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BlackBerry começa fevereiro de 2016 com uma leva de demissões

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A BlackBerry realizou uma nova leva de demissões, que seria a última de uma série que já acontece nos últimos anos.

A empresa canadense confirmou que vai realizar uma série de demissões tanto nos escritórios em Waterloo (Ontario, Canadá), como em Sunrise (Flórida, Estados Unidos), mas o número de demissões não foi revelado. As informações vieram de muitas fontes, através de vazamentos que não revelam números concretos, mas deve se tratar de uma quantidade considerável de funcionários (aproximadamente 35%), e não “alguns poucos empregados”, como dá a entender a BlackBerry.

O que sabemos é que a BlackBerry está em plena transição, e que tanto as demissões como as contratações são uma consequência natual quando o software dos seus dispositivos também estão em plena transição. Algo que se confirma quando a própria BlackBerry dá pistas de que vai seguir lançando smartphones Android depois do lançamento do seu primeiro modelo híbrido, o BlackBerry Priv.

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Além disso, outro sinal da proximidade do fim do ecossistema BB10 é o fim do programa de certificação Built for BlackBerry, a última iniciativa lançada pelos canadenses com o fim de incentivar o desenvolvimento de apps para a sua plataforma. Isso aconteceu de forma sigilosa durante o mês de janeiro.

A BlackBerry conta hoje com 2.700 funcionários em Waterloo. Se estamos falando efetivamente de 35%, o total de demitidos é de 950 funcionários. Na cidade da Flórida, já tivemos 75 empregados demitidos durante o mês de janeiro.

Por enquanto, não temos mais do que especulações, e o que é fato é que o procedimento foi realizado em maior ou menor medida. Em 2015, foram duas levas de demissões (em maior e em julho), e veremos como a BlackBerry vai utilizar esse período de transição para ver como eles vão melhorar (ou não) o seu balancete trimestral.

Via MobileSyrup

Samsung estaria planejando uma leva de demissões, depois de novos resultados negativos

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De acordo com a Bloomberg, a Samsung estaria planejando uma redução total de 10% do seu grupo de funcionários dos escritórios centrais, que no final de junho alcançava a marca de 99 mil trabalhadores. As demissões afetariam os departamentos de recursos humanos, finanças e relações públicas.

A manobra seria adotada para contrabalancear o dano causado pela agressiva concorrência dos últimos meses, principalmente a Apple nos modelos top de linha (atuando agora em duas frentes, com a aparição do iPhone 6 Plus) e os cada vez mais fortes fabricantes chineses nas linhas média e de entrada.

A mesma Bloomberg revela que, desde o mês de abril, a Samsung viu o seu valor de mercado reduzido em US$ 44 bilhões. O valor das ações também despencaram no mês passado, sendo a maior queda desde dezembro de 1983.

Além desse dano causado pela concorrência, as previsões de vendas dos últimos modelos top de linha (Galaxy S6 e Galaxy S6 Edge) não se cumpriram, assim como seus resultados financeiros. O resultado disso é a redução do grupo de funcionários em 10%, como forma de reduzir gastos. Uma medida que, somado com outras (a redução de lançamentos, algo que não é bem assim…), pode resolver a situação em médio prazo.

Vamos esperar.

Via Bloomberg

CEO da Toshiba renuncia depois de falsificar contas da empresa nos últimos 7 anos

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Oito dos principais executivos da Toshiba anunciaram hoje (21) a sua demissão, depois de assumir responsabilidade pela falsificação das contas da empresa durante os últimos sete anos. O CEO Hisao Tanaka está envolvido no esquema, onde foram relatados lucros operacionais de mais de 1.120 bilhão de euros, o triplo do que a empresa havia estimado inicialmente.

Mesmo que tanto Tanaka como o seu predecessor Norio Sasaki (agora vice-presidente da empresa) neguem a intencionalidade na hora de esconder os prejuízos, os diretores que trabalham para eles afirmam que a manobra foi feita por conta da enorme pressão que eles sentiram na hora de cumprir os objetivos.

Tanaka chegou a pedir ‘perdão, de todo o meu coração’ para os acionistas na coletiva de imprensa concedida em Tóquio (Japão). Ele reconheceu que este foi ‘o maior dano que a marca Toshiba sofreu em 140 anos de história’, mas negou que ordenou os seus subordinados a falsificarem as contas.

As demissões aconteceram depois da divulgação de um relatório publicado por um comitê independente de especialistas, que descobriram tais práticas. Lá fora, isso é chamado de ‘contabilidade inapropriada’, e o próprio Tanaka não esclarece como poderiam ter falsificado essas contas sem a sua aprovação.

