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Kobo passa a ser o responsável pelo negócio dos livros eletrônicos da Sony

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Provavelmente você está sabendo dos graves problemas econômicos que está atravessando a Sony nesse momento, e que eles tomaram duras decisões para corrigir a sua contabilidade. Uma dessas medidas é se desfazer da sua divisão de livros digitais. Mas diferente do que simplesmente encerrar essa seção, eles decidiram cedê-la para a canadense Kobo, que tem um catálogo de mais de quatro milhões de livros.

Como parte dessa mudança, o aplicativo da Kobo virá pré-instalado em dispositivos Xperia e Reader do Reino Unido, Áustria e Alemanha. Aos poucos, serão adicionados em novos países. Os usuários receberão um e-mail com informações para transferir as sua biblioteca para o Kobo. Enquanto isso, será possível seguir comprando livros na Reader Store.

É bom ver que a Sony  está buscando ajudar os seus usuários. Por outro lado, assusta saber que a venda de livros digitais está causando prejuízos, porque outras empresas (aka Kindle/Amazon) parecem não ter nenhum problema com esse segmento de mercado.

Via Sony

Sony lançará o seu e-reader A4 em dezembro, mas com um preço (quase) proibitivo

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A Sony levou meses apresentando o seu protótipo de tela e-ink de grandes dimensões, que se apresentou em forma de e-reader de grande porte. Agora, chegou o momento da verdade: ele vai chegar ao mercado.

O fabricante japonês anunciou ontem (07) que o seu chamativo e-reader com tela de 13.3 poleadas estará disponível para compra no Japão no próximo dia 3 de dezembro. O produto, que inicialmente é pensado para um uso educacional – de forma prioritária -, tem um preço sugerido de 100 mil ienes, ou US$ 1.009. Só para lembrar: dá para comprar mais de 10 unidades do Kindle mais simples nos Estados Unidos com esse valor.

Diante de tal cenário, as chances de vermos esse produto no mercado tradicional (nem falo no Brasil, falo no mercado internacional mesmo) são muito pequenas. Mesmo assim, ele segue sendo um produto muito interessante. Só é caro demais.

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O produto conta com uma tela e-ink com tamanho equiparável ao de uma folha A4 com a tecnologia Mobius (que, entre outras coisas, troca o cristal por uma fina película protetora) e uma resolução de 1.200 x 1.600 pontos. Além disso, o produto conta com conexão WiFi, e concentra todos os seus componentes em uma espessura de 6.8 mm e peso de apenas 358 gramas. Para que você tenha uma ideia do que estou falando, ele é mais leve que o novo iPad Air.

Consciente que o seu preço o deixa (infelizmente) bem longe do estudante médio, a Sony decidiu mudar o foco do produto, fazendo um discurso mais pensado para o entorno empresarial. Para isso, eles oferecem um suporte para trabalhos com documentos financeiros, além de oferecer um lápis para anotações e correções necessárias na tela.

É uma pena. Um produto como esses tinha tudo para fazer um grande sucesso nas escolas e universidades. Mas parece que temos aqui, mais uma vez, a “Sony sendo a Sony”.

Mais fotos do produto a seguir.

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Sony Reader PRS-T3 aparece antes do tempo na FCC dos EUA

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Apareceu na FCC dos Estados Unidos (o equivalente da Anatel no Brasil) imagens do Sony Reader PRS-T3, uma atualização do modelo PRS-T2, que também apareceu na FCC nesse mesmo período do ano passado, chegando ao mercado poucas semanas depois.

Por enquanto, poucas informações são reveladas sobre o novo e-reader da Sony. O que sabemos é que o produto conta com uma bateria de 3.6 Wh e conectividade Wi-Fi 802.11 b/g/n. O pessoal do site The Digital Reader foi o responsável pelas imagens publicadas, que mostram melhor como o produto pode ser no seu visual final.

