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Nokia 109 é anunciado lá fora, e é pensado para quem quer essencialmente o básico em um celular

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Algumas pessoas simplesmente não precisam de recursos e especificações muito complicadas em seus celulares. Na verdade, querem um produto que simplesmente faça e receba ligações, e nada mais. Essas pessoas são felizes, pois diferente da maioria dos geeks, não sofrem de ansiedade por não contarem com uma bateria de 3.300 mAh, ou não se irritam com o Apple Maps. Para essas pessoas, apresentamos o Nokia 109.

O lançamento da fabricante finlandesa faz o básico. E, para isso, conta com uma tela TFT de 1.8 polegadas (128 x 160), interface S40, slot para cartões microSD de até 32 GB, dimensões de 110 x 46 x 14.8 mm e peso total (incluindo a bateria) de apenas 77 gramas. Resumindo: ele é pequeno, leve, discreto, e tem os botões básicos para a sua avó não se perder na hora de telefonar para você nos finais de semana.

Se tudo isso parece pouco para você (e acredito que seja), as especificações melhoram um pouco. O Nokia 109 conta ainda com o Nokia Xpress Browser – que se apoia na nuvem para consumir um volume de dados muito menor que o seu smartphone parrudo que você tem -, possui acesso às principais redes sociais a partir de sua tela principal, player multimídia, rádio FM e uma invejável autonomia de bateria de 33 dias (isso mesmo que você leu… 33 dias!) em standby.

Como eu disse lá em cima, esses usuários são felizes, pois podem viajar durante uma semana e esquecer o carregador em casa.

O produto está disponível nas cores preto e azul, e será lançado nos mercados da Europa e Ásia ainda nesse trimestre, com um preço sugerido de apenas US$ 42.

Positivo Informática lança novos smartphones, celulares e tablets para o mercado brasileiro

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A Positivo Informática anunciou ontem (29) em evento realizado em São Paulo o lançamento de novos produtos voltados para o segmento de mobilidade. A linha Ypy, que antes estava voltada apenas para os tablets, agora se expande para os smartphones, e os novos celulares Positivo também chegam ao mercado brasileiro para as vendas de final de ano.

Começando pela linha de tablets Positivo Ypy, que conta agora com modelos com telas de 7 e 9.7 polegadas, que foram remodelados e atualizados nas suas especificações de hardware e software, se tornando agora mais finos, leves, com maior capacidade de processamento, e com o sistema operacional Android 4.0. O seu conteúdo também recebeu uma atualização, recebendo uma maior quantidade de conteúdos, sempre com a proposta de oferecer ao consumidor um produto 100% em português, tanto nos livros quanto nos aplicativos e ferramentas de produtividade.

A Positivo Informática realizou pesquisas e trabalhou no desenvolvimento desses dispositivos móveis durante 18 meses, customizado o Android Ice Cream Sandwich para o consumidor brasileiro, além de desenvolver a proposta da Loja Positivo, área de aquisição de aplicativos, onde mais de 400 apps para os tablets Ypy estão disponíveis para o usuário, muitos deles gratuitos, e todos, em português. Esses produtos não são pensados nos usuários “heavy users” ou com maior experiência no mundo da tecnologia. A ideia da Positivo é buscar justamente os usuários que nunca utilizaram um dispositivo mobile na vida, ou que se intimidam com os eletrônicos por causa das barreiras idiomáticas.

São dois novos modelos de tablets: o Positivo Ypy 7, de 7 polegadas, e o Positivo Ypy 10, com 9,7 polegadas. Os novos tablets contam com sistema operacional Android 4.0 customizado para o português e mais de 80 aplicativos embarcados. Os modelos têm tela capacitiva e sensível ao toque e vêm com sensor de movimento (acelerômetro) e de luminosidade, capacidade de armazenamento de 16GB, com possibilidade de expansão de até 32GB com cartão Micro SD, Bluetooth, câmeras frontal e traseira, saída mini HDMI e conversor mini-USB para plugar mouse, teclado ou pendrive.

Os tablets Positivo Ypy já estão à venda nas versões Wi-Fi e Wi-Fi+3G, este último com recurso para utilizar o GPS. Os preços sugeridos para venda no varejo são de R$ 699 para a versão de 7 polegadas com Wi-Fi, R$ 999 para 7 polegadas com Wi-Fi e 3G, R$ 999 para a versão de 10 polegadas com Wi-Fi e R$ 1.299 para o modelo de 10 polegadas com Wi-Fi e 3G.