O The New York Times informa que o relatório revela como diversos altos executivos estavam envolvidos no esquema, que tinha como objetivo inflar intencionalmente a aparência dos lucros líquidos. Os questionamentos sobre as contas da Toshiba começaram no mês de abril, quando eles mesmos afirmaram que estavam examinando possíveis imprecisões nas contas.

Curiosamente, após o anúncio das demissões, as ações da Toshiba cresceram 6% (depois de uma queda de 25% em abril), mas é preciso esperar para ver como tudo isso vai afetar o futuro imediato da empresa.

Via The New York Times

Microsoft demite 7.800 funcionários da divisão móvel

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A Microsoft anunciou hoje a demissão de 7.800 funcionários relacionados com a divisão de smartphones. Não é a primeira vez que eles tomam essa decisão, já que a lista de demitidos previamente anunciada incluía 18 mil funcionários, sem falar na saída de Stephen Elop (ex-CEO da Nokia) e outros executivos dentro dessa divisão.

A era Ballmer na Microsoft continua a desaparecer com a chegada de Satya Nadella ao posto de CEO da empresa. O mantra do novo executivo é o serviços na nuvem, e as mudanças que ele anunciou para a divisão mobile coincidem com o novo ano fiscal da própria Microsoft, onde a empresa confirmou perdas de US$ 7.6 bilhões por conta da aquisição da Nokia.

As demissões serão escalonadas, e acontecem ao longo dos próximos meses. Em uma carta, Nadella informa que ajudará a todos os funcionários durante a transição, mas sem esclarecer se parte desses demitidos serão integrados em outros departamentos. O objetivo principal nesse momento é centrar esforços na fabricação dos dispositivos, e que a estratégia não gire ao redor das vendas de produtos, mas sim em criar um ecossistema ‘vibrante’, com todos os produtos e serviços já disponíveis.

Em curto prazo, eles contarão com um portfólio mais efetivo, enquanto que a longo prazo, o objetivo é criar uma experiência móvel através de todos os dispositivos, inclusive os smartphones. Uma guinada do Windows 10 e sua estratégia em ter o mesmo sistema operacional em todas as plataformas, para ter uma unificação de conteúdo.

A carta de Nadella deixa algumas dúvidas a serem respondidas. Dizem que o seu objetivo e centrar em um número menor de dispositivos, divididos em três segmentos: negócios, telefones acessíveis e tops de linha. Na teoria, pode ser traduzido como pelo menos três dispositivos Lumia por ano. De fato, há rumores que nos próximos meses cheguem dois modelos avançados com Windows 10.

 

A realidade é uma só: hoje, o Windows Phone tem uma porcentagem do mercado considerada ridícula, e Apple e Google dominam o mercado de dispositivos móveis. Veremos se com as mudanças planejadas por Nadella, a Microsoft assuma de uma vez por todas o terceiro lugar nesse mercado. Com méritos, e não tanto pela falta de outros competidores.

Via Microsoft

Xbox Entertainment Studios encerra as suas atividades

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Ninguém mais consegue respirar em Redmond. A leva de demissões segue fazendo vítimas entre os departamentos da Microsoft, e a próxima a cair foi nada menos que a Xbox Entertainment Studios.

O departamento responsável pelos projetos “Halo: Nightfall” (de Steven Spielberg) e “Signal to Noise” (cujo primeiro episódio era sobre a Atari – e o registro da descoberta dos cartuchos do game E.T. enterrados no deserto do Novo México) fecha as suas portas, e não mais vai produzir conteúdos originais para o Xbox. Os dois projetos citados continuam em desenvolvimento, e chegarão ao grande público quando estiverem concluídos.

Phil Spencer declarou em um comunicado que as mudanças nunca são fáceis, mas acredita que o fim do estúdio vai ajudar a Microsoft a se alinhar melhor em suas metas a longo prazo. Vale lembrar que Steven Spielberg e Ridley Scott, que estavam contratados para esse departamento, não perderam os seus empregos, e continuam fazendo parte do corpo de funcionários da Microsoft.

Via Engadget

Microsoft apresenta seus planos de reestruturação, e serão 18 mil funcionários demitidos em 12 meses

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A Microsoft, representado no seu CEO Satya Nadella, anunciou que a partir de hoje (17) e em um prazo de 12 meses, a empresa vai sofrer uma drástica redução no seu corpo de funcionários. Serão nada menos que 18 mil demissões em um ano, e esse é o maior corte feito pela gigante de Redmond.

