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Por que diabos o Swype registra a localização do usuário 4 mil vezes por dia?

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Em dezembro de 2013, um usuário do Swype instalou a ROM CyanogenMod 10.2 em seu smartphone, e ativou o recurso “Privacy Guard”, onde é possível consultar os tipos de permissão os seus aplicativos utilizam. Por conta disso, se deu conta que, em quatro dias, o Swype acessou a sua localização quase 15 mil vezes.

O aplicativo realizava, em média, 2.5 consultas por minuto, e não parece ter uma explicação minimamente razoável por parte de seus responsáveis. O aplicativo não é atualizado desde o dia 19 de dezembro – e as mudanças dessa última edição não dão indícios sobre o assunto -, e em todos esses meses, o comportamento é o mesmo.

As suspeitas aparecem. Afinal de contas, por que um aplicativo que apenas oferece um método de escrita alternativa precisa acessar a nossa localização tantas vezes?

De certo modo, é até razoável que o app faça isso uma vez ou outra para conhecer a região que estamos, fazendo com que o seu dicionário se ajuste ao nosso idioma local. Mas isso pode muito bem ser feito por um menu que faça o ajuste desse parâmetro.

Tal anormalidade foi relatada no fórum do Swype, entre abril e junho de 2013, e só em dezembro do ano passado um dos moderadores comentou o assunto:

Isso parece ser definitivamente um erro. Verificamos a última localização conhecida para oferecer dialetos regionais através do recurso Living Language. O Swype não deveria pedir informações de localização até esse limite. Vou me assegurar que isso fica registrado como um erro, para que possamos averiguar o que acontece.

Depois disso, não houve mais respostas sobre o assunto por parte da Nuance, que aumenta as suspeitas sobre esse comportamento. E esse não é o primeiro caso de permissões inexplicáveis em aplicativos que teoricamente não deveriam acessar esses recursos, mas a popularidade do Swype fez com que esse problema fosse fonte de várias críticas de alguns desenvolvedores Android.

E o que é pior: tal problema pode ser um dos motivos para a bateria do seu smartphone Android não durar um dia completo de uso.

Via Swype Forums

E o termo “Moto G”, que apareceu repentinamente no site da Motorola?

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O pessoal do marketing dos fabricantes já estão pegando a manha de promover novos produtos através de pequenos “easter eggs”, que também podem ser considerados como vazamentos. E não é de hoje que os rumores sobre uma versão econômica do Moto X rondam a internet (inclusive com documentos sobre uma nova marca registrada, o que poderia comprovar a existência do modelo). Agora, temos mais um ingrediente para essa receita suculenta de informações.

Ontem (29), por breves instantes, apareceu rapidamente no site da Motorola, dentro da página do Moto X, os dizeres “Moto G”. Ficou poucos minutos por lá, e desapareceu. Sem deixar pistas.

O que mais chama a atenção é que, para aqueles poucos que clicaram naquele link, acessaram o inexistente site moto-g.com, cujo domínio foi (obviamente) registrado pela Motorola. Tudo pode ser uma brincadeira? É claro, pois a vida precisa ter um pouco de bom humor mesmo. Por outro lado, é muita coincidência ver esse link do Moto G, que direcionava para um domínio, que por sua vez, tem como proprietária a própria Motorola.

Os últimos rumores sobre esse Moto X de baixo custo indicavam que, se ele vier a ser um produto real, que ele pode chegar ao mercado norte-americano pelo preço de US$ 99, com um contrato de permanência de dois anos com as operadoras. Mas, contudo, todavia, entretanto, tudo o que temos são rumores e especulações. Nada a mais pode ser dito sobre o assunto, e tudo o que nos resta é esperar que a Motorola um dia revele a verdade.

Ou desminta esse vazamento.

Ou diga que, no final, foi uma “pegadinha da Betty White” (pois o Mallandro é nosso, e ninguém tasca).

Via Droid Life

Nexus 5 aparece em uma página da Google Play, com preço sugerido de US$ 349

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Era uma quinta-feira como outra qualquer… até que um administrador cometeu um “pequeno erro”, e publicou um certo dispositivo antes da hora na loja da Google Play: nada menos que o Nexus 5!

