser tão grandes.

Via GSMArena

O Android já vende mais tablets, mas… consegue dominar o mercado?

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Desde o lançamento do primeiro iPad, a Apple dominou por completo, tanto em influência quanto em número de usuários, o mercado de tablets. Diferente dos smartphones, onde a concorrência começou a ser mais intensa antes do tempo, a presença do Android nos tablets foi durante muito tempo algo desastroso: não eram vendidos muito dispositivos, mas a pior parte é que aqueles que eram vendidos não apresentavam utilidade real, uma vez que o seu software era mais voltado para os smartphones, e fora de encaixe para os tablets.

Mas o tempo passou, a Google percebeu esse problema, e com a sua linha Nexus ensinou aos demais fabricantes como vender tablets Android decentes. Com parcerias fechadas com diferentes marcas, o mercado de tablets Android finalmente deslanchou, e os números mostram isso.

Nas análises de vendas de tablets em 2013 publicadas nessa semana nas principais consultorias internacionais, é possível ter uma ideia muito clara da presença real dos tablets Android entre os consumidores. Os números refletem o oligopólio controlado pelo Android e pelo iOS, que concentram 97.9% das vendas globais do ano passado. Todos os fabricantes obtiveram melhores resultados de vendas em 2013 do que em 2012, mas o aumento do Android no segmento tablet é algo brutal.

As estatísticas falam por si: em 2012, foram vendidos 53 milhões de tablets Android; em 2013, 121 milhões. Um aumento de nada menos que 128%.

Mas… por que a Apple continua dominando o mercado de tablets?

Dominar um mercado é algo que vai além das vendas. O iPad continua sendo o tablet mais influente e o mais relevante. Se as vendas dos tablets Android são maiores, os dispositivos e os fabricantes que se dividem nessa porcentagem fazem com que sua relevância não seja a mesma.

Ao dividir as vendas por fabricantes, a Apple segue líder no mercado, com 70 milhões de unidades vendidas, seguida pela Samsung, com 37 milhões. Uma enorme quantidade de vendas de tablets são de fabricantes com porcentagens menores do mercado. Nesse grupo, podemos encontrar qualquer coisa: opções decentes de empresas não tão relevantes, e também os populares “tablet chineses”, com preços muito econômicos obtém vendas massivas, mas com sua usabilidade quase inexistente (são praticamente smartphones de entrada com telas gigantes e de baixa qualidade).

O mercado do Android também está fragmentado no software, não apenas pela variedade de versões que convivem no mercado, mas também porque a Amazon, com 9 milhões de unidades vendidas dos seus tablets Kindle, utilizam uma versão modificada do Android, que pouco compartilha com os demais modelos, e não sendo compatível com o ecossistema de aplicativos da Google Play.

Mas além das estatísticas, se levarmos em conta fabricantes ou sistema operacional utilizado, fica claro que a Apple continua sendo a empresa dominante do mercado de tablets. Diferente dos smartphones, onde a inovação proposta pela Samsung, Google, HTC e Motorola é realmente muito mais interessante, com produtos muito superiores ao iPhone, nos tablets, a experiência do iPad continua a ser superior.

O Android pode reverter esse quadro?

Com certeza. Nesse caso, a Google precisa aprender com as boas decisões da Apple. Um ecossistema que oferece bons aplicativos aos usuários e grandes opções para consumir conteúdos de todos os tipos, principalmente filmes, séries e jogos, que são os itens mais populares entre os usuários desse tipo de produto.

Jelly Bean alcança os 59% de mercado Android, enquanto que o KitKat cresce lentamente

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E 2014 começa com mais um balanço da Google em relação ao seu repertório de versões do Android no mercado (processo este mundialmente conhecido como fragmentação). E os números não mostram muitas surpresas, revelando que a versão Jelly Bean segue dominante, enquanto que o KitKat custa a crescer no mercado.

A mais nova versão do Android alcançou a marca de 1,4% da base instalada. É muito pouco, levando em consideração que ele já possui três meses no mercado (apenas para comparar: o principal rival do Android, o iOS, tem já uma base de usuários superior a 60% na sua última versão, o iOS 7).

