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30 anos do Amiga, um computador à frente do seu tempo

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Amiga1000

Ontem (23) se comemorou o trigésimo aniversário do lançamento do Amiga, um computador mítico e muito avançado para o seu tempo, que tem um espaço na história da informática por ser o primeiro computador multitarefa e multimídia para o grande consumo.

 

História

Parte da história por trás do Amiga está ligada à história de outras duas marcas: Commodore e Atari. No começo da década de 1980, o fundador da Commodore, Jack Tramiel, iniciou um novo negócio de computadores. Adquiriu a Atari e com a ajuda de ex-engenheiros da Commodore, desenvolveu uma nova linha de PCs Atari.

Enquanto isso, um grupo de engenheiros da Atari dirigidos por Jay Miner deserdaram e formaram a sua própria empresa, que depois se transformou na Amiga Corporation. Em 1984, ela foi adquirida pela Commodore, com a intensão de desenvolver uma nova linha de equipamentos domésticos e comerciais para substituir os modelos próprios, como o Commodore 64.

 

Lançamento

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Em 23 de julho de 1985 foi apresentado o primeiro Commodore Amiga, com um evento no Lincoln Center em Nova York. Uma grande orquestra tocou a noite toda, e todos os funcionários da Commodore apareceram no evento em traje de gala, um smoking branco oferecido pela empresa.

Assim chegou ao mercado o Amiga 1000. Concebido inicialmente por Jay Miner como um console de videogames, ele foi transformado no seu desenvolvimento em um computador pessoal de propósito geral, para se transformar no primeiro PC para os criativos, já que suas capacidades multimídia estavam muito à frente dos PCs da IBM e Macintosh da época.

 

Design

Se design foi inovador, já que ninguém havia desenvolvido um computador pessoal daquela forma. Sua concepção de hardware interno estava baseado na ideia de que cada tarefa estivesse descentralizada com um chip específico para cada uma delas, gerenciados por um processador central, o Motorola 68000, muito popular na época.

O dispositivo era gerenciado pelo sistema operacional Amiga OS, muito avançado, que combinava uma interface gráfica de usuário com a flexibilidade do Unix, permitindo um multitarefa real utilizando o sistema de multitarefa apropiativa. Eram técnicas que já existiam, mas que ninguém havia utilizado na prática em um computador pessoal.

O Amiga 1000 era capaz de mostrar na tela 4096 cores. Na época, o Apple Macintosh só foi capaz de suportar cores dois anos depois, e a multitarefa apropiativa não foi oferecida no Mac OS X até o ano 2000, cinco anos depois.

Sua recepção foi excelente. Talvez o mais notável é que o Amiga OS era o sistema operacional escolhido para o Video Toaster, a primeira suite de edição de vídeo doméstico.

Em 1987, eles lançaram o modelo ‘econômico’, o A500, que por ser mais barato ajudou a estabelecer o Amiga no uso doméstico, como um sistema de jogos de primeira categoria.

 

Declive

Depois de várias versões de modelos melhorados ao longo das décadas de 1980 e 1990, as vendas despencaram e graves problemas econômicos atingiram a Commodore. Com isso, os desenvolvedores de jogos e aplicativos começaram a se distanciar.

A Commodores declarou falência, e as marcas Amiga e Amiga OS passaram de mão em mão, em tentativas fracassadas de reviver uma plataforma que não pode seguir o ritmo de uma indústria que ia para outro lado: os PCs da IBM.

O Computer History Museum (CHM) de Mountain View vai comemorar nesse final de semana os 30 anos do Amiga, com exibições de hardware de primeira mão e várias conferências.

 

Commodore está de volta, com um smartphone

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As velhas lendas nunca morrem, e o nome da Commodore é um exemplo disso. A mítica marca aparece de tempos em tempos para nos surpreender com algo novo, como por exemplo com os PCs em forma de teclado retrô. Hoje, a Commodore USA apresenta o seu smartphone, o Commodore PET.

O dispositivo se encaixa no mercado de linha média, com tela de 5.5 polegadas, processador MediaTek octa-core de 1.7 GHz, bateria de 3.000 mAh, e câmera traseira de 13 megapixels com botão de disparo dedicado. Infelizmente o dispositivo não conta com destalhes ou um design retrô, algo que certamente chamaria a atenção dos usuários mais veteranos.

