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Facebook censura foto icônica e causa polêmica

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O Facbeook tem como política censurar quase tudo que implica em nudez, e ainda que muitos entedem que isso é algo retrógrado, há algumas situações que não só não se resolvem, como chegam a extremos inimagináveis.

Um exemplo claro está no caso onde o Facebook não conseguiu diferenciar a foto “O Terror da Guerra”, vencedora do prêmio Pulitzer (foto que ilustra o post), que foi vista como algo negativo porque “há uma nudez infantil”.

O jornalista norueguês Tom England enviou a foto para a sua conta no Facebook para criar um conteúdo chamado “fotos que mudaram a história da guerra”, mas a imagem rapidamente ela foi suprimida e sua conta suspensa.

 

Uma polêmica desnecessária

O caso ganhou força, e até o primeiro ministro da Noruega se envolveu no assunto, mas todos que tentaram enviar foto novamente viram a mesma ser eliminada, sem maiores explicações e sem sequer ter tempo dos implicados explicarem ou se defenderem.

Em comunicado, o Facebook explica que, ainda que reconheça a foto como icônica, que custa para eles distinguirem esta imagem de outras que também mostram a nudez infantil que são proibidas, e reconhecem que buscam sempre um equilíbrio, ainda que suas soluções não sejam perfeitas.

A resposta é simplesmente ridícula. É preciso ser um cego para não ver as diferenças que apresentam esta foto com outras que podem (e devem) ser censuradas. em todo caso, mostra como a política do Facebook é mais que questionável.

Via The Guardian

A tentativa de golpe de estado na Turquia também bloqueou Twitter, Facebook e YouTube no país

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A situação da Turquia se estabilizou, e a tentativa de golpe no país fracassou. Mas nas primeiras horas de sucesso do golpe, o acesso ao Facebook, Twitter e YouTube foi bloqueado aos cidadãos do país.

A conta do Twitter @TurkeyBlocks revelou que os três serviços foram bloqueados enquanto que o Instagram e o Vimeo seguiram disponíveis. O acesso aos serviços foi recuperado uma hora e meia depois, e alguns cidadãos turcos ainda utilizavam os serviços com a ajuda de VPNs.

O departamento do estado dos Estados Unidos reconheceu o problema, enquanto que os responsáveis pelo Twitter indicavam que, de acordo com os seus dados, o serviço na Turquia não estava bloqueado. O Facebook não fez comentários sobre o tema, enquanto que o YouTube reconheceu o bloqueio.

O uso das redes sociais em eventos desse tipo é uma arma poderosa para informar o resto do mundo sobre o que realmente acontece em um determinado local em tempo real. Já vimos o impacto dessas redes quando elas foram cruciais nos eventos da Primavera Árabe em 2011, e alguns países restringem o acesso dessas redes como novo mecanismo de censura.

Via TechCrunch

Coreia do Norte bloqueia o acesso ao Facebook, Twitter e YouTube

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Ah, a Coreia do Norte e a sua forma de “respeitar” os direitos do mundo livre. A ditadura “comunista” que seu povo vive… exceto o menino Kim, que tem todo o luxo possível. Mas isso é outra história.

A Coreia pobre mais uma vez está em evidência, e não apenas por seguir se esforçando para manter os privilégios de poucos às custas dos demais.Mas principalmente pela sua força de censura. A mais recente decisão do país proíbe o acesso de sua população a serviços populares na internet, como Facebook, Twitter e YouTube. O mais estranho é que o acesso não estava proibido oficialmente, mas pelo número ínfimo de pessoas que acessam à internet naquele país, o governo achava que aquilo não era um problema para a sua ditadura.

Porém, eles se esqueceram dos estrangeiros.

Até agora, quando um estrangeiro visitava a Coreia do Norte, poderia se conectar à internet sem problemas, enviando informações do país através das redes e aplicativos que todos conhecemos. Agora, não mais.

As coisas voltam a ficar mais tensas por lá depois dos testes armamentísticos realizados por Kim Jong-Un e sua turma. Uma realidade que devemos somar a condenação de um estudante norte-americano que visitava o país a 15 anos de trabalhos forçados por tentar roubar um pôster com propaganda política.

Como é de se imaginar, qualquer um que tentar burlar essa proibição será julgado e provavelmente condenado a penas severas, mas obviamente a “elite” do partido único do país não terá problemas para visitar sites, comprar produtos da Apple, beber licores ocidentais e realizar atividades que qualquer outro capitalista faria normalmente, todos os dias.

Via NextPowerUP!

China pede ao mundo que respeite a sua censura

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A China está bem longe de ser um exemplo quando falamos de respeitar os direitos humanos e a liberdade de expressão, mas isso não impede que o seu braço executivo pedir ao mundo que respeite a sua censura, colocando o dedo na cara da Internet como um todo.

