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A internet da Coreia do Norte tem apenas 28 páginas web

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Você pode até não acreditar, mas na Coreia do Norte tem internet sim… mas naquelas…

Poucos podem usar dos recursos conectados no país e navegar de forma ampla e irrestrita. Mas para a população, o governo restringe o acesso a apenas 28 páginas web.

 

Efeitos da ditadura

Toda ditadura se caracteriza por uma restrição clara dos direitos e liberdades, além de um controle absoluto dos meios de comunicação, que ficam nas mãos do Estado, que controla as notícias publicadas e o que pode ser dito ao povo.

A internet, como meio de informação, tem papel vital nos nosso dias, e permitir um acesso livre aos norte-coreanos é algo que a ditadura do país não permite, pois romperia o mecanismo de controle e mentiras que lá existe há décadas, na base do medo e de uma falsa “super humanização” dos seus líderes.

Porém, graças a um erro foi possível identificar e acessar de forma temporária todas as páginas web disponíveis na Coreia do Norte. A falha foi resolvida, mas algumas das páginas ainda estão acessíveis para os internautas de fora do país.

Não há mais muito o que dizer. Sabemos como é a realidade na Coreia do Norte, e vimos tantas barbaridades que quase consideramos como “algo normal” as coisas que lá acontecem.

Mas vale encerrar com um dato que serve para ilustrar ainda mais as bizarrices do país: contra as 28 páginas de “mundo da fantasia” de Kim Jong-Un, existe no mundo mais de um bilhão de páginas web. E contando.

Via Neowin

Drones, pendrives e cartões SD para levar conteúdos para a Coreia do Norte

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O contrabando de material para a Coreia do Norte não é uma novidade e, durante décadas, aconteceu por diversos meios, incluindo o envio de balões ou contrabandistas especializados. Agora, alguns ativistas estão aproveitando as novas tecnologias para introduzir conteúdos culturais ocidentais no pais.

A iniciativa ‘Flashdrivers for Freedom’, organizada pela Human Rights Foundation e pela ONG Forum280, tem como objetivo reunir 20 mil dispositivos USB que serão enviados para a Coreia do Norte. Nesse momento, um ex-cidadão daquele país e fundador do grupo ativista No Chain, reconhece que isso não é uma noividade. Desde 2012 eles despacham pendrives e cartões USB no país com a ajuda de drones.

Eles não deram muitos detalhes sobre os drones utilizados (tipo de modelo, origem do seu lançamento), mas explicam que os dispositivos podem carregar libras de componentes em cada voo. Também não revelaram os locais onde a carga é liberada, por motivos de segurança. O objetivo de tudo isso é incentivar outras organizações civis a se valerem das novas tecnologias.

Não são só os desertores do país que querem que de dentro se veja como é realmente o ocidente, mas também são muitos os cidadãos que reclamam de dentro, com fome de informação. Dentro dos dispositivos, são armazenados filmes ocidentais e sul-coreanos, séries de TV, música e informações da Wikipedia.

Essas operações não estão livres de riscos, como por exemplo a perda do próprio drone. Não sabemos se a Coreia do Norte já conseguiu ‘capturar’ alguns dos veículos. Um representante do país reconheceu que as autoridades detectaram balões aerostáticos com dispositivos USB, e afirma que o governo do país consegue interceptar antes. Mas não falou nada sobre os drones.

Via CNN

Coreia do Norte bloqueia o acesso ao Facebook, Twitter e YouTube

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Ah, a Coreia do Norte e a sua forma de “respeitar” os direitos do mundo livre. A ditadura “comunista” que seu povo vive… exceto o menino Kim, que tem todo o luxo possível. Mas isso é outra história.

A Coreia pobre mais uma vez está em evidência, e não apenas por seguir se esforçando para manter os privilégios de poucos às custas dos demais.Mas principalmente pela sua força de censura. A mais recente decisão do país proíbe o acesso de sua população a serviços populares na internet, como Facebook, Twitter e YouTube. O mais estranho é que o acesso não estava proibido oficialmente, mas pelo número ínfimo de pessoas que acessam à internet naquele país, o governo achava que aquilo não era um problema para a sua ditadura.