Por enquanto, o dispositivo estará disponível ainda nesse mês de julho em mercados selecionados (Itália, França, Polônia e Alemanha), com preço sugerido de US$ 300 para a versão com 16 GB de armazenamento, e US$ 360 para a versão com 32 GB (ambas expansíveis via microSD).

A Commodore tem planos de distribuir o seu smartphone para outros mercados em breve, mas não entra em detalhes sobre quais são esses mercados.

Via Wired

Armiga, o emulador ARM do Amiga 500 quer ressuscitar os seus velhos disquetes de 5,25 polegadas

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A nostalgia pode resultar em coisas realmente surpreendentes, como fazer com que um computador do passado volte à vida. Um grupo de entusiastas do Amiga, a mítica máquina da Commodore, decidiram ressuscitar o computador com a ajuda de um emulador.

Desenvolvendo um controlador específico, eles conseguiram ler os discos flexíveis que eram usados nos computadores Commodore, e alocaram tudo em uma memória SD, que executa o software necessário para que tudo funcione. O coração de tudo isso é um Raspberry Pi, que como bem sabemos, funciona com um processador ARM – e por isso temos o nome Armiga.

O projeto do Armiga está em fase de crowdfunding no site Indiegogo, e custa 99 euros. Abaixo, um vídeo demonstra melhor o projeto.

 

Via Armiga
Via Indiegogo

Transforme o seu teclado em um teclado do Commodore 64

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Muito amor no coração de muita gente. É assim que defino qual será o impacto desses pequenos adesivos para teclados, que transformam o seu periférico convencional em um teclado do Commodore 64. Bom, não transforma, mas certamente vai trazer o impacto visual necessário para fazer você feliz.

Esses adesivos foram criados para todo e qualquer tipo de teclado que temos no mercado, e está disponível em duas cores (preto e branco), para que você possa utilizar no seu equipamento, sem qualquer tipo de gabiarra. Fique atento ao detalhe que, seguindo a regra do próprio Commodore, você tem os quadradinhos tão típicos dos teclados do passado.

A má notícia é que, aparentemente, esses adesivos não contam com nenhum software para instalar no computador que permite a inserção das fontes especiais do Commodore 64. Mas não podemos reclamar: por 3 euros ao menos podemos mudar o nosso teclado atual e, a cada vez que você trabalhar no seu computador, você vai ter aquela boa sensação de nostalgia, que de vez em quando vem bem a calhar.

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Commodore C64x Extreme: o lado mais extremo do retro PC

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Aproveitando o lançamento do PC64 e todo o destaque recebido pela série C64, a Commodore USA apresenta o novo C64x Extreme, um equipamento que segue o mesmo aspecto clássico da plataforma, mas com componentes de alta performance, como um processador Intel Core i7-2720Q quad-core de 2.2 GHz, 8 GB de RAM, 2 TB de disco rígido, gráficos Intel HD, duas portas USB 3.0, portas USB 2.0, conexão eSATA, HDMI, DVI, VGA, S-PDIF, Ethernet e porta PS/2. E ainda que seja lançado com o sistema Linux Mint 11 de série, o equipamento é totalmente compatível com o sistema Windows. Preço: US$ 1.499.

via Commodore USA

O Commodore C64 já pode ser reservado nos Estados Unidos

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A Commodore USA iniciou o período de reservas do Commodore 64, com o preço anunciado de US$ 595. Este valor é para o modelo mais básico, com um processador Intel Atom D525 de núcleo duplo, placa gráfica NVIDIA ION 2, 2 GB de RAM e 160 GB de HD.

Segundo a página do fabricante, as primeiras entregas vão ser feitas no começo de junho, onde eles vão contar com extras do produto, como mais 2 GB de memória RAM, unidade de Blu-ray e ampliação da capacidade de armazenamento para até 1 TB. Ainda está disponível um produto com um ar mais n ovo, o VIC-Slim, com preço de US$ 395.

via Commodore USA

[desktop] Commodore USA PC64: um computador Atom com aparência de um Commodore 64

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A história da relação entre a Commodore USA e a Commodore original é um pouco estranha e complicada, mas, pra resumir, lembramos à vocês que a primeira não tinha direitos para usar o nome da segunda, e quase que se mete em graves problemas legais. Meses depois, ficamos sabendo que as duas entraram em um acordo, e o resultado direto será o futuro PC64, que é um dispositivo com aparência idêntica ao C64 do passado.