Resumindo: o Sony Reader PRS-T3 deve ser anunciado em muito breve, ficando disponível para compra no mercado internacional. Não sabemos se esse produto vai chegar ao Brasil algum dia, mas vamos ficar na torcida.

Via FCC
Via The Digital Reader

Kindle em português já é detectado em dados do site brasileiro da Amazon

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Para os fãs da boa leitura (e dos preços competitivos na hora de adquirir livros eletrônicos), uma boa notícia: tudo indica que a espera está chegando ao fim. As primeiras imagens do Kindle em português foram detectadas na hospedagem do site da Amazon Brasil, que deve começar oficialmente as suas atividades ainda nesta semana, com a venda de livros eletrônicos e do seu respectivo e-book reader.

Quem divulga as imagens é o Blog do Jotacê, que constatou que não só a logomarca do serviço nacional está pronto (e agora, oficial), mas também as fotos promocionais do Kindle com conteúdo 100% em português (ou, pelo menos, a sua demonstração) já preparada para ser exibida e comercializada em território brasileiro.

Se as imagens estiverem corretas, a Amazon.com.br promete ser competitiva logo nos seus primeiros minutos de vida. A maior e-commerce do mundo promete oferecer livros eletrônicos “por menos de R$ 4.99” (para os mais vendidos; para os lançamentos, o valor sugerido pelas fotos é de até R$ 9,99). É um preço realmente agressivo, se levarmos em conta que alguns dos seus concorrentes diretos no mercado brasileiro oferecem eBooks com valores até próximos daqueles oferecidos pelo exemplar físico do livro (ou com uma diferença insignificante).

O lançamento da Amazon.com.br era algo esperado para o ano passado. Ao longo de 2012, muito se falou sobre as dificuldades da empresa em fechar acordos com as editoras nacionais, e todos os trâmites burocráticos para sua entrada no Brasil. Tudo indica que esses obstáculos foram superados, e que a empresa deve chegar ao mercado brasileiro a tempo de aproveitar a demanda do período natalino. A previsão é que, na estreia, a Amazon brasil ofereça apenas livros digitais e o leitor Kindle, e que até o meio de 2013, outras categorias de produtos sejam comercializadas, dependendo ainda de uma definição de estrutura física, estoque e estratégia de logística.

De qualquer forma, vale a pena esperar mais um pouco antes de você comprar as versões eletrônicas dos seus livros desejados. Tudo indica que vai valer muito a pena.

O Kindle, leitor de livros eletrônicos da Amazon, completa 5 anos de vida hoje

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É difícil de acreditar que o Amazon Kindle está comemorando apenas o seu quinto aniversário hoje (19). Afinal de contas, o produto é tão bem sucedido, tão onipresente, que a impressão que temos é que esse leitor de livros eletrônicos está entre nós há tempos. De qualquer forma, o produto chega ao seu quinto ano de vida como o mais bem sucedido projeto do maior e-commerce do planeta, oferecendo ao mundo uma nova forma de ler livros e revistas, e praticamente criando um mercado totalmente novo de livros eletrônicos. Não que eles não existissem antes, mas assim como aconteceu no iPad, o Kindle é o sinônimo de e-book reader do grande público.

Ano após ano, a Amazon teve o cuidado de melhorar o dispositivo, tornando o produto melhor e mais fácil de ser utilizado pela maioria dos consumidores. Se compararmos o primeiro Kindle lançado em 2007 com a última versão anunciada nesse segundo semestre, o Kindle Paperwhite, é possível ver como a Amazon trabalhou duro para chegar ao produto que temos hoje, colocando os dois modelos em patamares muito diferentes.

O primeiro e-book reader Kindle lançado em novembro de 2007 contava com uma tela e-ink de 800 x 600 pixels, 250 MB de armazenamento interno, com a opção de expansão do armazenamento através de um slot para cartões microSD (aliás, é o único modelo até hoje que conta com um slot de expansão de armazenamento), custando US$ 399. Suas vendas inicias se esgotaram poucas horas após o seu lançamento, e isso permaneceu assim até o mês de abril de 2008, quando o estoque finalmente foi reposto.

