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Sony fecha a sua loja de ebooks Reader, e migrará para a plataforma Kobo

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A próxima baixa da Sony está na sua divisão de leitores de livros eletrônicos. A loja Reader, disponível nos Estados Unidos e Canadá, chegou ao fim, assim como qualquer plano de sua expansão internacional. A Sony vai continuar a desenvolver dispositivos eReaders.

A partir de 20 de março, todas as contas Reader serão movidas para a plataforma da Kobo, em um processo que foi descrito como “praticamente invisível” para o usuário, que só deve receber um e-mail de advertência. Além disso, o aplicativo da Kobo virá pré-instalado em alguns dispositivos da linha Xperia.

Em comparação com a venda da linha VAIO, o fim da loja Reader é uma decisão minúscula, que provavelmente passará desapercebida por grande parte do público. Mas serve para mostrar que a Sony está fazendo todo o possível para reduzir os seus prejuízos.

Teremos que esperar por mais divisões fechadas no próximo trimestre?

Via Sony

Tablets e eReaders são os produtos que mais crescem em uso entre os norte-americanos

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A Pew Research Center publicou um recente estudo feito com consumidores norte-americanos de todas as idades, que mostra que o aumento do uso dos tablets e eReaders em 2013 foi algo, no mínimo, impressionante.

O estudo analisa não a quantidade de vendas dos dispositivos, mas sim a quantidade de pessoas que contam com uma determinada categoria de produto. E de acordo com a análise, os dois produtos citados conseguem criar apelo comercial para usuários de todas as faixas etárias, conseguindo assim o sucesso de vendas. Em contrapartida, os smartphones falham em buscar o interesse dos usuários da melhor idade, que preferem um telefone comum (ou um dumbphone) para receber e realizar chamadas.

Em janeiro de 2013, 26% dos norte-americanos contavam com um eReader. Hoje, são 32% No caso dos tablets, em janeiro do ano passado eram 31%. Agora, são 42%. Os dois produtos aumentaram a sua base de usuários em 1/3 em apenas um ano (em 2012, esse aumento foi de 19% para as duas categorias).

O sucesso dos tablets e eReaders não pode ser explicado por apenas um fator. As duas categorias possuem similaridades nas suas influências, uma vez que representam a evolução digital de um específico meio tradicional.

A relação com livros e revistas que os eReaders e os tablets possuem (respectivamente) é algo muito mais estreito do que aquela vista em outros dispositivo. O smartphone parece ter ficado menos relevante para os usuários que querem consumir conteúdos de texto, e gadgets mais focados nessa experiência foi algo naturalmente mais explorado pelas editoras de livros e revistas. Talvez nem tanto pela iniciativa pura e simples, mas pela necessidade de responder rapidamente à Amazon ou editoras digitais que largavam na frente na editoria digital.

Além disso, gagdets complexos ainda assustam a melhor idade, e os eReaders e tablets são muito mais simples que computadores e smartphones. A prova: um estudo feito em 2009 revelava que 37% dos usuários do Kindle tinham 55 anos de idade ou mais. Logo, o tablet se tornou o dispositivo de consumo multimídia preferido por todos. É um aparelho que atende as necessidades da maioria dos usuários de tecnologia. Os videogames, sites sociais e de entretenimento representam hoje quase a totalidade do uso de gadgets mobile.

Por fim, o preço, que é cada vez mais acessível para um espectro mais amplo de consumidores. O s modelos dos melhores fabricantes de eReaders podem ser encontrados por menos de US$ 100, e no mundo dos tablets, existem opções Android usáveis e econômicas, e o iPad Mini pode ser encontrado por pouco mais de US$ 300, bem mais barato que o modelo de 9 polegadas.

Outros dados:

– Os smartphones não está mais relacionados ao ato de realizar chamadas. As atividades mais utilizadas são as comunicações por texto e o acesso à internet.
– Desde 2010, os players de MP3 ficaram estagnados, e foram substituídos pelos smartphones: 50% dos consumidores declararam que escutam música em seus dispositivos de forma preferencial.
– O poder aquisitivo influi fortemente na aquisição ou não de um smartphone. Seria os modelos de entrada de alta qualidade da Motorola e Lenovo a solução dessa questão?
– Em cinco anos, apenas 2% a mais de consumidores adquiriram um console de videogames. O gamer casual migrou para os smartphones e tablets.
– Os computadores desktop e notebooks seguem sendo importantes, mas não conquista novos consumidores.

Para ver o resultado completo do estudo da Pew Research Center, clique aqui.

Sony lançará o seu e-reader A4 em dezembro, mas com um preço (quase) proibitivo

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A Sony levou meses apresentando o seu protótipo de tela e-ink de grandes dimensões, que se apresentou em forma de e-reader de grande porte. Agora, chegou o momento da verdade: ele vai chegar ao mercado.