Seguindo o mesmo conceito dos tablets, a Positivo anunciou os smartphones Ypy, que contam com tela sensível ao toque (capacitiva), conectividade 3G, Wi-Fi e Bluetooth 3.0, além de GPS e dual SIM. O modelo Ypy S400 tem tela multitoque de 4 polegadas, vem com Android 4.0 Ice Cream Sandwich, 4GB de memória RAM, cartão mSD de 8GB, câmera traseira de 5MP AF e frontal VGA e sensores de gravidade (acelerômetro), proximidade e luminosidade. Pesa 132g e tem preço sugerido de R$ 749.

O Ypy S350 tem tela de 3,5 polegadas, Android 2.3.5, memória de 512MB, cartão mSD de 2GB, câmera traseira de 3.0MP FF e acelerômetro. O produto pesa 115g e seu preço sugerido é R$ 459. Já o Ypy S350 Colors se diferencia do modelo S350 pelo cartão mSD de 4GB e por sair de fábrica com duas tampas coloridas extras, pelo preço sugerido de R$ 499. Os dispositivos chegam ao mercado a partir da segunda quinzena de novembro.

Por fim, dois celulares do tipo “messaging phones” foram apesentados, nos modelos Positivo P200 e Positivo P201, que são pensados nos usuários que querem ter um acesso simples à internet, redes sociais e aplicativos de mensagens instantâneas. Em comum, os dois celulares contam com um cartão microSD de 2 GB, TV analógica, MP3/MP4 player, rádio FM, tela de 2.31 polegadas, conectividades Wi-Fi, EDGE e Bluetooth, além de câmera traseira de 3.0 MP e peso de 91 gramas. O preço sugerido para os modelos é de R$ 269 cada.

Já os modelos Positivo P100 e Positivo P101 se diferenciam da série P200 por não contar com a conectividade Wi-Fi, e ter uma câmera de 1.3 MP. Preços sugeridos de R$ 219 cada. Chegam ao mercado a partir da segunda quinzena de novembro.

Via Assessoria de Imprensa

Samsung triunfa sobre a Nokia novamente, e é a maior vendedora de celulares por mais um trimestre

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A Samsung derrotou a Nokia de novo no terceiro trimestre, na única competição que os finlandeses ainda demonstravam alguma força, ou seja, no número de celulares vendidos ao redor do planeta. Segundo o IDC, esse é o terceiro trimestre consecutivo que os sul-coreanos são a força dominante no mercado de telefones móveis, retendo 23.7% do mercado.

Vale lembrar que a Nokia foi a maior vendedora de celulares do mundo por 14 anos (1998-2011), ou seja, um domínio que durou muito dentro de um mercado relativamente novo, que é o dos celulares (se comparado aos computadores e a tecnologia como um todo, por exemplo). É mais um sinal de declínio dos finlandeses, e que a recuperação precisa ser a mais urgente possível, se a empresa quiser continuar a brigar no segmento.

A Samsung vendeu 105.4 milhões de unidades de celulares e smartphones no terceiro trimestre de 2012, um aumento de 21% em relação ao mesmo período de 2011. O salto nas vendas credencia a Samsung como “a maior vendedora de celulares do mundo”, ultrapassando a Nokia e dando aos coreanos os já citados 23.7% do mercado. Em market share, a Samsung também registrou um aumento de 3.6% em relação ao ano passado.

Se restringirmos os números ao mercado de smartphones, a Samsung detém hoje 31.3% de mercado, o que é mais que o dobro daquilo que a Apple possui hoje (15%). O motivo dessa liderança é algo bem óbvio: a liderança da linga Galaxy, com um lançamento a cada semana, praticamente (o Samsung Galaxy Premier, mais um clone do Galaxy S III, com processador dual-core e tela menor, será lançado em breve).

A Nokia vendeu um total de 82.9 milhões de smartphones no terceiro trimestre de 2012, registrando uma queda de 22.2%, resultando assim em uma fatia de mercado de 18.7% para os finlandeses. A terceira colocada da lista da IDC é a Apple, que retém 6.1% do mercado, e na quarta posição está a LG, com 3.1% de mercado. Lembrando que os números variam entre os institutos que avaliam o mercado. A Strategy Analytics, por exemplo, dá um market share para a Samsung de 35%.

