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Sony planeja um relógio onde a tinta eletrônica é o protagonista

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A Sony tem em mente muitos projetos para consertar a sua vida financeira, e um desses projetos estaria relacionado com o estilo de vida digital. A ideia é criar novos dispositivos que chamem a atenção, e o primeiro deles pode ser um relógio com tela e pulseira fabricados em ‘material patenteado’, permitindo diferentes telas e designs.

Segundo a Bloomberg, o dispositivo se centrará no estilo no lugar da tecnologia, apesar de haver a possibilidade de lançar modelos mais complexos e sofisticados. A fonte fala de um sistema modular chamado MESH, onde o usuário poderá criar protótipos próprios com diferentes sensores, LEDs e botões, e que se controlará através de um aplicativo para tablets.

A tecnologia que será utilizada na tinta eletrônica não é detalhada – de novo, sabemos que é uma patente da Sony -, mas tudo indica que eles trabalham em algo muito avançado, principalmente se levarmos em conta a experiência dos japoneses no setor.

Podemos entender que essa tecnologia vai permitir aos designers criarem formatos sem muitas barreiras, podendo adaptar o produto a qualquer design. Um caminho bem diferente da família de smartwatches com Android Wear ou pelo Apple Watch.

A Bloomberg também informa que esse relógio será o primeiro produto de um novo departamento da Sony, que seria supervisionado por Kaz Hirai, onde eles tentarão oferecer o melhor da Sony no quesito inovação. Podemos imaginar que tudo isso pode estar relacionado com o programa de startups que a Sony iniciou no começo do ano, onde grupos de fora e dentro da empresa criariam novos produtos em troca de financiamento, caso o produto fosse realmente interessante.

Até agora, a Sony recebeu 187 projetos, onde 80 deles passaram para um estágio superior de desenvolvimento em junho de 2014. E o MESH é um desses projetos que foram aprovados.

Via Bloomberg

Avaliação de Produto | Kindle Wi-Fi

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O primeiro post desse novo segmento do blog será sobre um produto que testei por pelo menos dez dias. O Kindle sempre foi um “objeto de desejo” meu (apesar de não ser algo que fosse uma prioridade de compra), mais pela curiosidade sobre como o produto funciona, e principalmente, para entender por que ele é o eReader mais vendido do planeta. Depois de dez dias de testes, eu tive a minha resposta. A seguir, passo os meus argumentos.

Sobre o Produto

O Kindle Wi-Fi de 6 polegadas é considerado, nesse momento, o modelo mais básico de eReaders da Amazon, e consequentemente, é o mais barato também. Não é o produto que começou todo o império de Jeff Bezos no segmento, mas é altamente inspirado nos primeiros modelos lançados antes. É o produto da empresa que introduz qualquer pessoa ao mundo dos leitores de livros eletrônicos.

Além disso, é a porta de entrada para qualquer usuário ao acervo de livros digitais da Amazon. Muitas pessoas começaram a consumir outros produtos da maior loja de e-commerce do mundo porque, em um belo dia, depois de comprar tantos livros da Amazon, decidiu comprar o eReader deles. E substituir os livros de papel por um gadget que pode ser levado no bolso da calça (dependendo do tamanho do bolso, é claro).

Principais Características

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O que mais chama a atenção no Kindle é a sua portabilidade. É um gadget fino e leve. Aliás, muito fino, e muito leve. Não há desculpas para nenhuma pessoa deixar o seu Kindle em casa, pois ele não vai produzir volume e peso no meio das coisas que você leva todos os dias nas jornadas de trabalho e estudo. Sem falar que o dispositivo é muito confortável nas mãos. Você pode ler por muitas horas, e o Kindle não causa fadigas por conta desse uso prolongado.

