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Como ter o CyanogenMod 13 Android 6.0 no Samsung Galaxy S3

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A CyanogenMod liberou recentemente o CyanogenMod 13 Android 6.0, uma ROM personalizada tão boa que pode ser utilizada no antigo Galaxy S3 (I9300).

Antes de qualquer coisa, vale lembrar que essa build é do tipo “nightly”, ou seja, ainda em fase inicial de desenvolvimento e contando com algumas falhas e erros menores. Porém, isso não quer dizer que não será interessante ver o que ela é capaz de fazer pelo veterano smartphone da Samsung.

Dito isso, veja a seguir um resumo dos passos que você deve dar para instalar o CyanogenMod 13 Android 6.0 no Galaxy S3 (I9300 – versão com SoC Exynos).

 

Passos preliminares:

– Faça uma cópia de segurança dos seus dados.
– Ative a depuração via USB.
– O smartphone deve estar rooteado.
– O smartphone deve ter pelo menos 60% de carga de bateria.
– Não tente fazer essa instalação em outro dispositivo que não seja o Galaxy S3 (I9300).

 

Instalação:

– Faça o download dos arquivos necessários nesse link.
– Conecte o Galaxy S3 no PC via USB e copie os arquivos para um cartão microSD.
– Desconecte o smartphone do PC e desligue o telefone.
– Inicie o Galaxy S3 em modo de recuperação (deixe pressionado o botão de aumentar o volume + o botão de liga/desliga + mais botão Home).
– Faça uma cópia de segurança com o Nandroid do sistema operacional.
– Faça uma restauração para os ajustes de fábrica. Pode usar o ClockworkMod para facilitar o processo.
– A partir do menu de recuperação, selecione a opção de instalar de um arquivo ZIP a partir da microSD.
– Volte ao menu principal de recuperação e reinicie o smartphone. É provável que a primeira inicialização demore alguns minutos para ser concluída.

O normal é que tudo funcione, mas se você tiver algum problema, pode voltar ao sistema operacional anterior, entrando no menu de recuperação e seguindo os passos indicados acima.

Via WCCFTech

CyanogenMod 13 com Android 6.0 disponível para download

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CyanogenMod13

A CyanogenMod liberou a primeira versão de sua ROM baseada no Android 6.0, a CyanogenMod 13.

Esta é uma versão nighly, ou seja, experimental. Para quem decidir testar, não há garantias de estabilidade ou que a mesma está livre de erros, onde alguns deles estão diretamente listados na ROM.

Mesmo assim, o CyanogenMod 13 já deve interessar a muitos, uma vez que se adianta a uma boa parte dos fabricantes que não atualizaram os seus dispositivos. Os primeiros smartphones e tablets suportados por esta ROM são:

– OnePlus One
– Nexus 7
– LG G4
– Galaxy Tab Pro 8.4
– LG G Pad 7.0 (v400 e v410)
– LG G3 (da Verizon)
– Moto X 2014

A CyanogenMod disse estar trabalhando em todos os dispositivos compatíveis e a lista será ampliada rapidamente nas próximas semanas. Especialmente os que estão trabalhando com a versão 12.1, que poderão ser atualizados diretamente, levando em conta que complementos como Xposed terão que ser atualizados também para funcionar com o Android 6.0.

Além da versão oficial do CyanogenMod 13, outros desenvolvedores publicaram ROMs próprias baseadas nela. Vale lembrar que são versões beta, destinadas aos testes e não para tarefas de produção, que necessitam o root do dispositivo.

Via CyanogenMod

Cyanogen trabalha em smartphones potentes de US$ 75

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Cyanogen

A Cyanogen está trabalhando com os fabricantes para colocar no mercado smartphones na casa de US$ 75, que ofereçam um bom desempenho, mas com um hardware econômico (talvez com SoCs MediaTek).

Mas nem tudo é hardware nesse segmento. A Cyanogen quer evitar a instalação de aplicativos duplicados nesses dispositivos, algo muito com um em smartphones Android, onde podemos encontrar dois navegadores ou dois clientes de e-mail pré-instalados (por exemplo), além de reduzir a presença de bloatwares que lastram o desempenho do dispositivo.

A base desses novos smartphones seria o CyanogenOS 13 (Android M), e seu lançamento aconteceria em 2016, em conjunto com um novo modelo top delinha, que até agora não tem informações.

