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Popcorn Time passa a ter suporte para o Chromecast

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O Popcorn Time e o Chromecast passam agora a ser compatíveis. O versátil gadget da Google tem mais uma vez o seu potencial explorado, e a equipe por trás do desenvolvimento do Popcorn Time torna o seu aplicativo compatível com o dispositivo, para que você possa assistir filmes por streaming na sua TV sem a necessidade de cabos.

Não vamos aqui discutir a legalidade do Popcorn Time. O fato é que o modelo de distribuição de conteúdo e a combinação do Popcorn Time com o Chromecast é a melhor coisa que poderia acontecer ao pequeno gadget da Google. Agora é possível enviar conteúdos como filmes e séries recentes para do computador para a TV sem maiores problemas, algo que a indústria do entretenimento deveria considerar, pois o potencial desse formato é enorme.

Por enquanto, a única versão do Popcorn Time compatível com o Chromecast é a do Windows, na versão Alpha 4.3, disponível no site oficial do projeto. Por ser uma versão alta, existe um alto número de bugs. Mas ao menos é um começo. Eles prometem que vão atualizar o app para a fase beta muito em breve, e que uma versão para o OS X já está em desenvolvimento, podendo estar disponível em algumas semanas.

O suporte para o Chromecast se ampliará para funcionar na versão beta 0.2 para Android, que será lançada ainda nessa semana. Os desenvolvedores garantem que estão trabalhando em uma versão do Android compatível com o maior número de dispositivos possíveis. Para o iOS, a promessa de um app é para o mês de agosto.

Via Popcorn Time

Dicas, Truques e Macetes | Formas de liberar espaço no seu Chromebook

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Ainda que muitos tenham apostado muito nos Chromebooks da Google quando foram apresentados, a gigante de Mountain View ainda não desistiu de sua peculiar maneira de ver os computadores pessoais, e é assim que eles conseguiram obter êxito em alguns mercados, com cotas modestas, porém, representativas.

Sem muita pressa, mas com constância, os portáteis da Google se tornam cada vez mais populares, apesar das poucas mudanças feitas em relação ao plano original para o produto. Um dos fatores chave dessa concepção é sua condição de dispositivos baseados na nuvem, com o mínimo de armazenamento para funcionar, e um pouco a mais.

Aproveitar esse espaço de armazenamento do Chrome OS pode ser uma odisseia. Se você se descuida, certamente passará por maus bocados por não ter reservado pelo menos 2 GB de armazenamento para eventualidades. Esse post revisa algumas formas de aproveitar melhor o (pouco) espaço disponível nos Chromebooks.

 

Desinstalar Aplicativos

Diz o ditado que a resposta correta é, na maioria dos casos, a mais óbvia. No Chrome OS, os aplicativos funcionam de forma diferente do que em outras plataformas. Alguns apps que não precisam de conexão com a internet consomem maior espaço de armazenamento, enquanto que outros podem rodar integralmente no navegador. Eliminar jogos e aplicativos que ocupam muito espaço apenas por funcionarem em modo offline e apagar aplicativos que instalam dados que exigem o uso da internet pode ajudar.

Escolher quais aplicativos você deve ou não desinstalar é algo que varia de acordo com o usuário. É recomendado sempre ter em conta a utilidade do aplicativo, sua comodidade de uso, e o quão produtivo somos com ele. Assim, é sempre recomendável apagar jogos muito espaçosos, e não ter mais de um aplicativo que realize uma mesma tarefa.

Para eliminar aplicativos do Chrome OS, abra a lista de aplicativos, clique à direita daquele a ser removido, selecione o item “remover ou desinstalar do Chrome”, e pronto.

 

Limpe o cache e outros dados de uso

O cache de navegação são dados que são armazenados para que você não precise descarregar novamente esse conteúdo na próxima vez que você precisar dele. Desse modo, a navegação na web é muito mais rápida. Porém, com o passar do tempo, ele acaba consumindo o espaço de armazenamento do equipamento. mesmo assim, há outros dados de navegação que se armazenam e se acumulam com o tempo.

Felizmente, eliminar esses dados não é algo muito difícil: selecione Menu, depois Mais Ferramentas, e Apagar Dados de Navegação. Aqui, você escolhe os dados que serão eliminados, especialmente imagens e arquivos em cache. Escolha o item Limpar Dados de Navegação, e pronto.