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Brasil tem mais de 258 milhóes de linhas de celulares ativas; 81% são pré-pagas

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A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) informou na atualização de seu relatório sobre o comportamento do mercado de telefonia móvel no Brasil que no mês de setembro de 2012 o país alcançou a marca de 258 milhões de linhas ativas. São mais de 959 mil novas habilitações registradas no último mês, registrando um crescimento de 0.37% na base de usuários, se comparado com os resultados do mês de agosto.

Para cada 5 linhas ativas no Brasil, pelo menos quatro são pré-pagas, ou 81.19%, enquanto que os 18.81% são pós-pagos. As linhas habilitadas para o uso com a internet 3G, ou banda larga móvel, alcançou em setembro a marca de 57,28 milhóes de acessos. São 131.56 acessos ativos para cada 100 habitantes, e esse número se explica pelo fato que já temos uma grande parcela da base de usuários que conta com pelo menos duas linhas ativas ou mais, dependendo das necessidades individuais.

Entre as operadoras, a Vivo segue como líder do mercado, com 29,67%, seguida pela TIM, com 26,81%, a Claro, com 24.51%, a Oi, com 18,69%, a CBTC, com 0.29% e a Sercomtel, com 0.03%.

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Existem mais de 6 bilhões de celulares funcionando no planeta

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Com aproximadamente 7 bilhões de pessoas no planeta, e 6 bilhões de celulares, smartphones e derivados ativos, podemos afirmar que, nos dias de hoje, é praticamente impossível você ficar sem se comunicar com as pessoas. Bom, mesmo que algumas delas não contem com celular, internet, telefone fixo ou não saibam utilizar nenhuma dessas tecnologias previamente citadas.

Segundo a International Telecommunication Union, aproximadamente 86 de cada 100 pessoas no planeta tem, pelo menos um celular, o que resulta no total de aproximadamente 6 bilhões de telefones móveis ativos. É claro que esse número pode variar. Assim como tem aqueles que não tem nenhum celular, outros contam com quatro (é o meu caso… e acredite, é por necessidade de trabalho).

Como você já deve estar imaginando, a China é o país com o maior número de usuários de telefones móveis no planeta. O país asiático, sozinho, concentra 1 bilhão de celulares ativos, e segundo o estudo publicado pela Associated Press, a Índia segue no mesmo caminho, e deve alcançar o seu primeiro bilhão nos próximos meses.

O estudo também mostra que um terço desses dispositivos, ou 2.3 bilhões, estão conectados na internet, mostrando assim a importância dos dispositivos móveis no acesso à web, onde em muitos países, essa modalidade de conexão é a principal. Entretanto, ainda são detectadas grandes disparidades entre os países ricos e em desenvolvimento. Segundo o ITU, 70% das pessoas que usam a internet em dispositivos móveis estão nos países mais ricos e industrializados, comparado com os 24% dos países em desenvolvimento.

Via Yahoo.com, BGR.com

Multilaser lança no Brasil celular Star 4S, com suporte para até 4 chips SIM

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A Multilaser anuncia o lançamento no Brasil do celular de entrada Star 4S, que tem como principal característica a capacidade de receber até quatro chips SIM simultaneamente. O modelo é bem simples, atendendo as necessidades mais básicas dos usuários que querem um telefone para trabalhar com múltiplas operadoras. Sua conexão de internet é feita via WAP, e os modelos contam com suporte a aplicativos Java, além de tela de LCD de 2 polegadas, câmera traseira de 1.3 megapixels, Bluetooth para compartilhamento de músicas e fotos, além de teclado físico QWERTY. Sua bateria pode ser recarregada via porta USB, e o telefone possui slot para cartões microSD de até 4GB.

O preço sugerido para o celular Multilaser Star 4S é de R$ 229,00.

Via Assessoria de Imprensa

[Dicas de Compras] Motorola Motogo Slim é lançado no Brasil, com suporte para três chips SIM

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A Motorola segue apostando no mercado de celulares de entrada, e anuncia o lançamento do Motorola Motogo! Slim no Brasil. O modelo se destaca pela combinação de oferecer um teclado QWERTY físico e acesso para três slots para cartões SIM, para que o usuário possa aproveitar dos benefícios das diferentes operadoras de telefonia móvel do país.

