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Facebook vai permitir a publicação de fotos de mães amamentando

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É possível que você nem tenha ficado sabendo da pseudo polêmica causada pelas fotos de mães amamentando no Facebook e nas demais redes sociais. Talvez porque para muitos de nós uma foto de um bebê sendo alimentado com o peito da mãe seja algo absolutamente natural, mostrando a ternura do ato em si. Para outras pessoas, mostrar os seios publicamente é algo imoral e quase pornográfico, e que não poderia ser publicado nas redes sociais.

Depois de muito debater, o Facebook chegou à conclusão – óbvia, até – que as fotos das mães amamentando seus filhos mostram algo “natural e valioso” e, por isso, serão permitidas na rede social. Isso não quer dizer que todas as fotos de seios expostos poderão ser publicadas, mas já que “é muito difícil tomar uma decisão adequada com cada foto reportada” seguindo sua política contra a nudez, eles antecipam que “certos conteúdos podem ser eliminados por engano”.

Em outras palavras: eles esclarecem que a rede social mudou a forma que eles analisam as fotos denunciadas como nudez, permitindo a publicação de fotos de seios desnudos, desde que elas estejam relacionadas com as mães amamentando seus filhos.

Vale lembrar aos usuários que é possível ocultar certos tipos de artigos e desfazer amizades na rede social, se assim for necessário. Dessa forma, cada pessoa pode ter uma experiência personalizada no Facebook, e mais de acordo com o seu tipo de vida e forma de pensar.

E o mais importante: respeitando a individualidade do próximo, sem querer impor a sua ao alheio.

Via Time

E o Google diz “erramos”, sobre o Nexus 7 no Brasil

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Ele chegou a aparecer nos e-commerces nacionais. Porém, nunca chegou ao mercado brasileiro. Teve até preço anunciado (R$ 1.299), mas não sabemos se alguém chegou a receber alguma unidade do produto comprada nas lojas online nacionais. Por fim, o Google decidiu se pronunciar sobre o assunto durante o evento de lançamento do Nexus 4 no Brasil. E as notícias não são nada animadoras para quem estava esperando comprar o tablet por aqui.

Hugo Barra, vice-presidente do Android, confirmou durante o evento de imprensa realizado ontem (27) em São Paulo, que o anúncio prematuro do Nexus 7 no mercado brasileiro foi um erro. Pior: afirma que não tem planos para comercialização do produto por aqui. Motivo: o preço era caro demais para ser vendido aqui, sem alcançar uma equação que compensasse o seu lançamento em nosso mercado.

Palavras de Hugo Barra:

“A gente não conseguiu chegar a um modelo econômico, a uma equação que fizesse sentido para aquele tipo de produto no Brasil. Simplesmente chegava muito caro, dadas as refinações dele e (em relação a) outros produtos disponíveis no mercado”.

O Nexus 7 chegou a aparecer no e-commerce brasileiro de forma repentina, em diversas lojas online, pelo valor de R$ 1.299 (na versão 16 GB). Esse valor é muito acima dos US$ 199 que eram cobrados pelo dispositivo nos Estados Unidos. Outro ponto que levantava pontos de dúvida é que a sua chegada às lojas aconteceu poucos dias depois de sua homologação na Anatel ser concluída.

Barra ainda afirma que o “pseudo-lançamento” foi uma “pequena falha de comunicação” (???) entre o Google e os seu parceiro no Brasil (Asus?), algo que segundo o executivo, não deve voltar a acontecer. Agora, não sabemos se não vai acontecer de novo porque dessa vez eles vão fazer a coisa certa, ou se não vai acontecer de novo porque o Nexus 7 jamais chegará oficialmente ao Brasil.

A ideia do Google com o Nexus 7 sempre foi oferecer uma alternativa com valores de entrada, com preços bem menores, o que faria com que o produto ganhasse público em pouco tempo. Aliás, todo mundo sabe que o Google não lucra com o Nexus 7, e sim com a venda de aplicativos, jogos, livros e vídeos na Google Play. A estratégia está funcionando, uma vez que a cota de mercado do iPad diminui mês a mês, mesmo que lentamente. Ou seja, no entendimento do Google, não adianta eles lançarem o Nexus 7 no Brasil se ele custar o mesmo preço do iPad 2 (na versão Wi-Fi).