A petição de respeito à censura é imposta por um governo que tem notas totalitárias claras. Algo deplorável e nada surpreendente, principalmente levando em conta o longo histórico de censura na China, não apenas na Internet, mas em um nível amplo e irrestrito.

Um exemplo claro: tudo o o que está relacionado ao massacre ocorrido na Praça da Paz Celestial. Esse evento eles preferem enterrar do que assumir o erro e mostrar um pouco de respeito pelas vítimas. Mais recentemente, o grande firewall chinês, que limita o acesso a determinadas partes da internet por seus cidadãos, entre outros casos.

A China mantém a opinião que não há uma liberdade de expressão absoluta, e que a mesma deve ser administrada de uma ordem mínima, que pode limitada sempre que necessário, mas em um Estado de direito, com garantias constitucionais, as coisas não funcionam assim.

É claro que a China é um estado soberano e independente, e por isso pode exercer suas políticas sob a proteção do princípio de não intervenção que estabelece o Direito Internacional Público. Mas tais petições beiram ao ridículo.

P.S.: China, nós “respeitamos” a sua censura, mas não concordamos com ela. 

Via Engadget

Facebook defende sua política antiterrorista

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Foi publicada no Change.org uma petição iniciada por uma mulher chamada Julie Guibaut, que fez duas críticas ao Facebook na questão do gerenciamento da publicação de material relacionado ao massacre do Bataclan em Paris (França).

Guibart argumenta que o algorítimo de detecção de pornografia do Facebook identifica como conteúdo impróprio fotos de arte famosas, como “A Origem do Mundo”, de Gusvate Coubert. Mas quando há uma defesa explícita aos atos terroristas ou vídeos de decapitações, a rede social demora muito para eliminar o conteúdo ou suspender a conta. Algo que ela considera um absurdo.

A petição já tem 140 mil assinaturas, e tem como meta alcançar 150 mil. Ou seja, já é um sucesso.

Diante dos fatos, o Facebook falou sobre o assunto. Monika Bickert, chefe da política global de produtos da rede social, se pronunciou. Disse que quando um conteúdo não é relatado, é revisado por uma equipe que é capaz de detectar o conteúdo em dezenas de idiomas, revisando constantemente as publicações e priorizando aquelas postagens relacionadas ao terrorismo.

O Facebook elimina qualquer indivíduo ou grupo em missão violenta ou relacionada com atos terroristas. Também elimina qualquer conteúdo que expresse apoio aos grupos e suas ações, além de eliminar conteúdos associados. Quando um evento como o de Paris acontece, os funcionários são organizados, e recursos são destinados para uma resposta mais rápida aos conteúdos que violam as normas do site.

Bickert também disse que o Facebook tenta ficar alerta diante de “conteúdos desagradáveis”, que muitas vezes não são compartilhados para promover a violência, mas sim para conscientizar as demais pessoas sobre o que acontece ao redor do planeta.

Por outro lado, a política de censura do Facebook já se mostrou por várias vezes incompreensível. Retirar imagens de obras de arte porque aparece uma nudez é algo que não faz muito sentido. Vendo alguns casos pontuais, é mesmo o caso da rede de Mark Zuckerberg repensar a sua política de censura, antes que essas campanhas acabem por arranhar a imagem do serviço.

Até porque o próprio Facebook é vítima de censura de alguns governos menos flexíveis sobre certos temas.

Via Change.org

Apple não quer os hackers. Nem mesmo os bons

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Os responsáveis pelo Chaos Computer Club acusaram a Apple de censura ao recusar um aplicativo para a Apple TV descrita como “o Netflix para a conferência”, que tem como objetivo oferecer em streaming a conferência hacker mais importante da Europa.

O Chaos Computer Club reúne mais de 10 mil delegados, e acontece há 31 anos. O evento acolhe as maiores inovações do mundo hacking, mas também aborda temas como sociologia, política e ciência. De acordo com os delegados alemães da Chaos Communications Club (que é quem organiza o congresso), a Apple recusou o aplicativo como um movimento de “vingança”, porque nos eventos anteriores eles teriam discutido o hacking do iOS.

Um absurdo. Todas as técnicas e vulnerabilidades abordadas nesse tipo de evento acabam resultando em uma maior segurança para as plataformas. Novas vulnerabilidades aparecem, e os fabricantes podem corrigir as mesmas. Tanto é assim que o Black Hat (por exemplo) conta com o patrocínio e prêmios de importantes empresas de tecnologia, como Google e HP. Aliás, Google e Microsoft contam com programas de recompensas para detecção de vulnerabilidades em seus softwares, premiando os mesmos hackers que participam dessas conferências.

A Apple não quer os hackers, nem mesmo os bons. Apenas para manter o seu marketing pregado durante décadas, onde eles afirmam que seus produtos são “invioláveis”. O código de silêncio da segurança da Apple é um grande problema. Vale lembrar que o trojan Flashback (2012) derrubou esse mito de segurança perfeita do Mac OS. E, recentemente, o iOS também se provou ser mais do mesmo.

