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13 sintomas de que você é um velho digital

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Cruzar com alguém na rua jogando Pokémon GO ou fazer malabarismos para enquadrar todo mundo na selfie podem dar pistas de que estamos diante de um membro da geração millenial. Para eles, a inernet e o smartphone mais novo do mercado são ferramentas essenciais.

Como é o café da manhã para quem tem mais de 30 anos.

O contraponto desse cenário é se identificar como um velho digital. Por exemplo: você reconhece um disquete quando vê um? Ou aprendeu um novo idioma de abreviaturas quando tinha que resumir o texto das suas mensagens via SMS?

Então… nesse post concentramos 13 sintomas que te definem como um autêntico velho digital.

 

1. Você sabe que o ícone para salvar arquivos é um disquete

 

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Aqui é velhice digital na cara. Dizer para um jovem clicar no ícone do disquete é pedir para ouvir um “WTF” rapidamente.

 

2. Você conheceu uma máquina avançada, que permitia a escrita e impressão simultaneamente!

 

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A máquina de escrever faz a gente se lembrar o quão importante é ter hoje um corretor de texto e um processador de texto. No passado, este era o Word de todo mundo, mas em uma tecnologia analógica de ponta.

 

3. A caneta BIC era a ferramenta para viajar no tempo

 

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Chegou um tempo onde isso era possível ser feito com o próprio dispositivo reprodutor, mas até então, essa era uma nobre arte: rebobinar uma fita cassete com uma caneta, preferencialmente uma caneta BIC.

Economia de bateria ou hipnose, estou na dúvida até hoje dos motivos que me fizeram fazer isso. E pensar que teve até campeonato de rebobinar fita com caneta e eu não participei… (apenas para você saber: o recorde é de 51 voltas em 30 segundos).

 

4. Copiar o conteúdo de uma pasta exigia de você ser um hacker nível 7

 

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Por mais realista que a série Mr. Robot seja, você só é hacker DE VERDADE se sabe realizar tarefas com linhas de comando. Um velho digital se sentiu um poderoso com a chegada dos sistemas operacionais com interface de usuário visual. Mas bastou ver o conteúdo de uma pasta… EM UM DISQUETE… e pronto: velho de novo.

 

5. Você levava mais tempo para pensar o que dizer em um SMS que você escrevia

 

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Tenta agora explicar para um adolescente que mandar mensagens de texto para seus amigos custa dinheiro. Você verá que a comunicação entre três amigos em um sábado à noite não renderia dinheiro nem para pagar o novo contrato do Neymar.

6. O som do modem conectando era na verdade uma droga viciante

 

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Quando você vê algum jovem reclamando que ficou sem dados ou que a cobertura do 4G é ruim, pense quando você era feliz e não sabia quando ouvia aquele som do modem conectando logo depois da meia noite (para pagar menos no telefone).

 

7. O GIF era um recurso, e não um entretenimento

 

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Nada escapa do GIF. E ele pode ajudar a traçar mais uma linha que isola os jovens dos velhos digitais. Os mais velhos usam os GIFs graciosos da internet, mas se lembram que no passado as imagens em movimento davam alguma graça aos seus sites pessoais.

 

8. A doce espera pela revelação das fotos

 

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Hoje, o Instagram e seus filtros fazem da fotografia algo bem dinâmico. Mas no passado, a gente tinha que esperar a revelação de 36 fotos. Quem hoje em dia espera 24 horas para ver o resultado de uma foto? Um velho digital, é claro!

 

9. O giro era o touch

 

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Memorizar um telefone hoje é algo impossível. Que dirá manejar um telefone de disco? Sério, os mais jovens não conseguem isso. Ainda mais com o Siri discando o número de telefone…

 

10. Os CDs gigantes são os pais

 

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Mostre um vinil para uma criança. É quase certo que ela vai chamar de CD gigante, e não saberia onde colocar o disco para tocar. A mesma regra vale para o laser disc.

 

11. Poucos bits que conquistaram um exército de fãs

 

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Doces, bichos que temos que caçar ou pássaros que lançamos ao ar. Hoje qualquer um se diverte em casa ou enquanto espera a sua vez no dentista. Mas os mais velhos digitais vivenciaram a alegria de ter um celular Nokia e jogar o Snake (ou o popular jogo da cobrinha).

 

12. A pornografia (e o futebol) eram fruto de sua imaginação

 

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A internet hoje existe para duas coisas: pornografia e futebol. Já o velho digital tinha que esperar fotos serem baixadas por aquele modem de 56 Kbps, e com um colorido horrível, que supostamente mostravam pessoas peladas ou vídeos com os melhores lances de um jogo.

 

13. Quando você acha o pau de selfle algo bem imbecil

 

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Esse é um sintoma claríssimo de que você é um velho digital. Não usar um pau de selfie por achar isso uma estupidez, além de ser a decisão correta e sensata, é uma prova que você está meio passado para essas modas.

Coreia do Sul adota sinais para pedestres que caminham olhando para o smartphone

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Coreia do Sul Leis Pedestres Olhando Smartphone

A Coreia do Sul (mais precisamente a cidade de Seul) decidiu adotar o sistema de placas que alertam os pedestres sobre os perigos de caminhar pelas ruas e calçadas das cidades olhando para o celular.

