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Estudos confirmam: deveríamos dormir mais e começar a trabalhar mais tarde

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Um grupo de cientistas do sono realizaram um estudo que revela que para garantir que os adultos consigam dormir mais, é preciso centrar esforços no ‘atraso do momento de começar a trabalhar pela manhã’, ou pelo menos fazer com que essa hora de início de jornada de trabalho seja mais flexível.

O estudo revela que as 10h da manhã seria um bom momento para começar a jornada de trabalho. A conclusão se baseia no estudo dos hábitos de sono de aproximadamente 125 mil norte-americanos durante os anos de 2003 e 2011.

No estudo ‘American Time Use Surveys’, foi revelada uma lógica co-relação entre o horário do início da jornada laboral ou de estudos com a redução das horas de sono dos adultos. Cada hora que o início da jornada de trabalho é atrasada se resulta em um curioso ganho de 20 minutos de sono.

Nos resultados das pesquisas vemos que as pessoas que respondiam que dormiam em média apenas seis horas por dia começavam a trabalhar às 6h da manhã, enquanto que aqueles que começavam a trabalhar entre 9 e 10h da manhã conseguiam dormir aproximadamente sete horas e meia.

A American Academy of Sleem Medicine recomenda que os adultos devem dormir entre 7 e 9 horas por dia. Já o Centers for Disease Control indica que um terço dos trabalhadores dorme apenas 6 horas por dia. O estudo deixa claro aquilo que muita gente já imaginava, mas que agora tem mais peso e valor.

Em resumo: o expediente do TargetHD.net a partir de 2015 começa sempre às 10h da manhã. Não antes disso.

Via NYMag

CDC dos EUA envia por engano uma amostra de um vírus letal para outro laboratório

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Nem mesmo os cientistas do Centro de Controle de Enfermidades (CDC) dos Estados Unidos estão livres de cometer erros. Porém, as consequências dos seus erros podem ser um pouco mais inquietantes. Recentemente, um técnico da central do CDC em Atlanta confundiu duas amostras com o vírus da gripe aviária, e no lugar de enviar uma amostra normal, enviou uma altamente letal, tanto para aves como para seres humanos.

A amostra chegou ao laboratório do Departamento da Agricultura em março. Quando os pesquisadores desse laboratório testaram o vírus em um grupo de frangos – e obviamente nenhum sobreviveu -, eles suspeitaram que algo estava errado com a amostra do vírus. Porém, não notificaram qualquer problema. Foi um segundo laboratório, que quando teve acesso à amostra da gripe aviária letal, notificou o erro ao diretor do CDC, Tom Frieden.

O que mais preocupa nesse caso – que, felizmente, não teve maiores consequências -, é a causa do erro. O técnico que enviou a mostra de vírus letal confundiu as amostras por conta da pressa. Segundo o pesquisador do CDC, o cientista estava atrasado para uma reunião, e produziu a amostra em 51 minutos, em uma tarefa que leva pelo menos 90 minutos em condições normais.

Via AP

Quanto pesa o Mjolnir, o martelo do Thor?

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Excelente pergunta. Sua resposta, cientificamente falando, é difícil de ser obtida, ainda mais se considerarmos que são escaços os dados que conhecemos sobre o mítico martelo Mjolnir. Mas vamos tentar responder.

A Mjolnir é tão pesada, que, se ela escorregasse das mãos de Thor, por descuido, destruiria o planeta Terra por completo. É claro que essa é uma resposta hipotética: nos filmes, histórias em quadrinhos, desenhos animados e outras interações de cultura pop, isso não aconteceu (até agora).

Existem versões diferentes para sua existência. Uma delas afirma que ela foi forjada sob medida, e é fruto de uma aposta com Loki, sem detalhar qual material foi utilizado para a sua fabricação. Uma segunda versão (publicada pela Marvel), detalha que a Mjolnir foi forjada por ordem de Odin, no interior de uma estrela, e a partir do material do seu próprio núcleo. E é essa segunda hipótese que é a escolhida para “destruir a Terra com um descuido”.

