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Primeiros smartphones da nova Nokia chegam no final de 2016

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Nokia Lumia 800

O NokiaPowerUser informa que, de forma quase surpreendente, os primeiros smartpones da nova Nokia chegarão ao mercado ainda no final de 2016, com um possível atraso para o primeiro trimestre de 2017.

A fonte do veículo é um dos diretores da nova empresa, que observa que o atraso pode ou não acontecer dependendo dos períodos de testes e desenvolvimento dos novos produtos.

HMD e Foxconn trabalhando juntas pela nova Nokia

Ainda que os novos smartphones ou tablets sigam se chamando Nokia, pouco vai restar da fabricante finlandesa que conquistou milhões de fãs ao redor do mundo.

Sem fábricas próprias e com equipe de marketing desmantelada, a HMD será a responsável pela reestreia da marca. Essa empresa foi criada especialmente para essa missão, e conta com alguns diretores da Nokia.

A sede da empresa segue na Finlândia, e de lá vai gerenciar todo o processo de design, desenvolvimento em marketing.

A fabricação dos dispositivos fica por conta da FIH, uma subsidiária da Foxconn. Ou seja, podemos ver um Designed in Finland junto com um Made in China.

Por enquanto, todos estão na espera da volta da Nokia. A notícia que isso pode acontecer ainda em 2016 surpreende, mas não causa estranheza.

Com o cenário mobile do jeito que está, o quanto antes a marca voltar, melhor. Senão, fica sem espaço.

 

Via NokiaPowerUser

Foxconn ‘contrata’ 60 mil robôs para suas fábricas

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Várias fontes indicam que a Foxconn substituiu o posto de 60 mil trabalhadores por máquinas.

A decisão é polêmica, já que se por um lado o fabricante vai acelerar os trabalhos de produção, os robôs vão reduzir o número de funcionários de 110 mil para 50 mil, reduzindo custos laborais e deixando muita gente desempregada. A Foxconn confirmou a decisão de automação grande parte de suas operações de fabricação para a BBC, mas negou que a nova linha de montagem implique em menos postos de trabalho.

A empresa afirma que as máquinas só vão substituir as tarefas repetitivas dos funcionários, permitindo que os mesmos se centrem as partes mais valiosas do processo de fabricação, como por exemplo I+D e o controle de qualidade.

Por outro lado, 35 empresas taiwanesas (Foxconn inclusve) gastaram aproximadamente US$ 609 milhões em 2015 em inteligência artificial, com o objetivo de automatizar no futuro toda a cadeia de produção. A pior parte é que o relatório da Associação para o Trabalho Justo realizado em 2012, feito depois de revisar as condições de trabalho na Foxconn (abaixo do legal), serviu apenas para orientar a reestruturação dessa forma.

Moral da história: menos emprego para os humanos, e mais máquinas para agilizar e baratear os custos de produção.

Esse é o futuro que nos espera?

Via BBCSouth China Morning Post

Microsoft repassa uso da marca Nokia para a Foxconn, por US$ 350 milhões

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A Microsoft vai vender a sua divisão responsável pela produção dos seus celulares mais básicos para a FIH Mobile, empresa que pertence à Foxconn, pelo valor de US$ 350 milhões. O acordo prevê o repasse dos direitos de uso da marca Nokia, mas não inclui os dispositivos Lumia.

Se tudo sair como previsto, o negócio é fechado na segunda metade de 2016. Mais de 4.500 funcionários passarão a ter novos chefes, e o uso da marca Nokia, o software para esses pequenos telefones, os serviços relacionados e os contratos ativos com fornecedores de componentes migram para a empresa asiática.

 

Nokia seguirá viva com a Foxconn

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Inicialmente, pode ser um pouco difícil entender esse movimento. Poderíamos pensar que a marca Nokia é muito forte na Ásia, e esta seria uma tentativa de revitalizá-la por lá. Mas a nova Nokia decidiu que eles devem iniciar uma nova fase dentro do mercado mobile, pelas mãos da Foxconn.