Porém, eles se esqueceram dos estrangeiros.

Até agora, quando um estrangeiro visitava a Coreia do Norte, poderia se conectar à internet sem problemas, enviando informações do país através das redes e aplicativos que todos conhecemos. Agora, não mais.

As coisas voltam a ficar mais tensas por lá depois dos testes armamentísticos realizados por Kim Jong-Un e sua turma. Uma realidade que devemos somar a condenação de um estudante norte-americano que visitava o país a 15 anos de trabalhos forçados por tentar roubar um pôster com propaganda política.

Como é de se imaginar, qualquer um que tentar burlar essa proibição será julgado e provavelmente condenado a penas severas, mas obviamente a “elite” do partido único do país não terá problemas para visitar sites, comprar produtos da Apple, beber licores ocidentais e realizar atividades que qualquer outro capitalista faria normalmente, todos os dias.

Via NextPowerUP!

Kim Jong-Un odeia os EUA, mas ama a Apple

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O “querido líder” da Coreia do Norte, Kim Jong-Un, odeia os Estados Unidos com todas as suas forças. Bom, em partes. A ideologia comunista que ele impõe ao país só vale para os outros, tal como acontece em toda e qualquer ditadura que se preze.

A Coreia do Norte é um país pobre, cujo povo é vítima de um regime totalitário e opressor, que toma atitudes mais próprias de dinastias asiáticas primitivas do que de uma sociedade do século XXI. Porém, a pobreza e o ódio aos Estados Unidos chocam totalmente com os gostos de Kim Jong-Un, que não só desfruta de luxos impossíveis às custas dos seus cidadãos, mas também gosta de utilizar produtos da Apple, como podemos apreciar nas imagens desse post um iMac e um MacBook Pro.

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Este é mais um claro exemplo da falsidade e hipocrisia fanfarronesca que rodeia o regime norte-coreano, e nos ajuda a compreender por que a distribuição Linux desenvolvida pelo país tem tantas semelhanças com o OS X, incluindo o dock e as cores do sistema. Falo da Red Star OS, um sistema operacional muito limitado, que se alinha com a filosofia de vida pregada pela Coreia do Norte para os seus cidadãos.

Via Softpedia

Barack Obama anuncia sanções à Coreia do Norte em consequência dos ataques à Son

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Em um comunicado oficial, o presidente dos EUA, Barack Obama, emitiu uma ordem de execução para que se realizem sanções mais restritivas à Coreia do Norte, por conta do envolvimento do governo no ataque hacker sofrido pela Sony Pictures em novembro de 2014.

Segue:

As ações de hoje são impulsionadas pela nossa obrigação de manter a Coreia do Norte como responsável de uma conduta destrutiva e desestabilizadora. […] Apesar do fato do FBI seguir com sua investigação sobre o ciberataque contra a Sony Pictures Entertainment, esses passos reforçam que vamos adotar um amplo conjunto de ferramentas para defender as empresas norte-americanas e os cidadãos, e para responder às tentativas de violar nossos valores ou ameaçar a segurança nacional dos Estados Unidos.

Obama disse que a resposta às ações contra a Sony Pictures serão proporcionais, e o comunicado parece ser apenas o primeiro passo do que está por vir. As sanções econômicas que se aplicarão à Coreia do Norte informadas na nota são ‘um primeiro aspecto’ das ações que serão tomadas contra o regime de Kim Jong-un.

O comunicado também aponta três organizações e dez oficiais da Coreia do Norte como principais responsáveis pelo ataque, mas reforçam que as investigações do FBI continuam.

E muita água vai rolar por debaixo dessa ponte.