Sem dúvida, um projeto ambicioso e interessante.

Via GSMArena

CyanogenMod é agora compatível com aparelhos da Motorola, Xiaomi e Huawei

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CyanogenMod-logo

A CyanogenMod (favor não confundir com sua variante comercial, a CyanogenOS) expandiu o número de dispositivos que são compatíveis com o seu software, passando a estar mais presente nos modelos de linha média que alcançaram o êxito comercial, e que tiveram maior demanda para receber algumas de suas ROMs para Android.

A Motorola fez muito barulho nos últimos tempos, e agora a CyanogenMod chega aos modelos Moto E 2015 e Moto G 2015. A Xiaomi também recebe versões da ROM compatíveis com os modelos Mi3w e Mi4, enquanto que a Huawei agora tem suporte para os modelos Honor 4 e 4x, Ascend Mate e Snapto.

A marca britânica WileyFox lançará em breve smartphones com Cyanogen OS 12.1 como sistema operacional, mas os desenvolvedores da CyanogenMod anunciaram que teremos versões de sua ROM para esses dispositivos. Outo smartphone com CyanogenOS que receberá suporte para CyanogenMod o modelo comercializado na Indonésia AndroMax Q da Smartfen.

Os modelos R7, R7 Plus e R5Plus do fabricante chinês Oppo também estão suportados, assim como as versões coreanas do LG G3, HTC M8 Dual Sim e as variantes da China e Japão do Galaxy S5 e Galaxy S5 Duos.

Via CyanogenMod

Cyanogen tem mais usuários que Windows Phone e BlackBerry juntos

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Cyanogen

A Cyanogen informa que superou a marca dos 50 milhões de usuários, e garantem que contam hoje com ‘mais usuários que a soma do Windows Phone e BlackBerry’.

A informação é chamativa. Uma ROM alternativa que tem mais usuários que a terceira maior plataforma móvel do mercado e que aquela que foi há 10 anos a líder do mercado profissional só confirmam a sua grande aceitação. Não faz muito tempo que os primeiros corajosos se atreveram a instalar as ROMs da Cyanogen nos seus smartphones Android rooteados, exibindo seus feitos no xda-developers.

O tempo só provou que a Cyanogen, ROM sempre muito promissora, se tornou uma dominante. Com um crescimento fantástico, eles se transformaram em uma empresa, fechando parcerias com grandes fabricantes, como OnePlus, Qullcom (um investimento da Microsoft) e – dizem – buscando novos parceiros, que podem ser a Huawei ou a Xiaomi.

Para aqueles que perguntam onde fica a Google em tudo isso, vale a pena lembrar que a gigante de Mountain View já tentou comprar a Cyanogen quando o seu sucesso foi comprovado. Isso não foi possível, e desde então, os desencontros foram constantes. Basicamente a Cyanogen quer um ‘Android sem o Google’, com um sistema livre em todos os níveis, incluindo dos próprios serviços do Google.

Veremos onde a Cyanogen é capaz de chegar. Os 50 milhões de usuários são relevantes, e existem ótimos argumentos para que você use uma ROM como a CyanogenMod. Mas ela ainda é o Android na sua essência. E o Android é Google.

Via Android Central

CyanogenMod Gello, um novo navegador Open Source

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A CyanogenMod está desenvolvendo um navegador web para o Android. O Gello é baseado no Chromium e será Open Source.

Um dos desenvolvedores do Gello publicou um vídeo no YouTube onde as características do navegador são apresentadas, assim como o seu possível funcionamento, incluindo um modo de leitura offline, modo noturno, configuração para cada site da web em relação à privacidade e segurança, assim como a capacidade de guardar os downloads na pasta que o usuário quiser, com o nome que achar oportuno.

O Gello não será lançado para o atual CyanogenMod, que é o novo sistema operacional principal do OnePlus One, mas é um projeto independente da Cyanogen Inc, que estará presente em futuras versões da famosa ROM do Android. Os seus desenvolvedores avisam que ele não será compatível com os dispositivos antigos.

O Gello não tem data de lançamento.

 

Via The Next Web

Primeiras versões do CyanogenMod 12 baseados no Android 5.0.1 começam a ser liberadas

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O CyanogenMod informa que já dispõem de versões preliminares das ROMs do CyanogenMod 12 baseados no Android 5.0.1 Lollipop.

