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Kobo Aura One, um leitor de livros eletrônicos que quer incomodar a Amazon

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Kobo Aura One

O Kobo Aura One ainda não é oficial mas já tem tantos dados revelados que podemos dar detalhes sobre como ele será. Uma coisa é certa: ele quer incomodar o Amazon Voyage, ou até mesmo o elitista e-reader Oasis.

 

Mesma definição, com um tamanho maior

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O Kobo Aura One possui uma tela do tipo Carta E Ink de 7.8 polegadas (1872 x 1404 pixels, 300 ppp) que é excelente para a leitura. É a mesma densidade dos modelos da Amazon, mas com uma tela consideravelmente maior (6 polegadas para os modelos Voyage e Oasis).

Nas especificações técnicas, o e-reader conta com 512 MB de RAM, 8 GB de armazenamento, conectividade WiFi e 255 gramas de peso. Sua autonomia de bateria estimada é de um mês de uso com uma única carga.

Não está claro sobre sua resistência à água. Há quem diga que o dispositivo possui certificação IP68 de forma direta, ou com um case. Seja como for, ele é considerado um substituto direto do Kobo Aura H2O.

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Por enquanto, o Kobo Aura One não tem preço anunciado ou data de lançamento, mas deve ser lançado ainda nesse trimestre. O CEO da Kobo, Michael Tamblyn, já afirmou que teremos novidades sobre esse tema em breve.

Amazon Kindle 2016 é mais fino, se veste de branco, mas tem o mesmo preço

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A Amazon apresentou oficialmente uma nova versão do seu modelo de leitor de livros eletrônicos mais básico. O Amazon Kindle 2016 é agora mais fino e leve (16% a menos: 161 gramas, 9,1 milímetros), tem especificações mais potentes, uma nova opção na cor branca, e tudo isso mantendo o seu preço.

A tela continua a ser de tinta eletrônica com 6 polegadas e a mesma resolução (167 pixels por polegada). Para aqueles que desejam uma tela com maior resolução e sensível ao toque, terá que dar o salto para o Kindle Paperwhite.

 

Mais fino, melhor e igualmente barato

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É o primeiro Kindle a oferecer suporte para áudio, através da conectividade Bluetooth. A única conectividade para gerenciamento de livros é WiFi: não há 3G no seu modelo básico. A nova versão oferece o dobro de memória que o seu predecessor, com 4 GB para os livros e 512 MB de RAM.

O Amazon Kindle 2016 custa US$ 80 nos Estados Unidos. Além de todas as melhorias aplicadas e a manutenção do seu preço base, também chama a atenção no novo modelo a disponibilidade na cor branca. O Kindle Paperwhite também poderá ser adquirido com duas opções de cores.

No Brasil, o Amazon Kindle 2016 custa R$ 299. A versão branca do Kindle Paperwhite também está disponível em nosso mercado, com preço sugerido de R$ 479.

A Amazon melhora de forma interessante o produto que fez com que a empresa se tornasse a líder no mercado de livros eletrônicos. O novo Kindle tem tudo para ser mais um sucesso dentro do segmento.

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Via Amazon

Amazon vai apresentar um novo Kindle na semana que vem

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Teremos o anúncio de um novo Kindle na semana que vem. E não é a gente que está falando isso: o próprio Jeff Bezos, executivo máximo da Amazon, confirmou a notícia em sua conta no Twitter.

Esta será a oitava geração do leitor de livros eletrônicos mais popular do planeta, mostrando que esse é um segmento de mercado importante demais para a Amazon para ser abandonado de uma hora para outra. Afinal de contas, foi na venda de livros que a empresa se fez, e se valeu disso para ser a líder dominante no mercado de livros eletrônicos, que hoje gera lucros substanciais para a marca.

Quais são as novidades que esse novo Kindle vai trazer? É a pergunta que todos estão fazendo nesse momento. Melhorar um dispositivo de livros eletrônicos que chegou no nível de maturidade que temos hoje com o Voyage é uma missão bem complicada.

Maior resolução? Uma tela ainda mais brilhante? Melhor capacidade para atualizar as páginas? Melhor processador? Maior capacidade de armazenamento? Maior versatilidade de uso?

Teremos que esperar alguns dias para que Bezos suba ao palco e nos surpreenda. Até lá, temos que nos distrair lendo livros eletrônicos (ou na folha de papel), ou visitando blogs de tecnologia para se atualizar sobre todas as novidades do mercado.