Já a penúltima versão, a Jelly Bean, alcançou a marca de 59,1% dos usuários, sendo esta agora a versão com maior presença a participação. Um dos motivos para isso acontecer é justamente a limitação do crescimento do KitKat apenas em dispositivos que o suportam, sem falar no fato que ainda precisa chegar o momento onde não só os modelos da linha Nexus e os smartphones da Motorola serão compatíveis com a versão para a atualização, sem se limitar aos últimos modelos lançados.

Porém, o pessoal de Mountain View pode comemorar com alguma coisa. As versões mais antigas do Android seguem perdendo cota de mercado, apesar de ainda haver uma resistência por parte do Gingerbread, que segue presente em significativos 21,2% dos dispositivos Android no mercado.

Via developer.android.com

Jelly Bean próximo de alcançar os 50% de todos os dispositivos Android

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De uma forma estranha (mas da sua maneira), a Google vai derrotando o monstro que eles mesmos criaram, chamado Android Gingerbread. Com o Android 4.4 KitKat prestes a ser lançado, o último relatório mensal que mostra o nível de penetração das versões do sistema operacional entre os dispositivos mostra que o Android Jelly Bean se consolidou na liderança, e já está presente em quase a metade de todos os dispositivos Android ativos no planeta.

Para ser mais preciso, o Android Jelly Bean (4.1.x, 4.2.x e 4.3) está presente em 48.6% de todos os dispositivos ativos no final do mês de setembro. Porém, a versão mais recente – a 4.3 – está presente em apenas 1.5% dos dispositivos. Ou seja, a Google não consegue mesmo resolver o problema da fragmentação do Android, não importa o que aconteça. Sim, pois enquanto que nas demais versões a culpa recai sobre os fabricantes (que não querem atualizar dispositivos que já estão com algum tempo no mercado), nesse caso, o Android 4.3 ficou por meses exclusivo nos dispositivos da linha Nexus, e só agora os demais fabricantes começam a receber o novo software.

E isso, porque o Android 4.4 KitKat tem tudo para ser lançado ainda nesse mês de outubro. Logo, esse quadro de fragmentação ainda vai piorar.

Falando das demais versões, a 4.0.x Ice Cream Sandwich ainda conta com 20.6% do mercado Android, a Honeycomb sobrevive de forma quase absurda, com apenas 0.1% do mercado, a versão 2.3.x Gingerbread continua sendo uma pedra no sapato da Google, com 28.5%, e de forma mais absurda ainda (mais que a Honeycomb com certeza), a versão 2.2 Froyo ainda conta com 2.2% dos dispositivos ativos do mercado. E esse último tem um culpado: os fabricantes “alternativos”, que lançam os smartphones Android “xing-ling”, com um hardware de baixa qualidade, e com um sistema defasado para dar conta de tudo.

E eu inicio a campanha “por um mundo sem Android Froyo e Android Honeycomb, pelo menos” (se eu pudesse, o Gingerbread também desaparecia rapidinho, mas essa é uma missão praticamente impossível a essa altura do campeonato).

Via developer.android.com

Governo dos Estados Unidos está preocupado com a vulnerabilidade do Android para malwares

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Receber críticas do Governo dos Estados Unidos é uma das piores formas de receber uma propaganda negativa para qualquer segmento tecnológico. Para os sistemas operacionais móveis, então… nem se fala. Pois bem, o Departamento de Segurança Nacional norte-americano demonstrou a sua clara preocupação sobre a segurança do sistema da Google, com a fragmentação e a popularidade como principais culpados.

Um recente estudo revelou que 79% dos ataques com softwares maliciosos em dispositivos móveis acontecem em dispositivos com o sistema Android. É uma porcentagem consideravelmente alta, principalmente se levarmos em conta que o seu principal concorrente, o iOS, só recebe 0.7% desse bolo indigesto. Essa diferença tão absurda nas estatísticas se explica pelo fato de muitos dispositivos com o sistema da Google ainda contarem com uma versão antiga do Android, que não são capazes de suportar as versões atualizadas do sistema.