O novo computador contará com um processador Intel Atom, 4 GB de RAM DDR3, HD SATA de 1 TB, saída HDMI e leitor óptico (DVD ou Blu-ray, a escolher). Sobre o seu funcionamento, não sabemos muita coisa, mas dá pra dizer que não dá para se esperar muito de um computador com processador Atom, e que tenha comodidade ao digitar com este teclado, principalmente para aqueles blogueiros que precisam escrever de forma correta posts em um blog. Como este, que você está lendo. Bom, no meu caso, vou ter que deixar a nostalgia de lado mesmo.

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[informática] Comemoramos os 25 anos do Commodore Amiga, relembrando a sua história

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Já são 25 anos do nascimento do Commodore Amiga. Em 24 de julho de 1985, foi apresentado ao mundo o Amiga 1000, um computador muito avançado para o seu tempo, que chegou a ser considerado o primeiro computador multimídia. Os fãs do produto com certeza se lembram com nostalgia os bons tempos em que fazer gráficos coloridos era o que tinha de mais moderno em termos de computação, e se hoje discutimos a importância de se ter opções multi tarefa nos telefones, foi o Commodore que nos apresentou a ideia de trabalhar com desenvoltura áudio e vídeo ao mesmo tempo, especialmente graças ao seu chip de som com saída estéreo.

Se os computadores da Amiga não chegaram a dominar planeta, foi por uma série de decisões empresariais nefastas, e não por causa de um hardware avançado que, no começo, impressionou em sua demonstração. Enquanto lembramos os bons tempos do Amiga, podemos analisar o passado, e aprender um pouco da história deste grande momento da tecnologia.

Amiga commercial ( 1985 )

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[desktop] Será que a Commodore USA pensa em lançar um PC parecido com o Eee Keyboard?

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Sabemos dos problemas legais que a Commodore USA está enfrentando por causa do seu nome, mas isso não significa que eles não estão desenvolvendo novos produtos. Na foto acima, vemos o que será o Invictus, que tem um formato muito parecido com o Eee Keyboard. A imagem e seus seus detalhes técnicos vieram do fórum da amigaworld.com, onde foram publicados pelo usuário BigBentheAussie.

Entre as especificações (que ainda devem ser confirmadas oficialmente), está um processador Atom, chipset NVIDIA ION, HMDI sem fio e uma bateria com autonomia de 5 horas. A tela lateral é touch (resistiva, com stylus), e pelo o que parece, roda Windows XP sem restrições. Sobre preços e datas de lançamento, nada foi divulgado. Logo, não é de se surpreender se ele nunca for lançado.

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Commodore Gaming afirma que não tem nada a ver com a Commodore USA

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Já noticiamos aqui no TargetHD.net que tem uma empresa nos EUA que está fabricando computadores retrôs. A empresa tem o nome de Commodore USA, e pode confundir os fãs de tecnologia mais antigos sobre sua origem. Para acabar com a confusão, vamos explicar que quem detem os direitos da marca Commodore é a Yeahronimo Media Ventures, que comprou estes direitos em 2004, mudando o nome da empresa para Commodore International Corporation, e informou ao pessoal do Engadget que sua empresa não tem nada a ver com a Commodore Gaming. Ou seja, quem comprar um computador pelas questões nostálgicas, não vai ter a etiqueta Commodore nos produtos até que este pequeno problema seja resolvido.

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[desktop] Licenciaram o nome Commodore para usá-lo em computadores-teclado

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Aproveitando-se da nossa simpatia por um marca do passado como a Commodore, os computadores-teclado com este nome voltarão a existir. Barry Altman, presidente e CEO da Commodore EUA, conseguiu a licença necessária para poder usar o nome do computador em seus produtos. Eles esperam lançar ainda este ano estes modelos, que Barry insiste em dizer que “serão algo nunca antes visto…”. Ok, vamos ignorar que já existe o modelo da Asus, mas vamos supor que o novo produto seja algo baseado no Cybernet ZPC-GX31. Seja como for, devemos admitir que se o design externo de seus futuros produtos se pareça com o Commodore 64 original, vai deixar muitos saudosistas com água na boca.

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