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Comida e eletrônicos substituem roupas de griffe como sinônimo de status social

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Reparou como ultimamente os jovens andam com roupas todas desleixadas? Tá, isso existe desde a década de 1970 (pelo menos). Mesmo assim, o que quero dizer que as roupas não são mais de marcas reconhecidas. E existe uma explicação para isso: todo o investimento vai parar no bolso desse mesmo adolescente, na forma de um iPhone.

Um artigo publicado na International Business Times revela que os adolescentes consideram que a vestimenta como símbolo de status social é coisa do passado. Hoje, os adolescentes investem seu dinheiro em dois novos símbolos de condição social: a comida (não me pergunte porque) e os dispositivos eletrônicos. Mais precisamente o iPhone. 
Citando um estudo do banco de investimentos Piper Jaffray e a professora de negócios da Universidade de Fordham, Marcia Flicker, o artigo do IBT indica que as marcas de roupa para adolescentes sofrem com a ausência da sua jovem clientela, que agora gasta o seu dinheiro em comida no lugar de uma calça jeans.

Os jovens investem 21% dos seu dinheiro em comida, de acordo com o estudo. Não fica claro se é no Burger King ou em um restaurante gourmet. Fato é que, quando não estão comendo, os adolescentes gastam seu dinheiro na aquisição de dispositivos tecnológicos para simbolizar sua condição social.

Flicker cita como exemplo o iPhone, e afirma que os adolescentes não só acham que o iPhone 4 é um modelo do passado, mas que aqueles que o possuem sentem vergonha de ter um. A tendência é que os jovens sejam clientes e potencial de um hipotético iPhone 6, assim que ele for lançado.

Por outro lado, a pesquisa mostra que os jovens desfavoreciam os produtos da Apple, e estavam mais inclinados a adquirir produtos das linhas Samsung Galaxy e Microsoft Surface. Por outro lado, um estudo realizado por Piper Jaffray, publicado no mês passado, afirma que 61% dos jovens nos EUA eram proprietários de um iPhone, um aumento de 13% em relação ao mesmo estudo do ano passado. Mais: 67% desses usuários afirmam que o seu próximo telefone seria um iPhone.

Então… os adolescentes abandonaram o código do vestuário para investir o seu dinheiro nos dispositivos eletrônicos como símbolo de status social? A resposta não é tão simples quando vemos os números, muito menos para detectar se quem está gastando esse dinheiro nos gadgets são mesmo os jovens ou os seus pais, que compram os dispositivos para alimentar o ego dos pequenos e mimados pimpolhos.

Via CNET

Para animar o seu domingo: a base ideal para seu iPhone para a hora do almoço

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Vai me dizer que você nunca quis fazer uma videoconferência durante a hora do almoço? Bom, espero que a resposta seja “não”, mas como os japoneses sempre são mais criativos, e gostam de aprontar essas coisas, nos deparamos com esse prato para yakissoba, que possui um compartimento para que o seu iPhone fique devidamente posicionado, de modo que você possa conversar com alguém enquanto almoça ou janta.

Até porque, fazer as refeições sozinho é algo muito triste. Para mais detalhes sobre o produto, clique aqui.

Bom almoço para todo mundo.

Via CNET

iCRAFT, um braço robótico que segue os olhos para alimentar os programadores que não podem tirar as mãos do teclado

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É possível que nesse exato momento os implantes cerebrais pareçam a solução mais avançada e aberta ao futuro para fazer com que as pessoas com problemas de mobilidade nos membros superiores possam ser mais independentes, mas nem sempre é uma solução aceitável uma cirurgia, tanto pelo lado invasivo quanto pelo econômico. Um meio termo disso pode ser os sistemas de seguimento ocular, como o iCRAFRT da Universidade Northeastern de Boston, Estados Unidos.

O braço mecânico se controla simplesmente filmando o olhar do usuário sobre uma série de caixas apresentadas em um monitor, cada uma delas representando um prato de comida. Desta forma, o usuário só precisa fixar o seu olhar no prato virtual que deseja para receber uma colherada do alimento na boca, sem a necessidade de ativar joysticks ou controles físicos de nenhuma espécie.

É certo que o sistema ainda não sabe a quantidade exata de comida a ser conduzida ao usuário, mas a julgar pelo vídeo que você pode ver abaixo, eu diria que o iCRAFT não só pode ser uma espetacular ferramenta para aumentar a autonomia de um grande número de usuários, mas também pode ser o meu segundo melhor amigo (isso, falando como blogueiro).

E a melhor parte desse projeto é que todo o seu software é em código aberto, ou seja, qualquer pessoa pode criar a sua própria versão do sistema com pouco dinheiro investido. Segundo os seus responsáveis, um iCRAFT pode custar apenas US$ 900, enquanto que outros sistemas custam facilmente três vezes mais.

Via Northeastern

LunchCommunicator, ou um porta-comida de plástico com webcam

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No mínimo, curioso. O que vemos aqui é o LunchCommunicator, que é uma espécie de porta-comida com uma câmera Creative integrada e um MID Viliv S5, que iniciam a transmissão do seu almoço tão logo você abra a tampa do produto. Quando você termina o almoço e fecha a tampa do aparato, a gravação se encerra, de forma que você não precise usar as suas mãos (que estarão cheias de gordura de frango, provavelmente) para encerrar a gravação. Abaixo, vídeo demonstrativo do produto.



via DigInfo

[gadgets] Autom, o nutricionista robô que nunca se sentirá infeliz com você

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Ninguém gosta de ouvir de um amigo ou parente que está acima do peso. Muito menos receber o conselho cretino de trocar o Doritos por palitos de cenoura cura. Por isso, um ex-estudante do MIT apresentou um “robô nutricionista”, chamado Autom, que entre outras coisas, monitora o número de calorias ingeridas, e vai de aconselhando todos os dias, a partir de um questionário variável, para que você perca peso de forma simpática, e com alertas de incentivo a cada progresso. Seus testes nos EUA começam no ano que vem. Vamos ver se os gordinhos vão aderir a esta ideia.


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[gadgets] On Appétit: um menu virtual na sua mesa do restaurante

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Meio-dia, hora do almoço. Você, caro amigo geek que resolveu ler este post do TargetHD.net antes de almoçar, já está pensando no que vai comer. Agora, pense: o quanto é chato você ir em um restaurante, e ter que se deparar com um simples menu de papel, não é mesmo? Alguns restaurantes mais sofisticados ao redor do mundo usam os celulares, telas de toque e até iPads para que o cliente se sinta devidamente à vontade com a tecnologia que o cerca, mas esta solução é bem diferente das demais. A On Appétit é um projeto desenvolvido por Aritz Villodas, da empresa Tecnalia, e que permite que estabelecimentos hoteleiros projetem o seu menu na mesa, com imagens de cada prato projetados diante do consumidor faminto.

Uma webcam reconhece os movimentos das mãos dos clientes, para que assim você possa navegar pelo menu e escolher a comida que é apresentada em uma lista, para que cada pessoa saiba exatamente o que está pedindo. Por enquanto, On Appétit é apenas um protótipo, que com certeza poderá ser desenvolvido de uma maneira mais econômica, pois colocar um projetor em cada mesa não é algo lá muito barato. Agora é a hora da gente se lembrar do Surface da Microsoft: para este fim, ela cairia como uma luva.

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