Por enquanto, algumas das características da ROM estão desabilitadas para garantir o bom funcionamento do CM12 nos dispositivos suportados. Hoje, 31 smartphones já podem utilizar essas versões preliminares.

Entre as características que os usuários não terão acesso estão o motor de temas e as personalizações das configurações rápidas, além de algumas melhorias específicas do Lollipop, como o aplicativo renovado para envio de SMSs, ou a função para a tela em modo ambiente.

Os usuários do CyanogenMod 11 que contam com um dispositivo compatível podem atualizar direto para o CM12, mas vale aquele aviso: se o fizeram, os aplicativos instalados que não são compatíveis com o Lollipop serão desinstalados, tal como ocorre nos módulos Xposed.

Via AndroidPolice

OnePlus planeja abandonar o Cyanogen, para criar o próprio software

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É uma notícia curiosa, levando em conta que o smartphone em questão foi concebido com o pessoal da Cyanogen – e esse é claramente um dos motivos de suas reclamações. Rumores vindos da China (site Sina Tech) revelam que a OnePlus já está trabalhando em suas próprias ROMs.

O que dizem é que o desenvolvimento do sistema não está tão rápido quanto a OnePlus gostaria, e já haveriam mudanças de estratégia para um futuro próximo, ou com novos produtos, ou diretamente com o OnePlus One. Para isso, o fabricante deslocaria a sua equipe de desenvolvimento para Taiwan, para o desenvolvimento de sua própria ROM ou versão do sistema operacional da Google.

Tudo isso, para deixar a CyanogenMod para trás.

O Sina Tech garante que a informação veio do CEO da OnePlus, Peter Lau, mas não há uma forma simples de confirmar as informações. Outros veículos locais contactaram a empresa, que confirmaram a mudança de país, mas nada sobre abandonar a Cyanogen.

Até que novos detalhes apareçam, e se tudo isso estiver correto, teremos outro fabricante personalizando o Android. Sabemos da capacidade deles por conta dos primeiros modelos Oppo. Porém, é tudo aquilo que a Google NÃO quer para o seu sistema.

Também devemos ver o assunto por outra ótica. Sair da China para fazer um trabalho especial e localizado pode significar uma forma de desenvolver suas ROMs no telefone atual, inclusive ao gosto do mercado chinês. Sair para manter segredos importantes.

O CyanogenMod é um trabalho elogiado por ser simples e intuitivo. Porém, há coisas que precisa melhorar, como o aplicativo de câmera ou a velocidade de atualizações. E a OnePlus não parece muito disposta a esperar.

Via MobileGeeks

OnePlus One, o “smartphone perfeito”, é anunciado oficialmente

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E finalmente, ele é oficial. A OnePlus realizou hoje (23) uma coletiva de imprensa para apresentar de forma oficial e definitiva o seu já muito desejado smartphone One, revelando assim todas as suas especificações técnicas que o classificam como (segundo a própria OnePlus) “o smartphone perfeito”.

Para te posicionar melhor no assunto, lembro que o dispositivo chegou ao mundo depois da saída de Peter Lau da Oppo (onde ocupava o cargo de vice-presidente), e sua iniciativa para criar uma nova empresa, capaz de oferecer ao consumidor o melhor smartphone Android do mercado. Depois de tantos vazamentos e especificações especuladas, o OnePlus One conseguiu atrair a atenção de todos, e a presença da CyanogenMod no projeto fez com que esse interesse se tornasse ainda maior.

A partir de agora, vamos falar de todos os detalhes do atraente smartphone, que logo de cara já se posiciona como um dos melhores dispositivos Android do mercado, e com um preço que não vai deixar ninguém indiferente

OnePlus One, o “Flagship Killer”

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O OnePlus One conta com uma tela de 5.5 polegadas IPS, desenvolvido pela Japan Display (Full HD) e com proteção da película Gorilla Glass 3 da Corning. Os botões de navegação podem ser desenhados na tela, ou embaixo da mesma. Apesar da OnePlus querer se distanciar ao máximo da Oppo (e eles não mediram esforços para isso), é inegável dizer que o seu conceito é bem semelhante ao do Oppo Find 7a, com o mesmo nível de qualidade nas especificações e na construção do dispositivo.