Com isso, temos mais uma proposta econômica para o usuário, que pode utilizar a operadora que oferece a melhor vantagem em diferentes situações de realização de chamadas. Por outro lado, o modelo é mais restrito em outros recursos, como por exemplo, no acesso à internet, que no Motogo Slim é feito através das conexões EDGE ou Wi-Fi. A escolha aqui se alinha à proposta econômica que o smartphone oferece.

O Motogo! Slim oferece ainda rádio FM, MP3 player, câmera traseira de 2 megapixels e armazenamento em slot para cartões microSD de até 32 GB (um cartão de 4 GB está incluso no pacote de venda). O telefone conta também com recursos de sincronização com os serviços do Google (e-mail, contatos e calendário), apesar de não ser um telefone com sistema Android. Essa é uma interessante vantagem que o dispositivo possui, pois para aqueles que querem utilizá-lo como segundo telefone, pode se manter minimamente conectado com as informações mais importantes, apesar da restrição de recursos. Além disso, o modelo permite a organização de telas com widgets e atalhos para aplicativos, além de contar com uma barra de buscas no Google.

Preço: R$ 379,00

Nova tecnologia pode permitir que você faça o seu smartphone funcionar apenas com a sua voz

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Chega de apertar botões. Chega desse sofrimento de você, no escuro do cinema ou do seu quarto, ter que recorrer a um botão físico para ligar o seu celular, ou sair do modo de hibernação. O blog do MIT, Technology Review, informa que a empresa Nuance Communications está desenvolvendo um software de reconhecimento de voz que será capaz de fazer o seu telefone sair do modo de hibernação apenas falando com ele. Ou, como no caso da foto acima, berrando.

O software recebe o nome de Dragon NaturallySpeaking, e a tecnologia que eles estão desenvolvendo tem como objetivo tornar o celular ainda mais acessível para deficientes e idosos, que naturalmente são os dois grupos de pessoas que enfrentam uma maior dificuldade em utilizar dispositivos eletrônicos. Até porque falar é muito mais fácil do que digitar em algumas situações.

Para ser mais específico, a Nuance está em negociação com “um grande número de fabricantes” para desenvolver um chipset que seja capaz de trabalhar em conjunto com esse software que fará os futuros telefones despertarem do modo de hibernação apenas com o comando de voz. Um software não é o suficiente sem um hardware que interprete esse comando, que por sua vez vai ativar os recursos físicos necessários para o telefone funcionar.

O objetivo da empresa é que a versão comercial dessa tecnologia esteja disponível aos fabricantes de celulares e smartphones em até dois anos.

Via Technology Review, BGR.com

Samsung Champ Neo Duo, mais um celular de entrada com tela touchscreen e dual chip SIM

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A Samsung anunciou o lançamento de mais um celular de entrada, ou feature phone, o Champ Neo Duos (GT-C3262). O celular é pensado para o mercado indiano, e custa apenas US$ 60. Vamos ver o que você leva para casa por esse preço.

O Samsung Champ Neo Duos conta com uma tela de 2.4 polegadas (QVGA), câmera traseira VGA, Bluetooth, conector de 3.5 mm e bateria de 1.000 mAh, com autonomia para 14 horas de uso. Você leva um navegador de internet simples, um cliente de e-mail, aplicativos para redes sociais como Facebook e Twitter, além do ChatON pré-instalado. Não há informações se a Samsung vai lançar o pequenino em outros mercados.

Via SammyHub

Celular Samsung Array é anunciado oficialmente. Com teclado QWERTY físico completo

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Enquanto que a maioria do mundo civilizado aceita o fato que uma tela full touchscreen dispensa o uso de um teclado alfanumérico físico, ainda existe um grupo de usuários que querem sentir as teclas em seus dedos, e acreditam que um teclado físico é mais eficiente que as teclas virtuais para textos mais longos, e-mails ou muitas mensagens de SMS ou redes sociais. Por causa disso, fabricantes como a Samsung seguem apostando em telefones mais simples, mas que oferecem esse “legado” dos teclados QWERTY físicos aos usuários. Desse modo, temos o Samsung Array.