 

Revise os arquivos que você tem no Google Drive

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O Google Drive sempre salva uma cópia de todos os seus arquivos na nuvem, mas nem sempre faz o mesmo de forma local. Isso é algo bem vindo, pois permite a liberação de algum espaço no disco do Chromebook. Algumas vezes apagar arquivos que não precisamos é bem vindo para a saúde do seu equipamento.

Infelizmente, não há modo de se desfazer desses arquivos, a menso que você o elimine do Google Drive. Logo, se você tem arquivos de sua conta na nuvem que ocupam muito espaço local, e sabe que não precisa mais dele, elimine esse arquivo de uma vez por todas.

 

Elimine os arquivos baixados

Para ver os arquivos que você baixou recentemente, basta usar o aplicativo Arquivos, e escolher a opção Downloads. para tornar mais simples encontrar os arquivos que estão ocupando mais espaço, ordene a visualização por tamanho. Se você tem algum arquivo que queira conservar, mas ainda assim precisa liberar espaço, armazene esse arquivo para um disco externo, uma memória USB, ou diretamente para a sua conta no Google Drive.

Por enquanto, isso é tudo. Se você conhece alguma outra dica que funcionou para você, compartilhe essa dica conosco (e com os leitores do blog) na área de comentários.

Um clone do Chromecast com Firefox OS aparece em forma de protótipo

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Um dos evangelistas da Mozilla revelou que já existe pelo menos um protótipo de um dongle HDMI, com o mesmo formato e objetivo do Chromecast da Google, mas baseado no Firefox OS. Ou seja, em breve, poderemos testemunhar a chegada dessa plataforma na nossa televisão.

O protótipo – que ainda não tem nome comercial – já circulou entre alguns desenvolvedores, mas ainda restam muitos detalhes a serem revelados sobre o mesmo, como a sua data de lançamento ou preço. O que sabemos é algo interessante: o dongle com o Firefox OS pode executar alguns aplicativos do Chromecast.

Faz tempo que a Mozilla já oferece funcionalidades de “casting” no navegador Firefox, e alguns desenvolvedores já conseguem oferecer conteúdos a partir do navegador para os set-tob boxes da Roku, com a opção de fazer o casting para o Chromecast como uma das mais evidentes em um futuro próximo.

Porém, parece que no lugar de depender dos dispositivos da Google, alguns fabricantes decidiram desenvolver um dongle que está baseado no Firefox OS. A vantagem mais evidente nessa escolha serão as opções de hack, permitindo a adaptação do produto às necessidades de cada usuário, algo que a Google não facilitou tanto como muitos queriam, apesar de ter publicado um SDK a alguns meses.

Pelo visto, a Mozilla não está envolvida no desenvolvimento do produto. A empresa basicamente “certificou” ou “homologou” o projeto, para que o produto possa receber a etiqueta de “compatível com o Firefox OS”. A seguir, vídeo do produto em ação.

 

Via GigaOM

Toshiba apresenta sua nova linha de portáteis e tablets, com Windows e Chrome OS

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A Toshiba apresentou na Europa uma nova leva de produtos que devem chegar ao mercado daquela região ao longo das próximas semanas. São quatro novos equipamentos entre notebooks, tablets e híbridos/conversíveis, apostando no Windows e no Chrome OS.

Toshiba Kira

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O Toshiba Kira é um ultrabook com uma tela touch com resolução de 1.440p (2.560 x 1.440 pixels), processador Intel Core i7 Haswell, 8 GB de RAM e sistema operacional Windows 8.1 Pro. Na parte de conectividade, temos uma porta HDMI que reproduz conteúdos na resolução UHD (4K) em telas compatíveis, além de três portas USB, WiFi b/g/n e leitor de cartões SD. Conta ainda com 256 GB de armazenamento em SSD. Seu preço inicial sugerido é de 1.499 euros.

Toshiba Satellite PW30

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A Toshiba lança um equipamento conversível, com uma aparência clássica de um computador portátil, repetindo aquilo que a concorrência está fazendo. O Toshiba Satellite PW30 é menos potente que o Kira, com um processador Intel Core i5 e gráficos HD Graphics 4400. Sua tela de 13.3 polegadas (1.920 x 1080 pixels) também é touch, e a autonomia da bateria do produto é de 9 horas.