Também é importante lembrar que a revista trimestral da Asusbr (distribuída pela própria Asus para a imprensa), divulgou o Nexus 7 na capa, o que indicava que o produto chegaria ao mercado brasileiro em breve. Outro detalhe importante para refrescar a memória do leitor, é que no final do ano passado, o próprio Hugo Barra confirmou para o site da INFO em entrevista que tanto o Nexus 7 quanto o Nexus 10 chegariam ao Brasil em 2013.

Fato é que, diante dessas informações, só podemos concluir que a situação do Nexus 7 no Brasil se complicou bastante. Além dos fatores econômicos (que respondem pelo termo “fator Brasil”) que atrapalham a chegada de produtos que não são fabricados em nosso país (na teoria, o Nexus 7 seria importado), a expressão “desencontro de informações que não vai se repetir” abre margens para muitas interpretações.

Como não existe nenhuma previsão para o lançamento do produto, só resta dizer ao amigo leitor que a melhor alternativa para comprar o Nexus 7 é contar com aquela ajuda daquela sua tia avó que vai para Miami no meio do ano, ou daquele seu amigo que está vindo para cá passar férias. Ou até mesmo tentar a sorte entre os oportunistas do Mercadolivre, que não vão se importar em nada em cobrar de você o dobro do que pagaram para você ter o tablet do Google.

Pois, pelo visto, se depender deles, ou vai demorar, ou nem vai chegar.

 

Via INFO

Samsung Galaxy Tab 2 de 7 polegadas é o “lançamento” do dia. Só que não! Pague mais por menos!

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Um dos e-mails que recebi no dia de hoje (26) na caixa de entrada do TargetHD.net foi relacionado ao “lançamento” (e sempre vou colocar “entre aspas” essa palavra nesse post) do Samsung Galaxy Tab 2 de 7 polegadas. Eu achei estranho, porque esse era um produto que eu já tinha feito um review no TargetHD.net em agosto de 2012, logo, sabia que o produto não poderia ser um lançamento. Ou todo mundo voltou no tempo, ou eu bebi demais. E como eu não bebo, e nenhum DeLorean voador passou pelo céu da minha cidade, alguma coisa estava muito errada nessa história.

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Eis o banner da discórdia: Galaxy Tab 2, como “lançamento”, agora na cor branca. E isso vem sendo divulgado por mais de uma loja de e-commerce no Brasil (clique aqui para ver o banner original, recebido por e-mail).

Bom, para facilitar a vida daqueles que são mais preguiçosos,e  não clicaram no link do review do TargetHD, segue abaixo algumas fotos do produto que analisamos em AGOSTO DE 2012, e me digam (ou falem para vocês mesmos) qual é a cor que vocês estão vendo nas imagens abaixo.

Branco, certo? Logo, isso não é uma novidade. E nem dá pra chamar de “novo” esse friso mais claro do modelo “lançado” hoje.

Então… o que faz com que todas as lojas de e-commerce afirmem que o Galaxy Tab 2 anunciado hoje seja um “lançamento”? Como tal pergunta me incomodou por boa parte do dia, eu fui investigar, e descobri a resposta. E vocês não vão gostar muito do que vão ler a seguir.

O produto que resenhei em agosto de 2012 é o Samsung Galaxy Tab 2 – modelo P3110 (Wi-Fi). Até onde sei, esse produto ainda era vendido no mercado nacional nas últimas semanas, mas misteriosamente ele não está mais disponível no mercado. Bom, pelo menos nos e-commerces que procurei nas últimas horas, ele não foi encontrado, mas antes dele sumir das prateleiras virtuais, ele era vendido a R$ 699,00. Anotem essa informação.

Agora vamos ver qual é o código do “novo” Galaxy Tab 2 anunciado hoje no mercado brasileiro.

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Reparem na informação que destaquei na caixa em laranja. O modelo desse Galaxy Tab 2 recebe a numeração “P3110-2”. Ou seja, não é um modelo “novo”, e sim uma variante do produto antigo. Não é um tablet inédito, mesmo em sua opção de cor. É um modelo que deriva de outro que já existia. Tal como o P3100 (que ainda é vendido no e-commerce nacional) era apresentado, com conectividades 3G e Wi-Fi: o produto era o mesmo, mas na versão com mais opções de conectividade.

