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Quem diria… a música digital registra queda de vendas, e o vinil volta com toda a força

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Olha como são as coisas… se alguém dissesse a alguns anos que as vendas de música digital e CD registrariam quedas, enquanto que as vendas em discos de vinil aumentariam, ou esse alguém seria chamado de louco, ou todo mundo daria risada da cara dessa pessoa. Pois bem, esse alguém deve estar gargalhando nesse momento.

Já era de conhecimento geral que o vinil estava voltando com toda a força, e suas vendas seguem crescendo de forma exponencial. Porém, os dados relativos às vendas de 2013 são, no mínimo, surpreendentes. Segundo um relatório da Billboard, as vendas de vinil dispararam 31,9% em 2013, enquanto que as vendas de álbuns online registraram queda de 0,1%, e no caso do CD, é o que podemos chamar de queda livre, com 14,5%. Temos que levar em conta que esses dados são restritos ao mercado dos Estados Unidos. Mesmo assim, são números significativos.

Um dos motivos para essa variação nos números de vendas está na quarta pata da cadeira, que completa essa equação: o impacto do aumento do consumo de música por streaming, através de serviços como o Spotify. É um mercado que não para de crescer, e que será analisado em breve pela Nielsen.

[Foto: Lali Masriera, CC 2.0]

Via Billboard

O CD completa 30 anos de vida hoje, em 1 de outubro

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Em 1 de outubro de 1982, o sexto álbum de estúdio de Billy Joel, 52nd Street, foi relançado no mercado. O álbum, que originalmente foi lançado em 1978, foi o escolhido para iniciar uma nova era na indústria fonográfica, pois seria o primeiro CD a ser lançado, e ajudaria na promoção do lançamento do primeiro CD player da história, o Sony CDP-101. Ou seja, hoje, 1 de outubro de 2012, o CD completa 30 anos.

A pesquisa e desenvolvimento do compact disc como conhecemos hoje começou bem antes de 1982. No começo de 1974, a Philips decidiu criar uma plataforma de áudio completamente nova, que seria menor no tamanho e com maior qualidade do que os discos de vinil e fitas cassete (que, naquela época, eram grandes e pesadas, na sua maioria). Três anos depois, a fabricante conseguiu desenvolver um laboratório apto na fabricação de CDs e CD players. Eles então chamaram o produto de “compact discs”, para seguir a convenção de nomes que eram utilizados na época, como por exemplo, “compact cassete” (que são as fitas cassetes que muitos de nós utilizamos em walkmans).

Na mesma época, a Sony também estava desenvolvendo a sua própria tecnologia de CDs, mas as duas companhias resolveram combinar os seus esforços, e atuaram como parceiras para o lançamento oficial do CD, em 1982. E como toda tecnologia nova, o CD foi visto com um certo ceticismo na época do seu lançamento, e o mercado levou mais de 10 anos para adotar de vez os CDs e aposentar os LPs. E ainda assim, na década de 1990, as pessoas ainda utilizavam as fitas cassete para ouvir músicas.

Apesar da percentagem das pessoas no mundo que ainda usam CDs continuar a cair de forma gradativa, não podemos negar que o formato causou um grande impacto na indústria da música. Mesmo para aquelas pessoas que acreditam que os discos de vinil oferecem uma qualidade superior de reprodução musical, as novas plataformas digitais ajudaram de forma decisiva na popularização de artistas e músicos junto às novas gerações.

O CD pode estar em extinção. Mas graças à ele, os primeiros arquivos em MP3 foram criados, e todos nós começamos a ouvir as nossas músicas de CDs em dispositivos reprodutores de MP3, com maior praticidade de uso, e até mesmo maior qualidade. Logo, devemos ser muito gratos ao CD por ele ainda ser um sobrevivente no mercado musical.