Desde então, a Amazon foi lentamente modificando o produto, tornando o mesmo mais próximo de um tablet, mas mantendo a sua essência de leitor de livros digitais. Para facilitar a vida de todos, e torná-lo mais acessível no seu perfil de uso e nos fatores monetários, a Amazon foi eliminando do Kindle aos poucos os seus botões físicos, adicionando no lugar uma tela sensível ao toque. Com isso, o produto ficava mais intuitivo no seu uso e mais fino no seu perfil. Até que no ano passado, uma versão 100% touchscreen do Kindle foi lançada, o Kindle Touch, que conta com 4 GB de espaço para armazenamento, e um preço sugerido de US$ 99.

Hoje, a quinta geração do Kindle tem preço inicial de US$ 69, o que é uma façanha para um produto de sua categoria, além de contar com uma versão livre de propagandas, que custa US$ 89. O já citado Kindle Paperwhite, que possui tela de 1024 x 758, com luz integrada, está disponível em versões com WiFi e WiFi + 3G (ambas com ou sem publicidade), com preços que variam entre US$ 119 e US$ 199. Ou seja, a evolução do Kindle foi tamanha, que o seu modelo mais caro hoje (e muito mais completo) é pelo menos US$ 200 mais barato que o Kindle original, de 2007, com recursos bem limitados.

Ou seja, levando em conta os fatores de desvalorização financeira e inflação acumulada no período, comprar o Kindle hoje ainda pode ser um grande negócio para os amantes da leitura de livros digitais. Apesar do tablet Kindle Fire custar os mesmos US$ 199, e oferecer várias possibilidades de uso.

Mesmo assim… parabéns, e vida longa ao Kindle!

Kobo anuncia três novos e-readers: Glo ComfortLight, Arc e Mini

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Como se fosse uma simples casualidade (e não é), a Kobo decidiu anunciar ontem (06… isso mesmo, no mesmo dia do lançamento dos novos produtos da Amazon) três novos e-readers, nos modelos Glo ComfortLight, Arc e Mini. Bom, talvez pela “casualidade” que estamos publicando essa novidade só hoje, e a da Amazon, durante o dia de ontem.

Começamos pelo Glo ComfortLight (foto acima), um modelo com tela E Ink de 6 polegadas com tecnologia de iluminação própria da empresa, que bate de frente com o Nook SimpleTouch com GlowLight da Barnes&Noble. Sua resolução é de 1024 x 768, oferece 16 tons de cinza e vem com um processador Freescale de 1 GHz e WiFi, além de incluir 2 GB de armazenamento e slot para cartões microSD para expandir a sua memória de armazenamento para até 32 GB.

Sobre sua bateria, ele possui autonomia para até um mês de uso, e suas dimensões ficam em 157.4 x 114.3 x 9.9 mm. Seu preço é de US$ 130, e estará disponível no mês de outubro, em quatro cores (preto, azul, rosa e prata).

O próximo é o Kobo Arc (foto acima), um equipamento com tela IPS de 7 polegadas e processador Texas OMAP 4470 de 1.5 GHz, com 1 GB de RAM, que tem mais cara de tablet do que de e-book. O dispositivo conta com sistema operacional Android 4.0 (Ice Cream Sandwich) com acesso ao Google Play, conectividade WiFi e autonomia de uso de até 10 horas seguidas de leitura ou reprodução de vídeos, ou até duas semanas em standby. Chega ao mercado em novembro, em duas versões (8 GB, por US$ 200, e 16 GB, por US$ 250), nas cores branco ou preto, com carcaça traseira intercambiável.