Logo, concluímos que, de novo, esse produto não tem nada, já que ele é mais uma variante de um Galaxy Tab 2 de 7 polegadas, que já existe desde o primeiro semestre de 2012. Mas calma: ele tem algumas “novidades”, que não ficam claras para os olhos da maioria.

Esmiuçando as configurações técnicas do modelo anunciado hoje, buscando algum motivo que justifique o “relançamento do produto”, encontrei algumas diferenças que me desagradaram muito. Para começar, a Samsung sequer se deu ao trabalho de atualizar a versão do Android presente no dispositivo, que continua com o Android 4.0 Ice Cream Sandwich. Se era pra chamar de novo, ao menos colocasse um Android mais “novo”. Mas isso não é o pior. O pior vem a seguir:

– o modelo que analisei no ano passado (que, de novo, não está disponível no mercado nesse exato momento), contava com 16 GB de armazenamento, e câmera de 3.0 megapixels. Na época, o produto custava R$ 699.

– o “novo” Galaxy Tab 2 possui uma câmera “melhor” (sic), já que conta com “espetaculares” 0.2 MP a mais que o modelo anterior. Em compensação, você leva a metade da capacidade de armazenamento – 8 GB (clique aqui para ver a configuração completa). Pelos mesmos R$ 699.

Isso mesmo, amigo leitor: temos um produto que é anunciado como “lançamento”, mas na verdade é uma variante de algo que já existia, sem ineditismo algum, que tem o mesmo sistema operacional desatualizado do modelo anterior, com uma câmera que é praticamente a mesma da anterior (o que eu faço com 0.2 MP, pelo amor de Deus?), com metade da capacidade de armazenamento do modelo anterior… E PELO MESMO PREÇO DO MODELO ANTERIOR?

Que grande negócio… só que não!

Eu entendo que a Samsung tenha decidido descontinuar o modelo anterior, mas tecnicamente não tem nada que explique, de forma racional ou técnica a oferta do “menos por mais”. Isso é algo que me incomodou muito no dia de hoje, pois muita gente menos informada ou esclarecida pode se empolgar com o fato deles oferecerem um produto “novo”, que na verdade é uma versão piorada de algo que já existia desde o ano passado. E pior: nas suas novas especificações técnicas, não existe absolutamente NADA que dê para realmente dizer que esse é um produto novo: nem processador, nem quantidade de memória, GPU… nada. É tudo igual ao modelo anterior, mas como foi adicionada uma carcaça na cor branca (algo que não é novidade), 0.2 MP em uma câmera (weee…) e metade da memória ofertada anteriormente, o preço “tem que ser o mesmo”.

Não… está errado.

Eu espero, de coração, que esse seja um “erro coletivo”, tal como aconteceu com o Asus MeMo Pad (que chegou a ser divulgado com processador NVIDIA Tegra 3, mas depois foi corrigido). Acredito que não, pois todos os principais e-commerces nacionais divulgam a mesma coisa. Logo, espero ao menos explicações da assessoria de imprensa da Samsung Brasil (que há muito tempo não se comunica sobre suas novidades no Brasil com o TargetHD) sobre o porquê da empresa tratar o mercado brasileiro dessa forma.

Da nossa parte, resta dizer “não diga que não foi avisado”. Se vai comprar esse modelo, vai comprar por conta e risco. Está pagando mais para levar menos. Algo que eu considero no mínimo injusto. Para não dizer outra coisa.

 

 

Desculpa, Apple, mas o iPhone 5 não é o smartphone mais fino do mundo!

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Pessoal, não é trollagem. São fatos!

Hoje (12), durante sua apresentação no evento de lançamento do novo iPhone 5, o vice-presidente sênior de marketing da Apple, Phil Schiller, descreveu o novo smartphone da empresa como “o mais fino smartphone do mundo”. Porém, uma rápida pesquisa feita pela empresa Strategy Analytics informa em seu blog oficial que essa informação não reflete toda a verdade. A não ser é claro que Phil tenha ignorado completamente alguns smartphones da Motorola no mercado.

Os atuais 7.6 mm do iPhone 5 são realmente finos, mas não são tão finos que, pelo menos, TRÊS SMARTPHONES da Motorola, todos com 7.1 mm de espessura.