O vício dos smartphones é algo que segue em alta. Se paramos em algum lugar para esperar alguém ou alguma coisa, estamos de olho nas redes sociais, jogando ou trocando mensagens em aplicativos de comunicação. E ainda que o problema vá além da alienação aqui alertada, ele aumenta quando fazemos essas tarefas enquanto caminhamos.

Isso pode ser um perigo para nós e para os demais. Trombar com pessoas e objetos, ou a possibilidade de invadir a calçada e sofrer um atropelamento. Por isso que a cidade de Seul já conta com sua própria sinalização para os pedestres usuários de smartphones.

 

Um fenômeno mundial

pessoas olhando para smartphones

A Coreia do Sul (e a cidade de Seul) não é o primeiro país que toma esse tipo de medida. Na Índia, por exemplo, há monumentos onde as selfies estão proibidas. Na Rússia, há sinalizações de advertência no mesmo tema, e Nova Jersey planeja lançar mão das multas. Ou seja, se você não presta atenção por onde anda, comece a preparar a sua carteira.

Outras cidades como Augusburgo (Alemanha) ou Tóquio (Japão) testaram sistemas similares. Sinalizações destinadas a alertar sobre esse tipo de perigos, e na Bélgica criaram uma estrada fictícia de 50 metros reservada aos viciados nos smartphones como forma de denúncia. Na Austrália, também instalaram sinais luminosos para evitar acidentes.

 

Depois da Austrália, a Coreia do Sul

sinais alerta pedestres coreia do sul

A imagem acima mostra a aparência que tem os novos sinais que as autoridades de Seul instalaram para advertir a sua população sobre as zonas de risco pelo uso indiscriminado de smartphones. Não são sinais apenas de advertência, mas também de proibição, um orientado a criar zonas livres para os usuários que caminho com a cabeça baixa sem prestar a tenção para mais nada além da tela do seu smartphone.

Não é de se estranhar que na Coreia do Sul iniciou a implantação desse tipo de advertências e proibições. É um país de quase 51 milhões de habitantes, e com a maior cota de penetração de smartphones do planeta. É o lar da Samsung e LG, e poucos lá não abandonaram o celular em favor do smartphone.

É uma tentativa de prevenir acidentes. Com isso, os smartphones começam a ser proibidos de forma paulatina, sempre e quando eles podem envolver as pessoas em risco. O problema é: o que são consideradas práticas de risco? E o mais importante: todas as proibições são justificadas?

Via TechCrunch

Estudo afirma que não usar o smartphone pode reduzir o quociente intelectual

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Um estudo realizado na Univesidade de Missouri (EUA) concluiu (de forma polêmica) que o não uso dos smartphones pode reduzir o quociente intelectual do indivíduo. Mas… muita calma nessa hora. Vamos por partes (como diria o Jack).

Primeiro é preciso saber no que consiste o estudo, e como ele foi realizado. A ideia era simples: avaliar as sensações dos usuários intensivos de um mesmo modelo de smartphone (nesse caso, um iPhone), medindo sua pressão e ritmo sanguíneo, ao mesmo tempo que uma série de testes que exigiam uma certa perícia mental eram realizados.

Na primeira parte do teste, os usuários podiam usar o smartphone. Depois, os pesquisadores diziam que o Bluetooth do dispositivo estava interferindo com os instrumentos médicos que coletavam os seus dados, e que eles teriam que se distanciar do dispositivo, sem poder utilizá-lo pelo restante do estudo.

A partir daí, eles começavam a propositalmente ligar para os smartphones, de modo que os pacientes testados podiam escutar os alertas, mas sem poder responder.

O resultado disso? A maioria dos testados começavam a sofrer de um aumento do ritmo cardíaco e da pressão arterial, ao mesmo tempo que descreviam sensações de nervosismo, angústia e estresse. Mais (e o mais importante disso): todos esses sintomas foram refletidos nos resultados dos testes psicológicos que eles estavam realizando.

Quando eles não podiam acessar o smartphone para responder os alertas ou consultar algum conteúdo, os pacientes perdiam parte da concentração, pensando no que eles estavam perdendo. A consequência? Seu consciente intelectual sofria reduções consideráveis.

Pode ser algo exagerado, dependendo do nível de dependência que esse grupo de pessoas tinha em relação ao seu smartphone. Não é a primeira vez que um estudo desse tipo mostra os possíveis efeitos adversos que os smartphones (ou a falta deles) podem causar em nossas capacidades mentais. Porém, não podemos tomar os resultados ao pé da letra. Não é porque nos distanciamos dos smartphones é que ficamos mais burros. Só nos distraímos e perdemos a capacidade de concentração.

Acima de tudo, devemos ser conscientes do que representa para cada um de nós ficar longe do smartphone. Se as chamadas e mensagens perdidas te distraem enquanto você realiza outra coisa na sua vida, basta você desligar um momento o smartphone, ou colocar o dispositivo em modo silencioso.

Além disso, sempre temos qu eter em conta que as probabilidades que o mundo ao nosso redor desmorone enquanto o nosso smartphone está desligado são muito pequenas.

Via Universidade de Missouri

F-Secure estima aumento de 614% de vírus para smartphones e tablets

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Dados da F-Secure revelam que o crescimento do número de informações armazenadas em smartphones e tablets, além do aumento da quantidade de transações financeiras feitas nestes aparelhos, faz deles grandes alvos para hackers e pessoas mal intencionadas. Estima-se que até o final de 2014 o número de ameaças no universo mobile crescerá 614% em relação a 2013.