O modelo conta com 128 GB de armazenamento via SSD, câmera traseira de 5 megapixels, e possui sistema de encaixe mecânico da tela com o teclado, oferecendo apenas as opções de uso portátil e tablet. Seu preço inicial sugerido é de 1.099 euros.

Toshiba Chromebook CB30

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A Toshiba também aposta nos Chromebooks, e aproveita o momento onde apenas a HP e a Acer fazem o mesmo para apresenta o Toshiba Chromebook CB30. O modelo chega ao mercado entre os meses de julho e agosto, e conta com um processador Intel Atom, tela de 13 polegadas, duas portas USB 3.0, saída HDMI, WiFi, Bluetooth 4.0, 16 GB de armazenamento em SSD com 100 GB grátis do Google Drive por dois anos. Com apenas 1.5 kg de peso, quer se transformar no computador daqueles que não precisam ter um equipamento potente. Seu preço sugerido é de 299 euros.

Toshiba Encore 2

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Por fim, temos o tablet Toshiba Encore 2, com tela de 10.1 polegadas (1280 x 800 pixels), 2 GB de RAM, processador Intel Atom de quatro núcleos, 32 GB de armazenamento, slot para cartões SDXC, peso de 550 gramas, espessura de 1 cm e sistema operacional Windows 8. Seu preço sugerido é de 299 euros.

HP apresenta oficialmente os novos Slatebook 14 e Chromebook 11

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HP Slatebook sitting on office desk

O chamativo notebook de cor amarela que vimos a algumas semanas foi apresentado oficialmente. O HP Slatebook 14, com tela de 14 polegadas, se destaca por contar com o sistema operacional Android, e aproveita a Computex 2014 para tirar o evento da monotonia do reinado do Windows.

O notebook conta com uma SoC NVIDIA Tegra 4 com 2 GB de RAM e até 64 GB de armazenamento interno. Sua tela possui resolução 1080p e a espessura do produto é de 16 mm, com um peso de 1.6 kg. O design é atraente por conta do contraste entre o amarelo e o preto da carcaça, e esse é um dos produtos que ainda conta com a tecnologia Beats Audio nos alto-falantes. Seu preço sugerido é de US$ 399.

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A HP aproveitou a oportunidade para apresentar o Chromebook 11, que é basicamente um modelo renovado, com melhor bateria e preço reduzido (de US$ 279 para US$ 249). A diferença de US$ 150 desse para o Slatebook faz com que alguns se interessem mais pelo Chromebook mesmo, mas talvez a versatilidade do Android e o tamanho de tela possam ajudar a colocar o modelo maior como preferencial na escolha dos usuários mais exigentes.

Mais imagens dos novos portáteis a seguir.

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Via Engadget, HP

HP Chromebox é anunciado oficialmente

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Muito se falou sobre o Chromebox, mas até agora, só conhecíamos o modelo desenvolvido pela ASUS. Isso muda hoje (19) com o anúncio oficial do HP Chomebox. O pequeno computador multimídia com sistema operacional Chrome OS da Google será oferecid com duas configurações, ambas com chips da Intel, que é “dona” do seu hardware principal.

As duas versões contam com processadores Intel Celeron 2955U e Intel Core i7-4600U – este último da família Haswell. Como outros produtos com Chrome OS, sua memória de armazenamento é uma SSD de 16 GB.

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Sua configuração base terá 2 GB de RAM, mas é possível adquirir o produto com até 8 GB de RAM. Nas suas conexões, vemos uma saída HDMI, outra DisplayPort, porta Ethernet, slot para cartões SDXC, WiFi e Bluetooth 4.0.

Ainda não está claro quando o produto será lançado em específicos mercados, assim como detalhes de sua especificação técnica (já que os dados foram extraídos de uma folha de especificações publicada na loja online da HP). Mas já sabemos que o produto deve chegar no hemisfério norte e em alguns mercados da América Latina em junho, com preços de US$ 200 para a versão mais básica, e US$ 600 para o modelo mais avançado.

Mais imagens do produto a seguir.

