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Por que Eric Schmidt prefere o Galaxy S7 ao iPhone?

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O presidente executivo do Alphabet e ex-CEO da Google Eric Schmidt participou recentemente de um evento realizado em modo de entrevista cruzada, e não teve problemas ao reconhecer que prefere o Galaxy S7 ao iPhone, considerando o primeiro melhor.

O motivo para essa escolha é bem simples, e não envolve comparações técnicas de hardware ou acabamento externo. Schmidt entende que o Galaxy S7 é melhor por conta da maior autonomia de bateria, oferecendo assim mais horas de funcionamento com uma única carga.

É interessante ver como Eric Schmidt valoriza exatamente um dos elementos mais descuidados dentro das últimas gerações de smartphones. Tão interessante quanto é saber que ele tem também um iPhone 6s, e isso não deve surpreender. Até porque existe uma explicação perfeitamente razoável: a melhor forma de competir com seus rivais é compreendendo e conhecendo a fundo suas virtudes, sabendo o que eles podem fazer e o que os torna grandes.

O uso diário do dispositivo da Apple permite ao executivo visualizar permanentemente como é a plataforma móvel da Apple, vivê-la na perspectiva de primeira pessoa, e encontrar a inspiração para novas ideias e melhorias do Android. Sobre a sua opinião, é evidente que a diferença de bateria existe, mas os dois smarpthones são tops de linha, capazes de oferecer um desempenho enorme, com design fantástico, muito bem cuidado e elegante. Logo, pequenos detalhes como a bateria podem inclinar a balança a favor de um ou de outro.

Mesmo assim, é preciso levar em consideração que os dois smartphones contam com ecossistemas muito diferentes e valores diferentes, de modo que a escolha de cada usuário no final das contas não precisa se limitar ao hardware.

Via WCCFTech

Google Glass não chegou ao fim, afirma Eric Schmidt

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No começo do ano, o Google abandonou o programa Glass Explorer, levantando os rumores sobre o teórico fim do dispositivo. Porém, Eric Schmidt, que deixou o seu posto de CEO da empresa mas segue como presidente executivo, afirmou que essa é uma plataforma ‘enorme e fundamental para o Google’, e acredita que o projeto – que agora está nas mãos de Tony Fadell – vai se tornar uma realidade para os usuários.

“Encerramos o programa Explorer e a imprensa transformou isso no fim de todo o projeto, o que não é correto. No Google, tomamos riscos, e não há nada nessa evolução do Google Glass que sugere que estamos finalizando o projeto”, afirmou Schmidt.

De fato, ele equiparava o Glass ao projeto do carro autônomo, falando que as duas iniciativas são ideias que se tornarão realidade a longo prazo.

Ninguém sabe dos progressos que o Google está realizando com essa teórica nova fase do Google Glass, mas os últimos rumores do final do ano passado indicavam para a inclusão de chips Intel no seu interior. Será interessante ver como eles vão evoluir o dispositivo que gerou amor e ódio em muita gente, se transformando em alvo de debates envolvendo temas de privacidade ou do futuro das soluções na computação vestível.

Via The Wall Street Journal

Eric Schmidt, sobre o iPhone 6: “a Samsung já tinha esses produtos no ano passado”

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Polêmicas a vista. Em uma entrevista para a Bloomberg, o presidente executivo e ex-CEO da Google, Eric Schmidt, ao ser questionado sobre o iPhone 6 e todas as filas formadas nas portas das lojas Apple, foi contundente na resposta. Até demais, na opinião de muitos.

Palavras de Eric Schmidt:

A Samsung já tinha esses produtos há um ano, mas ninguém fez uma festa dão grande. A Samsung já tinha esses produtos no ano passado.

Schmidt deu a entender que, no caso da Samsung, as pessoas não chegaram ao extremo de acampar na porta das lojas para adquirir os seus produtos. Detalhe: Eric fez suas declarações em tom calmo, e com um sorriso nos lábios.