Nadella enviou um e-mail para os seus funcionários, informando que o primeiro passo da reformulação é a redução da força de trabalho. A recém adquirida Nokia é a que vai sofrer a maior quantidade de perdas, com 12.5 mil trabalhadores perdendo os seus empregos, de executivos até funcionários de diferentes fábricas. Serão 13 mil demissões na Microsoft nos próximos seis meses.

Satya Nadella também afirmou que além das demissões, funcionários de determinadas áreas da empresa serão deslocadas para outras, sempre pensando na nova estratégia. O executivo quer ser transparente nesse processo para evitar problemas, e promete o apoio para os funcionários demitidos, inclusive na busca por outros empregos.

Com essa decisão, a Microsoft quer reduzir ao máximo as capas de administração da empresa, para tornar todo o processo mais ágil e produtivo. A Nokia Devices & Servies será integrada à organização da Microsoft, trabalhando lado a lado com a equipe de Redmond, alinhando estratégias para que os ex-finlandeses sejam o principal fabricante de smartphones com Windows Phone.

Com isso, a linha Nokia X vai desaparecer. Nadella explica que esses modelos se transformarão no futuro em dispositivos Lumia com Windows Phone. Ou seja, esquece a “estratégia a longo prazo” antes pregada por Stephen Elop e Steve Ballmer para os smartphones Nokia com fork Android.

Esses são os principais pontos do comunicado de Nadella para os seus funcionários. Já era esperada essa redução dos trabalhadores vindos da Nokia depois da absorção da empresa. Veremos se essas medidas serão eficazes o suficiente para ajudar a Microsoft na sua nova estratégia operacional.

A carta de Satya Nadella pode ser conferida na íntegra, clicando aqui.

Em breve… uma leva de demissões nos escritórios da Microsoft

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Uma iminente leva de demissões se aproxima dos escritórios da Microsoft. Segundo a Bloomberg, a medida é focada nos departamentos coincidentes na Nokia e algumas divisões da Microsoft, mas que também podem afetar os departamentos de marketing (onde se encontraria a divisão do Xbox) e engenharia.

O número de demissões pode ser o mais alto dos últimos cinco anos na Microsoft, mas sem chegar a alcançar a marca de 5.800 funcionários demitidos pela gigante de Redmond em 2009. O anúncio das demissões pode acontecer ainda nessa semana, coincidindo com a apresentação das vendas anuais da empresa, marcado para o próximo dia 22. Ou seja, quando Sayta Nadella for falar de números, pode também anunciar essa difícil decisão, com a ideia de reorientar a empresa.

Via Bloomberg

Nike demite grande parte da equipe do FuelBand, e deterá sua produção

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Segundo informa o site CNET, a Nike demitiu grande parte da equipe encarregada pelo hardware da pulseira FuelBand (55 das 70 pessoas que formavam a equipe), e suspendeu os planos de desenvolvimento da próxima geração do produto, assim como qualquer outro projeto relacionado com a fabricação de hardware.

Porém, a Nike não vai deixar de vender a FuelBand SE por enquanto, garantindo que vai seguir com as melhorias ao aplicativo Nike+ FuelBand, dando o suporte para a pulseira e até adicionando novas cores à coleção Metaluxe. A equipe de funcionários demitidos da divisão Digital Sport não apenas se dedicavam ao projeto da pulseira, mas também estavam desenvolvendo (entre outros produtos) o relógio esportivo Nike+ SportWatch, cujo futuro se torna incerto.

A demissão acontece semanas depois da Nike inaugurar em San Francisco (EUA) a Fuel Lab, um espaço de trabalho planejado para que outras empresas pudessem trabalhar em parceria com a marca esportiva, incluindo a plataforma NikeFuel em seus produtos. A demissão em massa só reforça a teoria que a Nike quer mesmo abandonar completamente o segmento de hardware, para se dedicar com mais ênfase ao software, algo que ofereceria maiores lucros para a marca do que os números atuais dos dispositivos esportivos (segundo afirmam os analistas de mercado).

Em um momento onde os equipamentos de quantificação e monitorização de atividades pessoais estão no auge, a Nike decide abandonar esse mercado, retirando uma das primeiras propostas que apostaram nesse segmento. Talvez a concorrência já esteja muito pesada – e pode piorar, pelo o que está por vir -, ou talvez os planos da empresa passem por fechar alianças ainda mais sólidas com uma de suas principais parceiras: a Apple.

Vale lembrar que Tim Cook é um dos membros da junta de diretores da Nike, e poderia ser o elemento chave para que a Nike continue tirando proveito do seu sistema Fuel, mas presente em um hardware ainda mais potente, e com maior poder de alcance, através dos dispositivos da Apple.