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Via HP

Intel e Google fecham parceria para oferecer potência e autonomia para os fabricantes de Chromebooks

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Mais notícias sobre o Chrome OS. Depois da Lenovo e ASUS apresentar novos Chromebooks, Intel e Google compartilhou os seus planos conjuntos com a plataforma. Uma boa lista de importantes fabricantes compartilharam o mesmo palco em San Francisco (EUA), com o compromisso de utilizar os chips Intel para dar vida aos seus produtos.

Dois anúncios merecem destaque: os Chromebooks com Intel Core i3 da família Haswell, e os notebooks com chips Bay Trail.

Chromebooks con Intel Bay Trail: autonomia de bateria

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ASUS, Toshiba, Acer e Lenovo são as empresas que decidiram optar pelo hardware Bay Trail. A solução da Intel se caracteriza pelo baixo consumo e baixas necessidades de refrigeração. Serão os primeiros a fabricarem Chromebooks com arquitetura x86 que não contarão com ventiladores.

A autonomia de bateria prevista pela Intel é de 11 horas em uso normal, e por conta de suas especificações de hardware, a espessura máxima desses futuros portáteis é de apenas 1.7 centímetros.

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Obviamente, esses equipamentos serão menos pesados que os Chromebooks com hardware Haswell. Também podemos esperar algo positivo com os modelos referência e designs que podem oferecer o pequeno hardware da Intel.

Acer e Dell com Intel Core i3 Haswell: potência

Tanto Dell como Acer terão no mercado os seus Chromebooks com processadores Intel Core i3 da família Haswell, mais potentes do que os apresentados no item anterior.

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Possivelmente nos deparemos com uma versão atualizada do Dell Chromebook 11, e o mesmo deve acontecer com o Acer C720. Os dois modelos terão um preço de lançamento de US$ 349 nos Estados Unidos.

A Samsung nem é citada, já que defende a variante do Chrome OS com arquitetura ARM, e esse era o momento da Intel ser a co-protagonista. Também não apareceu nenhuma informação relativa à HP.

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Apesar do evento de ontem ser centrado no hardware e nos fabricantes envolvidos, também foram reveladas algumas novidades na parte de software, como o Google Now no Chrome, ou o suporte para filmes na Google Play sem conexão.

ASUS C200 e C300 Chromebook, e a aposta no Intel Bay Trail

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Ontem (5) foi um dia muito importante para a Google e os seus Chromebooks, já que a Lenovo mostrou as suas armas, revelando os seus planos nesse segmento com a Intel. Poucas horas depois, a ASUS apresenta os seus dispositivos com Chrome OS para a temporada.

Na lista das novidades importantes da Intel, estava o hardware Bay Trail para os Chromebooks, uma proposta que oferece uma maior autonomia de bateria, com redução de tamanho do produto e preço. Entre os fabricantes que escolheram esta opção, está a ASUS, e seus primeiros portáteis são os modelos ASUS C200 e C300 Chromebook.

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É uma ótima ideia por parte da ASUS a de não se esquecer dos tamanhos de tela maiores nesse tipo de produto, pois além do típico modelo com 11.6 polegadas de tela (C200), eles também apresentaram um modelo com 13.3 polegadas (C300). A resolução de tela é a mesma para os dois modelos (1.366 x 768 pixels).

Voltando ao hardware, o Intel Bay Trail N2830 possui dois núcleos a 2.4 GHz, e ainda que não tenha a mesma potência dos Chromebooks com Haswell, nos seus primeiros benchmarks, ele se mostrou melhor que os modelos que usam arquitetura ARM (Samsung Exynos). Outra grande virtude é a sua autonomia de bateria, superior a 10 horas de uso.

Nas demais especificações, temos o mesmo que já vimos em outros Chromebooks: 16 GB de armazenamento em SSD, 2 GB de RAM, suporte para conectividade 802.11ac, porta USB 3.0, porta USB 2.0, saída HDMI 1.4 e Bluetooth 4.0.

Os novos Chromebooks da ASUS serão lançados nos Estados Unidos no final do mês de junho, com preço inicial sugerido de US$ 250 (para o C200). O C300 não teve seu preço anunciado.

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Lenovo apresenta os seus novos Chromebooks N20 e N20p

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A Lenovo é líder no segmento de portáteis, e pretende consolidar essa liderança com dois novos modelos da linha Chromebooks, nos modelos Lenovo N20 e lenovo N20p. Não é a primeira aposta da empresa com a plataforma da Google, mas é o primeiro pensado no grande público (antes eles apostaram no segmento educacional).

