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Apple vs Samsung: a batalha está chegando ao fim. O que foi dito nos argumentos finais?

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O capítulo decisivo da “guerra de patentes” entre Apple e Samsung está chegando ao fim. Duas das maiores empresas do planeta disputam por patentes vitais para o desenvolvimento de seus respectivos produtos principais (o iPhone e a família Galaxy S). De um lado, temos a Apple, que se transformou recentemente na empresa mais valiosa da história. Do outro lado, temos a Samsung, recentemente considerada a maior fabricante de smartphones do mundo.

Quem vai levar a melhor?

Como já era de se esperar, as duas empresas não foram capazes de chegar a um acordo que evitasse o desenlace judicial. Portanto, as duas empresas apresentaram ontem (21/09) as suas alegações finais naquele que será lembrado como um dos julgamentos mais importantes da história da indústria de telefonia. A partir de agora, só nos resta esperar o veredito que vai responder a pergunta que não quer calar há, pelo menos, dois anos: “quem copiou quem?”

Teria a Samsung copiado “cegamente” os designs do iPhone e do iPad, tal como afirma a Apple?
Teria a Apple violado patentes da Samsung na área de telecomunicações, tal como afirma os coreanos?

Em breve, vamos descobrir. Em jogo, temos uma pena de US$ 2.5 bilhões (que é o montante que a Apple quer para encerrar o assunto) e, de certo modo, a forma como o mundo da telefonia móvel vai se definir em um futuro próximo, principalmente no terreno do design industrial. Afinal de contas, a coisa chegou ao ponto de se discutir quem tem o direito da patente do retângulo com cantos arredondados.

Antes de começar, vale a pena você conhecer um personagem muito importante dessa disputa. Você nunca viu a tal juíza Lucy Koh? Então tá. Conheça a nobre abaixo.

Apresentados. Podemos continuar.

A última seção começou com a leitura das 109 páginas de instruções para os jurados, lidas por Lucy Koh. Vale a pena destacar algumas menções de alguém que já manifestou estar cansada desse processo por algumas vezes: “preciso que todos (os membros do juri) permaneçam conscientes durante a decisão – incluindo eu mesma”. É natural que ela tenha pedido isso, pois logo depois ela leu as 84 instruções envolvidas na avaliação de sentença, que incluíam de tudo: desde as minúcias das patentes e a lei de concorrência nos Estados Unidos, até uma dissertação sobre as infrações de patentes voluntárias e a dissolução da prática conhecida como “trade dress”, que inclui todos os pequenos detalhes dos produtos, como embalagem, publicidade, aparência, que estão envolvidas na propriedade intelectual, mas que não são o produto em si.

O argumento final da Apple

Harold McElhinny, advogado da Apple, começou o seu fechamento com uma cronologia, para que todos vejam com mais clareza o ponto da empresa de Cupertino. Seu argumento já era conhecido: expor como eram os smartphones da Samsung entre 2004 e 2007, que nada tinha a ver com o iPhone. Em 2007, a Apple lança o iPhone, e com isso, a Samsung mudou o design de seus produtos, sem se arriscar em um novo design, como a Apple fez. Segundo Harold, a Samsung simplesmente copiou o “smartphone do ano”. Além disso, adicionou que “sabemos disso (que eles copiaram) porque vimos isso nos próprios documentos da Samsung. Vimos como eles fizeram isso”.

O advogado segue argumentando que a liderança da Samsung está diretamente relacionada a se aproveitar do êxito do iPhone. Para isso, eles se apoiam nos documentos onde a Smasung analisa o iPhone, nos mínimos detalhes, e recomenda que o Galaxy S se pareça mais com o telefone da Apple. Segundo Harold, essas práticas atingiram o seu ápice no Samsung Galaxy S, que funcionou no mercado melhor que qualquer outro modelo lançado pelos coreanos, que que marcou um ponto de inflexão. As vendas da Samsung, que durante anos ficaram estagnadas, tiveram um súbito aumento quando eles adicionaram “uma pitada de iPhone” na receita do seu smartphone.

