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BitTorrent quer oferecer o filme ‘A Entrevista’ (pois eles não tem medo dos norte-coreanos)

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Os responsáveis pelo serviço de compartilhamento de arquivos BitTorrent se ofereceram voluntariamente para distribuir o filme ‘A Entrevista’, através do BitTorrent Bundle, um serviço já utilizado em anteriores ocasiões por artistas para publicar suas criações. A vantagem dessa tecnologia P2P é que ela é menos vulnerável aos possíveis ataques hackers.

No momento, a estreia mundial do filme está cancelada pela Sony, e essa alternativa pode ser a solução do problema para todos os envolvidos. A filosofia descentralizada do BitTorrent é muito interessante para esse tipo de propósito, e ainda que tal protocolo esteja associado tradicionalmente ao compartilhamento de conteúdos protegidos por direitos autoriais, seus criadores apresentam o Bundle como uma alternativa comercial legal para a distribuição de conteúdos, aproveitando as vantagens dessa tecnologia.

Por exemplo: a cantora Madonna utilizou esse serviço em 2013 para distribuir o curta-metragem SecretProjectRevolution. Na época, foi possível estabelecer uma barreira de pagamento para proteger o conteúdo e permitir a monetização do mesmo. A partir daí, os 170 milhões de usuários que utilizaram o protocolo em seus computadores se transformaram em nós dessas transferências, tornando a ação dos ciber-criminosos algo mais difícil.

O protocolo BitTorrent é utilizado em plataformas de grande escala, como Facebook e Twitter, e de acordo com Matt Mason, Chief Content Officer do BitTorrent, ‘é responsável por 40% do tráfego de downloads e uploads da internet todos os dias. É uma das colunas vertebrais da internet’.

Via FastCo

China vai melhorar a internet móvel dos usuários com o compartilhamento da conexão com desconhecidos

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A operadora chinesa 21Vianet propõe como solução de melhoria da qualidade da internet móvel dos seus usuários o ‘empréstimo’ da conexão da pessoa que está ao lado (sem o seu conhecimento). Eles vão iniciar os testes em breve em Hong Kong, em um conceito que recebe o nome de ‘mesh networking’.

A ideia é a seguinte: o cliente que tiver uma má cobertura naquele momento pode utilizar a conexão de internet móvel de algum usuário próximo que conta com maior potência de sinal. A conexão é feita via WiFi Direct, e tudo é feito de forma transparente para o usuário, que só vai perceber a melhora na velocidade.

O recurso é válido para aqueles usuários que estão dentro de um edifício com uma cobertura ruim de sinal, e se depara com outro mais próximo da parte externa do prédio. Você não vai precisar aproximar o telefone de janelas ou portas por melhor cobertura.

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A empresa encarregada pelos testes é a norte-americana M87, e eles afirmam que o sistema é capaz de melhorar em até 50% a velocidade de conexão dos clientes. Mas apesar das potenciais vantagens, a tecnologia enfrenta problemas e obstáculos a serem superados, o que pode dificultar a sua adoção imediata:

1. A primeira e mais importante: a reticência dos clientes no compartilhamento de sua conexão com dispositivos. É de se supor que todos os dados entre os dois dispositivos serão codificados, mas mesmo assim, é muito provável que os descontentes não aprovem o sistema.

2. O consumo das baterias. Gerenciar e transmitir dados exige mais da bateria de smartphones, e é de se supor que não será nada agravável para que um cidadão sentado ao lado do nosso smartphone possa seguir com sua navegação, e você perdendo parte de sua bateria com isso.

Os responsáveis pelo projeto afirmam que a bateria não será um problema, já que o uso da bateria do vizinho pode também limitar tal consumo. Além disso, o compartilhamento só estará disponível se uma certa quantidade de bateria estiver disponível no seu dispositivo.

Além disso…

Como será as tarifas desse serviço? Como as operadoras vão cobrar por esse tráfego de dados? Até porque será cobrado de quem vai ‘emprestar’ essa conexão, e não do vizinho que vai aproveitar dela.

Por fim, o software. Para o truque funcionar, é necessário que o smartphone traga algumas modificações no seu sistema operacional, o que permite o compartilhamento da conexão. O software deverá ser executado de forma permanente, em segundo plano, consumindo recursos de CPU e bateria do dispositivo, pois vai buscar de forma contínua os smartphones ao seu redor para compartilhar dados.

Ou seja, é uma proposta curiosa que começa a ser testada na China, mas que deve ser testada em outros países. Se eles vão ter sucesso? Só o ano de 2015 vai dizer.

