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Mark Shuttleworth: “nunca haverá backdoors no Ubuntu”

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Mark Shuttleworth

O fundador da Canonical, Mark Shuttleworth, falou sobre a próxima versão do Ubuntu em recente entrevista, e aproveitou a oportunidade para opinar sobre outros temas sensíveis, como a segurança e a privacidade do usuário.

O empresário sul-africano foi taxativo nesse aspecto, e garantiu que a distribuição Linux se manterá inalterada na proteção e respeito aos seus usuários. Uma frase é bem significativa em seu discurso: “nunca haverá backdooks (ou portas traseiras) no Ubuntu; nunca debilitaremos a codificação”.

Vale lembrar que, desde 2012, o Ubuntu se reconhece como um baluarte da privacidade, e trabalhou nisso em vários aspectos, limpando deficiências técnicas no seu software e codificando as buscas online. Esta última função foi removida como padrão na versão Ubuntu 16.04.

Porém, as declarações de Mark Shuttleworth vão além, apontando para o cerne da questão: a codificação e o interesse das autoridades, principalmente as norte-americanas no controle da mesma. E reforçou que a única forma de controle da codificação é quebrando o código.

Tal medida significa criar ou deixar abertas de propósito vulnerabilidades nos meios de codificação, de forma que os autoproclamados “guardiões do mundo” possam fazer o que quiser. Porém, como se viu no caso da Apple contra o FBI, esta não é a solução para tudo.

No caso do Ubuntu e, por extensão, do GNU/Linux, é muito mais fácil Mark Shuttleworth dar a resposta para as inquietudes dos usuários em matéria de privacidade e segurança do sistema. Uma das vantagens do software livre é essa: apesar das distribuições Linux carregar componentes privativos para melhorar a experiência de uso, tudo é desenvolvido em código aberto, incluindo as soluções da própria Canonical.

Via eWeek

Meizu Pro 5 Ubuntu Edition chega ao mercado

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Chegou ao mercado internacional o Meizu Pro 5 Ubuntu Edition. De acordo com a Canonical, este é o smartphone mais potente com Ubuntu disponível no mercado.

Potente, grande, com chassi metálico, bem acabado e com o razoável preço de US$ 369, o Meizu Pro 5 Ubuntu Edition tem a sua base no modelo com sistema Android, com tela de 5.7 polegadas (Full HD0, cristal 2.5D e proteção Gorilla Glass 3. Conta com chipset Exynos 7420 octa-core, 3 GB de RAM e 32 GB de armazenamento (expansíveis via microSD).

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A conectividade está garantida com uma porta USB Type-C, nano SIM dual, WiFi ac e Bluetooth, além de um módulo LTE Cat 6 para downloads de até 300 Mbps. Suas câmeras são de 21 MP e 5 MP, e sua bateria é de 3.050 mAh, com modo de recarga rápida. Seu peso é de 168 gramas.

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O Meizu Pro 5 Ubuntu Edition é um dispositivo atraente, e é indicado para quem busca um Linux alternativo ao Android da Google. Esperamos que a Canonical siga investindo nesse tipo de solução, ampliando o seu portfólio e garantindo o suporte do produto. Porém, é fácil concluir que estamos diante de um dispositivo para um nicho bem específico.

Logo, não será surpresa se esse smartphone jamais desembarcar no mercado brasileiro. A não ser que a própria Meizu o faça, em uma decisão surpreendente.

OnePlus One recebe ROM oficial do Ubuntu Touch

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O OnePlus One acaba de receber uma ROM oficial do Ubuntu Touch, sistema operacional da Canonical para smartphones.

O motivo para tal manobra é simples: o Ubuntu Touch está tendo um avanço mais lento do que o esperado pela Canonical, a ponto de muitos temerem que o projeto caia no esquecimento. Porém, a comunidade de desenvolvedores segue buscando soluções, entregando o software para onde for possível.