O modelo foi anunciado para a operadora norte-americana Sprint, vai operar com as redes 3G locais, possui o recurso Sprint Mobile Email para acesso ao e-mail pessoal do usuário. Logo, já temos aqui uma finalidade bem clara para o teclado físico, que vai de encontro aos usuários que precisam escrever e-mails no telefone várias vezes ao dia.

Além disso, o Samsung Array oferece em sua tabela de especificações uma câmera traseira de 2 megapixels com capacidade de gravação de vídeos, 128 MB de RAM, slot para cartões microSD, conector para fones de ouvido de 3.5 mm e conectividade Bluetooth. Tudo isso, gerenciado por um simples celular, com um processador de apenas 480 MHz.

Sem informações de preço sugerido.

Via Ubergizmo

Uma pequena revisão nos designs dos celulares ao longo da história

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“As feias que me desculpem, mas beleza é fundamental”. Parece que, com o passar dos anos, essa regra também vale para os smartphones, principalmente depois de 2007 (e você sabe do que eu estou falando). Muita gente ainda escolhe um smartphone por causa da sua aparência externa, ou pela sua beleza de design. Mas… será que isso realmente é o mais importante na hora da aquisição de um novo smartphone? E se fosse?

Bom, antes de qualquer coisa, é bom começar esse post dizendo uma frase bem oportuna: “todos nós já fomos menos exigentes com essa estória de design”. Ok, nem todos que estão lendo esse post. Posso colocar na lista todo mundo que tem mais de 30 anos, pelo menos, ou todos aqueles que começaram a ter contato com os celulares na década de 1990. Digo isso porque, naquela época, o que importava era a gama de recursos oferecidos, ou sendo bem mais específico, se o celular consegue fazer e receber chamadas com eficiência e se, no máximo, ele conseguia enviar mensagens de texto.

Nos dias de hoje, muito se discute sobre o design de celulares e smartphones. Nas lojas de varejo, nas operadoras, nas rodas de amigos e nos tribunais. Muitos entendem que a grande revolução desse mercado aconteceu com o lançamento do iPhone. Não é bem assim. Existia um mundo antes disso mais simples, mais interessante, e onde as mudanças eram mais relevantes e significativas para corações de geeks mais puristas. É claro que hoje nós temos celulares e smartphones que combinam a eficiência com a beleza de design, mas para chegar a esse ponto, a curva de aprendizado foi longa, e o caminho foi bem árudo.

Mas vamos falar de beleza… Mas… beleza? Voltando 20 anos no tempo, qualquer coisa que eles apresentassem no mercado a gente achava bonito. E olha que tinha coisas horrorosas no mercado de celulares.

O Motorola Microtac (1989) é uma verdadeira lenda. É aquele que pode ser chamado de “o primeiro celular utilizável do mundo”, uma vez que os outros modelos eram praticamente blocos de concreto que ninguém conseguia utilizar. Além disso, era “muito mais leve” que os seus rivais (na época). O nosso amigo “tijolão” aqui no Brasil foi símbolo de status, quando médicos, políticos e fazendeiros começaram a sair por aí com esse celular gigante no bolso ou na cintura, mostrando ao mundo que “eu posso mais que você”.

O Nokia 2110 (1994) foi o primeiro celular “acessível” para a maioria dos mortais, e surpreendeu o mundo e consumidores com o seu tamanho bem mais reduzido, e um formato mais próximo dos telefones sem fio da época, que era algo que fazia muito sucesso naquela época. Foi um dos primeiros celulares que tive a chance de utilizar e desejar, nos meus inocentes 15 anos de idade. Mas, na época, achava o telefone simplesmente lindo. Fim da “era tijolão”, graças à Deus.

Esse aí é outro que fez muito sucesso na sua época. O Ericsson GA628 (1997), de forma surpreendente, vendeu muito bem com uma combinação simples de fatores: era compacto, era simples, podia ser personalizado, e era barato. Mas, veja bem: ele era quadrado, tinha uma antena enorme, seu display era muito pequeno, e o seu hardware era horroroso. Tão ruim, que esse era um dos aparelhos mais baratos da antiga operadora TESS (em São Paulo, BCP), que hoje é conhecida como Claro. Foi um dos meus primeiros celulares.