Segundo a Strategy Analytics, os modelos RAZR XT909, DROID RAZR e RAZR XT910 (que, na verdade, é o mesmo Motorola RAZR em três variantes) possui na sua parte mais fina (que é por onde se mede os smartphones) apenas 7.1 mm de medidas oficiais. De novo: não adianta considerar a parte superior do aparelho (onde fica o sensor da câmera), pois as medidas de utilização do aparelho são sempre baseadas pela parte mais fina no seu corpo, ou seja, a parte centra do mesmo, que é onde as pessoas seguram o dispositivo para chamadas, utilização de aplicativos, envio de mensagens e jogos.

Bom, isso quer dizer que… então, Phil Schiller… se é a Nokia que faz isso, é propaganda enganosa. E quando a Apple diz que “é o mais fino” não sendo? É o que?

Via StrategyAnalytics.com

Twitter explica os motivos pelos quais suspendeu a conta de um repórter durante os Jogos Olímpicos

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Para muitos internautas ao redor do planeta, o Twitter se transformou em uma poderosa ferramenta para difundir de forma instantânea suas ideias ou notícias, antes que as mesmas sejam divulgadas nos grandes meios de imprensa tradicionais, e por isso, sempre acaba chamando a atenção quando uma conta é cancelada sem nenhum motivo aparente. Hoje, vamos falar desse tema por causa de um acontecimento que deixou muita gente simplesmente embasbacada: o cancelamento de uma conta do Twitter de um jornalista norte-americano durante os Jogos Olímpicos de Londres 2012.

A polêmica começou quando Guy Adams reclamou da transmissão dos Jogos realizada pela NBC nos Estados Unidos. Para quem não sabe, a NBC tem direitos exclusivos de transmissão dos Jogos Olímpicos no país do baseball em na TV aberta, assim como a Record possui no Brasil (dessa vez). Porém, a NBC consegue ser pior que a Record em alguns aspectos, como por exemplo, só transmitir a cerimônia de abertura dos jogos horas depois dela ter acontecido, e preferir usar de VTs de eventos do que exibí-los ao vivo.

Voltando ao caso de Guy Adams. Depois de algumas mensagens no Twitter contra uma das maiores redes de televisão dos Estados Unidos, a sua conta foi bloqueada, sem maiores explicações. Imediatamente, os usuários e outros membros da imprensa começaram a especular e pressionar o Twitter pela atitude. Horas depois, a rede social reativou a conta, e explicou a sua versão para o incidente.

Segundo o Twitter, Guy Adams publicou o endereço de e-mail de Gary Zenkel, presidente da NBC. Isso fez com que o pessoal da NBC enviasse uma queixa formal à rede social, e segundo as regras de “Confiança e Segurança” do Twitter, que indicam que não é permitido publicar informações pessoais de terceiros, iniciou o procedimento de bloqueio de conta. A mensagem que causou a queixa desapareceu e a conta do jornalista foi ativada novamente.

Porém, isso abre as portas para uma discussão ainda maior sobre a censura e a liberdade de expressão. Alguns opinam que inclusive os governos deveriam ter o poder de bloquear o acesso ao Twitter, enquanto que outros consideram que uma pessoa deve ser livre para twittar sobre o que quiser.

E você? Qual é a sua opinião? Qual é o limite? Quem? E como esse limite deve ser regulado?

Via Twitter

No Peru, começaram a vender iPads sem permissão da Apple. Confusão à vista

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Lá fora, temos uma conhecida loja online chamada Ripley. Pois bem, a loja anunciou no Peru que iria começar a vender iPads nos próximos dias, mas como você já sabe, o iPad só está disponível nos Estados Unidos, e recentemente a Apple anunciou que o produto só seria vendido internacionalmente a partir do fim de maio. Mas, ao que tudo indica, a Ripley estaria importando os tables sem a autorização da Apple. Na prática, eles não precisam desta autorização, e pelo o que se dá a entender, não é ilegal a prática de importação para a venda. Mas, como todo mundo sabe, com Steve Jobs e sua ira titânica não se brinca, e represálias certamente viriam. Os problemas em que a Ripley se meteu pode incluir a anulação das garantias dos apaelhos importados, e até ações judiciais. Isso sem contar que quem distribui oficialmente os produtos Apple no Peru é a iStore, o que faria que a Ripley perdesse o privilégio de ser os primeiros a vender o produto no país. Mas, se ainda assim, você quiser comprar o iPad no Peru, saiba que a versão de 16 GB, que nos EUA está US$ 499, sai em terras peruanas por US$ 1.056. Ou seja, não vale a pena ter pressa.

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