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Google acaba com o Quickoffice, que passa a ser integrado ao Drive

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A Google comprou o Quickoffice com a clara intensão de melhorar a sua suíte online, e com o seu último movimento, demonstrou que era exatamente isso que prometia. Agora, as ferramentas do Drive combinam funções e características do Quickoffice, uma fusão que resulta na retirada dos aplicativos desse último da App Store e Play Store, respectivamente.

Você ainda tem tempo de fazer o download e manter os apps instalados em seu dispositivo, mas nas próximas semanas, eles vão desaparecer das lojas, e não mais ficarão disponíveis em forma de aplicativo. A partir daí, o Quickoffice (ou o que sobrar dele) só poderá ser utilizado via Google Drive.

É um movimento mais ou menos esperado, já que a Google prefere unificar todos os seus serviços no lugar de ter apps dispersos pelas lojas de aplicativos. Não resta dúvidas que vai ser estranho ver o serviço desaparecer, depois de oferecer suporte em smartphones e tablets durante todo esse tempo.

Mas já estamos acostumados a ver a Google eliminar os seus serviços de tempos em tempos.

Via Google Operating System

Google Buzz chega ao fim, e todo o seu conteúdo vai para o Google Drive

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Antes do Google+ chegar ao mundo, a gigante de Mountain View fez a sua estreia nas redes sociais com uma plataforma chamada Buzz, que não deu em nada. Em 2011, a Google decidiu acabar com o serviço em 2013, e nesse final de semana, eles resolveram “refrescar a nossa memória”, nos lembrando que a plataforma vai encerrar oficialmente suas atividades em 17 de julho de 2013, e se você tiver algum conteúdo salvo ou registrado por lá, ele será transferido para o Google Drive.

Esse processo vai ser feito em duas etapas. Na primeira etapa, serão salvos de forma privada e apenas para sua verificação todos os seus posts publicados na Google Buzz, tanto os privados quanto os públicos. Na segunda etapa, serão armazenados e disponíveis para consulta pública toda a informação que você deixou em aberto, à vista de todos.

Aqueles que estiverem interessados em bisbilhotar a sua vida na Buzz, vai poder fazer isso através de um link direto. As antigas publicações na Buzz farão com que o usuário seja automaticamente redirecionado nessa segunda área de armazenamento.

A Google lembra que os comentários escritos em artigos de outros usuários serão arquivados na conta do Drive do comentarista, e não podem ser apagados, uma vez que toda essa mudança se concretizar, no dia 17 de julho.

Nem eu mesmo me lembrava que tinha uma conta na Buzz ativa. Tanto, que recebi a tal correspondência, cujo conteúdo você pode ler na íntegra abaixo.

Caro(a) utilizador(a) do Google Buzz.

 

Em outubro de 2011, anunciámos que o Google Buzz iria encerrar. A 17 de julho de 2013 ou posterior, a Google procederá à última fase de encerramento e guardará uma cópia dos seus artigos do Google Buzz no Google Drive, um serviço de armazenamento de ficheiros online. O Google armazenará dois (2) tipos de ficheiros no Google Drive, sendo que os novos ficheiros criados não serão contabilizados para os limites de armazenamento.

 

  1. O primeiro tipo de ficheiro é privado, apenas acessível para si, com um instantâneo dos artigos públicos e privados doGoogle Buzz  criados por si.
  2. O segundo tipo de ficheiro contém apenas uma cópia dos seus artigos públicos do Google Buzz. Por predefinição, este tipo de ficheiro pode ser visto por qualquer pessoa com o link, podendo surgir em resultados de pesquisa e no seu Perfil do Google (caso tenha uma ligação para os seus artigos do Google Buzz). Nota: Os links existentes para os conteúdos do Google Buzz redirecionam os utilizadores para este ficheiro.
  3. Os comentários aos artigos de outros utilizadores apenas serão guardados nos ficheiros desses utilizadores, não nos seus. Assim que a alteração descrita neste email for definitiva, apenas o utilizador poderá alterar as definições de partilha desses ficheiros. Isto significa que se comentou num artigo privado de outro autor, este pode optar por tornar o artigo e os respetivos comentários públicos. Se pretender evitar essa possibilidade, elimine todo os seus conteúdos do Google Buzz agora.
  4. Os novos ficheiros do Google Drive apenas contêm comentários dos utilizadores que tenham ativado o Google Buzz no passado, mas não contêm comentários que tenham sido eliminados antes da transferência dos dados para o Google Drive.

 

Depois de criados, os ficheiros serão tratados como qualquer ficheiro do Google Drive. Pode fazer com eles o que bem entender, (por exemplo, transferi-los, atualizar a lista de pessoas que podem aceder ou eliminar os ficheiros.