No caso do sistema da Canonical, eles não contam com acordos com fabricantes para construir dispositivos especificamente pensados no Ubuntu Touch. Logo, uma vez que a ROM do sistema chegou aos fóruns de desenvolvedores, eles decidiram trabalhar justamente no OnePlus One, um dos smartphones mais populares de 2014. E já há uma promessa de adaptação do software para o OnePlus X, com a ajuda do MultiROM.

multiROMAndroid

MultiROM é um aplicativo para Android que está disponível na Google Play, que permite simular vários sistemas operacionais em um mesmo dispositivo. Desse modo, você não precisa eliminar o Android para colocar o Ubuntu Touch no seu lugar, podendo ter os dois funcionando com uma mudança entre eles através de uma simples reinicialização.

Por enquanto, as ROMs são a melhor opção para colocar o Ubuntu Touch no seu smartphone. É necessário que o mesmo conte com uma ROM compatível, mas sempre será melhor isso do que comprar um dispositivo que já conte com o sistema operacional. Os modelos Meizu PRO 5, bq Aquaris E5 HD Ubuntu Edition e outros similares são muito tentadores, mas este sistema operacional é ainda pouco maduro. Melhor testar antes de investir nele.

Via OnePlus

SQL Server agora roda Linux. Ou seja, a Microsoft ama o Linux!

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Não é 1 de abril ou nenhuma piada de mal gosto da minha parte ou por parte da Microsoft. Este é um anúncio real, e marca um importante passo dentro do segmento de software da gigante de Redmond. Pois bem, foi anunciado hoje (8) o desenvolvimento de uma versão do SQL Server para Linux, que estará disponível em 2017.

O SQL Server é o sistema de gerenciamento da base de dados da Microsoft, e até agora (desde a sua primeira versão, em 1989), sempre foi compatível apenas com o Windows. Mas isso muda em 2016, com o anúncio de uma nova versão que será compatível com o Linux. Isso mesmo, você não leu errado.

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A Microsoft está até trabalhando diretamente com a Red Hat e a Canonical (criadores de duas das distribuições Linux mais populares) para fazer com que o programa seja executado sem problemas. O SQL Server para Linux não estará disponível até o meio de 2017, mas já existe um preview para as empresas que desejam ir testando os progressos realizados.

Esta é uma decisão muito importante para a Microsoft, que vai oferecer uma base de dados tão conhecida para um conjunto muito mais amplo de usuários, além de reforçar a ideia de ser uma empresa que vai além de sua própria plataforma. O Windows já não é mais o centro do mundo da informática, e Satya Nadella sabe muito bem disso.

Em resumo: a Microsoft ama o Linux! :)

Via New York TimesMicrosoft Blog

BQ apresenta o smartphone Aquaris X5 Plus e o seu tablet com Ubuntu

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A fabricante espanhola BQ apresentou na MWC 2016 o seu novo smartphone Aquaris X5 Plus, além do seu primeiro tablet com Ubuntu, um dispositivo convergente que a Canonical anunciou a algumas semanas.

O Aquaris X5 Plus oferece melhorias em todos os níveis em relação ao seu predecessor, com um leitor de digitais, novo módulo LTE e câmera traseira com sensor Sony, conservando o seu chassi metálico.

Especificações Aquaris X5 Plus

– Tela IPS Quantum de 5 Polegadas (Full HD)
– Processador Qualcomm Snapdragon 652 ocra-core de 1.8 GHz, GPU Adreno 510
– 2 ou 3 GB de RAM
– 16/32/64 GB de armazenamento (expansíveis via microSD de até 64 GB)
– Câmeras de 13 MP e 8 MP
– Conectividades LTE-A, WiFi ac, Bluetooth 4.1 e Dual SIM
– Bateria de 3.100 mAh

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Com o sistema operacional Android 6 Marshmallow, ele está disponível em três cores. Seu preço não foi anunciado.

 

Tablet com Ubuntu

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A BQ também apresentou na MWC 2016 o anunciado tablet com Ubuntu. Um modelo com tela multitouch de 10.1 polegadas (Full HD), chipset MediaTek MT8163A, 2 GB de RAM e 16 GB de armazenamento (expansíveis via microSD).