No começo de 2014, a Lenovo já havia avisado que o Chrome OS era uma das apostas mais importantes da empresa para o período. Agora, os dois novos modelos são oficiais. Os dois portáteis são praticamente idênticos nas suas especificações, com a principal diferença ficando na tela touch giratória do N20p. É possível colocar até 300 graus de giro em relação ao teclado, podendo usar o portátil sem intermediários, como uma tela única.

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A Lenovo informa que o N20p tem design herdado da família Yoga, e sua dobradiça tem vida útil de mais de 25 mil giros. Além disso, os teclados ThinkPad estão presentes, com a adição das teclas especiais para o Chrome OS.

Fora isso, não há muitas surpresas nas especificações: tela de 11.6 polegadas (1.366 x 768 pixels), processador Intel Haswell, 2 GB de RAM (expansível até 4 GB) e 16 GB de armazenamento em SSD.

Também não podemos nos esquecer de citar a sua câmera frontal de 1 MP, duas portas USB, saída HDMI e leitor de cartões SD. Sua bateria possui autonomia prometida de até oito horas de uso.

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O Lenovo N20 chega ao mercado norte-americano em julho, com preço sugerido de US$ 279, enquanto que o Lenovo N20p estará disponível em agosto, e custará US$ 349.

Google Chromecast será lançado no Brasil em maio, custando R$ 199

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Em entrevista para o INFO EXAME, o vice-presidente de produtos da Google no Brasil, Mário Queiroz, confirmou que o Google Chromecast, dispositivo de streaming multimídia da empresa, será lançado no Brasil nesse mês de maio, com preço sugerido de R$ 199.

Mário explica que o Chromecast é focado na simplicidade, buscando aproximar o consumidor com uma interação mais simples que a presente nas Smart TVs atuais. A ideia é que o usuário leve “no máximo cinco minutos ou menos” entre o momento em que retira o produto da caixa até o momento em que ele assiste o primeiro vídeo no produto. Para isso, escolheram a interface dos smartphones, expandindo essa experiência na tela da TV e “abolindo” o controle remoto.

O executivo lembra que o Chromecast foi feito do zero, crescendo aos poucos. Para Mário, o principal diferencial é que o Chromecast é acessível no seu preço sugerido (apesar de muitos considerarem o valor elevado, levando em consideração o preço cobrado nos EUA), além de sua facilidade para receber novos apps, via SDK (prometido pela Google para os desenvolvedores). A ideia da Google a longo prazo é que o Google Cast (sistema presente no Chromecast) esteja embarcado em outros aparelhos de parceiros da empresa.

No Brasil, os parceiros de conteúdo da Google serão os mesmos presentes em outros países, ou seja, parceiros globais (Netflix, Rdio e Vevo). Em um segundo momento, estarão presentes os parceiros locais. A Google já mantém conversa com canais locais de TV.

Inicialmente, a produção do Chromecast não será local, mas se o produto tiver grandes volumes de vendas no Brasil, o parceiro da empresa no projeto “não teria problemas” em produzir o produto por aqui. Mário lembra que nada impede que as pessoas continuem comprando o Chromecast lá fora (pagando US$ 35), e explica que o mercado brasileiro é grande o suficiente para suportar as duas demandas de vendas. Lembra que, no momento, o mercado de banda larga no Brasil ainda é um problema, e que os impostos de importação invariavelmente impactam no valor do produto. Por outro lado, ele mesmo afirma que o mercado brasileiro como um todo cresceu, onde a Google vende mais produtos e serviços, e os concorrentes, também. E eles esperam o mesmo efeito para o Chromecast.

Outro fator que explica o lançamento do dispositivo no Brasil é o crescimento do consumo de conteúdo via streaming. O executivo aposta que, no futuro, os conteúdos via internet serão a força dominante no consumo do entretenimento, e a mídia física será definitivamente abandonada. Até lá, a Google aposta no Chromecast em escala global, e espera que a banda larga brasileira cresça no mesmo porte, para acompanhar esse crescimento.