Qualcomm Snapdragon 801

Outro grande destaque da lista de especificações técnicas está no seu processador da Qualcomm, que é o mais recente da empresa. Um chip Snapdragon 801 quad-core de 2.5 GHz, trabalhando em conjunto com uma GPU Adreno 330. Tal detalhe havia ficado no ar nas últimas semanas, mas que agora é oficial, trazendo assim uma excelente notícia. Afinal, estamos falando de um dispositivo que se posiciona em pé de igualdade em relação aos melhores smartphones do mercado. Ou seja, não poderíamos esperar menos que o melhor nesse aspecto.

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Além disso, o dispositivo conta com 3 GB de RAM, outro número que o coloca um passo a frente dos seus concorrentes. Sobre sua memória interna, ele estará disponível em duas opções, com 16 GB e 64 GB de armazenamento. Eles consideraram uma opção intermediária – com 32 GB -, mas decidiram oferecer a versão de 64 GB pelo mesmo preço que eles venderiam o modelo de 32 GB.

Obviamente, o novo smartphone é compatível com a conectividade LTE (sem confirmação se é compatível com as redes brasileiras), além do suporte para NFC e Bluetooth 4.1. Outro diferencial do OnePlus One é o seu sistema de cancelamento de ruído, através de um microfone triplo e dos alto-falantes desenvolvidos em parceria com a JBL. Como bônus, o seu sistema de notificação por LED funciona com várias cores.

carcasas

As dimensões do OnePlus One são de 152.9 x 75.9 x 8.9 mm, com peso de 162 gramas (é o mais leve do mercado no seu tamanho). Sua bateria possui 3.100 mAh, e o dispositivo é compatível com carcaças intercambiáveis, com designs muito atraentes para a parte traseira.

CyanogenMod 11S

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Para entender o desenvolvimento do OnePlus One, não podemos nos esquecer que esse é um smartphone concebido em parceria com a Cyanogen, e por conta disso, ele já carrega a sua particular versão do sistema operacional Android, a CyanogenMod 11S. Essa versão foi desenvolvida sobre o Android 4.4 KitKat, onde o “S” do nome nos indica que esta é uma versão especial para o smartphone da OnePlus. Na China, estará disponível uma versão com a personalização Color OS.

Aqui, podemos esperar atualizações e otimização com suporte a longo prazo – a característica principal aqui é estender a vida útil do seu hardware ao máximo -, além de uma interface bem limpa, com um um gerenciador de temas. A privacidade e segurança também é um dos pontos fortes no trabalho da Cyanogen.

Câmera Sony de 13 megapixels

Nem os megapixels, nem o nome do fabricante garantem uma câmera sobressalente, mas não duvidamos que, nesse caso, há potencial. O sensor traseiro do OnePlus One é fornecido pela Sony, com 13 megapixels, sistema de retro-iluminação Exmor IMX 214, que por sinal é o mesmo presente no Oppo Find 7a, recebendo muitos elogios daqueles que testaram o produto.

A lente possui uma abertura máxima f/2.0, e está composta por seis elementos. O flash é duplo LED, e os modos de gravação de vídeo vão desde a 4K até os modos de gravação em alta velocidade (720p a 120 FPS).

A câmera frontal é de 5 megapixels, com uma óptica gran angular – 80 graus -, perfeita para qualquer tipo de uso.

OnePlus One, preço e disponibilidade

O OnePlus One chega primeiro nos seguintes países: Áustria, Bélgica, Dinamarca, Espanha, Finlândia, França, Alemanha, Hong Kong, Itália, Holanda, Portugal, Suécia, Taiwan, Reino Unido e Estados Unidos. O preço para o modelo de 16 GB – na cor branca – é de 269 euros, enquanto que o modelo de 64 GB – na cor negra – custa 299 euros. Nos dois casos, os impostos já estão incluídos (despesas de envio a parte).

Sobre a sua presença no Brasil, nada é confirmado. Só esperamos que a Anatel não considere esse modelo um “smartphone pirata”, pois eu tenho certeza que muitos leitores já estão interessados em importar uma unidade desse interessantíssimo Android, que já entra na lista dos melhores de 2014.

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Via OnePlus

OnePlus One, o dito “smartphone perfeito” aparece pela primeira vez em renders oficiais

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Em 23 de abril, vamos conhecer oficialmente o OnePlus One, smartphone com CyanogenMod que é considerado “o smartphone perfeito”. Porém, os seus renders oficiais apareceram antes do tempo na internet, apresentando diversas novidades sobre o dispositivo.