Não é apenas um tablet com Ubuntu a mais. É o primeiro da coleção de “dispositivos convergentes” que a Canonical pretende disseminar. Uma característica que permitirá converter o tablet (ou o smartphone) em um PC ao se conectar em um monitor, teclado e mouse.

O Aquaris M10 Ubuntu Edition estará disponível na cor preta na loja online global da BQ, com lançamento previsto para o segundo trimestre de 2016. Não tem preço anunciado.

O Ubuntu Touch tem algum futuro?

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Com a MWC 2016 chegando o Ubuntu Touch, proposta de sistema operacional móvel da Canonical, está ganhando evidência. O software se apresentou como um conceito totalmente revolucionário, oferecendo a convergência onde era possível adaptar a interface gráfica ao contexto sobre o qual ele se executa, sendo útil e prático tanto para desktops como para smartphones e tablets.

O Ubuntu Touch optou para os dispositivos touch o Unity 8 para uma melhor interação, enquanto que nas demais interfaces apostou no GNOME Shell. O sistema da Canonical aspira ser a única opção compatível com todas as plataformas. É uma ideia revolucionária sim. Mas com o passar do tempo, se transformou em uma “eterna promessa”. Qual foi o problema?

Tudo aponta para os escassos recursos que a Canonical possui para alcançar esse objetivo, já que a empresa fundada por Mark Shuttleworth segue sendo pequena em comparação com outras, como por exemplo a Microsoft (que tem o Continnum como uma realidade).

A gigante de Redmond não teve dúvidas em seguir os passos da Canonical, e apresentou algo parecido no Windows 8. Porém, essa versão do sistema operacional teve uma rejeição enorme por conta da interface Modern UI, o que forçou a empresa a voltar a trás e devolver a interface clássica no Windows 10 (com opções para modificá-la). Pese a tudo isso, a Microsoft tinha outro trunfo na manga: o Continuum.

O Continuum é uma excelente tecnologia que o Ubuntu Touch basicamente apresentou ao mundo. Obviamente, os maiores recursos disponíveis pela Microsoft foram determinantes para chegar a esta situação, onde alguns projetos já tiram proveito dessa funcionalidade.

 

Ubuntu Touch: muito barulho, poucas ações

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Não é a primeira vez que a ambição da Canonical supera os meios que eles possuem. Hoje, a empresa segue com muitas ambições, mas só tem dois fabricantes oferecendo dispositivos com Ubuntu Touch: a espanhola BQ e a chinesa Meizu.

É óbvio que o apoio por parte dos fabricantes é muito baixo nesse momento, e a Canonical insiste em afirmar que está negociando com outros fabricantes, mas o fato de nomes não serem citados dá a entender que eles estão longe de convencer a quem quer que seja. E, sem isso, fica claro que o Ubuntu Touch pode ter uma trajetória bem curta, principalmente pelas dificuldades que resultam trocar de sistema operacional de um dispositivo com CPU ARM, um panorama muito diferente ao foco de ferramentas gráficas e agnósticas em relação ao sistema operacional que sempre teve os computadores x86.

Outro detalhe importante é a falta de dispositivos genuínos que utilizam o sistema operacional, já que até agora todos os produtos apresentados com Ubuntu Touch foram inicialmente concebidos para o Android.

 

Possibilidades reais de sucesso? Bem escassas…

O Ubuntu Touch possui muitas carências. É um sistema operacional que ainda está bem verde, faltando vários aplicativos. A Microsoft tem dinheiro suficiente para trazer aplicativos mais rapidamente, algo que a Canonical nem pode cogitar.

Vendo este cenário, para o Ubuntu Touch só resta tentar convencer pelas suas duas grandes virtudes: a citada convergência e o maior controle sobre o sistema operacional através do sudo, que permite a execução de comandos com permissões de administrador na maioria de distribuições Linux e OS X. Porém, a maioria dos usuários nem sabe o que quer dizer a palavra “convergência”, sem falar na ausência de aplicativos, o que faz com que esse software só possa ser interessante aos fãs do Linux em geral e do Ubuntu em particular.