Isso acabou de acontecer na Google Play, e algumas pessoas puderam ver antes da hora o Nexus 5 disponível para compra. Mas não precisa se apressar, pois nem todos os usuários conseguem ver o mesmo na mesma página, e para aqueles que conseguiram ver e tentaram cobrar, não conseguiram: só conseguiram ver uma mensagem de erro.

E nem precisa ter pressa para buscar o link, pois a essa altura do campeonato, ele já não dá mais acesso à página reveladora.

Mas isso não é tudo. O link de compra levava para uma página que não existia, que tem “16 GB” no endereço, e o preço da página em inglês foi de US$ 349.

Com isso em mãos, não só confirmamos que o Nexus 5 vai ser anunciado em muito em breve, mas também o seu preço base. Será que restou alguma coisa a ser anunciada para o final do mês de outubro?

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Mais uma falha do iOS 6: faça ligações mesmo com o seu iPhone bloqueado por senha

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Entra ano, sai ano, passa o carnaval, Bento XVI desiste de ser papa, e a Apple não consegue resolver todos os seus problemas com o iOS 6. Se já não bastasse chegar ao ponto de algumas operadoras estrangeiras recomendarem aos usuários que não fizessem a atualização para a nova versão por problemas com as suas respectivas redes, a “novidade” da vez é a descoberta de um problema aparentemente já resolvido: fazer ligações em iPhones protegidos por senha.

Apenas para recapitular. Depois de ser lançado oficialmente, o iOS 6 foi alvo de críticas das mais diversas, como elevado consumo de bateria, smartphones com redes Wi-Fi desabilitadas do nada, smartphones onde o 3G parava de funcionar (ou os chips simplesmente “morriam” após a atualização), o recurso “não perturbe” com anormalidades na virada do ano, entre outros problemas menores. Na semana passada, com o grande volume de reclamações vindas de usuários e operadoras, a Apple liberou a versão 6.1.1 do iOS, exclusiva para o iPhone 4S, para resolver os principais problemas de rede.

Pois bem, hoje (14) o site The Verge publicou um vídeo de um usuário do YouTube (videosdebarraquito), que mostra que é possível não só realizar chamadas na tela de inserção de código de bloqueio, como acessar a agenda de contatos (permitindo a edição dos dados) e a visualização das fotos salvas no aparelho. Esse problema era semelhante ao encontrado no iOS 4.1, lançado em 2010. Ou seja, dois anos se passaram, e o problema está de volta.

Por mais que a Apple diga aos usuários que “devem esperar a próxima atualização”, esse é um tipo de problema considerado sério, não só pelo aspecto da falha de funcionalidade, mas principalmente por causa da falta de privacidade que o usuário tem. Pense nos riscos que o usuário corre caso tenha o seu telefone furtado ou perdido com uma brecha como essas.

De qualquer forma, começa a ficar complicada a situação da Apple em relação ao iOS 6. Tudo bem que as outras atualizações tiveram problemas diversos, mas não tantas e na sequência como nessa versão. E é sempre bom lembrar para alguns leitores: o fato de nenhum dos problemas citados nesse post não ter acontecido com você não quer dizer que os problemas não existem. O que podemos dizer é “sorte sua”. Mas que você está igualmente exposto, tal como os demais que foram vítimas dessas falhas, isso é fato.

Sim, amigos… aconteceu uma “tela azul da morte” na demonstração da Sony na CES 2013

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A Sony chegou na CES 2013 com vontade de realizar uma apresentação que impressionasse a todos os presentes, demonstrando algumas de suas novidades para 2013. Porém, se deparou com uma bela (e nada desejada) tela azul da morte na hora de demonstrar a sua nova linha de televisores OLED 4K de 56 polegadas.