Alguns detalhes revelados pelos renders agora parecem definitivo. Um deles é o seu design, muito bem acabado, e com opções de personalização interessantes. O modelo lembra na aparência o Oppo Find 7, e é esperado que o seu preço oficial sugerido seja inferior a 350 euros, o que tornaria a opção muito competitiva, ainda mais levando em conta as suas especificações técnicas.

Vendo a documentação do produto (um oferecimento do HD.Blog.it), os preços seriam os seguintes: 225 euros (16 GB) e 301 euros (64 GB). Vale lembrar que não haverá versão com 32 GB para esse produto, e a opção da empresa foi oferecer um patamar superior para o produto pelo mesmo preço de um modelo intermediário. Por isso podemos colocar como aposta para valor final (para o consumidor) entre 300 e 350 euros.

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Indo para a sua personalização, temos carcaças traseiras intercambiáveis, com diferentes acabamentos, como diferentes tipos de madeira, fibra de carbono ou imitação de couro. As dimensões do produto são de 152.9 x 75.9 x 8.9 mm, e o peso do OnePlus One é de 160 gramas. Além disso, o smartphone possui uma câmera de 13 megapixels com flash dual LED, e o seu sensor é o mesmo do Oppo Find 7.

Também foram registradas algumas imagens da interface de usuário do CyanogenMod 11S, sistema operacional baseado no Android, que estará presente no OnePlus One.

A seguir, mais imagens do material divulgado hoje.

OnePlus One

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Via HD.Blog.it, Android Authority

OnePlus One, o “smartphone perfeito”, será lançado no segundo trimestre de 2014

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É sempre bom ter uma dose de reserva com afirmações do tipo “o mais rápido” ou “o melhor”. Logo, o pessoal do OnePlus, que vende o seu futuro smartphone OnePlus One terá que mostrar a que veio e não economizar na hora de anunciar as especificações técnicas do futuro dispositivo. Afinal de contas, eles já criaram as expectativas para oferecer o melhor smartphone da história logo no primeiro modelo da empresa.

Eles simplesmente prometeram “o smartphone perfeito”. Para quem não sabe de quem estamos falando, a OnePlus é uma pequena, porém, valente empresa chinesa criada por um antigo executivo da Oppo. E eles decidiram dar alguns detalhes daquele que será o seu primeiro smartphone. O dispositivo estará disponível “internacionalmente” (entre aspas, pois não sabemos se o produto chegará ao Brasil de forma oficial) no segundo trimestre de 2014, e contará com “especificações top de linha para 2014, por dentro e por fora”.

O que Peter Lau (CEO da OnePlus) entende como “top de linha para 2014”, não sabemos. Também não temos conhecimento sobre quais países receberão o produto. O certo é que o OnePlus One contará com conectividade LTE com diferentes bandas, garantindo assim o seu funcionamento em grande parte do planeta, ou ao menos facilitando a vida dos usuários que estão dispostos a importá-lo por sua conta e risco.

E por falar em riscos, é importante relembrar que o OnePlus One será um dos primeiros smartphones a contar com o CyanogenMod instalado de fábrica. De modo que, pelo bem do próprio sistema operacional, esperamos que o smartphone esteja a altura de sua inovação e qualidade.

Via Facebook

CyangenMod lança case para o Nexus 5

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O pessoal da CyanogenMod não perde tempo mesmo. Depois de se transformar em empresa, lançar suas ROMs para diferentes smartphones, e trabalhar em um smartphone que pode chamar de seu, eles anunciaram um case para o Nexus 5. Com a assinatura da CyanogenMod.

O case é fruto de uma parceria com a CruzerLite, e deve combinar muito bem com o último smartphone da Google. O case foi desenvolvido por Asher Simonds, um dos membros da comunidade de modders e desenvolvedores das ROMs. A ideia é expandir a experiência Nexus com um produto de alta qualidade, e com acabamento que lembra os papéis de parede oferecidos pela CyanogenMod.

O preço de cada case é de US$ 14.90, e o usuário pode escolher entre quatro opções de cores. A CyanogenMod não menciona se outros dispositivos vão receber esses cases, mas acredito que, dependendo da popularidade desse primeiro produto, a coleção deve ampliar com certa facilidade.