Outro dado levantado pelos especialistas da F-Secure é de que já existem aproximadamente 900.000 exemplos de vírus e malwares circulando entre smartphones e tablets. São 1.200 famílias de malware para mobile, sendo que 50% afetam o sistema Symbian, 45% o sistema Android e 5% outros sistemas operacionais.

Muitos usuários gostam de aproveitar as redes wi-fi gratuitas oferecidas por alguns estabelecimentos, e acabam ignorando que essa conexão deixa o smartphone vulnerável. Mesmo uma rede wi-fi confiável, pode ser facilmente “hackeada” e as informações do aparelho acessadas, fotos e senhas bancárias roubadas, a câmera ligada remotamente e ligações feitas sem o conhecimento do usuário.

A seguir, algumas dicas para  os usuários que utiliza tablets e smartphones em redes wi-fi gratuitas (essas mesmas regras são úteis para os usuários de notebooks e ultrabooks):

– Não entrar em sites com informações confidenciais, como bancos
– Não abrir anexos de e-mails suspeitos
– Verificar se o link de acesso ao site é real
– Não instalar aplicativos de lojas não oficiais
– Trocar periodicamente as senhas

Via assessoria de imprensa (F-Secure)

Comida e eletrônicos substituem roupas de griffe como sinônimo de status social

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Reparou como ultimamente os jovens andam com roupas todas desleixadas? Tá, isso existe desde a década de 1970 (pelo menos). Mesmo assim, o que quero dizer que as roupas não são mais de marcas reconhecidas. E existe uma explicação para isso: todo o investimento vai parar no bolso desse mesmo adolescente, na forma de um iPhone.

Um artigo publicado na International Business Times revela que os adolescentes consideram que a vestimenta como símbolo de status social é coisa do passado. Hoje, os adolescentes investem seu dinheiro em dois novos símbolos de condição social: a comida (não me pergunte porque) e os dispositivos eletrônicos. Mais precisamente o iPhone. 
Citando um estudo do banco de investimentos Piper Jaffray e a professora de negócios da Universidade de Fordham, Marcia Flicker, o artigo do IBT indica que as marcas de roupa para adolescentes sofrem com a ausência da sua jovem clientela, que agora gasta o seu dinheiro em comida no lugar de uma calça jeans.

Os jovens investem 21% dos seu dinheiro em comida, de acordo com o estudo. Não fica claro se é no Burger King ou em um restaurante gourmet. Fato é que, quando não estão comendo, os adolescentes gastam seu dinheiro na aquisição de dispositivos tecnológicos para simbolizar sua condição social.

Flicker cita como exemplo o iPhone, e afirma que os adolescentes não só acham que o iPhone 4 é um modelo do passado, mas que aqueles que o possuem sentem vergonha de ter um. A tendência é que os jovens sejam clientes e potencial de um hipotético iPhone 6, assim que ele for lançado.

Por outro lado, a pesquisa mostra que os jovens desfavoreciam os produtos da Apple, e estavam mais inclinados a adquirir produtos das linhas Samsung Galaxy e Microsoft Surface. Por outro lado, um estudo realizado por Piper Jaffray, publicado no mês passado, afirma que 61% dos jovens nos EUA eram proprietários de um iPhone, um aumento de 13% em relação ao mesmo estudo do ano passado. Mais: 67% desses usuários afirmam que o seu próximo telefone seria um iPhone.

Então… os adolescentes abandonaram o código do vestuário para investir o seu dinheiro nos dispositivos eletrônicos como símbolo de status social? A resposta não é tão simples quando vemos os números, muito menos para detectar se quem está gastando esse dinheiro nos gadgets são mesmo os jovens ou os seus pais, que compram os dispositivos para alimentar o ego dos pequenos e mimados pimpolhos.

Via CNET

Vale mesmo todo o esforço para recuperar o seu smartphoe roubado?

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Lá está o ladrão. Você está vendo ele. Você ativou a câmera de forma remota, e tem não apenas a foto do bandido, mas a localização aproximada do dispositivo. Você pode apagar os dados e bloquear o smartphone – e seguir em frente com sua vida -, ou pode recuperá-lo. Se arriscar e, talvez, perder algo mais que um smartphone.

Os aplicativos e serviços que podem recuperar o smartphone em caso de perda ou roubo se transformou em algo muito útil, mas no segundo caso. Se você pensa em enfrentar o ladrão para recuperar o dispositivo, pense duas vezes antes de fazê-lo.

Um recente artigo publicado no The New York Times relata a experiência de vários usuários de smartphones que tentaram recuperar os seus dispositivos depois de serem roubados. Os próprios usuários destacam que o recurso de localização remota os permitiam fazer alguma coisa quando a polícia não podia (ou não queria) fazer nada.

O problema está na conversão em detetive ou justiceiro por conta própria, e isso pode gerar consequências graves. As autoridades começam a ficar preocupadas, pois as pessoas começam a se colocar em perigo, “correndo riscos desproporcionais por algo que pode ser substituído facilmente”.

George Gastón, fiscal do distrito de San Francisco (EUA), explica:

Este é um novo fenômeno. Não se trata apenas de correr atrás da pessoa para recuperar o telefone. Dá a oportunidade da pessoa fazer justiça por conta própria, e isso pode colocá-lo em problemas muito sérios quando vão a lugares que não deveriam ir.