Vendo isso, a Apple levou os coreanos aos tribunais. Adiciona o advogado “no lugar de fazer o certo (pagar pelas patentes), a Samsung decidiu reclamar pelas suas próprias patentes”. E, comisso, chegamos nessa disputa jurídica. O advogado ainda afirma que a Samsung não colaborou com o caso em nenhuma espécie, já que nenhum executivo da empresa se dignou a se apresentar no julgamento. No lugar, eles enviaram os seus advogados, e mais advogados quando necessário. Ainda afirma que a empresa falhou na tentativa de provar que as características do iPhone são óbvias e necessárias para a funcionalidade de qualquer smartphone, ou baseadas em desenhos prévios. Para Harold, a Samsung não apresentou nenhuma evidência que cumpra o padrão legal da obviedade.

“A Samsung era a maior fã do iPhone. Sabia que era um produto bom quando viram ele. Tentaram competir com ele, e quando não conseguiram, o copiaram.”

Sobre o assunto das supostas violações do “trade dress”, McElhinny apontou vários documentos que afirmavam que os produtos da Smasung causavam confusão entre os consumidores, incluindo uma pesquisa da Best Buy, onde os consumidores devolviam o seu Galaxy Tab com o argumento que eles o confundiram com um iPad. Também acusou a Samsung que, ao copiar o design da Apple, abriu as portas para que outros fizessem o mesmo.

“A Samsung gastou bilhões de dólares copiando nossos designs, dando a entender aos olhos do mundo que a Apple não poderia ser vista como única”.

Harold segue com as patentes de utilidade (pinça em forma de zoom, efeitos de scroll, etc), onde a Samsung volta a reclamar que tais patentes deveriam ser consideradas inválidas por serem consideradas óbvias. E o advogado afirma que os letrados da sul-coreana falharam na tentativa. A Apple ainda se mostra ofendida que a Samsung “faça chacota” sobre os danos causados pela “cópia”, e se centra em dois fatores para alegar danos: 1) a Samsung vendeu 22.7 milhões de unidades de produtos que infringem a propriedade intelectual da Apple (até a data de hoje); 2) os lucros obtidos de suas vendas foram de US$ 8.160 bilhões.

McElhinny pede uma grande compensação aos “grandes danos causados”, e fixa quatro cenários de indenização: desde um máximo de US$ 2.481 bilhões de dólares (ou 25% daquilo que a Samsung lucrou com tais produtos), até US$ 519 milhões, como valor mínimo. O advogado da Apple termina com uma contundente advertência ao juri, dizendo que a Samsung atuou de forma voluntária ao violar a propriedade intelectual da Apple, mostrando uma “impetuosa falta de respeito”. Encerra citando o alerta do Google fez para a Samsung, que disse que “não deveria copiar a Apple, pois isso poderia provocar sérios problemas legais”.

O argumento final da Samsung

O advogado da Samsung, Charles Verhoeven, começou o seu encerramento criticando o caso em si, e a estratégia competitiva da Apple, usando um dos argumentos mais ouvidos pelos fãs incondicionais do Android: o que a Apple está pedindo é que um tribunal impeça que o seu maior rival dê aos seus consumidores o que eles pedem.

“Em vez de competir diretamente no mercado, a Apple está tentando ganhar nos tribunais. Estão tentando impedir que o seu mais sério competidor possa sequer jogar o jogo”.

Continuou com uma compilação de argumentos classicamente utilizados pela comunidade Android, tentando convencer o júri que sua decisão, caso beneficie a Apple, poderá mudar o mundo mobile de forma incisiva nos Estados Unidos. Centrou sua fala em explicar que o processo de design dos terminais da Samsung era o resultado de uma confluência do que estava acontecendo de melhor no mundo da tecnologia, de elementos que todos os telefones compartilham de forma comum.