Via CyanogenMod (Google+)

CyanogenMod facilita a instalação de sua ROM Android com aplicativos para smartphone e desktop

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Depois de se transformar em uma empresa (literalmente), a CyanogenMoad avisou que uma de suas primeiras metas seria melhorar a experiência de instalação de sua versão do Android. Pois bem, alguns meses se passaram, e eles começam a cumprir a promessa.

A popular ROM Android conta agora com um aplicativo mobile, que funciona em conjunto com o CyanogenMod Installer para computadores Windows (Vista ou posteriores), que permite realizar o download da última versão de sua ROM, além de facilitar o processo de instalação em smartphones Android.

A grande maioria dos smartphones mais populares contam com o suporte ao CyanogenMod, e a lista de modelos compatíveis cresce todos os dias. Apesar disso, é preciso sempre lembrar que a instalação desse software pode invalidar a garantia do seu produto e até mesmo transformá-lo em um belo peso de papel.

Logo, sempre vale aquele aviso: realize os procedimentos de troca de ROMs no seu equipamento com prudência e cautela. Não tem plena certeza do que está fazendo? Simplesmente não faça. E, se for fazer, faça por sua conta e risco. Agora, se você é um daqueles mais corajosos (ou com conhecimento suficiente para tal), pode tentar o teste em seu dispositivo, fazendo o download dos aplicativos e seguindo as instruções dos links a seguir.

Download – Google Play Store
Download – CyanogenMod Installer

Via CyanogenMod Blog

Veja o Oppo N1, o primeiro smartphone com CyanogenMod de série, em ação (em vídeo)

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O Oppo N1 foi anunciado recentemente, mas não recebeu muito destaque da mídia por ser um telefone que ainda contava com Androdi 4.2.2 Jelly Bean e uma câmera versátil (podendo ser frontal ou traseira, de acordo com o desejo do usuário). Porém, tudo mudou com a confirmação na semana passada que o prodtuo também seria o primeiro a receber a ROM CyanogenMod, em edição especial.

Agora, temos um vídeo que mostra como esses dois elementos vão se fundir na prática. E quando olhamos um pouco mais para os seus detalhes, nos certificamos que estamos diante de um smartphone poderoso, e que foi nossa culpa não olhar para ele com o devido respeito antes.

O Oppo N1 possui uma tela de 5.9 polegadas (1920 x 1080 pixels), processador Qualcomm Snapdraon 600 quad-core de 1.7 GHz, GPU Adreno 320, 2 GB de RAM, uma única câmera de 13 megapixels e flash LED, que possui uma estrutura que permite o rotacionamento do sensor, para que o mesmo atue como câmeras frontal e traseira, além de Bluetooth 4.0, WiFi dual band, WiFi Direct, GPS e bateria de 3.610 mAh.

O smartphone possui dimensões de 170.7 x 82.6 x 9 mm, e a sua versão com CyanogenMod deve chegar ao mercado internacional no mês de dezembro. Seu preço não foi revelado.

 

Via Oppo, Phandrdoid

Oppo N1 será o primeiro smartphone com CyanogenMod de série

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A Oppo anunciou que vai oferecer no mês de dezembro uma edição limitada do modelo N1 com a ROM CyanogenMod instalada série, oferecendo assim uma versão alternativa ao modelo com o sistema Android (foto acima), comercializado hoje pelo fabricante chinês.

Por enquanto, não há imagens do telefone com a interface, ou ao menos da interface em si. O único material gráfico liberado pela Oppo foi um render da caixa que virá com o smartphone, uma embalagem em branco com o logotipo do robô azul (imagem no final do post). Sabemos que o N1 com CyanogenMoad não será diferente apenas pela presença desse Android modificado, mas também pelo uso dos “acessórios CyanogenMod” e várias opções desenvolvidas especificamente para o dispositivo.

Anunciado no final de setembro com a ROM ColorOS (baseado no Android 4.2 Jelly Bean), o Oppo N1 possui uma tela Full HD de 5.9 polegadas, além de uma peculiar câmera de 13 polegadas com flash LED duplo, que foi desenvolvida de modo que ela possa girar sobre o seu eixo para atuar como câmera frontal e câmera traseira. A operação de disparo pode ser feito a partir dos aplicativos da câmera, pelo controle de volume ou usando os botões virtuais da carcaça traseira, que conta com uma superfície sensível ao toque.