 

Antes da criação destes ficheiros, pode ver aqui os artigos do Google Buzz criadas por si. Se não pretender guardar artigosou comentários do Google Buzz nos ficheiros do Google Drive, pode eliminar imediatamente a sua conta e dados do Google Buzz. 

 

Obrigado por utilizar o Google Buzz.

Gmail agora aceita arquivos do Google Drive, de forma direta

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O Google anunciou um novo e interessante recurso para o Gmail, que certamente vai facilitar o uso daqueles que precisam anexar arquivos nos seus e-mails de forma constante. A partir de agora, é possível inserir arquivos do Drive diretamente na mensagem que você está redigindo, sem a necessidade de sair do Gmail ou até mesmo fazer o download desse arquivo em seu computador, para que o mesmo seja anexado na mensagem.

Com essa novidade, o usuário pode agora inserir arquivos de mais de 10 GB, ampliando assim em 400 vezes o espaço de inserção de arquivos, se comparado ao anexo tradicional. Outra vantagem do processo é que, como você está buscando um arquivo que já está na nuvem, todos os destinatários escolhidos por você para acessarem esse arquivo vão receber a mesma versão do arquivo, e sempre a mais recente, em caso de alteração do arquivo por um dos usuários envolvidos nesse envio.

O Gmail também será capaz de identificar se todos os destinatários possuem acesos aos arquivos que você está enviando. Se você enviar um arquivo do Drive que não está compartilhado com todo mundo, o assistente inteligente do Gmail vai solicitar ao remetente que altere as configurações do arquivo compartilhado, sem precisar sair do corpo da mensagem redigida. A regra também vale para um link do Drive que é adicionado no corpo da mensagem.

O principal beneficiado com essa novidade é o usuário comum, que não possui profundo conhecimento do funcionamento do Gmail e principalmente, do Drive. Antes, você tinha um esquema relativamente complexo (para os leigos) na hora de compartilhar arquivos do Drive. Agora, tudo é feito como se fosse escolher um arquivo armazenado do nosso computador, e melhor: em caso de esquecimento desse compartilhamento, é possível a alteração das configurações de permissão antes mesmo do e-mail ser enviado.

Para começar esse compartilhamento, basta o usuário clicar no ícone do Drive enquanto uma mensagem é redigida. O recurso estará disponível para todos os usuários nos próximos dias, e só é compatível com o novo formato de criação de mensagens do Gmail.

Via Google Brasil Blog

Google I/O [dia 02]: Google Computer Engine, Google Docs “offline”, Google Drive e Chrome para iOS

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Um segundo dia de Google I/O dedicado efetivamente aos softwares na nuvem da empresa de Mountain View. Em um evento bem menos chamativo que o de ontem, os presentes no Moscone Center puderam conferir algumas das novidades da empresa para tornar a sua vida conectada mais funcional e ágil. Novidades para diversas plataformas foram anunciadas, e vamos nesse post destacar alguns dos novos recursos anunciados pela empresa.

Começamos pelo Google Play, que a partir de agora permite ao usuário atualizar ou desinstalar aplicativos a partir do próprio navegador web, a partir da aba “Meus Aplicativos Android”. Com isso, a vida do usuário fica agilizada, pois não é sempre que o smartphone ou tablet está por perto para fazer as atualizações desses aplicativos. Além disso, em caso de problemas mais sérios, é possível recorrer ao computador para desinstalar o aplicativo conflitante.

Outro anúncio importante foi o da chegada do navegador Chrome nos dispositivos iOS (leia-se iPhone e iPad). A versão do navegador para os gadgets da Apple oferece opções de sincronização de abas e até de seções de navegação. Desta forma, as credenciais entre os dispositivos são as mesmas, e até a rotina de navegação. Essa é uma excelente sacada, pois se você começa uma pesquisa no desktop e precisa deixar o computador por qualquer motivo, pode continuar essa pesquisa na volta para casa, através do smartphone.

Algo interessante que eles anunciaram durante a coletiva é que o Google Chrome já conta com mais de 310 milhões de usuários ativos ao redor do planeta. Também informaram que, baseado no seus números, o Chrome é o navegador “mais popular” de todos, mas particularmente, deve ter algum equívoco nessa informação, pois ainda é difícil de imaginar que em tão curto espaço de tempo o Chrome tenha desbancado o Internet Explorer da posição de navegador mais utilizado do planeta.

O Google Chrome for iPhone/iPad está disponível na App Store a partir de hoje (28/06).

Outro destaque do segundo dia do Google I/O 2012 está no Google Drive, que também chega ao iOS e ao Chrome OS, depois de estar disponível para Windows, Mac e Android (até o momento, não temos notícias sobre a sua prometida versão para Linux).