Via Engadget

FBI confirma envolvimento da Coreia do Norte nos ataques contra a Sony

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O FBI acaba de acusar oficialmente a Coreia do Norte como responsável pelo ciberataque sofrido pela Sony Pictures. Em um comunicado, a agência do governo dos Estados Unidos explica os motivos. Além disso, é esperado que o presidente Barack Obama faça uma coletiva de imprensa ainda hoje para falar sobre o assunto.

O FBI informa que não vai entrar em detalhes sobre suas fontes e métodos para chegar a tal conclusão, mas garantem que existem similaridades no código do malware utilizado pelos atacantes aos servidores da Sony com outros malwares anteriores desenvolvidos pela Coreia do Norte. Além disso, eles afirmam que detectaram IPs do país, e que as ferramentas utilizadas são muito parecidas com aquelas utilizadas anteriormente – e supostamente – contra a Coreia do Sul, em março de 2013.

A agência também garante que esta é mais uma amostra de como a Coreia do Norte é uma real ameaça cibernética para os Estados Unidos. “As ações da Coreia do Norte pretendiam infingir danos em uma empresa dos Estados Unidos, e eliminar o direito dos cidadãos norte-americanos de se expressarem. Esses atos de intimidação ficam fora daquilo que pode ser considerado o comportamento aceitável de um país”, diz o comunicado.

A grande pergunta que fica agora é: como vai responder o governo dos Estados Unidos, agora que o contundente comunicado do FBI confirma o envolvimento da Coreia do Norte no ataque (cibernético, mas que é considerado um ataque contra os EUA)?

Como disse antes, Barack Obama vai dar uma entrevista coletiva (se já não aconteceu enquanto você lê esse post no futuro), onde é esperado que ele explique as medidas que ele pretende tomar a respeito. Especula-se uma ‘resposta proporcional’ naquilo que já é considerada uma questão de ‘segurança nacional’.

Para quem ainda não sabe (ou vive em uma caverna, longe da civilização e da internet), um resumo: no final de novembro, a Sony Pictures foi atacada por crackers, onde mais de 100 terabytes de dados foram vazados. Nos últimos dias, a Sony se vê ameaçada de ter mais dados vazados, incluindo ameaças terroristas contra as salas de cinema que promovem ou exibem o filme ‘The Interview’, protagonizado por Seth Rogen e James Franco (cujo plot principal é ‘apenas’ um plano de assassinar o líder da Coreia do Norte). A Sony decidiu suspender a sua estreia, e o governo norte-americano decidiu entrar na briga, para defender a liberdade de expressão dos seus cidadãos, ao mesmo tempo que visa proteger suas fronteiras cibernéticas.

Para ler o comunicado do FBI na íntegra, clique aqui.

Hackeamento da Sony é considerado assunto de segurança nacional pelo governo dos EUA

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Os ataques à Sony começam a tomar um novo rumo. Josh Earnest, secretário de imprensa da Casa Branca, infomra que o governo dos EUA considera o ataque e as ameaças contra a Sony Pictures como ‘um assunto de sergurança nacional’, e planejam ‘uma resposta proporcional’.

O secretário também mencionou que eles já se preparam para tornar público o principal suspeito dos ataques, mas o que realmente chama atenção é que pelo tom do comunicado e a forma que se dá a entender, os Estados Unidos está deixando de lado o caminho diplomático, pensando na resposta aos ataques.

Por outro lado, Earnest comentou que eles ainda não estão em posição de confirmar em 100% que a Coreia do Norte está por trás dos ataques, mas as investigações continuam, deixando claro que qualquer ação posterior a ser tomada contra o grupo de crackers, funcionários da Sony, suas famílias ou ameaças terroristas que interferiram na promoção do filme ‘The Interview’ serão respondidas de forma oficial pelo governo norte-americano.

Josh Earnest concluiu dizendo que o governo dos Estados Unidos não solicitou à Sony que cancelasse a estreia do filme, e que apoiam todas as expressões artísticas, ainda que algumas pessoas não estejam de acordo com elas.

Via Reuters