Em resumo: a Apple não pode manter o mito e uma falsa sensação de segurança, comprometendo a segurança dos seus usuários.

Censurar um aplicativo que oferece o streaming de um evento de segurança é algo simplesmente ridículo. Mas os usuários Apple podem seguir o Chaos Computer Club por outras vias, incluindo a sua página web ou via YouTube, que podem ser acessados a partir de qualquer Mac, iPhone, iPad ou Apple TV.

Partido Pirata oferece DNS que dribla a censura ao The Pirate Bay

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O partido pirata norueguês reafirmou a sua posição diante da censura que o The Pirate Bay está sofrendo, e liberou um servidor DNS para acesso ao site, sem qualquer tipo de custo ao usuário.

A medida chega um pouco depois que uma resolução judicial de um tribunal da Noruega forçou o bloqueio do acesso ao site no país, com o objetivo de reduzir o impacto da pirataria. O servidor não beneficia apenas aos noruegueses, e qualquer pessoa de qualquer lugar do planeta pode utilizar esse DNS.

Em um comunicado oficial, o Partido Pirata informa que não espera ter problemas legais com a medida (pelo menos inicialmente), e que eles desejam manter a liberdade da internet, meta essa pela qual eles lutarão com todos os recursos que eles possuem ao seu alcance.

Via TorrentFreak

Rússia vai bloquear a Wikipedia no país por causa de um artigo sobre marijuana

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O Roscomnadzor, braço policial russo que vigia a imprensa e a internet, ordenou os provedores de serviços que bloqueiem e acesso à enciclopédia digital Wikipedia. O motivo seria um artigo específico sobre ‘charas‘, uma forma de haxixe feito à mão na Índia, utilizado para fins medicinais e religiosos há milhares de anos.

A página inclui instruções sobre a sua elaboração, o que a torna ilegal para as peculiares leis russas, que proíbem o intercâmbio na internet desse tipo de drogas (mas a vodca é liberada, de boa…).

O Reddit também foi censurada por conta de um post sobre plantas alucinógenas. O Wikipedia se negou a retirar o artigo, alegando a clara censura que a decisão provoca. O protocolo seguro utilizado (HTTPS) impede que os provedores de serviços de Internet façam o bloqueio de uma página específica.

Isso pode levar o bloqueio total da Wikipedia na Rússia, caso não aconteça um acordo entre eles e o governo russo. Mas tal como acontece na China, não será difícil acessar esses sites em modo espelho, ou via proxies.

Via PopularMechanics.com

Projeto de lei quer exigir CPF para comentários em blogs e redes sociais

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O deputado Sílvio Costa (PSC-PE) criou um projeto de lei (PL 1879/2015) que adiciona um dispositivo ao Marco Civil da internet que basicamente veda o anonimato na internet brasileira, obrigando o internauta a fornecer seu nome completo e CPF para expressar a sua opinião em blogs e redes sociais.

O projeto de lei acrescenta um quinto parágrafo ao artigo 15 da lei 12.965/2014 (Marco Civil da Internet Brasileira). De acordo com o texto, o provedor de serviços de internet, sempre que permitir a postagem de informações públicas por terceiros na forma de comentários em blogs, postagens em fóruns, atualizações de status em redes sociais ou qualquer outra forma de inserção de informações na internet, deverá manter (de forma adicional) o registro de dados desses usuários, como nome completo e CPF.

O deputado justifica o projeto afirmando que a Constituição Federal garante livre manifestação do pensamento, mas veda o anonimato. Para ele, isso é fundamental para punir aqueles que ‘se utilizam da liberdade de expressão para incitar o ódio, caluniar pessoas ou fazer apologia ao crime’.

O Marco Civil da Internet já prevê que os provedores devem guardar o registro de acesso dos usuários, mas Costa acha que tal medida é insuficiente. Ele acredita que seu projeto de lei vai coibir atitudes daqueles que, segundo ele, ‘covardemente se escondem atrás do anonimato para disseminarem mensagens criminosas na rede (…), e os indivíduos que insistirem nessa prática serão mais facilmente identificados e devidamente processados’.

Se aprovado, o Brasil toma uma medida semelhante à ‘super democrática’ China, onde os usuários precisam fornecer informações reais nos cadastros de serviços, e o uso do VPNs (para quem entende que não é obrigado a dizer para todo mundo quem ele é) é bloqueado pelo ‘grande firewall’ que censura a internet no país.

O projeto de lei pode ser consultado na íntegra, clicando aqui. E, enquanto você lê, pense bastante sobre o assunto, ok?