Por fim, é bom lembrar a tendência do mercado nos últimos meses. A queda da cota do Windows Phone mostra uma rejeição dos usuários em relação aos sistemas operacionais alternativos, e se o Windows Phone, que tem o respaldo de ninguém menos que a Microsoft, não consegue deslanchar, qualquer alternativa que está atrás dele terá uma missão muito mais complicada para se fazer visível em um mercado que escolheu ter um duopólio entre Android e iOS.

 

FairPhone 2 com Ubuntu Touch, um projeto em desenvolvimento

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FairPhone

Já conhecemos o FairPhone 2, um smartphone que apareceu como o sucessor da primeira versão desse dispositivo fabricado com materiais totalmente livres de conflito, e que oferece uma retribuição justa para quem investiu direta ou indiretamente em sua fabricação.

Obviamente, isso tem uma consequência: o produto final é caro em relação às suas especificações, principalmente quando comparamos com modelos clônicos fabricados na China. Mas o mesmo ocorre quando compramos alimentos ou produtos de entidades de comércio justo, e não só pelo custo dos materiais, mas também pela retribuição justa a todos que contribuíram com o produto.

Tal modelo foi incluído entre aqueles que contam com um processo de desenvolvimento e implementação do Ubuntu Touch, o conhecido sistema operacional da Canonical. Por enquanto, o projeto está em fase bem inicial e menos avançada que os demais. Porém, é uma ótima notícia de qualquer forma.

Não está claro se eles vão aproveitar a MWC 2016 para apresentar novos detalhes do projeto, mas é possível acompanhar a evolução do mesmo nesse link.

Via Softpedia

Meizu Pro 5 Ubuntu Edition, o smartphone com Ubuntu mais potente do mercado

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A Meizu aceitou apoiar a causa da Canonical, e apresentou o seu Meizu Pro 5 Ubuntu Edition, que promete oferecer as melhores configurações de um equipamento do seu gênero até o momento.

O smartphone conta com tela AMOLED 5.7 polegadas (1080p) e sensor de digitais, gerenciado por um processador Samsung Exynos 7420 octa-core e 3 ou 4 GB de RAM, dependendo da escolha por um armazenamento de 32 GB ou 64 GB, respectivamente.

Além disso, o Meizu Pro 5 Ubuntu Edition conta com uma câmera traseira de 21 MP, câmera frontal de 5 MP e bateria de 3.050 mAh com modo de recarga rápida mCharge.

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A Canonical já estreou a sua experiência de convergência ao anunciar o BQ Aquaris M10, e agora com o Pro 5 Ubuntu Edition, eles voltam a apostar nisso, através do seu último pacote disponível do sistema operacional, que seria capaz de oferecer uma experiência de um desktop tradicional.

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O Meizu Pro 5 Ubuntu edition poderá ser reservado a partir da próxima segunda-feira (22), durante a Mobile World Congress 2016. A empresa não revela dados sobre o seu preço, mas confirma que qualquer pessoa do planeta pode comprar o telefone online, sem atraso em relação aos mercados.

Canonical vai apresentar pelo menos um tablet conversível com Ubuntu na MWC 2016

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A Canoncial deve apresentar na MWC 2016 pelo menos um dispositivo híbrido com o Ubuntu 16.04 Xenial Xerxes. O lançamento deve vir com um dispositivo da bq, fabricante espanhol que prepara um tablet de 10 polegadas com processador ARM de 64 bits.

No ano passado, a bq lançou o Aquaris E4.5 Ubuntu Edition, que deixou claro que a plataforma desenvolvida pela Canonical ainda tinha um longo caminho para percorrer. A MWC 2016 pode ser a oportunidade perfeita para a empresa demonstrar os avanços dos últimos meses.

Avanços esses que não foram poucos na sua proposta convergente, com um dispositivo cujo nome de código seria Frieza (sim… o nome de um dos personagens de DragonBall Z…), e com nome comercial bq Aquaris M10. O dispositivo seria usado para avaliar o comportamento desta plataforma, e é baseado em um processador MediaTek MT8163 de 64 bits a 1.3 GHz, 2 GB de RAM e 16 GB de armazenamento. Pode ser que a estratégia agora seja a mesma que a adotada no smartphone, e que esse tablet seja lançado apenas para demonstrar do que eles são capazes de fazer.