Em resumo: eu sou o único está vendo um iWatch cada vez mais próximo com essa decisão da Nike?

Vamos dar tempo ao tempo.

Via CNET

IBM pode demitir até 25% dos seus funcionários da divisão de hardware

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Tempos complicados para a IBM. Depois de vender a divisão de servidores x86 para a Lenovo, a empresa pode se ver obrigada a dispensar uma parte considerável dos seus funcionários da sua divisão de hardware.

Segundo informa o site CNET, a empresa vai ter que recorrer ao corte com o objetivo de centrar os seus esforços “na nuvem, na análise e na computação cognitiva”. A IBM não entra em detalhes, nem confirma o alcance das demissões, mas especula-se que pode ser os 25% dos funcionários da divisão de Sistemas e Tecnologia que seriam a maior parte dessa lista.

Porém, nem tudo parece ser tão ruim no futuro da empresa, já que se espera que os negócios com a nuvem cresçam com muito mais rapidez, e dessa forma, a empresa voltaria a criar empregos. Ainda que, para isso, é preciso dar tempo ao tempo.

Via CNET

Toshiba vai eliminar 3 mil postos de trabalho na sua divisão de TVs

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A divisão internacional da Toshiba informa que vai reduzir em 50% o grupo de funcionários encarregados na produção de TVs, o que significa na eliminação de nada menos que 3 mil postos de trabalho.

Esta decisão é fruto dos planos da empresa em reduzir em um total de 10 bilhões de ienes (US$ 101 milhões), nas mudanças em suas divisões de TVs e PCs durante o atual ano fiscal. Soma-se à isso com o fechamento de três fabricas de televisores, com o objetivo de fazer um uso maior da produção subcontratada (passando de 40% para 70%), e temos um quadro não muito promissor para uma das gigantes do segmento de imagem em todo o planeta.

Conseguirá com essas drásticas medidas a reconhecida fabricante japonesa se recuperar no segmento, se tornando novamente rentável? Talvez encontremos uma resposta clara no próximo anúncio de relatório financeiro da empresa.

Via Reuters

BlackBerry: demissões em massa, e prejuízo de US$ 1 bilhão no último trimestre

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Esse é o dia que, no futuro, poderemos chamar de “o começo do fim”. Apesar dos grandes esforços dos últimos meses, e até mesmo o recente lançamento do BlackBerry Z30 nessa semana, as coisas não melhoram para o lado da BlackBerry, e provavelmente a empresa já ruma para os seus momentos finais.

Os rumores de possíveis demissões em massa foram confirmados a pouco, com um comunicado oficial da própria BlackBerry, onde mais de 4.500 funcionários perderão seus empregos, como parte de um processo implementado para reduzir seus gastos pela metade em 2014.

A situação é muito séria. Os canadenses informam que no segundo trimestre do ano fiscal de 2014, as perdas são avaliadas entre US$ 955 e US$ 995 milhões, muito em parte por causa das baixas vendas dos smartphones com o sistema operacional BB10. A carga tributária da empresa será entre US$ 930 milhões e  US$ 960 milhões, atribuídos principalmente aos custos de produção e distribuição do BlackBerry Z10. As vendas da empresa para o mesmo trimestre serão de aproximadamente US$ 1.6 bilhão, o que é quase a metade do trimestre anterior (US$ 3.1 bilhão).

Foram apenas 3.7 milhões de unidades de seus smartphones vendidas no último trimestre, mas a grande maioria são dos dispositivos antigos, e não dos novos modelos com BB10.

Entre as mudanças de estratégia estão a permanência do Z10 no mercado, mas com um preço reduzido para expandir o seu alcance junto ao público, enquanto que o modelo Z30 será o top de linha da empresa. A BlackBerry vai seguir apostando no mercado corporativo, e vai oferecer quatro smartphones voltados para esse segmento, no lugar dos seis atuais, sendo dois tops de linha, e dois modelos de linha baixa.

A empresa esclarece que não vai deixar de lado os consumidores em geral (usuários casuais, ou grande público), e que novos smartphones serão fabricados, pensando nos usuários empresarias e profissionais ao mesmo tempo.

Via MarketWatch

BlackBerry pode demitir até 40% dos seus funcionários até o final do ano

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Segundo informa o jornal Wall Street Journal, a BlackBerry planeja uma eliminação de até 40% do seu quadro de funcionários até o final de 2013, realizando uma série de cortes “em etapas”, em todos os departamentos da empresa.

Vale a pena observar que a BlackBerry já se viu forçada a realizar demissões em massa quando ainda se chamava Research in Motion (RIM) para poder iniciar a nova fase da empresa. Segundo os últimos números oficiais, a BlackBerry conta hoje com 12.700 funcionários (em 2011, esse número era de 17 mil) trabalhando diretamente para a empresa.

