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Apple gastou mais de US$ 60 milhões na sua batalha legal contra a Samsung nos EUA

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A pergunta ficou batendo na minha cabeça por muito tempo: quanto custa uma longa batalha nos tribunais entre dois gigantes do mundo da tecnologia?

Em dinheiro, muito dinheiro. E, em vendas, bastante. E quando falamos nesse assunto, é praticamente impossível não mencionar a batalha épica que Apple e Samsung travaram nos últimos anos. E ainda que o fim aparentemente esteja próximo (com uma decisão não favorável para os coreanos), não é difícil supor que a dupla não vai parar por aí na sequência de litígios. Para nosso azar, pois entendo que mais interessante que tudo isso seria essa energia toda gasta em novos produtos.

Bem sabemos que, para esse tipo de disputa judicial, tudo precisa ser muito bem preparado e documentado. Nenhum detalhe pode passar desapercebido pelos advogados, e esse intenso trabalho não pode ficar por conta de meia dúzia de profissionais. Na verdade, um verdadeiro exército de advogados de primeira linha são recrutados para defender essas questões. E… você parou para pensar quanto custa esse trabalho todo?

Pois bem, a documentação apresentada no tribunal da Califórnia pelo pessoal de Cupertino, que basicamente é a “conta” dos serviços dos seus advogados, dá uma amostra do quão cara a brincadeira pode sair: US$ 60 milhões. E, repito: esse valor é para pagar apenas os advogados que trabalharam na disputa.

O escritório de advocacia que cuidou do caso para a Apple foi a Morrison & Foerster, que já conta com uma relação de longa data com a empresa de Cupertino. E, por conta dessa relação, a empresa de advocacia fez um “desconto significativo” para empresa de Tim Cook. Tanto Apple quanto Samsung não se pronunciam sobre o assunto. Até porque as duas já falaram muito nos tribunais.

Via Yahoo! Finance

Amazon vende o seu Kindle a preço de custo, reconhece Jeff Bezos

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Era uma suspeita que pairava em todos, mas nunca foi comprovada por ninguém. Porém, a pergunta persistia: como era possível a Amazon vender a sua linha Kindle (tanto os leitores de livros eletrônicos como os tablets) a preços tão reduzidos?

Pois bem, em uma entrevista concedida à BBC, o CEO da empresa, Jeff Bezos confirmou nossas suspeitas: que os preços dos produtos se mantém baixos porque não obtém lucros na venda do seu hardware. De forma concreta, o executivo afirmou: “vendemos o hardware com preço de custo, de forma que a duras penas alcançamos o umbral da rentabilidade com sua venda”. Palavras fortes, não?

E, se mesmo assim algumas dúvidas ficam no ar, Bezos mostra mais um alarde de sinceridade em seu discurso, e prossegue: “não tentamos ganhar dinheiro com o hardware”, concluindo assim que o grande volume de seus lucros chega com a venda de conteúdo. Vale registrar que o mercado da Amazon nos dispositivos eletrônicos é cada vez maior, e com o aumento da rotação do conteúdo para esses equipamentos, o seu mercado tende a se expandir ainda mais. E essa estratégia, até agora, está dando muito certo para a maior empresa de e-commerce do planeta.

Via BBC

Google reduz o preço pelo uso da API do Maps

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Em outubro do ano passado, o Google implantou um sistema de limites no uso da API do Maps, que exige que os desenvolvedores de aplicativos que usam mais de 25 mil acessos diários paguem US$ 4 para cada 1.000 solicitações adicionais. Isso resultou em queixas de todo o tipo de comunidades de desenvolvedores, que até então usava os mapas totalmente gratuitos.

Por causa dessa mudança, aplicativos populares como o Foursquare começaram a utilizar recursos alternativos, como os mapas proporcionados pelo projeto OpenStreetMap. Com a intensão de reduzir as queixas e melhorar a sua relação com os desenvolvedores antes do início do evento Google I/O deste ano, a empresa reduziu o preço para o uso do Maps para US$ 1 por cada 1.000 cargas adicionais, a partir de 25.000 no caso da API v2, e de US$ 0.50 para cada 1.000 pedidos adicionais com a APIv3. Isso deve ser o suficiente para alegrar a muitos desenvolvedores, mas não acredito que isso será o bastante para convencer as “velhas amizadas” (a.k.a. Apple, Foursquare, Microsoft, etc).

Via TechCrunch

Nintendo considerou descartar a tela secundária do Wii U por causa do seu preço

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Ainda que as duas telas do Wii U (a TV e a do GamePad) nos pareçam interessantes e uma parte fundamental do conceito do console, a Nintendo esteve a ponto de descartar esta ideia aparentemente tão básica.

O presidente da empresa, Satoru Iwata, comentou ao jornal The Telegraph que “quase desistimos da ideia de uma tela adicional” durante as discussões finais sobre o console, devido “a nossa preocupação pelo elevado custo de desenvolvimento e fabricação”.

Agora que já estamos acostumados ao conceito da tela dual do Wii U, é até curioso tomar conhecimento dessa preocupação só agora. E por causa dessa informação, concluímos que a Nintendo conseguiu desenvolver uma tecnologia econômica o suficiente para vender o console a um preço “razoável” (apesar do seu preço não ter sido revelado).

Via Joystiq e The Telegraph

Lumia 900 é mais caro de ser fabricado que o iPhone 4S

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Como você bem sabe, o lançamento do Lumia 900 não passou desapercebido para ninguém. Em primeiro lugar por causa do barulho que a Nokia está fazendo para promover o lançamento. Em segundo lugar, por ser um telefone LTE de linha alta, que é comercializado nos Estados Unidos (com contrato de permanência) por US$ 99. Mas isso não significa que ele seja barato para ser feito.

O pessoal do iSupply destroçou o terminal, e estimou que seu custo de produção é de US$ 217. Se o dado em si não quer dizer nada para você, fique sabendo que o Lumia 900 é mais caro de ser fabricado que o iPhone 4S, que possui custo de produção de US$ 188.

Onde estão as diferenças? O pessoal do site Gizmodo acredita que os custos básicos dos componentes são muito similares, mas as principais diferenças estão na tela, que é um pouco maior no Lumia 900, mas com uma densidade de píxels inferior a do iPhone 4S. Mais detalhes do estudo na fonte desse post.

Via iSupply