Via INFO EXAME

Esepcial | Os melhores navegadores para tablets

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Todo mundo que tem um tablet sabe o quão cômodo é deixar o computador de lado por alguns momentos para se sentar no sofá ou deixar na cama para seguir aproveitando o que a internet tem para oferecer. Houve um tempo que só havia um ou dois navegadores para tablets (no máximo), mas hoje, isso mundou. Uma lista bem completa de opções são oferecidas para buscar a preferência do usuário.

Decidimos fazer uma revisão dos melhores navegadores para tablets, que podem melhorar a sua experiência de navegação, ou complementar o uso que você já possui com o desktop. Vejamos.

Google Chrome

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Com toda uma legião de seguidores, esse é um dos navegadores mais populares para desktops e dispositivos móveis. Os usuários do Chrome no PC ou Mac certamente entenderão que essa é a escolha mais útil para os tablets.

O Chrome para Android ou iPad tem uma função de sincronização que nos permitirá continuar a ler as seções que iniciamos no computador, além de compartilhar os favoritos de forma indiscriminada entre as plataformas. Além de ter um dos melhores motores de renderização e oferecer uma rica experiência de navegação, as versões móveis do Chrome incluem uma opção para visualizar sites como se estivesse em um desktop, muito útil em diversas páginas web que não ficam tão bem ajustadas no formato mobile.

Disponível para Android, iPad ou Windows

Dolphin Browser

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Dolphin é, se não o melhor, um dos melhores navegadores para tablets que podemos encontrar. Foi um dos primeiros a permitir a navegação por janelas, e desde sempre esteve na frente na hora de implementar novas inovações em seu aplicativo.

Além de contar com um gerenciador de downloads, o aplicativo conta com um completo catálogo de funcionalidades extras, como gestos e comandos de voz. Além disso, dentro das respectivas lojas de aplicativos, também vamos encontrar um bom punhado de complementos, que permite a adição de funções extras, sem falar na sincronização de dados com o navegador do desktop, através da extensão Dolphin Connect, que é compatível com os navegadores Chrome, Firefox e Safari.

Disponível para Android e iPad.

Skyfire

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Um dos navegadores mais populares do Android antes da era Flash também se transformou em uma das referências para os usuários do iPad. O Skyfire não é um dos navegadores mais versáteis, ou o que tem mais opções. Na verdade, nem me atrevo a dizer que é o melhor da lista. Porém, ele tem um diferencial que chama muito atenção, que é permitir a visualização de forma simples das páginas em qualquer plataforma, sem a necessidade do uso do Flash.

Desse modo, se o vídeo está no formato Flash e o seu tablet iPad ou Android não pode executar esse script, o Skyfire vai reproduzir esse vídeo para você, utilizando os seus servidores para converter o tal vídeo, e entregá-lo em um formato que torne a reprodução algo possível.

Disponível para iPad (eles deixaram de dar suporte para o Android).

Firefox

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Desde sempre o Firefox foi um dos navegadores mais populares da internet. No Android, as coisas não são muito diferentes do que acontece nos desktops, e o Firefox é considerado por muitos o melhor navegador para tablets, especialmente para aqueles que o utilizam no computador, e tiram o máximo proveito de suas opções de sincronização.

Pese a tudo isso, muitos seguem considerando o Firefox um navegador beta no Android, e que sua performance é lenta quando comparado aos demais. Sobre a sua versão para tablets Windows, ela já inclui o suporte para a interface Metro, e é provavelmente o melhor que poderemos utilizar em tablets com Windows 8 ou superior.

Disponível para Android e Windows.

Internet Explorer

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Depreciado por muitos, e recentemente amado por outros tantos, a história do Internet Explorer é longa, complexa e repleta de má fama. Porém, todos sabemos muito bem que as últimas versões do navegador da Microsoft melhoraram muito (bom, é o que dizem: eu mesmo não quis arriscar).

De qualquer forma, o Internet Explorer é, ao lado da alternativa da Mozilla, o melhor navegador para um tablet com o Windows 8 e sua interface Metro, já que se adapta perfeitamente à plataforma. Vale a pena o experimento.

E para você? Qual é o navegador que você usa no seu tablet, ou qual é o melhor navegador de internet para tablets na sua opinião?