Via The VergeJeff Bezos (Twitter)

 

MIDIA InkPhone, um e-reader que é capaz de realizar chamadas telefônicas

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A Onyx, fabricante chinesa que está presente na CeBIT 2014, apresentou o seu MIDIA InkPhone, um smartphone Android Gingerbread com tela de tinta eletrônica.

Seus criadores decidiram desenvolver um telefone realmente básico, com uma tela e-ink de 4.3 polegadas, e um hardware de dispositivo de entrada. Por outro lado, sua bateria de 1.800 mAh pode entregar uma autonomia de até duas semanas de uso. É claro que, em troca você vai ter que lidar com uma tela de tinta eletrônica lentíssima, e nem o mais paciente dos usuários podem pensar na hipótese de tentar rodar jogos com esse dispositivo.

O produto é pensado nos fãs da leitura, que poderão ler os seus livros em qualquer lugar, sem se preocupar com a autonomia de bateria, e ainda poderão ligar para amigos e familiares para comentar o que está lendo.

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A Onyx possui a sua própria loja de livros virtuais na China, e o MIDIA InkPhone deve aumentar consideravelmente o interesse dos seus consumidores na prática. Vale a pena lembrar que, mesmo sem poder executar uma grande quantidade de aplicativos com a sua CPU Rockchip e sua baixa quantidade de RAM (não revelada), o usuário ainda tem a oportunidade de instalar alguns aplicativos, adicionando os arquivos APK nos seus 4 GB internos (expansíveis via cartão microSD de até 32 GB).

O telefone não possui acesso direto à Google Play, e a experiência de leitura é similar a qualquer e-reader competente do mercado, com a transições dos menus e telas de apps realmente lenta, ao ponto do usuário ter que esperar vários segundos pela atualização da tela. Mas isso pode melhorar, já que o produto apresentado no evento foi um protótipo.

Seja como for, o InkPhone é uma proposta tão peculiar quanto econômica. Seu preço sugerido é de apenas 140 euros, e por enquanto, sua comercialização direta está garantida apenas na Alemanha e Polônia. Porém, a Amazon.com promete distribuir o produto em escala mundial.

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Sony lançará o seu e-reader A4 em dezembro, mas com um preço (quase) proibitivo

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A Sony levou meses apresentando o seu protótipo de tela e-ink de grandes dimensões, que se apresentou em forma de e-reader de grande porte. Agora, chegou o momento da verdade: ele vai chegar ao mercado.

O fabricante japonês anunciou ontem (07) que o seu chamativo e-reader com tela de 13.3 poleadas estará disponível para compra no Japão no próximo dia 3 de dezembro. O produto, que inicialmente é pensado para um uso educacional – de forma prioritária -, tem um preço sugerido de 100 mil ienes, ou US$ 1.009. Só para lembrar: dá para comprar mais de 10 unidades do Kindle mais simples nos Estados Unidos com esse valor.

Diante de tal cenário, as chances de vermos esse produto no mercado tradicional (nem falo no Brasil, falo no mercado internacional mesmo) são muito pequenas. Mesmo assim, ele segue sendo um produto muito interessante. Só é caro demais.

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O produto conta com uma tela e-ink com tamanho equiparável ao de uma folha A4 com a tecnologia Mobius (que, entre outras coisas, troca o cristal por uma fina película protetora) e uma resolução de 1.200 x 1.600 pontos. Além disso, o produto conta com conexão WiFi, e concentra todos os seus componentes em uma espessura de 6.8 mm e peso de apenas 358 gramas. Para que você tenha uma ideia do que estou falando, ele é mais leve que o novo iPad Air.

Consciente que o seu preço o deixa (infelizmente) bem longe do estudante médio, a Sony decidiu mudar o foco do produto, fazendo um discurso mais pensado para o entorno empresarial. Para isso, eles oferecem um suporte para trabalhos com documentos financeiros, além de oferecer um lápis para anotações e correções necessárias na tela.

É uma pena. Um produto como esses tinha tudo para fazer um grande sucesso nas escolas e universidades. Mas parece que temos aqui, mais uma vez, a “Sony sendo a Sony”.

Mais fotos do produto a seguir.

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Nova versão do Kindle Paperwhite é anunciada oficialmente pela Amazon

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A Amazon anunciou oficialmente a nova versão do seu eReader Kindle Paperwhite. O produto vazou na web um pouco mais cedo hoje (e só não publicamos isso porque a pauta estava lotada… lamentamos por isso), e o dispositivo já está disponível em modo de pré-venda nos Estados Unidos.