Levando em conta a versão da Marvel, o martelo de Thor é absurdamente pessado. Uma estrela de nêutrons tem tanta massa, que um fragmento do tamanho de um cubo de açúcar desse núcleo pesaria aproximadamente 400 milhões de toneladas métricas.

Levando em conta o tamanho da cabela do martelo, calcula-se que a Mjolnir pesaria aproximadamente 4.6 bilhões de toneladas métricas, ou 97 milhões de navios Titantic condensados em poucos centímetros quadrados.

No caso do impacto contra o nosso planeta – como o que aconteceu no primeiro filme de Thor -, o martelo não deixaria uma cratera com metros de profundidade, mas sim atravessaria o planeta, destruindo o mesmo por completo. A força gravitacional do martelo é suficiente para transformar em pedaços qualquer pessoa que se aproximar demais dessa arma.

Infelizmente, a mitologia nórdica garante que uma das qualidades mágicas de Mjolnir é poder golpear com a força que Thor desejar, de modo que se supõe que Eitri e Brokk – os artesãos que teriam forjado o martelo na primeira hipótese – encontraram a maneira correta de modular a massa do martelo de forma conveniente.

Para ilustrar melhor essas teorias, veja a seguir o vídeo produzido pelo pessoal do Vsauce.

 

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Pode a reação em cadeia do filme “Gravidade” acontecer algum dia?

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Hoje é o dia de conhecermos os vencedores da 86ª edição do Academy Awards, também conhecido como Oscar 2014. Um dos indicados na categoria Melhor Filme é “Gravidade”, onde um acidente provoca uma grande (e porque não dizer espetacular) “reação em cadeia”, que direciona os eventos da trama. Mas… e na vida real? Será que tal evento é possível?

Cientistas do departamento de Física e Astronomia da Universidade de Leicester se fizeram essa pergunta, e compartilharam suas impressões em um recente estudo publicado na revista Journal de Physics. O acidente, que serve de ponto de partida para os eventos retratados em “Gravidade” é um cenário hipotético, denominado “Síndrome de Kessler”, e mesmo que seja muito improvável, pode chegar a ocorrer.

O cenário foi descrito pela primeira vez por Donald J. Kessler, consultor da NASA, e que deu nome à esta síndrome. Na prática, o que ocorre é o seguinte: a explosão de um dos muitos satélites artificias que orbita o planeta Terra pode criar uma nuvem de fragmentos de corpos celestes, que podem danificar outros objetos em órbita.

Eventualmente, estas colisões aumentarão o risco de mais colisões. A reação em cadeia resultante geraria uma quantidade tão grande de micro-fragmentos de lixo espacial orbitando em alta velocidade, que tais objetos ficariam invisíveis na órbita mais baixa de nosso planeta, colocando em sérios riscos as missões espaciais e, por tabela, a corrida espacial (que ainda existe).

No caso de “Gravidade”, a explosão que desencadeou a “Síndrome de Kessler” é um míssil que os soviéticos enviam para o espaço, com o objetivo de destruir um satélite. Segundo os cientistas de Leicester, essa hipótese é muito improvável de acontecer no mundo real. Segundo K. Raymer, T. Morris, O Youle e B. Jordan, autores do estudo, se existe um potencial culpado de iniciar tal desastre na órbita da Terra não é nenhum míssil, mas sim, o satélite europeu Envisat.

Eis o culpado...

Eis o culpado…

O Envisat é um satélite de pesquisa do clima que a ESA colocou em órbita em 2002. Em abril de 2012, a agência europeia perdeu completamente o contato com o satélite, dando a missão por encerrada. Porém, a Envisat segue em órbita, a 790 km da Terra. Essa é a altura onde existe a maior quantidade de lixo espacial acumulada na órbita.

Segundo o estudo, sua órbita pode fazer com que ele se cruze em outros objetos. Duas vezes por ano, o satélite, que pesa “apenas” 8.2 toneladas, passa a menos de 200 metros de outro objeto qualquer.