 

Via TechnologyreviewM87

Google quer facilitar as coisas na hora de compartilhar dados do Android para o iOS

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Pode ser que os usuários das plataformas Android e iOS não se entendam na maioria dos casos, mas isso não quer dizer que muitos não queiram usar as duas plataformas. E levando em conta que o compartilhamento de arquivos de uma plataforma a outra é uma tarefa mais ou menos impossível, podemos entender a frustração que esse grupo polivalente sente.

A Google quer estabelecer um ponto comum que tenta acalmar os nervos. Diversas fontes informam que a gigante de Mountain View trabalha intensamente no Copresence, um serviço que permitiria que dispositivos Android e iOS intercambiassem conteúdos através de uma rede WiFi. A funcionalidade faria uso da localização (incluindo o Bluetooth) para configurar a conexão, e a partir daí podemos compartilhar livremente links, fotos e todo o tipo de informação sem utilizar serviços como o Google Drive ou o Dropbox, que só aumentam o caminho do processo de compartilhamento.

O Copresence estaria disponível nas próximas semanas, e parece que não vai exigir uma conta do Gmail para o seu uso, ainda que muito provavelmente sua compatibilidade será limitada inicialmente aos próprios aplicativos do Google.

Via 9to5mac, The VergeAndroid Police, Techaeris

 

TIM incentiva uso de dados com compartilhamento grátis

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A TIM oferece a partir de agora a o serviço de compartilhamento de pacotes de internet com até quatro aparelhos. Além disso, novos pacotes de dados foram criados, com até 50GB para navegação.

Desta forma, a operadora pretende atender a demanda de usuários que possuem mais de um aparelho para acessar a web – smartphones, tablets ou computadores – e que buscam ofertas simples e com valores acessíveis. Inicialmente, não haverá cobrança de mensalidade pelos chips adicionais e qualquer pacote de dados comercializado será elegível ao compartilhamento. O cliente contrata a oferta de internet de sua preferência e paga apenas pela franquia mensal, podendo dividi-la entre quatro aparelhos, no máximo. No compartilhamento, os chips adicionais estarão habilitados somente para uso de dados.

Para garantir que os clientes possuam volumes de dados suficientes para usar em todos os seus aparelhos, a TIM lança novos pacotes – de 6GB, 10GB, 20GB e 50GB – além de manter as ofertas atuais de 300MB, 600MB, 1GB e 3GB. Os consumidores que optarem por contratar um plano exclusivo de internet, para navegação em tablets e computadores, poderão ativar os mesmos pacotes acima, mas somente a partir da franquia de 1GB.

O compartilhamento é válido para assinantes dos planos Liberty +50 até o Liberty +800 e para os usuários dos planos de dados Liberty Web. Os atuais clientes poderão solicitar o benefício a qualquer momento, indo a uma loja TIM ou ligando para o número 4003-0941.

Via assessoria de imprensa (TIM Brasil)

Edward Snowden alerta que as selfis pornô fazem a alegria da NSA

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Se você é um daqueles que envia fotos eróticas para o seu parceiro (ou parceira), saiba que os técnicos de segurança da NSA gostam muito disso. Edward Snowden deu uma recente entrevista para o The Guardian, onde reveleu detalhes sobre o seu trabalho para a agência de segurança norte-americana. E um dos detalhes mais escabrosos (e nada surpreendente) é que a NSA compartilha a pornografia dos usuários espionados.

Snowden explica que as imagens enviadas com tal conteúdo são “o pão de cada dia” no trabalho dos agentes que filtram as informações. Palavras do próprio Snowden:

Durante o transcorrer do seu trabalho diário, os agentes se deparam com um conteúdo totalmente alheio e irrelevante para o seu trabalho, como uma foto mais íntima e sexualmente explícita de uma mulher atraente. O que eles fazem? Enviam para o seu amigo mais próximo.

Na verdade, não se diferencia muito daquilo que vemos ao longo da madrugada em qualquer Campus Party da vida, com a diferença que o pessoal da NSA tem acesso a todos os computadores do planeta. Ou seja, se você tem fotos privadas e quer que elas continuem sendo privadas, a regra básica é: não envie essas fotos pela internet para ninguém.

Absolutamente ninguém.

Via The Guardian

Prince processa 22 internautas em US$ 22 milhões (ATUALIZADO: Prince desistiu)

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O cantor Prince (que um dia foi conhecido por um símbolo) odeia mesmo a Internet e quem a utiliza. Ele está processando 22 usuários do Facebook e proprietários de outros sites em US$ 1 milhão cada. Detalhe: todos eles administram fanpages e sites com conteúdo do próprio Prince.