Durante anos, a Nokia lançou smartphones que marcaram época, com um design compacto, belas linhas, alta durabilidade na bateria, fácil navegação, e outros predicados. Um dos celulares que marcaram época nessa fase áurea de design da fabricante finlandesa foi o Nokia 3210 (1999), que foi um dos primeiros a contar com algo que é comum hoje em qualquer telefone móvel: a antena interna. Esse tipo de telefone foi referência para o mercado durante anos, não só por se diferenciar dos modelos da Ericsson e da Motorola, mas principalmente por combinar todos esses fatores que já listei. E sim, foi mais um modelo que na época entraram na lista dos “objetos de desejo”. Tem gente que até hoje acredita que o Nokia 3210 é melhor que o iPhone. Duvida? Veja o vídeo abaixo.

Por fim, quando a Motorola já estava em sua decadência no mercado, eles apresentaram a primeira versão do RAZR (2004), que se destacava por ter um design futurista e moderno, uma boa autonomia de bateria (para a sua gama de recursos oferecidos), e ainda por cima ser 30% mais fino que os seus concorrentes. Esse celular foi um objeto de desejo de muita gente, mesmo apresentando alguns problemas graves de hardware (vide o flip dele, que resultava em problemas na tela rapidamente). Mesmo assim, o primeiro RAZR, praticamente sozinho, fez com que a Motorola sobrevivesse mais dois anos no mercado, antes de cair no esquecimento por alguns anos.

O mais interessante no fenômeno RAZR é que foi justamente esse modelo que fez com que o usuário e o mercado como um todo finalmente despertassem para o design de um celular. Foi por causa do seu sucesso que outros fabricantes começaram a pensar em aparelhos com linhas mais belas e audaciosas, ou até mesmo apostassem no simpeles, como o iPhone (tela de fora a fora, com cantos arredondados e um único botão físico, na parte inferior da tela touchscreen). Mas antes disso, os usuários sofreram. Ou não, pois como disse lá em cima, nós éramos menos exigentes. Se o celular tivesse sinal de rede já estava ótimo.

Hoje, somos abençoados. O iPhone está aí, os modelos Samsung Galaxy são realmente muito bonitos, a Nokia tenta com os modelos Lumia se distanciarem dos concorrentes, e conseguem, com telefones muito atraentes visualmente falando, e os novos telefones com o BlackBerry 10 prometem ser menos caretas que os tradicionais BlackBerrys que temos no mercado (se bem que, durante anos, sonhei em ter um BlackBerry, e sou feliz por ter realizado esse sonho, mesmo que fosse por um ano). É ótimo ter uma competição mais focada nas linhas que os produtos podem oferecer nas suas especificações técnicas, mas sempre combinando isso com linhas atraentes.

Mesmo porque “beleza é fundamental”.

HTC J, um smartphone Android Ice Cream Sandwich de 4.3 polegadas, com vocação de nadador (com vídeo)

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O evento da HTC vai acontecer no dia 19 de setembro, e muito provavelmente a fabricante vai mostrar as suas apostas com o sistema operacional da Microsoft, o Windows Phone 8, mas isso não significa que o Android foi esquecido. Hoje, vamos conhecer uma de suas futuras apostas com o sistema do Google, que deve ser exclusivo para o mercado asiático.

O modelo que você vê acima é o HTC J, um equipamento que já se encontra em plena promoção de lançamento em Hong Kong e Taiwan, que conta com uma tela de 4.3 polegadas, processador Snapdragon S4 dual-core (um MSM8660A de 1.5 GHz), e é um modelo muito parecido com os demais modelos da família One. Como todo smartphone oriental que se preze, ele se destaca pela sua resistência à água (no vídeo abaixo você pode ver isso melhor), mas além disso, ele conta ainda com o sistema operacional Android Ice Cream Sandwich, interface Sense 4, 1 GB de RAM, 16 GB de memória interna, câmera de 8 megapixels, bateria de 1.810 mAh e compatibilidade com redes GSM, WCDMA, CDMA e WiMAX (por causa do seu mercado de referência).

Sua data de lançamento ainda não foi anunciada, mas o seu preço é de aproximadamente US$ 580. Lembrando: por enquanto, ele é exclusivo do mercado asiático. Para você, vale a pena a viagem?