Porém, as possibilidades de um evento Kessler seguem sendo remotas, mas o estudo da Universidade de Leicester recomenda que se investigue mais a fundo uma forma de se livrar da Envisat de forma definitiva. Porém, esse é um processo complicado, que custaria milhões de dólares dos envolvidos. O satélite artificial ainda deve ficar em órbita por 150 anos, antes que a gravidade terrestre o atraia para a atmosfera, que por sua vez, se encarregará de sua incineração.

Via PhysUniversidade de Leicester

Os emoticons fazem parte da nossa vida (e do nosso cérebro)

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Um grupo de cientistas da Universidade Flinders na Austrália elaborou um estudo que demonstra que o cérebro humano processam os sorrisos dos emoticons como sorrisos reais.

Um grupo de 20 participantes do experimento observou várias imagens, onde haviam tanto emoticons sorridentes como faces de pessoas reais sorrindo. Sensores captavam os sinais cerebrais dos participantes ao observar as imagens. E os resultados foram surpreendentes: o sinal chamado N170, que avalia como os participantes captavam as imagens, era ativado claramente quando os participantes viam as imagens das pessoas, mas também quando os emoticons e smileys apareciam.

Isso indica que as imagens dos emoticons se processam de forma similar aos rostos reais nas zonas do cérebro responsáveis por essa identificação, por causa de sua familiar configuração.

Além disso, quando o emoticom é girado, se posicionado na orientação contrário do que seria possível ver na tela, esse sinal se desvencilha. Para explicar melhor: ver o símbolo : -) é diferente de ver o símbolo (-:, já que o cérebro não identifica essa orientação como habitual para essa figura.

O principal responsável pelo estudo, Oweb Churches, indicou que isso é algo interessante, pois revela que podemos integrar uma resposta aprendida e outra inata. Ou seja, estamos naturalmente “programados” para reconhecer faces humanas, mas apenas diante do aprendizado específico podemos compreender o que os pontos e parêntesis significam.

Tal estudo pode explicar o sucesso dos smileys e emoticons, principalmente nos serviços mensagens instantâneas ;).

Via ABC Science

Um passo mais próximo de uma cura do Mal de Alzheimer

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Hoje, 21 de setembro, é o Dia Mundial de Luta contra o Mal de Alzheimer. Nessa data, vale a pena lembar que ao redor do planeta, quase 40 milhões de pessoas sofrem dessa doença, que ainda desconhecemos as principais causas de sua existência, e que infelizmente não tem cura. Ainda. O Mal de Alzheimer é um grave problema de saúde, que está se tornando cada vez mais popular, e que afeta não apenas os pacientes, mas também aos familiares que estão ao seu redor.

Porém, nessa semana, recebemos boas notícias de cientistas da Universidade de Valência (Espanha). Empregando o Caenorhabditis elegans, um modo animal de vida, eles conseguiram resultados efetivos de um bioativo procedente do cacau, que pode servir de tratamento e prevenção para o Mal de Alzheimer.

Essa descoberta foi publicada na revista PLOS One, e é um passo adiante para uma futura descoberta de uma cura para essa enfermidade no futuro. A doença, que foi diagnosticada pela primeira vez em 1906, afeta milhões de pacientes em todo o mundo, que seguem esperando que a ciência descubra uma cura para tal síndrome.

Apesar dessa descoberta, ainda restam muitos anos para que tal método seja aplicado na prática clínica, com seres humanos. A pergunta que fica é: será que seremos capazes de ver no futuro o sucesso dessa pesquisa, com a viabilidade de um tratamento efetivo contra o Mal de Alzheimer. Ficamos na torcida para que sim.

Via PLOS One

Google investiu quase US$ 1 bilhão em projetos de energia renovável

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Vai parecer um pouco estranho imaginar o Google como uma provedora de energia elétrica, mas o fato é que nos últimos dias, a gigante de buscas se comprometeu a investir US$ 94 em um projeto de energia fotovoltaica que está sendo construído pela Recurrent Energy, no deserto de Sacramento, Califórnia. A base de energia elétrica solar vai gerar 88 MW, que é o suficiente para enviar energia para 13 mil lares.

