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Sony deve promover nova leva de demissão de funcionários

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Segundo informa o Nikkei (através da Reuters), a Sony segue trabalhando para tentar tornar rentável a sua divisão móvel, e para isso, planeja eliminar 1.000 postos de trabalho, especialmente na China e Europa.

Não é segredo para ninguém que a Sony não está com o seu negócio de smartphones do jeito que eles queriam, e mesmo com bons produtos em diferentes linhas. Recentemente, a empresa comunicou que teria que buscar soluções para aumentar os lucros, e entre elas estava o foco nos produtos top de linha, ou uma linha média muito acima da média.

Os smartphones de entrada se tornaram um mercado mais complicado de se conquistar, com as empresas chinesas dominando, e mesmo com boas vendas, a margem de lucros parece ser pequena para a Sony.

Em outubro do ano passado, a Sony mudou o seu chefe nessa divisão, buscando mudanças e reduzindo previsões de lucros. Também se especula nas últimas semanas o interesse dos japoneses em vender a divisão, tal como eles fizeram com o negócio de computadores portáteis.

Os mil postos de trabalho são a mesma quantidade de demissões informada em outubro de 2014, e a execução dessas demissões acontecerá antes de março de 2016, que é quando encerra o atual ano fiscal da empresa.

Combinando os dois cortes, são 30% de demissões de funcionários da divisão móvel, que ficaria com aproximadamente 5 mil funcionários em 2016. É esperado que a medida seja anunciada oficialmente em 4 de fevereiro, data onde a Sony vai anunciar o seu relatório financeiro do quarto trimestre de 2014.

Via Reuters

Microsoft elimina mais 2.100 postos de trabalho de sua estrutura operacional

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O site ZDNet informa que a Microsoft definiu a demissão de 2.100 de seus funcionários. A maioria deles vieram da Nokia, mas a empresa não revelou em quais setores nesse momento eles estão trabalhando (talvez para não se criar um alarde ainda maior).

Os motivos para essa demissão em massa são os mais diversos. A empresa dirigida por Satya Nadella já preparou todo mundo que faria mudanças que ainda estão em curso, principalmente na divisão de Dispositivos e Serviços da Nokia, demitindo 25 mil funcionários vindos da empresa finlandesa, mas que não teriam nenhuma função na nova Microsoft.

Nadella já se encarregou de avisar que sua nova estratégia era tornar a Microsoft mais ágil e simples, de modo que os diferentes postos e setores da empresa precisavam se comunicar de forma mas direta e produtiva. Até agora, não alcançamos a marca de 18 mil demitidos desde que as mudanças começaram. Ou seja, mais cabeças vão rolar.

Via ZDNet

Samsung substitui o seu chefe de design. O motivo? O Galaxy S5!

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O até agora chefe do departamento de design para dispositivos móveis da Samsung, Chang Dong-hoon), apresentou a sua demissão da empresa durante a semana passada. A Samsung não só aceitou, como já tem um substituto: Lee Min-hyouk, aquele que estava uma posição abaixo de Chang, como vice-presidente do setor. Com 42 anos de idade, Lee passa a ser o diretor mais jovem da Samsung.

A Reuters informa que o principal motivo para a saída de Chang está diretamente relacionado com o Samsung Galaxy S5. Estudos gerenciados pela Samsung revelam que a recepção do público ao design do novo dispositivo é negativa, ou ao menos não estão no nível que eles esperavam. Muitas críticas são feitas pelo continuísmo no design, nas texturas escolhidas, e por seguir apostando em um acabamento de plástico em um dispositivo top de linha da empresa.

A fonte também informa que Lee – que internamente possui o sugestivo apelido de “Midas” – teve muita responsabilidade no sucesso da família de dispositivos Galaxy nos últimos anos, de modo que ele conhece muito bem o produto atual, podendo ter ideias e localizar os problemas para promover as mudanças necessárias.

A Reuters também insinua que a Samsung também não estaria muito contente com as vendas do Galaxy S5, ou que pelo menos já especulam uma redução de preço do produto na Coreia do Sul, para assim despertar o interesse do consumidor local para o produto. Deixando de lado tudo isso, a Samsung segue muito bem nas vendas de smartphones, com 86 milhões de smartphones vendidos no último trimestre.

Será que teremos mudanças radicais no design e proposta geral do hipotético Galaxy S6? Podemos apostar que sim, e até torcemos para isso. Afinal de contas, apesar do Galaxy S5 ter um grande ponto positivo – que é a redução de supostos recursos inovadores que a maioria das pessoas não vão utilizar -, eles pecaram mais uma vez em oferecer um smartphone “mais do mesmo” no design. Pior: mais um smartphone de plástico, quando a grande maioria dos seus concorrentes utiliza materiais mais nobres nos seus modelos top de linha.

Via Reuters

Steve Ballmer explica os motivos de sua demissão: “não pude mudar a Microsoft na velocidade necessária”

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Qual poderia ter sido o motivo para que Steve Ballmer decidiu, em um dia qualquer, apresentar a sua demissão do posto de CEO da Microsoft, determinando o fim de sua trajetória na empresa, que começou desde os primeiros dias da mesma? Pois bem, Ballmer decidiu falar sobre o assunto.

Fato é que não era segredo para ninguém as divergências entre os membros da cúpula diretiva da empresa pela maneira que a Microsoft deveria encarar o futuro. Mas agora ao menos sabemos da boca do próprio Ballmer que sua saída foi voluntária, motivada pela sua incapacidade de conduzir a Microsoft para uma nova direção, com a velocidade que os seus diretores desejavam.