Via Convergência Digital, Tecnoblog

Google leva MPAA aos tribunais por conta dos seus planos de censurar a internet

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O Google decidiu levar a MPAA aos tribunais, onde são solicitadas explicações diante das ações ocultas e de má fé que a segunda teria tomado para censurar a internet.

Diante das alegações apresentadas pelo Google em uma Corte Federal, a MPAA estaria ‘de conchavo’ com o fiscal geral do Estado de Mississippi, Jim Hood, para criar uma campanha secreta, onde eles pretendiam ressuscitar uma lei no estilo da SOPA, com o objetivo final de tomar o controle da internet.

A denúncia é grave. Na teoria, o Google não fala apenas da MPAA agir de má fé pelas suas costas – já que a gigante de Mountain View nunca se negou a colaborar e atender aos pedidos de retiradas de links piratas -, mas também que os acusados teriam atuado contra a própria lei federa do Estado.

Com esse plano, a MPAA e o fiscal geral queriam a implantação de um filtro que censure e limite os resultados oferecidos pelos buscadores. Uma censura tão ambiciosa como perigosa, já que podem ser levadas muito além do seu objetivo principal.

Quando o Google descobriu todo o plano, começou a pedir informações para as partes envolvidas, entre as quais estavam empresas como Jenner & Block, Digital Citizens Alliance, 21st Century Fox, NBC Universal e Viacom, que se negaram a responder as perguntas, alegando que eram ‘informações irrelevantes ou confidenciais’.

Agora, tudo está nas mãos de um tribunal, onde essas desculpas não colam. Os ‘lobos’ do copyright terão que lavar a roupa suja em público, e esse é um caso muito interessante, que pode dar o que falar e contribuir para aumentar a discussão sobre os riscos que todos correm ao permitir que políticos tão importantes ‘se contaminem’ com interesses privados.

Nota do editor: a diferença entre EUA e Brasil é que lá, se comprovado, o político vai para a cadeia. Sem perdão. Já aqui…

Via TorrentFreak

Como é a suposta ferramenta online que pode aumentar a censura na China?

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O governo da China impede que os seus cidadãos possam acessar algumas páginas ocidentais (incluindo várias redes sociais). Alguns internautas conscientes do bloqueio utilizam VPNs e outros serviços para acessar a internet sem qualquer tipo de bloqueio. Porém, de acordo com um relatório feito por vários pesquisadores da Universidade de Toronto e outras instituições acadêmicas, a China já toma medidas para combater essa “vulnerabilidade” à sua censura.

Os autores do estudo chamam de “Grande Canhão” o sistema de complexa arquitetura que utiliza ataques DDoS para inutilizar as páginas infratoras. Sites como o Great Fire (que denuncia a censura e explica como superá-la) e o Github (repositório online de software) sofreram ataques, na tentativa de deixar offline os perfis do Great Fire e do New York Times China.

Depois desses ataques, tundo indicava que todas as petições recebidas pelo Baidu (o Google chinês) ou qualquer um dos seus serviços foram alteradas para que, com cada visita, também fosse gerada uma petição aos serviços sob ataque. Dessa forma, com a avalanche do tráfego, se produzia um DDoS massivo. O Baidu negou, e garante que o seu site não estava infectado. E ao que tudo indica, não estava mesmo. Era a China que estava “turbinando” o tráfego.

 

Uma ferramenta com “muito potencial”

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Os pesquisadores definem o “Grande Canhão” como um sistema de ataque independente, que pode interceptar o tráfego dirigido ou proveniente de um determinado endereço, além de poder realizar ataques do tipo “man-in-the-middle” sempre que o conteúdo não estiver codificado. No caso do Baidu, o que eles fizeram foi detectar a petição nos servidores da empresa e, em um “pequeno” número de casos, devolver um script malicioso ao internauta, que participava do ataque sem saber. E sim, isso também acontecia com internautas de fora da China, que visitava qualquer página com anúncios do Baidu.

Desta forma, eles não só podiam bloquear os próprios internautas chineses, mas também atacar páginas de projetos que são contrários à sua filosofia de controle da web. Para isso, eles interceptavam o tráfego que produzem os seus próprios habitantes e que produzem os outros internautas que visitavam páginas ou serviços dentro da rede do país, e injetavam scripts que geravam as petições maliciosas nas páginas que eles queriam atacar.

Fato é que isso está alterando tanto o tráfego que sai como o que entra no país, além de deixar no ar a suspeita de manipulação das petições que não estão cifradas. O sistema é comparado ao QUANTUM, processo similar que a NSA utiliza para espionar os usuários do Tor, e que também foi distribuído em modo de malware para se infiltrar na rede de alguns operadores.

O governo chinês nega tudo isso, e garante que eles “se opõem e combatem qualquer forma de ciberataque de acordo com a lei”, e insistem que aqueles que os criticam, no lugar de fazer “acusações sem provas sólidas”, que trabalhem juntos e tentem chegar a acordos para “solucionar os problemas cibernéticos”.

