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Cinco mitos sobre o PC que não abandonamos

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Incrível como estamos em 2016, alguns dos grandes mitos sobre o PC continuam vivos, e por décadas. O pior de tudo é que tudo indica que eles não vão desaparecer a curto prazo.

Os mitos se mantém e, em alguns casos, foram exagerados a ponto de quase perderem o pouco sentido original, ficando relegados a um absurdo que ainda tem força enter as pessoas. Esse post tem como objetivo desmentir cinco desses mitos sobre o PC. Alguns provavelmente são muitos conhecidos. Outros, nem tanto. Mas todos ainda muito utilizados pelos leigos.

 

1. Jogar no PC é caro

Não. Jogar no PC não só não é caro, como que a médio prazo é mais barato que nos consoles.

Primeiro: você não precisa pagar R$ 2.500 em um PC para um bom desempenho nos jogos. É possível ter um bom notebook por pelo menos R$ 1.000 a menos. Também leve em consideração que um console não inclui a TV e alto-falantes, e no PC não precisamos recorrer a um sistema operacional pago para jogar. Basta ter uma licença antiga do Windows que não seja OEM para seguir utilizando o software em um novo equipamento.

Por outro lado, leve em conta o preço dos jogos. Várias lojas vendem jogos para PC no formato digital com preços muito baixos, sem falar nos packs disponíveis na web que oferecem uma economia muito maior. Tudo isso pode gerar uma economia a médio prazo muito grande.

 

2. Seu PC está ruim porque tem vírus

Outro mito muito comum, talvez um dos mais utilizados. Um PC pode ter funcionamento ruim por causa de malwares, e isso é bem óbvio. Porém, a frase é utilizada com muita frequência, inclusive com pessoas com algum tipo de formação em informática.

Vi vários casos onde essa frase foi usada para deixar uma reparação mais cara, com uma formatação o reinstalação de softwares. Logo, é preciso ter claro que nem sempre um vírus é o culpado pelo mau desempenho. Em muitos casos, a culpa é do próprio usuário que instalou programas que geram conflitos de algum tipo, ou pela instalação de aplicativos ou adicionais que consomem recursos, ou até por excesso de sujeira na torre e problemas com excesso de temperatura.

 

3. É ruim ter muita RAM ocupada

Quando a memória é ocupada normalmente, por aplicativos que utilizamos de forma voluntária, o mito se torna um absurdo total.

A RAM existe para ser utilizada (sem ser extremista), e ter uma grande quantidade dela vazia é o mesmo que ter um recurso desaproveitado. Quando alguma coisa está ocupando a RAM mas não está em uso em primeiro plano, temos uma situação onde podemos recuperá-la rapidamente, sem a necessidade de voltar a abrir o aplicativo.

Ou seja, se esvaziamos constantemente a RAM, temos que voltar a carregar muitos aplicativos que poderiam ficar em segundo plano. Isso faz com que o processador tenha que voltar a trabalhar, afetando negativamente o desempenho geral do equipamento.

 

4. É preciso desligar o PC

Diferente do que muitos acreditam, você não precisa desligar e ligar o PC por um determinado período, principalmente se o equipamento não é muito antigo (aproximadamente 10 anos). Obviamente, isso não quer dizer que você vai deixar o computador ligado a noite toda, mas existe a opção de suspender o computador, que é algo bem interessante.

Não confunda hibernação com suspensão. Na segunda opção, o sistema fica em um estado onde ele apenas consome energia, e todos os programas abertos ficam ativos na RAM. Ou seja, quando retornar ao estado de funcionamento, não haverá processos de gravação no disco, o que é muito bem vindo para quem tem uma SSD instalada.

Já a hibernação utiliza menos energia, além de realizar operações de gravação em proporção à RAM ocupada. De um modo geral, recomendamos a suspensão, principalmente no caso de longas jornadas de trabalho, facilitando a retomada da seção no dia seguinte.

 

5. É preciso trocar de PC a cada ano

Ou de forma constante, o que nos dois casos o mito é quase o mesmo que dizer que ter um PC é caro, tendo o mesmo fundo econômico. Isso é falso em todos os casos de uso possível.

Se você compra um PC para os games com componentes novos e fez um investimento minimamente razoável, não terá que trocar nada em pelo menos três ou quatro anos. Por exemplo, quem comprou um PC de linha média em 2013, com processador Core i5 ou AMD FX, 8 GB de RAM e gráficos Radeon HD 7870, tem um equipamento que funciona muito bem em 2016.

Se olharmos para os equipamentos multimídia ou de escritório, para tarefas menos exigentes, é fácil encontrarmos PCs com 10 anos ou mais de vida, e perfeitamente viáveis nos dias de hoje.

Logo, a necessidade de renovação a cada ano não tem sentido. Mas devemos ter em conta que é possível que alguns se deixem levar por essa “necessidade” de ter sempre o que é considerado o top de linha, mas é algo que não tem nada a ver com a obrigatoriedade que o mito quer passar.