Os casos são diversos, e eventualmente alguns proprietários conseguem recuperar os seus dispositivos. Já em outros, os resultados foram realmente muito ruins, como brigas com ferimentos, e até casos de um usuário que acabou agredindo um homem inocente, que supostamente estaria com o seu smartphone.

Melhor não arriscar…

Esse tipo de incidente é cada vez mais frequente nos Estados Unidos. Aqui no Brasil então… nem se fala. Não vamos aqui discutir as políticas de segurança pública nos diferentes estados brasileiros e questões sócio-econômicas que levam um alheio a não respeitar o direito de outra pessoa em comprar e usar um produto fruto do seu trabalho e esforço. Este não é o espaço adequado e não é o tema dessa postagem.

Fato é que a recuperação de um smartphone perdido ou furtado é uma tarefa complexa, e o mais recomendado – por mais absurdo que isso pareça para muitos – é tratar de “convencer” as autoridades a nos ajudar na recuperação do dispositivo. Porém, essa é uma tarefa praticamente impossível, pois já conhecemos como trabalha a nossa polícia e, deixando qualquer incompetência ou descaso de lado, convenhamos: a polícia (na teoria) tem mais o que fazer.

Sem falar que, em muitos casos, o processo para iniciar uma busca ao dispositivo móvel pode ser algo demorado o suficiente para que o dispositivo tome outros rumos.

Esse é o motivo que várias empresas passaram a colocar em seus smartphones os chamados “kill switch” (algo como “interruptores da morte”), que permite ao usuário ao menos o direito de transformar o seu dispositivo roubado em um peso de papel para o bandido, de forma remota. Isso pode eventualmente desestimular os bandidos no roubo de smarphones, uma vez que a própria vítima pode inutilizá-lo remotamente.

Esses sistemas podem evitar boa parte do problema. Pode até ser que os smartphones sejam para muitas pessoas dispositivos especialmente valiosos – não tanto pelo seu valor econômico, que em alguns casos é muito elevado, mas sim pelos dados armazenados no dispositivo – e eu respeito isso. Mas… realmente são tão valiosos assim?

Não minha opinião, é apenas um smartphone. Não vale a pena perder a sua vida por causa disso.

Via The New York Times

Aprenda, de uma vez por todas: TV serve para eventos ao vivo, smartphones e tablets para vídeos on demand

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Apesar dos conteúdos televisivos sob demanda estarem disponíveis na própria TV através de aplicativos e serviços em Smart TVs, os dados fornecidos pela BBC sobre o uso do seu aplicativo iPlayer confirmam que os tablets e smartphones são as plataformas preferidas dos usuários para os conteúdos que não são transmitidos ao vivo.

No mês de março, 46% dos conteúdos oferecidos por streaming no iPlayer foram reproduzidos em tablets e smartphones, enquanto que o computador teve a sua porcentagem reduzida, e o televisor é praticamente um produto para quem quer assistir eventos ao vivo. Se somarmos os consoles de videogames e os set-top boxes, é possível alcançar quase um quarto do total, mas sozinhos, essas duas plataformas ficam limitadas aos 3%.

Outro dado interessante: ainda que tais números mostrem exclusivamente o comportamento da audiência do Reino Unido, o estudo mostra que o horário nobre da programação também registra um aumento do consumo de vídeos on demand, inclusive com picos de audiência de maior duração do que nas transmissões dos eventos ao vivo.

E você? Já está usando mais os vídeos por demanda do que a programação da sua TV?

Via QuarzBBC

Nos EUA, jovens preferem ver os vídeos nos tablets e computadores. TV pra quê?

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Os tempos mudaram. A TV, que antes era a única fonte de entretenimento familiar, foram trocados pelos computadores e tablets. As redes de TV norte-americanas tem sérios motivos para se preocupar com esse fenômeno, pois um recente estudo realizado pela Deloitte nos Estados Unidos mostra que a geração “millenials” (jovens com idades entre 14 e 24 anos) optam de forma majoritária em ver vídeos nos computadores e tablets, deixando suas TVs desligadas.

A maioria dos entrevistados assistem os vídeos nos computadores, mas os tablets e até os smartphones são opções escolhidas à frente da TV. A mudança de hábitos está forçando as empresas medidoras de audiência a modificar os seus métodos, indicando assim uma clara mudanças de hábitos.

Já os adultos não mudaram tanto os seus hábitos, principalmente a turma da melhor idade. 92% dos adultos com mais de 67 anos seguem fiéis aos televisores, mas apenas 53% daqueles com faixa etária de 25 a 30 anos permanecem com esse produto como preferencial.

Veja abaixo o infográfico que fala mais sobre o assunto.

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Via Recode

Você sabia que… o Brasil tem 10,4 milhões de PCs com mais de quatro anos de uso?

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Um levantamento feito pela Intel Brasil em 2013 mostrou que, de um total de 118 milhões de máquinas sendo utilizadas no país – entre desktops e notebooks – 10,4 milhões, ou 9% do total, possuem mais de quatro anos de uso. As máquinas com tecnologias defasadas causam gastos extras com energia elétrica e manutenção, além de prejudicarem a produtividade e a eficiência dos usuários domésticos e empresariais.

“O Brasil está entre os maiores mercados de PC do mundo, mas ainda temos uma boa parcela da população utilizando tecnologias ultrapassadas e que não entregam a experiência e a produtividade que se espera de um computador nos dias de hoje”, comentou Fernando Martins, Presidente da Intel Brasil.