Para ler o relatório completo, clique aqui.

A tecnologia proibida na China. Porque eles querem assim

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A China é um país de contrastes, e um dos que mais chamam a atenção está na sua política de censura. Um sistema ferrenho, que busca controlar tudo o que acontece em seu território, tanto o que entra como o que sai. No campo da tecnologia, o histórico de censura do gigante asiático é vasto.

Existem muitas tecnologias proibidas na China. É possível encontrar milhares de referências que, na primeira vista, podem parecer inócuas, mas que para o governo do país não são bem vistas. Compilamos nesse post as principais, e os motivos para que não sejam acessíveis.

 

Google

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Se estamos falando de censura na China, temos que começar pela Google. Ela foi uma das primeiras empresas de tecnologia a enfrentar esse problema por lá. A proibição é válida para todos os seus serviços, e não apenas ao buscador.

Existem várias razões para explicar o bloqueio: por um lado, o acesso à informação que o governo chinês considera sensível, como o protesto de Tian Na Meng em 1989. Essa informação é impossível de ser encontrada utilizando os buscadores locais. Por outro lado, o armazenamento de dados fora dos servidores chineses é outro motivo. Também deve ser considerado o boicote à uma empresa estrangeira para favorecer a indústria local.

 

Facebook

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O Facebook tem a liberdade de poder publicar informações de qualquer espécie, sem qualquer tipo de controle sobre a mesma, e em última instância, os dados de seus cidadãos ficam alojados fora de suas fronteiras. E os chineses detestam tudo isso.

Seu bloqueio também serviu para que redes sociais locais (QQ, Baidu) tivessem uma posição preferencial, já que cumprem com o escrupuloso controle e censura que exerce o governo chinês.

 

Twitter

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Sofre do mesmo problema que o Facebook: a liberdade para publicar qualquer tipo de informação, dados nos servidores fora do país… e esta é uma situação de difícil de reversão, mas que serve para a Baidu se transformar na rede de mensagens curtas referência na China.

 

Consoles de Videogames

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O Ministério da Cultura da China foi muito clara em 2000: proibimos os consoles de videogames e os seus jogos. Entre os motivos, eles consideravam esse segmento um passatempo inútil, que afetava a produtividade. Que bom que 14 anos depois, a normativa chegou ao fim.

Durante todo esse tempo, surgiu um mercado cinza em torno dos consoles, que podiam ser comprados através de provedores que faziam as vezes de intermediário. Porém, marcas como PlayStation, Xbox ou Nintendo sempre tiveram muitos problemas.

A Microsoft foi a empresa que abriu novo caminho dos videogames na China, lançando o Xbox One com o prévio consentimento da China. Em 2014, foi dito que Nintendo e Sony passariam pelo mesmo processo, mas até agora os seus novos consoles não aterrizaram por lá.

O PlayStation 4 esteve muito perto de ser lançado, mas ainda é considerado um produto bloqueado no país, e não há previsão oficial de lançamento. É uma censura um pouco controvertida, e que deve se somar ao fato que algumas marcas piratas fazem dinheiro dentro e fora do país com essas proibições.

2015 deve ser marcado pela abertura e aparecimento de uma série de consoles de baixo custo. A Alibaba está próxima de investir no Ouya para fortalecer o seu set-top box.

 

Bit Torrent

O Bit Torrent e, por tabela, a tecnologia P2P e os seus diversos clientes, funciona na China. O problema é que o acesso a determinados trackers para download de arquivos são eliminados da lista. Muitos são censurados, e a solução passa pelo uso do VPN para o seu acesso.

Os mais populares (TPB, Torrentz, etc) e os trackers privados (Demonoid, Black Cats Games, etc) mais utilizados do planeta estão bloqueados na China.

 

Serviços na nuvem

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Dropbox, Google Drive, OneDrive… muitos dos serviços na nuvem foram censurados na China, por motivos já expostos nesse post: o armazenamento de dados fora de suas fronteiras. No caso do Dropbox, a história é mais longa e complexa.

Em 2010, o Dropbox funcionava perfeitamente, mas em 2012 os bloqueios começaram via DNS Spoofing, que é fácil de ser superado. Meses depois, as medidas de segurança foram mais fortes, e hoje o Dropbox está bloqueado, assim como outros serviços que não contam com servidores na China.

 

Sites eróticos

Desde 2002, a pornografia é algo ilegal na China, com uma censura mais forte que a dos videogames: produções foram apreendidas, páginas de conteúdo erótico foram censuradas, e multas de até 3 mil euros pelo porte de material erótico foram aplicadas.

Nesse caso, a proibição da tecnologia se estende para todas as páginas que contam com conteúdos desse tipo. Mais uma vez, as VPNs são a solução, mas a multa (isso é, se o cidadão não quiser ir para a cadeia) é um bloqueio grande o suficiente para que as pessoas nem tentem tal alternativa.

