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Pneu da Goodyear é capaz de recarregar a bateria do seu carro

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A Goodyear desenvolveu um pneu capaz de gerar eletricidade de forma autônoma. O produto ainda é um protótipo, mas tal pesquisa é essencial para melhorar a autonomia de carros híbridos e elétricos.

O segredo desse pneu está nos materiais utilizados na sua construção. Além dos tradicionais, foi incluída um termo-piezoelétrico. O material aproveita o calor do pneu para gerar eletricidade. Isso acontece tanto quando o carro está parado ou em movimento, já que tanto o calor como o material se modificam para que o pneu absorva o maior calor possível. Para balancear tudo, o pneu tem um sistema de refrigeração à ar, por segurança.

Além disso, o pneu se encarrega de converter a deformação e vibrações que sofre quanto está em movimento para a energia elétrica. O protótipo recebe o nome BHO3.

A Goodyear também apresentou um segundo pneu, que também não tem fase de início de produção, e que foi desenvolvido com uma estrutura interna composta por três tubos que se adaptam à pressão e as condições da estrada.

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De acordo com o terreno ou as ordens indicadas, o pneu pode inflar ou desinflar suas câmaras, com a ajuda de uma bomba interna. É possível por exemplo ter a máxima pressão para otimizar o consumo, inflar um pneu específico para melhorara a velocidade, ou evitar a aquaplanagem.

O grafeno conduz a eletricidade ainda melhor do que se imaginava

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É o material do futuro. São muitos os avanços que são realizados adotando o grafeno como base. Ainda não encontraram uma aplicação prática massiva para ele, mas isso não impede que suas propriedades no mundo da tecnologia sejam demonstradas. A última dessas características em destaque está na sua condutividade elétrica. Segundo um estudo dos físicos da Georgia Institute of Technology, o grafeno é 10 vezes superior do que se supunha ser na hora de conduzir a eletricidade.

O processo de fabricação das tiras de grafeno foi modificada, se baseando em um processo que foi descrito pela primeira vez em 2010. O resultado faz com que esse movimento sem obstáculos fará com que os circuitos transmitam os sinais muito mais rápido e sem os problemas de superaquecimento que normalmente acontecem nos chips fabricados com semicondutores.

Vários especialistas apoiam tal descoberta, entre eles Francisco Guinea, um físico teórico que afirmava que “a equipe de desenvolvimento melhorou os resultados tanto no substrato tanto na capa de grafeno sobre ele nos últimos dez anos, e agora, estamos colhendo os frutos desse trabalho”.

Via Nature

Ford cria laboratório de pesquisa de veículos híbridos e elétricos

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A Ford anuncia a criação de um novo laboratório de pesquisa e desenvolvimento na cidade de Dearborn, Estados Unidos, dedicada exclusivamente para veículos elétricos. O prédio possui 26.500 metros quadrados, e abriga o que era antes conhecido como Centro de Engenharia Avançada, abrigando a maioria dos 1.000 engenheiros que hoje trabalham nesses programas.

O time quase triplicou de tamanho nos últimos anos, reunindo profissionais com experiência em vários setores, como por exemplo na indústria aerospacial. Para criar o novo laboratório, a Ford está investindo US$ 135 milhões no design, engenharia e fabricação de elementos dos veículos híbridos elétricos da próxima geração, que começam a ser produzidos ainda em 2012.