Por conta disso, o Kindle é a alternativa perfeita para os fãs de leitura, e uma ótima opção para alguns casos específicos. Por exemplo, estudantes de universidade, que precisam carregar alguns livros volumosos todos os dias (ou na maior parte do tempo), pode substituir a versão física pela versão digital, reduzindo esse peso. Sem falar que, se você tem os seus livros de cabeceira, é muito melhor levar o Kindle na viagem de férias do que dois ou três livros, que pesam um bocado.

Sua tela E Ink Pearl é outra característica marcante do Kindle. Além de permitir a leitura plena em ambientes muito iluminados (por exemplo, na praia, sob o sol) ou com uma iluminação artificial de boa qualidade, essa mesma tela faz com que a autonomia de bateria do produto seja muito elevada, onde um usuário com um hábito de leitura de 30 minutos por dia consiga alcançar o um mês de uso sem precisar recarregar o dispositivo.

Além disso, o usuário conta com a praticidade de salvar livros no dispositivo através do download via Wi-Fi (a partir dos títulos adquiridos pela Amazon), ou transferindo os livros e textos do computador para o Kindle (alguns deles necessitando de uma conversão prévia).

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Prós

– É um produto barato: entre os seus principais concorrentes, tem o preço mais competitivo, e se você der sorte, ainda pode encontrar algumas promoções nos e-commerces nacionais.
– Uma biblioteca virtual ampla, com valores em reais: a Amazon consegue oferecer um interessante acervo de livros digitais, para atender a todos os gostos e necessidades.
– Portabilidade: levar ele para qualquer lugar não será um problema para você.

Contras

– Inserção de dados pouco eficiente: comprar um produto com preço acessível resulta em algumas limitações. Uma delas é não ter uma forma de entrada de informações mais ágil. Tudo se resume a um teclado, onde com o auxílio do cursor, você precisa inserir um caractere por vez.
– Tela sem retro iluminação: de novo, mais uma característica que é sacrificada pelo baixo custo. Tenha sempre alguma fonte de luz para leituras noturnas.
– Pouco útil se você tem um tablet: para usuários multitarefa, que já estão habituados a utilizar o seu tablet como leitor de livros eletrônicos, o Kindle (ou qualquer outro eReader) se torna um produto quase obsoleto.

Relação Custo/Benefício

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O Kindle é um produto excelente para o que ele se propõe a fazer. Ele é um bom leitor de livros eletrônicos, que atende as necessidades mais básicas dos usuários que adotaram a leitura como uma das principais atividades diárias. Para muitos, podem não substituir a experiência de leitura em um livro físico, mas é uma ótima alternativa para tornar o processo mais moderno, confortável e prático.

Porém, se você já tem um tablet, e está acostumado a ler seus livros nesse dispositivo (mesmo levando em consideração as desvantagens que uma tela de tablet oferece), a migração para um eReader (não importa qual) pode ser algo desnecessário. Em um mundo onde muita gente vive a era da convergência, utilizando produtos multitarefa, não fará muito sentido ter um produto dedicado exclusivamente para a leitura.

Logo, é fundamental cada um observar em qual cenário se encaixa antes de adquirir o produto.

Nota Final: 8.6/10

Desempenho: 7
Design: 10
Funcionalidades: 7
Preço: 9
Relação Custo/Benefício: 10

MIDIA InkPhone, um e-reader que é capaz de realizar chamadas telefônicas

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A Onyx, fabricante chinesa que está presente na CeBIT 2014, apresentou o seu MIDIA InkPhone, um smartphone Android Gingerbread com tela de tinta eletrônica.

Seus criadores decidiram desenvolver um telefone realmente básico, com uma tela e-ink de 4.3 polegadas, e um hardware de dispositivo de entrada. Por outro lado, sua bateria de 1.800 mAh pode entregar uma autonomia de até duas semanas de uso. É claro que, em troca você vai ter que lidar com uma tela de tinta eletrônica lentíssima, e nem o mais paciente dos usuários podem pensar na hipótese de tentar rodar jogos com esse dispositivo.