São muitas as possibilidades: pode ser que o tablet chegue com algum teclado acoplável, mas também pode ser que este não seja o único produto que se ofereça nessa demonstração inicial, e também podemos ver algum smartphone com proposta similar ao que a Microsoft já oferece com os modelos Lumia 950 e Lumia 950 XL.

Via OMG Ubuntu

Ubuntu é a distribuição Linux mais popular na nuvem

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Podemos dizer (quase) sem medo de errar que o Ubuntu é a distribuição Linux mais popular de um modo geral. Temos outras igualmente interessantes, como a Debian ou a Mint, por exemplo, mas fato é que a distro da Canonical é realmente muito popular, inclusive nos setores específicos, como é o da computação na nuvem.

No gráfico que acompanha essa notícia, podemos ver que, de acordo com os dados do Amazon Cloud, 57% do mercado Linux nessa categoria pertence ao Ubuntu. A marca é o dobro da soma de todas as demais distribuições, incluindo a Centos e a Debian.

A Centos o cupa a segunda posição, mas com uma grande distância do Ubuntu. A terceira posição fica para a Redhat Enterprise, enquanto que as demais posições se repartem entre Debian, Scientific Linux e Fedora.

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Não resta dúvidas que a facilidade de uso do Ubuntu (inclusive para os usuários com menos experiência), unida à grande comunidade que respalda a distro, a grande quantidade de informação que existe sobre ela e os seus bons ciclos de atualização e suporte foram fatores decisivos na sua crescente popularidade.

Via Fossbytes

Canonical: ‘Windows 10 é um bom motivo para mudar para o Ubuntu’

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A Canonical comunica ‘oficialmente’ que o Windows 10 ‘é um bom motivo para mudar para o Ubuntu’. O tom contundente foi apresentado pelos responsáveis de uma das distribuições Linux mais populares, e fizeram isso sem fazer qualquer referência às principais polêmicas que envolvem o novo sistema operacional da Microsoft.

O argumento da Canonical foi uma pergunta clara sobre o uso do Windows a nível empresarial durante os últimos anos. É realmente a melhor escolha, ou é simplesmente uma escolha forçada?

A resposta da Canonical é que, diante dos novos riscos de segurança, cada vez mais os usuários buscam sistemas operacionais alternativos, onde eles conseguem benefícios importantes, como maior segurança, robustez e desempenho. Soma-se a isso um último argumento: a redução de custos, manutenção, preparação e royalties, que segundo a Canonical, podem chegar a 70% com o uso do Ubuntu.

Não resta dúvidas que o Ubuntu 14.04 LTS é uma excelente versão, que possui suporte até 2019, mas deixo uma pergunta interessante: é o Ubuntu REALMENTE  a melhor alternativa ao Windows 10?

O que você pensa disso?

Via Softpedia

Lenovo vai lançar notebook com Ubuntu na Índia

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A Lenovo vai enviar dispositivos com Ubuntu pré-instalado para a Índia ainda nesse mês de julho, começando pelo Thinkpad L450. O notebook estará disponível para a sua compra a partir de alguns revendedores e distribuidores regionais.

O Thinkpad L450 é um notebook que conta com uma tela HD de 14 polegadas, possibilidade de escolher um processador Intel Core i3 5005U ou Core i55200U, 4 GB de RAM e 500 GB de HD. O Ubuntu 14.04, uma das distribuições Linux mais recomendadas para os usuários comuns, e cujo suporte se encerra em abril de 2019. Além de ser LTS, destaca-se nesse Ubuntu o suporte para telas touch e monitores HiDPI.

A venda do Thinkpad L450 com Ubuntu é outra conquista para o sistema operacional da Canonical, que aos poucos está disponível em mais modelos de computadores (especialmente notebooks). Será que um dia eles serão tão populares quanto os MacBooks ou Chromebooks? É difícil. Mas ao menos estamos vendo o Ubuntu dar passos para frente.