Os jornalistas da Bloomberg perguntaram ao executivo se ele estava preocupado com fabricantes do Android, já que eles não conseguem tantos lucros como a Apple e os seus telefones. Schmidt respondeu que existem diferentes formas de ver essa situação:

Você pode conseguir uma pequena cota de mercado e alcançar um grande volume de vendas, ou pode conseguir uma grande cota de mercado, e vendas menores. Para nós, o que importa é o volume de vendas.

Entre outras coisas, Schmidt também mencionou que “a concorrência brutal entre Apple e Google na disputa Android vs iOS oferece muitos benefícios para os consumidores de todo o mundo”, e que “a Apple é um parceiro importante para o Google Search, e um duro concorrente no Google Maps e smartphones”.

Quando questionado se não seria melhor se essa disputa deixasse de ser um duopólio, permitindo a entrada de outros competidores, Schmidt respondeu:

Sempre é melhor ter mais concorrentes. Mas, acredite: entre Apple e Google há uma competição importante.

A seguir, a entrevista de Eric Schmidt para a Bloomberg, em vídeo.

Via Bloomberg

Google vai retirar dos seus resultados de busca conteúdos sobre abusos sexuais a menores

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É um assunto realmente muito sério, e que atinge a internet em todo o planeta. Por conta disso, é fonte de grandes preocupações do Google, cuja resolução implicou diretamente ao próprio Eric Schmidt: os abusos sexuais a menores e o possível conteúdo que poderia ser encontrado na rede.

Por conta disso, a gigante de Mountain View decidiu lutar com todas as suas armas contra essa ameaça digital. Logo, decidiu eliminar dos resultados das buscas todos os links relacionados com a pederastia, ao mesmo tempo que eles vão empregar um método de detecção de imagens da Microsoft, que deve ajudar nessa missão de identificar fotos de conteúdos considerados ilegais.

E não pense você que as decisões são palavras soltas ao vento: Schmidt declarou que a Google contratou uma equipe de 200 pessoas, que levou três meses buscando uma solução eficiente para este problema. Nesse meio tempo, eles eliminaram nada menos que 100 mil links relacionados ao assunto de sua ferramenta de busca.

Outra efetiva medida que a Google tomou sobre esse tema foi estabelecer um sistema de alertas, de modo que o usuário é informado quando está acessando um material relacionado ao tema, e por conta disso, as atividades relacionadas à pedofilia reduziram em 20%, segundo informa o primeiro ministro britânico David Cameron em uma recente entrevista ao The Daily Mail.

Por enquanto, estas novas medidas estão em vigor nos países de língua inglesa, mas se estenderão para os demais países do planeta nos próximos seis meses, até alcançar 158 idiomas adicionais.

Via All Things D, The Daily Mail

“O Android é mais seguro que o iOS”, afirma Eric Schmidt

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Mais um post polêmico, dito por uma pessoa polêmica, e escrito por uma outra pessoa que não tem nada a ver com isso. Todo mundo sabe que executivos de tecnologia adoram fazer declarações bombásticas, e atrair os holofotes para si pelo dom da palavra. Eric Schmidt, da Google, não é diferente. E recentemente, afirmou algo que rende horas de discussão entre os fanáticos de tecnologia: “o Android é mais seguro que o iOS”.

Durante uma coletiva em um evento da Gartner, o analista David Willis disse para Schmidt: “quando você diz Android, as pessoas dizem ‘espere um momento… o Android não é seguro'”.

Rapidamente, Schmidt respondeu:

Não é seguro? (O Android) É mais seguro que o iPhone”.

Como reação dessa afirmação, Schmidt ouviu uma sonora risada, algo que o deixou desconfortado (para dizer o mínimo).

Antes de qualquer coisa… sim, foi isso o que ele disse. E sim, eu discordo quando as pessoas comparam um sistema operacional (o Android) com um smartphone (o iPhone). Por isso eu coloquei no título o sistema operacional (iOS), que é o que acredito ser justo para qualquer tipo de comparação presente e futura.