Até agora, a empresa de Mountain View investiu US$ 915 milhões em projetos de energia renovável, e esperam ultrapassar a marca de US$ 1 bilhão em investimentos no começo de 2012. O êxito desse tipo de investimento é tão grande, quem um dos projetos já vendeu 20 anos de eletricidade para o Distrito Municipal de Sacramento.

Alguns vão dizer que esse é mais um investimento para manter a imagem do Google “amigável”, o que para mim, é irrelevante esse tipo de pensamento. Afinal de contas, de alguma forma, a Mãe Natureza é quem vai se dar bem com isso.

Via Blog Google

Alguns cientistas prometem oferecer melhoras substanciais na eficiência do OLED azul

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Não é a primeira vez que cientistas nos tentam com avanços para a tecnologia OLED, ainda que cabe aqui sinalizar que dessa vez eles (supostamente) alcançaram a melhor cota de eficiência possível até agora. John Kieffer e Changgua Zhen (respectivamente professor e estudante de pós-graduação da Universidade de Michigan) conseguiram duplicar o rendimento dos diodos azuis, com a inestimável ajuda de um grupo de pesquisadores de renome de Cingapura.

O experimento se baseava fundamentalmente em manipular de maneira sistemática a distribuição das moléculas em um modelo computacional, até que eles conseguiram melhorar suas características materiais. Desse modo, professor e aluno conseguiram superar a marca anterior (em 5%) para vantajosos 10% de eficiência. A pergunta agora é: quando poderemos usufruir de todas essas tecnologias?

via Physorg

[tecnologia] Cientistas de Harward recriam um pulmão humano em um microchip

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Um grupo de cientistas da Universidade de Harward conseguiram criar um pulmão em miniatura, que é totalmente funcional, graças a ajuda de um microchip, células pulmonares humanas, vasos sanguíneos e um pedaço de plástico poroso. Ele tem um tamanho similar a uma borracha de apagar, e obviamente é muito mais simples do que um pulmão natural, mas parece cumprir seus objetivos muito bem.

Além disso, por causa de sua estrutura translúcida permite que os pesquisadores analisem os processos que ocorrem no seu interior (algo que é mais complicado em um órgão normal), e servirá tanto para diagnosticar os efeitos das toxinas presentes no ar, como para testar novos tratamentos e métodos de cirurgia. É possível inclusive demonstrar a troca de gases entre as células pulmonares e a corrente sanguínea e, com isso, eles voltam seu esforços em criar qualquer outro tipo de órgão neste mesmo formado. Abaixo, temos um vídeo com as explicações de um dos responsáveis do projeto.

Fonte

Descobriram um novo material para discos econômicos com alta capacidade

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Um grupo de cientistas da universidade de Tóquio descobriram um novo composto, o pentaóxido de titânio (Ti3O5) que pode ser usado como mídia para armazenar dados em disco óptico. Este material pode trazer duas grandes vantagens em relação ao germânio ou similares, que são utilizados nos Blu-rays atuais. A primeira delas é o seu baixo preço e, por isso, a chance de fabricação em grandes quantidades. A segunda vantagem é a capacidade de acumular um volume de informação muito maior: mesmo com falta de dados conclusivos, estima-se que seria capaz de multiplicar a capacidade do Blu-ray entre 200 e 1000 vezes.

Fonte

[CIÊNCIA] Planeta mais quente do Universo… e sua capital é Cuiabá! (by Gustavo Vanassi)

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Dica de matéria enviada via Twitter do @vanassi do Depois das 11 Podcast.

Descoberto o planeta mais quente do Universo. O nome do corpo celeste: WASP 12b (lembra nome de produto eletrônico). O lugar tem temperaturas que chegam a 5.500 graus! E como disse o amigo Vanassi… coincidentemente, a capital do planeta é Cuiabá!


Araçatubenses já começam a planejar suas férias para esta nova estância natural!

Fonte da matéria: Clique Aqui.

Abraços e até +!