O alto número de máquinas defasadas no país contrasta com a tendência de queda de preços dos equipamentos – de acordo com dados do IBGE, os computadores ficaram 61% mais baratos nos últimos 10 anos – e também com a onda de inovação que tomou conta do mercado de PCs em anos recentes, com a chegada de interfaces baseadas em toques, um aumento drástico na eficiência energética e na vida de bateria de computadores móveis, e a chegada de formatos ultraportáteis e também de modelos conversíveis, que unem características de tablet e notebook.

Computadores antigos causam ansiedade nos usuários

O uso de máquinas com mais de quatro anos pode trazer prejuízos aos consumidores – tanto no gasto com energia elétrica e com manutenção – como também criar experiências desagradáveis e diminuir a produtividade do indivíduo. O estresse dos usuários com computadores extremamente lentos e que não produzem a contento foi batizado pela Intel como “Síndrome da Ampulheta”. Pesquisas da Intel apontam que pelo menos metade das pessoas afetadas pelo estresse tecnológico já reagiu de maneira inapropriada enquanto esperavam, seja gritando com o computador (62%), bater no mouse (29%) ou golpear a tela ou teclado (24%).

A ansiedade não é o único problema causado pelos computadores defasados – com a proliferação de serviços pela internet, como compra de ingressos para shows e cinemas, netbanking, promoções-relâmpago em sites de e-commerce e compra de passagens e check-in online em aeroportos, os usuários de máquinas antigas correm o risco de perder oportunidades e dinheiro por conta de um sistema que não responde à tempo ou que não consegue finalizar uma determinada tarefa.

“O computador nunca foi tão acessível no Brasil. O preço tem caído consistentemente, enquanto o número de modelos disponíveis nas lojas só aumenta. O consumidor que possui um computador com mais de cinco anos de uso está efetivamente perdendo tempo e dinheiro continuando com uma máquina antiga”, comentou Fernando Martins.

Mercado corporativo

As empresas também sofrem com problemas semelhantes aos usuários domésticos quando não atualizam seus parques de máquinas. A defasagem dos computadores diminui a produtividade dos funcionários, sobrecarrega os departamentos de TI e inflam os gastos com infraestrutura.

“No caso das empresas, a situação fica mais crítica quanto maior o número de máquinas instaladas na empresa, pois os problemas se multiplicam”, disse Martins. “Até mesmo uma empresa de pequeno porte, com dez ou vinte computadores, pode sentir um grande impacto na lucratividade quando descuida do parque de máquinas”.

A Intel calcula que as pequenas e médias empresas com computadores com mais de quatro anos podem perder até R$ 1.364,00 por ano por computador com gastos extras de reparos e manutenção (48% a mais do que um PC novo), até 31% a mais com custos anuais de atualizações e perder até 2x mais produtividade com máquinas excessivamente lentas e sistemas que não respondem na velocidade necessária.

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Via Assessoria de Imprensa

Usuários do Lumia: vocês compraram o seu smartphone por causa da Nokia? Ou do Windows Phone?

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Steve Ballmer, Stephen Elop

A Nokia é a principal representante do Windows Phone no mercado de smartphones, e não temos muitas dúvidas disso. Afinal de contas, tanto HTC quanto Samsung foram bem modestas nos lançamentos com o sistema operacional móvel da Microsoft, deixando claro que optaram por outros sistemas (Android ou o Tizen – esse último, no caso da Samsung). Logo, a missão de colocar o Windows Phone no mapa da telefonia móvel fica quase que exclusivamente para os finlandeses.

Mas será que essas vendas estão ligadas à quase exclusiva oferta dos modelos da Nokia? Ou seria apenas um reforço da fidelidade dos antigos clientes da fabricante finlandesa, que não abre mão da já comprovada qualidade de seus produtos?

A Nokia tem um passado muito bem pavimentado de smartphones atraentes e de alta qualidade. Alguns modelos da Nokia são lembrados até hoje como alguns dos melhores celulares e smartphones de todos os tempos. Porém, ao longo dos últimos anos, a fabricante finlandesa ficou parada no tempo, enquanto que os seus concorrentes diretos apresentaram propostas mais atraentes, e isso fez com que muitos abandonassem a icônica marca europeia.

Porém, ainda temos alguns fãs fiéis aos finlandeses, esperando que a empresa volte com tudo no mercado, com dispositivos com design atraente, muitas funcionalidades, e uma interface de usuário simples e funcional. Bom, nesse último item, a Nokia fez a sua escolha, adotando o Windows Phone. E é justamente o sistema da Microsoft mais um motivo decisivo para a compra de um smartphone da empresa. Afinal de contas, ele se alinha muito bem a proposta de simplicidade que a Nokia sempre teve.

O Windows Phone é leve, fácil de usar, personalizável, e uma vez que você aprende sua mecânica de uso, ele passa a ser um dispositivo muito prazeroso de ser utilizado. Por outro lado, por ser um sistema operacional novo, o Windows Phone não apresenta alguns dos aplicativos mais procurados pelos usuários em seus dispositivos, o que dificulta um processo de migração para essa nova plataforma.

Sabemos que aos poucos as vendas dos modelos da linha Lumia crescem em todo o mundo, mas ainda estamos na dúvida se esse crescimento está associado à Nokia em si ou ao Windows Phone. Ou se é mesmo pela falta de adoção de outros fabricantes, deixando a Nokia praticamente como única opção com o sistema da Microsoft.