O aplicativo para dispositivos da Apple contará com as mesmas opções presentes na versão do Android, como o OCR e o reconhecimento de imagens. Ao longo de sua demonstração durante a coletiva, foi possível ver suas características, como a identificação rápida do texto depois de registrada a foto e sua ágil indexação. Além disso, outro recurso interessante foi a rápida identificação de palavras-chave para acesso às fotos relacionadas ao texto digitado, com a devida geolocalização através do Google.

Para o Chrome OS, a palavra chave é “integração”. O cliente nativo do Google Drive é capaz de sincronizar rapidamente os dados, abrindo ainda possibilidade para a edição de documentos offline (vamos falar disso daqui a pouco). Ou seja, o Dropbox que se prepare, pois os recursos do Google chegam para bater de frente. E os números provam isso: o Google informou hoje que o Google Drive já conta com mais de 10 milhões de usuários.

Uma das novidades mais comemoradas é a disponibilidade do Google Docs em modo offline. Ele vai fazer parceria com o Google Docs, pois será possível a criação e edição de arquivos de escritório (editor de textos, planilha de cálculos e editor de apresentações) sem ter a necessidade de utilizar uma conexão à internet, de modo que os documentos criados ou modificados sejam depois sincronizados com o Google Drive, quando você estiver com uma conexão ao seu alcance.

Tal mudança é bem vinda para os usuários que já estão habituados a manterem os seus documentos na nuvem, mas que dependem de contar o tempo todo com uma conexão à internet para editar seus documentos. Outra vantagem é para os usuários que desejam contar com um pacote de aplicativos para escritório em seu computador, sem ter que pagar pelo Microsoft Office, ou utilizar um pacote de programas alternativos, que em muitos casos, só pesam no computador, sem apresentar o mesmo desempenho que um pacote mais robusto.

Outro anúncio importante ficou por conta do Google Computer Engine, que se torna oficial. O recurso vai oferecer máquinas virtuais Linux para que os desenvolvedores de todo o planeta possam utilizar da plataforma para criar os seus aplicativos, em um “sistema de computação de grande escala”. O Google anunciou também que o seu serviço vai oferecer “50% a mais de computação por dólar” que a concorrência. O serviço está disponível em versão beta, permitindo o acesso a mais de 700 mil cores.

Por fim, Sergey Brim, usando sua unidade do Google Glass (dizem as más línguas que ele agora dorme com uma dessas…), deixou escapar para o pessoal da Bloomberg que o desenvolvimento dos óculos/computador seguem dentro do previsto, e que o Google pretende lançar o produto para o mercado em geral durante o ano de 2014. A grande pergunta é: qual será o seu preço dentro de dois anos? Sim, porque, qualquer estimativa de preço feita nesse momento é um erro sem precedentes.

Google Drive: 5 GB de armazenamento gratuito. Keep everything. Share anything.

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O Google Drive é oficial. Foi revelado antes do tempo, mas agora é um produto oficial do Google. Um pequeno memorando da divisão francesa do Google publicou hoje (24/04) em seu blog todas as funções que a plataforma possui. E aqui, apresentamos os detalhes.

O produto foi pensado para a vertente empresarial, mas que pode alcançar a todo tipo de consumidor. Não há referências aos limites para armazenamento de músicas, mas para “documentos, vídeos, fotos, Google Docs, PDFs, etc”, o limite é de 5 GB. Ainda segundo o memorando, a plataforma foi criada especialmente para permitir que o usuário possa “criar, reproduzir e trabalhar com arquivos na nuvem”, contando ainda com uma integração direta com o Docs e o Google+.

A plataforma pode ser instalada no Windows, Mac ou em um smartphone ou tablet com Android (a versão para iOS fica pendente para as “próximas semanas”), mas um destaque positivo da plataforma é que ela poderá ser utilizada por pessoas com problemas de visão, pois é compatível com um leitor de tela. Como você pode imaginar, o Google não poderia deixar de fora as suas opções avançadas de busca, permitindo a localização de resultados a partir de um trecho de testo ou uma foto escaneada. Se isso lhe parece pouco, a plataforma é capaz de abrir até 30 tipos diferentes de arquivos a partir do próprio navegador, incluindo vídeos em alta definição ou documentos do Illustrator ou Photoshop, e isso, sem precisar instalar tais programas em seu equipamento.

Os primeiros 5 GB de armazenamento podem ser expandidos para até 16 TB de espaço por usuário, em contas Premium. Preços: grátis, para 5 GB, US$ 2,50/mês para 25 GB, US$ 5/mês para 100 GB, US$ 50/mês para 1 TB, e US$ 800/mês para 16 TB. Preços válidos nos Estados Unidos.

Via Google Drive