Por fim, apresentamos o Kobo Mini (acima), o menor e-reader do mercado (segundo os seus fabricantes), com sua tela de 5 polegadas e medidas de 133 x 127 x 10.4 mm, com um peso de 134 gramas. Esse leitor oferece 2 GB de armazenamento interno, conectividade WiFi e processador de 800 MHz. Sua autonomia de uso é de duas semanas e o seu preço é de apenas US$ 80. É um valor interessante, mesmo não podendo comprovar a qualidade do produto. Disponível nas cores branco ou preto, sua carcaça é do tipo intercambiável, e deve ser visto nas lojas no começo de outubro.

Via PRNewsWire

Novos serviços da Amazon: X-Ray, Kindle FreeTime, Whispersync e Kindle Serials

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Para acompanhar os novos modelos de tablets e e-readers, a Amazon anunciou uma série de novos serviços, que vão complementar a proposta desses produtos, oferecendo ainda mais entretenimento e produtividade, para diferentes segmentos. Falamos dos serviços  X-Ray, Kindle FreeTime, Whispersync e Kindle Serials.

Começamos pelo X-Ray, que está dividido em dois segmentos: X-Ray for Movies e X-Ray for Textbooks, que em resumo, são sistemas que exibem informações adicionais e de fácil compreensão sobre filmes e livros educativos. No caso do X-Ray for Movies, o serviço trabalha com uma associação com a base de dados do IMDB.com, o que permite a exibição de nomes, biografias e fotos de atores com um simples pausar do filme na tela, e alguns simples cliques.

Já o X-Ray for Textbooks funciona de forma similar ao X-Ray for Books, mas permitindo ver informações adicionais à aquilo que está disponível na tela. Por exemplo, o serviço mostra um glossário de termos, um atalho para a Wikipédia, ou um link para o YouTube, de acordo com as configurações do livro.

Já o Kindle Fire FreeTime é uma espécie de modo especial para as crianças poderem desfrutar dos novos tablets em um ambiente considerado o mais seguro possível. Entre outros detalhes, a plataforma permite a criação de vários perfis dentro de um mesmo dispositivo, para poder gerenciar exatamente aquilo que os seus filhos devem acessar, e por quanto tempo.

Esses filtros estarão separados em função do tipo de conteúdo, e contam com a particularidade que até podem mudar a cor do fundo entre preto e azul, para que o adulto que está supervisionando possa se dar conta rapidamente se a criança conseguiu acessar algum conteúdo não autorizado.

A seguir, temos o Whispersync for Voice, que é uma tecnologia que sincroniza livros falados com livros digitais, e que permite que continue a leitura a partir de qualquer um dos dois métodos. Ou seja, você pode escutar o livro no seu carro, e continuar a ler o livro que estava escutando quando chegar em casa (vale lembrar que a Amazon é dona do Audible).

E isso não é tudo. A Amazon também anunciou o Whispersync for Games, que vai permitir a gravação do progresso dos seus jogos na nuvem. Ou seja, você pode jogar Angry Birds em um dispositivo, salvar o progresso, retomar do ponto onde parou em outro, e por aí vai.

Por fim, o Kindle Serials, que é uma forma de comprar novas publicações de uma forma contínua. Você paga uma vez, e recebe todos os números que vão aparecendo, indexando-se um atrás do outro para seu consumo. Por enquanto, só há oito títulos disponíveis no acervo, mas a Amazon promete expandir esse conteúdo em breve. cada episódio vai custar US$ 1.99, de modo que será perfeito para os amantes da leitura em pequenas doses, e também para esses escritores que não podem esperar muito para ter finalizado o seu livro.

Via Engadget

Wolder miBuk STYLE, o “peso pluma” dos e-readers

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Você pode não se lembrar do bom myTab da Wolder, mas saiba que a empresa espanhola se destaca na Europa novamente, dessa vez com um e-reader, o miBuk STYLE, que chega com a credencial de ser “o e-book reader mais leve do mercado”.

Como acontece normalmente com esse tipo de “recordes”, não dá para colocar a mão no fogo para garantir isso, mas não deixamos de reconhecer que ao menos um dos mais leves, isso ele é, pois pesa apenas 158 gramas. Além dessa particularidade, temos um leitor eletrônico que cabe praticamente na palma da mão (sua tela e-ink é de 6 polegadas), oferecendo 16 níveis de tons de cinza, e autonomia de leitura para 10 mil páginas.