Sem falar que, hoje, os tempos são outros. Hoje, os desenvolvedores de malwares estão em maior número e mais sofisticados no desenvolvimento de ameaças virtuais. Exemplo: o Symbian, finado sistema operacional da Nokia, quando estava no seu auge, contava com 19% de ataques maliciosos documentados. Por outro lado, o Symbian nunca alcançou os números de popularidade do Android (que hoje é de 80% de participação no mercado mobile mundial), e isso é uma faca de dois gumes para o robozinho verde.

Afinal de contas, ser o mais popular significa ter, ao mesmo tempo, uma participação de mercado muito atraente para os desenvolvedores e anunciantes, e um alvo muito mais tentador para os hackers.

Por fim, a maioria dos ataques documentados tem em sua origem o serviço de mensagens de texto, que podem instalar aplicativos ou softwares espiões em novos dispositivos. A Apple conta aqui com uma vantagem de limitar a sua tecnologia, deixando ela menos versátil, porém, mais efetivo na defesa contra ataques externos.

De fato, o governo dos Estados Unidos já tinha afirmado que o iOS era um sistema mais confiável para seus objetivos específicos, e aconselha aos usuários que façam atualizações constantes nos seus dispositivos Android. Agora, em tempos onde palavras como “privacidade”, “segurança dos dados” e “vazamento de dados” são pautas constantes da administração de Barack Obama, não é surpresa essa repentina preocupação com o Android. Muito menos para os usuários, que já sabem disso a algum tempo.

Via Gadgetos

Novos números do Android: 40% de Jelly Bean, e Google Play superando Apple App Store em downloads

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A palavra “fragmentação” é proibida na Googleplex, e todos os esforços são voltados para acabar com ela de vez. E, pelo visto, esses esforços estão dando frutos. A versão Jelly Bean do Android segue a passos largos para se tornar a hegemônica da plataforma da Google, já contando com 40.5% de cota de mercado, somando todos os seus segmentos.

Dentro do Jelly Bean, 34% dos dispositivos ativos já contam com a versão Android 4.1. Já a versão Android 4.2 e 4.3, somadas, contam com apenas 6.5%, mas ajudam a ampliar a vantagem que a versão possui em relação ao Android 2.3 Gingerbread, que hoje conta com 33.1% dos dispositivos ativos.

O problema todo está nas versões menos populares, que somadas, resultam em 22.5% de dispositivos ativos, o que é um número considerado elevado. Ou seja, tem muito aparelho ativo com as versões 2.2 Froyo, 2.1 Eclair e 4.0.x Ice Cream Sandwich. Somadas, elas ocupam a terceira posição.

Já as versões Honeycomb e Donut estão praticamente mortas. cada uma ocupa apenas 0.1% de cota de mercado. Me pergunto quem ainda tem dispositivos com essas versões (acho que nem mesmo o pessoal que usa os tablets da linha Xoom utilizam o Honeycomb).

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A segunda notícia reforça a teoria que o Android está cada vez mais ganhando terreno em relação ao iOS no mercado mobile, primeiro nas vendas de dispositivos, e agora, nos downloads de aplicativos. Porém, a Google precisa seguir trabalhando para ganhar a confiança dos desenvolvedores.

Os resultados do relatório publicado pela App Annie, uma empresa de estudo de mercado, mostram que o volume de aplicativos baixados através da plataforma da Google foi maior no segundo trimestre de 2013 do que na loja de aplicativos da Apple. Para ser mais preciso, a Google Play teve pelo menos 10% a mais de downloads do que a Apple App Store no período.

Porém, isso não quer dizer que a loja do Android gerou mais lucros. A Apple lucrou com a App Store pelo menos 2.3 vezes a mais do que a Google Play.

Com esses resultados, fica muito claro por que muitos desenvolvedores seguem apostando de forma prioritária no iOS (mesmo tendo que sofrer com a política de publicação quase ditatorial da Apple). Afinal de contas, dinheiro chama dinheiro, não é mesmo?

Via develper.android.com, The Guardian, App Annie

Jelly Bean ultrapassa o Gingerbread em número de dispositivos ativos do Android (finalmente)

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A fragmentação nunca deixará de ser um problema para os desenvolvedores de apps do Android (ou qualquer outro sistema operacional, se pararmos para pensar friamente), mas os grandes estúdios ou criadores independentes de aplicativos para o sistema móvel da Google podem dormir hoje um pouco mais tranquilos, sabendo que poderão centrar ainda mais os seus esforços na versão Jelly Bean.