Acredito que, se algum dia a Nokia desistir do Windows Phone, muitos fãs seguem a fabricante finlandesa. Principalmente se a Nokia escolher o Android no seu lugar. E você? O que acha? Comprou um Lumia por causa da Nokia? Ou por causa do Windows Phone?

Usuários do iPhone gastam mais tempo jogando que os usuários do Android

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Usuários do iPhone se divertem mais com os seus smartphones. Uma pesquisa da Arbitron Mobile US revela que os donos de um iPhone gastam mais temo jogando em seus dispositivos que os usuários do Android. Segundo o estudo, 85.7% dos usuários do smartphone da Apple se divertiram com joguinhos durante o mês de dezembro de 2012, enquanto que 76% dos usuários do Android fizeram a mesma coisa, no mesmo período.

A pesquisa também mostra que os usuários do iPhone acessam jogos em seus dispositivos pelo menos 151.5 vezes por mês, enquanto que os usuários do Android fazem a mesma coisa em 94.6 oportunidades. Os usuários do iPhone gastam, em média, 12h23 jogando em seus smartphones, enquanto que os usuários do Android gastam 8h04 rodando jogos.

A Arbitron afirma que os jogos para smartphones compõem hoje 78.8% de de todo o cenário de atividades dos usuários em seus dispositivos, seguido de perto pelas redes sociais. Na sequência, temos a navegação na web e as chamadas telefônicas. Entre os jogos mais populares, Words With Friends é o líder nas duas plataformas (Android e iOS). No iOS, os mais populares são: Scramble With Friends, Temple Run, The Simpsons: Tapped Out e Draw Something. Já no Android, os mais populares são: Agry Birds Star Wars, Scramble With Friends, Drag Racing e Fruit Ninja.

Via SlashGear

Quando desligar, suspender ou hibernar o seu computador portátil

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Esta é, talvez, uma das perguntas que todos nós já fizemos pelo menos uma vez na vida, mas que realmente não conseguimos uma resposta precisa. Os usuários de computadores portáteis (notebooks, netbooks e ultrabooks) já estão acostumados a levarem o seu equipamento para todos os lados, cumprindo assim o propósito original para o qual esse equipamento foi feito. Mas… e na hora de fechara a tampa do equipamento, o que devemos fazer: desligar, suspender ou hibernar o portátil?

A resposta para essa pergunta depende de vários fatores que esse post vai tentar explicar, mais como recomendação para prolongar a vida útil do seu equipamento e aumentar a sua produtividade, e não como regras que todo cristão deve seguir.

Antes de qualquer coisa, temos que ter claramente qual o significado de cada um desses termos para o computador, já que ainda que eles pareçam simples, diretos e muito parecidos, deixando o seu portátil inabilitado para o uso e com a tela apagada, são muito diferentes entre si, com detalhes que para alguns serão bem óbvios, enquanto que para outros, serão bem confusos.

Hibernar é o estado onde o portátil consome uma quantidade de energia muito próxima a zero, deixando ou não o seu disco rígido inativo (dependendo da situação), até mesmo para que quando ele volte ao estado de funcionamento, o faça de forma mais rápida.

Suspender o computador coloca o equipamento em um estado de baixo consumo de energia, com essa pouca energia consumida para manter a memória do computador ativa, enquanto que os seus demais componentes estão totalmente desligados. Esse modo também consome um pouco de bateria, e quando usado ao longo de muitas horas, faz com que o sistema entre automaticamente no modo hibernar.

Por fim, desligar o computador é algo que você já sabe o que significa: todos os componentes do equipamento deixam de consumir energia, fechando todos os programas e tarefas.

Agora, sim, com os conceitos em mente, podemos ir para a parte que realmente interessa: quando devemos realizar cada uma dessas ações.

Quando fazer o que?

Cada uma dessas opções servem para diferentes situações, pensando sempre na necessidade que precisamos ter o computador em funcionamento mais rapidamente, ou quanto tempo vai passar para usar o portátil novamente.

Conheço muita gente que deixa o seu computador ligado 24 horas do dia, 7 dias por semana, incluindo notebooks (este é o meu caso). Muitos garantem que “os computadores foram feitos para ficar ligados o tempo todo” (esse NÃO é o meu caso). Sem entrar no mérito da questão, o que está provado é que a bateria do portátil pode ficar muito prejudicada pelo fato do computador ficar ligado e conectado na tomada o tempo todo. Além disso, todos nós sabemos que é sempre bom reiniciar o equipamento de vez em quando, para fechar todas as tarefas em segundo plano, que em muitos casos, nem sabemos que estavam sendo executadas.

Se você ficar um tempo considerável longe do computador (e quando você não está fazendo o download de nenhum conteúdo na internet), escolha uma das três opções a seguir:

– se você vai ficar longe do computador por pouco tempo (até 1 hora ou menos), você pode simplesmente suspender o seu portátil, uma vez que ele vai despertar mais rápido do seu estado de inatividade. Desse modo, você vai poder retomar o seu trabalho do ponto onde você parou, de forma rápida.