A notícia chega depois que se tornou pública a pressão de vários membros do grupo de diretores da BlackBerry para que a empresa fosse vendida o quanto antes possível. Uma operação que pode ser dada como concluída já em novembro de 2013. A BlackBerry não tem muito o que falar sobre o assunto, e isso é absolutamente normal quando se trata de informações não oficiais, limitando-se a sinalizar que “as mudanças da organização seguirão tendo lugar para garantir que teremos as pessoas adequadas nos postos corretos, para criar novas oportunidades na computação móvel”. E isso é tudo o que a BlackBerry tem a dizer no momento.

Via WSJ.com

Depois de sair do Brasil, HTC também se retira da Coreia, fechando o seu escritório em Seul

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A HTC está se reestruturando (e essa é uma forma polida de dizer que a empresa está em crise). Depois de encerrar as suas atividades no Brasil, e fechar o seu prédio de pesquisas e desenvolvimento na Carolina do Norte (EUA), a empresa agora anuncia que está fechando o seu escritório em Seul, na Coreia do Sul.

O motivo da decisão é reflexo da nova filosofia da empresa, em vender os seus produtos em mercados com maiores chances de sucesso. É uma estratégia parecida com a da Nokia com os modelos com o Windows Phone, mas em uma escala muito menor. Ainda não está claro quantas demissões vão acontecer em decorrência dessa decisão, mas a HTC informou que vai recompensar “o direto impacto da decisão nas pessoas que contribuíram no crescimento da HTC nos últimos anos”.

Via ZDNet

Nokia dispensa 10 mil funcionários e vende a Vertu

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A Nokia segue se esforçando para compensar as perdas financeiras, e anunciou como medida drástica a dispensa de 10 mil funcionários antes do final de 2013. Esta medida se engloba em um plano que passa por fechar fábricas na Finlândia, Alemanha e Cabadá, assim como reforçar as campanhas de marketing, e reduzir esforços em ativos “não prioritários”.

As medidas passam também por prescindir dos serviços de três diretorias, incluindo o diretor de marketing Jerri Devard, assim como a da responsável pela área mobile, Mary McDowell, e o responsável pela área de mercados, Niklas Savander.

Mas as medidas não terminam aqui. A gigante de Espooo ainda anunciou a venda da Vertu para o grupo EQT VI, em um acordo que eles esperam dar por encerrado durante a segunda metade de 2012, deixando a Nokia com apenas 10% da empresa. Para completar, a empresa terá que levantar a quantia de 1 bilhão de euros para bancar a sua restruturação até o final de 2013.

Mas a Nokia não desiste. Segue investindo na aquisição de outras alternativas, como a compra da Scalado, e estendendo sua tecnologia de mapas para “diversas empresas”.

Via Nokia (Link 1, Link 2 e Link 3)

HP demite aproximadamente 275 funcionários da divisão do webOS

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Não deve ser surpresa para ninguém que um grande número de trabalhadores que até hoje se dedicavam ao desenvolvimento do webOS acabam de perder os seus empregos, mas de qualquer forma, vale o registro. 275 empregados ligados ao projeto do webOS foram demitidos pela HP, pois a empresa “não necessita mais de tantos postos no setor de engenharia e relacionados como precisava antes”, uma vez que a divisão do webOS “continua com a transição de fabricação de dispositivos móveis para os softwares de código aberto”.

Em todo caso, muitas dessas pessoas não ficaram necessariamente sem emprego, pois “a HP está trabalhando para redistribuir os empregados afetados por estas mudanças em outros postos na empresa”. Fica a esperança que isso realmente aconteça, especialmente depois da renúncia de Jon Rubinstein. Se a HP não fabrica mais hardware para utilizar o webOS, fica evidente que não precisa mais de engenheiros e designers. De qualquer forma, sempre dói quando recebemos esse golpe de realidade em nossa cara. Nunca é legal saber que tem gente perdendo emprego por causa de decisões equivocadas de grandes executivos.

Via The Verge

HP vai despedir 9.000 funcionários de sua divisão de serviços para empresas

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As compras que a HP fez nos últimos anos (principalmente as mais recentes, a da Palm e a da EDS) começam a surtir um efeito negativo aos cofres da empresa. A empresa anunciou que vai despedir 9.000 empregados ao longo dos próximos anos, como resultado da automatização de seus centros de dados, e da integração dos serviços da EDS (especializada em outsourcing e desenvolvimento de software). A reestruturação terá um custo de US$ 1 bilhão.

Fonte