No processo, o cantor acusa os internautas de criar páginas de tributo e fanpages com conteúdos que infringem “de forma massiva” o seu material promocional, além de incentivar a pirataria. No processo, Prince alega que cada um deles “é responsável para que milhares aprendam a separar atitudes que culminem na infração de direitos de imagem e pirataria”.

Prince também alega que a criação de tais páginas “se configura em uma rede interconectada de pirataria e distribuição não autorizada de composições musicais e performances ao vivo” do seu material.

Além dos US$ 22 milhões, Prince quer eventuais lucros gerados pelo material pirateado, além dos eventuais custos legais da ação.

Algumas das fanpages citadas no processo são, de fato, páginas que promovem o compartilhamento de músicas do cantor. Muitas delas criados por fãs incondicionais do próprio Prince. Será que a solução é mesmo processar todo mundo?

ATUALIZADO em 29/01/2014 @ 21h05: segundo o site Ars Technica, Prince e seus advogados decidiram encerrar o caso. Um dos advogados do cantor afirmou que “por conta das recentes pressões, os responsáveis pelos sites piratas removeram os arquivos ilegais, e se comprometeram a não mais se engajarem pela pirataria. Nós reconhecemos que os fãs desejam consumir o máximo de material possível, mas preferimos que eles peçam para nós diretamente do que obtenham através de terceiros”.

Via TV Guide

A pirataria digital não pode ser detida

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Do início do IRC até a criação do The Pirate Bay, a dita “pirataria digital” cresceu de forma exponencial, saindo de uma condição da comunidade underground de usuários de computador para ocupar o mainstream, impactando diversas indústrias de vários segmentos da tecnologia de consumo e, principalmente, do entretenimento. Se tornou comum para os usuários compartilhar músicas e vídeos com outros usuários que, na maioria dos casos, ele nem conhece, saindo de uma simples sala de bate-papo anônima, e ocupando sites bem estruturados, com links para download em servidores públicos de compartilhamento.

Entretanto, com o crescimento de sites de streaming de vídeos como o YouTube, está se tornando cada vez mais fácil ver o seu vídeo preferido ou ouvir a sua música de forma legal, com os devidos direitos de execução pagos, e o que é melhor, de graça. Mesmo assim, a batalha é dura e desleal. Enquanto o Google faz o possível para remover do seu mecanismo de buscas aqueles resultados que podem indicar sites ou serviços de compartilhamento ilegal, ao longo dos anos os usuários mais experientes desenvolveram diversas técnicas que “burlam” os sites de busca e as grandes corporações do mundo do entretenimento, mantendo esse material online para milhões de pessoas, indicando que, quanto mais se escava, mais no topo do iceberg as empresas estão.

A cada dia que passa, mais e mais pessoas estão buscando ferramentas e sites para compartilhamento peer-to-peer, utilizando o protocolo BitTorrent. O site mais popular a utilizar esta tecnologia (como você bem sabe) é o The Pirate Bay, mas existem muitos outros pela internet tão competentes quanto. É só uma questão de tempo e paciência por parte do internauta para encontrar sites que oferecem milhões de músicas, filmes, jogos e softwares pagos, a um simples clique do mouse de distância.

Durante anos, o governo dos Estados Unidos tentou (e ainda tenta) remover sites piratas do ar, mas eles mesmos descobriram que não é tão simples desativar tais serviços, principalmente pelo fato que estes mesmos serviços estão sempre um passo a frente das autoridades. É o efeito “monstro de sete cabeças”, onde você corta uma e nascem outras dez. Um exemplo claro é o Megaupload, que foi desativado, mas isso não impediu que os serviços existentes melhorassem, e outros tão bons quanto emergissem, graças ao empenho dos internautas em testar as novas plataformas de compartilhamento.

O jornalista Nick Bilton, do The New York Times, declarou em uma de suas colunas no jornal uma visão interessante do assunto: “parar a pirataria online é como brincar com a maior máquina de ‘acerte a mula’ do mundo (jogo comum nos parques de diversões e shoppings, onde o usuário fica com um martelo tentando acertar as mulas que saem do buraco). Uma hora o jogo eventualmente acaba, e normalmente, quem tenta acertar todas as mulas de uma vez, perde. Nesse caso, cedo ou tarde, as pessoas que ainda acreditam que eles podem acertar todas as mulas de uma vez vão entender que essa é uma grande perda de tempo. Tempo esse que pode ser gasto jogando um jogo totalmente diferente“.