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Dito isso, Schmidt tratou de justificar o seu ponto, uma vez que todos nós sabemos que o Android está bem longe de ser o sistema operacional móvel mais seguro do mercado, ainda mais por causa da audiência que ele possui. Ele justificou que o Android 4.2 Jelly Bean já traz um aplicativo integrado que atua como um processo de verificação para buscar novas ameaças de forma automática e periódica.

Porém, de acordo com um estudo realizado pelos professores de ciência da computação da Universidade da Carolina do Norte, esse recurso é capaz de detectar apenas 15% dos malwares mais conhecidos.

De qualquer forma, Schmidt lembra que a Google adicionou melhorias no sistema de segurança do Android 4.3, e que esses recursos estarão ainda mais eficientes no Android 4.4 KitKat.

Mesmo assim, a declaração de Schmidt só fará sentido no futuro, e mesmo assim, se as melhorias forem efetivas. Hoje, podemos dizer que a resposta dada pelos presentes no evento para suas declarações não pode ser considerada descabida.

Via ZDNet, The Verge

Flagraram o Eric Schmidt com um Motorola Moto X?

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A foto levanta suspeitas. O pessoal do site Variety registrou essa imagem do CEO da Google, Eric Schmidt, durante um encontro de especialistas em tecnologia, circulando animadamente pelos corredores do evento com esse até então desconhecido smartphone da Motorola, com um formato muito parecido com o muito especulado Motorola Moto X.

Bom, pelo menos é essa a impressão que dá, vendo o dispositivo pela sua carcaça traseira.

Quando questionado por Rachel Abrams, colaboradora do site que publicou a imagem, Schmidt se limitou a dizer que não poderia comentar a origem ou natureza daquele smartphone que ele estava usando, porém, não fazia restrições em mostrar o aparelho, e até deixar os presentes testarem.

Varias fotos de Schmidt utilizando o dispositivo já foram publicadas no Twitter pelos presentes, e uma vez que o modelo não se parece com os também vazados Droid Ultra ou Droid Maxx, é muito provável que esse seja mesmo o Moto X. Mas só o tempo vai dizer a verdade.

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Via Engadget

Eric Schmidt confirma que Google Now chegará ao iOS quando a Apple quiser

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Algumas vezes, fica difícil saber quem é que está brincando com o usuário: se é a Google ou a Apple. O sucesso do iOS se baseou no seu início na disponibilidade de aplicativos e serviços desenvolvidos pela gigante da internet, mas com o tempo e a popularização do Android, esta relação quase simbiótica foi se deteriorando até alcançar o momento em que nos encontramos hoje.

Mas uma coisa é certa: a Apple ganha muito pouco bloqueando os serviços do Google, e o Google, por mais que prefira que os usuários passem a adotar o Android, não podem simplesmente deixar de lado os usuários de outras plataformas. Neste sentido, Eric Schmidt, CEO do Google, declarou durante a conferência Big Tent Summit, que o Google Now poderá chegar ao iPhone, ainda que isso “precisa ser discutido com a Apple”, e não há garantia alguma que o pessoal de Cupertino vai aprovar o aplicativo. Bom, pelo menos não, logo de cara.

Pelas palavras de Schmidt, é possível entender que o assistente eletrônico do Google poderia ser lançado hoje, se a Apple assim quisesse. Curiosamente, Schmidt disse mais o menos o mesmo quando a Apple lançou o seu próprio aplicativo de mapas, e deixou os seus usuários sem acesso direto ao Google Maps, que demorou vários meses para ser relançado no iOS, em forma de aplicativo independente.

E o que a Apple tem a dizer de tudo isso? Mais o menos o mesmo que naquela época. Segundo informa o site CNET, a gigante de Cupertino não recebeu o aplicativo do Google Now para sua aprovação, de modo que sempre vai ficar aquela dúvida se realmente a Google precisa ainda discutir alguma coisa com a Apple para lançar o Google Now no iOS, ou se simplesmente Eric Schmidt quer nos fazer rir de alguma forma que nossa pouca inteligência não nos permite compreender. Segue o mistério.