Segundo a Oppo, o N1 com CyanogenMod vai custar o mesmo da versão convencional (US$ 57), e para aqueles usuários que não conseguirem adquirir o modelo em edição limitada, podem simplesmente atualizar o N1 com ColorOS para o software da CyanogenMod, sem maiores complicações.

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Via Oppo

Cyanogen se transforma em uma empresa, e quer ser o terceiro ecossistema móvel do mercado

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A Cyanogen é uma das equipes de customização de ROMs Android mais populares do mundo, e cresceu de forma assustadoramente rápida, adicionando recursos e refinamentos ao sistema da Google com uma velocidade relâmpago. Até aí, nenhuma surpresa. O que ninguém sabia era que, desde abril de 2013, essa mesma equipe se transformou em uma empresa independente, a Cyanogen Inc.

Só agora a empresa foi oficialmente anunciada, e é dirigida pelo co-fundador da operadora australiana Boost Mobile, Kirt McMaster. A nova empresa vai centrar as suas atividades no desenvolvimento do CyanogenMod como uma plataforma independente, abandonando a sua faceta amadora e/ou prioritariamente orientada para a criação de firmwares para os usuários mais experientes ou curiosos.

Alguns dos desenvolvedores mais veteranos do projeto, como Steve Kindik e Koushik Dutta (agora chefe de tecnologias e vice-presidente de engenharia, respectivamente) foram contratados como funcionários da empresa, para garantir a manutenção dos futuros projetos da Cyanogen, que agora quer competir diretamente com Apple, Google, Microsoft e derivados.

Nesse momento, a Cyanogen coloca a maior parte dos seus esforços em refinar a experiência do usuário, o que inclui o lançamento de um instalador, que deve acabar de uma vez por todas com o problema do atual processo de instalação de ROMs, que foi descrito pelo próprio Kondik como “horroroso” (e ele tem toda razão). Este instalador independente estará disponível na própria Play Store, inicialmente para um pequeno número de dispositivos compatíveis, e mais adiante, para uma ampla gama de smartphones e tablets.

Basicamente, o que a Cyanogen Inc. quer é oferecer a possibilidade do usuário personalizar o seu smartphone da forma mais simples possível, e o uso das novas características recentemente implementadas nas suas ROMs podem dar uma prévia das novidades que poderemos ver nos futuros lançamentos da empresa.

Obviamente, um sistema operacional móvel não chega a lugar nenhum sem o apoio dos fabricantes. E talvez seja nesse ponto que a Cyanogen tem as mais surpreendentes novidades. Uma vez que eles não esperam se transformar em uma opção popular no mercado com a sua orientação atual (voltada para os heavy users e curiosos, no esquema “faça você mesmo”), a empresa fechou uma parceria com um fabricante de hardware (cujo nome não foi mencionado), que se comprometeu a fabricar dispositivos com o CyanogenMod pré-instalados. Além disso, a empresa está explorando outros modelos de negócio para ampliar a sua cota de mercado.

O que a Cyanogen tem como objetivo é oferecer uma flexibilidade maior que as oferecidas no iOS e Windows Phone, aproveitando a natureza aberta do Android, e o enorme potencial de sua base de desenvolvedores e usuários, mas com uma experiência de uso simplificada e um maior nível de segurança que o sistema da Google oferece hoje.

A proposta é muito atraente, mas ousada e difícil de se vislumbrar como uma empresa independente, mas com um autêntico plano de negócios. Mesmo assim, não vai ser nada fácil conseguir tirar a Microsoft do terceiro posto entre os sistemas móveis. Porém, não podemos duvidar da capacidade desses caras.

Fiquemos de olho na nova Cyanogen Inc.

Via CyanogenMod.org

O fundador do CyanogenMod deixa a Samsung

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Esse é o tipo de notícia que poderia não mudar em nada na sua vida nesse começo de semana. Só que não. Principalmente se pensarmos que aconteceu poucos dias depois que o principal responsável pelo desenvolvimento do Android no Google ter abandonado seu cargo. Mais ainda, se pensarmos nos recentes rumores que a Samsung vai se dedicar mais ao Tizen daqui para frente.