Pela primeira vez, a versão Jelly Bean superou em número de dispositivos ativos a versão Gingerbread, depois de fazer o mesmo com a versão Ice Cream Sandwich. As últimas estatísticas de uso da Google, baseadas no volume de visitas à Play Store durante as últimas duas semanas, mostram que o Android 4.1.x obteve uma cota combinada de 37.9%, superando dessa forma as visitas dos dispositivos Android 2.3.x, que ficaram com 34.1%.

Ainda que tecnicamente o maior volume de acesso à loja de aplicativos do Google não é uma metodologia de medição perfeita (com certeza os proprietários de dispositivos Android muito antigos acessam com menor frequência a Play Store), os valores oficiais posicionam finalmente a versão Jelly Bean como a mais popular entre todos os dispositivos (disponíveis para compra, do passado e do presente).

Do outro lado da corda, temos a versão 1.5 Donut e seus usuários (também conhecidos como “a resistência”), que são representados em míseros 0.1%. Mas que mandam uma mensagem ao mundo: “não precisamos ter um dispositivo de última geração para realizar as tarefas mais básicas, e somos felizes dessa forma”.

OK. Recado dado.

Via developers.android.com, The Next Web

Apple mostra como é a fragmentação do iOS, para ilustrar a diferença com o Android

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Você bem sabe como a guerra entre os sistemas operacionais móveis está efervescente, e como o papel dos desenvolvedores acaba sendo fundamental. Quanto mais pessoas envolvidas na criação de aplicativos, mais nutrido fica o ecossistema, e por consequência, mais atraente essa plataforma é para os usuários.

Dito isso, não sei se você se lembra, mas o CEO da Apple, Tim Cook, apresentou durante o evento de abertura da WWDC 2013 um gráfico de fragmentação por plataformas, dando mais uma vês a ênfase de como isso apresenta uma grande desvantagem para o Android. Mais: apresentou um gráfico mostrando qual é o nível de fragmentação do iOS, mostrando que o sistema móvel da Apple tem uma posição muto bem definida em relação aos usuários: quase todo mundo usa a mesma coisa.

O iOS segue sendo um sistema operacional mais coeso em relação às versões, e a Apple quer seguir com esse tema até que o mesmo se esgote, apresentando os tais gráficos com os dados relativos aos dois sistemas (iOS e Android). 93% dos usuários do iOS já atualizaram os seus dispositivos para o iOS 6, que é a versão mais recente do sistema. Apenas 6% ainda estão com a versão iOS 5, e o 1% restante conta com dispositivos com o iOS 4 ou inferior.

Porém, o bullying da Apple está no simples fato deles apresentarem o contraponto disso, com os dados da distribuição do Android entre suas versões. Bela cutucada, galera de Cupertino! Veremos em breve como será que o pessoal de Mountain View vai responder essa provocação.

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Número de dispositivos rodando o Android Jelly Bean dobrou em um mês, mas Gingerbread ainda é dominante

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Fragmentação. Uma palavra que ainda causa arrepios pelos corredores do Google, e dores de cabeça entre os usuários Android, tanto para quem já tem um dispositivo quanto para quem pretende ter. É impossível falar do sistema operacional do robozinho verde sem falar no seu fatiamento de distribuições, algo que acontece desde sempre, e normalmente é provocado pelo desencontro de um dispositivo mais velho com as exigências da nova versão do sistema operacional.

De qualquer forma, o Google se esforça para mostrar o tempo todo que esse quadro está mudando, ou que ao menos o mercado está se expandindo em direção à mais recente versão aos poucos (mesmo que esse “aos poucos” represente uma velocidade bem mais lenta do que aquela que o próprio Google queria). No seu último relatório mensal sobre a participação das versões do Android em seus dispositivos, podemos observar que a versão 4.1 (Jelly Bean) dobrou a sua participação de mercado em relação ao mês passado, saindo de 2.7% para 6.7%.