De novo: o problema não está no compartilhamento do material. O problema não está no caráter das pessoas. A fonte do problema é o que a mídia de entretenimento ainda faz com o consumidor, de um modo geral. O formato de comercialização de conteúdos em mídias físicas é algo que vai se tornar cada vez menos lucrativo, principalmente pelo fato que as pessoas cada vez mais estão aderindo ao formato on demand de consumo de entretenimento. Acredito que o Blu-ray vai ser mesmo o último grande formato de mídia física que o mercado vai conhecer. Depois disso, todo mundo vai se voltar para a internet, que é um formato mais barato, igualmente legal, e mais vantajoso para o usuário.

A indústria de videogames já sacou isso a algum tempo. Comercializam jogos via download  em suas principais plataformas, e são hoje mais lucrativas que a indústria do cinema ou da música. O exemplo está aí. O mercado dos games, que era uma das principais vítimas da pirataria, teve suas perdas drasticamente reduzidas com uma solução que aproveita a melhoria das conexões de internet, a qualidade de oferecer um produto original e sem restrições, e tudo isso, mais barato que um jogo vendido em DVD. Fica a dica para os demais segmentos.

Afinal de contas, não dá para jogar apenas nas costas de quem “pratica a pirataria”. A tecnologia está aí. É só as grandes corporações utilizarem essa mesma tecnologia com sabedoria e criatividade.

Panasonic Lumix SZ5: câmera fotográfica compacta com WiFi e controle via smartphone

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O último lançamento entre as câmeras da série Lumix da Panasonic é a SZ5, que tem como principal característica poder compartilhar as imagens registradas na hora, uma vez que a câmera possui conectividade WiFi integrada.

O ângulo da câmera é de 25 mm e possui uma lente Leica DC Vario-Elmer de 14 megapixels que grava vídeos a 720p no formato MP4, mas o mais interessante é o que se refere ao controle remoto. O objetivo da empresa foi criar um dispositivo que segue as tendências sociais atuais, e assim, poder compartilhar as fotografias ou vídeos em blogs ou redes sociais de modo instantâneo.

Desta forma, o produto integra uma tecnologia que permite conectar a câmera no smartphone e realizar todas as operações de compartilhamento e de controle direto da câmera, tudo pleo telefone. Para isso, o usuário vai utilizar a tecnologia Remote Live View, onde você pode ver o visor da câmera diretamente no smartphone, em tempo real, podendo inclusive utilizar o zoom e registrar as fotos diretamente do dispositivo.

Se isso parece pouco para você, também é possível editar fotos e vídeos a partir do celular, reproduzir os vídeos ou compartilhar o material registrado no Facebook, Twitter, Picasa ou Flickr. Essa tecnologia de controle da câmera fotográfica a partir do smartphone é algo que, pelo menos por enquanto, só a Panasonic possui.

Por outro lado, graças à sua conexão WiFi é possível conectar a Lumix SZ5 a outros dispositivos e transferir fotos e vídeos para PCs, tablets, porta-retratos digitais ou TVs. Para aqueles que possuem uma câmera com cartão SD (é o caso de quem escreve esse post), sabe que é muito chato ter que conectar e desconectar a câmera do computador para descarregar todas as fotos.

A Panasonic Lumix SZ5 não tem preço anunciado até o momento, mas tem previsão de chegada ao mercado para o mês de setembro.

Via Gizmologia

Faça sua inscrição para o primeiro curso de pirataria do mundo. Exclusivo, na Espanha

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É isso mesmo que você está lendo! Se você, garoto que se acha esperto por visitar o The Pirate Bay e assistir do conforto de casa o último lançamento do cinema, saiba que muito provavelmente você está fazendo (duplamente) errado! Entre os dias 20 e 21 de julho, o primeiro “Curso de Pirataria” acontece em Madrid (Espanha), e vai discutir com os interessados de todas as idades o que é essa nobre arte de pegar de graça algo que você poderia pagar.

Mas o curso não vai ensinar novas técnicas para você fazer mais rápido o download daquele filme, jogo ou episódio de série. Na verdade, a proposta do evento é discutir as questões filosóficas, éticas, legais, econômicas e tecnológicas da pirataria, e seus reflexos na sociedade. Entre os temas que serão discutidos no evento, merecem destaque os assuntos a seguir:

– O que é Pirataria?
– Quais são os direitos do autor, as patentes e a chamada “propriedade intelectual”?
– A Pirataria é ética?
– A Pirataria é legal? Quais são os problemas legais da Pirataria?
– O que são as licenças Creative Commons?
– Como funciona as sociedades de gestão de direitos?
– Modelos alternativos de distribuição de conteúdos culturais.
– O que é o Software Livre?
– Como evitar a censura na Internet?
– Os perigos à liberdade e neutralidade da Internet.
– Como compartilhar arquivos na Internet?
– Os futuros possíveis da cultura.
– A Pirataria como movimento político e social.
– Pirataria na “Primavera Árabe”, e os recentes movimentos de massas.
– Perguntas, dúvidas e impressões.