Via Engadget

Anatel quer proibir cobranças de ligação refeita por queda de chamadas na telefonia móvel

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Operadoras do meu Brasil varonil, é melhor vocês se prepararem. O cerco promete ser ainda mais pesado. Depois da polêmica do relatório de fiscalização feito pela ANATEL (Agência Nacional de Telecomunicações), concluindo que os assinantes do plano Infinity da operadora TIM possuem um índice de quedas de chamadas quatro vezes maior que a dos assinantes dos outros planos, a ideia é estender a decisão tomada de não cobrar pelas novas chamadas feitas em um período específico após a queda para todas as operadoras de telefonia móvel do Brasil.

Na época, a ANATEL concluiu que as quedas eram “propositais”, e que o problema não era técnico nem operacional, uma vez que todos são clientes TIM, utilizando a mesma rede. A ANATEL sugeriu (para não dizer que ordenou) à TIM  que estabelecesse um período de tempo para que o usuário pudesse realizar uma nova chamada para o número após a queda, sem cobrança dessa segunda ligação, dentro de um determinado período de tempo após a desconexão.

Agora, a ANATEL planeja recomendar a mesma prática para todas as operadoras, que teriam que cobrar uma tarifa única para uma nova chamada realizada após a desconexão em até dois minutos, proibindo as operadoras de cobrarem um valor fixo por ligação. Além disso, um novo regulamento do Serviço Móvel Pessoal será votado nos próximos meses, incluindo as questões abaixo:

– Quais são os diretos dos consumidores caso a proposta seja aceita?
– Quais são os deveres das operadoras de celular?
– Se houver quedas de ligações, o que poderá acontecer com as operadoras de telefonia?
– A operadora que não atender o prazo para regularização, será punida?

Resumindo: o cerco está fechando. Quem ganha com isso? O consumidor.

Pauta sugerida por assessoria de imprensa – Gaiofato Advogados

Multilaser lança no Brasil o celular UP, com três slots para chips SIM

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Mais uma novidade da Multilaser para o mercado nacional de celulares. O Multilaser UP se destaca por oferecer ao consumidor um celular com slot para três chips SIM, garantindo uma boa relação custo/benefício, com os recursos mais básicos para a comunicação e entretenimento, como câmera digital, rádio FM, MP3 e MP4 player, alarme, calculadora e despertador.

O modelo possui teclas grandes, que facilitam a digitação de mensagens, além de contar com conectividade USB e slot para cartões SD de até 4 GB. Sua tela LCD de 1.8 polegada, e está disponível em três opções de cores (preto, rosa e azul). O preço sugerido do Multilaser UP é de R$ 149.

Via Assessoria de Imprensa

Nokia: sobrevivendo com smartphones disfarçados (ou celulares camuflados de smartphones)

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Vamos ser bem sinceros nesse post, em uma conversa franca entre dois amigos (no caso eu, que escrevo o post, e você, que está lendo nesse momento). Deixemos nossas diferenças de lado, e as minhas diferenças em particular em relação à própria Nokia, certo? Mas vamos tentar responder a um dos mistérios do cenário atual da tecnologia: como a Nokia consegue sobreviver?

Uma coisa que temos que considerar é que a parceria entre Nokia e Microsoft não é nem próxima daquilo que as duas empresas esperavam, pelo menos, por enquanto. É claro que tudo pode mudar a partir de 5 de setembro, quando as duas empresas anunciarem novidades no universo Windows Phone, já pensando na nova versão (Windows Phone 8 Apollo), em um evento em Nova York. Mas a realidade é que, mesmo sendo a marca que mais vende smartphones com o sistema móvel da Microsoft, liderar em um mercado que só possui 3.5% de todo o universo mobile é quase como ser o último colocado na final olímpica dos 100m rasos, ficando muito atrás do Usain Bolt.

A prova que essa parceria ainda não engrenou é que a Nokia faz questão de manter segredo sobre os resultados financeiros dos modelos Lumia, que gira em torno de apenas 4 milhões de unidades ao redor do planeta. Tudo bem, muitos vão dizer que essa parceria a longo prazo vai render frutos, e particularmente, eu acredito nisso. Mas… e até lá? Como é que vai ser? Como a Nokia vai pagar as contas? Como os seus executivos vão comprar o leite das crianças, as joias caras para as esposas, o motel com marmita para as amantes (alguns deles…)?

A resposta? Mercado secundário. Calma, vou me explicar.