Você já pode controlar o seu PC através do seu smartphone Android, com o Chrome Desktop

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Além do aplicativo de câmera, a Google lançou ontem (16) na Play Store o Chrome Remote Desktop, um aplicativo que permite o controle e administração remota de um PC, através do navegador Chrome.

Esse recurso já estava disponível através de uma extensão para o navegador da Google para desktops. Agora, temos a mesma funcionalidade para smartphones e tablets. A regra segue a mesma: o navegador Chrome para o desktop deve contar com a extensão Chrome Remote Desktop, tanto para Windows, OS X e Linux.

Ao instalar o aplicativo no smartphone, é possível a conexão com o nosso PC de forma segura – via PIN de autenticação da seção -, fazendo com que uma mensagem apareça no PC, avisando que outro dispositivo assumiu o controle de forma remota.

A ferramenta está disponível por enquanto para dispositivos Android, mas a Google já revelou que devem oferecer o recurso para o iOS nos próximos meses.

Download
Chrome Remote Desktop para Android

ASUS C200, o seu primeiro Chromebook aparece em imagens na web

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A ASUS é uma das parcerias da Google que ainda não havia apresentado nenhuma opção com o Chrome OS, mesmo se mostrando muito interessada na plataforma (a prova disso é o seu Chromebox). Pois bem, agora temos imagens do ASUS C200, que não é muito diferente nas especificações do que já conhecemos em modelos de outras marcas.

O hardware foi assinado pela Intel, que por enquanto se apresenta como a melhor opção com o sistema, diante da experiência de uso com a alternativa ARM. Conta com uma tela de 11.6 polegadas, e por conta do seu tamanho, é muito provável que um suposto modelo C300 esteja em desenvolvimento, com uma tela de 13.3 polegadas. As imagens também mostram um trackpad de tamanho considerável, e materiais no estilo da ASUS.

Infelizmente, não temos mais informações sobre o produto, além das imagens desse post. Sua aparição na web nos leva a pensar que sua apresentação oficial pode estar próxima.

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Via Online Partner

Crackle, Rdio e Vudu passam a ser compatíveis com o Chromecast

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O Chromecast segue ampliando o seu leque de serviços compatíveis. Agora, o Cracke (serviço de vídeo on demand da Sony), o Rdio (serviço de streaming de músicas) e o Vudu (loja online de filmes) podem ser consumidos com o pequeno dongle multimídia da Google.

A notícia chega no mesmo momento em que os rumores envolvendo um lançamento de um produto similar da Amazon na próxima quarta-feira (02) são mais frequentes. Obviamente, a Google não quis ficar de braços cruzados, e nas últimas semanas, importantes avanços para o Chromecast foram anunciados, como a publicação do SDK e o lançamento do dispositivo em vários países fora dos Estados Unidos.

Esperamos que isso incentive de alguma forma a fazer com que o produto chegue ao Brasil em um futuro a médio prazo.

Via CNETRdioVuduCrackle

HP se surpreende com a aceitação dos Chromebooks

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Durante uma conferência de tecnologia realizada esta semana, Meg Whitman, CEO da Hewlett-Packard, afirmou estar surpresa pelo interesse que os Chromebooks despertaram nos potenciais consumidores e usuários. De acordo com a executiva, os computadores com o sistema da Google surpreendem pelo seu extenso alcance, não só pensado na área da educação, mas também para os pequenos negócios.

A declaração da executiva aconteceu durante uma conferência da Morgan Stanley, em San Francisco (EUA). “(Os Chromebooks) contam com um atrativo mais extenso do que eu originalmente antecipei, ou nós antecipamos… parece que sim, há um potencial para o Chromebook entre os empresários pequenos e médios, e até empresas mais estabelecidas”, afirmou Whitman.

Além disso, e com relação à esses comentários – algo que pode significar más notícias para a Microsoft -, Whitman reforça que a estratégia da HP é ir além do Windows no mercado de PCs. “Existem grupos que não necessitam de uma compatibilidade atrasada com o Windows em seus portáteis. Estou convencida que graças aos sistemas operacionais múltiplos e as arquiteturas múltiplas, essa é a melhor opção para nós, e vamos seguir o mercado, tentando ser o provedor líder na área comercial”, completou.

Hoje, a HP vende lá fora o Chromebook 11 e o Chromebook 14, com preços entre US$ 279 e US$ 299, respectivamente.

Via CNET