O produto é pensado nos fãs da leitura, que poderão ler os seus livros em qualquer lugar, sem se preocupar com a autonomia de bateria, e ainda poderão ligar para amigos e familiares para comentar o que está lendo.

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A Onyx possui a sua própria loja de livros virtuais na China, e o MIDIA InkPhone deve aumentar consideravelmente o interesse dos seus consumidores na prática. Vale a pena lembrar que, mesmo sem poder executar uma grande quantidade de aplicativos com a sua CPU Rockchip e sua baixa quantidade de RAM (não revelada), o usuário ainda tem a oportunidade de instalar alguns aplicativos, adicionando os arquivos APK nos seus 4 GB internos (expansíveis via cartão microSD de até 32 GB).

O telefone não possui acesso direto à Google Play, e a experiência de leitura é similar a qualquer e-reader competente do mercado, com a transições dos menus e telas de apps realmente lenta, ao ponto do usuário ter que esperar vários segundos pela atualização da tela. Mas isso pode melhorar, já que o produto apresentado no evento foi um protótipo.

Seja como for, o InkPhone é uma proposta tão peculiar quanto econômica. Seu preço sugerido é de apenas 140 euros, e por enquanto, sua comercialização direta está garantida apenas na Alemanha e Polônia. Porém, a Amazon.com promete distribuir o produto em escala mundial.

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MWC 2014 | YotaPhone 2, um smartphone com duas telas e 50 horas de autonomia de bateria

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No final de 2012, a empresa russa Yota anunciou o YotaPhone, um smartphone Android dotado de duas telas, uma LCD e outra de tinta eletrônica. Agora, na Mobile World Congress 2014, a singular aposta recebe uma nova versão, através do YotaPhone 2, que é bem mais interessante do que o primeiro telefone.

O YotaPhone 2 oferece melhorias em vários aspectos. A tela principal agora conta com 5 polegadas (1080p), e na face traseira, temos uma carcaça arredondada, que parece ajudar e muito no agarre do dispositivo. E ali está a segunda tela touch de tinta eletrônica, com 4.7 polegadas.

O motivo da presença de uma segunda tela é a autonomia de bateria. A segunda tela – de tinta eletrônica – fica ativa o tempo todo, mostrando as notificações, elevando assim a autonomia do smartphone para (teóricas) 50 horas de uso. A má notícia é que a segunda tela não funciona exatamente da mesma forma que a principal. Mostra notificações e serve para a navegação no sistema operacional do dispositivo, mas não é um espelho da tela principal, mostrando apenas os aplicativos especificamente desenvolvidos pela Yota para essa segunda tela.

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A boa notícia é que a Yota oferece o SDK aberto para todos que quiserem desenvolver aplicativos para a segunda tela. Nesse momento, eles estão negociando com gigantes como Barnes & Noble, Amazon e Google, para impulsionar as possibilidades da tela auxiliar.

Nas demais especificações, o YotaPhone 2 possui um processador Qualcomm Snapdragon 800 quad-core de 2.3 GHz, conectividade NFC, recarga de bateria sem fio e 8.9 mm de espessura. As demais especificações não foram detalhadas, mas o modelo anterior já contava com 2 GB de RAM, 64 GB de armazenamento e câmera traseira de 13 megapixels.

Segundo a Yota, o YotaPhone 2 deve chegar ao mercado no final de 2014.

Via Yota, Pocket-Lint

MWC 2014 | InkCase, uma tela secundária de tinta eletrônica para o seu smartphone

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A InkCase apresenta na MWC 2014 uma acessório bem interessante. É um case para o iPhone, que oferece uma segunda tela de tinta eletrônica ao dispositivo.

A tela está acoplada ao case, na parte traseira do acessório. Através da conectividade Bluetooth, essa tela recebe as informações correspondentes para projetar em sua tela uma página de um livro eletrônico, uma fotografia ou a informação de um programa de desempenho esportivo, entre outras funcionalidades.