O miBuk oferece suporte para formatos variados, como EPUB, PDF, HTML OU TXT, entre outros, além de reproduzir MP3 e escolher tipos de letra, tamanho e orientação de leitura, assim como realizar buscas de textos e marcar aquelas páginas que são de seu interesse. O modelo vem com 1.000 obras literárias pré-carregadas, como “Les Miserables” e “Guerra e Paz”, apenas para citar dois exemplos.

O modelo chega ao mercado europeu pelo preço de 99 euros.

Via Engadget

Hotel britânico substitui as bíblias de papel por… Kindles!

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Imagina você, chegando em um hotel, abrir a gaveta do criado mundo e encontrar uma Bíblia. Isso é normal e tradicional, mas é algo do passado. Bom, pelo menos foi o que pensou o hotel Indigo, da cidade britânica de Newcastle.

Os responsáveis pelo citado hotel decidiram substituir o papel pelas vantagens da tinta eletrônica, e assim, os hóspedes dos 148 quartos do estabelecimento encontrarão em seu lugar um Kindle com a Bíblia pré-carregada. O gerente do hotel defende esta aposta como algo lógico, dada a tradição literária da região, e os hóspedes encontrarão ainda no conhecido leitor de livros eletrônicos outros textos religiosos, podendo ainda comprar a partir do dispositivo outro tipo de obras, que serão cobradas no checkout do hóspede.

E uma experiência piloto que o hotel está realizando. Caso funcione na unidade de Newcastle, ela será estendida nas demais unidades da rede. Porém, vale lembrar que essa ideia não é nova: em 2008, um hotel em Manhattan surpreendeu os seus hóspedes com uma iniciativa semelhante.

Via Telegraph

Google Play, o novo portal de conteúdos do Google

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O Google decidiu expandir as suas propostas multimídia na web, que vai reunir aplicativos, livros músicas e vídeos. O gigantesco portal de conteúdo recebe o nome de Google Play, e deve dar um salto do definitivo do Google para a plataforma da nuvem.

O Android Market passa a se chamar Play Store, e será atualizada em breve para todos os usuários que contam com o Android 2.2 ou superiores instalados em seus dispositivos. O lote de mudanças se completa com uma nova aba, a “Play”, e para comemorar todas as novidades, o Google decidiu preparar uma seleção de ofertas, que estarão disponíveis ao longo dessa semana.

Antes de lançar as campanhas dos novos serviços, o Google lembra que os serviços até então ativos continuarão com as mesmas condições de antes, e que nem todas as mudanças vão acontecer fora dos Estados Unidos. Ou seja, a principal mudança aqui foi a mudança de nome.

Via Google

iBooks 2: a plataforma da Apple que pretende “reinventar” o livro tradicional

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A Apple anunciou de forma oficial o iBook 2, que segundo a descrição da empresa, é “a reinvenção do livro” tal e como o conhecemos. Quase 1 milhão e meio de iPads são utilizados para fins educacionais, e sua loja de conteúdos já conta com aproximadamente 20 mil aplicativos com fins didáticos. Logo, nada melhor do que aproveitar todo esse potencial.

Roger Rosner catalogou esse novo aplicativo com uma experiência que, segundo ele, um livro convencional não pode competir, uma vez que não só proporciona ao leitor a possibilidade de buscar a informação, mas também de complementar a leitura com animações 3D ou definições atualizadas em tempo real.

A leitura pode ser feita nas orientações horizontal ou vertical, e também há locais para anotações ou questionários, para reforçar o aprendizado. As primeiras editoras que apostam no iBooks 2 são: Pearson, McGraw Hill e Houghton Mifflin Harcourt, que oferecem alguns volumes ou capítulos de suas obras de presente para atrair os curiosos.

O aplicativo estará disponível gratuitamente, mas cada livro vai custar aproximadamente US$ 15 “ou menos”.