 

Windows 8 (para os funcionários do governo chinês, não)

A Microsoft não contava com boas relações com o governo chinês, mas graças à Nokia e a chegada do Xbox One no país, as relações melhoraram. Porém, o Windows 8 não caiu na graça, e os funcionários do governo estão proibidos de usarem o produto.

Para entender o motivo dessa decisão, é preciso observar como funciona o Windows e o governo local: conexões em servidores e a falta de controle de um software que, em nível burocrático, tenha uma regulamentação. A alternativa é o Kylin, versão do Ubuntu modificada para atender essas necessidades de controle.

 

Apple? Ainda não, mas esteve perto

E a Apple? Bom, eles tiveram momentos mais complicados com o governo chinês, mas hoje é possível dizer que a relação entre os dois lados é boa, sem maiores problemas. A empresa não possui as portas fechadas no mercado chinês.

A prova disso está nos últimos resultados trimestrais da Apple, que mostra um importante crescimento no volume de vendas de iPhones na China. Ou seja, tudo vai bem, e pelo menos por enquanto, eles não estão nessa lista negra. Ah, e antes que você pergunte: sim, a Samsung também não tem problemas por lá.

Irã bloqueia o uso do WhatsApp. O motivo? Mark Zuckerberg

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Que os regimes totalitários que ainda existem no mundo ou certos governos (alguns eleitos democraticamente) não gostam muito das redes sociais e outras formas alternativas de comunicação entre pessoas não é nenhuma novidade. Vide o que aconteceu recentemente na Turquia e na Rússia. Agora, o motivo pelo qual o governo iraniano bloqueou o WhatsApp é algo, no mínimo, esdrúxulo.

Abdolsamad Khorramabadi, chefe do Comitê de Crimes de Internet no Irã, justificou a decisão do bloqueio do acesso ao WhatsApp porque o aplicativo estão nas mãos de um “americano sionista”. Para esclarecer: “sionismo” é um termo ligado aos judeus, e o americano em questão é, ninguém menos que Mark Zuckerberg, criador do Facebook e dono do WhatsApp a, pelo menos, dois meses.

Um bloqueio sem pé nem cabeça

A decisão do bloqueio do WhatsApp acontece depois do bloqueio do WeChat no país, e depois dos protestos ocorridos no país entre 2009 e 2011. Desde então, muitos foram os ativistas que começaram a utilizar ferramentas como Twitter, Facebook ou blogs para fazer suas ideias chegarem aos seus compatriotas.

Por conta disso, o Irã começou a pensar seriamente na ideia de criar uma “internet própria”, a Hala Net, com o objetivo de fechar completamente o acesso à internet no país, onde os iranianos só poderiam acessar conteúdos aprovados previamente pelo governo local.

O bloqueio do WhatsApp pode ser o primeiro passo, já que também está no ar o possível bloqueio do Twitter e do Facebook. O mais curioso de tudo é que além de decidir bloquear o WhatsApp por estar nas mãos de Zuckerberg quando o Facebook até agora não foi bloqueado, são muitos os altos mandatários do regime dos aiatolás que possuem contas nas duas redes sociais, utilizando as mesmas de forma ativa e frequente, com fins propagandísticos de suas ideias políticas.

Já pensou se a moda pega?

Via Fox News

Google acusa Turquia de interceptar os seus servidores DNS

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A Google decidiu se pronunciar sobre as medidas tomadas pelas autoridades turcas, e em seu blog oficial de segurança acusa o governo local de interceptar o seu serviço público de DNS, redirecionando os usuários para outros sites.

O artigo assinado por Steven Carstensen (engenheiro de software) informa que a Google se baseia em “várias fontes confiáveis” e pode confirmar a denúncia através de uma investigação própria, que indicava a interceptação dos seus serviços de DNS pela maioria dos provedores turcos de internet. O problema vai além, já que estes mesmos provedores configuraram seus servidores para “pular” os serviços da gigante de Mountain View.

Um servidor DNS se encarrega de dizer ao computador do usuário qual é exatamente o endereço do servidor que está buscando – seja YouTube, Twitter ou qualquer outro – de forma rápida e segura. Ainda que não apareçam explicações oficiais sobre o assunto, não é difícil de imaginar que a censura é uma das hipóteses mais fortes que pairam sobre a questão.

Via ZDNetPhys.org, Google

Justiça turca decide que os tweets estão protegidos pela liberdade de expressão, e encerra bloqueio do Twitter no país

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Explicando toda a história. O governo de Ankara instituiu a poucos dias das eleições locais um bloqueio nacional contra o Twitter, argumentando que alguns usuários estavam disseminando mensagens que (teoricamente) acusavam falsamente de corrupção vários membros do governo.