“Os smartphones como conhecemos hoje, são o resultado do mesmo processo natural de design que vimos nas telas planas, ou de muitos outros produtos de eletrônica de consumo. O design do iPhone não é algo único.”

O advogado da Samsung manteve um tom muito altivo, citando argumentos diversos na sequência, se esquivando de cada uma das acusações feitas pela Apple ao longo do processo: todos os smartphones possuem uma forma retangular, com cantos arredondados, e a Apple não processa todos os fabricantes que fazem isso. Além disso, a Apple não tem um monopólio sobre a tecnologia de telas sensíveis ao toque em forma retangular.

Falando sobre o argumento do “trade dress”, o advogado afirma que ninguém pode confundir um produto da Apple com um modelo da Samsung, e pergunta se realmente existe alguém tão decepcionado com os produtos da sul-coreana a ponto de trocá-los pelo principal rival: “os consumidores decidem, não se equivocam”.

Verhoeven segue atacando a empresa de Cupertino, afirmando que um dos especialistas que a Apple apresentou durante o processo fez afirmações que beneficiavam a Samsung, insinuando que a Apple comprou os testemunhos desses especialistas, e que foi muito triste ver que apenas um tenha testemunhado a favor da empresa sul-coreana. Reiterou mais de uma vez sobre a ideia da patente do retângulo e revisou a lista de características diferenciadas dos smartphones da Samsung: a sequência de inicialização do Android, o tamanho das telas, os ícones, etc. “Não queremos tentar patentear uma barra de cores ou uma matriz de ícones”, reforça o advogado.

Nesse momento, o advogado desmontou o argumento que em 2007, os telefones da Samsung mudaram de design. Para isso, ele mostra um gráfico de toda a linha de produtos da empresa, e afirmou categoricamente que a Apple ignorou toda uma linha de smartphones em sua exposição, com vários dispositivos em formato retangular e cantos arredondados, que provam que os produtos da linha Galaxy pertencem a um design desenvolvido pela própria Samsung.

Boa parte do tempo gasto pelo advogado da Samsung se concentrou em desmontar o argumento da Apple e de suas testemunhas e especialistas, justificando os seus argumentos através de suas próprias testemunhas, chegando a afirmar que os conselhos do advogado da Apple tinham como principal objetivo distrair os jurados.

“Não há cópia. Tudo o que a Samsung quer é fazer produtos que os consumidores queiram comprar. Tudo o que a Apple faz é agitar os braços, porque não possuem nada além do iPhone.”

Para terminar sua intervenção, o advogado da Samsung revisou a lista de patentes que a Apple acusa de infração e cita as suas próprias patentes em disputa, relacionadas com a área de telecomunicações, revisando rapidamente o valor dos danos, ou melhor, negar os danos que a Apple acusa a empresa coreana de ter causado, já que mais uma vez afirmou que “não há danos que a Samsung deva pagar”. E encerra com o mantra: “a Apple não inventou as telas sensíveis ao toque, nem os retângulos com cantos arredondados, e a propriedade intelectual que eles defendem não vale o dinheiro que eles pedem.”

A decisão deve sair até o final desse mês. E você? De que lado está?

Operadoras de telefonia móvel se defendem: TIM afirma que medida da Anatel é para “beneficiar concorrentes”

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A TIM Brasil foi a operadora mais afetada pela decisão anunciada ontem (18) pela Anatel, que proíbe a venda de novos chips da operadora em 19 estados brasileiros a partir da próxima segunda-feira (23). E a TIM resolveu contar a sua versão da história.

Vale lembrar que a decisão da Anatel foi tomada com base na má prestação de serviços. O retorno das vendas das linhas por parte das operadoras atingidas (TIM, Oi e Claro) está condicionada a cada uma delas apresentarem um plano de investimento em melhorias na infraestrutura da rede, o que deve ser feito nos próximos 30 dias.