O novo Paperwhite é descrito como uma evolução direta da primeira versão do produto, com um processador 25% mais rápido, mais contraste para melhorar a leitura dos textos, importantes melhorias na sensibilidade da tela touch, uma bateria com maior autonomia de uso (aproximadamente dois meses de autonomia, segundo informa a Amazon) e várias funções sociais inéditas, como a integração com o serviço GoodReads, para que o usuário obtenha recomendações de outros proprietários de um Kindle.

O software do novo Kindle Paperwhite foi renovado, incorporando novidades bem interessantes. O recurso Page Flip é uma dessas novidades. Ela incorpora o recurso de virar a página, mas sem abandonar a sua posição anterior. Além disso, o Vocabulary Builder criará cartões com as buscas que você realizar no dicionário, e novos controles paternos vão garantir que os seus filhos pequenos não busquem por detalhes mais sangrentos e/ou truculentos e/ou sexuais de Game of Thrones, por exemplo.

Por enquanto, ainda não sabemos se os modelos da primeira versão do Paperwhite serão atualizados com o novo software para receber os novos recursos, ou se essas funcionalidades serão exclusivas da nova versão do eReader da Amazon.

O preço do novo Kindle Paperwhite nos Estados Unidos se mantém inalterado em relação à versão anterior. Ou seja, a versão Wi-Fi – chega ao mercado norte-americano em 30 de setembro – custará US$ 119, na versão com propagandas, ou US$ 139 no modelo livre de anúncio. Já na versão Wi-Fi + 3G, o dispositivo custará US$ 189, mas só vai chegar ao mercado em 5 de novembro.

Mais fotos do novo Kindle Paperwhite a seguir.

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Ler – Kindle Paperwhite
Ler – Kindle Paperwhite 3G

Sony Reader PRS-T3 aparece antes do tempo na FCC dos EUA

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Apareceu na FCC dos Estados Unidos (o equivalente da Anatel no Brasil) imagens do Sony Reader PRS-T3, uma atualização do modelo PRS-T2, que também apareceu na FCC nesse mesmo período do ano passado, chegando ao mercado poucas semanas depois.

Por enquanto, poucas informações são reveladas sobre o novo e-reader da Sony. O que sabemos é que o produto conta com uma bateria de 3.6 Wh e conectividade Wi-Fi 802.11 b/g/n. O pessoal do site The Digital Reader foi o responsável pelas imagens publicadas, que mostram melhor como o produto pode ser no seu visual final.

Resumindo: o Sony Reader PRS-T3 deve ser anunciado em muito breve, ficando disponível para compra no mercado internacional. Não sabemos se esse produto vai chegar ao Brasil algum dia, mas vamos ficar na torcida.

Via FCC
Via The Digital Reader

O Kindle, leitor de livros eletrônicos da Amazon, completa 5 anos de vida hoje

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É difícil de acreditar que o Amazon Kindle está comemorando apenas o seu quinto aniversário hoje (19). Afinal de contas, o produto é tão bem sucedido, tão onipresente, que a impressão que temos é que esse leitor de livros eletrônicos está entre nós há tempos. De qualquer forma, o produto chega ao seu quinto ano de vida como o mais bem sucedido projeto do maior e-commerce do planeta, oferecendo ao mundo uma nova forma de ler livros e revistas, e praticamente criando um mercado totalmente novo de livros eletrônicos. Não que eles não existissem antes, mas assim como aconteceu no iPad, o Kindle é o sinônimo de e-book reader do grande público.

Ano após ano, a Amazon teve o cuidado de melhorar o dispositivo, tornando o produto melhor e mais fácil de ser utilizado pela maioria dos consumidores. Se compararmos o primeiro Kindle lançado em 2007 com a última versão anunciada nesse segundo semestre, o Kindle Paperwhite, é possível ver como a Amazon trabalhou duro para chegar ao produto que temos hoje, colocando os dois modelos em patamares muito diferentes.

O primeiro e-book reader Kindle lançado em novembro de 2007 contava com uma tela e-ink de 800 x 600 pixels, 250 MB de armazenamento interno, com a opção de expansão do armazenamento através de um slot para cartões microSD (aliás, é o único modelo até hoje que conta com um slot de expansão de armazenamento), custando US$ 399. Suas vendas inicias se esgotaram poucas horas após o seu lançamento, e isso permaneceu assim até o mês de abril de 2008, quando o estoque finalmente foi reposto.