Dell completa primeiro ano na liderança do mercado brasileiro de PCs

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A Dell conquistou a liderança no mercado brasileiro de PCs, com 18,4% de todas as unidades vendidas pela indústria durante 2015, de acordo o Brazil PC Tracker 2015Q4, divulgado pela consultoria IDC Brasil.

A empresa é líder pela primeira vez na soma anual do mercado, a marca também registrou nos três últimos meses do ano sua maior participação no segmento brasileiro de computadores em um trimestre, com 21,3% dos equipamentos comercializados pelo setor no período. De acordo com o relatório da IDC, no último trimestre de 2015 (outubro a dezembro) a Dell assumiu, pela primeira vez, a liderança nas vendas no segmento de monitores (sem a função TV) no Brasil, concentrando 25% de todas as unidades vendidas no país durante o período e saltando da terceira para a primeira colocação.

O desempenho da Dell no mercado brasileiro, que saltou da terceira para a primeira posição nas vendas de PCs no Brasil – entre janeiro de 2014 e 2015 – significa uma resposta positiva do mercado à estratégia da empresa, baseada na construção de um portfólio completo e adequado às necessidades dos clientes. Além do foco na qualidade dos produtos e serviços, o período também foi marcado por expansão dos canais de venda e a continuidade da integração da oferta de PCs como parte da linha de soluções de ponta-a-ponta.

Atualmente, a Dell também mantém a liderança em outros segmentos-chave no Brasil, seguindo sua estratégia de posicionar-se como uma fornecedora de soluções completas de TI. Entre os destaques, há dez anos a marca tem sido uma das protagonistas no setor de servidores no país, assim como concentra o maior volume de vendas de storage abaixo de US$ 150 mil.

Lenovo anuncia mudanças, demissões e confiança total na Motorola

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O CEO da Lenovo, Yang Yuanqing, anunciou importantes mudanças na empresa, com o objetivo que ela se torne mais rentável.

Para isso, 3.200 funcionários serão dispensados, e os negócios de computadores e smartphones receberão modificações importantes. A Lenovo quer revitalizar as vendas de PCs, mercado que segue em declive explícito, além de reestruturar a divisão móvel para um maior crescimento. Até porque a Motorola não trabalhava de forma totalmente independente da Lenovo.

As contas do segundo trimestre registraram uma queda nos lucros de 51%, o que é grave para uma empresa que hoje é líder entre os fabricantes de computadores. Já as vendas aumentaram em 3% em relação ao mesmo período de 2014.

Nos computadores, a queda foi de 7% (13.5 milhões de unidades venidas), mas com um crescimento de cota de mercado de 1.3% (20.6% no setor). O objetivo da Lenovo é alcançar em médio prazo os 30% do mercado, consolidando assim o negócio mais importante da empresa, responsável por US$ 7.3 bilhões dos US$ 10.7 bilhões nas vendas do último trimestre.

Vale a pena dar destaque para os tablets. A Lenovo vendeu 2.5 milhões de unidades, um aumento de 3.8%, o que posiciona a empresa como a terceira maior vendedora global da categoria, com 5.8% do mercado.

No caso dos smartphones, a primeira coisa que a Lenovo pretende fazer é reduzir o catálogo de produtos disponíveis, além de decidir em conjunto com a Motorola sobre o que fazer com os novos produtos. No último trimestre, as duas empresas colocaram 16.2 milhões de smartphones no mercado, um aumento de 2.3% em relação ao ano passado.

Desses, 5.9 milhões são da Motorola, registrando uma forte queda de 31%, e com perspectivas de lucros para apenas daqui a dois trimestres. Mas para a Lenovo, os números não são tão importantes. Eles consideram que o design, o desenvolvimento e fabricação de smartphones precisa passar exclusivamente pela Motorola, visando o mercado global, e disputando diretamente com Apple e Samsung.

Via Lenovo

Mercado brasileiro de PCs encerra 2014 com queda de 26% nas vendas

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A IDC Brasil divulgou os dados consolidados do mercado de PCs no Brasil no 4º trimestre e no ano de 2014. Segundo o estudo IDC Brazil Pedro HaggePCs Tracker Q4, foram vendidos 10.3 milhões de computadores em 2014, o que representa uma queda de 26% na comparação com 2013.

Desse total, 4 milhões são desktops (queda de 31%) e 6.4 milhões são de notebooks (queda de 22%), sendo 29% comercializados para o mercado corporativo e 71% para o consumidor final.

Segundo a IDC Brasil, os resultados de 2014 foram impactados pelo Carnaval fora de época, a Copa do Mundo, as eleições e a alta do dólar. Tradicionalmente, março é um mês muito positivo para o mercado de PCs, porém, o Carnaval adiado fez com que o 1º trimestre fosse muito negativo em vendas. Logo em seguida houve a Copa do Mundo e os varejistas focaram em outras categorias de produtos. As incertezas em relação às eleições e a volatilidade da moeda americana também contribuíram para o mau desempenho em 2014.