A capacidade de testes de baterias dessa unidade vai dobrar até 2013, com um total de 160 canais de testes individuais. Máquinas especializadas são capazes de testar e simular o comportamento térmico e durabilidade da bateria sob todas as condições de carga, temperatura e uso. Isso beneficia os consumidores de dois modos, trazendo a opção de veículos com menor consumo de combustível e preço mais acessível. A Ford está reduzindo o custo de seus veículos híbridos atuais em até 30% em comparação com a geração anterior. Este ano, vai completar o lançamento de cinco veículos elétricos, como parte da sua estratégia de triplicar a capacidade de produção nesse segmento até 2013. São eles:

  •     Focus Electric, o carro mais econômico da categoria na América, com consumo equivalente de 46,7 km/l e recarga em quatro horas;
  •     C-MAX Hybrid, com consumo de 20 km/l;
  •     C-MAX Energi híbrido “plug-in”, com consumo equivalente de 40,4 km/l e atuonomia de 885 km, a ser lançado este ano;
  •     Novo Fusion Hybrid, a ser lançado este ano, com consumo estimado de 20 km/l – 2,13 km/l mais econômico que o Toyota Camry Hybrid;
  •     Fusion Energi híbrido “plug-in”, que começa a ser produzido no final de 2012, como o mais econômico da categoria no mundo.

A Ford lançou o recentemente Escape Hybrid em 2004 e o Fusion Hybrid em 2010 – vendido também no Brasil –, modelos líderes em economia de combustível, dirigibilidade e durabilidade.

Via Assessoria de Imprensa

Sony mostra a sua tomada inteligente, com reconhecimento de usuário

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Tomadas que podem identificar os dispositivos, com perfis de consumo e reconhecimento automático de usuários são apenas algumas das possibilidades oferecidas pelo conceito apresentado nessa semana pela Sony. O vídeo demonstrativo abaixo publicado pelo pessoal da Diginfo pode despertar o seu interesse, já que ele mostra o conceito testado em um protótipo em funcionamento, ilustrando detalhes do sistema, como gráficos de consumo, a possibilidade de verificar a carga de rede doméstica, evitando assim apagões e até o uso de cartões de identificação RFID, para carregar dispositivos por um preço mais barato.

A má notícia é que terá milhões de hackers salivando diante da possibilidade de invadir o sistema. Por outro lado, talvez essa nova tecnologia faça com que os aeroportos de todo o mundo comece a oferecer tomadas aos seus visitantes mais completas. Mesmo que o passageiro tenha que pagar para isso.

Vídeo abaixo.

Via Diginfo

Sharp cria um sistema que permite usar as baterias de um carro eletétrico como acumulador doméstico

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A Sharp anunciou o Intelligent Power Conditioner, ou IPC, que é uma espécie de “organizador energético”, desenvolvido para otimizar a eficiência elétrica do seu lar. Para descrever o sistema da forma mais simples possível, este aparelho armazena temporariamente a eletricidade “verde” que não é utilizada nas baterias de um veículo elétrico, para que quando chegue à noite, quando os painéis solares de sua casa não funcionem, sempre tenha alguma energia para acender as luzes da casa ou carregar pequenos eletrodomésticos. Durante os testes, o sistema pode utilizar as baterias de um Mitsubishi i-MiEV para proporcionar 8 kW para uma casa por, pelo menos, 30 minutos. A Sharp ainda está na fase de testes do sistema, mas espera oferecer a tecnologia “em um futuro próximo”.

via Sharp

Orca PowerStrap é uma pulseira para recarregar seus gadgets

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Um dia, no futuro, vamos poder dizer que nossos gadgets contam com bateria decente o suficiente para usarmos de forma livre e indiscriminada. Por isso, ainda somos obrigados a apelar para baterias e recarregadores adicionais, que normalmente são incômodas e nada atraentes. Mas apareceu uma maneira interessante de solucionarmos o problema do transporte dessas baterias extras, que é essa pulseira PowerStrap da Orca, que permite que você conecte o seu smartphone ou gadget preferido na pulseira do relógio, quando o seu brinquedinho estiver com a bateria quase morrendo. O problema é o seu preço, que é um tanto quanto elevado, se pensarmos que é uma pulseira: US$ 65. Mas, se o que vale é ter a bateria do smartphone viva, a solução deve ser bem vinda por muitos.