Por outro lado (e essa é uma péssima notícia para o Google), a versão 2.3 (Gingerbread) do Android continua sendo a mais participativa entre os dispositivos ativos, com 50,8%. O lado positivo disso é que, no mês passado, essa vantagem do Gingerbread era de 54.2%. Outra versão que obteve ganho de mercado foi a 4.0 (Ice Cream Sandwich), que no mês passado contava com 25.8%, e agora, possui 27.5% de mercado.

Os principais responsáveis por esse cenário fatiado são o próprio Google, que lá atrás lançava mais de uma versão do Android por ano, e dos fabricantes, que não trabalham de forma adequada na atualização dos dispositivos existentes, e em muitos casos, ainda lançam dispositivos de entrada, com um hardware limitado, e com versões do Android mais antigas (mais especificamente o Gingerbread), mantendo assim a conta dessa versão elevada.

É inegável que o Android é líder absoluto do mercado mobile, mas o seu principal problema em relação aos seus concorrentes diretos está na dificuldade em oferecer a mesma experiência de usuário para todos. Isso é algo que o iOS, BlackBerry ou o Windows Phone lidam com menor escala, e possuem um maior controle nesse aspecto.

Via BGR.com

A fragmentação do Android continua: apenas 2.7% dos dispositivos contam com o Jelly Bean

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A fragmentação no Android é um fato inegável, além de ser a origem da maioria das críticas que o sistema operacional recebe. A adoção de novas versões do sistema acontece em um ritmo muito lento, e o resultado disso são as grandes diferenças entre os diferentes smartphones disponíveis no mercado. Não me entendam mal. Eu acho o Android um sistema incrível, mas é frustrante você ter que utilizar como critério de compra a difícil escolha entre um modelo que conta ou não com uma versão mais recente do sistema, ou pior: se o dispositivo a ser adquirido será ou não atualizado para a mais recente versão do Android.

E, ao que tudo indica, o cenário não vai mudar tão cedo. Se olharmos para os dados da última análise de distribuição do sistema Android realizada pelo pessoal da Android Developpers, vamos nos certificar que a versão 2.3 (Gingerbread) está hoje presente em mais da metade dos dispositivos ativos no planeta. Mais precisamente, em 54.2% dos smartphones e tables Android comercializados, sendo esta a versão mais usada do Android (nesse caso, a mais usada não quer dizer que é a mais popular, mesmo porque em muitos casos, o usuário não tem muita opção para escolher). É um número muito elevado, principalmente se levarmos em conta que o Android Gingerbread já tem dois anos de vida.

Por outro lado, o Android 2.2 (Foryo) tem uma cota de 12%, enquanto que a versão 4.0 (Ice Cream Sandwich) está na faixa dos 25.8%. Aqui, temos uma notícia boa e outra, ruim. A boa é que o Android Froyo segue em rota de extinção. A ruim (aliás, muito ruim) é que o Android Ice Cream Sandwich, com mais de um ano de mercado, possui apenas 1/4 de todo o mercado Android. E isso acaba impactando diretamente na penetração do Android 4.1 (Jelly Bean), que conta com apenas 2.7% do mercado total do Android.

O estudo também revela que o crescimento do Android Ice Cream Sandwich ainda é muito baixo, com uma média de 2.1% em comparação com os dados da pesquisa anterior. No caso do Jelly Bean, o crescimento é mais fraco ainda: 0.9%. Por outro lado, temos um dado positivo: a cota de mercado do Gingerbread começa a cair, mesmo que lentamente, com uma descendente de 1.6% ao mês.

Os números evidenciam algumas coisas. A primeira delas é que não há muito esforço por parte dos fabricantes em atualizar os dispositivos atuais para as novas versões do Android. Afinal de contas, é mais lucrativo fazerem os usuários comprarem os novos dispositivos com a versão mais atualizada do sistema do Google. Essa prática incomoda, pois é evidente que boa parte dos smartphones disponíveis no mercado suportam pelo menos um ciclo de atualização para uma nova versão, e em muitos casos, isso não é feito por “falta de vontade política” dos fabricantes (o Cyanogenmod está aí, e não me deixa mentir).

Por outro lado, em mercados considerados chave para o sucesso do Android (principalmente nos mercados emergentes, especialmente no Brasil), os dispositivos com Android Gingerbread ainda custam muito mais baratos que os modelos mais atualizados e/ou com novas versões do sistema do Google. E enquanto existir mercado para esses dispositivos, eles serão lançados. Afinal de contas, ainda tem gente comprando, não é mesmo?