Entre outubro e dezembro do ano passado foram vendidos cerca de 2.7 milhões de PCs, queda de 25% na comparação com o 4º trimestre de 2013 e alta de 3% na comparação com o 3º trimestre de 2014. Foram comercializados 966 mil desktops e 1.7 milhão de notebooks. Na comparação com o 4º trimestre de 2013, houve queda de 29% em desktops e 21% no mercado de notebooks. Os números do 4º trimestre estão de acordo com as projeções da IDC Brasil, que, ao contrário de anos anteriores, já previa um desaquecimento das vendas no período.

Os volumes do 4º trimestre têm sido cada vez mais impactados pela Black Friday. Os varejistas estão comprando e estocando os produtos já em setembro e a tendência é não termos mais um 4º trimestre forte como em anos anteriores.

Além disso, o ritmo fraco da economia, a escassez de crédito, inflação e a alta do dólar, que acaba gerando repasse de preços ao consumidor, também foram fatores preponderantes para o mau desempenho nos últimos três meses de 2014. Em relação aos PCs conversíveis, o analista da IDC Brasil afirma que houve alguns bons lançamentos no 2º semestre de 2014 e, apesar das vendas crescerem 20% na comparação com o 3º trimestre, a categoria ainda não ‘pegou’ no Brasil: foram cerca de 42 mil notebooks conversíveis vendidos entre outubro, novembro e setembro.

Para 2015, a IDC Brasil espera queda de 3% do mercado de PCs no Brasil. A alta do dólar vai dificultar a recuperação, e nas lojas os produtos estão de 15 a 20% mais caros do que custavam 6 meses atrás.

Via assessoria de imprensa

Mercado de computadores mostrou sinais de melhora em 2014

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Novos relatórios da Gartner e IDC mostram que o quarto trimestre de 2014 foi de crescimento no mercado de computadores em nível global.

É a primeira vez que isso acontece desde 2012. O crescimento foi modesto, mas muito positivo pra o segmento. A recuperação discreta em 2014 veio depois de um 2013 que foi marcado como o pior ano em vendas – com uma queda de 10%.

Os números mudam significativamente de acordo com a região analisada. Por exemplo, nos Estados Unidos, o aumento de vendas no último trimestre foi de 13.1% (em relação ao quarto trimestre de 2013 -, o maior em quatro anos.

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A Gartner indica que os portáteis acessíveis (entre US$ 200 e US$ 300) despertaram o interesse dos consumidores, além da miniaturização dos equipamentos em todos os níveis, e a ampla oferta de conversíveis. Todos esses fatores ajudaram nas vendas.

Quando olhamos para a Europa, Oriente Médio e África, o crescimento foi de 2.8%, com 26.5 milhões de unidades vendidas. A maioria das vendas aconteceu na Europa ocidental. De novo os portáteis acessíveis e os combos com tablet e teclado completam essa equação.

A região da Ásia e Pacífico foi a que menos cresceu, com 2%. Foram vendidos 26.6 milhões de unidades no último trimestre de 2014, onde essas regiões seguem preferindo comprar tablets e smartphones no lugar de computadores.

Os números do IDC falam de 309 milhões de unidades vendidas em 2014, enquanto que os dados da Gartner falam em 316 milhões. Os números do IDC são muito parecidos, e isso porque eles adicionam os Chromebooks nas vendas, algo que a Gartner não fez no seu estudo. Por outro lado, o IDC não inclui os computadores 2 em 1, no estilo do Surface.

 

Lenovo é líder, mas HP a segue de perto

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Nos números da Gartner, a Lenovo segue mostrando que é a gigante a ser batida. Eles mandam em nível mundial, com cota de 19.4% no quarto trimestre. A HP está em segundo, com 18.8%, obtendo bons resultados na Europa e Ásia. A Dell ocupa o terceiro posto, com 12.7%, e fechando o top 5, estão a Acer e a ASUS.

Os números da IDC são muito parecidos, com uma mudança no quinto posto, onde a Apple ocupa o lugar da ASUS. A cota de mercado no último trimestre de 2014 dos californianos foi de 7.1%, com um grande crescimento em relação ao ano anterior.

Também podemos ver o acumulado anual (preliminar) da Gartner, na mesma ordem e com os mesmos nomes que figuraram no quarto trimestre de 2014:

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A Gartner destaca a ideia que muitos usuários podem estar satisfeitos com os tablets, e deixam de lado os seus computadores e, por tabela, suas renovações. Mas também interpreta que existem compradores que se frustraram com as limitações dos tablets, e em 2014 voltaram a investir nos PCs.

Via GartnerIDC

IDC: desaceleração dos tablets se acentua, PCs se recuperam (ligeiramente)

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Os últimos dados da consultora IDC confirmam as previsões feitas para 2014, mas não na mesma velocidade prevista. O segmento de tablets segue em queda, e o setor de PCs está em queda desacelerada.

Serão vendidos 235.7 milhões de tablets ao longo de 2014, um aumento de 7.2% em relação ao ano passado, mas muito abaixo dos 52.5% de crescimento registrado entre 2012 e 2013.