Via The Next Web

 

[Editorial] A lenta morte dos dispositivos de armazenamento externo

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No começo deste ano de 2012, abri mão da Campus Party Brasil 2012 para “me dar de presente” um ultrabook, que se tornou muito útil durante as viagens e coberturas de eventos de imprensa dos blogs. O modelo que escolho (Toshiba Portege Z835) possui pelo menos três portas USB (uma delas é uma porta USB 3.0), WiFi, Bluetooth, 6 GB de RAM, alguns GBs de armazenamento, e tudo o que um bom portátil pensado no trabalho pode me oferecer. Nem sinto falta do gravador de DVD, pois nos últimos 18 meses, pouco tenho utilizado esse tipo de mídia no meu trabalho.

Hoje, eu vivo de escrever nos blogs. Literalmente. Para mim, o que eu queria encontrar em um equipamento como um ultrabook era um bom desempenho, um teclado confortável e uma tela com tamanho razoável para visualizar as informações na tela com maior clareza, e encontrei tudo isso nesse modelo. É claro que já começo a pensar em um modelo com uma capacidade maior de armazenamento de dados, mas por enquanto estou satisfeito com ele. Alguns me perguntam: “ah, mas se você está viajando e quer ver um filme no computador”. Eu respondo: “dou graças ao bom Deus pelo YouTube e Netflix existir, pois dessa forma, não preciso ficar me preocupando com CDs e DVDs”.

Não me lembro quantas vezes eu utilizei a unidade de DVD do meu outro notebook (o convencional, o que uso para editar os vídeos do blog). Mesmo. É algo que se tornou totalmente obsoleto no meu dia a dia. E, mesmo no caso de buscar arquivos do passado, ou “do tempo do onça”, não recorro aos velhos backups que fiz em 2008 ou 2009, que foram os meus primeiros anos como blogueiro. Por que? Não me perguntem. Nem eu entendo direito.

O mesmo exemplo está acontecendo com os meus discos rígidos externos. Tenho quatro unidades portáteis aqui em casa, com tamanhos que variam entre 160 GB e 500 GB, todas com finalidades específicas. Eu acreditava que elas seriam mais úteis no meu trabalho ou nas minhas atividades pessoais, mas no final das contas, elas se tornaram apenas o local onde vou salvar as séries e filmes que procuro na internet, e nada mais. No começo, até me animava levar esses HDs externos na mochila nas viagens de cobertura de eventos. Afinal de contas, vai que eu preciso daquele software que é impossível de fazer o download no local, naquele momento. Com o passar do tempo, você percebe que você sempre precisa daqueles mesmos programas para trabalhar: editor de texto, editor de blogs, editor de imagens, publicador, etc. Ou seja, a caixinha que armazena os seus instaladores se torna apenas um peso a mais para você levar nas costas.

Outro detalhe a ser observado: o mundo está na nuvem. Com recursos como o Google Drive e o Dropbox, você pode manter os seus arquivos online para serem acessados, na pior das hipóteses, pelo seu smartphone. Em qualquer lugar que você estiver do mundo, você pode ter um acesso à internet minimamente razoável (bom, quero dizer, isso também vai depender da sua operadora de telefonia móvel, claro). Muita gente optou por pagar por essas soluções porque são tão eficientes quanto HDs externos, mas com maior praticidade e preço muito menor. Tudo bem, tem aqueles que ainda não confiam no armazenamento em nuvem por completo. Para eles, um backup “físico” ainda é necessário. Mas, convenhamos, você não vai fazer isso em DVDs que podem se perder ao longo dos anos, certo?

Em um mundo onde as conexões de internet estão cada vez mais rápidas (na teoria; no Brasil, isso ainda demora um pouco, você sabe…), mesmo que ainda falta muito para que a velocidade seja a ideal como gostaríamos que fosse, armazenar um arquivo de 200 MB na rede, ou fazer o download desse mesmo arquivo, ou até reproduzir um vídeo por streaming se tornou algo relativamente simples. Antigamente, se você queria transportar um vídeo de um lugar para outro, ou até mesmo um arquivo que era grande demais para caber em um pendrive, você tinha que gravar esse arquivo em um CD ou DVD e entregar o material para seu amigo, para que aí sim ele pudesse utilizá-lo. Hoje, você pode fazer o upload desse arquivo em poucos minutos, e fazer o download desse mesmo arquivo em segundos.