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[periféricos] WD lança linha de aparelhos para redes HomePlug

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Quando pensamos na Western Digital, nos vem à cabeça um monte de dispositivos de armazenamento. Por isso, a princípio, é estranho que eles queiram vender aparelhos voltados para a conectividade, mesmo que, na verdade, o mundo das redes é quase uma evolução natural pois, seus gadgets não servem para nada se você não puder comunicá-los com outros produtos.

Com este argumento em mente, a WD começa a entrar no mercado da transmissão de informação com o pacote Livewire Powerline AV Network Kit, que inclui duas pontes que podem conectar dispositivos em redes Ethernet, por meio do cabo elétrico do seu lar. Cada um conta com quatro portas Ethernet, são compatíveis com aparelhos HomePlug, e podem transferir dados a uma velocidade de 200 Mbps, por um preço total de US$ 140. Mesmo com o fato que vamos ter que esperar algum tempo para ver este produto no mercado e avaliar, na prática, se realmente ele funciona como promete, a ideia de interagir nossos equipamentos de home cinema com a nossa rede local e internet nos parece ser um bom negócio para a WD.

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[tecnologia] Samsung desenvolve um monitor que usa apenas um cabo USB. Estará disponível em 2011

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Uma das ambições dos fabricantes e usuários de gadgets é a possibilidade de não ter que usar cabos. A carga de baterias por indução e o streaming sem fio são opções interessantes, mas não são muito usuais. Mas a chance de, pelo menos diminuir a quantidade de cabos existentes é algo muito atraente, e a Samsung trabalha em um sistema que visa transferir dados e eletricidade a um monitor, usando apenas um conector USB simples.

Na foto acima, podemos ver uma tela LCD de 18,5″, que consome apenas 6,3 vatts, e só exigindo um cabo USB para seu pleno funcionamento. Conseguiram isso melhorando a transmissão do painel e a eficiência da retro-iluminação do monitor. O problema é que este monitor oferece apenas 30 mil horas de funcionamento, ao invés das 50 mil horas dos monitores de LCD atuais. A Samsung garante que este modelo de monitor chegará ao mercado em 2011.

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[gadgets] Panasonic e Sanyo lançarão uma bateria que proporcionará eletricidade para uma casa durante uma semana

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Faz já um tempinho que arquitetos e cidadãos em geral sonham com o dia que nossas casas deixem de ser consumidoras natas de eletricidade, e se transformem em geradoras. Um bom passo para isso foi a criação dos painéis solares, que são de grande eficiência e, caso seja possível, alternativamente, a instalação de pequenas estações eólicas. Mas, nem todos os dias faz sol, e nem todos os dias temos vento para produção de energia. E é aí que a Panasonic e a Sanyo aparecem.

As duas companhias que recentemente se fundiram, pensam em ter pronto para o nao de 2011 um pacote acumulador capaz de armazenar a eletricidade necessária para manter o funcionamento de um lar (japonês, suponho eu) durante, pelo menos, uma semana, o que, sem dúvida, colocará o produto diante de um grande grupo eco-consumidor. Esta super bateria doméstica utilizará a tecnologia de ions de lítio, e vai incorporar algum tipo de interface para poder controlar o consumo elétrico a partir do próprio televisor. Não se fala nada sobre preço, mas supomos que uma instalação completa segue seguindo mais barata do que geradores de energia em miniatura.

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[gadgets] O Rambler Socket inclui uma extensão dentro da sua tomada

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Para a maioria de nós, as extensões de tomada elétrica são vitais para que nossos gadgets funcionem. Felizmente, neste mundo, existem pessoas especiais que quebram a cabeça para melhorar coisas que são, teoricamente, tão simples, mas com ideias inovadoras. Aqui nos temos o Rambler Socket, um conceito de tomada que, em seu interior, inclui 1,5 metros de cabo adicional. Caso você precisa de um pouco mais de cabo para que seu gadget funcione no local perfeito, é só tirar a tomada da parede e, quando terminou o uso, basta enrolar dentro da parede e tudo está em ordem! E… como assim ainda é um conceito? Quero um desses pra ontem!

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