Os ciclos de vida dos tablets devem ser similares ao dos smartphones, onde a janela de troca deve ficar entre 2 e 3 anos. Porém, nesse momento, muitos usuários que possuem hoje um tablet acabam ficando com o dispositivo por 3 ou 4 anos. O motivo disso é o fato do suporte de software desses produtos durarem mais, além do crescente uso dos smartphones para várias tarefas que antes eram feitas no computador ou tablet.

Os phablets não são citados como ‘ameaça’ pela IDC, mas fica evidente que os telefones com grandes telas estão conquistando mais e mais usuários, fazendo com que muitos não comprem um novo tablet.

No segmento de PCs, a IDC informa que serão vendidos 306.7 milhões de unidades, uma queda de 2.7% em relação ao ano de 2013. A previsão anterior indicava uma queda de 3.7%, e a melhora se justifica por um bom desempenho de vendas durante o terceiro trimestre. É uma melhora de curto prazo, e não um sinal de crescimento a longo prazo.

Veremos se a chegada dos processadores Broadwell consegue mudar essa tendência.

Via VentureBeat

IDC Brasil: mais de 1,5 milhão de PCs vendidos em julho e agosto de 2014

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A IDC Brasil divulgou os números do estudo PC Monthly Tracker, relativos aos meses de julho e agosto. Em julho, foram vendidos cerca de 787 mil PCs, sendo 324 mil desktops (41%) e 464 mil notebooks (59%), o que representa uma queda de 35% na comparação com o mesmo período do ano passado. Desse total, 31% representaram vendas corporativas e 69% para o consumidor final.

Já em agosto, segundo a IDC, foram vendidos 760 mil máquinas, sendo 293 mil desktops (39%) e 467 mil notebooks (61%), o que representa queda de 27% na comparação com agosto de 2013. Em agosto, 28% das vendas foram para o mercado corporativo e 72% para o consumidor.

Os números estão de acordo com a projeção do IDC, que já esperava um desempenho negativo do mercado. O momento pré-eleição, a queda na disputa de preços pelas empresas, principalmente no setor de consumo, têm impactado os números nesses últimos meses, e a previsão da IDC é que o ano de 2014  deve registrar uma queda de 24%, a mais forte já registrada neste mercado de PCs.

Via assessoria de imprensa (IDC Brasil)

Gartner: em 2015, os tablets vão superar os computadores, e o Android segue crescendo

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Que o mundo mobile devorou o mundo dos computadores, não há mais dúvidas. Todos os últimos relatórios trimestrais mostram isso. Em 2014, 88% das vendas de todos os dispositivos são atribuídas aos smartphones e tablets. Porém, as previsões para o futuro indicam um domínio ainda maior. 

O último relatório da Garnter revela que chegarão ao mercado 2.4 bilhões de dispositivos (entre computadores, notebooks, ultrabooks, tablets e smartphones), onde aproximadamente a metade deles contará com o sistema operacional Android. Em um momento onde temos muitos dispositivos híbridos aparecendo, as previsões desse relatório indicam que as vendas dos tablets vão superar as dos computadores. 

O relatório coloca no mesmo grupo os computadores tradicionais, notebooks, ultrabooks e híbridos. Espera-se que até o final de 2014 cheguem ao mercado 308 milhões de unidades, e em 2015, esse número é estimado em 317 milhões. Quando falamos dos tablets, dos 256 milhões que devem ser vendidos em 2014, esse número deve saltar para 321 milhões em 2015. Por mais que muitos considerem que teremos um “empate técnico” nas vendas, o fato é que a previsão aponta para uma vitória clara dos tablets nas vendas. 

Da mesma forma, podemos dizer que não veremos uma grande queda no mercado de computadores. A Gartner considera que o fim do suporte ao Windows XP e os ciclos de renovação darão uma sobrevida ao mercado (60 milhões de unidades no ambiente profissional). A queda de vendas em 2014 nesse segmento será de 2.9%, bem menos do que os números registrados entre 2012 e 2013 (9.5%). 

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É importante comentar que os estudos da Garnter estão baseadas nas unidades distribuídas em canais oficiais de venda. Ainda que exista uma relação direta com as vendas, já falamos aqui no blog em diversas oportunidades que as duas coisas não necessariamente querem dizer o mesmo. 

 

O Android domina graças ao mercado mobile

Em breve, veremos o Android em outros segmentos, como nas TVs ou carros. Mas por enquanto, se a indústria de computadores está estancada, o segmento mobile continua crescendo, e o Android tem muito a ganhar com isso. 

A Gartner entende que a Google tem como prioridade crescer nos mercados onde eles já são dominantes, e uma prova disso é a iniciativa do Android One. O próximo movimento de crescimento no mercado mobile está no conceito de preços baixos, mas com funcionalidades interessantes. E a Google já sacou essa estratégia a algum tempo. 

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Outra tendência clara é que os smartphones dominam há tempos o mercado que antes estava no controle dos celulares. Em 2014, as vendas totais devem representar 66% do total de telefones móveis vendidos, e em 2018, essa porcentagem será de 88%. 