 

Via TechCrunch, CNET

 

Eric Schmidt: “Android e Chrome OS permanecem separados”

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O corpo diretivo do Google está sofrendo algumas mudanças inesperadas, principalmente por conta da saída de Andy Rubem do posto de chefe da equipe de desenvolvimento do Android, algo que pegou a todos de surpresa. Afinal, estamos falando do pai do Android. No lugar de Rubin, vai ficar Sundar Pichai, chefe do desenvolvimento do Chome e seus aplicativos (onde se inclui o desenvolvimento do Chome OS), e isso levantou o rumor que algum dia os dois sistemas se unificassem. Porém, hoje (21), o próprio Eric Schmidt, manda-chuva da empresa, deu uma entrevista para a imprensa indiana, e entre suas declarações, garantiu que Android e Chrome OS se manterão separados.

Se Schmidt garantiu que Android e Chrome OS não serão um único sistema um dia, isso não exclui a possibilidade dos dois sistemas “compartilharem mais coisas”, o que sem dúvida deixa uma fresta aberta na porta de uma possível mudança de ideia futura, e por consequência, uma unificação. De qualquer forma, se as duas plataformas compartilharem aplicativos e características (mesmo sem serem plataformas unificadas), isso vai fazer com que as duas propostas se tornem mais atraentes, cada uma em sua esfera.

O problema está no fato que o Chrome OS não conta com tanto apelo no mercado atual, mesmo depois de alguns anos após o seu nascimento. O Google acabou de lançar o seu próprio computador portátil de linha alta, o Chromebook Pixel, com uma tela espetacular e elevado preço de US$ 1.300. Funcionando ou não com o Chrome OS, tudo indica que o que as pessoas mais vão enxergar de imediato nesse produto é o seu hardware, e não qual software que ele está carregando.

Unificar o Android e o Chrome OS poderia ser uma aposta mais correta, principalmente pelo fato do sistema operacional móvel poder ser executado em processadores com arquitetura x86. Além disso, para o Google, tal adaptação não deve ser algo muito complicado de ser feito. Porém, por alguma razão que só é conhecida pelos frequentadores dos prédios da empresa em Mountain View, eles querem manter os seus sistemas em separado, e seguir apostando em uma plataforma nativa para desktops, baseada completamente na nuvem.

Talvez a próxima edição do Google I/O explique melhor para todos o porquê dessa decisão.

 

Via Reuters

 

Eric Schmidt fala pela primeira vez, de forma aberta, sobre a “guerra de patentes”

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Como vocês já sabem, o CEO do Google, Eric Schmidt, está na Ásia para promover o lançamento do Nexus 7 no Japão e na Coreia. Depois de dançar o Gangman Sytle com o PSY, Eric decidiu falar um pouco mais sério, deu a sua opinião sobre como está o relacionamento do Google com a Apple.

Schmidt disse que mesmo quando Apple e Google eram “grandes amigas”, ele não concordava com a “guerra de patentes” inciada pela empresa de Cupertino, e defende a liberdade de inovação em produtos e tecnologias. Tal declaração não chega a ser surpresa vindo da boca de Schmidt, mas ele foi, pela primeira vez, mais explícito e incisivo sobre a recente vitória da Apple contra a Samsung nos tribunais da Califórnia, e como a empresa de Tim Cook tenta impedir a competição com o Android com tais métodos.

O executivo também menciona que existem “mais de 200 mil patentes” compartilhadas na indústria de tecnologia móvel, e que a Apple não pode utilizar isso como argumento para impedir as vendas de outra empresa.

Com a palavra, Eric Schmidt, CEO do Google:

“Literalmente, a guerra de patentes impede a escolha, a inovação, e eu acho que isso é muito ruim. Nós estamos obviamente trabalhando muito para tentar garantir que estamos do lado certo das coisas. Então, o Google se posiciona pela inovação, e contra a guerra de patentes,”…

Schmidt continua a sua explanação:

“Eu acho que uma das piores coisas que aconteceram nos últimos anos tem sido a crença que, de alguma forma, existem tantas patentes registradas do mundo mobile. Estima-se que são mais de 200 mil patentes que se sobrepõem e complicam todo o processo, e o pior de tudo: um fornecedor pode interromper a venda de outro fabricante, apenas com um conjunto dessas patentes.”