Com o lançamento do Android 4.2 (Jelly Bean), a promessa do Google é oferecer dispositivos mais baratos (se levarmos em conta as suas configurações de hardware, como é o caso do LG Nexus 4) e melhorar a distribuição de suas últimas versões. É sempre bom lembrar que para o próprio Google, o que importa também é ter o seu número de pessoas utilizando o seu sistema inflando a cada mês, pois é isso que está agregando valor de mercado ao Android. E quanto mais pessoas utilizando o sistema do robozinho verde, mais aplicativos são comercializados na Google Play, gerando assim a tão sonhada receita comercial.

Esse é um dos problemas que a Apple não enfrenta. Com um controle de software e hardware bem mais rígidos, eles fazem com que todos os dispositivos que suportam a nova versão do iOS sejam atualizados ao mesmo tempo, no mesmo dia. Isso é, se os servidores da Apple aguentarem a demanda, certo?

2012 ainda é o ano do Android Gingerbread (infelizmente)

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Eu adoro o Android! Diferente de muitos “entendidos” (que só sabem usar o iOS), eu acho o sistema operacional móvel do Google incrível, cheio de possibilidades e altamente customizável. E que fique claro: nada disso me faz desgostar do iOS, diferente de algumas pessoas com ânimos mais exaltados (e com menor senso de discernimento). Porém, uma coisa eu tenho que admitir, e o Google também precisa entender isso: o Gingerbread ainda é a versão dominante no mundo Android, e ao que tudo indica, esse quadro está longe de ser mudado. Infelizmente.

O Google apresentou na semana passada os números atualizados de como está a distribuição das versões do Android nos dispositivos do mercado. Saber que o Android 4.0 (Ice Cream Sandwich) tem apenas 20% do mercado, e que o Android 4.1 (Jelly Bean) tem uma expansão mínima é, ao meu ver, uma péssima notícia. O Android 2.3 Gingerbread ainda é o sistema dominante do seu universo, e isso acontece desde dezembro de 2010. Ou seja, são 21 meses de liderança, e contando. E ele começa a ser um grande problema para o Google e seus parceiros.

Nesse aspecto, os principais concorrentes… desculpa, a principal concorrente – nesse caso, a Apple… enfim, ela faz o serviço direito. Bem ou mal, todos recebem a atualização do seu sistema operacional móvel no mesmo dia (tá, nem todos, pois os servidores da Apple não aguentam o tranco), e todos acabam tendo as novidades oferecidas pela nova versão do sistema em conjunto. Tudo bem, você pode até dizer “mas a Apple tem apenas um smartphone e um tablet; já o Android precisa oferecer updates para centenas de dispositivos”. Eu sei disso. Mas, vale lembrar que o iOS 6 estará disponível (em diferentes níveis e disponibilidades de recursos) para os modelos 3GS, 4, 4S e iPod Touch. Ou seja, são quatro produtos com características diferentes. E isso dá um certo trabalho. Afinal, são mais de 250 milhões de iPhones ativos no mundo, desde a primeira versão. Logo, tire uma boa porcentagem dos modelos compatíveis com a atualização.

Voltando a falar do Android Gingerbread. O Google ativa 1.3 milhão de dispositivos ao redor do planeta. Desses, a grande maioria contam com o Gingerbread, e a velocidade com que eles são ofertados no mercado é um verdadeiro problema para o Google. Para você ter uma ideia, segundo um estudo feito pela empresa Sauve, a velocidade com que os dispositivos com Gingerbread chegam ao mercado é 14 vezes maior que os produtos com Ice Cream Sandwich. E olha que o ICS nem é mais a mais recente versão do Android.

Outro indício que o Google tem problemas em distribuir as suas novas versões de seu sistema móvel é que, depois de quatro meses do seu lançamento oficial, o Android Ice Cream Sandwich estava disponível apenas em 1% de todos os smartphones Android. Tudo bem, hoje são 21% dos dispositivos. Mas… quanto tempo levou para chegar nesse número mesmo? O Jelly Bean segue o mesmo ritmo lento de expansão: lançado em junho de 2012, o Android 4.1 está presente em apenas 1% do mercado de dispositivos do robozinho verde.