Via Ubuntu Insights

Meizu MX4 Ubuntu Edition vai exigir convite para ser adqurido

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A Canonical surpreende com um novo smartphone com Ubuntu, o MX4 Ubuntu Edition, um modelo fabricado pela Meizu, que já pode ser encontrado no mercado asiático, mas só agora está disponível na Europa, e com o sistema operacional Ubuntu.

Mas os interessados vão precisar de um convite para adquirir uma unidade. Nem a Canonical, nem a Meizu especificaram sobre quantos convites estarão disponíveis, podem ser adquiridos depois de ver um vídeo de apresentação no site da empresa e completando um origami disponível no site.

O Meizu MX4 Ubuntu Edition custa 299 euros, e é uma versão modificada do modelo original. Conta com uma tela de 5.36 polegadas, processador octa-core MediaTek 6595, 2 GB de RAM e bateria de 3.100 mAh. Sua câmera traseira possui 20.7 megapixels, enquanto que a frontal conta com 5 megapixels.

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Mais detalhes sobre o modelo e a versão do Ubuntu pré-instalada nele serão divulgados em breve.

Aquaris E5 HD Ubuntu chega ao mercado (lá fora)

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Aquaris E5 HD Ubuntu

A BQ colocou no mercado o segundo smartphone com Ubuntu, o Aquaris E5 HD Ubuntu. O dispositivo de linha média tem preço sugerido de 199 euros, e é fruto da parceria da Canonical com o fabricante espanhol.

O objetivo do acordo é introduzir o Ubuntu no universo mobile, uma tarefa nada simples se levarmos em conta o duopólio Android e iOS – a gigante Microsoft tem apenas 4% do mercado com Windows Phone, e a BlackBerry vive em situação delicada -.

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O Aquaris E5 HD Ubuntu é uma variante do modelo do mesmo nome com Android. Possui tela IPS de 5 polegadas (1280 x 720 pixels), SoC MediaTek MT6592 quad-core ARM Cortex A7 de 1.3 GHz, GPU Mali 400-MP2, 1 GB de RAM, 16 GB de armazenamento (expansíveis via microSD), câmera frontal de 5 MP, câmera traseira de 13 MP com foco automático e dual flash, bateria de 2.500 mAh, conectividades WiFi, Bluetooth, GPS e 3G+, dimensões de 71 x 142 x 8.65 mm e peso de 134 gramas.

O dispositivo está 100% otimizado para o sistema da Canonical, em uma parceria que já dura dois anos. A BQ informa que essa será uma colaboração a longo prazo, e que os resultados até agora são muito satisfatórios, reforçando o compromisso deles com o Open Source e o código livre.

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O Aquaris E5 HD Ubuntu estará disponível apenas na União Europeia, Noruega e Suíça. Supõe-se que a BQ pode comercializá-lo em outros mercados, mas nada está confirmado.

Via Aquaris E5 HD Ubuntu

bq E5 HD Ubuntu Edition está chegando, por 199 euros

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O segundo smartphone bq Ubuntu deve chegar ao mercado na próxima semana, ampliando a parceria da empresa espanhola com a Canonical.

O novo modelo toma como base o E5 HD, que possui tela IPS de 5 polegadas (720p), CPU quad-core Cortex A7, 1 GB de RAM, 16 GB de armazenamento, suporte ao dual SIM com LTE e câmeras de 13 e 5 megapixels. Com isso, o E5 HD Ubuntu Edition é uma interessante oferta de smartphone de linha média, que chega ao mercado europeu por 199 euros, o que confirma que há vida para o Linux no mercado mobile além do Android.

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Vale lembrar que a bq ‘não é uma ONG’, ou seja, se eles estão lançando um segundo smartphone com o sistema operacional Ubuntu, isso quer dizer que o primeiro modelo (baseado no Aquaris E4.5) foi bem nas vendas, sempre levando em consideração as dificuldades em competir com as grandes plataformas móveis.

Não menos destaque merece o fato da Canonical seguir confiando na bq no início de sua aventura com  o Ubuntu no segmento mobile.