O fabricante japonês anunciou ontem (07) que o seu chamativo e-reader com tela de 13.3 poleadas estará disponível para compra no Japão no próximo dia 3 de dezembro. O produto, que inicialmente é pensado para um uso educacional – de forma prioritária -, tem um preço sugerido de 100 mil ienes, ou US$ 1.009. Só para lembrar: dá para comprar mais de 10 unidades do Kindle mais simples nos Estados Unidos com esse valor.

Diante de tal cenário, as chances de vermos esse produto no mercado tradicional (nem falo no Brasil, falo no mercado internacional mesmo) são muito pequenas. Mesmo assim, ele segue sendo um produto muito interessante. Só é caro demais.

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O produto conta com uma tela e-ink com tamanho equiparável ao de uma folha A4 com a tecnologia Mobius (que, entre outras coisas, troca o cristal por uma fina película protetora) e uma resolução de 1.200 x 1.600 pontos. Além disso, o produto conta com conexão WiFi, e concentra todos os seus componentes em uma espessura de 6.8 mm e peso de apenas 358 gramas. Para que você tenha uma ideia do que estou falando, ele é mais leve que o novo iPad Air.

Consciente que o seu preço o deixa (infelizmente) bem longe do estudante médio, a Sony decidiu mudar o foco do produto, fazendo um discurso mais pensado para o entorno empresarial. Para isso, eles oferecem um suporte para trabalhos com documentos financeiros, além de oferecer um lápis para anotações e correções necessárias na tela.

É uma pena. Um produto como esses tinha tudo para fazer um grande sucesso nas escolas e universidades. Mas parece que temos aqui, mais uma vez, a “Sony sendo a Sony”.

Mais fotos do produto a seguir.

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Novos serviços da Amazon: X-Ray, Kindle FreeTime, Whispersync e Kindle Serials

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Para acompanhar os novos modelos de tablets e e-readers, a Amazon anunciou uma série de novos serviços, que vão complementar a proposta desses produtos, oferecendo ainda mais entretenimento e produtividade, para diferentes segmentos. Falamos dos serviços  X-Ray, Kindle FreeTime, Whispersync e Kindle Serials.

Começamos pelo X-Ray, que está dividido em dois segmentos: X-Ray for Movies e X-Ray for Textbooks, que em resumo, são sistemas que exibem informações adicionais e de fácil compreensão sobre filmes e livros educativos. No caso do X-Ray for Movies, o serviço trabalha com uma associação com a base de dados do IMDB.com, o que permite a exibição de nomes, biografias e fotos de atores com um simples pausar do filme na tela, e alguns simples cliques.

Já o X-Ray for Textbooks funciona de forma similar ao X-Ray for Books, mas permitindo ver informações adicionais à aquilo que está disponível na tela. Por exemplo, o serviço mostra um glossário de termos, um atalho para a Wikipédia, ou um link para o YouTube, de acordo com as configurações do livro.

Já o Kindle Fire FreeTime é uma espécie de modo especial para as crianças poderem desfrutar dos novos tablets em um ambiente considerado o mais seguro possível. Entre outros detalhes, a plataforma permite a criação de vários perfis dentro de um mesmo dispositivo, para poder gerenciar exatamente aquilo que os seus filhos devem acessar, e por quanto tempo.

Esses filtros estarão separados em função do tipo de conteúdo, e contam com a particularidade que até podem mudar a cor do fundo entre preto e azul, para que o adulto que está supervisionando possa se dar conta rapidamente se a criança conseguiu acessar algum conteúdo não autorizado.

A seguir, temos o Whispersync for Voice, que é uma tecnologia que sincroniza livros falados com livros digitais, e que permite que continue a leitura a partir de qualquer um dos dois métodos. Ou seja, você pode escutar o livro no seu carro, e continuar a ler o livro que estava escutando quando chegar em casa (vale lembrar que a Amazon é dona do Audible).

E isso não é tudo. A Amazon também anunciou o Whispersync for Games, que vai permitir a gravação do progresso dos seus jogos na nuvem. Ou seja, você pode jogar Angry Birds em um dispositivo, salvar o progresso, retomar do ponto onde parou em outro, e por aí vai.

Por fim, o Kindle Serials, que é uma forma de comprar novas publicações de uma forma contínua. Você paga uma vez, e recebe todos os números que vão aparecendo, indexando-se um atrás do outro para seu consumo. Por enquanto, só há oito títulos disponíveis no acervo, mas a Amazon promete expandir esse conteúdo em breve. cada episódio vai custar US$ 1.99, de modo que será perfeito para os amantes da leitura em pequenas doses, e também para esses escritores que não podem esperar muito para ter finalizado o seu livro.