Via Engadget

AUO mostra o seu protótipo de papel eletrônico flexível, a base de energia solar

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Se você se preocupa com o crescimento dos e-readers, e com a necessidade de ter que encontrar uma tomada acessível em qualquer lugar, é porque voc~e ainda não viu esse novo protótipo de papel eletrônico da AU Optronics. A empresa parece estar empenhada em reduzir o leitor de livros digitais que conhecemos a uma espessura mínima, transformando o produto em uma espécie de folha enrolável, fabricada com uma tela TFT orgânica de 6 polegadas, com 800 x 600 pixels de resolução, espessura de 0.127 mm e taxa de refresh de 50 Hz.

Por causa de sua baixa espessura, seus desenvolvedores adicionaram uma bateria de apenas 10 gramas do produto, que se encarregará de transformar a luz solar ou artificial em energia par ao dispositivo, para que você possa se esquecer da tomada de uma vez por todas.

A única desvantagem? Ele não é maleável o suficiente para que você dobre o produto em forma de avião, como fazemos com o nosso jornal (bom, alguns de nós fazem).

via Engadget

Amazon apresenta um novo modelo do Kindle, com preço de US$ 79

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O terceiro lançamento da Amazon no dia de hoje é de um novo modelo de Kindle, diferente do Kindle Touch, e diferente do modelo antigo do Kindle, já que não conta com um teclado físico na sua estrutura.

O objetivo desse modelo de Kindle é ser uma opção mais barata para o consumidor, tanto que o modelo tem preço de apenas US$ 79. O produto já está disponível para compra na Amazon, e de modo internacional, e representa um corte de preço interessante, já que o modelo anterior custava US$ 114. Em contrapartida, esse e-reader conta com um modelo de publicidade integrada aos conteúdos apresentados, que estará ativo apenas no modelo vendido nos Estados Unidos. As propagandas aparecerão na tela de modo não intrusiva, nos momentos onde você não está lendo algum livro. A versão sem publicidade custa US$ 109, e será esta que será distribuída ao redor do planeta.

via Amazon

Pandigital apresenta três novos tablets Android: Nova, Planet e Star

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A Pandigital tornou oficial o lançamento de três novos tablets. Os modelos Nova, Planet e Star (foto acima) contam com um processador Cortex A9, conexão WiFi e interface HDMI, com tela de 7″ (800 x 600 no Nova e Planet, e 800 x 480 para o Star), e rodam sistema operacional Android Froyo (Planet e Star) e Android Gingerbeard (Nova). Todos os modelos contam com a eBookStore da Barnes & Noble, além do acesso ao GetJar como loja de aplicativos.

O Pandigital Nova (foto acima) tem preço de US$ 170. O Planet (foto abaixo) custa US$ 189. Esses dois modelos já estarão disponíveis no mercado dos Estados Unidos a partir desse fim de semana, e o Star só será lançado no meio do mês de agosto, por US$ 159.

via Pandigital (Nova, Planet e Star)

Tablet Pandigital SuperNova passa pela FCC, e revela todos os seus detalhes

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Um novo híbrido entre tablet e e-reader chegou ao FCC, e por causa disso, conseguimos descobrir alguns detalhes sobre o SuperNova, a última aposta da Pandigital. O modelo conta com tela de 8 polegadas (com tela touch capacitiva), sistema operacional Android 2.3 e um acesso restrito ao Android Market (para download de aplicativos, o usuário pode usar o SlideMe, além de adquirir livros da Barnes & Noble).

O modelo possui câmera traseira de 3 MP, e câmera frontal de 0.3 MP, além de 4 GB de armazenamento interno, slot para cartões microSD (de até 32 GB), porta HDMI e conector miniUSB. Seu preço e data de lançamento ainda são um mistério, mas imaginamos que sua passagem pela FCC é um indicativo que sua chegada ao mercado norte-americano está próxima.

via FCC

Fujitsu mostra em vídeo um novo leitor de e-books

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Na abertura da E-Book Expo Tokyo (antes conhecida como Digital Publishing Fair), a Fujistu mostrou ao mundo o seu último produto no mercado dos leitores de livros eletrônicos. É um leitor com tela LCD de 8 polegadas (157 dpi) e 220 gramas mais leve que o seu predecessor (o FLEPia Lite).