Kaz Hirai, CEO da Sony, foi o encarregado de apresentar esta nova linha de televisores, e ao mesmo tempo, foi que teve que segurar a bucha (e não se esconder no primeiro buraco no chão) quando a falha aconteceu, em uma sala de imprensa lotada. Kaz olhava surpreendido para o seu protótipo de produto que era uma das grandes apostas da Sony para este ano. A tela simplesmente apagou, do nada, sem motivo algum. E, não mais que de repente, uma bela tela azul apareceu. Nesse momento, Kaz tentava, de forma inútil, resetar o equipamento para continuar demonstrando as novidades do seu produto.

Quando o executivo voltou a olhar para a tela da TV, se deu conta que a coisa era mais séria do que imaginava, e presenciou algo que os jornalistas e os fãs de tecnologia conhecem desde a década de 1990, quando durante a demonstração do Windows 98, Bill Gates e centenas de jornalistas conheceram a “tela azul da morte” pela primeira vez.

Entre risos, a tela azul exibida no evento da Sony era da BIOS do equipamento. Logo depois, foi vista a tela de recuperação do Windows. Vendo que o problema era de difícil solução imediata, os funcionários da Sony decidiram retirar o modelo da demonstração. Só para refrescar a sua memória: se não aconteceu em todos os eventos da Microsoft, na sua grande maioria, pelo menos uma falha grave ou paralisação ocorreu em sua demonstração de lançamento. Um exemplo: no ano passado, durante a apresentação oficial do Microsoft Surface, o sistema simplesmente paralisou quando o ex-diretor da divisão do Windows, Steven Sinofsky, estava realizando uma demonstração do produto.

Essas coisas acontecem. É claro, estamos em um evento ao vivo, e por mais que façamos testes em um produto, não podemos prever o que pode acontecer durante a demonstração do mesmo. E é melhor mostrar que o produto é “falível”, do que tentar enganar todo mundo, produzindo fotos e vídeos com câmeras que não são as câmeras originais do produto. Não é mesmo, Nokia?

Google planeja corrigir falha do Android que já tem dois anos e meio de existência

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Se você acha que levar algumas semanas para corrigir a falha de um sistema operacional móvel “tempo demais” (e eu concordo com você), leia esse post com atenção.

Em 2010, um erro no Android foi reportado. Não por um, mas por uma série de outros usuários, que relataram o mesmo problema. E nada foi feito. Até agora. Do nada, mais de dois anos e meio depois do primeiro relato dessa falha, um funcionário do Google aparece no fórum de problemas e soluções do Android, informando que o problema será finalmente resolvido na mais recente versão do sistema, a 4.2 Jelly Bean. Incrível, não?

O problema está relacionado a impossibilidade de resolver um hostname em um domínio local. O erro é conhecido pelo número de código 8030, e é relativamente desconhecido pela a maioria dos usuários. De fato, para a grande maioria, nem chega a ser um problema, mas para quem detectou a falha, se sentiu no mínimo muito frustrado pela falta de empenho do Google em resolver o problema de forma mais ágil.

A falha se apresentava quando os usuários acessavam o endereço code.google.com, e quando os usuários se conectavam via WiFi em uma rede com um específico nome de domínio, os hostnames daquele domínio não se resolviam automaticamente, precisando de uma apêndice do domínio para o host. Como disse antes, na prática, a grande maioria dos usuários nem fazem ideia do que isso serve, ou nem chegaram a usar o smartphone ou tablet nessa situação.

Depois de anos de pedidos sem resposta, alguém no Google decidiu colocar a mão na massa, e publicou na área de comentários do fórum do Android: “a solução para esse problema foi alcançada, graças à Kevin Tang. A correção estará disponível na próxima atualização”. Depois dessa publicação, diversos usuários lotaram a área de comentários questionando sobre quanto tempo eles levaram para corrigir o problema, mas o Google não se pronuncia mais sobre o assunto.

No comentário, o Google explica que toda correção do Android envolve uma questão de priorização e de recursos disponíveis. Nem sempre eles contam com pessoas para atender os problemas que aparecem em cada recurso solicitado, e argumentam que a equipe responsável pelas correções não ficaram ociosas nesse tempo todo. Pedem desculpas pelo tempo que levou para corrigir esse problema, e não pode dizer quando a próxima versão (que traz a correção) vai sair. Só sabemos que será uma versão depois da 4.2 Jelly Bean.