O acordo estratégico entre Foxconn e Nokia Technologies resulta na criação de uma nova empresa, a HMD, com sede na Finlândia. Nela, serão criados feature phones, smartphones e tablets durante os próximos 10 anos, onde a Nokia espera obter receita com as licenças de utilização de sua marca.

A HMD terá Arto Nummela como seu CEO. Ele era o chefe da divisão móvel da Microsoft na Ásia, África e oriente médio, e também responsável no segmento de feature phones. A empresa tem previsto um investimento de US$ 500 milhões nos próximos três anos para revitalizar a imagem da marca Nokia.

Os feature phones contam com futuro incerto, ou ao menos é isso o que a Microsoft dá a entender, quando praticamente pausou todos os projetos dentro dessa categoria. Nem os celulares Asha, nem os modelos Serie 40, nem mesmo uma linha mais inteligente, como o Nokia X (com Android) tiveram muito apelo junto aos executivos da gigante de Redmond. Não tivemos muitos telefones novos nos últimos anos, muito menos uma evolução nos seus sistemas e softwares.

Não faz muito tempo que os feature phones ainda funcionavam bem nas vendas em mercados como o da Índia, mas cada vez esses dispositivos contam com menor presença em cotas de mercado e resultados financeiros.

A Microsoft aproveita a oportunidade para informar que o Windows 10 Mobile segue vivo e em desenvolvimento, e prometeu lançar novos smartphones Lumia. Destaca também as parcerias com empresas como Acer, Alcatel, HP, Trinity e VAIO, que seguem dando vida para essa plataforma.

O próximo movimento importante que a Microsoft pode dar é o lançamento do Surface Phone. A empresa já mostrou com o Surface Book que é capaz de fazer um hardware excelente, chamando a atenção dos usuários, dos parceiros comerciais e dos fabricantes de gadgets. Logo, por que não um smartphone?

Via The VergeMicrosoft

Rumor: Microsoft pode vender a Nokia para a Foxconn

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O site chinês VTech garante que a Microsoft planeja vender os seus ativos da Nokia para a Foxconn, reduzindo assim em 50% a força laboral de sua divisão de smartphones.

Todo mundo sabe que o Windows Mobile está mal das pernas, e a debilidade da Microsoft no segmento mobile é algo explícito. Não ter nem 2% do mercado global e as previsões reforçarem o movimento de queda, levando em conta o potencial da gigante do software que domina 90% do mercado de desktops seriam motivos mais do que suficientes para a empresa simplesmente jogar a toalha.

Por isso, essa informação, que nesse momento não passa de um simples rumor, está em sintonia com especulações anteriores, que falam de um cancelamento progressivo da fabricação de smartphones Lumia. Não há novos modelos previstos para 2016, e parece que a estratégia da Microsoft aponta para outras finalidades.

A venda da Nokia para a Foxconn teria como primeiro objetivo recuperar parceiros para o Windows 10 Mobile. A Foxconn poderia comercializar dispositivos com a marca até 2024, quando se encarra o acordo de venda dos ativos da Nokia para a Microsoft.

Outro objetivo seria o Surface Phone. A fábrica restante da redução citada um pouco antes (adicionando às 18 mil demissões realizadas desde o momento da compra da Nokia) se integraria no grupo do Surface para trabalhar em três variantes da série de consumo, empresas e entusiastas. A Microsoft se centraria completamente neles, e seriam os únicos smartphones a serem comercializados no futuro. Tal e como ocorre com os tablets Surface, esse smartphone não teria como objetivo final alcançar vendas massivas, mas sim ser uma referência para os demais fabricantes, mostrando todas as possibilidades do Windows 10.

Lembrando: não há notas oficiais por parte da Microsoft, exceto o compromisso de desenvolvimento constante do Windows 10 Mobile. Por enquanto, vivemos na zona dos rumores. Mas quem sabe já temos um fundo de verdade aparecendo.

Apple pode abandonar as telas LCD em favor das telas AMOLED

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Várias fontes afirmaram que a Apple seria muito beneficiada com a compra da Sharp por parte da Foxconn. O movimento ajudaria a gigante de Cupertino a reduzir a sua dependência da Samsung no fornecimento de telas. Agora, sabemos que a Sharp estaria preparando três linhas de produção para fabricar 9.85 milhões de telas AMOLED de 5.5 polegadas por mês.