– se você ficar longe do computador por mais de uma hora, ou não precisa retomar o seu trabalho o mais rápido possível, hibernar passa a ser a sua opção. É uma boa alternativa quando vamos almoçar ou antes de dormir, uma vez que economiza a energia consumida pelo equipamento, e no dia seguinte, você não vai precisar uma reinicialização completa do equipamento, ou ter que abrir seus aplicativos e contas tudo de novo.

desligar o seu portátil é a opção mais recomendada quando não vamos utilizar o equipamento por um longo período de tempo. Porém, a maioria das pessoas preferem deixar o notebook hibernando. Para modelos mais antigos e com especificações mais restritas, desligar o notebook é o mais recomendado, uma vez que esses modelos contam com dificuldades naturais para sair do modo de hibernação, causando até uma reinicialização ocasional do sistema operacional, seja ele Windows ou Linux.

Qual é a melhor opção para o seu computador?

Economizar energia e dar um descanso para o seu computador são os principais motivos que você deve considerar no momento de sair do seu escritório ou da sua casa e hibernar, suspender ou desligar o seu portátil. Porém, fatores como desempenho e até mesmo o modelo do computador são muito importantes na escolha.

Vale lembrar que estamos falando de computadores portáteis (ou Laptops), e esse servem para ser dispositivos móveis, em muitos casos, com um uso fracionado, dependendo dos momentos livres que temos em uma viagem, por exemplo. Nesses casos, hibernar o computador é (talvez) a opção mais recomendável para uma maior duração da bateria e um trabalho pausado, porém, constante.

Além disso, desligar de forma constante os computadores podem causar consequências negativas nos desktops, já que os discos rígidos podem se danificar ao alternar constantemente entre os modos ligado e desligado (algo que não acontece com as unidades SSD). Nos portáteis, temos que levar em conta a bateria antes de tudo, e o dano que podemos causar nela por essa atividade.

As recomendações acima estão baseadas na experiência de muitos anos, utilizando exclusivamente um notebook como computador principal. Mas não fique apenas contando com esses relatos. Passe a sua experiência de uso: comente abaixo suas dicas, opiniões e impressões.

O seu smartphone está te tornando mais rude?

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Eu amo a tecnologia, principalmente os smartphones. Lá atrás quando eu ainda usava um Palm para organizar os meus compromissos, eu já achava isso incrível. Hoje então, com uma ferramenta que faz isso e me permite a comunicação com outras pessoas ao redor do planeta, com uma simples mensagem de texto, é algo simplesmente sensacional. Mas um artigo publicado pelo The New York Times sugere que eu e você estamos nos tornando “mal-educados digitais”, justamente por causa dos smartphones que tanto amamos.

Não perdemos os nossos valores morais. E, se não os temos, nem adianta então fazer muito esforço para conquistá-los. Porém, o que a matéria afirma é que estamos cada vez mais nos esquivando de compromissos sociais através de pequenas mensagens de texto via SMS, WhatsApp e Twitter, sem sequer ter a consideração de telefonar para a pessoa e dar um argumento mais plausível e atencioso para quem está tomando o bolo. Ok, eu sei que ninguém mais usa o telefone para chamadas de voz, pois isso é algo obsoleto. Mas, mesmo assim… o buraco é mais embaixo.

Ficou fácil para as pessoas digitarem em uma frase com 140 caracteres “desculpe, meu joanete está doendo, e eu não posso andar”, clicar em “enviar” e seguir com suas vidas, como se nada estivesse acontecendo. De fato, a matéria do NYT defende que a maioria de nós (não vou generalizar, pois toda regra tem sua exceção) está se comportando como adolescentes de 14 anos de idade, que podem dar qualquer desculpa estapafúrdia para a outra pessoa, sem nenhum tipo de responsabilidade ou consideração, apenas porque contam com a tecnologia ao seu lado.

Na verdade, penso um pouco diferente. Não é a tecnologia que tornam as pessoas rudes e sem compromisso. Elas já são assim antes da tecnologia oferecerem um meio mais prático de contarem suas mentiras. Os smartphones apenas permitem que, de forma mais rápida, as pessoas de má índole se mostrem como elas realmente são: seres miseravelmente egoístas, que buscam desesperadamente por uma aprovação social em momentos específicos.

Normalmente, é melhor você cancelar um compromisso, mesmo que seja no último minuto, no lugar de fingir, mentir, ou tentar usar alguma desculpa esfarrapada ou desesperada (vou exagerar na frase, mas tem gente que tenta algo do tipo: “estou cruzando o Atlântico amanhã em uma canoa; preciso dormir mais um pouco…”) no lugar de sair mais cedo de casa para o seu compromisso? Desse modo, as coisas ficam mais palatáveis. É melhor isso, do que ter o seu receptor recebendo uma mensagem de texto mentirosa, não é mesmo?

A matéria do NYT vai além. Afirma que algumas pessoas são tão arrogantes que acreditam que as pessoas ficam o tempo todo coladas aos seus smartphones, e que uma mensagem enviada será imediatamente lida. Vale ressaltar que o jornal fica em Nova York, onde o egocentrismo é tão sagrado, que aqueles que não contam com um dispositivo inteligente (smartphone, tablet, notebook) são considerados caipiras ou deficientes mentais. E eu não estou brincando. É mais ou menos isso o que acontece.

Por fim, vamos ver a situação por outro prisma. O que antes era considerado “mascaramento social através do mundo digital” hoje é visto como fator de libertação e de mostra de caráter das pessoas. A tecnologia está, aos poucos, mostrando “quem é quem” no nosso dia a dia, e em alguns casos, mostrando quais são as pessoas que gostam da gente pelo o que realmente somos, ou quais são aquelas que se aproximam por interesses diversos.