Bom, para quem esperou mais de dois anos e meio, o que é esperar por… tempo indeterminado?

Via Android Police

Facebook oferece edição de comentários para as vítimas do corretor automático dos smartphones

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Quantas vezes você sentiu o desejo incontrolável de participar de uma conversa do Facebook, para logo depois se dar conta que sua brilhante intervenção se tornou uma gafe linguística para a posteridade, por causa de um erro do corretor automático do seu smartphone?

Tal situação (que pode se tornar um meme no futuro) pode agora estar correndo risco de extinção com a chegada da nova função do Facebook, que permite editar os comentários erroneamente postados. Segundo comenta a empresa, a função será ativada progressivamente em todos os perfis, inclusive permitindo que você faça um pequeno retoque estético em posts do passado.

Ou seja, não desperdice essa segunda chance de escrever certo por linhas certas.

Via SlashGear

A atualização do iOS 4.3 pode estar causando problemas a alguns iPod Touch

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Não faz muito tempo que a atualização do iOS (4.3) foi lançada, e ao que parece, os resultados não foram os esperados para os usuários do iPod Touch. Um bom número de usuários do player da Apple (principalmente os da quarta geração) estão se queixando da aparição de erros gráficos em suas telas, desde que mudaram de versão.

O problema parece ser especialmente visível na tela de bloqueio, como no vídeo que poderá ver abaixo. Já ou tros usuários também reclamam de imperfeições em pixels, e até em ícones que se sobrepõem. Enquanto esperamos a resposta oficial do pessoal de Cupertino sobre o assunto, deixamos você com o vídeo demonstrando o problema, e na fonte do post, o endereço do fórum de discussão da empresa.

Fóruns da Apple: 1 e 2

Assassinato. O culpado? A previsibilidade de texto de um smartphone

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Ah, a auto correção de textos dos smartphones… com certeza você se viu em situações constrangedoras quando o seu telefone dito inteligente decidiu que uma palavra que você escreveu é outra, mudando o seu conceito e até mesmo o que a frase toda quer dizer.

Porém, poucas vezes vimos um teclado virtual causar tanto estrago. Neste caso em específico, um assassinato. E foi isso o que aconteceu com Josef Witkoski, um jovem que estava trocando mensagens de texto com um amigo, Neil Brook. Fato é que ele teclou “mutter” (silencioso) e o telefone interpretou como “nutter” (louco).

O assunto mudou de tal forma que Witkoski foi até a casa do Brook, para tirar satisfações sobre a conversa. Porém, Josef foi com uma faca na mão, e deu fim à vida de Brook, que teve o seu corpo encontrado com 104 facadas. E tudo isso por causa da previsibilidade de texto, que confundiu duas palavras. E, antes que você me pergunte, não foi um iPhone. A polícia não informou marca e modelos envolvidos no crime.

via CNET

[software] Microsoft pede (encarecidamente) para NÃO usar a tecla F1 no Windows XP com Internet Explorer

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Você está lendo este post no Internet Explorer e seu computador funciona com Windows XP? Bom, então, a partir de agora, esqueça que a tecla F1 existe, porque o mesmo pode causar muitos problemas em alguns websites.

Segundo explica a Microsoft, existe uma vulnerabilidade de VBScript que poderia fazer com que alguns sites executem códigos no contexto de segurança do usuário. Traduzindo: pode fazer com que seu computador realize todo o tipo de funções sem o seu consentimento. Este problema afetaria computadores com os sistemas operacionais Windows 2000, Windows Server 2003 e Windows XP, e funciona ao tentar abrir o arquivo de ajuda, usando a tecla F1, enquanto se usa o Internet Explorer.

A Microsoft está investigando o problema e buscando uma solução para oferecer aos seus usuários. Eu já recomendo que você não use o Internet Explorer (não vou aqui falar qual navegador usar, para que os fanáticos/xiitas de outros navegadores não fiquem exaltados e resolvam encher o blog de comentários ácidos por causa de uma escolha).

Fonte