Para se defender, a TIM apresenta o gráfico que você vê acima, que está em posse da Anatel, e que mostra os indicadores de qualidade da rede, comprovando assim que a operadora está em posição de destaque. Ainda baseado em dados que também estão em poder da Anatel, no quesito “Índice de Desempenho no Atendimento”, os resultados alegados pela TIM são “excelentes” (palavras da nota de imprensa emitida pela operadora), e que saiu da última posição do último estudo realizado para ocupar a vice-liderança na análise mais recente.

A TIM também informa que a taxa de reclamação dos usuários caiu em 36%, e se os dados forem comparados com aqueles avaliados no primeiro trimestre de 2011, a operadora foi a única que apresentou uma redução na taxa de reclamações, e crescimento no Índice de Desempenho de Qualidade.

A operadora aproveitou a nota de imprensa para atacar a Anatel, declarando que a medida é “desproporcional”, e que “certamente afetará a competição no setor de telecomunicações (…), em benefício de alguns concorrentes”. A TIM afirma também que investiu aproximadamente R$ 3 bilhões por ano para melhorar a capacidade de sua rede, expansão do backbone, cobertura e instalação de hotspots WiFi.

A Claro também se pronunciou, mas foi menos enfática. Esclareceu que o critério estabelecido para a decisão da Anatel é relacionado a problemas pontuais de atendimento do call center nos estados onde a proibição foi decretada, e que as medidas de melhorias no atendimento já estão em prática, apresentando os resultados nos indicadores de junho. A operadora afirma ter investido R$ 3.5 bilhões apenas em 2012, e afirmam ter “o melhor serviço de banda larga em vários estados, inclusive em São Paulo”. A Claro já informou que vai apresentar os seu plano de investimento à Anatel em breve.

Por fim, a Oi informa que já investiu R$ 6 bilhões em melhorias do serviço em 2012, que já é um montante maior do que o investido em 2011 (R$ 4.959 bilhões) e 2010 (R$ 3.09 bilhões), e que em quatro anos (entre 2012 e 2015), eles pretendem investir até R$ 24 bilhões. Vai manter o diálogo com a agência, uma vez que entende que o parâmetro que fundamenta a análise da Anatel não “não reflete os investimentos maciços realizados em melhorias de rede”, e afirma que, na opinião da operadora, a análise está “defasada em relação à evolução recente percebida na prestação de serviços”, alegando que os dados revelados não consideram a concentração de investimentos em 12 meses.

Fato é que nunca vimos uma decisão tão incisiva da Anatel contra as operadoras de telefonia móvel. Por outro lado, a decisão é mais que necessária. O serviço no Brasil é caro, e a qualidade entregue ao consumidor brasileiro está muito abaixo daquela que é considerada o ideal. Quem sabe com tais atitudes as coisas mudam um pouco, e a qualidade melhore. Torcemos.

Via ITWeb

LG desmente que não vai mais fabricar telefones com Windows Phone

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A notícia divulgada pelo site Korea Herald, que dizia que a LG não mais fabricaria telefones com Windows Phone parece não ser tão correta, segundo informou um porta-voz da empresa ao site Pocket-Lint. As palavras do representante da LG foram fortes e diretas, comunicando que “nada disso é verdade. O Korea Herald está mostrando novamente o seu perfil amadorista. Seguimos trabalhando com o Windows Phone, mas por enquanto estamos focados no Android, por causa de uma demanda maior”.

A declaração pode esclarecer os fatos, mas também indica que a matéria não é totalmente falsa, porque a LG admite que agora mesmo o desenvolvimento do hardware para Windows Phone é algo secundário. De qualquer forma, a decisão do fabricante é temporária, com a possibilidade de ser uma pausa proposital, esperando que a Microsoft comece a distribuir o Windows Phone 8 para os fabricantes.

Também é preciso levar em conta que o custo de desenvolvimento e fabricação de smartphones com Windows Phone 8 será muito inferior, porque o novo sistema operacional poderá aproveitar grande parte do hardware já utilizado na produção de telefones Android. Por causa disso, não nos espantaria se a LG decidiu esperar alguns meses antes de lançar novos telefones com o sistema da Microsoft, evitando dessa forma investir em telefones que vão ficar obsoletos rapidamente.