Devemos agradecer por isso. De alguma forma.

Vivo terá que se explicar ao Ministério da Justiça sobre aplicativo que monitora clientes

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A Telefônica/Vivo foi notificada pelo Ministério da Justiça por causa de um novo aplicativo que prevê o monitoramento do comportamentos dos seus usuários. O aplicativo em questão é o Smart Steps, que só deve ser implantado entre os clientes a partir do próximo mês, mas já levanta uma certa polêmica pelo fato de ter acesso aos hábitos diários dos usuários em seus dispositivos, mas também aos dados dos clientes.

O Smart Steps, segundo a Vivo, coleta as informações dos hábitos dos consumidores para comercializar esses dados para patrocinadores e anunciantes, que podem gerenciar um marketing mais direcionado para aquele cliente, se focando nos interesses específicos do usuário. O Brasil é um dos primeiros países a testar a ferramenta, e o Ministério da Justiça quer saber mais detalhes sobre o seu funcionamento, buscando esclarecer qual é a profundidade dessa coleta de dados.

A principal preocupação do órgão do governo está na escolha efetiva dos usuários de chips da Vivo terem os seus dados monitorados e coletados pelo aplicativo, e a sua correspondente venda para outras empresas. A Vivo, por sua vez, informa que vai prestar todos os esclarecimentos que o Ministério da Justiça solicitar. A operadora tem dez dias para enviar um relatório detalhado sobre o aplicativo.

A Vivo também informa que o Smart Steps está em estado de desenvolvimento, e só vai utilizar os dados monitorados “mediante prévia e expressa autorização de seus clientes”. É sempre bom lembrar que o rastreamento do comportamento de atividades conectadas é algo considerado comum entre os produtos e serviços ligados ao comércio em geral (Google e Facebook que o diga). O problema é como isso efetivamente será utilizado pela empresa que coleta esses dados, e o mais importante: até que ponto a privacidade dos usuários está ameaçada?

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Permanecerão os nossos dados eternamente na nuvem?

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Imagine se algum dia você, que armazena todos os seus dados em serviços online e acredita que esse é o lugar mais seguro do mundo para mantê-los a salvo de quedas de discos rígidos, maremotos, ou sua empregada que vai jogar fora aquele pendrive velho, se depara com a perda de todos os seus dados mais valiosos armazenados na nuvem. Além do caos gerado e da tentativa de suicídio, as perdas podem ser consideradas incalculáveis, dependendo do valor que esses dados podem ter para você.

Sem nos darmos conta, nós confiamos e guardamos diversos tipos de conteúdo em servidores que não sabemos nem onde estão direito, mas que imaginamos que estão bem protegidos por empresas gigantescas. Antes, tudo o que a gente precisava estava em nossa casa: as cartas armazenadas em caixas, os álbuns de fotos organizados pelas estantes… o conceito de armazenamento em nuvem era algo considerado utópico, ou coisa de filme futurista.

Com o passar do tempo, começamos a armazenar nossos dados na rede. As redes sociais facilitaram esse processo, e nos incentivaram a compartilhar mais e mais conteúdo com os nossos amigos e familiares. Os CDs de música foram convertidos em faixas de MP3, e foram enviados para a rede, para que qualquer um de nós consiga ouvir a nossa música preferida, em qualquer lugar do mundo. As fotos da última viagem do final de semana podem ser enviadas para o Facebook ao longo do final de semana da própria viagem, para que os nossos amigos possam ver o que estamos fazendo em nosso descanso o mais depressa possível. Isso, quando não enviamos a foto na hora que o evento acontece, via Instagram.

Tudo o que enviamos para a nuvem é criação nossa. Parte da nossa existência está sendo enviada para a rede. Compartilhar é uma forma de mostrar ao mundo que estamos vivos. Imagine se, de repente, tudo isso desaparece, por qualquer motivo. Nossa vida online seria eliminada em uma fração de segundo. Perderíamos quase tudo: fotos, arquivos armazenados, músicas, aplicativos… parte da nossa vida pessoal (e a prova que um dia trabalhamos com a internet) simplesmente cairia no esquecimento do tempo.

Mudando um pouco de perspectiva, e apresentando um cenário mais drástico, vamos pensar exatamente no contrário. Pense no dia que você deixar esse mundo (não que eu deseja isso para você; espero que você tenha uma vida longa, repleta de saúde e felicidades). Todos os dados que você salvou durante toda a sua existência se manterão ali, intactos, uma vez que eles só podem ser removidos com sua autorização. Nossas conversas privadas, nosso conteúdo audiovisual, e até mesmo o nosso trabalho realizado ao longo de toda uma vida.

Quem é o herdeiro legal desses dados? Se toda essa informação era privada, ela deveria mesmo ser apagada, para que ninguém tenha acesso ao seu conteúdo?

Sem nos darmos conta, como se fosse um processo natural, estamos exteriorizando tudo o que antes era algo muito mais íntimo e privado. Mas… e você? Já guarda toda a sua vida na internet? Ou continua gravando CDs de fotos para que só os seus parentes possam ver o que você fez naquele fim de semana de férias? Segue revelando fotos? Ou já aderiu de vez ao álbum de fotos do Facebook?

Você vai morrer no modo analógico ou digital?