Nas plataformas, o Android terá um crescimento de 30% em 2014, enquanto que o iOS ficará em 15%, número que pode melhorar com uma proposta de tela mais ampla (esperado para o segundo semestre). Sobre o Windows Phone, a previsão é que ele saia dos 4% previstos para esse ano, saltando (finalmente) para 10% em 2018. 

Via Gartner

Gartner: vendas de PCs caem 6,9% no último trimestre de 2013 (mas existe uma luz no fim do túnel)

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A indústria da informática acaba de receber uma má notícia, e uma notícia… menos ruim, por assim dizer. A má notícia é que as vendas globais de computadores registraram um descenso de 6.9% durante o quarto trimestre de 2013. Essa é a queda mais acentuada até agora. Ah, a notícia “menos ruim”? Nem tudo está perdido.

A Gartner publicou o seu relatório trimestral de vendas de computadores, que mostra um movimento de 82.6 milhões de unidades vendidas durante os últimos 3 meses do ano passado. Lenovo e HP são as empresas com o maior número de equipamentos distribuídos, e as únicas companhias dentro do grupo de top 5 a registrar um crescimento de vendas foram Lenovo e Dell (na terceira posição), enquanto que as demais registraram quedas nos envios, principalmente a ASUS, com -19% em relação ao ano passado.

Ainda segundo a Gartner, grande parte da responsabilidade por essa queda nas vendas cai nas costas dos mercados emergentes da região Ásia-Pacífico, onde os tablets e smartphones estão se transformando no primeiro dispositivo de tecnologia para um grande número de consumidores.

Fato é que: o PC não é mais a ferramenta favorita para navegar na internet e se comunicar com o resto do mundo para a maioria das pessoas. Hoje, os dispositivos móveis são a primeira escolha, por diversos motivos: são mais atraentes, são portáteis, e principalmente, mais baratos.

Por outro lado, parece que o momento de quedas nas vendas de PCs está chegando ao fim. O sempre importante mercado norte-americano permanece estável depois de um longo período de quedas, o que dá a perspectiva que ao menos os laptops de baixo custo e novas propostas de produtos, como os equipamentos conversíveis, dinamizariam o mercado, impulsionando as vendas ao longo de 2014.

Veremos o que os números de vendas do primeiro trimestre de 2014 vão indicar.

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Via Gartner

Especial | Os melhores computadores de 2013

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Chegou a hora de fazer uma revisão nos melhores computadores do ano. 2013 foi o ano onde os computadores com Chrome OS finalmente emergiram no mercado (inclusive com os primeiros lançamentos no mercado brasileiro), e a maioria dos fabricantes decidiram apostar na plataforma computacional da Google para futuros lançamentos em 2014.

Se 2012 foi o ano dos ultrabooks, 2013 foi o ano em que os ultrabooks se tornaram acessíveis no quesito preço. Além disso, o ano que chega ao fim amanhã (31) também se destacou pelos protótipos de desktops alternativos, como as Steam Machines, que mesmo sem chegar oficialmente ao mercado, ainda conseguiram atrair as atenções de muitos.

Lenovo Essential Notebook G580

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O Lenovo G580 não se destaca exatamente por contar especificações técnicas avançadas. De fato, se trata de um notebook com especificações relativamente modestas, voltado para aqueles usuários que querem um equipamento que funcione bem, mas que não custe os olhos da cara.

O portátil conta com um processador Intel Core i5, 4 GB de RAM, sistema operacional Windows 8 e tela de 15.6 polegadas. Não e o computador ideal para aqueles que precisam explorar todo o potencial técnico do computador, mas é compra obrigatória para quem vai realizar atividades mais brandas e casuais.

Acer C7 Chromebook

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Os Chromebooks começam a conquistar o seu espaço no mercado. Ainda que inicialmente apenas a Samsung e a Acer apostaram naquela que parecia uma ideia descabida por parte da Google, agora quase todos os grandes fabricantes de computadores ou já contam com um computador com Chrome OS, ou planeja lançar um modelo em um futuro próximo.

Como já é de costume nessa plataforma, não devemos esperar o computador mais potente do mundo, mas o Acer C7 Chromebook possui um processador Intel Celeron 847 e 2 GB de RAM, que são mais que suficientes para realizar as tarefas do Chrome OS com suavidade.

Steam Machine da Valve

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É impossível deixar de fora da lista dos melhores de 2013 o Steam Machine da Valve, o computador com aspirações de console de videogames. Nesse momento, 300 felizardos testam o produto, e sem custos adicionais. Já os meros mortais terão que esperar até a CES 2014 para conferir a versão final do protótipo.

O produto funciona com o sistema Steam OS, e possui um processador Intel Core i7, GPU GeForce Titan GTX 780 e 16 GB de RAM. Vale a pena relembrar que, como um bom equipamento ainda em desenvolvimento, detalhes de suas especificações técnicas não foram finalizadas, o que traz a chance da sua lista de hardware mudar até o seu lançamento em definitivo. Logo, o seu preço não foi anunciado. Mas esperamos que a Valve siga a tradição de oferecer produtos relativamente baratos.