O curso é presencial, mas dependendo da qualidade do sinal de internet no local, é possível até que eles façam uma retransmissão do evento por streaming, ou uma gravação de áudio e/ou áudio/vídeo. Para mais informações, visite o blog oficial da Escola de Pirataria.

Google Music no ar: o que você precisa saber

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O Google apresenta a sua proposta para competir com a iTunes Store da Apple. Ontem (16/11), eles disponibilizaram a versão final do Google Music, serviço de compra, venda, divulgação e compartilhamento de músicas.

Durante a conferência Google I/O, realizada em maio, a versão Beta do Google Music foi lançada. Agora, o recurso está finalizado para o grande público, e os internautas norte-americanos (por enquanto) poderão fazer o upload de até 20 mil músicas, de forma gratuita, podendo ouvir o seu acervo a partir de qualquer dispositivo Android, ou pelo computador.

Os artistas poderão vender músicas e álbuns completos via Android Market, podendo vendê-las nos valores de US$ 0,99 a US$ 1,29 cada música, ou US$ 9,49 pelo álbum completo. Para incluir uma música na Android Market, basta o artista ter os direitos garantidos sobre as músicas.

O serviço está ligado ao Google+, o que permite compartilhar as faixas armazenadas na rede social, permitindo que seus amigos ouçam as músicas de sua playlist pelo menos uma vez, de forma gratuita. Grandes gravadoras como Universal Music, Sony Music Entertainment e EMI disponibilizaram faixas de seus artistas no serviço, além de várias gravadoras independentes, como Merge Records, Warp Records, Matador Records, XL Recordings e Naxos. Mais de 13 milhões de músicas estão disponíveis nesse momento no Google Music.

Artistas como Rolling Stones, Coldplay, Busta Rhymes, Shakira, Pearl Jam, Dave Matthews Band e Tiësto fecharam parcerias com o Google, para oferecer conteúdo exclusivo ao Google Music. Abaixo, vídeo promocional do lançamento.

via AdNews

Amnesia Razorfish Connect permite o compartilhamento de dados entre dispositivos móveis, usando uma Surface

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O produto que você vê acima é o Amnesia Razorfish, e muito provavelmente não usaremos em nossas casas (por enquanto). Mesmo porque precisa de uma mesa Surface para funcionar.

De qualquer forma, seu software Connect é bem interessante, e permite compartilhar informações entre telefones e tablets (por enquanto, apenas produtos com iOS, mas esperamos que funcione com Android, Windows Phone e BlackBerry no futuro) de um modo simples e bastante intuitivo. Para seu funcionamento, ele utiliza várias tecnologias, incluindo WiFi, Bluetooth, detectores de proximidade e acelerômetros de telefones, dependendo do tipo de telefone que você está usando. Por fim, descrevê-lo em palavras é bastante difícil.

via Amnesia Razorfish

Depois de The Pirate Bay e Mininova, agora é o IsoHunt que remove 95% do seu conteúdo

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Mais um site de compartilhamento de arquivos que pode estar chegando ao fim de suas atividades. O IsoHunt recebeu ordem judicial para remover todos os arquivos que infringem os direitos de copyright. Pela ação, 95% do conteúdo do site deverá ser removido em 14 dias. Gary Fung, fundador do IsoHunt, afirma que isso pode ser o fim do site, apesar de que o número de acessos do mesmo caiu muito nos últimos anos. O site foi lançado em 2003 e conta com 30 milhões de visitantes únicos por mês.

Fonte

[CEATEC 2009] iTwin, compartilhando arquivos ao redor do mundo

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No meio do mês passado, o curioso dispositivo iTwin deu as caras. Ele é um acessório plug-and-play que permite (mediante seu uso) conectar e sincronizar dois equipamentos em qualquer lugar do mundo. Deste modo, é possível compartihar com qualquer pessoa, todo tipo de arquivo através da internet e com total tranquilidade, já que utiliza criptografia AES-256 para a proteção dos dados. O preço do iTwin é de US$ 99 e seus criadores já confirmaram uma atualização do firmware para Mac OS X para o começo de 2010, que permitirá seu uso entre dois Macs ou entre um Mac e um PC (no momento, o gadget só trabalha com Windows)

Mais @Engadget.com