Desde então, a Amazon foi lentamente modificando o produto, tornando o mesmo mais próximo de um tablet, mas mantendo a sua essência de leitor de livros digitais. Para facilitar a vida de todos, e torná-lo mais acessível no seu perfil de uso e nos fatores monetários, a Amazon foi eliminando do Kindle aos poucos os seus botões físicos, adicionando no lugar uma tela sensível ao toque. Com isso, o produto ficava mais intuitivo no seu uso e mais fino no seu perfil. Até que no ano passado, uma versão 100% touchscreen do Kindle foi lançada, o Kindle Touch, que conta com 4 GB de espaço para armazenamento, e um preço sugerido de US$ 99.

Hoje, a quinta geração do Kindle tem preço inicial de US$ 69, o que é uma façanha para um produto de sua categoria, além de contar com uma versão livre de propagandas, que custa US$ 89. O já citado Kindle Paperwhite, que possui tela de 1024 x 758, com luz integrada, está disponível em versões com WiFi e WiFi + 3G (ambas com ou sem publicidade), com preços que variam entre US$ 119 e US$ 199. Ou seja, a evolução do Kindle foi tamanha, que o seu modelo mais caro hoje (e muito mais completo) é pelo menos US$ 200 mais barato que o Kindle original, de 2007, com recursos bem limitados.

Ou seja, levando em conta os fatores de desvalorização financeira e inflação acumulada no período, comprar o Kindle hoje ainda pode ser um grande negócio para os amantes da leitura de livros digitais. Apesar do tablet Kindle Fire custar os mesmos US$ 199, e oferecer várias possibilidades de uso.

Mesmo assim… parabéns, e vida longa ao Kindle!

Kobo anuncia três novos e-readers: Glo ComfortLight, Arc e Mini

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Como se fosse uma simples casualidade (e não é), a Kobo decidiu anunciar ontem (06… isso mesmo, no mesmo dia do lançamento dos novos produtos da Amazon) três novos e-readers, nos modelos Glo ComfortLight, Arc e Mini. Bom, talvez pela “casualidade” que estamos publicando essa novidade só hoje, e a da Amazon, durante o dia de ontem.

Começamos pelo Glo ComfortLight (foto acima), um modelo com tela E Ink de 6 polegadas com tecnologia de iluminação própria da empresa, que bate de frente com o Nook SimpleTouch com GlowLight da Barnes&Noble. Sua resolução é de 1024 x 768, oferece 16 tons de cinza e vem com um processador Freescale de 1 GHz e WiFi, além de incluir 2 GB de armazenamento e slot para cartões microSD para expandir a sua memória de armazenamento para até 32 GB.

Sobre sua bateria, ele possui autonomia para até um mês de uso, e suas dimensões ficam em 157.4 x 114.3 x 9.9 mm. Seu preço é de US$ 130, e estará disponível no mês de outubro, em quatro cores (preto, azul, rosa e prata).

O próximo é o Kobo Arc (foto acima), um equipamento com tela IPS de 7 polegadas e processador Texas OMAP 4470 de 1.5 GHz, com 1 GB de RAM, que tem mais cara de tablet do que de e-book. O dispositivo conta com sistema operacional Android 4.0 (Ice Cream Sandwich) com acesso ao Google Play, conectividade WiFi e autonomia de uso de até 10 horas seguidas de leitura ou reprodução de vídeos, ou até duas semanas em standby. Chega ao mercado em novembro, em duas versões (8 GB, por US$ 200, e 16 GB, por US$ 250), nas cores branco ou preto, com carcaça traseira intercambiável.

Por fim, apresentamos o Kobo Mini (acima), o menor e-reader do mercado (segundo os seus fabricantes), com sua tela de 5 polegadas e medidas de 133 x 127 x 10.4 mm, com um peso de 134 gramas. Esse leitor oferece 2 GB de armazenamento interno, conectividade WiFi e processador de 800 MHz. Sua autonomia de uso é de duas semanas e o seu preço é de apenas US$ 80. É um valor interessante, mesmo não podendo comprovar a qualidade do produto. Disponível nas cores branco ou preto, sua carcaça é do tipo intercambiável, e deve ser visto nas lojas no começo de outubro.