Fato é que o Google precisa tomar providências mais enérgicas contra isso. Tudo bem, se não dá para impedir os fabricantes de lançar produtos com a versão Ice Cream Sandwich, que ao menos incentive esses mesmos fabricantes a desenvolverem produtos compatíveis com essa versão (pelo menos essa; o ideal seria já os modelos com Android Jelly Bean). O Google reduziu a janela de lançamentos de novas versões do Android para um grande update por ano, mas isso não foi incentivo para os fabricantes apostarem em produtos com as novas versões do sistema.

Pelo contrário. Com o mundo em crise, os fabricantes estão apostando de forma mais convicta nos smartphones de entrada, buscando os mercados cujos usuários preferem modelos mais simples, com preço menor e recursos como chips dual SIM, para reforçar a proposta de economia. Com isso, apenas os smartphones de linha média ou alta recebem as versões Ice Cream Sandwich e Jelly Bean, deixando essa expansão mais lenta que o desejado.

E o pior de tudo: 99% dos usuários atuais do Android estão usando uma versão do sistema do Google que não suportam os novos recursos do sistema, como o Google Now, o suporte à buscas por voz, e as melhorias de performance previstas no “Project Butter”. E tenho certeza que o pessoal de Mountain View não estão gostando nada disso.

Ice Cream Sandwich alcanca os 7.1% da base de usuários Android

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Ok, eu sei. Chega a ser agoniante ver a lenta evolução do Ice Cream Sandwich para muitos usuários que desejam ver o sistema em seus dispositivos móveis, mas o certo é que a plataforma continua com o seu lento avanço.

Segundo os próprios números do Google através do hub de desenvolvedores do Android, o Ice Cream Sandwich alcançou os 7.1% de usuários de smartphones e tablets do sistema, o que é um aumento até considerável, se pensarmos que no mês passado esse número era de 4.9%. Mas o fato é que a situação atual da plataforma não mudou muito: o Gingerbread segue aumentando sua participação, com 65%, e a fragmentação do sistema aumentou de um mês para cá, com a queda das versões Eclair e Froyo. Abaixo, quadro detalhado de como anda a participação das versões do Android.

Via developer.android.com

Android será atualizado anualmente no futuro

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A Google atualizou as estatísticas oficiais das diferentes versões de Android espalhadas pelo mundo. E os resultados mostram que as verões 1.5 e 1.6 ainda são a maioria nos aparelhos ativos. Segundo Andy Rubin, tantas versões foram necessárias para se chegar a um sistema estável, robusto e potente. Tecnicamente, isso foi alcançado na versão FroYo do Android. Com isso, a partir de agora, estas atualizações chegarão com um intervalo de tempo muito maior, em períodos quase que anuais, permitindo aos desenvolvedores ter uma maior tranquilidade na hora de desenvolver aplicativos para este sistema. Com esta premissa, as chances de verem a próxima versão do Android apenas em 2011 são enormes.

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Google diz que a fragmentação do Android não tem nenhum significado

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Dan Morrill, gerente de código aberto e compatibilidade da Google, disse em blog oficial que o termo “fragmentação” não significa nada e é inútil. Explica que as “histórias de fragmentação” são dramas usados por blogs para trazer tráfego, e que tem pouco a ver com a realidade. Parece que a Google não quer entender que, se por um lado, ter o seu sistema em vários produtos de vários fabricantes é bom para popularizar o sistema, várias versões desse sistema pode facilmente confundir o público consumidor.

Eles defendem o seu ponto de vista alegando que são os desenvolvedores que controlam a compatibilidade dos aplicativos com as versões do SO. Pra completar, em entrevista ao jornal San Jose Mercury News, Andy Rubin, chefe da divisão Android, informa que as próximas atualizações chegarão um pouco mais espaçadas do que foram feitas até então. Nos últimos 19 meses eles atualizaram o Android 6 meses, mas, de agora em diante, farão duas, ou até mesmo uma atualização por ano, para facilitar a vida dos desenvolvedores.

Fonte
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