MSI GS70 Stealth

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E falando de computadores para videogames, temos a MSI com o modelo GS70 Stealth. Apesar do notebook em questão contar com um design fantástico, sua ampla tela de 17 polegadas faz com que o modelo não seja tão portátil quanto o desejado. mesmo assim, fará os gamers se sentirem nas nuvens com a sua performance.

Apple MacBook Pro 15″ Retina

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Você pode gostar ou não da Apple, mas se existe um segmento onde eles sabem o que estão fazendo (há tempos) é nos computadores. Em 2013, isso não foi diferente, com um novo MacBook Pro com processador Intel Core i7, gráficos Intel Iris Pro 5200, 8 GB de RAM, tela Retina e OS X. Esse é considerado o notebook perfeito para um grande grupo de usuários. Principalmente para aqueles que podem pagar a pequena fortuna que a Apple pede pelo produto.

Samsung ATIV Book 9

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Os novos ATIV Book da Samsung formam uma completa linha de notebooks pensados na cobertura de todos os segmentos. Em 2013, a Samsung lançou essa linha, que está obtendo um bom sucesso no mercado, sendo que o modelo mais avançado é o ATIV Book 9, que oferece portabilidade, desempenho e design, elementos considerados fundamentais para a escolha de um novo produto.

HP Chromebook 14

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Aqui temos mais uma prova da ascensão do Chrome OS no mercado de computadores. A HP foi mais uma que apostou no sistema da Google, apresentando uma linha completa de computadores com essa plataforma, onde destacamos de forma especial o Chromebook 14.

O portátil com design simples e atraente possui uma tela de 14 polegadas, e com especificações suficientes para o funcionamento do Chrome OS, além de oferecer quase 10 horas de uso longe da tomada.

Razer Blade

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Partindo dos gostos pessoais, é quase impossível falar do chamado “computador perfeito”. Porém, o Razer Blade está muito perto desse posto. Esse notebook tem especificações que coloca medo na concorrência: processador Intel Core i7, GPU NVIDIA GeForce GTX 765M, 8 GB de RAM e 256 GB de armazenamento SSD.

Além disso, ele conta com um design realmente fantástico, e não é tão grande assim, permitindo o seu transporte sem maiores problemas. Porém, como nada é perfeito nesse mundo, ele custa “apenas” US$ 2.000 (preço inicial sugerido), o que o deixa distante de muita gente.

MacBook Air 13″

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Não podemos nos esquecer do MacBook Air de 13 polegadas, lançado em 2013. Por conta da atualização do processador Haswell, esse novo ultraportátil da Apple pode alcançar até 14 horas de uso longe da tomada.

E essa é a nossa lista dos melhores computadores de 2013? Algum nome ficou de fora na sua opinião? Deixe suas sugestões na área de comentários.

IDC e Gartner afirmam: o pior momento para os fabricantes de computadores já passou

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As vendas de computadores caíram de forma considerável nos últimos trimestres, e talvez o principal motivo dessa queda seja a revolução criada pelos dispositivos móveis, como os smartphones e os tablets. Mas para a sorte dos fabricantes, esse cenário está a ponto de mudar. É o que informa os relatórios do último trimestre, realizados pela IDC e pela Gartner.

Até agora, a cada trimestre, as vendas de computadores tradicionais (notebooks, netbooks, ultrabooks e PCs) sofreram reduções de vendas consecutivas, e de dois dígitos. Porém, no último trimestre, o resultado nas vendas foi diferente: a queda média foi de 8%, criando um ponto de esperança nesse mercado tão sacrificado.

Grandes fabricantes como Lenovo, HP e Dell registraram um aumento em suas vendas, muito em partes por causa da chegada do Windows 8.1 ao mercado. Sim, o sistema ainda não foi lançado oficialmente, mas o mercado varejista está apostando que essa nova versão pode fazer com que o volume de vendas aumente, ainda mais em um período de final de ano. Logo, o número de envios de unidades também aumentou.

Por outro lado, tanto a Acer quanto a ASUS continuam com problemas nas vendas de netbooks, que estão considerados extintos no mercado de tecnologia, já que não são capazes de competir com os tablets no volume de vendas.

É fato que não se espera um grande aumento nas vendas dos computadores. Os usuários domésticos/casuais já abraçaram em definitivo os tablets como o dispositivo principal para as suas atividades. O que podemos esperar é um pouco mais de estabilidade, e uma queda cada vez menor no volume de vendas. Talvez os fabricantes finalmente encontraram um equilíbrio entre seus produtos e os dispositivos móveis, e podem agora trabalhar nessa margem de vendas, focando os seus esforços em uma nova realidade de mercado.

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Via IDC, Gartner

Você sabia que… o Brasil tem 10,4 milhões de PCs com mais de quatro anos de uso?