A Samsung pode ver nos próximos meses um grande número dos seus dispositivos da linha Galaxy banidos dos Estados Unidos como resultado da vitória da Apple contra a empresa na corte da Califórnia. Isso, sem falar que a sul-coreana precisa pagar US$ 1 bilhão em multas. O Galaxy Tab correu risco de banimento na Europa, o que forçou a Samsung a modificar o design do seu tablet, lançando um modelo alternativo na Alemanha.

Essa briga toda afeta indiretamente o Google, que é responsável pelo sistema Android. Mesmo com os fabricantes realizando suas respectivas modificações, é inegável que alguns aspectos funcionais do sistema podem esbarrar com as patentes do iOS. E é justamente nesse ponto que a Apple quer chegar.

Via SlashGear

Pra descontrair: até Eric Schmidt dançou o Gangman Style na Coreia (com vídeo)

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Normalmente, esse tipo de coisa não viraria pauta no TargetHD.net. Mas, como é o assunto do momento, vale o registro. O CEO do Google, Eric Schmidt, visitou a Ásia nessa semana para o lançamento do Nexus 7 no Japão e na Coreia do Sul. Enquanto esteve em Seul, visitou os escritórios da empresa na cidade. E lá, encontrou o rapper coreano mais falado do momento, PSY. E aí…

E aí que além de ajudar a promover o tablet no país, PSY ensinou a todos os presentes (inclusive ao bem humorado Eric Schmidt) a dança mais vista na história do YouTube, o Gangman Style. O vídeo do rapper coreano conta (nesse momento) com mais de 2.14 milhões de “likes” no site de vídeos, entrando para o livro Guinness dos Recordes.

O vídeo é bem curto, e não mostra muito do executivo dançando com PSY, mas já é prova suficiente para atestar que Eric Schmidt pagou mesmo esse mico. Vídeo abaixo

Via The Next Web

Google não enviou nenhum aplicativo de mapas para o novo iOS

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Apesar das recentes notícias publicadas pelos principais veículos de tecnologia (esse blog, inclusive), o Google desmentiu hoje (25), de forma oficial, a notícia que estaria com um aplicativo do Google Maps para o iOS 6 pronto e já enviado para a Apple, esperando por uma aprovação. Oficialmente, Eric Schmidt, CEO da empresa, declara que não tomou nenhuma atitude em prol de oferecer ao iPhone 5 e ao novo iOS o seu serviço de mapas.

Mas isso não significa que o Google Maps não está disponível para os usuários do iPhone 5. Basta você fazer o jailbreak do smartphone, ou seja, utilizar um método não oficial. E, por mais que alguns (poucos) usuários do novo smartphone (que não dão o braço a torcer) digam que o Apple Maps “não são tão ruins” (nesse caso, a definição de “ruim” é algo bem abstrato), é fato que, tanto o Google Maps, quanto os concorrentes pagos contam com, no mínimo, um trabalho muito mais completo que o mapas “oficial” do iOS 6.

Eric Schmidt está nesse momento em Tóquio, e no seu discurso, existe um belo tom irônico, que até dá para ver um leve sorriso de sarcasmo no canto de boca do executivo. A seguir, a frase:

“Penso que teria sido melhor se eles tivessem ficado com o nosso serviço (…) Mas… o que a gente ia fazer? Forçar eles (Apple) a mudar de ideia? É a decisão deles.”

Schmidt também informa que Apple e Google permaneceram em constante contato em diferentes níveis, tentando fechar um acordo favorável para os dois lados, e reforça que a decisão de aceitar ou não o aplicativo do Google Maps na Apple AppStore dependia única e exclusivamente da Apple. E também confirma que ainda não fizeram nenhum movimento para desenvolver um aplicativo de mapas para o iOS 6.

O executivo também manifestou o seu desejo para que Google e Apple sigam com o seu bom relacionamento, algo que existe desde o começo do iPhone, em 2007, permanecendo com o motor de buscas padrão. Mas até mesmo a manutenção desse recurso depende exclusivamente da Apple.