Todos os prognósticos indicam que a quantidade de telas AMOLED vai aumentar com o passar dos anos, e a Sharp se prepara para esses momento, com o objetivo de alcançar uma cota de mercado de telas AMOLED de até 1.1% em 2018, 6.2% em 2020, 10% em 2023 e 13.2% em 2025. E a Apple pode ser parte muito importante para o crescimento desses números.

Hoje, o Apple Watch é o único dispositivo da Apple que utiliza tela OLED, porém, é esperado que tudo mude em 2018, ano em que a empresa apostaria nas telas AMOLED nos iPhones. É de se supor que essa mudança vai chegar aos iPads, mas ainda precisamos ver como estará o mercado de tablets no futuro.

Também há outro fator que pode animar a Apple a realizar a mudança: a produção de telas AMOLED é mais barata que nas telas de LCD. Durante o primeiro trimestre de 2016, a produção de telas AMOLED e LCD tiveram seus preços reduzidos para US$ 14.3 e US$ 14.6 respectivamente, baseando-se no custo de produção de um smartphone Full HD de 5 polegadas.

Via PhoneArena

Xiaomi Mi5 pode ter produção pela Foxconn ampliada, por conta de elevada demanda

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Parece que o lançamento do Xiaomi Mi5 foi um sucesso na China, ao ponto da produção de smartphones para o lançamento ser inferior à demanda. Por conta disso, foi solicitado à Foxconn aumentar a produção do dispositivo.

Foram recebidas 17 milhões de reservas antes da primeira venda relâmpago, uma das táticas de marketing favoritas dos fabricantes asiáticos. A venda aconteceu no dia 1 de março, e as unidades disponíveis se esgotaram em poucos minutos. Apesar da Xiaomi ter se esforçado em colocar unidades suficientes para venda, muitos terão que esperar meses para adquirir seus smartphones.

A Xiaomi preparou aproximadamente 4 milhões de unidades do Xiaomi Mi5, muito abaixo das 17 milhões de unidades reservadas. Estima-se que todas as reservas poderão ser atendidas nos meses de abril e/ou maio. A próxima venda relâmpago desse smartphone acontece no dia 8 de março (terça-feira), com provavelmente menos unidades a venda do que na primeira leva.

Por enquanto o Xiaomi Mi5 está disponível apenas na China, mas a empresa espera que este seja o primeiro dos seus smartphones a ser vendido nos Estados Unidos.

Via PhoneArena

Foxconn compra dois terços da Sharp (a Apple curtiu isso)

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A Foxconn comprará dois terços dos ativos da Sharp por US$ 5.8 bilhões. A informação foi confirmada pela própria empresa japonesa e, desse modo, os taiwaneses passam a ter 65.9% do controle da fabricante de telas.

Esta é a maior aquisição de uma empresa de tecnologia japonesa realizada por uma empresa estrangeira. A operação tem várias interpretações leituras, mas a mais importante é que a Apple estaria por trás dessa compra, com o objetivo de reduzir a sua dependência dos gigantes sul-coreanos no fornecimento de componentes, especialmente a Samsung.

Faz anos que a Sharp enfrenta problemas financeiros, mas conta com um número de patentes e tecnologias em telas que está entre os mais elevados do setor. Por outro lado, a Foxconn é a primeira ODM (fabricante para terceiros) do planeta e o primeiro provedor  da Apple na fabricação de seus produtos.

Somando tudo, é fácil concluir que a Apple apoia diretamente a operação de compra da Sharp com muitos dólares (na forma de contratos) para que a Foxconn controle a empresa japonesa. Na prática, a gigante de Cupertino pode reduzir os contratos com a Samsung para que os taiwaneses forneçam as telas para iPhones, iPads e iPod Touch, agora com a tecnologia da Sharp.