O que falta ainda é a maioria das pessoas que não estão familiarizadas com tal tecnologia. Falta para os meus pais, que mal aprenderam a usar o Facebook, e ainda não conseguem buscar uma informação no Google com eficiência, entenderem que não é uma loucura enviar alguns arquivos para uma área comum na internet, para que outros possam fazer o download (como, por exemplo, as fotos das férias deles). Para eles, ainda é muito mais simples (ainda) perder um CD ou DVD, ou em alguns casos, gravar tudo em um pendrive para fazer o transporte desses arquivos. Mas, como tempo, como acontece com tudo nessa vida, a “nuvem” começará a ser utilizada como único meio de transmissão de arquivos.

Está claro que falo aqui no caso de dados de usuários domésticos. Os grandes servidores que prestam serviços online seguirão necessitando de áreas específicas para suas cópias de segurança, mesmo que, inclusive, isso seja apenas para os mais importantes dados dos seus servidores. Uma pequena empresa, tranquilamente, poderá fazer os seus backups em um servidor externo, como o Google ou o Dropbox.

Todavia, ainda falta para os usuários as velocidades de conexões mais velozes para que a “nuvem” seja predominante. Se temos um arquivo de 2 GB de dados (como a trilogia de filmes “O Poderoso Chefão”, por exemplo), fazer um download desses arquivos deveria levar vários minutos em um cenário ideal, e não várias horas, como acontece hoje. Seja como for, para pequenos arquivos, eu já deixei de utilizar o pendrive a algum tempo para armazená-los. Se eu vivesse na Suécia ou em Kansas (EUA), onde o projeto Google Fiber faz a alegria dos moradores da cidade, já estaria fazendo uma fogueira de todos os meus dispositivos externos de uma vez por todas.

Fujitsu fabricará laptops com o plástico de seus CDs velhos

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Para você, eles só servem para nivelar as mesas. Para a Fujistu, eles serão matéria prima para fabricar os seus novos portáteis. Os quase esquecidos CDs e DVDs encontraram um novo propósito nas fábricas da gigante japonesa, uma vez que eles iniciaram o seu programa de reciclagem de discos óticos, graças ao qual vai recuperar o seu plástico para fabricar notebooks, começando pelo novo Lifebook P722/E.

Segundo a Fujitsu, a escolha desse material vai permitir a redução do consumo do plástico em até 10 toneladas por ano, e cortar a emissão do CO2 em 15%. Tais números podem fazer com que até o preço final do produto caia um pouco. Viu como valeu a pena guardar aquele monte de CDs que estão entulhados na sua casa?

Via Engadget

O Exército dos EUA proíbe os sistemas de armazenamento móveis de forma definitiva

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Como você bem sabe, o vazamento de dados preocupa e muito o Exército dos Estados Unidos, e isso resulta em um verdadeira cruzada contra os pendrives e demais dispositivos de armazenamento (CDs e DVDs). Assim, o general Richard Webber deu uma ordem onde veta de forma imediata o uso de sistemas de armazenamento móveis em todos os sistemas e servidores. A medida não iria sair de graça aos militares, que poderão ver prejudicadas muitas de suas missões. Porém, fica a dúvida de como os telefones móveis, smartphones e palmtops ficam nesse assunto, já que também são dispositivos de armazenamento móvel. Saberemos disso com o tempo.

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[som e imagem] Meridian anuncia sua cental multimídia M80

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O Meridian M80 é uma central multimídia de alta fidelidade, que chega para substituir o modelo F80, lançado em 2008. Apesar de ser uma evolução, ele ainda não vem com compatibilidade com o Blu-ray, nem suporte para rádio online, se limitando a trazer apenas um leitor de CD/DVD, rádio AM/FM, dock para iPod, além de diversas entradas analógicas de digitais (mas sem HDMI). Preço: US$ 2.995. muito caro para um produto que tem limitações e não é compatível com o Blu-ray que você tem em casa. Tem produtos melhores, com mais recursos e preços mais atraentes.

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