A gama de cores continua a mesma, com 4.096 cores, enquanto que a velocidade do processador aumentou de forma considerável, alcançando uma velocidade de gravação de 0,7 segundos (marca essa que o fabricante promete reduzir ainda mais). Não há mais detalhes sobre o funcionamento, mas temos um vídeo demonstrativo do produto.



via Diginfo.tv

MEDION MD97866, um e-book reader simples, para as suas leituras diárias

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A MEDION tem um novo integrante no seu catálogo de produtos. Dessa vez, temos o MD97866, um e-book que oferece configurações simples, para aqueles que buscam um e-reader sem grandes pretenções.

O modelo possui tela e-ink de 6 polegadas, com 16 tons de cinza, peso de apenas 240 gramas, autonomia de até 8 mil páginas, conectividade WiFi, player musical, rádio e visualizador de imagens. Ele tem 2 GB de espaço de armazenamento, ampliáveis via cartão microSD.

O novo e-reader MD97866 da MEDION estará disponível na Europa a partir de 15 de julho, com um preço de 159 euros.

via Engadget

ViewSonic ViewBook 730, o tablet de baixo custo de 7 polegadas, e inspirações de e-book reader

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A ViewSonic aumenta a sua família de tablets, com o lançamento do novo ViewBook 730. Com ele, a empresa pretende alcançar os usuários que querem combinar as características de leitor de livros eletrônicos e tablet em um único dispositivo, com um preço econômico.

Para isso, eles oferecem uma proposta de tela de 7 polegadas (800 x 480), 8 GB de armazenamento interno (expansível via cartões microSD), processador Cortex A8 de 1 GHz, que promete suporte aos conteúdos a 1080p, trabalhando em parceria com uma saída HDMI. O sistema operacional Android é a 2.2 (Froyo), e o tablet acompanha uma caneta stylus, para anotações.

Tem previsão de chegada ao mercado para o final do mês de junho.

via Android Central

Movistar ebook bq, o e-book reader da Telefónica na Espanha é apresentado oficialmente

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A Telefónica na Espanha tenta ampliar horizontes com o lançamento do seu e-book reader, feito em colaboração com a empresa Mundo Reader. O Movistar ebook bq é um modelo com tela e-ink touch de 6 polegadas, que diferente do que se possa pensar, não conta com módulo 3G, se limitando a contar com conectividade WiFi nas suas configurações.

Entre outros recursos, ele conta com uma capacidade interna de 2 GB (ampliável via cartão microSD), bateria de 1.530 mAh, que oferece uma autonomia de 8 mil páginas, além de porta micro USB 2.0 e compatibilidade com formatos epub, pdf, html, rtf, txt, jpg, mp3, zip, entre outros.

O Movistar ebook bq foi apresentado hoje na Espanha, mas não chega nas lojas antes do dia 14 de junho, com um preço de 169 eiros.

via BQReaders

Fujitsu mostra um conceito tablet/portátil híbrido dobrável

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A ideia de portáteis híbridos não é nova, e apesar disso, devemos admitir que esse conceito desenvolvido pelo Hao-Chun Huang é bem original. Com o prêmio Life With Future Computing da Fujitsu, temos o Flexbook, que tem a sua tela dobrável e um teclado com diferentes posições, para se transformar em um portátil com tela com resolução 21:9, ou um tablet, ou até mesmo um simples e pequeno leitor de livros eletrônicos.

É impossível dizer se ele um dia chegará a ser fabricado, mas nunca é demais pensar nas interessantes possibilidades que produtos como esse podem oferecer no futuro.

via Engadget