Ubuntu Phone também vai se transformar em um PC desktop

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A Canonical informou que ainda em 2015 um smartphone com Ubuntu Phone poderá se transformar em um PC desktop conectado na tela.

A Microsoft mostrou na BUILD 2015 o Continnum, uma nova característica que muda a interface do usuário, dependendo se estamos trabalhando em um smartphone, tablet ou desktop. Com isso, podemos transformar um smartphone em um PC quando conectado em uma tela externa (TV ou monitor) e adicionar periféricos como teclado e mouse.

A Canonical já havia pensado na tal convergência antes. Mas só agora Mark Shuttleworth (fundador da empresa) anuncia que a empresa está trabalhando com um fabricante de smartphones (sem citar nomes) que fará isso: transformar o smartphone em um PC quando conectado ao monitor, e aceitando periféricos. Mark disse que ele não será tão poderoso como uma estação de trabalho tradicional, mas vai oferecer uma experiência boa o suficiente para algumas tarefas computacionais diárias.

O fundador da Canonical não entrou em detalhes, nem quais aplicativos vão rodar no seu sistema. Além das propriedades do Unity, Mark pede aos desenvolvedores de aplicativos para GNOME, KDE e outros entornos que considerem a adição de características de convergência ao Ubuntu Phone.

Via Liliputing

Ubuntu 15.04 ‘Vivid Vervet’ já disponível para download

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Mais um mês de abril chegou, e a Canonical lançou mais uma versão do Ubuntu, a 15.04 ‘Vivid Vervet’. Os usuários mais familiarizados com o Linux sabem que essa distribuição está em constante evolução, incorporando mudanças e novidades rapidamente, e em curtos períodos de tempo.

Porém, dessa vez, a Canonical foi bem mais conservadora, talvez porque nos últimos meses eles ficarem mais centrados na versão do sistema operacional para dispositivos móveis, focando na sua já famosa convergência. Logo, podemos dizer que o software incorpora o Linux 3.19.3 como kernel, GTK 3.14, Firefox 36 (que será atualizado enquanto o sistema tiver suporte) e o LibreOffice 4.4 como principais ferramentas.

Duas novidades merecem ser mencionadas. Uma é destinada aos desenvolvedores no Ubuntu Make, projeto que tenta dar fácil acesso a algumas das ferramentas de programação mais populares, como Android NDL, Android Studio, IDEA, Golang, Firefox Developer Edition, entre outras. A outra novidade é pensado nos usuários mais avançados, no init Upstart, que foi substituído pelo polêmico systemd, que no Debian provocou um dos debates mais acalorados da história do Linux, mas com um resultado final bem promissor. Uma vez que o Ubuntu é derivado do Debian, podemos ter as mesmas esperanças em torno do Ubuntu 15.04.

Além da versão oficial, temos novas versões dos seus ‘irmãos’: Kubuntu, Xubuntu, Lubuntu, Ubuntu GNOME e Ubuntu MATE, cada uma com uma área de trabalho diferente. No Kubuntu, destacamos a chegada do Plasma 5.2, a última versão do desktop KDE, enquanto que o Ubuntu MATE incorpora o suporte para o Power PC e o Raspberry Pi 2.

Por fim, vale a pena lembrar que o Ubuntu 15.04 possui nove meses de suporte, de modo que a versão é recomendada para aqueles que queiram ajudar no seu desenvolvimento ou na busca de erros. A seguir, você pode fazer o download das diferentes versões da família Ubuntu, tanto para processadores Intel/AMD de 32 bits ou 64 bits.

Ubuntu 15.04 32-bit ( torrent)

Ubuntu 15.04 64-bit (torrent)

Kubuntu 15.04 32-bit (torrent)

Kubuntu 15.04 64-bit (torrent)

Xubuntu 15.04 32-bit (torrent)

Xubuntu 15.04 64-bit (torrent)

Lubuntu 15.04 32-bit (torrent)

Lubuntu 15.04 64-bit (torrent)

Ubuntu GNOME 15.04 32-bit (torrent)

Ubuntu GNOME 15.04 64-bit (torrent)

Ubuntu MATE 15.04 32-bit (torrent)

Ubuntu MATE 15.04 64-bit (torrent)

 

Meizu MX4 com Ubuntu está confirmado, e veremos na MWC 2015

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O Meizu MX4 com o sistema Ubuntu teve sua existência confirmada nos canais oficiais da empresa nas redes sociais (aka Facebook), e o dispositivo será visto na Mobile World Congress 2015. Além disso, também foi confirmado que outras variantes do produto estarão presentes, como a baseada no Android com a interface Flyme OS, e a baseada na interface Yun OS, desenvolvida em parceria com a Alibaba.