Aos fatos: se você se lembra, Steve Kondik, o fundador do CyanogenMod foi contratado pela Samsung com uma missão muito simples: literalmente “fazer com que os Androids da empresa sejam maravilhosos”. E Steve fez isso. Porém, o recente lançamento do Galaxy S4 foi o fim da história do profissional junto aos coreanos, e através de uma postagem em sua conta do Google+, ele decidiu anunciar que estava abandonando a empresa que o contratou para ajudar na dominação global dos smartphones Android.

O pior nessa saída é que nem tudo são flores nessa saída. Em sua postagem, Steve faz críticas pesadas à nova atualização da TouchWiz, presente no Galaxy S4, afirmando que o novo dispositivo “parece como se eles (a Samsung) tivessem viajado no tempo, para a época do Android Froyo”. Particularmente, acho a interface TouchWiz o grande “calcanhar de Aquiles” dos Androids da Samsung.

Sobre o seu futuro, Steve não dá muitos detalhes. Apenas afirma que “vai fazer algo novo”. Estamos esperando por novidades, Steve.

 

Via Android Police

CyanogenMod 10.1 baseado no Android 4.2 já está em desenvolvimento

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A CyanogenMod anunciou hoje (22) que sua equipe já está desenvolvendo uma nova versão de sua famosa ROM customizada, já baseada no código fonte da mais recente versão do sistema operacional móvel do Google, a Android 4.2 Jelly Bean.

A ROM em questão é a CyanogenMOD 10.1, e não a versão 11 da plataforma, como se especulava anteriormente. O motivo dessa escolha é simples: a mudança do Android 4.1 para 4.2 não foi tão grande, logo, a nomenclatura não precisa de uma mudança tão drástica. Segundo o programador conhecido como Cyanogen (Steve Kondik), a ROM está em fase de desenvolvimento, mas eles já conseguiram fazer com que algumas das principais características do Android 4.2 funcionassem com sucesso, como o seu renovado centro de notificações e os widgets na tela de bloqueio.

O anúncio do desenvolvimento dessa versão customizada do novo Android foi feita no perfil do próprio Cyanogen no Google+, que é onde ele costuma fazer as declarações desse porte. O desenvolvimento das ROMs alternativas já é possível, uma vez que o código fonte do Android 4.2 foi liberado via AOSP (Android Open Source Project), e entre as diversas customizações que devem aparecer nas próximas semanas, a mais esperada é, sem sombra de dúvidas, a da CyanogenMod, uma vez que eles contam com mais de 2 milhões de usuários.

Um dos desafios de toda customização que se preze é o período de adaptação necessário para cada dispositivo existente. O mesmo acontece com a equipe da CyanogenMod, ou seja, não adianta os usuários se desesperarem, ou usar de pressão psicológica para apressar o desenvolvimento dessas ROMs. Elas estarão prontas no seu tempo certo (palavras do próprio Cyanogen), já que a única regra que ele mesmo impõe aos usuários é que não fiquem perguntando para os desenvolvedores quando a ROM será lançada (o pessoal que faz legendagem de séries sabe o quão chato é esse comportamento…).

Por fim, não podemos deixar de mencionar o notável compromisso desses desenvolvedores independentes com a comunidades de usuários, que na sua maioria se encontram abandonados pelos fabricantes dos seus respectivos dispositivos no quesito atualizações, mas conta com a CyanogenMod e outros desenvolvedores para receber a mais recente versão do Android.

HP TouchPad recebeou o Android Jelly Bean antes de vários tablets, graças ao CyanogenMod 10

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Não importa muito o que a HP ou o pessoal do projeto Open webOS digam sobre o TouchPad: o antigo tablet com raízes Palm se nega a morrer, graças ao apoio de uma comunidade de fãs muito ativa.

A popular ROM CyanogenMod foi instalado no TouchPad por um membro do fórum XDA-Developers, e o resultado é bem positivo. Esta versão do CyanogenMod 10 recebe o nome de “preview build”, porque faltam ainda alguns testes e ajustes a específicos a serem realizados, pensados exclusivamente para o tablet da HP, como aceleração de vídeo e parte de som, que estão ausentes. De qualquer forma, o sistema Android Jelly Bean funciona bem fluída no tablet.

Abaixo, um vídeo demonstrativo que certamente pode servir de inspiração para que muita gente faça o mesmo em seu pequeno (e extinto) TouchPad.

Via XDA-Developers