Posso dizer que a decisão do Google em não mover nenhuma palha para atenuar o pesadelo dos usuários do iOS 6 ou iPhone 5, que agora são obrigados a viver com aquela porcaria oferecida pela Apple  (bom, obrigados não… sempre existe o jailbreak para isso). Não que isso vai fazer com que os usuários fiéis do iPhone abandonem o produto para adotar um telefone Android para se encontrarem no mundo, mas para fazer pressão na empresa de Cupertino, e principalmente, valorizar o seu próprio produto. Com a polêmica do “Mapsgate”, quem ganhou com isso foi justamente a empresa de Eric Schmidt, pois todos viram de forma muito clara o quanto o Google trabalhou para alcançar o seu nível de excelência em seu serviço de mapas.

E, desse modo, se a Apple resolver mudar de ideia, Mr. Schmidt pode cobrar, no mínimo, o triplo pelas suas APIs. Logo, muito provavelmente, o Google não vai fazer nada, até que a Apple, de alguma forma, venha pedir misericórdia para eles, em forma de “vamos sentar e conversar, como amigos”.

Via Reuters

Google alcança a marca de 500 milhões de dispositivos Android ativados no mundo

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500 milhões de dispositivos Android foram ativados ao redor do planeta. O Hugo Barra, do Google, confirmou a marca, além de reforçar que mais de 1.3 milhão de novos dispositivos com o seu sistema são ativados a cada dia. Ah, ele também confirmou que a estátua do Jelly Bean finalmente foi recolocada na sede do Google, mas acho que isso não é lá tão importante, certo?

O CEO do Google, Eric Schmidt, já tinha alertado na semana passada durante o evento de lançamento dos novos smartphones da Motorola que, em breve, eles iriam alcançar a marca de meio bilhão de dispositivos ativados, além de confirmar o impressionante crescimento do sistema Android no mercado mobile. Estatísticas recentes confirmaram que a versão Ice Cream Sandwich segue substituindo o Gingerbeard nos smartphones e tablets Android ativos, com a versão 4.x presente em mais de 1/5 dos dispositivos ativos.

As novidades do Google foram divulgadas justamente no mesmo dia do anúncio do iPhone 5 da Apple, em uma tentativa clara de tentar ofuscar um pouco a apresentação do CEO da gigante de Cupertino, Tim Cook, que deve começar o evento hoje (12) falando dos números do iOS. Em um mercado onde o Android já construiu larga vantagem, principalmente nos smartphones com telas de grandes dimensões (ou maiores que as telas de 3.5 polegadas que o atual iPhone possui), a Apple espera fazer barulho com um novo iPhone com uma provável tela de 4 polegadas.

Ah, sobre a estátua: uma primeira versão da estátua do Jelly Bean acabou derretendo no sol, lá no meio do ano. Por isso, o pessoal do Google preparou uma segunda estátua, mais resistente, para que ela fique diante da sede da empresa, de forma ostentosa, para aprecio dos visitantes da empresa.

Via SlashGear

Android: 1.3 milhão de dispositivos ativos por dia, Ice Cream Sandwich em 1/5 dos dispositivos

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Como a Motorola Mobility é agora uma empresa do Google, Eric Schmidt aproveitou para subir ao palco do evento de ontem (05) em Nova York para falar dos números… do Android! E as notícias seguem sendo muito boas para o sistema operacional do robozinho verde.

De acordo com Schmidt, 1.3 milhão de novos dispositivos Android são ativados por dia. No começo do trimestre passado, esse número era de 900 mil unidades. Ou seja, em uma conta rápida, esse número cresceu quase 50% em apenas três meses. E isso, porque o Google só conta os dispositivos ativos de parceiros oficiais. Não entram nessa conta os fabricantes ditos “alternativos”, ou xing-lings. Schmidt também confirmou que a base total de dispositivos ativos com alguma versão do Android é superior a 500 milhões de unidades ao redor do planeta. Logo, se você disse que o Android “jamais dominaria o mundo”, eu te pergunto: “cadê teu Deus agora?”