Via Pocket-Lint

LG decide se concentrar no Android, e abandona o Windows Phone

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A LG revelou em seu informe financeiro que não tem planos de lançar novos telefones com o sistema Windows Phone, decidindo se focar no desenvolvimentos de dispositivos Android. A decisão é motivada pelas baixas vendas dos telefones com o sistema da Microsoft.

A decisão também foi tomada pelo fato da LG ter se tornado um dos principais sócios da Microsoft na fabricação de telefones, porém, com “uma totalidade de unidades de Windows Phone vendidas no mercado global não alcançar um número significativo”.

Seja como for, parece que essa decisão ainda não é definitiva. Segundo informa o site Korea Hreald, Steve Ballmer vai visitar Seul em maio, e entre seus comproimissos, um encontro com Bon-joon Koo, CEO da LG, está marcado. Será que Ballmer consegue virar a mente do chinês?

Via BGR

COMUNICADO: sobre o TargetHD Podcast

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Para quem não está por dentro dos últimos acontecimentos. Hoje (29/01), o Mevio, central de armazenamento de podcasts, decidiu bloquear diversas contas cadastradas, sem nenhum tipo de aviso prévio. Nosso podcast esteve armazenado nesse servidor nos últimos 3 anos, sem nenhum tipo de problema mais grave (algumas vezes o servidor ficava fora do ar). Até a data de hoje.

Em tempos onde sites removem conteúdos sem nenhum tipo de critério, com medo de represarias de órgãos governamentais, diversos serviços foram desativados, pelos diversos motivos: pressão, medo, opressão, mudança de regras e critérios. E, pelo o que estamos vendo, todos os segmentos serão afetados de alguma forma.

A essa altura do campeonato, é inútil discutir se é válido ou não tal medida. A discussão agora é saber o que vamos fazer a respeito.

Nós armazenamos o podcast em um servidor gratuito por dois motivos: 1) porque oferecemos esse podcast de graça para vocês nos últimos anos, e vamos permanecer assim, independente de qual será a decisão futura que vamos tomar; 2) porque colocar o podcast em nosso servidor seria inviável (e pagamos uma conta premium de hospedagem). Provavelmente, teríamos que colocar o podcast em um servidor dedicado, e acreditamos que esse tipo de investimento só se faria justificado se o feedback de vocês fosse em um volume que realmente fizesse valer a pena o investimento.

Porém, apesar de um bom número de downloads (mais de 3 mil downloads por episódio, no mínimo), os comentários não chegam a 1% disso, e isso é desmotivante para qualquer podcast. Há 1 hora atrás, mandamos uma pergunta em nossa conta do Twitter, e apenas 3 pessoas responderam (e isso, de todos os seguidores que temos). Para investirmos em uma infraestrutura específica para o podcast, esse retorno deveria ser bem mais expressivo, mas infelizmente, não é, apesar de todas as tentativas que fizemos para um aumento de feedback por parte de leitores e ouvintes.

Logo, informamos que, pelo fato de não haver um lugar para fazer o upload do podcast, os episódios regulares do podcast estão suspensos até segunda ordem. Nesse meio tempo, vamos fazer com que esse blog fique cada vez mais dinâmico e informativo, aumentando o volume de conteúdos de texto, fotos e vídeo. Nosso compromisso é oferecer o melhor para vocês, mas dentro das nossas possibilidades. E diante dos acontecimentos de hoje, pelo menos por enquanto o podcast não será uma dessas vias de comunicação. Pensaremos em uma solução nos próximos dias, e comunicaremos nossa decisão aqui no blog, ou em nosso Twitter.

Informamos que todo o backup dos episódios foi feito com sucesso, e deve estar disponível em um novo servidor em breve.

Contamos com o seu apoio e compreensão.

Abraços,

TargetHD.net