Vale lembrar que a Apple é a primeira compradora mundial de componentes para produtos de mobilidade, e a Samsung é a sua principal adversária. Apesar da brutal guerra de patentes contra a sul-coreana, a Apple não poderia abrir mão deles nas telas, memórias ou processadores para manter as suas vendas multimilionárias. Até agora. O objetivo a médio prazo é evitar a dependência em componentes de seus competidores.

Via Reuters, The Verge

Foxconn vai comprar a Sharp no final de fevereiro

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Segundo o Wall Street Journal, a Foxconn fechou o acordo de compra da Sharp, em um valor que gira em torno de US$ 5.3 bilhões.

Kozo Takahashi, responsável pela Sharp, foi o encarregado de informar aos executivos da Foxconn o seu compromisso pessoal que a venda vai acontecer no final do mês de fevereiro. Com isso, a Foxconn se torna ainda mais forte no mercado de montadores, com a possibilidade de aumentar as suas margens de lucro, dado que sua capacidade de fabricação de telas para smartphones vai crescer de forma notável.

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A Sharp é uma reconhecida fabricante de telas para dispositivos móveis. Entre os seus principais clientes está a Apple, que recebe as telas dos seus iPhones dessa empresa. logo, a compra beneficia tanto a Foxconn por conta da maior produção de telas, como para a Apple, que terá um fornecedor a menos para negociar, ainda mais levando em conta que as telas LCD são o elemento mais caro entre os componentes de um smartphone.

Resta saber se haverá algum eventual reajuste nas fábricas envolvendo os mais de 48 mil funcionários da Sharp ou mudanças nas centrais de trabalho durante a fusão. Bem sabemos que quando uma empresa compra a outra, ajustes são feitos. E nesse caso em especial isso deve se repetir.

Via WSJ

TargetHD Podcast | 221 | 21-01-2016

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Nesta edição:

IBM confirma a compra do UStream
Foxconn pode comprar a Sharp, e a Apple pode ser a beneficiada
HTC One M10 ficaria de fora da MWC 2016, e só seria apresentado em março
Microsoft revela por engano o Lumia Phone X

 

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Foxconn pode comprar a Sharp, e a Apple pode ser a beneficiada

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Segundo o Wall Street Journal, a Foxconn teria realizado uma oferta de compra pela Sharp, no valor de US$ 5.3 bilhões. A empresa se destaca por muitas coisas, mas principalmente pela sua capacidade de produzir telas e criar novas tecnologias, o que pode ser de bom grado para a Foxconn no desenvolvimento de smartphones, tablets e wearables.

Porém, a Foxconn não é a única interessada na Sharp. Um fundo de investimento japonês, o Innovation Network Corp. of Japan (INCJ), onde o governo japonês está envolvido, tem uma oferta de US$ 2.5 bilhões. Das grandes empresas japoneses que fabricam telas, a única que ficou fora dessa iniciativa foi a JDI, que tem como parceiras a Hitachi, a Toshiba e a Sony, para fazer frente aos coreanos e chineses. Curiosamente, a JDI também tem o envolvimento do governo japonês.

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Hoje, a Sharp produz telas para dispositivos móveis da Apple, que é muito interessada nesse negócio. Outros compradores da empresa são a LG e a Samsung.

A tela LCD é o elemento mais caro de um smartphone, podendo custar até três vezes mais que qualquer outra peça. Podemos imaginar que um controle mais direto sobre este elemento pode ser algo muito importante para a Foxconn e para a Apple.

Vale lembrar que a Foxconn realizou investimentos na Sharp nos últimos anos, e que por mais de uma ocasião eles quiseram ficar com uma parte de suas ações, mas sem conseguir um controle maior do que aquele que os japoneses queriam. A Sharp é hoje uma empresa com mais de 48 mil funcionários e 29 centros de trabalho.

A decisão sobre o futuro da Sharp deve ser anunciada na apresentação dos seus próximos resultados financeiros, marcado para o dia 4 de fevereiro.

Telas OLED (flexíveis?) nos futuros iPhones

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O diário japonês Nikkan Kogyo Shimbum revela um dado interessante, que pode afetar o futuro da tecnologia de telas do iPhone e Apple Wacth. A Apple contratou os serviços da Foxconn para fabricar telas OLED para os seus próximos dispositivos.