Via PRNewsWire

Novos serviços da Amazon: X-Ray, Kindle FreeTime, Whispersync e Kindle Serials

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Para acompanhar os novos modelos de tablets e e-readers, a Amazon anunciou uma série de novos serviços, que vão complementar a proposta desses produtos, oferecendo ainda mais entretenimento e produtividade, para diferentes segmentos. Falamos dos serviços  X-Ray, Kindle FreeTime, Whispersync e Kindle Serials.

Começamos pelo X-Ray, que está dividido em dois segmentos: X-Ray for Movies e X-Ray for Textbooks, que em resumo, são sistemas que exibem informações adicionais e de fácil compreensão sobre filmes e livros educativos. No caso do X-Ray for Movies, o serviço trabalha com uma associação com a base de dados do IMDB.com, o que permite a exibição de nomes, biografias e fotos de atores com um simples pausar do filme na tela, e alguns simples cliques.

Já o X-Ray for Textbooks funciona de forma similar ao X-Ray for Books, mas permitindo ver informações adicionais à aquilo que está disponível na tela. Por exemplo, o serviço mostra um glossário de termos, um atalho para a Wikipédia, ou um link para o YouTube, de acordo com as configurações do livro.

Já o Kindle Fire FreeTime é uma espécie de modo especial para as crianças poderem desfrutar dos novos tablets em um ambiente considerado o mais seguro possível. Entre outros detalhes, a plataforma permite a criação de vários perfis dentro de um mesmo dispositivo, para poder gerenciar exatamente aquilo que os seus filhos devem acessar, e por quanto tempo.

Esses filtros estarão separados em função do tipo de conteúdo, e contam com a particularidade que até podem mudar a cor do fundo entre preto e azul, para que o adulto que está supervisionando possa se dar conta rapidamente se a criança conseguiu acessar algum conteúdo não autorizado.

A seguir, temos o Whispersync for Voice, que é uma tecnologia que sincroniza livros falados com livros digitais, e que permite que continue a leitura a partir de qualquer um dos dois métodos. Ou seja, você pode escutar o livro no seu carro, e continuar a ler o livro que estava escutando quando chegar em casa (vale lembrar que a Amazon é dona do Audible).

E isso não é tudo. A Amazon também anunciou o Whispersync for Games, que vai permitir a gravação do progresso dos seus jogos na nuvem. Ou seja, você pode jogar Angry Birds em um dispositivo, salvar o progresso, retomar do ponto onde parou em outro, e por aí vai.

Por fim, o Kindle Serials, que é uma forma de comprar novas publicações de uma forma contínua. Você paga uma vez, e recebe todos os números que vão aparecendo, indexando-se um atrás do outro para seu consumo. Por enquanto, só há oito títulos disponíveis no acervo, mas a Amazon promete expandir esse conteúdo em breve. cada episódio vai custar US$ 1.99, de modo que será perfeito para os amantes da leitura em pequenas doses, e também para esses escritores que não podem esperar muito para ter finalizado o seu livro.

Via Engadget

Novos produtos Kindle da Amazon são vistos em um anúncio de TV (com vídeo)

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Parece que a Amazon quis acalmar um poco os nervos de alguns em torno do seu evento de hoje (ou colocar esses mesmos nervos à flor da pele, quem sabe). E a melhor forma de se fazer isso é colocar um comercial na televisão norte-americana, durante o jogo inaugural do campeonato de futebol americano da NFL, onde é possível ver alguns dos seus novos dispositivos na propaganda.

Bom, ao menos é isso que o vídeo abaixo deixa transparecer, onde é possível apreciar a propaganda de um Kindle com tela E Ink sensível ao toque e retroiluminada com uma carcaça negra, e de um possível novo tablet com uma tela maior (talvez de 10 polegadas?) do que a que conhecemos agora, que é de 7 polegadas.

Nada mais podemos concluir sobre o anúncio divulgado ontem (05), exceto o desejo que a Amazon tem em atrair os holofotes para o seu evento, de modo que o melhor que você pode fazer para começar bem o seu dia é ver o vídeo abaixo e esperar que, daqui a algumas horas, nós aqui do TargetHD revelemos todos os detalhes dos novos produtos. Por enquanto, é só ativar o play na janela abaixo.

Via The Verge

Wolder miBuk STYLE, o “peso pluma” dos e-readers

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Você pode não se lembrar do bom myTab da Wolder, mas saiba que a empresa espanhola se destaca na Europa novamente, dessa vez com um e-reader, o miBuk STYLE, que chega com a credencial de ser “o e-book reader mais leve do mercado”.