O Meizu MX4 é um dispositivo com um hardware disposto a competir com os modelos top de linha lançados nos últimos meses: tela de 5.36 polegadas (1920 x 1152 pixels), processador octa-core MediaTek MT6595 a 2.1 GHz, 3 GB de RAM, variantes de 16 a 64 GB, suporte para redes LTE, câmera traseira de 20.7 megapixels (IMX220 Exmor RS da Sony), câmera frontal de 5 megapixels e bateria de 3.100 mAh.

Podemos apostar por uma edição com 16 GB de armazenamento, e se a lógica estiver correta, um preço de aproximadamente 220 euros para o modelo de entrada. Um dispositivo bem interessante em todos os sentidos, mas que pode comprovar que a experiência do Ubuntu ainda não é para todos os públicos. Outro detalhe: esse modelo deve ser comercializado apenas na China e outros países asiáticos que a Meizu está presente.

Via Meizu @ Facebook

bq Aquaris E4.5 Ubuntu Edition

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O primeiro smartphone com Ubuntu da Canonical é uma versão rebatizada do Aquaris E4.5 da bq, com o nome bq Aquaris E4.5 Ubuntu Edition. O dispositivo mantém o mesmo hardware do modelo anterior, com uma tela de 4.5 polegadas (540 x 960 pixels), processador MediaTek Cortex A7 quad-core de 1.3 GHz, 1 GB de RAM e 8 GB de armazenamento.

Na parte traseira, temos uma câmera de 8 megapixels, acompanhada de uma câmera frontal de 5 megapixels. O modelo vai utilizar uma estratégia comercial centrada na Europa, com um sistema de vendas baseado em unidades limitadas.

Tal e como mostram as imagens, os botões do Android desapareceram, por conta da interface adotada pela Canonical (os scopes), dispensando os acessos diretos para manejar entre os menus. A seguir, dois vídeos que mostram o dispositivo em funcionamento, e mais fotos.

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O projeto Ubuntu for Android ficou no limbo

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Em fevereiro de 2012, conhecemos os detalhes do Ubuntu for Android, um projeto que era o primeiro sinal do ambicioso projeto da Canonical – desenvolvedora do Ubuntu – em oferecer um sistema operacional universal, para todo o tipo de dispositivos.

Porém, aquele desenvolvimento ficou relegado a um segundo plano, depois da aparição do Ubuntu for Phones (ou Ubuntu Touch), e nem os próprios responsáveis da Canonical sabem muito bem qual será o seu futuro. Assim insinua as declarações feitas por Marina Engelvuori, representante da Canonical, em entrevista para a PC World.

Marina indica que “acreditamos que a U4A segue sendo um grande conceito de produto”, e afirma que o desenvolvimento como tal “está completo”.

Porém, no Launchpad.net, um dos designers da interface da Canonical, havia um pedido que fosse retirada a página do projeto, já que “não está em desenvolvimento”. A representante esclarece que “estamos centrados no Ubuntu for Phones nesse momento, e que por conta disso, não estamos impulsionando de forma ativa o Ubuntu for Android”. Porém, afirma também que “se um parceiro quiser dar um passo adiante, estaríamos abertos a lançar o Ubuntu for Android”.

Fato é que o projeto não voltou a dar sinais de vida, principalmente com os novos objetivos da Canonical, que na realidade são uma extensão do que pretendia aquele conceito original. Veremos se a Canonical acaba resgatando esse produto no futuro, ou se vai deixá-lo definitivamente no limbo que hoje se encontra.

Via PC World