A produção deve começar no final de 2015, o que leva a crer que o próximo iPhone a ser apresentado esse ano segue utilizando uma tela LCD. Porém, a chegada dessa tecnologia faz sentido por outra perspectiva: a possibilidade de dispositivos com tela curva.

Algumas patentes da Apple apontam para essa possibilidade, e a notícia do início da produção de telas OLED para os próximos iPhone e Apple Watch reforçam essa teoria.

Não faz muito tempo que várias fontes indicaram que a Foxconn e sua subsidiária Innolux investiram US$ 2.6 bilhões em uma fábrica que ofereceria componentes para um único cliente, o que pode ser mais um indício da existência desse acordo exclusivo entre Apple e Foxconn.

Via BGR

Foxconn pode fabricar as telas de safira que a Apple quer em seus próximos iPhones

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Durante as últimas horas, ganhou força o rumor que a Foxconn seria encarregada pela fabricação das lâminas de safira que a Apple deseja contar nos seus próximos iPhones. Ao que parece, os taiwaneses vão dedicar uma nova fábrica exclusivamente para essa missão.

Essa nova unidade ficaria muito próxima de uma das fábricas de montagem do atual iPhone 6. Além disso, a Foxconn se encarregaria pela manipulação dos cilindros de safira que torna possível a extração das finas lâminas que vão recobrir as telas dos smartphones da Apple. Quem deve fornecer a matéria prima (nesse caso, o mineral sintético em estado bruto) seria ou a Crystalwise Technology Inc., ou a Acme Electronics Corp., ou a Highlight Tech Corp., todas taiwanesas.

Esta não é uma informação oficial, o que coloca tudo isso na zona dos rumores. Porém, as fontes asiáticas parecem ser bem confiáveis, garantindo que o provedor de safira que tem maiores possibilidades de levar a disputa é a Highlight Tech Corp. Mas não deve demorar muito para que novas notícias sobre o assunto apareçam na web.

Via Focus Taiwan News Channel

Apple pode dar ‘incentivo’ para Foxconn aumentar a produção do iPhone 6 Plus

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A Apple estaria disposta a pagar mais dinheiro para a Foxconn aumentar a produção do iPhone 6 Plus. Hoje, a fabricante chinesa ganha US$ 20 por cada unidade do iPhone 6 Plus fabricada, e esse valor poderia ser aumentado para até US$ 25 a unidade.

A demanda dos novos iPhones (6 e 6 Plus) está tão elevada, que a Foxconn já dedica mais de 200 mil funcionários na produção dos modelos, e esse aumento da produção faria com que a Apple pagasse mais por cada unidade de forma temporária, até que os ritmos iniciais de produção sejam recuperados.

Tim Cook indicou durante o evento de apresentação dos resultados financeiros da empresa que eles não podem precisar quando serão capazes de atender a demanda, mas que podem gerenciar um aumento da capacidade de produção, se isso for necessário (e, pelo visto, está sendo necessário).

Apesar da Apple não entrar em detalhes sobre o volume de unidades vendidas em cada modelo, dados preliminares mostram que o iPhone 6 Plus é um sucesso em particular na China, deixando claro que o país tem um interesse especial por telefones com grandes telas. E a Apple já se aproveita disso muito bem.

Via BGR

WSJ: Foxconn com problemas para atender a demanda do iPhone 6

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Segundo fontes do The Wall Street Journal, a Foxconn, uma das empresas que está fabricando os novos iPhone 6, está enfrentando problemas para a produção do dispositivos. E, ao que aprece, a situação é mais complexa do que das outras vezes que a fábrica atrasou a produção, justamente por serem dois modelos diferentes.

A Foxconn não é a única que está fabricando os novos iPhones, mas segundo o WSJ, por enquanto mais ninguém está produzindo o iPhone 6 Plus de 5.5 polegadas. No caso do modelo de 4.7 polegadas, a Apple encomendou mais unidades, e para atender a demanda, a Foxconn teve que reforçar suas linhas de produção em Zhengzhou (China).