Como acontece normalmente com esse tipo de “recordes”, não dá para colocar a mão no fogo para garantir isso, mas não deixamos de reconhecer que ao menos um dos mais leves, isso ele é, pois pesa apenas 158 gramas. Além dessa particularidade, temos um leitor eletrônico que cabe praticamente na palma da mão (sua tela e-ink é de 6 polegadas), oferecendo 16 níveis de tons de cinza, e autonomia de leitura para 10 mil páginas.

O miBuk oferece suporte para formatos variados, como EPUB, PDF, HTML OU TXT, entre outros, além de reproduzir MP3 e escolher tipos de letra, tamanho e orientação de leitura, assim como realizar buscas de textos e marcar aquelas páginas que são de seu interesse. O modelo vem com 1.000 obras literárias pré-carregadas, como “Les Miserables” e “Guerra e Paz”, apenas para citar dois exemplos.

O modelo chega ao mercado europeu pelo preço de 99 euros.

Via Engadget

iBooks 2: a plataforma da Apple que pretende “reinventar” o livro tradicional

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A Apple anunciou de forma oficial o iBook 2, que segundo a descrição da empresa, é “a reinvenção do livro” tal e como o conhecemos. Quase 1 milhão e meio de iPads são utilizados para fins educacionais, e sua loja de conteúdos já conta com aproximadamente 20 mil aplicativos com fins didáticos. Logo, nada melhor do que aproveitar todo esse potencial.

Roger Rosner catalogou esse novo aplicativo com uma experiência que, segundo ele, um livro convencional não pode competir, uma vez que não só proporciona ao leitor a possibilidade de buscar a informação, mas também de complementar a leitura com animações 3D ou definições atualizadas em tempo real.

A leitura pode ser feita nas orientações horizontal ou vertical, e também há locais para anotações ou questionários, para reforçar o aprendizado. As primeiras editoras que apostam no iBooks 2 são: Pearson, McGraw Hill e Houghton Mifflin Harcourt, que oferecem alguns volumes ou capítulos de suas obras de presente para atrair os curiosos.

O aplicativo estará disponível gratuitamente, mas cada livro vai custar aproximadamente US$ 15 “ou menos”.

Via Engadget

E-book reader Dazz, de 7 polegadas, chega ao Brasil

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A Maxprint traz ao Brasil o e-book reader Dazz, que conta com tela de 7 polegadas sensível ao toque, e memória interna de 4 GB. O modelo chega ao país com a aposta que o mercado de livros digitais nacional está em processo de expansão, principalmente pelo fato que obras escritas antes de 1900 estão em domínio público, logo, poderão ser inseridas em bibliotecas virtuais e acessadas pelos usuários sem nenhum tipo de custo.

O Dazz é capaz de ler arquivos nos formatos TXT, PDF, EPUB, PDB, FB2, HTML E PDF com DRM. Sua memória de 4GB é capaz de armazenar até 3 mil livros, além de armazenar fotos, músicas, e vídeos. Seu slot permite a expansão de sua memória para até 16 GB, e sua tela possui resolução de 800 x 480 pixels. O e-reader possui ainda auto-falante integrado e saída para fones de ouvido, além de funções como marcador de página, slide show com músicas, zoom in/out e relógio.

O preço sugerido do leitor de livros eletrônicos Dazz é de R$ 499,00.

via assessoria de imprensa

AUO mostra o seu protótipo de papel eletrônico flexível, a base de energia solar

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Se você se preocupa com o crescimento dos e-readers, e com a necessidade de ter que encontrar uma tomada acessível em qualquer lugar, é porque voc~e ainda não viu esse novo protótipo de papel eletrônico da AU Optronics. A empresa parece estar empenhada em reduzir o leitor de livros digitais que conhecemos a uma espessura mínima, transformando o produto em uma espécie de folha enrolável, fabricada com uma tela TFT orgânica de 6 polegadas, com 800 x 600 pixels de resolução, espessura de 0.127 mm e taxa de refresh de 50 Hz.

Por causa de sua baixa espessura, seus desenvolvedores adicionaram uma bateria de apenas 10 gramas do produto, que se encarregará de transformar a luz solar ou artificial em energia par ao dispositivo, para que você possa se esquecer da tomada de uma vez por todas.

A única desvantagem? Ele não é maleável o suficiente para que você dobre o produto em forma de avião, como fazemos com o nosso jornal (bom, alguns de nós fazem).

via Engadget