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No caso do Android, o case é ainda mais versátil, uma vez que ele faz uso de um módulo comum, onde podemos acoplar em diferentes cases, que dependerão do modelo ao qual são orientadas. Por exemplo, uma versão com tampa frontal para o Galaxy Note 3, outra para o LG G2, etc.

Por enquanto, o Ink Case só oferece três aplicativos compatíveis com o seu produto, mas como o seu SDK é aberto, é esperado que os desenvolvedores se animem e incluam em seus aplicativos opções que aproveitem o potencial da segunda tela.

O preço do módulo InkCase é de US$ 99, enquanto que o case para iPhone 5 custa US$ 149, ambos distribuídos pela marca Oaxis.

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Booken anuncia o Cybook Odyssey, o seu primeiro leitor de livros eletrônicos com tela e-ink de alta velocidade

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Depois de mais de 2 anos de trabalho, e alguns vídeos demonstrativos, a Booken anunciou finalmente o Cybook Odyssey, um novo leitor de livros eletrônicos equipado com sua esperada tela High Sppeed Ink System.

Para tornar o produto ainda mais atraente, o fabricante de e-readers adicionou à tela desse tablet de 6 polegadas uma lâmina touch, com um manejo que será ainda mais simples que os produtos da concorrência, e uma vez que sua CPU se baseia em um processador Cortex A8 de 800 MHz da Texas Instruments, seu desempenho deverá ser algo bem aceitável.

A empresa só lançou até agora a versão WiFi do produto (sem 3g), e tem previsão de chegada para a Europa em breve, mas sem revelar o seu preço.

via Electronista

E Ink Triton, outro leitor de e-books com tela de tinta eletrônica colorida

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Não faz nem uma semana, e a fabricante chinesa Hanvon anunciou o primeiro leitor de e-books com tela de tinta eletrônica do mundo. E, ser o segundo da lista não foi um empecilho para que a E Ink Holdings apresentasse o Triton, um leitor que pode ter potencial para se tornar o número um. Além da tela com tinta eletrônica colorida, o Triton é 20% mais rápido do que os leitores e-ink convencionais, permite a leitura perfeita de seus conteúdos, mesmo com a luz do Sol batendo em sua tela, e conta com uma bateria com autonomia de até um mês de uso. Esperamos ver no mercado em breve, para saber na prática qual é o seu potencial.

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Phosphor World Time, novo relógio e-ink, com 24 zonas horárias diferentes

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Se você ainda não teve a chance de poder usar um relógio e-ink no seu pulso, talvez te sirva de consolo que eu também não. Bom, falando sério, este relógio desenvolvido pela Art Technology, o Phosphor, faz jus ao seu sobrenome World Time, pois é capaz de armazenar 24 fusos horários diferentes, podendo exibir estas informações na sua superfície e-ink de forma simultânea. Para isso, ele usa uma tela segmentada (e não de matriz ativa), um detalhe que o deixa um pouco mais barato que os demais. O preço varia entre US$ 150 e US$ 195.

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[e-book reader] Teclast entra na briga de e-readers com o K3 Talking Portable Library

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Parece que a vida dos fabricantes de gadgets não pode ser considerada completa se eles não oferecerem um leitor de livros eletrônicos para os consumidores.

Desta vez,  Teclast decide entrar na briga neste difícil mercado dos e-books com um K3 Talking Portable Library. Se o nome te soa conhecido é porque esta empresa é mais conhecida com a fabricação de players musicais e, por isso, é claro que a K3 iria incluir a opção de reproduzir MP3 em seu produto, além de contar com uma tela de E Ink de 6″, e texto falado em chinês ou inglês. Por enquanto, o Kindle é o dispositivo que conquistou o coração do mercado, porém, não duvide: a qualquer momento poderia aparecer um fabricante pequeno, com um produto que chame a atenção das massas… mas não acredito que este produto seja o K3.

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