A Foxconn tem hoje mais de um milhão de trabalhadores na China continental, e 200 mil deles estão voltados exclusivamente na fabricação dos novos iPhones e os componentes necessários para essa tarefa. Ainda segundo a fonte, nos últimos dias, esses números foram aumentados para satisfazer a demanda.

Ao que parece, com esses recursos, a Foxconn está produzindo 140 mil unidades do iPhone 6 Plus, e 400 mil unidades do iPhone 6 por dia. São números elevados demais para serem críveis. Porém, o mais importante é que, com tudo isso, os prazos de espera confirmados pela Apple são longos: para o iPhone 6, são de 7 a 10 dias laborais, enquanto que o iPhone 6 Plus pode alcançar até quatro semanas de espera.

A verdade é uma só: não é fácil encaixar uma demanda tão brutal de um smartphone cuja versão mais barata custa US$ 699. Mas tais problemas mostram mais uma vez que a Apple é capaz de superar até mesmo as expectativas mais otimistas.

Via The Wall Street Journal

iPhone 6, a ponto de começar a ser fabricado

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Fontes próximas da fábrica da Foxconn em Zhengzhou revelam que o iPhone 6 está na fase de “testes de validação do produto”, que é a última antes de sua produção em massa. Um pequeno lote de unidades é produzido para detectar possíveis problemas.

Se passar por essa fase, o ritmo de produção do dispositivo será de 90%, o que vai permitir um bom lote inicial de unidades disponíveis para o lançamento. A fonte não faz distinção entre os hipotéticos modelos de 4.7 e 5.5 polegadas, e alguns rumores apontam que a aparição desses modelos não será simultânea. Alguns afirmam que o modelo maior poderá nem ser apresentado, com a Apple reservando essa cartada para os próximos meses.

Apesar de não haver qualquer tipo de confirmação oficial, é esperado que a Apple apresente o novo iPhone em 9 de setembro. Se a data estiver correta, a produção em massa dos dispositivos não deve demorar para começar.

Via VR-Zone

Foxconn quer que seus robôs ajudem na fabricação do novo iPhone

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A Foxconn já usa robôs para a fabricação de dispositivos a algum tempo. O objetivo da empresa há três anos é substituir um milhão de trabalhadores pelos autômatos conhecidos como Foxbots. E com a chegada do novo iPhone, existe a possibilidade desses robôs fazerem parte da linha de produção do produto.

Durante um encontro com investidores, o CEO da Foxconn, Terry Gou, comentou que a empresa tem a intensão de incorporar esses robôs para ajudar na fabricação de algum produto importante, e que possivelmente eles estariam aptos para fabricar o chamado iPhone 6.

Segundo Gou, os Foxbots estão na última fase de testes, e estão praticamente prontos para acompanhar os trabalhadores humanos em uma das principais fábricas da Foxconn. É possível até que uma fábrica com 10 mil robôs seja inaugurada ainda em 2014.

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Não há maiores detalhes sobre o Foxbots, mas é possível falar sobre sua suposta rentabilidade. Além do fato dos robôs não descansarem, eles não precisam passar por supervisão constante, e poderiam confeccionar até 30 mil dispositivos por ano (por robô, em condições ideais).

Com 10 mil Foxbots, teremos unidades suficientes para abastecer o mercado global com o novo iPhone para o final de 2014. É preciso também levar em conta que esses robôs não serão todos iguais, ou não vão confeccionar todo o smartphone de uma vez (obviamente, será uma linha de montagem).

Uma vez desenvolvidos, o preço de cada robô ficaria entre US$ 20 mil e US$ 25 mil, algo que poderia ajudar a reduzir custos nas fábricas da Foxconn, que hoje conta com mais de 1.2 milhão de trabalhadores. O impacto financeiro só não é pior porque esses trabalhadores não reclamam das péssimas condições de trabalho, e não exige os seus direitos trabalhistas.

A Foxconn vem sendo por anos o principal parceiro da Apple na fabricação dos seus dispositivos mais importantes, e as duas empresas estão envolvidas no desenvolvimento de robôs que ajudarão a melhorar a produtividade das fábricas.