O primeiro ministro turco Tayyip Erdogan afirmou que o Twitter tinha se transformado em uma ferramenta para desestabilizar o seu governo, e bloqueou o serviço depois de três ordens judiciais não cumpridas, onde as autoridades solicitavam a remoção de qualquer conteúdo considerado ofensivo. O Twitter então utilizou a sua ferramenta Country Withheld Content, para evitar que os usuários pudessem ver uma das contas que causavam tal discórdia, mas logo em seguida, solicitou o fim da censura ao serviço, alegando que o bloqueio violava a liberdade de expressão.

A manobra deu certo. A Justiça turca rescindiu o bloqueio, e a conta que foi ocultada aos olhos dos usuários turcos voltou a ficar ativa. Segundo o tribunal turco que tomou a decisão, “a liberdade de comunicação e expressão e o direito de difundir pensamentos e opiniões são fundamentais, que contam com proteção constitucional de forma similar a todos os países democráticos (…) Ninguém deve ser censurado ou acusado por conta disso. Os órgãos governamentais deveriam evitar todos os atos e ações que restrinjam a liberdade do povo”.

O Twitter, por sua vez, qualificou o veredito como “uma vitória excepcionalmente forte para a liberdade de expressão”, com um enorme valor para “proteger os usuários do Twitter contra outras tentativas de censura” que possam acontecer na Turquia.

Agora, resta saber o que vai acontecer com outras plataformas, e ainda que o Twitter seja a primeira rede social a ser censurada na Turquia, certamente não será a última: o YouTube também foi adicionado à lista dos sites bloqueados a alguns dias, e Erdogan segue disposto a “vetar” qualquer site que faça acusações de corrupção contra o seu governo.

Agora, imagina se a moda pega aqui no Brasil… nem quero pensar nisso.

Via Twitter (Blog)

Turquia agora bloqueia o acesso ao YouTube

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O bloqueio do Twitter na Turquia acabou a poucas horas, mas se você pensava que a censura acabaria por aqui, se enganou. O governo local acaba de adicionar o YouTube na sua lista de bloqueios, e segundo indica o site Webrazzi, o veto já está ativo em alguns provedores da região, enquanto que outros estão em processo de ativação.

Tudo isso vem depois de uma matéria publicada pelo Wall Street Journal, onde indicava que a Google havia recusado uma petição das autoridades turcas de eliminar da plataforma alguns vídeos que supostamente incluem gravações comprometedoras do primeiro ministro turco, relacionadas com o escândalo de corrupção que assolam o país.

Como era de se esperar, tão repentino bloqueio levantou todo o tipo de suposições, onde os internautas especulam que esta é uma clara tentativa de frear a distribuição de tais conteúdos (que já contam milhões de visualizações). Em resumo, esse assunto ainda vai render, e aguardemos pelas repercussões sobre mais essa polêmica (e estúpida) decisão do governo turco.

Via Webrazzi
Via Twitter do Wall Street Journal
Via Twitter de Mike Giglio

Turquia também bloqueia o acesso ao Twitter: União Europeia qualifica medida como “covarde”

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As autoridades turcas optaram por bloquear o acesso ao Twitter no país. O governo bloqueou apenas o acesso ao perfil da rede social pela web, onde no lugar temos uma mensagem das autoridades do país anunciando a medida de censura.

A mensagem começou a ser vista pelos usuários turcos a partir da madrugada de hoje (21), e não se sabe se o bloqueio é algum “erro” ou de forma deliberada. A possibilidade de twittar via SMS ainda está disponível. Por enquanto.

Por que a Turquia seguiu o exemplo (negativo) de outros governos? Ao que parece, alguns documentos gráficos e sonoros um tanto quanto incômodos para o governo turco começaram a circular pela rede. Tais documentos deixariam explícitos certos casos de corrupção que afetavam diretamente ao governo, e foi o próprio primeiro ministro do país, Recep Tayyip Erdogan quem ameaçou fechar as portas do Twitter antes do suposto “apagão”. A medida também coincide com o período eleitoral em que o país se encontra – as eleições na Turquia acontecem no dia 30 de março.

Horas depois do bloqueio, as autoridades turcas reconheceram publicamente que bloquearam o acesso à rede social, uma vez que a mesma não retirou uma série de links em uma ordem ditada pelos tribunais do país. Convém lembrar que o próprio Erdogan já afirmou que as redes sociais eram “a pior ameaça para a sociedade”.

A decisão já começa a repercutir. Negativamente, é óbvio.

Neelie Kroes, vice-presidente da União Europeia e comissária da Agenda Digital, qualificou a decisão como uma “censura deliberada”, e um “ato covarde” do governo turco. Para expressar o que pensa, Kroes utilizou… o Twitter, evidentemente!