Em uma entrevista para o Wall Street Journal, Ballmer reconhece que se encontrava sob uma intensa pressão exercida por acionistas e executivos máximos da Microsoft, que desejavam a aceleração do processo na conversão da gigante de Redmond em uma empresa de dispositivos e serviços. As exigências começaram em janeiro de 2013, e em maio, Ballmer se deu conta que a sua própria filosofia e estilo de liderança estavam reduzindo a velocidade dessa transição.

Convencido de que a Microsoft precisava de sangue novo para impulsionar essa reestruturação, Ballmer decidiu pedir demissão, e ceder o seu cargo para um novo CEO capaz de promover as mudanças na velocidade exigida pelos mandatários da empresa.

Por enquanto, não existe um claro favorito para essa vaga, mas seja lá quem for o executivo escolhido para assumir as rédeas da Microsoft, terá que reconhecer os méritos de um executivo que foi capaz de descer do pedestal para o bem da própria empresa que dirigia. E, convenhamos, essa medida não é lá muito comum de se ver no mundo empresarial atual.

Via Business Insider, Wall Street Journal

Apple demite Richard Williamson, responsável pelo Mapas no iOS 6

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A Apple segue fazendo a sua “limpeza”. Depois da saída de Scott Forstall e outros executivos no mês passado, agora sabemos que o próximo a sair é Richard Williamson, executivo responsável pela supervisão do Mapas para o iOS 6. Em uma nota publicada pelo site da Bloomberg, temos a informação que a demissão aconteceu pelos motivos mais óbvios do mundo: o retumbante fracasso da mudança do Google Maps para o Apple Maps no lançamento do iOS 6.

Pelo o que se sabe até esse momento, Eddy Cue demitiu Williamson especificamente por causa do Apple Maps. Essa era uma atitude que muitos esperavam, já que ainda que os mapas da Apple sejam considerados hoje “usáveis”, eles ficavam muito abaixo da experiência que já era entregue pelos mapas do Google. Eddy assumiu no mês passado o comando dos serviços do iOS, e tem como objetivo principal solucionar os problemas dos produtos que ficaram mal finalizados, como o Mapas e o Siri.

As primeiras consequências dessas mudanças já podem ser observadas. A Apple demitiu o principal responsável pelo fracasso do mapas, e Eddy Cue já está buscando sugestões e opções fora da Apple para encontrar aquele que vai melhorar o serviço. Rumores dão conta que o executivo está entrando em contato com experts no mundo de mapas, e com o pessoal da Tom Tom para assumir o aplicativo.

Se essas mudanças vão servir para criar uma estrutura interna mais eficiente, só o tempo vai dizer. Sabemos apenas que a Apple está fazendo mudanças nos dados envolvendo o Mapas todos os dias. Com essas mudanças no diretivo, é possível que essas mudanças se reflitam de forma mais clara no aplicativo em um menor tempo.

Comunicado oficial da RIM sobre os rumores de venda de sua divisão de dispositivos móveis (OFICIAL)

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Recebemos da assessoria de imprensa da Research in Motion no Brasil um comunicado oficial sobre a matéria publicada pelo Sunday Times, que foi reproduzida nesse blog com o título “RIM estaria planejando a venda de sua divisão de dispositivos móveis”. Abaixo, segue o comunicado na sua íntegra.

Segundo porta-voz da RIM, “a RIM contratou consultores para ajudar a companhia a examinar maneiras de alavancar a plataforma BlackBerry através de parcerias, oportunidades de licenciamento e modelos de negócios alternativos e estratégicos. Como Thorsten afirmou na conferência de lucros do quarto trimestre, ‘Acreditamos que a melhor maneira de oferecer valor a nossos acionistas é executar nosso plano para que a companhia se reinvente.’ Isto continua verdade”.

Via assessoria de imprensa

RIM estaria planejando a venda de sua divisão de dispositivos móveis

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Vai ser muito difícil acostumar a falar da Research in Motion como uma empresa que não mais se dedica à produção e venda de smartphones, mas o futuro pode apresentar este cenário. Segundo o Sunday Times (que não menciona fontes), a RIM está pensando em dividir a sua empresa em uma divisão de serviços de rede (fabricante dos dispositivos móveis), e outra, de serviços de mensagens corporativas (que incluiria o BBM, o BIS e o BES).

Isso permitiria a venda da primeira metade a “possíveis compradores”, como o Facebook ou a Amazon. Essa decisão já contaria com o apoio prévio do co-CEO e co-fundador da empresa, Jim Balsillie. E ainda que pareça inusitado a venda da divisão de dispositivos móveis, bem sabemos que a RIM está tendo problemas financeiros muito sérios, que podem ser confirmados na próxima quinta-feira (28/06), durante a apresentação do seu relatório financeiro do primeiro trimestre.

Além disso, o jornal canadense The Globe and Mail informa que a RIM pode anunciar a demissão de mais de 2 mil funcionários, o que representa uma baixa de 12% de todo o grupo de funcionários da empresa.

Seja como for, não resta dúvidas que a RIM terá que fazer mudanças drásticas para poder se manter no mercado, mas duvidamos que o evento dessa semana se resuma apenas a uma divisão da empresa. Temos que pensar em outras possibilidades, como por exemplo, algum tipo de parceria com uma gigante de tecnologia, como a Microsoft (ainda que esta opção nos lembre muito o que aconteceu com a Nokia). De qualquer forma, a única coisa que é certa é que a RIM vai ter que se transformar, se não quiser desaparecer.

Via The Sunday Times