Via Apple Insider

Samsung, Google e Apple agora brigam por patentes relacionadas ao grafeno

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Se nas questões relacionadas aos dispositivos móveis as gigantes Google e Apple chegaram a um acordo (deixando a Samsung de fora), quando se trata do grafeno, material que (quase) todos consideram sinônimo de ouro no futuro, a briga já começou.

Samsung, Apple e Google estão garimpando um verdadeiro arsenal de patentes relacionadas ao grafeno. É o que afirma a Bloomberg, onde podemos destacar que os dispositivos vestíveis (ou wearables), que são os principais beneficiados por esse material, cresceram em relevância para essas empresas, que querem aproveitar todo esse potencial.

A Samsung parece levar certa vantagem nas reservas de patentes. Os sul-coreanos já contam com 405 patentes publicadas com o material, de acordo com a Escritório de Propriedade Intelectual do Reino Unido. Nos Estados Unidos, eles registraram 38 patentes em 2013, 17 das quias citando em algum momento a palavra “grafeno”.

A Apple possui ao menos duas patentes relacionadas com o material, enquanto que empresas como IBM e Foxconn também começaram a registrar patentes relacionadas ao grafeno. Sua resistência, flexibilidade, transparência e condutividade são ideais para a utilização em futuras telas touch flexíveis, por exemplo.

E isso muito interessa para todos os fabricantes. Pense em um Google Glass com esse material, e com menor custo do que o atual, sem falar nas melhorias que o acessório pode receber por conta de suas propriedades.

Via Bloomberg

Foxconn vende para a Google patentes relacionadas com o segmento de telecomunicações

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Todo mundo conhece a Foxconn. A fabricante, oficialmente conhecida como Hon Hai Precision Industry Co., que entre outras coisas, é parceira fundamental da Apple em vários modelos do iPhone. O que você não sabe é que essa mesma Foxconn tem em suas mãos muitas patentes de tecnologia de telecomunicações. Pois bem, segundo o Wall Street Journal, a Foxconn vendeu um conjunto de patentes com tais tecnologias para a Google, por um valor desconhecido.

O acordo reforça o próprio catálogo de patentes da Google, que há muito tempo trabalha nessa estratégia – vide a compra da Motorola -, para evitar ataques como o que a Apple está realizando contra a Samsung, e que a própria gigante de Mountain View se viu envolvida em favor de sua parceira.

De acordo com a empresa Envision IP, especializada na análise do mercado de patentes, a Foxconn foi uma das 20 empresas com mais patentes em 2013 nos Estados Unidos. Eles indicam que os asiáticos pediram 128.400 patentes nos seus anos de atividade, e que já concederam mais de 64.300 patentes em todo o planeta.

Nem Foxconn, nem Google falam sobre o acordo, mas fica clara a intensão da dona do Android de se proteger contra possíveis processos judiciais de violação de patentes e, quem sabe, contra-atacar com novos produtos ao seu já muito nutrido catálogo.

Via WSJ

BlackBerry Z3 é visto em imagens reais (vazadas na web, é claro)

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De forma tímida, a BlackBerry mencionou na Mobile World Congress 2014 a existência do BlackBerry Z3, um dos modelos que compõem a nova fase de smartphones “acessíveis” da empresa, ao lado do Z10. Não revelou especificações, e o produto só foi mostrado através de renders.

Pois bem, agora temos fotos reais do produto, registrada por diversos ângulos. A proposta de design do produto segue a tendência do BlackBerry Z10, outro modelo touch da empresa.

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É esperado que o BlackBerry Z3 conte com uma tela de cinco polegadas (960 x 540 pixels), processador dual-core de 1.2 GHz e 1.5 GB de RAM, além de memória de armazenamento de 8 GB. Outros dados previstos para o modelo são: câmera de 5 megapixels com foco automático, câmera frontal de 1.1 MP e bateria de 2.650 mAh.

Isso é tudo o que sabemos sobre um dos primeiros smartphones com o sistema BlackBerry 10 que é fabricado em parceria pela Foxconn. O produto certamente tem destino inicial os mercados emergentes, mas o seu preço não foi revelado, assim como sua suposta data de lançamento.

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Via CrackBerry