Via Engadget

iBooks 2: a plataforma da Apple que pretende “reinventar” o livro tradicional

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A Apple anunciou de forma oficial o iBook 2, que segundo a descrição da empresa, é “a reinvenção do livro” tal e como o conhecemos. Quase 1 milhão e meio de iPads são utilizados para fins educacionais, e sua loja de conteúdos já conta com aproximadamente 20 mil aplicativos com fins didáticos. Logo, nada melhor do que aproveitar todo esse potencial.

Roger Rosner catalogou esse novo aplicativo com uma experiência que, segundo ele, um livro convencional não pode competir, uma vez que não só proporciona ao leitor a possibilidade de buscar a informação, mas também de complementar a leitura com animações 3D ou definições atualizadas em tempo real.

A leitura pode ser feita nas orientações horizontal ou vertical, e também há locais para anotações ou questionários, para reforçar o aprendizado. As primeiras editoras que apostam no iBooks 2 são: Pearson, McGraw Hill e Houghton Mifflin Harcourt, que oferecem alguns volumes ou capítulos de suas obras de presente para atrair os curiosos.

O aplicativo estará disponível gratuitamente, mas cada livro vai custar aproximadamente US$ 15 “ou menos”.

Via Engadget

AUO mostra o seu protótipo de papel eletrônico flexível, a base de energia solar

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Se você se preocupa com o crescimento dos e-readers, e com a necessidade de ter que encontrar uma tomada acessível em qualquer lugar, é porque voc~e ainda não viu esse novo protótipo de papel eletrônico da AU Optronics. A empresa parece estar empenhada em reduzir o leitor de livros digitais que conhecemos a uma espessura mínima, transformando o produto em uma espécie de folha enrolável, fabricada com uma tela TFT orgânica de 6 polegadas, com 800 x 600 pixels de resolução, espessura de 0.127 mm e taxa de refresh de 50 Hz.

Por causa de sua baixa espessura, seus desenvolvedores adicionaram uma bateria de apenas 10 gramas do produto, que se encarregará de transformar a luz solar ou artificial em energia par ao dispositivo, para que você possa se esquecer da tomada de uma vez por todas.

A única desvantagem? Ele não é maleável o suficiente para que você dobre o produto em forma de avião, como fazemos com o nosso jornal (bom, alguns de nós fazem).

via Engadget

Amazon apresenta um novo modelo do Kindle, com preço de US$ 79

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O terceiro lançamento da Amazon no dia de hoje é de um novo modelo de Kindle, diferente do Kindle Touch, e diferente do modelo antigo do Kindle, já que não conta com um teclado físico na sua estrutura.

O objetivo desse modelo de Kindle é ser uma opção mais barata para o consumidor, tanto que o modelo tem preço de apenas US$ 79. O produto já está disponível para compra na Amazon, e de modo internacional, e representa um corte de preço interessante, já que o modelo anterior custava US$ 114. Em contrapartida, esse e-reader conta com um modelo de publicidade integrada aos conteúdos apresentados, que estará ativo apenas no modelo vendido nos Estados Unidos. As propagandas aparecerão na tela de modo não intrusiva, nos momentos onde você não está lendo algum livro. A versão sem publicidade custa US$ 109, e será esta que será distribuída ao redor do planeta.

via Amazon

ViewSonic ViewBook 730, o tablet de baixo custo de 7 polegadas, e inspirações de e-book reader

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A ViewSonic aumenta a sua família de tablets, com o lançamento do novo ViewBook 730. Com ele, a empresa pretende alcançar os usuários que querem combinar as características de leitor de livros eletrônicos e tablet em um único dispositivo, com um preço econômico.

Para isso, eles oferecem uma proposta de tela de 7 polegadas (800 x 480), 8 GB de armazenamento interno (expansível via cartões microSD), processador Cortex A8 de 1 GHz, que promete suporte aos conteúdos a 1080p, trabalhando em parceria com uma saída HDMI. O sistema operacional Android é a 2.2 (Froyo), e o tablet acompanha uma caneta stylus, para anotações.

Tem previsão de chegada ao mercado para o final do mês de junho.

via Android Central

Fujitsu mostra um conceito tablet/portátil híbrido dobrável

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A ideia de portáteis híbridos não é nova, e apesar disso, devemos admitir que esse conceito desenvolvido pelo Hao-Chun Huang é bem original. Com o prêmio Life With Future Computing da Fujitsu, temos o Flexbook, que tem a sua tela dobrável e um teclado com diferentes posições, para se transformar em um portátil com tela com resolução 21:9, ou um tablet, ou até mesmo um simples e pequeno leitor de livros eletrônicos.

É impossível dizer se ele um dia chegará a ser fabricado, mas nunca é demais pensar nas interessantes possibilidades que produtos como esse podem oferecer no futuro.

via Engadget