Falando especificamente do mercado dos tablets, os números são bem mais modestos. Apenas 70 mil tablets Android são ativados diariamente, e o executivo reconhece que esse número é baixo pelo simples fato do Google ter entrado mais tarde na competição do segmento de tablets. Devo discordar um pouco do Mr. Schmidt. Talvez os grandes fabricantes (ou aqueles que o Google considera como parceiros comerciais) entraram mais tarde na competição do Android, mas o sistema já tem um bom tempo de presença de mercado no segmento de tablets. De qualquer forma, fica a pergunta: será que o Google conta com modelos como o Nexus 7 e o novo Kindle Fire para turbinar esses números?

O Google também atualizou suas estatísticas sobre a distribuição das versões do Android em seus dispositivos ativos, e revelou que, só agora, a versão 4.0 (Ice Cream Sandwich) alcançou 1/5 dos dispositivos ativos, ficando com 20.9% dos smartphones e tablets presentes no mercado. Também confirmou que as versões 2.2 (Froyo) e 2.3 (Gingerbread) estão gradualmente perdendo espaço, e que o crescimentos da versão 4.1 (Jelly Bean) ainda é muito lenta, saindo de 0.8% no começo do mês de agosto para 1.2% dessa última análise revelada ontem (05).

A base de dados do Google é formada pelos dispositivos que acessam a Google Play em um período de duas semanas. Nessa análise em específico, eles coletaram dados da loja de aplicativos até o dia 04 de setembro de 2012. O estudo também mostra que a versão 3.0 (Honeycomb), que é específica para os tablets, segue o seu índice de queda, sendo aos poucos substituída pelas versões Ice Cream Sandwich e Jelly bean.

Mesmo assim, o Gingerbread ainda representa uma grande fatia de dispositivos Android no mercado (e um grande problema para o Google no quesito fragmentação), mas isso não é “culpa” só do Google. Muitos fabricantes e operadoras optaram por deixar a versão 2.3 rodando em velhos dispositivos, deixando de lado o desenvolvimento para versões mais recentes em curto prazo, ou preocupadas com a performance das novas versões em dispositivos com um hardware desatualizado.

Via IntoMobile e SlashGear

Google: Android está presente em 58,6% dos smartphones. Ice Cream Sandwich, em 1% dos dispositivos

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O Google tornou público mais um relatório que mostra como o Android está fragmentado em suas diferentes versões. O Android 2.3 (Gingerbread) se consolida como a versão mais utilizada, com uma base de 58,6% dos smartphones, enquanto que o mais recente, o 4.0 (Ice Cream Sandwich) só está presente em 1% dos telefones. A informação foi extraída através do volume de visitas no Android Market, segundo informa o pessoal do site The Next Web.

Eric Schmidt não vê na fragmentação um problema pois, na opinião dele, é justamente a fragmentação que faz com que a plataforma se consolide como líder do mercado. O Google não especificou o tamanho da amostragem de sua análise, e não foram informados quantos telefoens foram registrados nessa análise.

Via The Next Web

One Pass, o novo sistema de pagamentos para conteúdos online da Google

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Eric Schmidt deixou bem claro na coletiva da Google na MWC: sua empresa está disposta a tudo. Desde tradução instantânea até a educação, passando pela economia. E é do último item que o One Pass trata.

Ele pretende entrar de cabeça no mercado de monetização de publicidades online. Segundo informa a nota de imprensa da Google, esse novo sistema vai se transformar “em uma plataforma aberta e flexível para editores, jornalistas, ou todo aquele que quer acessar conteúdos de qualidade”. A ideia se fundamenta na autenticação de usuários, suporte para várias plataformas, um sistema de gestão de pagamentos (compatível com aplicativos para dispositivos móveis, onde a Google leva seus 10%) e uma ferramenta administrativa para quem quer vender suas criações através da web. Se você não entendeu nada do que foi dito acima, temos um vídeo abaixo que explica como o One Pass funciona na prática.

via Google