Todo mundo quer um smartphone. Você pode até dizer que não, e que o seu Nokia 1100 funciona muito bem (e eu acredito em você). Mas, no fundo, lá no âmago de sua alma, você quer um smartphone. E a Nokia sabe disso. E sabe muito bem que não é todo mundo que pode pagar uma fortuna por um smartphone “top”. E é aí que a empresa dá o seu pulo do gato. Atuando em mercados emergentes, como a Ásia e a América Latina, onde muita gente compra celulares, mas não compra smartphones pelo fator preço, a fabricante finlandesa oferece produtos com preços acessíveis, com características de smartphones, mas que, na prática, não são smartphones. É tipo o Denorex: “parece, mas não é”.

Um dos pontos positivos da Nokia nesse quesito é que, mesmo com a sua capacidade de produção um pouco reduzida por causa do fechamento de algumas de suas fábricas, a empresa ainda é capaz de produzir muito, e barato. É sempre bom lembrar que em 2007 (antes de uma coisa chamada iPhone entrar nas nossas vidas), a Nokia era a maior vendedora de celulares do mundo, e só foi superada pela Samsung recentemente, e ainda assim porque a sul-coreana usou os Androids de linha baixa para isso. Ou seja, a Nokia sabe como fazer. E sabe que não consegue mais fazer sucesso se apresentar no mercado celulares que só sabem enviar e receber mensagens. Logo, aposta pesado nos “featurephones”, e tem resultados positivos com isso.

A linha Asha é um sucesso em todos os mercados onde a Nokia busca o seu público-alvo, incluindo o Brasil. Afinal de contas, são featurephones que fazem algumas das principais atividades que as pessoas buscam em um smartphone (comunicação nas redes sociais e envio de e-mails), alguns modelos contam com telas sensíveis ao toque, e tudo isso por um preço que não machuca o bolso do consumidor. Os modelos conseguem a façanha de estimular o consumidor a desistir dos celulares “xing-ling”, que prometem mundos e fundos, mas que no final, acabam sendo um pedaço de plástico inútil, que não faz nada direito.

Além disso, a Nokia consegue derrotar modelos muito populares, como o Samsung Galaxy Ace, que fora o sistema Android, possui características semelhantes aos mais modernos modelos da linha Asha. Porém, os modelos da Nokia são muito mais baratos, e aí, o consumidor vai preferir o preço, sem se importar muito se o sistema é Android ou S40. Convenhamos: tem muita gente que só precisa de um celular para se comunicar com as pessoas pelo WhatsApp, Twitter e Facebook. E, para isso, o S40 pode atender muito bem.

Outro ponto a favor da fabricante finlandesa é que grande parte dos usuários já possuem uma “história de amor e ódio” de vários anos com a Nokia. Muitos elogiam a empresa pela simplicidade dos seus sistemas, e pela usabilidade muito simples. Já outros criticam as decisões errôneas, e alguns modelos realmente infelizes. De qualquer forma, uma coisa que todos concordam é que os smartphones (ou featurephones) da Nokia são bonitos e com ótima fabricação. E mesmo entre os modelos novos não tão atraentes, os consumidores preferem deixar de lado a beleza para aderir ao produto que não vai causar um estrago no seu orçamento financeiro. A Nokia também não para de trabalhar na ideia de expandir o S40. Tanto, que recentemente anunciou uma parceria com a Zynga, para levar ao sistema móvel jogos como Draw Something e Pôquer.

Mas o que mais chama a atenção na linha Asha é como eles conseguem ajustar o preço às características do produto. Alguns modelos recebem um processador de 1 GHz e custam menos de R$ 500 no Brasil. É claro que a fabricante finlandesa ainda não pensa em processadores com dois ou quatro núcleos (mesmo porque não é essa a proposta), mas é animador saber que é possível oferecer smartphones potentes com preços competitivos.

É claro que tudo isso pode mudar. A Nokia deve lançar os primeiros modelos de linha baixa com Windows Phone 8 no segundo semestre de 2013, que é quando se espera o lançamento da segunda “fornada” de dispositivos (lembro que a primeira leva de lançamentos é sempre pensada nos modelos de linha alta e média). Até lá, a Nokia não vai mexer em time que está ganhando, e vai seguir apostando no Asha, principalmente nos mercados emergentes. Mesmo porque, nesse segmento, a Nokia leva grande vantagem contra fabricantes como a ZTE e os fabricantes chineses alternativos.