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Um levantamento feito pela Intel Brasil em 2013 mostrou que, de um total de 118 milhões de máquinas sendo utilizadas no país – entre desktops e notebooks – 10,4 milhões, ou 9% do total, possuem mais de quatro anos de uso. As máquinas com tecnologias defasadas causam gastos extras com energia elétrica e manutenção, além de prejudicarem a produtividade e a eficiência dos usuários domésticos e empresariais.

“O Brasil está entre os maiores mercados de PC do mundo, mas ainda temos uma boa parcela da população utilizando tecnologias ultrapassadas e que não entregam a experiência e a produtividade que se espera de um computador nos dias de hoje”, comentou Fernando Martins, Presidente da Intel Brasil.

O alto número de máquinas defasadas no país contrasta com a tendência de queda de preços dos equipamentos – de acordo com dados do IBGE, os computadores ficaram 61% mais baratos nos últimos 10 anos – e também com a onda de inovação que tomou conta do mercado de PCs em anos recentes, com a chegada de interfaces baseadas em toques, um aumento drástico na eficiência energética e na vida de bateria de computadores móveis, e a chegada de formatos ultraportáteis e também de modelos conversíveis, que unem características de tablet e notebook.

Computadores antigos causam ansiedade nos usuários

O uso de máquinas com mais de quatro anos pode trazer prejuízos aos consumidores – tanto no gasto com energia elétrica e com manutenção – como também criar experiências desagradáveis e diminuir a produtividade do indivíduo. O estresse dos usuários com computadores extremamente lentos e que não produzem a contento foi batizado pela Intel como “Síndrome da Ampulheta”. Pesquisas da Intel apontam que pelo menos metade das pessoas afetadas pelo estresse tecnológico já reagiu de maneira inapropriada enquanto esperavam, seja gritando com o computador (62%), bater no mouse (29%) ou golpear a tela ou teclado (24%).

A ansiedade não é o único problema causado pelos computadores defasados – com a proliferação de serviços pela internet, como compra de ingressos para shows e cinemas, netbanking, promoções-relâmpago em sites de e-commerce e compra de passagens e check-in online em aeroportos, os usuários de máquinas antigas correm o risco de perder oportunidades e dinheiro por conta de um sistema que não responde à tempo ou que não consegue finalizar uma determinada tarefa.

“O computador nunca foi tão acessível no Brasil. O preço tem caído consistentemente, enquanto o número de modelos disponíveis nas lojas só aumenta. O consumidor que possui um computador com mais de cinco anos de uso está efetivamente perdendo tempo e dinheiro continuando com uma máquina antiga”, comentou Fernando Martins.

Mercado corporativo

As empresas também sofrem com problemas semelhantes aos usuários domésticos quando não atualizam seus parques de máquinas. A defasagem dos computadores diminui a produtividade dos funcionários, sobrecarrega os departamentos de TI e inflam os gastos com infraestrutura.

“No caso das empresas, a situação fica mais crítica quanto maior o número de máquinas instaladas na empresa, pois os problemas se multiplicam”, disse Martins. “Até mesmo uma empresa de pequeno porte, com dez ou vinte computadores, pode sentir um grande impacto na lucratividade quando descuida do parque de máquinas”.

A Intel calcula que as pequenas e médias empresas com computadores com mais de quatro anos podem perder até R$ 1.364,00 por ano por computador com gastos extras de reparos e manutenção (48% a mais do que um PC novo), até 31% a mais com custos anuais de atualizações e perder até 2x mais produtividade com máquinas excessivamente lentas e sistemas que não respondem na velocidade necessária.

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Via Assessoria de Imprensa

Vendas mundiais de PCs registram a maior queda de sua história

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Sinal dos tempos. Durante meses, nós vimos e relatamos vários rumores sobre o baixo volume de venda dos computadores em todo o mundo. Logo, esse relatório pessimista do IDC quase não chega a causar surpresa para quem está em contato com esse tipo de notícia todos os dias.

Talvez o que realmente chame a atenção é o ponto que as coisas estão chegando: durante o primeiro trimestre de 2013, foi registrada uma queda de 13.9% nas vendas de computadores, em relação ao mesmo período de 2012. E essa é a maior queda em um intervalo de 12 meses que a IDC registrou, desde que começou a fazer esse tipo de estudo, em 1994.

Os motivos para essa  queda no volume de vendas não são muito claros, porque os fatores envolvidos são muito diferentes. Como por exemplo a rejeição às mudanças incluídas no Windows 8 e o constante aumento nas vendas dos tablets e smartphones. Esses são apenas alguns dos fatores que justificam o fenômeno.

Além disso, é importante levar em conta que os computadores com telas sensíveis ao toque, que são os mais populares nesse momento, custam mais caro que os modelos tradicionais, o que dificulta ainda mais o processo de expansão e vendas dos modelos.

Aproveitando o momento, a IDC também mostrou o posicionamento dos fabricantes nas vendas ao redor do planeta. A HP segue como líder global, com 15.7% das vendas no primeiro trimestre de 2013. Um pouco atrás está a Lenovo, com 15.3%, e na sequência, aparecem a Dell (11.8%), Acer (8.1%) e Asus (5.7%).