Os protestos e o mal estar na Turquia são crescentes, e a decisão de censurar o Twitter no país não devem acalmar os ânimos. Horas depois do bloqueio, a rede social foi inundada de queixas de usuários dentro e fora da Turquia, e a hashtag #TwitterisblockedinTurkey chegou ao Trending Topic mundial. Aliás, a Turquia alega que tomou a decisão depois do próprio Twitter ter recebido várias ordens judiciais de retirar conteúdos que o governo turco considerava ilegal. Porém, só o governo turco entende tal teoria: para o resto do mundo civilizado, esta é uma evidente manobra de censura.

Moral da história: o governo turco acreditou que bloquear o acesso ao Twitter daria maiores possibilidades de controlar o resultado das eleições locais. No lugar disso, a decisão colocou a Turquia no alvo de todo o mundo por conta da censura.

Via Reuters (1)
Via Reuters (2)

Apple proíbe que mencionem Steve Jobs na App Store

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A sombra de Steve Jobs é muito grande, e a Apple quer preservar sua figura acima de qualquer coisa, chegando ao ponto de censurar alguns aplicativos de utilizarem o seu nome na App Store.

Isso aconteceu quando um desenvolvedor enviou para a App Store o apliativo Quoth Steve, que lista diversas citações do co-fundador da Apple, para que sirvam de inspiração para o leitor. O lançamento do aplicativo coincide com a data que Jobs completaria 59 anos de vida.

Porém, a Apple não gostou muito da ideia. Um e-mail assinado pelos responsáveis pela App Store joga uma pá de terra no assunto, vetando o aplicativo no catálogo. Aliás, o comunicado deixa claro que a Apple não aceitava aplicativos que tivessem com qualquer tipo de relação com Steve Jobs. Além disso, o comunicado recomenda que aproveitasse o desenvolvimento do aplicativo para incorporar frases de outras personalidades importantes, mas não de Steve Jobs.

O pessoal do site Recode entrou em contato com a Apple para conhecer mais detalhes da decisão, mas vocês bem sabem qual foi a resposta…

Sem comentários.

Via Recode

Twitter confirma que suas imagens estão sendo censuradas na Venezuela

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Segundo a Bloomberg, o governo da Venezuela está bloqueando as fotos dos protestos ocorridos no país publicadas pelos internautas no Twitter, e a própria rede social confirma essa informação.

O país governado por Nicolás Maduro passam por dias turbulentos, com violentos protestos contra o modelo de governo de um modo geral, e especificamente contra os problemas de abastecimento de produtos básicos. Segundo as fontes internacionais, ao menos três pessoas faleceram nos protestos. E, como em outras manifestações populares ocorridas recentemente em outros locais do planeta, a população está utilizando as redes sociais para divulgar e denunciar o que está acontecendo na Venezuela nesse momento.

O Twitter não esclareceu qual é o mecanismo utilizado pelo governo venezuelano para impedir a publicação de imagens pelos internautas do país. Do mesmo modo, eles não sabem informar se a censura alcançou todos os provedores de internet do país.

Vale a pena ressaltar que não é uma tarefa fácil bloquear o acesso livre à informação na internet. Além de ser algo inaceitável nos tempos de hoje. O Twitter orienta os seus usuários venezuelanos a seguir recebendo atualizações via mensagens SMS, que não contém imagens, mas servem de medida contra a censura imposta pelo governo.

Via Bloomberg
Via Univision
Via Infobae

Estão censuradas as buscas do Bing na China?

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O site The Guardian compartilha a especulação levantada pela organização pró-libertadores Greatfire.org, sobre uma espécie de censura dos resultados buscados no Bing na China.

Uma das provas mais evidentes sobre essa censura está na busca do termo “Dalai Lama” em chinês. Nesse caso, os links que o Bing oferece eram todos relativos aos veículos de imprensa oficiais da China, enquanto que as buscas feitas em outros idiomas exibem entre os principais resultados a página oficial de Dalai Lama na internet, assim como todo o tipo de informações sobre suas atividades, incluindo a sua página na Wikipedia, que na versão chinesa, desapareceu dos resultados.

Os testes posteriores exibiram resultados similares com termos como “praça Tinanmen”, ou sobre as acusações de corrupção no governo BoXilai. O mais curioso do assunto é que essas diferenças não dependiam da localização geográfica do internauta que fazia a busca, mas sim do idioma escolhido. Ou seja, um chinês residente nos Estados Unidos que efetuasse as buscas em chinês, poderia comprovar essas alterações.

Diante dessa evidência, o pessoal do Greatfire.org entrou em contato com a Microsoft, que inicialmente optou por não comentar o assunto, mas pouco depois, o diretor do Bing, Stefan Weitz, explicou que se tratava de “um erro provocado por uma notificação errada da retirada do conteúdo em algumas buscas”.

Ainda não sabemos se há uma solução para esse “erro”. Mas vamos aguardar pelos próximos acontecimentos.

Via The Guardian