A diferença desse estudo para o anterior é que a Lenovo melhorou o seu número de vendas, mas isso não serve de consolo para o mercado em geral. Todas as demais fabricantes registraram quedas nas vendas dos PCs, e na opinião da IDC, a Microsoft deve buscar algum tipo de solução para atrair o consumidor, ou corre o sério risco de perder mais clientes para os tablets e smartphones. E o estudo nem leva em conta a Apple, que por sua vez também registrou queda em suas vendas, por algum motivo que não ficou muito claro no estudo.

Para ler o estudo completo do IDC, clique aqui.

Intel apresentou o maior stand da Campus Party Brasil 2013. E não fez feio!

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A Intel é uma das maiores parceiras da Campus Party Brasil 2013. Logo, tem grande participação no evento. Mas soube aproveitar bem o espaço. Com o maior espaço disponível na Área Expo do evento, eles atacaram por todos os lados, e venderam da melhor forma possível o que a sua tecnologia de processadores pode oferecer de verdade para o consumidor final.

Uma das missões da Intel no planeta é divulgar a plataforma de Ultrabooks como algo viável para quem precisa de um computador portátil. E eles fizeram isso, disponibilizando equipamentos com Windows 8 para testes públicos. Além de mostrar os benefícios do novo sistema operacional da Microsoft, fabricantes como CCE, Sony, LG e Dell puderam mostrar as suas opções de ultraportáteis, em um mesmo espaço, e todos com o respaldo da Intel.

Não só para mostrar o desempenho desses novos equipamentos, mas também a vantagem de poder testar esses diferentes produtos, que apesar de ainda contar com um preço elevado para o mercado brasileiro, já oferecem alternativas que podem agradar diferentes segmentos de público, indo de usuários casuais e estudantes até profissionais.

Os computadores com tela sensível ao toque também foram enfatizados no stand da Intel, e isso era mais que esperado. Afinal de contas, os principais benefícios do Windows 8 estão na sua interface totalmente adaptada às telas touchscreen, e com certeza os visitantes poderão conhecer melhor o novo sistema em um ambiente de teste livre como esse.

Mas o foco principal da Intel na sua área da Campus Party Brasil foi mesmo os games. Metade de sua área era formada por um grande palco em formato de estádio, para a realização do Intel Extreme Masters.

Nesse palco, as competições de jogos patrocinada pela Intel aconteceram para um grande público formado por amantes de games. Sem brincadeira, o clima era de torcida de futebol, e a gente sempre sabia quando acontecia uma competição por lá. O barulho que eles faziam ecoava por todo o Anhembi, independente de qualquer coisa que acontecesse na área dos campuseiros.

Mas não foram só os profissionais que puderam jogar por lá. Diversos computadores estavam liberados para que os visitantes pudessem jogar a vontade, com títulos com diferentes níveis de exigência em performance e gráficos. Isso, sem falar que a Motorola estava fazendo diversas competições de jogos, utilizando o Motorola RAZR i (com processador Intel) como dispositivo para jogos de videogame. Dessa forma, a Intel mostrava como os seus chips eram velozes e de boa qualidade, e em diferentes situações.

Alguns equipamentos foram adaptados com volantes para jogos de corrida, no estilo de simuladores de carros. Porém, isso pareceu não ser suficiente para a Intel, e eles quiseram ir um pouco além nessa proposta de simulação.

A Intel queria ver o visitante entrando de cabeça em algumas experiências. Em especial, nessa experiência de corridas. Dois simuladores de F1 foram instalados na Área Expo, passando toda a sensação de uma volta em uma pista, com as reações, vibrações e efeitos que um simulador desses pode reproduzir.

E todo mundo poderia ver o resultado da volta nos telões. Eu tive a chance de dar uma volta nesse simulador, e posso dizer que satisfaz as expectativas para uma proposta nesse nível. Bom, dá para matar um pouco as saudades dos jogos da série F1 (2011 e 2012) que me esperam em casa.

Concurso Cultural da Kingston no Facebook: uma boa história rende um PC turbinado

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A Kingston publicou em sua página do HyperX Brasil no Facebook um concurso cultural relâmpago, onde os internautas tem até a próxima sexta-feira (amanhã, 14 de dezembro) para contar na fanpage HyperX Brasil uma grande história. Na verdade, a melhor história que sua mente pode criar.

Para concorrer, o internauta deve responder a pergunta: “Qual a melhor memória gamer que você tem com um(a) amigo(a)?” A melhor história será contemplada com um PC equipado com memória RAM, unidade SSD e cooler da linha Kingston HyperX, além de um kit com memória e SSD HyperX para o seu amigo.

Mas é melhor correr! Acesse o link da promoção Natal HyperX, faça a inscrição e conte a sua história. As respostas poderão ser enviadas na fanpage do HyperX Brasil até as 23h59 (horário de verão de Brasília) de amanhã, 14 de dezembro.

Via Assessoria de Imprensa – Kingston Brasil